Como arremessar igual ao kevn durant: 9 passos

  • Para salvar ajudar em nossa necessidade de NBA, a Summer League veio e encantou nossos corações. 
  • Foram quase duas semanas de jogos com centenas de garotos tentando se provar para merecer uma chance na liga 'dos adultos'. 
  • Aqui, então, estão os onze jogadores que me encheram os olhos: 

Nickeil Alexander-Walker – Pelicans

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

24,3 pontos / 6 assistências / 4,8 rebotes / 2,8 roubos de bola 

Finalização com as duas mãos, arremesso de fora, visão de jogo, intensidade defensiva: o ala/armador dos Pelicans mostrou todas essas coisas durante a Summer League, isso jogando predominantemente como o armador da equipe, algo com o qual não estava acostumado. 

Jogador que mais teve a bola em mãos durante os jogos, deixou seu potencial em evidência e soube muito bem dar ritmo às jogadas. Décima-sétima escolha do Draft, pode já aparecer na rotação do jovem time de New Orleans – e com muito mérito. 

Brandon Clarke – Grizzlies

14,7 pontos / 9,8 rebotes / 2,0 assistências / 1,8 toco 

Quando ele caiu até a 21ª posição do draft, o espanto foi geral. A temporada que o ala/pivô teve em Gonzaga foi animadora, e sua Summer League provou que ele merecia ter escolhido antes. Para a sorte dos Grizzlies, não foi. Foi campeão do torneio, com ótima atuação na final, e ainda coroado MVP. 

O gigante dominou o garrafão e mandou em todas as suas partidas. Extremamente atlético, é rápido e inteligente. Em pouco tempo deve ser titular do time de Memphis ao lado de Jaren Jackson Jr. 

Veja os melhores momentos da grande final:

Tyler Herro – Heat

19,8 pontos / 4,5 rebotes / 4,3 assistências / 1,5 roubo 

Aposta do Heat na 13ª escolha do draft, Herro foi um dos melhores pontuadores da Summer League. Com uma mão calibradíssima, mostrou que arremessa com muita velocidade e até ultrapassou as expectativas de quem o viu jogar por Kentucky. 

Além do arremesso, chamou atenção por ter um controle muito bom de seus pés, inclusive com um 'primeiro passo' extremamente agressivo. Também já deve ter seu espaço em Miami desde o começo da temporada. 

Lonnie Walker IV – Spurs

24,8 pontos / 5,8 rebotes / 1,3 roubo

 Draftado em 2018, jogou apenas 17 partidas na última temporada, com média de 6,9 minutos por jogo. Após essa Summer League, mostrou que merece mais minutos de Gregg Popovich. 

Muito além do bom defensor que ele já mostrava ser, apresentou um arsenal ofensivo muito importante. Conseguiu criar arremessos para ele mesmo e se provar como um cara que pode ser o líder do time. Devemos vê-lo cada vez mais em quadra. 

Carsen Edwards – Celtics

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

19,4 pontos / 3,8 rebotes / 21/45 (46,6%) 3pt 

Apenas a 33ª escolha do draft, Edwards mostrou o que já havíamos visto em Purdue: ele arremessa de qualquer lugar – e com eficiência.

 O armador dos Celtics, numa NBA que cada vez arremessa mais dos três pontos, deixou claro que tem seu espaço. Tanto é que o time de Boston já o presenteou com um contrato de quatro anos. 

Kendrick Nunn – Heat

21 pontos / 6,3 assistências / 5 rebotes / 1,5 roubo / 55% FG 

Nunn não foi draftado em 2018 e passou a temporada jogando na G-League com o Santa Cruz Warriors. Um ano depois, está mostrando que merece uma chance na NBA.

 No bom time do Miami Heat, foi mortal ao lado de Tyler Herro. Mostrou muita rapidez e um arremesso com alto potencial. Além disso, parece ter bastante noção de espaço, o que pode transformá-lo num bom passador. 

Jaxson Hayes – Pelicans

16,3 pontos / 7,3 rebotes / 1,3 toco 

Pivô selecionado para fazer o 'garrafão do futuro' ao lado de Zion Williamson, Hayes superou as expectativas na Summer League, e pode já ser o presente do time.

 Muito atleticismo – no ataque e na defesa -, inteligência e domínio do garrafão. Se mostrou um grande jogador agora, mas o que mais empolga é o fato de ser evidente o potencial de crescimento. Tem um arremesso bom (que deve seguir evoluindo) e muita intensidade. Pode se tornar, pelo menos, numa máquina de highlights. 

