Como calcular um pagamento mensal com o excel: 12 passos

Está sem tempo de ler agora? Que tal ouvir o artigo? Experimente!

Toda empresa tem a obrigação legal de realizar a folha de pagamento de seus funcionários.

Nela é possível controlar a ficha salarial de seus funcionários, realizando as ponderações de imposto de renda, INSS e participação nos resultados de maneira a mensurar o real salário do funcionário e os custos envolvidos para a empresa. 

Folha de Pagamento é uma forma que as empresas possuem de controlar a ficha salarial de seus funcionários, realizando os cálculos de imposto de renda, INSS, participação nos resultados (lucros), por exemplo, a fim de mensurar o real salário do funcionário e os custos para a empresa.

O objetivo desta planilha é facilitar o preenchimento e atualização de dados referentes aos pagamentos de salários, automatizando grande parte do trabalho do usuário, sendo que este registra apenas os salários brutos e participação dos resultados e atualiza as alíquotas de impostos existentes.

Faça junto com a gente!

Para você poder acompanhar este artigo de forma dinâmica, não deixe de baixar a planilha de folha de pagamento! Ela é 100% editável para que você possa inserir os seus próprios dados e adaptá-la à realidade do seu negócio! Basta clicar no botão abaixo:

Veja na vídeo-aula abaixo o funcionamento da planilha

Entenda a Ferramenta abaixo:

A página inicial possui a estrutura mostrada abaixo. Utilize os botões para navegar entre as abas, bastando apenas clicar nos botões que lhe direcionam para a respectiva aba. Ao clicar nas setas localizadas no canto superior esquerdo de cada aba, retorna-se à página inicial.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Tabulação de Dados

Esta aba da planilha deve ser a primeira a ser atualizada, pois contém o registro dos funcionários e os impostos aplicados pela legislação. Ao abrir esta aba o usuário encontra três diferentes tabelas, conforme explicado a seguir.

Tabela 1: Esta tabela serve para calcular o total de dias úteis para cada mês. Nesta tabela o usuário registra as datas de feriado e recesso para cada mês. Vale ressaltar que as datas de feriado ou recesso devem ser preenchidas somente se a empresa não trabalhar neste(s) dia(s). Ao se passar um ano o usuário deve atualizar as colunas B e C, trocando somente o número do ano.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Tabela 2: Neste conjunto de tabelas o usuário deve atualizar as alíquotas do imposto de renda da receita federal (Tabela IR), do INSS (Tabela INSS) e de outros impostos que não são descontados do salário do funcionário (Encargos). Cabe ressaltar que a tabela de encargos pode variar para cada empresa. É importante sempre manter estas tabelas com os dados atualizados do governo.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Tabela 3: Nesta tabela são registrados os funcionários da empresa, conforme abaixo.

Também se registra o auxílio transporte, inserindo o valor da passagem de ônibus e a quantidade de viagens que cada funcionário faz por dia.

Caso o auxilio seja pago de outra forma, registre o valor direto na coluna “Auxilio Transporte/dia”. Esta planilha suporta até 30 funcionários registrados.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Folha de Pagamento Salarial

Esta é uma parte da tabela que corresponde à folha de pagamento de salários.

Os campos que devem ser preenchidos pelo usuário são “Salário Base” e “Participação nos Resultados/Adicionais”, sendo os demais calculados automaticamente.

A tabela possui uma coluna para cada mês e mais duas colunas que compreendem o 13º salário e o resultado total do ano. O cálculo do 13º salário é uma média dos salários já cadastrados para cada mês, uma vez que as datas para pagamento variam para cada empresa.

Para visualizar cada item, basta clicar no símbolo “+” destacado na figura acima (seta laranja). Um exemplo é mostrado abaixo:

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Observe o destaque na figura que, ao clicar no “+” correspondente ao salário bruto, a tabela se expande e fica com sinal de “-“. Clicando neste sinal a planilha retrai e volta ao tamanho original, com o sinal “+” novamente.

Observe que as colunas dos meses estão coloridas com uma cor laranja claro, indicando que há fórmulas nestas células e que não devem ser modificadas.

Os itens a serem modificados citados no início deste tópico aparecem com estas colunas em branco, indicando que devem ser atualizados.

OBS: Os dados expostos são fictícios e foram inseridos apenas para fins de explicação do funcionamento desta planilha.

Entendendo cada item da folha de pagamento:

  1. Salário Bruto: É a soma do Salário Base com a participação nos resultados/adicionais.

  2. Salário Base: É o salário normal de cada funcionário, sem acréscimos ou decréscimos de valor. Geralmente é o valor registrado em carteira.

