Como calcular taxa de transferência de dados: 3 passos

Tempo de leitura: 6 minutos

Para calcular turnover é preciso considerar os desligamentos e as entradas de pessoas na empresa. O cálculo do turnover é simples: é necessário somar o número de admissões e o número de desligamentos, dividir por 2 e dividir ainda pelo número total de funcionários dentro da empresa.

As métricas da área de Recursos Humanos são essenciais para qualquer empresa que deseja ter profissionais engajados.

Medir, acompanhar e agir para melhorá-las deve fazer parte do dia-a-dia de qualquer gestor de equipe.

Um dos indicadores mais significativos da qualidade do ambiente de trabalho é o turnover de funcionários. Este artigo vai te mostrar como calcular turnover de forma prática e simples.

Quando bem trabalhado, o turnover pode indicar para as empresas coisas importantes como:

  • Qualidade do processo de recrutamento e seleção;
  • Qualidade do onboarding, ou seja, o processo de admissão de um funcionário;
  • Capacidade de retenção de talentos na empresa

Quer saber como está o turnover da sua empresa, mas não sabe como calcular? Baixe a PLANILHA GRATUITA e descubra em poucos minutos!

Como você já sabe este indicador vai medir a taxa de “rotação” dentro da sua empresa. Para todos os cálculos você vai precisar ter em mãos dois dados básicos: (i) movimentação (entradas e saídas); (ii) número total de funcionários.

Idealmente, você teria esses dados abertos por mês e ainda quebrados por departamento. De qualquer forma, se você tiver apenas o dado consolidado, tudo bem. Vai funcionar também!

Se você ainda não tem acesso fácil a esses dados, vai ter que pedir para a contabilidade, ou juntar várias planilhas de excel, já passou a hora de ver nosso sistema de gestão de RH: faça um teste grátis.

O que é índice de turnover?

Também conhecido como taxa de “Turnover” (do inglês) o índice de rotatividade simboliza a taxa média de saída de funcionários (demissões voluntárias e involuntárias) em relação ao número médio de funcionários de uma empresa em determinado espaço de tempo.

Qual o índice de rotatividade ideal?

O índice de rotatividade ideal varia de empresa para empresa mas, em geral, deve ser menos de 10% ao ano (1% ao mês).

Sabendo disso, vamos aos cálculos!

Como calcular o turnover geral?

As primeiras fórmulas para calcular o turnover consideravam não apenas os desligamentos mas também as entradas de pessoas nas empresas. É necessário somar o número de admissões e o número de desligamentos, dividir por 2 e dividir ainda pelo número total de funcionários dentro da empresa.

Este cálculo refletia a taxa de “movimentação” do número de funcionários dentro da empresa. Resumindo, o cálculo desta taxa é:

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passoscalcular e medir turnover

Para comparação, o turnover geral médio das empresas brasileiras é de 43%

Esta fórmula é recomendada se você estiver querendo avaliar a rotatividade geral da empresa sem muita preocupação em extrair alguma informação qualitativa. Um turnover geral alto não significa que seu processo de admissão é ruim ou que seus funcionários estão descontentes. Vamos ver na sequência como extrair estas informações.

Esta fórmula que ainda é muito utilizada apresenta um problema: ela considera o número de admitidos, ou seja, as pessoas que entraram na empresa no período. E qual é o problema disso?

Cálculo de Turnover de Desligados

Imagine o seguinte cenário: sua empresa está crescendo a taxas gigantescas. A cada mês você cresce 10% sua receita e, consequentemente, sua operação. Você sai de 50 funcionários para 150 funcionários. Faz sentido para você ter um turnover elevado? Se você quiser medir a eficiência da sua empresa na retenção de talentos, ter os admitidos na fórmula do turnover pode ser um problema.

Por este motivo, para empresas que queiram medir a eficiência na retenção, recomendo utilizar a fórmula de turnover que leva em consideração apenas os desligados. Neste caso, a fórmula fica da seguinte forma:

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos

Cálculo de Turnover de Desligados v2.0

Eu chamo esta fórmula de “2.0” por ser uma evolução na fórmula anterior e não uma nova fórmula propriamente dita. A evolução que faremos é separar aqueles desligados entre: (i) passivos: quem foi demitido; (ii) ativos: quem pediu demissão.