Rui Hachimura – Wizards

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

19,3 pontos / 7 rebotes / 1,7 toco 

Para muitos, o japonês foi escolhido 'muito cedo' no draft, sendo o 9º geral. Nessa Summer League, começou a provar o contrário.

 Hachimura, ainda muito cru, pode se tornar um jogador completo. Arremessa, infiltra, tem noção de posicionamento e parece disposto a aprender. Como primeira opção no ataque, foi bem e correspondeu com boas pontuações. 

RJ Barrett – Knicks

15,4 pontos / 8,6 rebotes / 4,2 assistências

 A terceira escolha do draft foi a mais alta a mostrar seu basquete na Summer League (Zion jogou apenas minutos, e Ja Morant sequer entrou em quara). Após um começo em primeira marcha, mostrando mais suas deficiências, como o arremesso de três pontos inconsistente e o baixo aproveitamento, deu a volta por cima.

 Como um todo, mostrou o que já se esperava dele: infiltração muito boa, velocidade e muita agressividade em direção à cesta. Tem momentos em que se mostra também um ótimo passador, e ainda tem um bom potencial defensivo. Deve começar a temporada como titular.

Coby White – Bulls

15 pontos / 5,6 rebotes / 4,8 assistências / 1,4 roubo

 A escolha de primeira rodada dos Bulls teve sofreu um pouco arremessando a bola, mas mostrou várias habilidades que o fazem digno de sua posição no draft. Muito veloz e com uma ótima visão de quadra, é um armador moderno e com muita personalidade.

 Provavelmente começará a temporada vindo do banco de reservas, mas deve, durante a temporada, roubar a posição de Kris Dunn. 

Ignas Brazdeikis – Knicks

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

15,4 pontos / 5,2 rebotes / 51% FG 

Escolha de número 47 do draft, Brazdeikis foi um acerto dos Knicks. O ala mostrou muita versatilidade e preparação para o basquete que a NBA joga hoje em dia. Ótimo arremesso de média e longa distância e inteligência para infiltrar.

 Chegou a ter uma gigante atuação de 30 pontos, a primeira de tal marca na competição, contra os Suns. Num time novo como o de Nova Iorque, pode ganhar seus minutos na rotação.

 Menções Honrosas (alguns já são melhores do que o nível da competição, outros não mostraram tanto)

Chris Boucher – Raptors

23 pontos / 9,8 rebotes / 1,3 toco

Atual campeão da NBA, Boucher chegou a jogar em duas partidas das Finais do Leste, contra os Bucks, na última temporada. Após a saída de Kawhi, mostrou que pode produzir mais, e deve receber cada vez mais espaço em Toronto.

Mitchell Robinson – Knicks

13,8 pontos / 10,6 rebotes / 3,4 tocos 

Robinson teve uma temporada ótima como calouro dos Knicks, e sua Summer League foi um marco. Enalteceu seus pontos positivos (receber pontes aéreas, pegar rebotes e dar tocos), mas também mostrou que tem muito a melhorar (muito afobado, arremesso não confiável). Deve começar a temporada como titular.

Jarrett Allen – Nets

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

16,4 pontos / 10,6 rebotes / 2,2 tocos

 O pivô já mostrou do que é capaz na NBA, então era de se esperar que brilhasse na Summer League… e assim foi. Defensivamente e nos rebotes, é um monstro. Ofensivamente, usou o torneio para melhorar, o que é preciso.

Anfernee Simons – Blazers

22 pontos / 4,3 rebotes / 1 roubo

 Simons jogou 20 partidas na última temporada pelos Blazers, e mostrou lapsos do que era capaz. Na Summer League, provou que pode ser um grande pontuador, arremessando de qualquer lugar da quadra, mas precisa melhorar sua defesa e seu repertório ofensivo. 

Daniel Gafford – Bulls

13,8 pontos / 7,8 rebotes / 2,8 tocos 

Escolha de segunda rodada dos Bulls, Gafford foi muito bem na dobradinha com Coby White, completando várias pontes aéreas. Surpreendeu por ser 'completo', apesar de ainda muito cru. Pode ganhar minutos na temporada, principalmente num time como o de Chicago.

Naz Reid – Timberwolves

11,9 pontos / 5,4 rebotes / 2 assistências 

Pivô de LSU que não foi draftado, Reid mostrou nessa Summer League que merece, ao menos, uma chance. Na semifinal, dominou o garrafão contra Jarrett Allen e foi 'o cara' que colocou os Wolves na final. Defensivamente, tem um potencial imenso.

Pablo Prigioni – Timberwolves 

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

Ex-jogador da NBA, Prigioni teve sua primeira oportunidade como treinador, e foi muito bem. Montou uma equipe muito bem equilibrada e com uma defesa sensacional, inclusive usando zona. Durante a temporada, será auxiliar de Ryan Saunders.