  3. Participação nos Resultados/Adicionais: São quaisquer valores que aumentem o salário do funcionário (exceto transportes) como horas-extras, bonificações, adicional de férias, por exemplo. São valores que ainda serão deduzidos os impostos.

  4. Transporte: Valor que o funcionário deve receber de auxílio transporte a cada mês, podendo ser vale-transporte de transporte coletivo, abastecimento veicular, dentre outros.

  5. Salário Líquido: É o salário bruto descontado do INSS e do Imposto de Renda. Salário que é de fato, repassado ao funcionário.

  6. Imposto de Renda (IR): Valor a ser descontado do funcionário para a Receita Federal.

  7. FGTS: Indica o valor pago pela empresa, por cada funcionário, para o FGTS. Este valor não é descontado do salário do funcionário.

  8. Seguro de Acidente de Trabalho (SAT): Indica o valor pago pela empresa, por cada funcionário, para o SAT. Este valor não é descontado do salário do funcionário.

  9. INSS: Parcela do salário do funcionário que será descontada para contribuição ao INSS.

  10. INSS EMPRESA: Valor pago pela empresa para contribuir com INSS do funcionário. Este valor não é descontado do salário do funcionário.

Resumo dos Pagamentos da Empresa: Reúne o total de pagamentos feitos pela empresa. Esta tabela realiza a soma das despesas descritas nos itens acima.

Gráficos

A aba de gráficos resume os dados da etapa anterior em formato visual. O primeiro gráfico é feito a partir dos dados da tabela de resumo dos pagamentos da empresa (em valores percentuais).

O segundo gráfico mostra, em valores monetários, a tabela de participação nos resultados/adicionais por cada funcionário e em cada mês. Abaixo uma visão desta aba.

Os campos para selecionar o mês facilitam a visualização, uma vez que basta somente o usuário escolher o mês que quer analisar e os gráficos modificam automaticamente.

     Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Viu como é fácil?

Fazer folha de pagamento no Excel pode ser bem fácil com essa planilha pronta, não é mesmo? Entretanto, pode parecer um pouco mais difícil para quem ainda não domina o Excel. Mas fica tranquilo que a Voitto te ajuda!

Se você está um pouco confuso com algumas funções ou formatações do Excel e deseja aprender o necessário para conseguir utilizar esse software de forma proveitosa, você não pode perder o curso online de Introdução ao Excel.

E quer saber mais? O curso é totalmente GRATUITO! Isso mesmo, a Voitto disponibiliza para você de graça um curso onde você aprenderá desde formatação de células até um entendimento de tabelas dinâmicas.

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Como calcular juros compostos – Fórmula e exemplos em Excel e HP12c

Nos estudos financeiros e econômicos, juros compostos são aqueles cujo cálculos são feitos sobre outras parcelas que já contêm juros. Portanto, pode ser entendido como juros sobre juros. Esses compostos podem ser calculados, em especial, para investimentos, quando há previsão de rendimento do capital.

Os juros compostos também são calculados para chegar ao valor do acumulado das dívidas. Além disso, são diferentes dos juros simples, em que a incidência de juros ocorre somente no valor inicial e não sobre os juros decorrentes da operação.

Em resumo, o juro composto é o valor que vai sendo acrescido ao final de cada período, somado aos juros do período anterior.

O que é juro?

Antes de entender o que são e como operar os juros compostos, é preciso entender o que são juros. De maneira geral, juro refere-se ao preço pago pelo uso de fundos tomados por empréstimo.

Também pode ser utilizado como referência para um valor adicional ou incidente sobre as parcelas de pagamento ou sobre o valor total de determinada compra ou produto.

Normalmente, os juros são expressados de forma diária, mensal, trimestral, semestral ou anual. Sendo assim, seu cálculo considera três variáveis

  1. Valor do bem adquirido
  2. Prazo para que seja saldado
  3. Taxa de mercado

O que são juros compostos

Também conhecido como capitalização acumulada, o juro composto é utilizado em transações comerciais e financeiras. Ele se aplica a dívidas, empréstimos ou investimentos.

Esses juros são muito utilizados pelo sistema financeiro, pois garante rentabilidade melhor. Além disso, a taxa de juros, neste caso, é sempre aplicada ao somatório do valor final. Confira outras características dos juros compostos:

  • Pagos ao credor somente no vencimento
  • Crescentes no tempo
  • Incorporados ao capital
  • Se pagos, não incorporam ao montante
  • Rendem somente no vencimento da aplicação
  • Calculados em cima do capital mais os rendimentos
  • Crescimento rápido e exponencial

Cálculo de juros compostos

Os juros compostos são calculados ao levar em conta o juro incidente no valor inicial e também sobre os juros acumulados. O tempo para esta aplicação deve ser maior que 17 meses.