O motivo de fazermos essa quebra é simples de entender. Vamos imaginar dois cenários:

  1. Seu turnover de desligados PASSIVOS é alto: isso significa que há um problema na contratação de funcionários. O seu processo de recrutamento e seleção muito provavelmente está deixando entrar na empresa pessoas sem fit cultural com a empresa ou que não atingem os níveis mínimos de performance nas avaliações de desempenho;
  2. Seu turnover de desligados ATIVOS é alto: neste caso, a falha está na retenção de talentos. Faça uma avaliação de clima organizacional, procure por problemas no relacionamento com superiores, veja as condições de trabalho, ou seja, há algum problema sério na sua organização.
  • As fórmulas, como você já deve estar imaginando são simples:
  • Turnover de Desligados Passivos-
  • Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos
  • Turnover de Desligados Passivos-
  • Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos

Cálculo de Turnover de Admissão

Este é um dos indicadores que eu mais gosto e, para ser sincero, nem sei se existe na literatura formal. Nós criamos este indicador no Convenia e tem funcionado muito bem para avaliarmos especificamente a qualidade do nosso processo de recrutamento e seleção.

O que fazemos é medir o % de turnover para funcionários com até 6 meses de Convenia. Um desligamento de uma pessoa tão recente indica uma falha grave no processos de seleção/recrutamento. Ou nós escolhemos mal.

Ou não conseguimos transmitir para o candidato a real situação que ele encontraria, gerando um desalinhamento entre expectativa e realidade.

De qualquer forma, é algo que pode ser melhor entendido através de uma pesquisa de desligamento (recomendo que você faça!!!).

A fórmula neste caso ficaria assim:

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 PassosA seguir, vamos te explicar como calcular o turnover de pequenas e médias empresas. Mas, existem soluções, como o Convenia, que realizam este cálculo e ajudam na gestão da sua equipe. Preencha o formulário e saiba mais.

Bônus: Como calcular o turnover de pequenas e médias empresas

Pequenas e médias empresas (digamos até 200 funcionários) podem encontrar problemas para efetuar o cálculo acima mensalmente, pois a taxa pode ser prejudicada por uma sazonalidade específica. Imagine, por exemplo, que uma empresa de 50 funcionários tenha 2 desligamentos em 1 mês. A taxa seria de 4%, porém, nos outros meses ela ficaria “zerada”.

Nesses casos é conveniente tornar o cálculo anual. Para isso, basta utilizar o número total de desligados não apenas do mês corrente, mas dos últimos 12 meses.

A fórmula atualizada ficaria assim:

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos

Dicas finais

Como dito no início deste artigo, procure segmentar o turnover em áreas que faça sentido para você como por exemplo:

  1. Por departamento;
  2. Por unidades de negócio;
  3. Por filiais;
  4. Por níveis hierárquicos;
  5. Por tempo de casa.

Isso vai trazer novas (e importantes) informações sobre o seu negócio.

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos

Quatro passos obrigatórios para calcular o custo da migração para a nuvem | CIO

Há uma série de coisas a considerar quando você está contemplando um movimento para a nuvem, mas o custo certamente está no topo da lista. É comum ouvirmos que a a nuvem torna o CAPEX em despesas operacionais flexíveis (OPEX). Mas sua empresa pode não querer isso. Há empresas que preferem o modelo de operação com custos fixos, por força de questões fiscais.

Além disso, fazer comparações diretas entre custos de TI internos e investimentos em cloud computing é uma tarefa extremamente complicada. 

Há custos disfarçados na adoção de soluções Cloud Computing. Um dos maiores erros, por exemplo, acontece quando tenta-se  comparar um servidor de nuvem com uma máquina física.

 Outro problema comum é  subestimar os custos relacionados à gestão e ao monitoramento de aplicativos de cloud. Normalmente, esse custo é bem maior que o estimado.

Além disso, a migração pode exigir  que as empresas reescrevam aplicações para operar em um ambiente virtualizado e reformatem os dados para atender ao formato SaaS. E esse custo também deve ser considerado.

No fundo, o cálculo do custo da migração é mais difícil do que parece. Veja como fazê-lo direito:

1.

Faça uma auditoria de seus custos atuais com a infraestrutura de TIUma compreensão completa da escala de suas operações atuais é imperativa, e uma auditoria de infraestrutura é a primeira coisa que você deve fazer. A auditoria revelará o que você está pagando atualmente para executar os processos de TI. Essa linha de base ajudará a detalhar o custo potencial dos recursos da nuvem que você consumirá.

Você deve ter uma abordagem holística e considerar o custo total de usar e manter o seu investimento em TI on premise ao longo do tempo (fala-se em um horizonte de, no mínimo, dois anos), e não apenas o que você paga pela infraestrutura. Este cálculo incluirá custos diretos e indiretos.

* Custos diretos. Os custos diretos são relativamente fáceis de calcular, pois atingem diretamente o seu balanço. O primeiro inventário de custos diretos inclui o hardware e o software.

Quanto você paga (ou pagou) por seus servidores físicos, licenças de software, contratos de manutenção, garantias, suprimentos, material, peças sobressalentes e qualquer outra coisa? Todos esses custos devem ser totalmente documentados, e você pode acessá-los pela faturas que o seu departamento de contabilidade deve ter, ordens de compra e registros de pagamento.