Regras do Basquete (Basketball)

    – Quatro períodos de 10 minutos cada (12 minutos na NBA);
    – Intervalo de 2 minutos entre 1º e 2º períodos;
    – Intervalo de 15 minutos entre 2º e 3º períodos;
    – Intervalo de 2 minutos entre 3º e 4º períodos;
    – Em caso de empate após os quatro períodos, uma prorrogação de 5 minutos é disputada. Caso o jogo permaneça empatado, são disputados tantos períodos de 5 minutos quanto necessários para que haja o desempate e um time saia vitorioso;
    – O relógio para quando houver uma falta, a bola sair de quadra, um time fizer uma cesta ou um técnico solicitar um tempo (timeout), e só volta a correr quando a bola é reposta em jogo.
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JOGADORES

    – Em quadra: 5 por equipe
    – Reservas: 7 por equipe
    – Substituições: ilimitadas. Realizadas quando a bola está “morta” (dead ball), ou seja, quando o jogo é interrompido por falta, pela saída da bola da quadra ou pelo tempo (timeout) solicitado pelo técnico.

QUADRA DE BASQUETE

Como Arremessar Igual ao Kevn Durant: 9 Passos

OBJETIVO

    O objetivo do basquete é marcar pontos através de cestas, isto é, arremessar a bola de forma que ela passe por dentro do aro. Entretanto, nem sempre quem faz mais cestas vence o jogo, já que algumas jogadas atribuem mais pontos que outras. Basicamente, existem três tipos de pontuação:
    – Lance livre: fruto de uma falta cometida pelos adversários, um lance livre é como um pênalti no futebol. A equipe que sofreu a falta realiza um arremesso sem interferência dos oponentes. O arremessador deve, obrigatoriamente, ser o mesmo jogador que sofreu a falta. O lance livre deve ser realizado atrás de uma linha, chamada de “foul line”, que fica a uma distância de 5,8 metros da linha de fundo e 4,6 metros da tabela.
    Se o último lance livre de uma sequência não for convertido, jogadores de ambos os times podem disputar o rebote pela posse de bola.
    Cada lance livre convertido equivale a um ponto para o time.
  • – Cesta de dois pontos: com a partida em andamento, qualquer arremesso que seja realizado dentro da área dividida pela “linha de três pontos” e se torne uma cesta equivale a dois pontos para o time.
  • – Cesta de três pontos: com a partida em andamento, qualquer arremesso que seja realizado atrás da “linha de três pontos” e se torne uma cesta equivale a três pontos para o time.

ÍNICIO DE JOGO

    – A partida inicia com a bola ao ar. O árbitro fica no centro da quadra e a lança para o alto. Um jogador de cada equipe é eleito para fazer a disputa, buscando dar um toque ou tapa na bola, a fim de que ela caia em posse de um companheiro de time;
    – Para o 2º e 3º períodos, a bola inicia na linha de fundo defensiva e em posse da equipe que não venceu a disputa pela bola no começo da partida;
    – Para o 4º período, a bola inicia na linha de fundo defensiva e em posse da equipe que venceu a disputa pela bola no começa da partida;
    – Assim, cada equipe inicia dois períodos em posse da bola.

BOLA FORA E REPOSIÇÃO

    A bola é considerada fora de jogo nas seguintes situações:
    – Encosta o chão fora dos limites da quadra;
    – Um jogador em posse dela pisa fora dos limites da quadra. Mesmo que a bola tenha ultrapassado a linha de fundo ou lateral de forma aérea, não será considerada fora de jogo se o jogador estiver com os dois pés dentro da quadra;
    (Nos dois casos acima, a posse vai para o time oposto ao qual encostou na bola por último. A reposição é feita de acordo com a linha a qual a bola saiu de quadra).
    – Quando um time faz uma cesta ou converte o último lance livre de uma sequência, a bola fica em posse do adversário. Ela deve ser reposta pela linha de fundo defensiva;
    – Quando uma falta ocorre, a bola é reposta pela linha lateral mais próxima ou é cobrado um lance livre (veja mais detalhes adiante, em “Faltas”);
    – Quando dois adversários ficam simultaneamente com a posse de bola, é considerada “bola presa”. O juiz declara o time que terá a posse e ela será resposta na linha lateral mais próxima. Caso volte a se repetir, a posse será dada à outra equipe.