Leia também:  Como arrumar a sua idade no tinder: 9 passos

A partir do 18º mês, a proporção calculada é a mesma das casas decimais do valor encontrado. Esses cálculos podem ser feitos de maneira melhor quando recorre-se à tecnologia. Para isso, podemos o Microsoft Excel ou a calculadora financeira HP 12C.

Como calcular juros compostos pela fórmula

Os juros compostos são calculados a partir do montante (valor) aplicado e multiplicados entre eles, de forma exponencial. A fórmula é aplicada assim:

Esses valores referem-se da seguinte forma:

  • FV: Valor Futuro
  • PV: Valor Presente
  • i: Taxa de Juros
  • n: Número de Períodos

Exemplo:

  • FV: ?
  • PV: 10.000
  • i: 10%
  • n: 10
  • Como: FV = PV x ( 1 + i ) ^ n
  • Logo: FV = 1.000 x ( 1 + 0,10 ) ^ 10
  • FV = 25.937

Como calcular juros compostos pelo Excel

Por meio do Programa Excel, disponível no pacote office do Windows, é possível calcular os juros compostos da fórmula. Para isso, utiliza-se a fórmula F = P*(1+J).  Entenda as referências:

  • F = valor final
  • X = período X
  • P = capital principal
  • J = taxa de juros
  • N = número de períodos em que os juros serão aplicados.

Veja o exemplo abaixo:

  • No Excel, na célula B4, insira o valor final, que corresponde a (F)
  • Na cálula B1, insira o capital principal (P)
  • Em B2, coloque a taxa de juros em questão (J)
  • Na B3, insira o tempo (N)

Veja o exemplo:

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos
Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos
Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Como calcular juros compostos pela HP 12c

Outra maneira eficaz de calcular os juros compostos é com a utilização da calculadora financeira HP 12c. Por meio dessa ferramento, o resultado é mais imediato, pois ela possui programação específica para o tipo de conta.

Para calcular o valor final dos juros compostos pela HP, basta seguir os seguintes passos:

  1. Digite o valor inicial → CHS → PV
  2. Digite o período da aplicação → n
  3. Digite o valor inteiro da taxa de juros → i
  4. O valor final pode ser encontrado ao clicar em FV

A mesma operação vale para quando já se tem o valor final, mas não o da taxa de juros ou do período. Para isso, basta deixar a tecla correspondente ao valor que queira encontrar por último.

Exemplo:

Veja como ficam os passos para calcular o montante final com 5% de juros anuais, valor inicial de R$ 1.000 e prazo de 3 anos:

  • 1.000 → CHS → PV
  • 5 → i
  • 3 → n
  • Valor/montante final é encontrado ao clicar em FV. Neste caso é R$ 1.157,63

Confira também: Como calcular o valor do 13º salário?

Orçamento – Como calcular o custo médio mensal de seu carro – Parte 1/2

Basicamente, o fluxo de caixa permite controlar suas entradas e saídas de dinheiro (diariamente, semanalmente e por ai vai), tendo grande utilidade no planejamento financeiro. O fluxo de caixa oferece visibilidade para o futuro e permite analisar melhor o passado.

Para maiores detalhes sobre o assunto, sugiro os seguintes artigos que já publiquei: “Entenda o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa”, onde explico a diferença entre ambos e “O segredo do sucesso financeiro”, que demonstra como o fluxo de caixa tem papel fundamental na construção de riqueza.

Quanto custa ter um carro? Nesse contexto, o objetivo do presente artigo é apresentar um método que permite considerar as despesas relativas a um carro dentro de uma planilha de fluxo de caixa. A aquisição de tal competência técnica permitirá:

  • Auxiliar na tomada de decisão quanto à compra ou não de um carro;
  • Melhorar a análise das variáveis importantes na compra de um veículo;
  • Auxiliar no planejamento financeiro de forma a prevenir situações de endividamento devido a gastos com o carro.

Para que esse objetivo seja alcançado, um roteiro simples será seguido neste artigo. Primeiro, serão descritos 3 passos para que se possa calcular a despesa média mensal de um carro.

Depois, esses 3 passos serão usados com o auxílio de uma planilha, disponibilizada gratuitamente para download.

Finalmente, com o valor da despesa média mensal em mãos, será apresentado um vídeo demonstrando como incorporar esses gastos dentro de uma abordagem de fluxo de caixa: clique aqui para ver a segunda parte do artigo.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Cálculo da despesa média mensal do seu carro em apenas 3 passos O que será exposto a partir de agora é útil tanto para quem já possui um carro como para aqueles que pretendem comprar um veículo, sendo essa compra (ou intenção de compra) à vista ou financiada. Faça o download da planilha “Despesas Médias Mensais do seu Carro”, em Excel, e siga os passos abaixo para seu correto preenchimento. Obs: complete com valores apenas as células em azul.