Leia também:  Como baixar apps comprado com o icloud: 6 passos

Enquanto você estiver no modo de coleta de dados, você também deve descobrir a quantidade de largura de banda e capacidade de armazenamento que você consome.

Além disso, será importante identificar os detalhes de sua infraestrutura, como o número de servidores que você usa, os tipos de bancos de dados que você usa e a capacidade de armazenamento.

Você usará essas informações ao calcular seus custos estimados de infraestrutura em nuvem nas próximas etapas.

  • O segundo tipo de custos diretos são os custos operacionais. Estes podem incluir:
  • – Custo de trabalho para manutenção de seus servidores, bancos de dados e outras tecnologias; – Custo para manter as instalações que abrigam hardware, como imóveis, pessoal e outros custos relacionados; – Custo da conectividade com a Internet;
  • – Quaisquer outros custos que possam ser atribuídos ao cuidados com os seus sistemas.

Finalmente, você deve incluir os custos administrativos necessários para manter seu departamento de TI. Estes podem incluir os recursos de outros departamentos em sua organização – Recursos Humanos, Compras, Finanças, para citar alguns – dedicados ao gerenciamento de sua equipe de TI interna e externa.

Você pode considerar esses custos como periféricos, pois eles podem não atingir o balanço do departamento de TI diretamente. Mas a contratação, treinamento e gerenciamento de funcionários de TI e consultores externos pode sair caro, e outros departamentos podem estar dedicando muitos recursos para isso. Assim, esses custos devem ser considerados no âmbito da migração para a nuvem.

Para estimar esses custos administrativos, você pode entrevistar funcionários-chave nesses departamentos e verificar logs de treinamento para chegar ao número total de horas gastas, em seguida, multiplicar este total por uma média de salário/hora.

* Custos indiretos. Os custos indiretos, embora mais difíceis de calcular, são tão importantes quanto os custos diretos. O maior custo indireto é a perda de produtividade sofrida por seus funcionários e clientes se sua infraestrutura de TI ficar indisponível.

Para calcular esses custos, você pode analisar os arquivos de log para determinar a freqüência com que seus servidores ficam lentos, sobrecarregados ou fora do ar e por quanto tempo e multiplicar esse tempo por uma taxa horária média.

Se você puder estimar a receita perdida devido ao tempo de inatividade, esse custo também deve ser incluído. 

A situação de custo indireto de cada empresa será diferente. Os custos indiretos podem ser difíceis de estimar, mas são muito importantes de considerar, pois podem representar uma parcela significativa dos custos globais de TI.

Como Calcular Taxa de Transferência de Dados: 3 Passos

2. Considere os custos estimados para a infraestrutura de nuvemDepois de determinar os custos atuais, é hora
de calcular seus custos potenciais de infraestrutura em nuvem.

Sua auditoria deve fornecer uma sólida compreensão da capacidade de
rede, armazenamento e banco de dados necessária para executar os

aplicativos que você deseja migrar para a nuvem.

Estimar o cloud pricing costumava ser extremamente complicado, mas  os provedores de infraestrutura em nuvem simplificaram suas estruturas de preços para que os clientes potenciais possam compreendê-los mais facilmente.

Existem muitas calculadoras de custos em nuvem disponíveis para dar uma

ideia dos custos de infraestrutura em nuvem, independentemente de você já ter ou não selecionado um provedor de nuvem .

Aqui está uma pequena lista:

  1. Como a Thorn Technologies é certificada pela AWS, estamos mais familiarizados com a Calculadora de TCO do Access AWS,.
  2. O primeiro passo é inserir sua infraestrutura existente ou planejada.  
  3. Começando com a calculadora básica, você terá que inserir as seguintes informações:
  4. Servidores
  • Tipo de servidor
  • Número de máquinas virtuais
  • Núcleos de CPU
  • Memória em GB
  • Hypervisor, Guest OS e DB Engine, se você inserir um tipo de servidor

Armazenamento

  • Tipo de armazenamento
  • Capacidade de Armazenamento Bruto
  • Porcentagem acessada com pouca freqüência (se você usar o armazenamento de objetos)

Você pode adicionar linhas para vários servidores e tipos de armazenamento, se necessário.

A Calculadora avançada pedirá mais detalhes sobre os Servidores e o
Armazenamento e também vai considerar o Trabalho de Rede e de TI no cálculo do TCO.

Preferimos usar a versão Avançada da calculadora TCO, pois mais
detalhes ajudarão a calcular um custo potencial mais preciso e

holístico.

Depois de enviar suas informações, a calculadora irá gerar um relatório que resume a comparação de TCO de três anos por categorias de custo.

Em seguida, você pode baixar um relatório completo que fornece
desagregações detalhadas de custos, as premissas e metodologia

utilizadas no modelo de custo e as perguntas mais freqüentes.