INFRAÇÕES DO RELÓGIO

    Para garantir maior dinamicidade às partidas, algumas regras do basquete que envolvem tempo de posse de bola são aplicadas:

    1. – Regra dos 3 segundos: um jogador não pode ficar na área restrita do garrafão sem a posse de bola por mais de 3 segundos;
    2. – Regra dos 5 segundos: um jogador em posse de bola que esteja sendo marcado por um adversário não pode segurar a bola por mais de 5 segundos consecutivos sem tentar realizar um drible ou passar a bola;
    3. – Regra dos 8 segundos: um time que estiver com a posse de bola em sua metade defensiva da quadra tem 8 segundos para avançar até a metade ofensiva;

    – Regra dos 24 segundos: um time que estiver em posse de bola tem até 24 segundos para arremessar a bola em direção à cesta. Se o cronômetro zerar enquanto a bola estiver no ar, a jogada permanece válida. Se o ataque ficar com o rebote ofensivo, ele volta a ter 24 segundos para construir outra jogada, desde que a bola tenha batido no aro na tentativa anterior de arremesso.
    Em todos os casos, se o jogador/equipe ultrapassar o limite máximo de segundos, perderá a posse de bola e o adversário ganhará a reposição na linha lateral mais próxima.

FALTAS

    Assim como em outros esportes coletivos, existem regras do basquete que aplicam faltas durante o andamento da partida. Elas podem receber diferentes classificações:
    Faltas defensivas: – Bloqueio irregular: quando um adversário faz o movimento do arremesso em direção à cesta, seu braço não pode ser tocado. Se o jogador da defesa tocá-lo, será considerada falta em forma de lances livres, com valor equivalente aos pontos que envolvem a jogada. Ou seja, se o jogador tentou um arremesso de dois pontos e sofreu a falta, ele receberá dois lances livres. Se tentou um arremesso de três pontos, receberá três lances livres.
    Caso o jogador, mesmo sofrendo a falta, acerte a cesta, seu time receberá os pontos correspondentes e ainda terá um lance livre como “bônus”. Assim, se ele tenta um arremesso de três pontos, sofre a falta durante o movimento, ainda assim acerta a cesta e converte o lance livre adicional, sua equipe fará quatro pontos numa única jogada.
    – Bloqueio na descendente: quando se faz um arremesso em direção à cesta e a bola, após atingir o ápice da parábola, começa a fazer o movimento descendente (“caindo”), o jogador da defesa não pode tocá-la. Caso ele encoste na mesma, será considerada uma cesta automática e o time que arremessou ganhará os pontos correspondentes (2 ou 3 dependendo de onde foi feito o lançamento).
    – Falta comum: contato físico exagerado, utilizado para desequilibrar o oponente. O time que sofre a falta repõe a bola na linha lateral mais próxima.
    A cada período, a partir da 5ª falta defensiva comum e/ou bloqueio irregular, a defesa dá ao adversário o direito a dois lances livres automaticamente.

    • Na NBA, em conjunto com esta regra, outra também é aplicada: mesmo que um time não tenha atingido esse número de faltas, da 2ª falta em diante nos dois últimos minutos de cada período, o adversário recebe dois lances livres automaticamente.
    • OBS: Quando um jogador atinge cinco faltas pessoais durante o mesmo jogo, ele é excluído da partida e deve ser substituído por um de seus companheiros que esteja no banco de reservas.
    • Faltas ofensivas: – Charging: um jogador que esteja em posse da bola e parta para cima do adversário, causando contato exagerado com o mesmo, pode ser creditado com uma falta;
    • – Andada: um jogador em posse da bola não pode caminhar segurando a mesma em suas mãos. Da mesma forma, ele não pode retirar os dois pés do chão simultaneamente, simulando um arremesso e “pousar” com a posse da bola;
    • – Carregada: um jogador em posse da bola não pode, enquanto dribla, repousá-la em uma de suas mãos e continuar correndo;

    – Drible duplo: após receber um passe, o jogador pode segurar a bola com as duas mãos, conduzi-la (“quicando” no chão) e segurá-la novamente com as duas mãos. Caso ele volte a conduzi-la, será creditado com uma falta de “drible duplo”. Da mesma forma, ele não pode dar dois tapas ou toques na bola enquanto a conduz antes que ele toque uma vez no chão.

    Todas as faltas dão a posse de bola ao time adversário, que deve fazer a reposição na linha lateral mais próxima. O acúmulo de faltas ofensivas não causa exclusão do jogador da partida, bem como elas não se tornam lances livres.

    Falta técnica:
    Uma falta técnica é atribuída quando ocorre conduta antidesportiva, como xingamentos, provocações, faltas violentas e envolvimento em brigas.

    Pode ser creditada contra um jogador em quadra, reservas e até comissão técnica.

