Como apresentar um gato a um cachorro: 13 passos

Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 Passos

Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 Passos

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Sem qualquer dúvida, a pergunta “como introduzir um novo gato em casa?” é das mais comuns entre tutores de gatos. Nós sabemos o quanto é difícil nos adotarmos apenas um gatinho, seja porque amamos os gatos demasiado, porque queremos uma nova companhia para o nosso peludinho de bigodes ou porque encontramos um gatinho abandonado na rua e queremos dar um novo lar, família e amor para ele.

Infelizmente, a introdução de um novo gato numa casa onde já existe um felino, não é assim tão fácil! A introdução de um novo gato em casa pode ser muito estressante tanto para o novo gato como para o gato antigo.

Muitas pessoas optam pela técnica de os colocar juntos e simplesmente “esperar para ver” mas são raros os casos em que isso resulta. O mais provável é que os dois gatos fiquem bastante nervosos e ansiosos, sofrendo muito com isso! Os níveis elevados de estresse e ansiedade aumentam a probabilidade de agressões entre eles.

Por esse motivo, o PeritoAnimal criou este artigo com tudo o que você precisa saber sobre como acostumar um gato com outro filhote.

Passos a seguir:

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Existem várias etapas que você deve seguir para introduzir um novo gato na família de modo a que os dois gatos não apenas se tolerem, mas sim, se tornem melhores amigos. Acima de tudo você precisa ter muita paciência! Você jamais poderá forçar os dois gatos a estarem juntos, pois se o fizer, o mais provável é que eles partam para a agressão.

Você deve relembrar que os gatos não gostam de mudanças nas rotinas deles e são animais muito territoriais.

Este será um processo demorado mas que se for feito como descrevemos será recompensador quando no final os seus dois gatinhos forem melhores dormirem juntos e passarem horas a fio brincando.

Independentemente da idade do novo gato, seja ele um filhote ou adulto, o processo é semelhante. Vamos explicar-lhe passo a passo o que você deve fazer!

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Mesmo antes da chegada do novo gato a casa, você pode iniciar o processo de adaptação. Compre feromonas sintéticas em difusor (por exemplo Feliway) para colocar numa tomada de um cômodo da casa. Esse cômodo será para o novo gato e o gato antigo não poderá ter acesso a ele (por enquanto).

Prepare tudo o necessário para que o novo gato tenha um espaço só dele. Caixa de areia adequada, água, comida, caminha, brinquedos e arranhadores. Este espaço será como um mosteiro para o novo gatinho, onde nada nem ninguém o irá incomodar. A sensação de segurança é essencial para o processo de adaptação do gato à nova casa.

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Coloque o novo membro da família no mosteiro que preparou especialmente para ele. Você não deve de maneira nenhuma deixar que o gato antigo entre nesse espaço.

Por enquanto, cada um deles deverá ter o seu próprio espaço. Todos os gatos da casa sabem que não vivem ali sozinhos, pelo olfato. O cheiro já é suficientemente assustador para eles.

Por esse motivo, é importante que no início esse seja a única coisa que sentem do outro gato, o cheiro.

Se você vir que os gatos ficam cada um de um lado da porta do quarto bufando ou rosnando, não ralhe com eles. Tente distrair os gatos, tirá-los desse local. Brinque muito com eles e acalme-os! Você deve relembrar que o mais importante de tudo é que os gatos estejam relaxados.

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Depois de devidamente alojados os gatinhos, no espaço que por enquanto lhes pertence, é hora de você mostrar para eles que esta mudança traz coisas positivas! Você deve relembrar a importância do reforço positivo nos gatos essencial no adestramento deles.

Uma excelente ideia para aproximar os gatos, ainda com eles separados, depois de dois ou três dias em que cada um tem o seu espaço, é colocar o pote de comida de cada um deles próximo da porta que os separa.

Desse modo, eles vão se aproximar para se alimentar e começam se habituando à presença um do outro. A distância da porta deve ser a suficiente para os gatos estarem confortáveis.

Se um dos gatos começar a bufar ou a eriçar os pelos, você deve afastar o pote da porta até ele estar confortável.

Cada dia que passe, aproxime um pouco os potes de comida da porta, até ao momento em que os dois potes estão colados à porta. Você não se pode esquecer que em momento algum pode abrir a porta. Um pequeno descuido pode ser o suficiente para voltar ao início todo o processo de adaptação.

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O olfato é a forma pela qual os gatos se conhecem. Os feromônios que eles libertam são o principal método de comunicação entre os felinos.

Para que os seus gatos se habituem e conheçam o cheiro um do outro antes de se conhecerem pessoalmente, você deve colocar um objeto de cada um deles no espaço do outro.

Você pode também optar por esfregar levemente no gato uma toalha ou pano quando ele estiver calmo e tranquilo. Passe na região das bochechas, por onde eles liberam mais feromônios.

O mais importante é fazer isso quando o gato está calmo, desse modo ele vai transmitir essa calma ao outro felino quando ele cheirar a toalha com os feromônios.