A AWS também fornece uma calculadora TCO para comparar o custo de
execução de aplicativos de backup e arquivo na AWS em comparação com um

ambiente local. Você pode encontrar a calculadora aqui .

  • Você pode usar esses modelos como pontos de partida e ajustá-los para melhor atender a sua situação atual. Embora os cenários e os detalhes certamente mudem, esta calculadora
    será útil para fornecer uma idéia aproximada do custo mensal para o qual
  • você deverá ter orçamento.

3. Estime os custos de execução na migração para a nuvemO próximo passo é contabilizar os custos envolvidos na execução da migração de suas operações de TI para a nuvem. O escopo de sua atual infraestrutura de TI e quanto planeja mudar para a nuvem determinará o custo do processo de migração. 

Aqui estão os componentes a serem considerados:

* Mover dados para a nuvem. Mover dados para a nuvem é uma das etapas mais importantes de qualquer migração.

Os provedores de nuvem cobram taxas pela transferência de dados para seus sistemas, portanto esses custos de rede devem ser contabilizados.

Outro item caro pode ser o trabalho envolvido em garantir que os dados da sua empresa sejam adequadamente sincronizados quando você implementa sistemas legados na nuvem.

É provável que sua empresa continue a usar seus aplicativos durante a migração da nuvem, portanto, você precisará gastar tempo e dinheiro para garantir que os dados nos sistemas locais não deixem de ser sincronizados com os dados na nuvem. Dados atualizados sincronizados são cruciais para as operações comerciais.

Por exemplo, nós ajudamos a Sprint a migrar sua plataforma de mensagens SMS on-premise para a AWS. A Sprint continuou a usar o software para entregar mais de 4 milhões de mensagens de texto por dia e todos os dados de clientes e relatórios continuaram a se acumular durante a migração para a nuvem.

Para garantir a integridade dos dados, fizemos um backup instantâneo da infraestrutura atual da Sprint para garantir que nenhum dado fosse perdido durante a transição.

Em seguida, criamos uma plataforma de enfileiramento de nuvens para que nenhum novo dado deixasse de ser processado pelos servidores herdados durante a migração.

Assim que o novo ambiente de nuvem foi ativado, todas as novas solicitações de dados foram processadas para garantir que todos os dados seriam sincronizados.

Neste caso, houve muito trabalho envolvido na garantia da integridade dos dados durante a migração. Cada cenário será diferente, mas você precisará dedicar alguma quantidade de mão-de-obra e dinheiro para garantir que seus dados fiquem em sincronia.

* Integração e teste de aplicativos. Infelizmente, algumas aplicações simplesmente não estão prontas para a nuvem.

Quer se trate de grandes sistemas de ERP com funcionalidades e funcionalidades que dependem de servidores on -premise ou de software herdado que existe há anos, o custo de integrar e testar estas aplicações depois de as transportar para a nuvem deve ser levado em conta.

A primeira coisa que você deve fazer é compreender como essas plataformas interagem com seus sistemas operacionais e infraestrutura atuais.

Em seguida, você deve determinar as alterações que você precisará fazer para que esses sistemas funcionem bem em seu novo ambiente em nuvem. Então é hora de fazer essas alterações e testar os aplicativos.

Tudo isso custa tempo e dinheiro, então certifique-se de que estejam contemplados no orçamento.

* Gastos com consultoria. Como a Sprint, sua empresa pode não ter todas as habilidades e recursos necessários para executar uma migração para a nuvem por conta própria. A migração pode ser difícil, e você pode precisar de experiência externa para ajudar.

O ponto de vista de um estranho pode ser útil em várias frentes.

Quer se trate de mapeamento de uma abordagem estratégica, o desenvolvimento de uma arquitetura em nuvem, execução do processo de migração, ou todos os acima, o conhecimento dos consultores e a experiência em muitas indústrias e situações pode ser valiosos.

Uma compreensão completa dos pontos fortes e fracos da sua empresa em relação à computação em nuvem e à migração determinará se você precisa da ajuda de especialistas em nuvem. Então você pode estimar os custos do tempo desses especialistas com base no nível de assistência que você precisa.

Se você decidir que precisa de ajuda de um consultor, certifique-se de entender as principais coisas a serem buscadas ao selecionar um parceiro de migração para a nuvem. 

4. Estime os custos adicionais pós-migraçãoO que você terá que pagar depois que a migração para a nuvem estiver concluída? Você terá que pagar os custos de infraestrutura mensal que você calculou na  Etapa 2, é claro.

Mas você também deve levar em conta os custos diretos e indiretos necessários para manter e melhorar seu novo ambiente em nuvem e muitos deles continuarão a ser pagos após a conclusão da migração inicial.