Planilha de Controle e Simulação de Despesas Mensais com o Carro – Criada pelo Prof. Elisson de Andrade, esta planilha permite o controle de todas as despesas relacionadas ao seu carro e ajuda a avaliar quanto, além do valor do próprio veículo, você precisará ter para mantê-lo em sua garagem.

Passo 1. Calcular a quilometragem média mensal e o consumo de combustível Uma primeira informação para alimentar a planilha é saber quantos quilômetros se percorre (ou pretende percorrer), em média, por mês. Isso porque pessoas que andam mais com o carro certamente terão maiores despesas.

Uma sugestão de como proceder é zerar o marcador de quilometragem do carro e verificar, depois de uma semana, a distância percorrida. Com esse número em mãos, basta multiplicá-lo por quatro para obter uma estimativa da quilometragem percorrida por mês.

Porém, independentemente da forma desejada de medir essa variável, cabe salientar que quanto pior for esse cálculo, menos útil será o resultado final oferecido pela planilha, pois seus resultados não irão condizer com a realidade.

Com relação ao consumo de combustível, muitos motoristas sabem quantos quilômetros seu carro percorre com um litro. Porém, boa parcela das pessoas que possuem carro, ou querem ter um, não tem ideia desse valor. Cabe aqui uma breve explicação de como obter esse número:

  1. Complete o tanque do carro e zere o marcador de quilometragem;
  2. Depois de alguns dias, em que o tanque estiver novamente próximo à reserva, complete-o novamente e anote quantos litros foram colocados no abastecimento;
  3. Por fim, basta dividir a distância percorrida pelo carro durante esse tempo pelo volume de combustível abastecido.

O resultado será expresso conforme exemplo: 10 quilômetros por litro. Esse valor que será usado na planilha. Para aqueles que estiverem apenas na intenção de comprar um carro, uma saída é perguntar ao vendedor ou a um especialista. Por último, basta pesquisar o preço por litro do combustível utilizado no carro em um posto de gasolina.

Passo 2. Levantamento das despesas fixas (que não dependem da quilometragem) Muitas despesas relativas a um carro não dependem da quilometragem.

No arquivo em Excel de “Despesas Médias Mensais”, preencha os itens das despesas fixas em valores anuais.

Isso significa, por exemplo: somar o valor total pago pelo seguro do carro e IPVA em dado ano, multiplicar por 12 a mensalidade do estacionamento e gastos mensais com pedágio e assim por diante.

Muito interessante também seria incorporar no item “OUTROS” uma expectativa de gastos com pequenos reparos, pagamento de franquias em caso de acionamento do seguro, eventuais multas de trânsito, dentre outros. Como são eventos incertos, é difícil chegar a um valor exato. Sugestão: dependendo do veículo, considerar um gasto estimado entre R$ 50,00 e R$ 200,00 por mês pode ser interessante.

Atenção especial ao preenchimento da “Parcela do Financiamento”. Seu valor já nos é informado ao mês, devendo ser inserido desta forma na planilha, sem transformação alguma. Para compras à vista, esse valor será zero.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Passo 3. Levantamento das despesas variáveis (que dependem da quilometragem) Algumas despesas dependem da quilometragem, significando que quanto mais se usa o carro, maiores elas serão. A mais óbvia é o gasto com combustível.

Na planilha, esse valor já aparece automaticamente, não sendo necessário seu preenchimento. As demais despesas variáveis, como troca de óleo, alinhamento, balanceamento, amortecedores e etc. necessitam ser informadas na planilha.

Tais informações se referem a:

  • Quilometragem (km) em que ocorre a despesa. É necessário pesquisar os dados referentes ao seu carro, conforme os exemplos a seguir: a troca de óleo deverá ser feita a cada X quilômetros; a troca dos pneus a cada Y quilômetros; troca dos amortecedores a cada Z quilômetros etc. Tomando-se esses exemplos, os valores de X, Y e Z é que deverão ser preenchidos na planilha;
  • Valor do serviço prestado. Da mesma forma que no item anterior, é necessário levantar algumas informações, conforme os exemplos: cada troca de óleo custará X reais; ao trocar os quatro pneus serão gastos Y reais; a troca dos amortecedores custará Z reais etc. Usando dos exemplos, os valores de X, Y e Z são exatamente os dados que deverão ser preenchidos na planilha.

Importante: esses valores dependem de diversos fatores, que deverão ser estimados para o seu carro. Tente ser bem específico na sua pesquisa e levantamento de valores.