Agora é só colocar a toalha perto do outro gato e observar atentamente o comportamento dele. Se ele simplesmente cheirar e não fizer nada, recompense ele! É muito bom sinal ele não bufar nem mostrar outros sinais de agressividade.

Brinque com o seu felino perto da toalha e recompense sempre que ele alinhar nas brincadeiras. É muito importante associar coisas positivas à presença do cheiro do outro gato.

Assim, o gato vai associar o outro felino a momentos positivos.

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Depois de todos os gatos estarem habituados aos cheiros uns dos outros, é hora de trocar eles de local. Comece por colocar o ou os (se tiver mais gatos) antigos moradores num cômodo e feche-os por um momento lá. Agora solte o novo gatinho pela casa.

Abra a porta do cômodo dele e deixe ele andar livremente pela casa. Pode acontecer que ele não queira sair do quarto imediatamente: não force ele! Volte a tentar outro dia e as vezes que forem precisas até o novo gatinho se sentir confortável em toda a casa.

Sempre que ele se comportar bem, relembre de reforçar positivamente com comida e carinho!

Caso em algum momento o gato começar estressando, coloque ele no antigo “mosteiro” dele até que ele se acalme e relaxe.

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Quando o novo gato estiver totalmente à vontade pela casa, sem o antigo morador por perto, feche ele num cômodo e vá buscar o antigo morador para ele poder explorar o cômodo que era o mosteiro do seu novo gatinho.

Se ele não estiver colaborando e se estressando não force! Pode repetir as tentativas as vezes que forem precisas! Você deve relembrar o antigo ditado popular “a pressa é inimiga da perfeição“. A introdução de um novo gato em casa não tem uma ciência exata.

Cada gato tem o seu ritmo de adaptação a novas situações e é importante que você respeite o ritmo e limites de cada um dos seus gatos. Adapte sempre o ritmo e as sessões de adestramento ao gato mais tímido e mais nervoso.

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Quando os gatos já estão totalmente confortáveis e tranquilos no ambiente um do outro, é o momento de os apresentar! Este momento é muito importante e você deve ter muito cuidado e atenção para evitar qualquer situação que desencadeie agressividade entre eles.

Existem diferentes opções para eles se olharem pela primeira vez.

Se tiver uma zona com um vidro ou janela pelo meio, é uma boa opção! Outra possibilidade seria colocar o novo gato no mosteiro dele e fazer a sessão de alimentação como as que lhe explicamos antes mas com a porta ligeiramente aberta para eles poderem olhar um para o outro. Se eles estiverem tranquilos você pode usar um brinquedo do gênero de varinha para eles brincarem e associarem momentos de brincadeira um ao outro.

Caso o novo gatinho seja um filhote, colocar ele dentro de uma transportadora para o antigo morador se aproximar pode ser uma boa alternativa também!

Se algum dos felinos estressar ou ficar agressivo, jogue um petisco ou brinquedo para longe para ele se distrair e separe os gatos. Como já referimos, alguns animais demoram mais tempo a aceitar os outros e você pode sempre tentar de novo amanhã! O importante é não deitar tudo a perder por querer fazer as coisas mais rápido do que o ritmo dos seus gatos.

Quando os gatos já não demonstram nenhuma agressividade ou desconforto em relação ao outro, PARABÉNS! Você já conseguiu que eles se tolerem! Agora pode deixar eles se conhecerem e estarem juntos mas com cautela. Vigie a interação deles nos primeiros dois ou três dias de total liberdade. Mantenha petiscos e brinquedos por perto caso algum gato fique agressivo e você precise distrair ele!

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Imagem: catser.com

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Se você tem dois gatos que foram mal introduzidos e até hoje não se dão bem…

existe esperança! O nosso conselho é fazer exatamente este processo com eles, colocando o gato mais recente num “mosteiro” para ele e seguir passo a passo este processo.

Quem sabe se com estas dicas você não consegue reaproximar os seus gatos, nem que seja para que eles se tolerarem sem brigar e a paz voltar para sua casa!

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Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 Passos

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Introdução, Reintrodução e Adaptação de Gatos: passo-a-passo comentado

Como introduzir gatos? Essa é uma questão bastante frequente, até para tutores mais experientes… No entanto, na maioria das vezes, a dúvida só aparece mesmo quando o caos já está instalado em casa hahaha! Seja para um gatinho “planejado”, seja para um que chegou de repente, para cumprir o ritual de introdução, reintrodução e adaptação de gatos só tem um segredo: seguir as regras e o ritmo deles!

Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 Passos

  • #1
  • Nos processos de introdução, reintrodução e adaptação de gatos, cada etapa do passo a passo tem um objetivo e uma explicação. 
  • #2

Os passos essenciais para o ritual de introdução, reintrodução e adaptação de gatos são: 1° Isolamento ou Quarentena, 2° Estímulos Olfativos, 3° Exercícios de Convivência através da porta e 4° Exercícios em conjunto. Saiba aqui como e porquê!