Custos como integração contínua e testes de aplicativos, treinamento, trabalho, segurança e conformidade, administração e outros precisam ser previstos para determinar um orçamento pós-migração preciso. 

Leia também:  Como aumentar os níveis de prolactina: 8 passos

Considere custos versus benefícios tangíveis e intangíveisDepois de calcular todos os custos, você pode chegar a um número bem grande. No entanto, é provável que o número seja menor do que todos os custos que você tem atualmente para manter a infraestrutura local. Economia de custos é uma grande razão pela qual você gostaria de migrar para a nuvem, em primeiro lugar, não é?

Mas além de economizar custos, considere que a nuvem também traz uma miríade de benefícios intangíveis que podem ser difíceis de mensurar diretamente. Permitirá que sua organização seja mais flexível e ágil para que você possa testar e lançar produtos de forma mais rápida e reagir melhor  às mudanças nas condições do mercado. 

Determinar o custo e os benefícios da nuvem requer uma abordagem estratégica holística, por isso é importante compreender e explicar todos os fatores diretos e indiretos que entram em uma migração para a nuvem.

Taxa de transferência de dados

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Setembro de 2013)

Em telecomunicações e em computação, taxa de transferência de dados[nota 1] é o número médio de bits, caracteres ou blocos convertidos ou processados por unidade de tempo que passam entre equipamentos num sistema de transmissão de dados. Comumente é medido em bits por segundo (b/s) ou seus múltiplos, por meio de um prefixo SI ou prefixo binário.

Taxas de transferência servem a várias funções. O tempo de resposta pode ajudar um administrador de rede a localizar com precisão onde estão os gargalos potenciais de uma rede.

Ao analisar as taxas de transferência de dados e ajustá-las de acordo como medida preventiva, um sistema pode tornar-se mais eficiente e mais preparado para lidar com restrições extras de largura de banda em momentos de uso intenso.

Mecanismos de teste tais como loopbacks de fibra óptica podem ajudar a medir e conduzir testes de transferência de dados.

O bit rate útil de uma comunicação refere-se à capacidade de transferência de um canal excluindo os dados de controle transmitidos (para correção de erros, etc).

Relação com multimídias

Em multimídia digital, o bit rate representa a quantidade de informação ou detalhe que está guardada por unidade de tempo numa gravação digital (áudio ou vídeo).

Este bit rate depende de diversos fatores:

  • O material original pode ser digitalizado com diferentes frequências de amostragem;
  • As amostragens podem usar números de bits diferentes;
  • Os dados podem ser codificados com diferentes técnicas;
  • A informação pode ser comprimida com diferentes técnicas de compressão ou em graus diferentes;

Normalmente, estes fatores são escolhidos consoante os objetivos a que se destina o som/vídeo e tem que existir uma troca entre a qualidade (mais bit rate = mais qualidade = mais tamanho) e o tamanho (menos bit rate = menos qualidade = menos tamanho).

multimídia digital:

Áudio

Alguns exemplos de bit rates em áudio MP3:

  • 24-32 kbps — qualidade AM.
  • 96–128 kbps — qualidade FM / Standard. Mínimo aceitável em termos de alta fidelidade áudio.
  • 160 kbps — qualidade comparável às fitas K-7 tipo II (cromo), no limite máximo de bias/headroom.
  • 192 kbps — qualidade Digital Audio Broadcasting (DAB). Está a tornar-se o novo padrão para música MP3. Com este bit rate, apenas os ouvidos mais profissionais conseguem notar a diferença em relação a um CD.
  • 224–320 kbps — 1ualidade aproximada à de CD.

Em outros tipos de áudio:

  • 800 bps — qualidade mínima para ter uma voz reconhecível.
  • 8 kbps — qualidade de transmissão de voz telefônica.
  • 500 kbps a 1 Mbps — áudio sem qualquer perda de qualidade.
  • 1411 kbps — formato de som PCM, equiparável ao CD “Compact Disc Digital Audio”.

Vídeo

Alguns exemplos de bit rates em vídeo:

  • 16 kbps — qualidade de videofone
  • 1.25 Mbps – qualidade de VCD (Vídeo CD), com compressão de vídeo MPEG-1
  • 1.34 Mbps – qualidade de VCD (Vídeo CD), com compressão de vídeo e áudio MPEG-PS
  • 5 Mbps – qualidade de DVD (com compressão MPEG-2)
  • 8 até 15 Mbps – qualidade de HDTV (com compressão MPEG-4 AVC)
  • 29.4 Mbps (no máximo) – qualidade HD DVD
  • 62.5 Mbps (no máximo) – qualidade de disco Blu-ray[1][2][3]

Tipos

Constante

Quando nos referimos a codecs, a taxa de bit constante (em inglês: constant bitrate, constant bit rate, CBR , “taxa de fluxo de dados constante”), ou de codificação significa que o ritmo a que os dados de um codec de saída devem ser consumidos é constante. Refere-se à qualidade de serviço e é usada para a codificação de som e imagens.