Resumo das despesas Finalizado o terceiro passo, clique no botão “Ir para Resumo das Despesas”. O valor da “Despesa Média Mensal Total” é um somatório de todas as despesas médias mensais calculadas durante a planilha. Esse será o valor utilizado para o planejamento do fluxo de caixa, a ser demonstrado na segunda parte deste conteúdo (em um próximo artigo).

Leia também:  Como cancelar uma assinatura do paypal: 9 passos

Uma segunda informação do “Resumo das Despesas” é a multiplicação da despesa média mensal por 24, dando uma ideia de quanto do seu fluxo de caixa será afetado em relação ao carro nos próximos dois anos. Cuidado para não cair da cadeira!

Continuamos nossos cálculos e análises com um vídeo explicando a aplicação da planilha. Acesse “Orçamento – Como calcular o custo médio mensal de seu carro – Parte 2/2” e assista. Para tirar proveito do conteúdo, baixe a planilha e vá se habituando com ela. Até mais.

Foto de sxc.hu.

PGTO (função PGTO)

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PGTO, uma das funções financeiras, calcula o pagamento de um empréstimo com base nos pagamentos e numa taxa de juros constante.

Como Calcular um Pagamento Mensal com o Excel: 12 Passos

Utilize o Excel Formula Coach para calcular um pagamento de empréstimo mensal. Ao mesmo tempo, saberá como utilizar a função PGTO numa fórmula.

PGTO(taxa; nper; va; [vf]; [tipo])

Nota: Para obter uma descrição mais detalhada dos argumentos em PGTO, consulte a função VA.

A sintaxe da função PGTO tem os seguintes argumentos:

  • Taxa    Obrigatório. É a taxa de juro do empréstimo.
  • Nper    Obrigatório. É o número total de pagamentos do empréstimo.
  • Va    Obrigatório. É o valor atual da quantia total correspondente a uma série de pagamentos futuros, também conhecido por principal.
  • Vf    Opcional. É o valor futuro ou o saldo em dinheiro que pretende obter depois do último pagamento. Se vf for omitido, é considerado 0 (zero), ou seja, o valor futuro de um empréstimo é 0.
  • Tipo    Opcional. É o número 0 (zero) ou 1 e indica as datas de vencimento dos pagamentos.
Definir tipo comoSe os vencimentos forem
0 ou omitido No final do período
1 No início do período
  • O pagamento devolvido por PGTO inclui o capital e os juros mas não inclui impostos, pagamentos de seguros ou tarifas, por vezes associados a empréstimos.
  • Certifique-se de que é consistente quanto às unidades utilizadas para especificar taxa e nper. Se efetuar pagamentos mensais para um empréstimo de quatro anos com uma taxa de juro anual de 12%, utilize 12%/12 para taxa e 4*12 para nper. Se efetuar pagamentos anuais para o mesmo empréstimo, utilize 12 por cento para taxa e 4 para nper.

Sugestão    Para localizar o total da quantia paga durante o período do empréstimo, multiplique o valor do PGTO devolvido por nper.

Copie os dados de exemplo na tabela seguinte e cole-os na célula A1 de uma nova folha de cálculo do Excel. Para que as fórmulas mostrem resultados, selecione-as, prima F2 e, em seguida, prima ENTER. Caso seja necessário, pode ajustar a largura das colunas para ver todos os dados.

DadosDescrição
8% Taxa de juro anual
10 Número de meses dos pagamentos
€ 10.000 Valor do empréstimo
Fórmula Descrição Resultado
=PGTO(A2/12,A3,A4) Pagamento mensal para um empréstimo com os termos especificados como argumentos em A2:A4. (€ 1.037,03)
=PGTO(A2/12,A3,A4) Pagamento mensal para um empréstimo com os termos especificados como argumentos em A2:A4, exceto nos pagamentos que vencem no início do período. (€ 1.030,16)
Dados Descrição
6% Taxa de juro anual
18 Número de meses dos pagamentos
€ 50.000 Valor do empréstimo
Fórmula Descrição Resultado Dinâmico
=PGTO(A12/12,A13*12, 0,A14) Valor a poupar todos os meses, para atingir € 50.000 ao fim de 18 anos. (€ 129,08)

As 12 melhores planilhas de Excel gratuitas para a sua empresa

O Excel é a ferramenta fundamental para qualquer negócio bem estruturado, afinal, você conhece algum negócio ou empreitada que deu certo sem um controle rígido de dados para guiar os próximos passos?

Por isso é que reunimos aqui neste post as 10 melhores planilhas para organizar, controlar e colocar seus negócios no rumo certo caso você seja o empregador, e ainda, planilhas de controle de horas e salário, caso você seja o empregado. Além disso ainda tem umas planilhas para sua vida financeira pessoal, contas do ar, etc.

As planilhas foram criadas pelos nossos colegas do Aprender Excel e, algumas, em parceria com o pessoal do Excel Easy e são totalmente Gratuitas. É só baixar e usar.

