Como capturar gatos: 15 passos (com imagens)

A descoberta de alguns usuários do site Reddit parece ser a “arma” ideal para virar o jogo entre os gatos e a humanidade. Não é de hoje que você sabe que esses bichanos querem dominar o planeta, chegando ao ponto de até mesmo nos copiar.

Mas todo grande rival possui um ponto fraco – e o deles não poderia ser mais simples: círculos! Difícil de acreditar, não é? Mas dá uma olhada nas imagens a seguir.

 1. Prepare a armadilha

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

2. Atraia a fera

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

3. Contemple e glorifique a sua vitória

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Caiu como um… GATINHO! hahahahahahaha

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Repita o processo com outros materiais

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens) Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens) Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens) Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens) Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Uma possível explicação desse estranho fenômeno é que os gatos são aficionados por tudo que dê a sensação de segurança.

Você mesmo já deve ter visto dezenas de imagens de gatos se enfiando nos lugares mais impossíveis do mundo.

Logo, essa busca por segurança os atrai a lugares pequenos e apertados, de modo que a mera ilusão de um lugar assim – como o círculo desenhado no chão – já seria suficiente para despertar-lhes esse instinto.

Pessoas de todo o mundo tentaram o mesmo – e conseguiram ótimos resultados, como todos podem ver

  • [Reprodução]
  • [Reprodução]
  • [Reprodução]
  • [Reprodução]
  • [Reprodução]

Vitória, humanidade! Vitória!

Não deu certo?

Como pegar meu porquinho da Índia? – 6 passos

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Imagem: theguineapigguide.com

Os porquinhos da Índia são animais muito sensíveis e com ossos muito delicados. A maioria dos porquinhos tem tendência para saltar do seu colo quando você o está a colocar de novo na gaiola dele.

Estes saltos podem ter como origem lesões graves nos ossos e por vezes até a morte do porquinho. Por esse motivo, é essencial que você saiba como pegar corretamente no seu porquinho da Índia.

O PeritoAnimal vai lhe explicar passo a passo como fazê-lo sem risco de machucar o seu pet!

Passos a seguir:

1

Em primeiro lugar, você deve habituar o seu porquinho da Índia a ser manuseado e acariciado desde filhote.

Quanto mais cedo o porquinho se habituar à presença humana e a que lhe toquem, menos nervoso e medroso ele será de cada vez que você pegar nele.

Como consequência, será também mais seguro e ele não tentará escapar das suas mãos, o que costuma ser o principal motivo de acidentes.

A maioria das cobaias não gostam de ser pegos se não estão habituados e, por isso, se assustam e saltam. Você deve pegar no porquinho de forma a que a região traseira dele esteja apoiada na sua mão. Comece por pegar ele colocando a zona pélvica dele apoiada na sua mão.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

  • 2
  • Utilize a outra mão para apoiar a zona do peito dele, apoiando desse modo as patinhas dianteiras.
  • Se o seu porquinho está muito nervoso, coloque um dos seus dedos sobre as patas da frente dele, de modo a evitar que ele tente impulsionar para saltar para a frente.

Uma boa dica para o caso de porquinhos da Índia muito nervosos e que lutam bastante para serem libertados no momento em que voltam a ser colocados na gaiola é segurar bem nele ao colocar de novo na gaiola.

Não o largue imediatamente: segure nele com firmeza a poucos centímetros do chão da gaiola e não o coloque no chão enquanto ele se contorcer. Quando ele acalmar, aí sim, solte ele.

Este método vai evitar lesões típicas do salto, que pode ser perigoso mesmo que a poucos centímetros do chão.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

3

Jamais pegue o seu porquinho pelo pescoço nem pelas axilas! Como já referimos, pegar de forma errada no seu porquinho da Índia pode provocar graves lesões físicas nele.

4

As crianças muito pequenas não devem pegar no porquinho da Índia ao colo, por ser muito arriscado.

Quando as crianças já têm mãos e braços de tamanho suficiente para suportar corretamente as cobaias, devem ser ensinadas por um adulto a fazê-lo devidamente e sem riscos.