    Existem variações nas ligas, porém a FIBA sugere que o acúmulo de duas faltas técnicas no mesmo jogo resulte na exclusão do jogador/técnico que causá-la.

    Quando uma falta técnica ocorre, o time adversário recebe automaticamente o direito a dois lances livres, podendo escolher o jogador responsável pelos arremessos.

    Falta flagrante:
    Uma falta flagrante é uma variação da técnica, atribuída quando ocorre violência excessiva, que coloque em risco a integridade física do atleta agredido.

    O árbitro classifica este tipo de violação como gravidade 1 ou 2.

    O jogador é expulso da partida se acumular duas flagrantes de gravidade 1 ou excluído automaticamente se cometer uma flagrante de gravidade 2.

    O time adversário recebe o direito a dois lances livres, sem direito ao rebote. Após os ambos serem realizados, a equipe permanece com a posse de bola no meio da quadra e pode armar outro ataque.

POSIÇÕES DOS JOGADORES

    – Armador ou Point Guard (1): responsável por organizar as jogadas no ataque. São jogadores ágeis e que buscam ler a defesa adversária, com o objetivo de encontrar um companheiro de equipe em boa condição para realizar o arremesso. Muitas vezes são os atletas de menor estatura do time.
    – Ala-armador ou Shooting Guard (2): geralmente são os jogadores que mais marcam pontos em suas equipes (“cestinhas”). Atuam ao redor da linha dos três pontos, por isso devem ser bons arremessadores de longa distância. Além da responsabilidade de marcar pontos, auxilia o armador na construção das jogadas.
    – Ala ou Small Forward (3): responsável por marcar pontos dentro da área demarcada pela linha de três pontos. São também jogadores que reúnem força e agilidade, que buscam infiltrações na defesa em direção à cesta.
    Da mesma forma, por serem bastante atléticos, são importantes na formação defensiva de suas equipes.
    – Ala-pivô ou Power Forward (4): atua infiltrado, próximo à cesta ou ao redor do garrafão. Em geral, são bons nos arremessos de média distância. Jogadores altos, responsáveis também por rebotes, tanto ofensivos quanto defensivos.
    – Pivô ou Center (5): costuma ser o jogador mais alto da equipe. Utiliza sua altura para buscar rebotes ofensivos e defensivos. Sempre fica perto da cesta, muitas vezes de costas, para fazer uma “parede” para que seus companheiros consigam fazer a infiltração. Costumam pontuar em arremessos de curta distância, já que as dimensões do corpo podem dificultar o equilíbrio em lançamentos de longa distância.

GLOSSÁRIO

    – Assistência: um jogador é creditado com uma assistência quando faz um passe para um companheiro de equipe e este converte uma cesta.
    – Rebote: quando um arremesso é mal sucedido e não se torna uma cesta, os jogadores podem pular para disputar a bola. O atleta que ficar com a posse é creditado com um rebote.
    – Roubo de bola: quando um adversário tenta fazer um drible e o jogador da defesa consegue tirar a bola de sua posse sem cometer uma falta, diz-se que ele conseguiu roubar a bola.
    – Turnover: quando um time está com a posse de bola e sofre um roubo, ou comete uma infração do relógio, ou permite que ela saia da quadra, diz-se que ele sofreu um turnover. A posse fica com a equipe adversária.

    1. – Bandeja (Layup): jogada em que o jogador no ataque faz salta próximo à tabela, “soltando” a bola com apenas uma das mãos para fazer a cesta.
    2. – Enterrada (Slam Dunk): jogada em que o jogador no ataque “crava” a bola na cesta.
    3. – Ponte aérea (Alley-oop): jogada em que um jogador faz um passe alto e seu companheiro, saltando e com a bola ainda no ar, faz a cesta, geralmente com uma enterrada.
    4. – Toco (Block): jogada defensiva em que um jogador, no momento em que o adversário tenta um arremesso, bloqueia sua tentativa (sem que a bola esteja na descendente).
    5. – Cestinha: jogador que mais pontuou em uma partida.

    – Duplo-duplo (Double-Double): quando, numa mesma partida, um jogador consegue mais de dois dígitos (ou seja, mais de 10), em duas das cinco categorias (pontos, tocos, assistências, roubos de bola e rebotes), dizemos que ele fez um duplo-duplo. Por exemplo, se ele fez 20 pontos e conseguiu 11 rebotes na partida.
    – Triplo-duplo (Triple-Double): segue a mesma lógica do duplo-duplo, porém ocorre quando o jogador alcança dois dígitos em três categorias. Por exemplo, se ele faz 20 pontos, consegue 12 roubos e 10 assistências.