Cálculo de horas trabalhadas e salário devido 

Como o nome já deixa claro, essa planilha é voltada ao cálculo das horas trabalhadas. Ela ainda é capaz de aplicar o valor da hora e obter o salário devido pelo empregador. Serve para você que é funcionário e quer saber se está recebendo corretamente, ou se é empregador e quer organizar o custo da folha salarial do mês.

A planilha mede a hora de entrada e saída – incluindo o intervalo para almoço -, calcula feriados, horas-extra, horas noturnas, descanso semanal remunerado e um simplificado banco de horas.

E se você está achando ela familiar, talvez seja já tenha baixado essa planilha. Ela já foi assunto aqui no Oficina e tivemos um bom número de downloads. Caso este seja seu caso, clique no link acima e confira a nova versão. Já estamos na 9.0 e ela está cada vez melhor.

Controle de Horas e Folha de Ponto 

Essa, em linhas gerais, tem a mesma aplicação da anterior, mas é voltada ao empregador, pois amplia a possibilidade de controle das horas de entrada e saída dos funcionários.

A planilha funciona como um banco de dados completo onde você pode inserir registros (funcionários) e lançar seus horários. No final do mês você ainda tem a possibilidade de imprimir o relatório do funcionário com suas respectivas horas de entrada e saída.

Assim como a planilha anterior, esta daqui também está habilitada para trabalhar com horas-extra e intervalos.

Planilha de estoque de segurança e estoque mínimo

Muitos empreendedores não percebem, mas estoque é custo. Imagine que você é um dono de armazém e vende 100 dúzias de ovos por semana. Você compraria uma carga de 500 dúzias para estocar? Claro que não, do contrário, no mínimo 300 delas apodreceriam antes de chegar às prateleiras.

Tudo isso é desperdício, seja de dinheiro, espaço ou infraestrutura. E quando queremos ter um negócio lucrativo temos que seguir a lei básica: Desperdício Zero. Por isso, essa planilha é de suma importância.

Controle de estoque

O controle de estoque é uma das principais ferramentas de uma empresa organizada e se você não sabe para que ela serve, então estamos com um grave problema. O controle tem por objetivo registrar a entrada e saída de mercadorias e manter também um controle do custo médio do seu estoque que é um dos principais ativos da empresa.       

Com a planilha você irá poder fazer tudo isso: registrar, fiscalizar e gerir a entrada e saída de todas mercadorias e produtos da empresa. Prepare-se para um novo nível de eficiência e profissionalismo na empresa.

Fluxo de caixa simplificado 

Com essa daqui você vai poder, de maneira simplificada, organizar as entradas, saídas e saldo de cada mês. Apenas vá colocando cada receita e cada despesa no momento em que elas ocorrerem e o Excel fará a mágica sozinho.

Simples e indispensável.

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Precificação de produtos 

Voltada aos micro e pequenos empresários, especialmente aos artesãos, com essa planilha você vai sanar uma dúvida que todos que trabalham por conta tem: Quanto cobrar pelo meu produto?

De maneira intuitiva e bastante simples você só precisará inserir dados como custo de matéria-prima, salário esperado no final do mês, horas trabalhadas, custos fixos (luz, eletricidade, etc.), margem de lucro, entre outros e o Excel vai lhe dizer quanto cobrar pelo item produzido.

Cadastro de pessoas 

Mais uma que funciona como um pequeno banco de dados local onde você vai jogar o cadastro de clientes, por exemplo, e ter acesso às informações de maneira organizada sempre à mão.

Dados como nome, telefone, cpf, endereço, e-mail, etc. ficarão salvos no banco interno da planilha e a 1 clique de distância da aba de consulta, também inclusa.

Calendário 2017 

Sem organização dos dias e compromissos seu negócio passará por dificuldades, com certeza. Por isso que criamos esta planilha de calendário que ainda inclui um controle de vencimentos de datas, para nunca mais atrasar nenhum boleto.

Comissão de venda 

Se você tem um comércio que remunera os funcionários com base em cálculos de comissão, saber como é complicado (e chato) ter de fazer os cálculos que irão definir a comissão devida a cada mês.

Mas com a nossa planilha será muito mais fácil. Funciona assim. Você insere as vendas por funcionário, especifica qual a porcentagem gerada pela comissão e o Excel dá o valor exato a ser pago.

E se você não for o empregador, mas sim o empregado que quer saber quanto lhe é devido, a planilha também tem a opção de fazer o cálculo inverso.

Orçamentos e pedidos 

Quando você vai dar um orçamento para um cliente ainda tem de fazer tudo manualmente, lançando os dados a cada vez que é solicitado um novo pedido?