É importante que você vigie a interação da criança e do porquinho, para garantir que tudo corre bem e diminuir as chances de lesões.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

5

Os porquinhos da Índia aprendem a gostar de receber carinhos nas costas e na direção do pelo.

Você deve evitar fazer carinhos no sentido contrário ao pelo e deve evitar a região do nariz e olhos, já que a maioria dos porquinhos não gosta de ser acariciado nessas zonas.

De qualquer forma, todos os porquinhos são diferentes e você deve tentar conhecer a sua cobaia e perceber daquilo que ela gosta ou não.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

6

Você deve ter muito cuidado se colocar a cobaia em algum móvel ou sofá. Uma pequena distração pode fazer com que não vá a tempo de impedir uma queda. Como já lhe referimos, as quedas são um dos acidentes mais comuns com os porquinhos e os ossos frágeis deles fazem com que a maioria das quedas tenha consequências bastante graves.

Nem todos os porquinhos gostam de ser pegados no colo. Se o seu porquinho não gosta, o melhor é respeitar ele e acariciar diretamente na gaiola ou no chão quando soltar ele.

Alguns porquinhos aceitam carinhos durante horas, enquanto outros começam a reclamar ao fim de 10 minutos. Invista tempo a conhecer a personalidade do seu porquinho.

Se respeitar os gostos e vontades dele, você vai incrementar o vosso vínculo e melhorar a vossa relação.

Adotou recentemente um pet destes? Veja o nosso artigo de nomes para porquinhos da Índia.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Se deseja ler mais artigos parecidos a Como pegar meu porquinho da Índia?, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Cuidados básicos.

15 Brincadeiras populares de todas as regiões

Ouça o post

Criança gosta mesmo é de brincar. Conheça as brincadeiras populares que divertem os pequenos de norte a sul do Brasil!

É assim que os pequenos aprendem sobre o mundo e desenvolvem habilidades super importantes: brincando. Ou seja, as brincadeiras vão muito além da diversão.

Para as gerações que agora já nascem conectadas e rodeadas por dispositivos eletrônicos, é importante resgatar brincadeiras tradicionais e livres de tecnologia. Brincadeiras populares do tempo dos nossos avós ajudam a resgatar a cultura, incentivam os pequenos a conviverem com outras crianças e a desenvolverem diferentes capacidades, como coordenação motora, criatividade e comunicação.

As brincadeiras populares foram sendo ensinadas de pais para filhos por várias e várias gerações. O Brasil é um país enorme, então cada região tem suas brincadeiras mais tradicionais. Muitas foram pesquisadas e mapeadas no chamado Mapa do Brincar.

Veja abaixo brincadeiras típicas de cada região do país para ensinar para os pequenos:

Região Norte

Macaca ou Amarelinha

Essa é famosa quase no Brasil todo! Na região norte, é chamada de Macaca, mas também é conhecida como amarelinha, maré, sapata ou avião. Para brincar, as crianças desenham a macaca (ou amarelinha) no chão, começando pela “terra” e com quadrados numerados de 1 a 10 até chegar no “céu”.

O primeiro a brincar joga uma pedra na casa número um e segue pulando nas outras, até chegar à área do céu, onde pode pisar, girar e retornar ao começo. Faz isso nas casas seguintes, até errar. Se errar na casa quatro, por exemplo, deixa sua pedrinha e o participante seguinte não poderá pisar. Ganha quem conseguir chegar no céu!

Buraco

As crianças da região amazônica fazem essa brincadeira com caroços de tucumã, que é uma palmeira típica. Eles funcionam como bolinhas de gude, e cada participante tem que ter seu caroço de tucumã para jogar.

Primeiro, os participantes fazem três buracos no chão de terra, com uma distância de uns três passos um do outro.

Dando três passos para longe do primeiro buraco, cada um dos participantes inicia lançando seu caroço.

Aquele que acertar tem que tentar jogar os outros caroços, que estão perto do buraco, para o mais longe possível. As outras crianças terão  que tentar acertar lançando o caroço de onde ele estiver agora.