CBR é útil para streaming de conteúdo multimídia em canais de capacidade limitada, uma vez que é a taxa máxima de bits que importa, não a média, então CBR seria utilizada para aproveitar toda a capacidade.

CBR não seria a escolha ideal para o armazenamento, não alocaria bastante dados para seções complexas (resultando em qualidade degradada), enquanto dados sobre desperdício de seções simples.

O problema de não atribuição de dados suficientes para as seções complexos poderia ser resolvido por escolha de uma alta taxa de bits (por exemplo, 256 kbit/s ou 320 kbit/s) para assegurar que não haverá bits suficientes para o processo de codificação inteira, embora o tamanho do arquivo no final seria proporcionalmente maior.

A maioria dos esquemas de codificação como codificação de Huffman ou run-length encoding produzem códigos de comprimento variável, tornando CBR perfeito difícil de alcançar.

Isto é parcialmente resolvido através da variação da quantização (qualidade), e completamente resolvido pela utilização de enchimento.

No entanto, CBR está implícito em um esquema simples, como reduzir todas as amostras de áudio de 16 bits para 8 bits.

Variável

Usada para a codificação de som e imagens, a taxa variável (em inglês: variable vitrate, variable bit rate, VBR , “taxa de fluxo de dados variável”) não leva a uma economia de espaço mais eficiente como a constante, no entanto, propicia uma melhor qualidade de áudio e imagem.

Arquivos codificados com VBR apresentam uma variação na quantidade de informação guardada por segmento de tempo: assim, uma maior taxa é utilizada para segmentos mais complexos (que, como consequência, ocuparão mais espaço) e uma taxa reduzida é utilizada para aqueles segmentos de menor complexidade, fazendo com que o espaço ocupado seja menor nesses casos.

Ver também

  • Codec

Notas

  1. ↑ Também é conhecida pelos nomes de taxa de fluxo de dados, fluxo de transferência de bits, fluxo de bits, taxa de transferência, taxa de bits (em inglês: bit rate, bitrate).

Referências

  1. ↑ Sean F (15 de março de 2012). «iTunes's new 1080p Compares Well to Blu-ray Quality, At a Fraction of File Size». Digital Digest (em inglês).

    Consultado em 21 de outubro de 2015 

  2. ↑ «caps-a-holic» (em inglês). Consultado em 14 de agosto de 2015 
  3. ↑ «Blu-ray Disc Format 2.B Audio Visual Application Format Specifications for BD-ROM Version 2.

    4» (PDF) (em inglês). Maio de 2010 

Ligações externas

  • Áudio digital no eca.usp.br
  • Dígitro Tecnologia. Glossário Tecnológico. Coordenação Eng. Juliano Anderson Pacheco, desenvolvida por Adm. Claudio Brancher Kerber, apresenta termos tecnológicos na área de telecomunicações. Disponível em: Digitro. Acesso em: 10 de junho de 2008.
  • “Conhecendo o disco rígido (HD) – Parte 2” em InfoWester
  • Otimizando a velocidade de transferência de dados em Microsoft TechNet
  • Portal das tecnologias de informação

Como faço para controlar o uso de dados pela Netflix?

Ao assistir às séries e filmes da Netflix, você usa cerca de 1 GB de dados por hora em cada transmissão de vídeos com definição padrão e até 3 GB por hora em cada vídeo de alta definição. O download e a transmissão consomem quantidades semelhantes de dados. Se estiver preocupado com franquia ou limite de largura de banda, você pode ajustar o uso de dados seguindo os passos abaixo.

Controlar o uso de dados da Netflix Controlar o uso de dados móveis

Opções de uso de dados da Netflix

A Netflix disponibiliza quatro configurações de uso de dados:

  • Baixo – 0,3 GB por hora por aparelho
  • Médio – SD: 0,7 GB por hora por aparelho
  • Alto – A melhor qualidade de vídeo: até 3 GB por hora por aparelho para HD e 7 GB por hora por aparelho para Ultra HD
  • Automático – Ajusta-se automaticamente para fornecer a melhor qualidade possível, com base na velocidade da sua conexão à Internet

Ajuste as configurações do uso de dados da Netflix

As configurações de uso de dados se aplicam ao perfil da Netflix ativo no momento da configuração, ou seja, é possível ter configurações diferentes de uso de dados para cada perfil. Se você está preocupado com a quantidade total de dados usada pela Netflix, repita as etapas abaixo para cada perfil.

  1. Em um navegador, acesse a página Conta.

  2. Selecione o nome do perfil em Perfil e controle dos pais.

  3. Selecione Alterar emConfigurações de reprodução.

  4. Selecione a configuração de uso de dados desejada.

    A restrição do uso de dados pode afetar a qualidade de vídeo.