Leia também:  Como anexar a arte de capa em faixas de músicas mp3

Então modernize-se e comece a fazer isso de forma automática com o Excel. Você irá inserir seus produtos vendidos somente uma vez. Depois, a cada novo orçamento gerado, é só selecioná-los na quantia desejada pelo provável comprador e você terá o valor a ser cobrado automaticamente.

Para finalizar, ela ainda salva o orçamento ou pedido em PDF, facilitando a vida de todo mundo.

A planilha também serve para você gerar ordens de compra, pedidos, etc.

Contracheque 

Essa é uma planilha que vai agradar, e muito, os amigos contabilistas. Com ela você irá agilizar o processo de preenchimento de contracheques e automatizar a impressão.

Funciona assim: Com um pequeno banco de dados interno você cadastrará os funcionários, salários, etc. e nos contracheques (que podem ser tanto o colorido como preto e branco) irá selecionar o código do mesmo.

Pronto. Agora o Excel irá lançar o salário cadastrado e calcular todo o resto, como FGTS, INSS, imposto de renda, salário líquido, etc.

Os comprovantes já estão configurados para impressão em folha A4 em 2 vias. Uma para o empregador e outra para o funcionário.

Usos mais comuns de porcentagem 

Um dos maiores problemas de todos (e não só dos empresários e administradores) é o cálculo envolvendo porcentagem.

Mas com essa planilha o problema estará resolvido. São 9 usos mais comuns da porcentagem para facilitar sua vida. Insira o valor e a % e a resposta sai na hora. Insira o valor antigo e o valor novo e você terá o valor do desconto ou incremento, etc. São 9 cálculos de porcentagem para ninguém mais passar trabalho.

Com estas 11 planilhas tenho certeza que sua empresa vai dar um salto em qualidade, produtividade e faturamento. E se você tem uma ideia de planilha, é só deixar um comentário lá no Aprender Excel.

Como fazer cálculo trabalhista: veja passo a passo + Planilha

Tempo de leitura: 10 minutos

Para manter um negócio rentável, garantir o atendimento à legislação e evitar prejuízos é preciso lidar com diversas rotinas e obrigações. Por isso, quando se trata dos funcionários e dos seus pagamentos, é preciso saber como fazer cálculo trabalhista para definir corretamente os valores devidos.

Você está com dificuldades em realizar os cálculos trabalhistas? Quer evitar erros? Então, baixe agora mesmo nossa PLANILHA GRATUITA e realize os cálculos da folha de pagamentos em pucos minutos!

Nesse cenário, um dos momentos que mais gera dúvidas é a rescisão do contrato, principalmente após as mudanças feitas pela reforma trabalhista. Para não cometer erros, é preciso entender quais são as verbas devidas em cada tipo de demissão e como calcular corretamente.

Para auxiliar você nessa tarefa, preparamos este guia esclarecendo as principais dúvidas sobre os cálculos das verbas trabalhistas. Saiba mais!

Quais são os tipos de rescisão?

Para aprender como fazer cálculo trabalhista corretamente é preciso compreender quais são as verbas incluídas em cada situação. A seguir, explicamos como funciona o pagamento em cada tipo de rescisão.

Sem justa causa

Ocorre quando a empresa deseja encerrar o contrato. Nesse caso, o empregado tem direito ao aviso prévio proporcional de 30 dias, com um adicional de 3 dias por ano de trabalho, até o limite de 90 dias (30 dias base + 60 dias de acréscimo). Ele também receberá:

  • férias vencidas, acrescidas de 1/3;
  • férias proporcionais, acrescidas de 1/3;
  • 13º proporcional;
  • saldo de salário;
  • multa do FGTS.

Além de efetuar o pagamento correto, o empregador deve fornecer a documentação para que ele possa requerer o seguro-desemprego.

Com justa causa

Quando a demissão acontece porque o empregado cometeu uma falta grave listada pelo artigo 482 da CLT. Nesse caso, ele perde diversos direitos e o cálculo trabalhista incluirá apenas o saldo de salário e as férias devidas, se houver.

Pedido de demissão

Se o trabalhador decidir encerrar o contrato de trabalho, ele deve notificar a empresa e deverá cumprir o aviso prévio de 30 dias, que será um direito do empregador. O empregador deverá pagar:

  • férias vencidas, acrescidas de 1/3;
  • férias proporcionais, acrescidas de 1/3;
  • 13º proporcional;
  • saldo de salário.

Caso o empregado não cumpra o aviso prévio, a empresa pode descontar os dias do aviso não trabalhados.