A cada rodada, só um participante pode acertar o buraco. Se todos acertarem numa mesma jogada, eles têm que jogar o caroço de novo até que só um deles acerte.Depois, partem para o segundo buraco, com as mesmas regras, e então para o terceiro. Aquele que chegar primeiro no fim vence.

Leia também:  Como cancelar o tunein radio em um iphone ou ipad

Gato e Rato

Essa é uma brincadeira de pular corda e correr muito! Dois participantes batem a corda e um terceiro pula. Quem pula na corda é o rato, e fora da corda está o gato, um quarto participante.

O gato fica perto da corda e, quando o rato sai de lá para dar um volta, começa a perseguição. O gato tem que correr atrás do rato. A dupla que bate corda não para nunca, e o rato ter que voltar a pular para ficar a salvo de novo.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Essa brincadeira também tem diferentes nomes dependendo da região, mas é diversão garantida. Os participantes ficam passando a bola de um para o outro com os pés ou com as mãos enquanto uma criança fica como “gulu” ou “bobinho”, tentando capturar a bola. Quando ela conseguir, deixa de ser o “gulu” e troca de lugar com o último participante que tocou na bola.

Sete Pecados

Essa brincadeira exige bastante agilidade e coordenação motora, então é indicada para crianças a partir de 6 anos de idade. Quanto mais crianças participarem, melhor!

Reúna os pequenos em círculo e uma criança fica responsável pela bola. Ela joga a bola para cima, enquanto diz o nome de um dos jogadores.

Ele deve correr para pegar a bola antes que ela caia no chão e as outras crianças se espalham. Assim que a criança pegar a bola, outras param.

Então, ela dá sete passos em direção ao jogador mais próximo e joga a bola nele, e quem for acertado será a pessoa a jogar a bola na próxima rodada.

Trem Maluco

O Trem Maluco é uma das brincadeiras que as crianças em Pernambuco adoram. Em dupla e no ritmo da parlenda, as crianças devem fazer movimentos sincronizados com as mãos. A cada verso as mãos se alternam: uma mão vai para baixo, enquanto a outra vai para cima.

Em seguida, uma criança estende a mão para a frente, e o seu parceiro bate as palmas sobre elas. Então, a dupla bate palma sempre no ritmo da música.

Para tornar a brincadeira ainda mais dinâmica, estimule os pequenos a cantarem mais rápido e agilizarem seus movimentos também.

  • “O trem maluco
  • Quando sai de Pernambuco
  • Vai fazendo xique-xique
  • Até chegar no Ceará.
  • Rebola pai, rebola mãe, rebola filha,
  • Eu também sou da família,
  • Também quero rebolar.”

Região Centro-Oeste

Pato, pato, ganso

Primeiro, as crianças decidem no joquempô quem vai ser o ganso e então se sentam em roda. O ganso vai andando em volta e tocando na cabeça dos amiguinhos e dizendo: “pato, pato, pato, ganso!”.

A pessoa em que ela tocar quando disser “ganso” tem que levantar e correr atrás dele. Se conseguir alcançá-lo, ela ganha e o outro volta a ser o ganso. Mas se ele conseguir sentar no lugar vazio da roda antes, é o escolhido que tem que virar ganso da vez.

Balança caixão

Muito conhecida em Goiás, essa brincadeira começa com uma criança que se senta em um banco e será considerada como rei ou rainha. Outra fica de servo ou serva e apoia o rosto no colo do rei ou rainha.

  1. As demais formam uma fila atrás da criança que está servindo, apoiando-se nas costas umas das outras. Daí, a fila balança para os lados enquanto as crianças cantam em coro:
  2. “Balança caixão,
  3. balança você,
  4. dá um tapa nas costas
  5. e vai se esconder”.

Nesse ponto, o último da fila dá um tapinha nas costas do colega da frente e se esconde. Isso deve ser feito até chegar ao servo ou serva, que deve procurar as outras crianças.