  5. Salve as alterações. As alterações serão efetivadas dentro de 8 horas.

Opções de uso de dados móveis

A Netflix disponibiliza quatro configurações de uso de dados móveis:

  • Automático – A Netflix seleciona uma configuração que equilibra o uso de dados com uma boa qualidade de vídeo. No momento, esta opção permite assistir aproximadamente 4 horas por GB de dados.
  • Somente Wi-Fi – É possível assistir apenas quando o aparelho está conectado a uma rede Wi-Fi.
  • Salvar dados – Assista cerca de 6 horas por GB de dados.
  • Máximo de dados – Recomendado somente se você tiver um plano de dados ilimitado. Esta configuração reproduz na melhor qualidade compatível com o aparelho e com o conteúdo selecionado. Pode usar 1 GB ou mais a cada 20 minutos dependendo do aparelho e da velocidade da rede.

se você também configurou o uso de dados da Netflix, a transmissão de conteúdo em aparelhos móveis não excederá a quantidade definida.

Ajuste as configurações do uso de dados móveis

As alterações nas configurações do consumo de dados feitas em um aparelho móvel são válidas somente ao assistir à Netflix em redes móveis. Para selecionar uma configuração ideal para o seu plano de dados móveis:

  1. No aplicativo Netflix, selecione o ícone Menu. Ele é exibido como no canto superior esquerdo no canto superior direito.

  2. Selecione Configurações do aplicativo.

  3. Selecione Uso de dados móveis.

  4. Selecione a configuração desejada.

Se você tiver downloads pendentes, não conseguirá alterar essa configuração. Se sua configuração de dados preferida estiver desabilitada, cancele todos os downloads pendentes ou aguarde a conclusão deles e tente novamente.

Você sabe como definir o preço de um serviço?

Essa é uma dúvida recorrente entre empresários e este cálculo é realmente bastante complexo. Por isso deve ser feito com atenção.

O Agendor é uma plataforma de CRM e gestão comercial que funciona como um painel de controle e assistente pessoal para equipes de vendas B2B. Cadastre-se abaixo e ganhe um teste cortesia de 14 dias, com todos os recursos!

Uma estratégia comum entre aqueles que abrem um novo negócio, com o objetivo de entrar rapidamente no mercado, é simplesmente cobrar um preço abaixo da concorrência.

Essa é uma escolha muita perigosa, na verdade!

Isso acontece, muitas vezes, porque esses empresários não têm certeza de quanto os potenciais clientes estão dispostos a pagar. Ou, por outro lado, por medo de não atingir o volume de vendas necessário para cobrir as despesas.

Seja qual for o motivo, como essa não é uma tarefa fácil, vamos explicar neste post como definir o preço de um serviço.

Está sem tempo para ler o conteúdo? Gostaria de poder acompanhá-lo enquanto dirige, caminha ou realiza outra atividade? Então não perca tempo e ouça este artigo na íntegra. Basta clicar no play! Agradecemos o seu feedback nos comentários ????

Faremos isso de forma que a quantia cobrada traga a rentabilidade adequada para o seu negócio e, da mesma forma, faça com que o cliente reconheça todo o valor de sua oferta.

Passo a passo de como definir o preço de um serviço

Primeiro passo: despesas e custos

Antes de mais nada, é essencial listar todas as despesas e custos envolvidos na prestação do serviço. Logo, é preciso saber o tempo médio para a realização de cada atividade, e, consequentemente, o custo por hora.

Portanto, isso significa que nessa primeira etapa devem-se definir três fatores:

  • Custo dos Materiais: Custo dos Materiais necessários para fornecer o serviço.
  • Custo do Trabalho: valor do trabalho para prestar um serviço, calculado com base no salário em função das horas necessárias para completar o serviço.
  • Despesas Fixas (DF): são os gastos indiretos para a prestação de serviços, como por exemplo, o aluguel, energia, etc.

A melhor forma de visualizar esses conceitos e aprender como definir o preço de um serviço é utilizando um exemplo prático.

Assim, imagine que você vai definir o preço de pintura de veículos. Para prestar esse serviço, a empresa tem os seguintes gastos:

  • Custos Variáveis (CV): jateamento de areia, massa, lixa, tintas e mão de obra;
  • Despesas Fixas: aluguel, energia elétrica, internet, água.

Dessa forma, é preciso identificar quanto o serviço consome dos custos. Por exemplo, quanto de jateamento é necessário, a massa empregada, uso das tintas etc.

Aqui, o método mais utilizado para se saber o custo do serviço  é o de Custeio por Absorção, também chamado Custeio Integral ou Custo Integral. Ele recebe esse nome exatamente por absorver os Custos Fixos no custo final de cada serviço. O objetivo é garantir que cada serviço absorva uma parcela dos custos diretos e indiretos, relacionados à sua prestação.