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Por que os Warriors já são um dos maiores times da história da NBA

A disputa do título da temporada 2018/2019 da NBA começa na noite de hoje (30).

Se do lado Leste o Toronto Raptors mira pela primeira vez o troféu, guiado por Kawhi Leonard, o Golden State Warriors joga para ratificar um lugar entre os melhores times da história da liga de basquete mais famosa do planeta. A atual geração da equipe californiana segue quebrando recordes e se reinventando de maneira histórica.

Mas, afinal, independente do resultado da decisão contra os Raptors, este time merece estar no grupo do Chicago Bulls de Michael Jordan, do Los Angeles Lakers de Magic Johnson e do Boston Celtics de Bill Russell? De acordo com os números e as opiniões de quem acompanha a liga há anos, sim.

Só o Boston supera

Sem Kevin Durant, time cresceu e levou o Oeste. Agora, tem Kawhi Leonard e os Raptors na final

Imagem: Tom Szczerbowski/USA Today Sports

Com cinco finais consecutivas na NBA, o Golden State Warriors se colocou como o segundo maior time da história em idas seguidas à decisão. Curry, Thompson, Green e Iguodala só ficam atrás do Boston, que disputou dez vezes o troféu da NBA em sequência.

“É o quinto ano seguido, isso só aconteceu uma vez lá atrás, na época da NBA em preto e branco. Só isso já faz o feito ser gigante independentemente do título. Se conseguir o título então, vai ser mais espetacular ainda. Quatro títulos em cinco finais é algo extremamente raro, só este Boston Celtics lá da década de 1960 que conseguiu” reforça Everaldo Marques, narrador da NBA na ESPN.

Warriors ditam tendência

Green e Curry: dois pilares do Golden State que faz história há cinco temporadas da NBA

Imagem: Thomas B. Shea/USA TODAY Sports

A NBA mudou graças ao Golden State Warriors. O sistema de jogo agressivo no ataque, com ações rápidas e incentivo aos arremessos do perímetro, agora se tornou algo comum na liga de basquete. A liga colocou os homens grandes e dominantes de garrafão em um segundo plano, beneficiando chutadores de três pontos e “baixinhos” dentro da quadra.

“O small ball [cinco jogadores sem um pivô referência] praticado nesses cinco anos fez com que os outros 29 times da NBA tivessem a urgência de aprimorar o aproveitamento no perímetro e aumentar a velocidade do jogo.

Se você fizer um comparativo entre os tipos de bola mais comuns há dez anos e na temporada atual, vai notar que os shoots de meia distância ficaram para trás e deram lugar às bolas de 3 pontos”, opina Alana Ambrosio, comentarista da ESPN.

“A consistência deles é tanta que até brincam que 'estragaram' o jogo: você sempre sabe o que esperar dos Warriors em quadra, um show. E, se por acaso, algum dos arremessadores não estiver tendo sua melhor noite, tudo bem. As opções são tantas – especialmente com a chegada do Kevin Durant – que sempre vai ter alguém para compensar”, acrescenta.

Vale ressaltar que para o primeiro confronto diante dos Raptors, Steph Curry e companhia não contam com Kevin Durant, cenário semelhante ao enfrentado na final do Oeste. Porém, mesmo sem o melhor jogador das duas últimas finais, a equipe “varreu” o Portland Trail-Blazers em quatro jogos na fase anterior.

Postura exemplar

Steve Kerr: cinco temporadas como treinador e cinco finais de NBA

Imagem: AP Photo/Ben Margot

O trabalho dos últimos cinco anos se tornou exemplo. A valorização pelo jogo coletivo chama a atenção de quem acompanha de perto e há muito tempo a liga, como Everaldo Marques e o comentarista Eduardo Agra – este último morou nos Estados Unidos e jogou no basquete universitário.

“Apesar de todo o talento que tem, não é um time egoísta. A bola sempre vai para quem está mais livre, e defensivamente se esforçam muito. É um time de talento absurdo com a bola nas mãos e defensivamente esforçadíssimo. Quando junta essas duas coisas, fica difícil parar os caras”, afirmou Everaldo.

Já Agra prefere destacar o papel do técnico Steve Kerr, que, com apenas cinco anos de carreira como treinador, alcança a quinta final de NBA com os Warriors. O treinador tem como grande virtude, na visão do comentarista da ESPN, segurar a vaidade das grandes estrelas.

“Dou um grande mérito ao Steve Kerr. Ele é muito subestimado. É um cara campeoníssimo como jogador e que tem um lado psicológico muito bom para lidar com grandes estrelas.

Kerr tem o grupo na mão e deixa os caras serem eles mesmos. Ele é humilde, não quer ser uma superestrela como técnico.