Cinco Marias

Essa brincadeira vem de Cuiabá! As “marias” são pequenos saquinhos de pano, cheios de areia ou pedrinhas. Primeiro, os cinco saquinhos são lançados no chão. O jogador escolhe um deles e joga para o alto mas, ao mesmo tempo, precisa pegar outra Maria que está no chão, com a mesma mão, e tentar recuperar a que jogou, sem deixá-la cair.

Se conseguir pegar todas, vai para a próxima etapa. Na segunda, o desafio é pegar duas Marias que estão no chão antes de agarrar a que foi jogada. O jogo segue até a quarta etapa, quando a criança precisa recolher quatro peças.

Na quinta etapa, as Marias são colocadas de volta ao chão. O jogador precisa fazer uma ponte com a mão esquerda, apoiando-a no solo pelas pontas do polegar e do indicador.

Depois, a criança joga uma peça para cima, enquanto passa uma Maria de cada vez por baixo da ponte. A que está no ar precisa ser recolhida antes de cair no chão.

Quem errar passa a vez para o próximo, retomando de onde parou quando chegar a sua novamente até terminar.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Os participantes são divididos em grupos de três. Dois jogadores dão as mãos para formar a toca e o terceiro fica no meio para ser o coelhinho. Do lado de fora ficam os coelhos perdidos.

 Alguém diz: ‘Coelhinho sai da toca, um, dois, três’, as tocas levantam os braços e todos os coelhinhos devem ocupar uma nova toca, inclusive os coelhos perdidos.

Quem não conseguir entrar fica no centro, esperando nova oportunidade.

O jogo fica mais emocionante com alguém no papel de caçador. Nesse caso, apenas um participante fica de fora. Quando for dado o sinal ele  corre atrás dos coelhinhos durante a troca de tocas, e o primeiro a ser pego passará ao posto de caçador. Se o número de crianças for pequeno, as tocas podem ser desenhadas no chão com um giz.

Corre, cotia

  • Todos os participantes, menos o “pegador”, se sentam em círculo. Com um lenço na mão o pegador anda em volta do círculo enquanto todos cantam a rima de olhos fechados:
  • “Corre cotia
  • Na casa da tia
  • Corre cipó
  • Na casa da avó
  • Lencinho na mão
  • Caiu no chão
  • Mocinha bonita
  • Do meu coração”

No meio da cantoria o pegador coloca o lenço atrás de um dos jogadores. No final da rima todos abrem os olhos e quando o participante escolhido perceber que o lenço está atrás dele, corre atrás do pegador, que deve correr para ocupar o lugar vago. Se for apanhado antes de chegar ao lugar vazio, o pegador continua nessa função, mas se conseguir dar a volta e ocupar o lugar vago, é o jogador escolhido quem vira o pegador.

Elástico

Pular elástico desenvolve a coordenação motora! São necessários no mínimo três participantes e uma tira de elástico de 3 metros, amarrada nas pontas. Duas crianças esticam o elástico ao redor de suas pernas, formando um retângulo. O terceiro participante pula assim:

  • Pula no meio do elástico, com os pés juntos.
  • Pular em cima dos dois lados do elástico com os dois pés ao mesmo tempo)
  • Pula abrindo as pernas para que os dois lados do elástico fiquem entre os seus pés.
  • Arrasta o pé direito, puxando o lado direito do elástico, para perto do pé esquerdo, sem levantar. Assim, o elástico vem junto.
  • Solta o elástico levantando a perna.
  • De frente para o elástico, prende-o no dorso dos pés, e pula sobre o outro lado do elástico, cruzando.
  • Desfaz o pulo e termina com os dois pés para fora de cada lado do elástico.

 

Região Sul

Carrinho de Lomba

Em Novo Hamburgo, lomba quer dizer ladeira. O carrinho tem esse nome porque é feito para brincar nas lombas das ruas, mas em outros lugares é chamado de carrinho de rolimã.

Então é só procurar uma descida, sentar em cima do carrinho com os pés apoiados no eixo frontal e descer a ladeira. Se você tiver mais de um carrinho, as crianças podem apostar corridas com os amigos. Para brecar, tem de virar o carrinho de lado ou parar com o pé (sempre calçado, para não se machucar).