Demissão por comum acordo

Essa modalidade foi criada pela reforma trabalhista e permite que patrão e empregado entrem em acordo sobre a rescisão. Aqui, o trabalhador recebe, basicamente, as mesmas verbas da demissão sem justa causa, com as seguintes diferenças:

  • o aviso prévio é devido pela metade, quando for indenizado;
  • a multa do FGTS será paga pela metade, ou seja, 20% do valor do saldo.

O empregado não poderá solicitar o seguro-desemprego e terá direito de movimentar apenas 80% do saldo da sua conta do fundo de garantia.

Rescisão indireta

Quando é a empresa que comete as faltas graves previstas no artigo 183 da CLT, como descumprimento do contrato, assédio moral e outras práticas contrárias a lei, o empregado pode solicitar a rescisão indireta do contrato de trabalho.

O pedido deve ser feito judicialmente e a empresa terá a oportunidade de apresentar defesa. Se a ação for julgada em favor do empregado, as verbas rescisórias devidas serão as mesmas pagas nas rescisões sem justa causa.

Como fazer cálculo trabalhista?

Depois de compreender como funcionam as diferentes modalidades de demissão, vamos explicar como são calculadas as principais verbas trabalhistas, incluindo tanto as pagas mensalmente, quando as devidas na rescisão.

Cálculo de depreciação: 5 passos para calcular a depreciação de veículos

Carros, diferentemente de imóveis, desvalorizam com o passar do tempo, a partir do momento em que saem da loja. Cuidados fazem com que o automóvel seja bem cotado comercialmente, como baixa quilometragem, bom estado de conservação e acessórios. Aprenda hoje sobre a depreciação de veículos e saiba como valorizá-lo na hora da venda:

Como acontece a desvalorização

Carros importados desvalorizam mais rápido do que os nacionais, porque a manutenção de suas peças é mais cara. Para receber um bom valor na compra, troque-os anualmente.

Carros nacionais e básicos, com baixa quilometragem, são os que menos desvalorizam. Para se ter uma ideia, automóveis nacionais perdem entre 20% a 30% do seu valor de compra em dois anos.

Para os importados, esta porcentagem chega a 50%.

Carros seminovos, usados e velhos

Carros seminovos são aqueles que estão rodando há um ano, no máximo dois, dependendo do estado de conservação. A partir de dois anos até cinco, ele é considerado carro usado. Por incrível que pareça, veículos com mais de cinco anos de uso são considerados velhos. Algumas revendedoras já não querem aceitar carros produzidos acima deste período, pois consideram prejuízo.

As caminhonetes e SUVs também desvalorizam mais rápido do que os carros de passeio. Esta constatação se deve às características bem definidas da categoria e também por atender um público bem menor, em torno de dez por cento da população, apenas.

Como apostar na valorização

Para não perder tanto na hora da venda, aposte em carros básicos, sem grandes alterações. Personalizá-lo em demasia irá diminuir as chances de repasse, por isso pense bem antes de pintá-lo com cores chamativas ou investir em acessórios muito específicos, que atenderão um público bem limitado.

Como calcular a depreciação de um veículo

Você pode fazer o cálculo de depreciação de um veículo para saber o valor que ele perderá em cinco anos, a estimativa de vida útil de um carro.

Divida o valor do automóvel zero quilômetro por cinco para saber o valor anual de depreciação. Em seguida, divida esse valor obtido por doze, que é a quantidade de meses em um ano. O número resultado é a depreciação mensal do veículo. Isso quer dizer que, a cada mês, seu automóvel desvaloriza este valor obtido.

Para facilitar, vamos simular um automóvel que custou R$ 30.000,00 quando foi comprado, zero quilômetro. Dividimos por cinco e resultou R$ 6.000 por ano de desvalorização. A segunda conta seria R$6.

000,00 divididos por doze e a resposta que temos é que o carro desvaloriza R$500,00 por mês, ou seja, a cada mês, um automóvel de R$ 30.000 vale R$ 500,00 a menos mensalmente.

Estes valores são apenas referência e não podem ser usados como regra, pois, dependendo do uso, a desvalorização pode ser maior ou menor.

Depreciação em 2013

Em 2013 o veículo que menos depreciou foi o Fiat Uno, após um ano de uso.  A média de desvalorização de carros usados por um ano é de 10%, mas para este modelo a taxa foi de apenas 8,7%.

Já o Citroen C4 Pallas foi o carro que mais desvalorizou, chegando a 24%, mais que o dobro da média anual. Os carros da marca Fiat são os que menos perdem valor, além do Celta, da Chevrolet.

Mas, para os automóveis Citroen o que acontece é o inverso, são os que mais desvalorizam.

A depreciação conta bastante na hora da venda, até porque às vezes o veículo vale como reserva de dinheiro: se a pessoa precisar de grana, pode vender o carro. Apostar em modelos básicos e com pouca desvalorização significam liquidez.

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