Ainda considerando nosso exemplo, depois que fizer os cálculos, observam-se os seguintes valores:

Serviços / Produtos Valores
Custos Variáveis

  • Jateamento de areia
  • Massa
  • Lixas
  • Tintas
  • Mão de obra
  • TOTAL:
 

  1. R$ 100,00R$
  2. 20,00
  3. R$ 20,00
  4. R$ 240,00
  5. R$ 400,00
  6. R$ 780,00
Despesas Fixas

  • Aluguel
  • Energia elétrica
  • Internet
  • Água
  • TOTAL:
 

  1. R$ 3.000,00
  2. R$ 800,00
  3. R$ 150,00
  4. R$ 250,00
  5. R$ 4.200,00

Ou seja, para cada pintura os Custos Variáveis serão de 780,00 e a empresa terá um total de Despesas Fixas de 4.200,00.

Segundo passo: Margem de Contribuição

Neste passo, é necessários fazer uma estimativa da quantidade de serviços mensais prestados. Para isso, existem duas alternativas:

  • Se o seu negócio é novo, você pode estabelecer esse número baseado na observação da concorrência.
  • Caso seu negócio esteja estabelecido, use seus dados de vendas e faturamento para definir a média mensal de serviços prestados.

Atenção! A quantidade de serviço mensal estipulada deve ser o mais precisa possível.

Uma vez que esse número foi definido, é necessário estabelecer a Margem de Contribuição. Isto é: quanto do valor do serviço contribuirá para a empresa cobrir todos os custos e Despesas Fixas e, ainda, gerar lucro.

No nosso exemplo, 10 serviços de pinturas por mês correspondem a 10 x 780, ou seja, os Custos Variáveis chegam a R$ 7.800,00 por mês. Já as Despesas Fixas foram calculadas na planilha e somaram o valor de R$ 4.200,00.

Logo, a margem de contribuição deve cobrir um total de R$ 12.000,00 e ainda gerar um lucro.

Assim, se você deseja ter um lucro de R$ 10.000 por mês, sua receita de vendas deve ser a soma das Despesas Fixas e Custos Variáveis com este valor, como mostramos abaixo:

Receita de Vendas = 10.000 + 4.200 + 7.800 = R$ 22.000,00

Se dividirmos esse valor por 10 vendas por mês, o preço de cada pintura será de R$ 2.200,00.

Portanto, caso o valor final encontrado esteja muito fora do preço de mercado é porque a margem de contribuição está muito baixa ou muito alta. Em um bom cenário, em que as previsões do número de serviços de pintura estejam certas, você terá lucro.

Mas nem sempre é assim. Então, é importante saber um outro conceito: o de Ponto de Equilíbrio (PE) .

Terceiro passo: Ponto de Equilíbrio

  • O Ponto de Equilíbrio, também chamado de Ponto Crítico de Vendas ou Break-Even-Point, mostra o mínimo necessário de serviços para cobrir todos os custos e despesas da empresa.
  • A fórmula para encontrarmos o Ponto de Equilíbrio (PE) é: Despesas Fixas (DF) divididas pelo resultado da subtração do preço final do serviço (P) dos Custos Variáveis (CV).
  • PE = DF / (P-CV)

Voltando ao nosso exemplo, cada pintura custará R$ 2.

200,00 e os Custos Variáveis serão de R$ 780,00. Já que as nossas Despesas Fixas são de R$ 4.200,00, substituindo os valores na fórmula, teremos:

PE = 4.200 / (2.200 – 780) = 2,95

Isto é, precisaremos de três pinturas por mês para ficar no zero a zero. Ou seja, não terá lucro, apenas cobrirá as despesas e custos.

Portanto, com este preço de venda de R$ 2.200,00, o lucro só começa a partir da quarta pintura mensal.

Agora que você sabe como definir o preço de um serviço, trate de ajustar o valor que cobra de seus clientes e descubra quanto precisa vender para ter o lucro mensal que deseja!

A precificação de produtos e serviços é fundamental para a Gestão Orçamentária de seu negócio. Isso porque é o preço que determina quanto entrará em caixa e, consequentemente, quanto poderá investir para melhorar ainda mais a empresa.

Isso aliado a um Orçamento Empresarial bem feito, te permitirá acompanhar questões importantes como a quantidade de serviço prestado que foi planejado e o que de fato foi realizado. Tudo para permitir maior previsibilidade de resultados.

Este artigo foi escrito pelo time da Treasy, uma solução completa para Planejamento e Controladoria. Com ele é possível elaborar seu Orçamento Empresarial de forma colaborativa e confrontar os resultados mensalmente.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*