Taco

Deve-se formar duas duplas, cada uma composta por um rebatedor, que segura um taco de madeira, e um arremessador. Eles ficam em uma base de círculo desenhada no chão e no centro dela colocam uma garrafa plástica com um pouco de areia dentro.

Leia também:  Como capturar formigas para a criação de um formigário

Quem arremessa deve tentar derrubar a garrafa do time adversário jogando uma bolinha de borracha ou de tênis com a mão. O rebatedor do outro time tem que defender a base.

Se a garrafa for derrubada, o time que atirou a bola ganha um ponto. Se o rebatedor conseguir defendê-la ou se a bolinha não acertar a garrafa, quem jogou deve correr para pegá-la e voltar à sua base.

Enquanto isso, os adversários correm, trocando as bases e, quando se encontram, batem as mãos. Cada volta completa que conseguirem dar vale um ponto.

O time que completar cinco pontos ou mais primeiro vence a partida e todos trocam as funções.

Caiu na rede é peixe

Também conhecido como pega-corrente, os participantes ficam espalhados e uma pessoa é escolhida para ser o pegador. Ele deve correr atrás dos outros para tentar pegá-los. Quem for encostado pelo pegador, passa a ficar de mão dada com ele para correr, formando uma corrente para tentar pegar o restante das pessoas. Cada um que é pego passa a fazer parte da rede.

Assim como as brincadeiras, a leitura também é uma prática que coloca as crianças em contato com diferentes culturas. Ler e ouvir histórias na infância incentiva a criatividade, o resgate de tradições, a formação da identidade e claro, pode ser fonte de muita diversão.

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

Com o objetivo de incentivar as crianças a se apaixonarem pela leitura e se desenvolverem através dela, a Dentro da História transforma os pequenos em protagonistas de livros personalizados com seus personagens favoritos. O livro é criado no próprio site e será entregue impresso em capa dura, em qualquer região do Brasil.

É possível escolher mais de 20 histórias para personalizar! Com a Turma da Mônica, o Show da Luna, a Patrulha Canina, a Galinha Pintadinha e vários outros personagens queridos dos pequenos.

Aproveite a promoção de frete fixo para todas as regiões do Brasil! Clique aqui para criar o livro do seu pequeno.

Bactérias do bem: 5 passos para cuidar bem dos microorganismos que vivem no intestino

Como Capturar Gatos: 15 Passos (com Imagens)

| Foto: Ella Olsson/Unsplash

É comum as pessoas se concentrarem na saúde no início do ano. Mas poucos consideram o bem-estar dos micróbios que vivem dentro do intestino humano — o microbioma  — e que são vitais para a boa saúde de um indivíduo.

Quão importante são essas bactérias? Há tantas células bacterianas em nós quanto células humanas, e elas ajudam a controlar tudo, desde uma inflamação, o desenvolvimento de um câncer e o tratamento que deve ser usado contra a doença, a quantidade de energia que conseguimos obter dos alimentos e talvez até mesmo o nosso humor.

Quando nosso microbioma se desequilibra, geralmente quando certas espécies ou grupos de bactérias se tornam excessivamente abundantes, essas funções podem ser interrompidas, contribuindo para o desenvolvimento de uma ampla gama de doenças como obesidade, câncer, doença inflamatória intestinal e muitas outras.

Nossos micróbios intestinais também são responsáveis pela produção de gás quando ingerimos novos alimentos, à medida que esses micróbios se adaptam a essa nova fonte de nutrientes em seu ambiente. Então está claro que queremos ter um microbioma saudável, mas como?

Há muito debate sobre o que exatamente constitui uma comunidade saudável de micróbios intestinais, mas uma coisa está clara: os seres humanos precisam de um microbioma diverso, com uma variedade de espécies bacterianas que possam se adaptar rapidamente à grande variedade de alimentos que podemos querer consumir enquanto ainda executamos todas essas funções importantes, como prevenir a inflamação.

O que fazer?