É o grande responsável pelo sucesso”, declarou Agra, que acompanhou de perto os treinos dos Warriors antes da final de 2016 levada pelo Cleveland Cavaliers.

Recordes e mais recordes

Klay Thompson: recordista com mais bolas de 3 pontos em uma partida

Imagem: Steve Dykes/Getty Images/AFP

  • Melhor campanha de temporada regular da história: 73 vitórias e 9 derrotas (2016)
  • Cinco finais consecutivas de NBA (2015 a 2019)
  • Três títulos nos últimos quatro anos (2015, 2017 e 2018)
  • Melhor retrospecto em um espaço de cinco anos: 316 vitórias e 94 derrotas (2014 a 2018)
  • Melhor visitante em uma temporada: 34 vitórias e 7 derrotas em 2016
  • Maior sequência de vitórias em casa: 54 (entre 31 de janeiro de 2015 e 29 de março de 2016)
  • Melhor início de temporada: 24 vitórias em 24 partidas
  • Jogador com mais pontos em um quarto: 37 (Klay Thompson, 23 de janeiro de 2015, contra o Sacramento Kings)
  • Jogador com mais arremessos convertidos em um quarto: 13 (Klay Thompson, 23 de janeiro de 2015, contra o Sacramento Kings)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos em um jogo: 14 (Klay Thompson, 29 de outubro de 2018, contra o Chicago Bulls)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos em uma temporada: 402 (Stephen Curry, em 2016)
  • Único jogador na história da NBA a ser MVP de maneira unânime: Stephen Curry (2016)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos nos playoffs: 386 (Stephen Curry)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos nas finais da NBA: 98 (Stephen Curry)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos em uma série de final: 32 (Stephen Curry, 2016)
  • Jogador com mais arremessos convertidos de 3 pontos convertidos em um jogo de final: 9 (Stephen Curry, 2018)

Celtics 92 x 88 Warriors | Celtics Brasil

Imbatíveis! É com este sentimento que o torcedor do Boston Celtics terminou a noite da última quinta-feira, 16 de novembro, quando sua equipe venceu, pelo placar de 92 a 88, o atual campeão da NBA, Golden State Warriors, no TD Garden, em Boston.

Com o triunfo sobre os grandes favoritos ao título da temporada, o Celtics estende sua sequência de vitórias consecutivas para 14, já abrindo boa vantagem de quatro partidas sobre os principais perseguidores da conferência Leste, e três sobre a melhor equipe do Oeste, que, após este resultado, passar a ser o Houston Rockets.

A partida foi bastante difícil para o Boston Celtics, e não seria diferente contra o Warriors de Stephen Curry, Kevin Durant, Klay Thompson e Draymond Green.

A equipe de Golden State chegou a abrir vantagens de 17 pontos no marcador em duas oportunidades, com 5’25” restantes no segundo quarto e com 4’59” faltando para o término do terceiro período.

O jogo foi tão bem controlado pela equipe de Oakland nos três primeiros quartos, que parecia nem precisar de muita inspiração para este domínio, afinal, sua dupla de armação, os Splash Brothers, tiveram uma péssima noite nos arremessos de quadra.

Além do controle das ações por parte do Warriors, vimos uma partida bastante acidentada do Celtics na quadra ofensiva. O principal jogador ofensivo de Boston, o armador Kyrie Irving, esteve irreconhecível nos três primeiros quartos de partida.

Mesmo que a proteção no rosto tenha lhe incomodado bastante, tanto que voltou sem a mesma após o intervalo, Irving teve uma atuação pavorosa, tomando péssimas decisões que culminaram em muitos desperdícios de bola (seus e de companheiros), errando e forçando muitos arremessos mal selecionados, e com enormes falhas na quadra defensiva. Trata-se, certamente, de uma das piores atuações da carreira do Uncle Drew.

Soma-se ao péssimo desempenho de Kyrie Irving, um primeiro tempo bastante apagado do calouro Jayson Tatum, as costumeiras péssimas decisões ofensivas de Marcus Smart e os aproveitamentos abaixo da média de Marcus Morris, Semi Ojeleye, Terry Rozier e Aron Baynes nos arremessos de quadra, e obtemos boas explicações para a vantagem construída pelo Warriors, mesmo sem uma atuação tão inspirada de seus principais jogadores. Apenas Jaylen Brown, com atuação estupenda do começo ao fim do confronto, e Al Horford, com a corriqueira atuação consistente e sem grandes alardes, puderam manter a equipe viva no marcador.