Veja o que você pode fazer para garantir um microbioma saudável e diversificado:

  1. Coma frutas e vegetaisEmbora todos os diferentes alimentos que compõem sua dieta possam influenciar o microbioma intestinal, são as fibras — os carboidratos cujas bactérias de nosso intestino podem consumir rapidamente —  que impulsionam a formação de um microbioma saudável. Comer uma seleção diversificada e abundante de frutas e vegetais é uma ótima maneira de alimentar algumas das bactérias mais promotoras de saúde em nosso intestino.
  2. Adicione amido resistenteA maior parte do amido de nossa dieta — como pão branco e macarrão —  é rapidamente decomposta e absorvida. Mas uma fração desse amido é resistente à digestão e age como uma fibra, alimentando as bactérias em nosso intestino. O amido resistente foi identificado como particularmente benéfico por apoiar todas essas funções saudáveis do microbioma intestinal.Algumas fontes de amido resistente incluem batatas e legumes. Todas as fontes de amido também podem se tornar mais resistentes após o cozimento e o resfriamento na geladeira. Portanto, batatas e massas, frias ou reaquecidas, podem ter um pouco mais de força para promover o microbioma.
  3. Experimente diferentes fibrasNem todos os microbiomas intestinais são iguais e nem todas as fibras são iguais. Certas fibras e microbiomas se misturam melhor que outras, dependendo de quais funções estão presentes. Isso significa que você precisa fazer algumas experiências para ver quais fibras farão você e seu intestino se sentirem melhor. Você pode fazer isso com suplementos de fibras ou com diferentes categorias de fontes de fibras, como grãos integrais, legumes ou vegetais crucíferos, como brócolis. Dê ao seu microbioma algumas semanas para se ajustar a cada fonte de fibra e veja como ele responde.
  4. Exercício para você e seus micróbiosA atividade física regular não é boa apenas para o coração, mas também para o intestino. Estudos mostraram recentemente que parte do lactato produzido durante o exercício pode afetar certos micróbios intestinais — embora ainda não saibamos como e por quê. Comece devagar se você não teve atividade física regular como parte de sua vida diária. Se você começar agora, poderá caminhar diariamente ou fazer algum tempo de atividade que desejar. Isso vai ajudar seu coração, sua mente e seu intestino.
  5. Adicione alimentos probióticos à dieta

    O que são alimentos probióticos? São aqueles que contêm micro-organismos que trazem benefícios à saúde.

    Existem vários tipos diferentes de microrganismos úteis que são adicionados a alimentos como iogurte ou encontrados naturalmente em outros alimentos fermentados — como chucrute ou kimchi — que lhes conferem um efeito promotor da saúde. Experimente um desses alimentos.

    Você pode estar se perguntando se os suplementos probióticos são tão benéficos quanto os alimentos probióticos. Até agora, não há evidências suficientes para dizer isso — então fique com a comida.

*Professor associado de Ciências da Nutrição**Professor assistente de Ciência dos Alimentos, ambos da Pennsylvania State University, para The Conversation.

Sete coisas para saber antes de adotar um gato

  • WhatsApp
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Linkedin
  • Copiar Link

Quando realizei o sonho da casa própria, a primeira coisa que fiz foi adotar um gato. Foi assim que Steve, um resgatinho de três meses, entrou na minha vida. Foi uma convivência deliciosa, mas preciso admitir que fiz tudo errado desde o começo, quando pegá-lo no colo e senti-lo ronronando foi o suficiente para trazê-lo para casa. Porém, se tivesse um pouco mais de conhecimento, talvez tivesse feito algumas coisas diferente, como por exemplo…

CHECK UP VETERINÁRIOComo chegou já castrado, até os dez anos suas visitas ao veterinário foram somente para vacinação.

Porém, um dia ficou doente e teve o diagnóstico de FIV (também conhecida como AIDS felina), que não sei se ele herdou da mãe, da vida na rua até ser resgatado ou das vezes em que fugiu e voltou machucado. Muitos protetores testam os animais para a FIV e a FELV (leucemia felina) antes de doar.

Ambas não são transmitidas aos humanos, mas são altamente transmissíveis a outros gatos pelo contato com secreções (sangue, saliva) ou ainda de mãe para filhotes. Mas ser portador não impede que o gato tenha uma vida longa e feliz.

Leia também:  Como apagar músicas do iphone (com imagens)

LEIA MAIS: Decoração para gatos e humanos

TELAS DO BEMQuando ele chegou em casa, não instalei telas. Achava que machos castrados não saíam de casa. Que ilusão: várias vezes ele escapou, e muitas ele voltou com sinais de briga.

Talvez, SE tivesse tela em casa, ele não tivesse saído e contraído FIV. Se o gato morar em apartamento, a tela é ainda mais mandatória.

Gatos são curiosos e qualquer movimento do lado de fora da janela é suficiente para se jogar, mesmo que do outro lado tenha 15 andares de queda livre.

LEIA AQUI: Gatos ganham casas com design

FORA DA CAIXINHAPor ser um animal asseado por natureza, o normal seria o gato usar as caixas de areia por instinto, mas pode haver desvios.

Segundo a bióloga Juliana Damasceno, doutora em psicobiologia e diretora da Well Felis, consultoria especializada em comportamento felino, a má pontaria pode ocorrer por motivos clínicos (patologias como cistite e outras doenças do trato urinário e digestivo) ou comportamentais.

Passou pelo check up veterinário e está tudo em ordem? Então o problema provavelmente tem origem comportamental: “pode ser ansiedade, estresse, marcação territorial ou, por incrível que pareça, a própria caixa de areia”, conta.

AINDA: Apartamento em NY celebra design e gatos

Como são exigentes até com seu “banheiro”, fatores como a quantidade de caixas de areia, tamanho e localização, tipo do granulado e limpeza podem levar o gato a procurar um local diferente para evacuar.

Nesses casos, ela indica a instalação de caixas de areia em número maior que a quantidade de gatos (pelo menos uma a mais que o número de gatos da casa), com profundidade mínima de sete centímetros (para que consigam cavar e enterrar com facilidade) e grandes o bastante para que o animal consiga dar uma volta em torno do corpo dentro da caixa. Devem estar em locais silenciosos, de fácil acesso e longe de onde se alimentam. Para a manutenção da areia, o ideal é usar granulado fino e limpo pelo menos duas vezes ao dia. “Além disso, é bom lavar a caixa com álcool 70% e água morna uma vez por semana”, diz.

COMO CÃES E GATOSTer um cão não inviabiliza a chegada de um gato. Mas há algumas raças e mesmo SRDs que não toleram gatos ou outros animais.

Meus cães (dogo argentino, border collie e whippet) que conviveram com o Steve o aceitaram tranquilamente – mas ele correu alguns riscos, em especial com a dogo. “Você deu sorte.

Por ser um cão de caça, poderia ter dado muito errado”, diz o veterinário Daniel Costa, proprietário do canil Steel Hunter, de Itatiba (SP), que já teve um gato atacado e morto por seus cães. “Na verdade, só tenho um dogo que aceita gatos, todos os outros são hostis”, conta.

AINDA: Mesa vira playground para gatos

No caso do whippet, também poderia ter dado errado. “Há cães de determinadas linhagens que podem ter instintos de caça aflorados e perseguir pequenos animais, porém a maioria dos relatos que tenho do convívio entre whippets e gatos é positiva, mesmo entre animais já adultos”, diz a veterinária Daniele Scandalora, proprietária do canil BSC Whippets, de Arealva (SP).

AINDA: Casa tem arquitetura pensada para acomodar mais de 40 animais

Já a minha border collie fez o mesmo que os cães do veterinário Igor Wirth, um dos proprietários do canil King Border, do Rio de Janeiro (RJ): “Não é do temperamento atacar ou hostilizar gatos, no máximo pastorear. A intolerância vem mais do gato do que do cão e a maioria tende a aceitar ou ignorar”, conta.

VEJA AQUI: Homem com 18 gatos transforma casa em paraíso felino

ATCHIM!Sempre tive rinite crônica e quando ela piorou, o otorrino pediu um teste de alergia. Já tinha feito um quando criança, mas ao repeti-lo, estava lá, além das coisas de sempre (mofo, poeira, bolor, etc.), saliva do gato (e formiga, vai entender o universo).Eu já o amava e não seria a alergia que me faria abrir mão da presença dele. Faço coro com o dr.