Com este cenário, a grande vantagem galgada pela equipe de Golden State e a má atuação ofensiva do Celtics, muitos já davam a partida como decidida e já vislumbravam os próximos confrontos de Boston, para saber o quanto a equipe se abalaria com a derrota. Mas estes não conhecem a bravura, o orgulho e o coração de quem é Boston Celtics.

A reação do Boston Celtics começou a partir do meio do terceiro quarto, alicerçada por uma estupenda atuação defensiva do esquadrão celta.

O ferrolho defensivo do Celtics esteve presente desde o minuto inicial do confronto, incomodando bastante o setor ofensivo de Golden State, principalmente da dupla de armação, Stephen Curry e Klay Thompson, que combinaram para apenas 22 pontos, acertando 8 de 32 arremessos, um aproveitamento de apenas 25%.

Mas foi a partir do sétimo minuto do terceiro período que tudo se encaixou: com uma sequência de 19 pontos feitos e apenas 2 sofridos nos cinco minutos finais do quarto, a equipe de Boston empatou o confronto e deixou o jogo em aberto para o último e derradeiro período.

Kyrie Irving, que descansou durante a reação do Boston Celtics no fim do terceiro quarto, dando lugar a dois especialistas defensivos em Terry Rozier e Marcus Smart, voltou à quadra para os momentos decisivos, sedento por redenção na partida e ávido por mais uma vitória na temporada, desta vez contra uma equipe que acabara de o derrotar no principal palco do basquete, as finais da NBA.

Já sem a incômoda máscara protetora facial, Irving jogou mais solto e decidido, liderou a equipe, atacou a cesta, cavou faltas, marcou pontos, serviu companheiros e foi decisivo para a vitória do Celtics, contribuindo com 11 pontos no quarto período. O antes apagado Jayson Tatum também apareceu nos momentos derradeiros e adicionou 7 pontos para a equipe nos minutos finais de partida.

Com o crescimento ofensivo de seus principais pontuadores e a manutenção da sublime atuação defensiva, o Celtics acabou por derrotar o Golden State Warriors, pelo placar de 92 a 88 (pior pontuação do Warriors até então na temporada).

Desta forma, o principal ataque da NBA, dos Warriors, com média de 119,5 pontos marcados por partida, sucumbiu à melhor defesa da temporada, do Boston Celtics, que permite a seus adversários apenas 94,5 pontos por jogos.

No duelo da defesa contra o ataque, os discípulos de Brad Stevens levaram a melhor sobre os comandados de Steve Kerr.

Após a derrota para o Boston Celtics, o Warriors continua sua viagem pelo Leste, onde visitará o Philadelphia 76ers no próximo sábado. O Celtics, por sua vez, também jogará fora de casa no sábado, quando visitará o Atlanta Hawks.

Que Homem!

O melhor jogador do confronto foi Jaylen Brown. O jovem ala de Boston foi um dos grandes pilares da sufocante defesa da equipe na partida, marcando com maestria os jogadores de perímetro do Warriors.

Além disso, foi o cestinha do Celtics no confronto, com 22 pontos (2 a menos do que o maior pontuador da partida, Kevin Durant, com 24 pontos), além de contribuir também com 7 rebotes, 2 roubos de bola e 2 tocos.

E, não bastasse o desempenho dentro da quadra, vale ressaltar que Brown atuou após ter conhecimento da morte de seu melhor amigo desde a infância, Trevin Steede.

“Meu melhor amigo faleceu ontem à noite. É difícil de aceitar isso. Todo mundo estava meio chocado, mas eu sabia que entraria em quadra hoje e que ele gostaria que eu jogasse.

Foi difícil juntar os cacos da perda, mas depois de conversar com a mãe dele e sua família, eles me inspiraram a ir e jogar. Eu não tinha qualquer condição de sair de casa. Eu não queria sair nem do meu quarto. Mas eles me inspiraram a sair para jogar. E eu saí e joguei pelo seu espírito hoje.

Meus companheiros de equipe me abraçaram e nós botamos tudo para fora na quadra.”, disse, um emocionado Brown, após a partida.

Destaques da Partida

  • Boston Celtics
  • Jaylen Brown: 22 pontos, 7 rebotes, 2 roubos de bola, 2 tocos
    Al Horford: 18 pontos, 11 rebotes
  • Kyrie Irving: 16 pontos, 6 assistências, 5 rebotes
  • Golden State Warriors
  • Kevin Durant: 24 pontos
    Klay Thompson: 13 pontos, 7 rebotes
  • Draymond Green: 11 pontos, 8 rebotes, 5 assistências, 3 tocos

Estatísticas da Partida

Boston Celtics (14-2)

Golden State Warriors (11-4)

Melhores Momentos

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