Fábio F. Morato Castro, professor de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP e Supervisor do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele disse que os alérgenos do gato podem estar presentes em sua pele, urina ou saliva e eles são muito aderentes, podendo ficar “presos” às roupas das pessoas por até um ano”, informa.

LEIA TAMBÉM: Cat café tem cardápio de macarons e bichanos para adoção

O que fazer, então? “O ideal é encontrar uma solução positiva e prazerosa. Por exemplo, escovações mais frequentes podem ajudar a diminuir a presença de pelos no ambiente. Além disso, há também tratamentos e medicamentos específicos que podem ajudar o tutor a manter os sintomas sob controle”, indica.

E os gatos sem pelos? “Quem tem alergia ao alérgeno provavelmente terá problemas também com os gatos pelados”, diz a criadora Renata Garcia, proprietária do Gatil Anges d’Argent, de São Paulo (SP), especializado em Don Sphynx.

“O que acontece é um menor potencial por não ter pelos voando no ambiente, fazendo os alérgenos circularem pela casa e roupas.

A ausência de pelos permite um maior controle”, explica, com conhecimento de causa: ela criou gatos persas por anos antes de se dedicar ao Don Sphynx.

GATOS X PLANTASComigo-ninguém-pode parece uma ameaça, mas é o nome de uma planta que faz muito mal para pessoas e pets. Ter uma planta venenosa em casa pode ser um convite a um acidente com seu gato, já que é comum que os felinos recorram à ingestão de plantas para induzir o vômito e se livrar de algo que não caiu bem.

Grama comum e ervas como a cidreira, camomila e quebra-pedra funcionam bem para esse objetivo e não farão mal ao seu bichano. Por outro lado, plantas comuns em jardins, como o bico de papagaio, coroa de cristo, copo de leite e samambaias em geral, também podem representar riscos à saúde de seu pet.

A dica é checar as plantas da casa antes do gato chegar e se não for possível abrir mão delas, restrinja o acesso às áreas onde são cultivadas.

SAIBA MAIS: Descubra 7 plantas tóxicas para animais

GARRAS AFIADASPor que os gatos arranham?A) Para se espreguiçar.B) Para afiar as unhas.C) Para marcar o território.D) Todas as alternativas.E) Nenhuma das alternativas.As alternativas A, B, C e, principalmente, D, estão corretas. “Trata-se de uma forma de comunicação”, explica a dra. Juliana Damasceno.

Os gatos possuem uma glândula secretora de feromônio entre os coxins (a parte fofinha das patas) e ao arranhar as superfícies, deixam este sinal olfativo nos locais, marcando seu território. Além disso, quando querem brincar, eles também costumam arranhar seu local favorito, sinalizando que estão prontos para a diversão.

AINDA: 5 gatos e uma dona: decoração ganha móveis e materiais resistentes

“Ou seja, é um comportamento extremamente importante para felinos no geral e é fundamental prover um local ideal para que o gato exiba este comportamento”, explica.

Para isso, ela indica arranhadores com altura suficiente para que o gato consiga arranhar em pé (sobre as patas posteriores) e forte o bastante para suportar o peso do felino.

Pode ser difícil encontrar o modelo ideal, pois o gosto dos gatos pode variar: tem quem goste de arranhar na vertical, na horizontal, uns preferem tecidos ásperos (carpetes e sisal), outros preferem madeira… Descobrir o arranhador certo pode representar a trégua entre os bichanos e os móveis da casa.

*Em sua coluna Casinha Vogue, Adriana Mori mostra as belas interseções entre o mundo dos pets e o universo do design e da arquitetura.

Quer acessar mais conteúdos da Revista Casa Vogue? Baixe o app da Globo Mais para ver reportagens exclusivas e ficar por dentro de todas as publicações da Editora Globo. Você também pode assinar a revista e baixar o app da Casa Vogue.

LEIA MAIS

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*