#3

Mantenha sempre em dia as visitas ao veterinário! Somente ele poderá atestar que os gatinhos tem condições de saúde para conviver juntos. Além disso, comunique ao profissional toda e qualquer mudança brusca de comportamento em seus gatinhos durante o processo de adaptação.

O momento da chegada de um novo gato em casa é sempre delicado para os gatinhos envolvidos.

Se nosso gatinho pudesse falar, muito provavelmente estaria nos perguntando: “será que tenho algo a temer? Será que tenho que proteger minha comida e meu território? Será que eu vou ser expulso daqui ou terei que expulsar esse intruso antes?”.

Certamente, se deixarmos a cargo dele, a resposta será alguma atitude defensiva, em forma de ataque ou de retração. Já o gatinho que está chegando nos pediria para não o deixar perto daquele gato que parece ser o dono de tudo ali.

Um gato assustado tanto pode partir para cima do que ele acredita ser seu novo oponente, quanto pode ficar com medo e se esconder.

Em casos mais graves, tanto podem ficar extremamente agressivos, como podem entrar num ciclo depressivo, desenvolvendo tiques e manias ou até mesmo deixando de se alimentar, o que pode ser extremamente perigoso.

Por isso, já sabemos que esse nosso velho hábito de apresentar gatos de uma vez, sem cumprir esse ritual de introdução, é algo a se deixar no passado, de uma vez por todas. O que buscamos aqui é um processo saudável e harmonioso.

Nos processos de introdução, reintrodução e adaptação de gatos, cada etapa do passo a passo tem um objetivo e uma explicação.

Não é frescura e nem exagero! Cumprir esses pequenos passos faz uma enorme diferença na qualidade de vida dos nossos gatos.

Tutela responsável significa entender que o bem estar físico e psicológico dos nossos bichinhos depende diretamente das nossas ações e nosso comprometimento com o que já sabemos que é certo.

Vocês vão ver que as técnicas são, na verdade, bem simples. A duração vai depender de vários fatores: o estado de saúde do gatinho novo, a personalidade e a idade de cada gato envolvido no processo.

Em geral, filhotes são mais fáceis de adaptar tanto ao ambiente quanto ao(s) gato(s) residentes e vice-versa, mas não é uma regra. No caso das minhas gatinhas Totí e Irá, não foi assim.

Uma prova de que cada caso é um caso e a precaução é sempre a melhor postura que podemos ter ao introduzir gatos!

Outra coisa importante a salientar é que, ao contrário de muita gente, os gatos podem ter a capacidade de “resetar” suas relações rs.

Tudo vai depender, é claro, de como as primeiras impressões serão retrabalhadas! Ou seja, se os erros persistirem, eles nunca irão ceder seus espaços ou sempre estarão fugindo, amedrontados… Como cabe a nós a responsabilidade de balizar esses sentimentos e reações, devemos separar todo mundo e utilizar as técnicas para adaptação, como se fossemos reapresentá-los de novo. É um método que pode dar bastante certo!

Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 PassosIrá observando Totí em quarentena

Felizmente os últimos anos têm sido bem produtivos nesse nosso mundo de “pais e mães” de gatos, e os comportamentalistas já desenvolveram diversas técnicas, assessórios e ferramentas e puderam comprovar sua eficiência (ou não).

Não podemos nunca esquecer que cada situação envolve um número enorme de variáveis, que vão desde a personalidade individual de cada gato ao ambiente onde estão convivendo, e cada detalhe deverá ser observado e levado em consideração.

É uma “receitinha de bolo”, mas também não é nenhuma fórmula mágica! O que vai funcionar em seu caso terá sempre uma combinação, duração e dosagem diferente do que foi no meu, por exemplo.

Então, vamos observando os pontos em comum entre os gatos, relacionados ao comportamento instintivo dos felinos, e combinamos as informações pessoais de cada caso.

Não deixa de ser também um processo de tentativa e erro! Tudo que você fizer, deverá observar com detalhes as reações de curto e médio prazo de cada exercício escolhido. E que o que vai definir o sucesso da sua operação é a chegada da paz e da harmonia, mesmo que seja cada um no seu quadrado!

Como Apresentar um Gato a um Cachorro: 13 PassosIrá e Totí: respeito em construção

Tem gente que consegue passar por isso tudo em uma semana, tem gente que em dois dias já está vivendo no paraíso dos gatinhos enroladinhos, tem gente que passa semanas estagnadas em um ponto do processo, ou meses avançando e recuando… A grande maioria dos casos de adaptação se dá mesmo num período de aproximadamente 15 dias e nesses casos realmente não são necessários tantos ajustes e pormenores. Vamos avançando rapidamente e os gatinhos passam por tudo como “seu mestre mandou”!

E antes que vocês fiquem cansados com tanta explicação, vamos para mais explicações hehehe Querem saber quais passos são esses e o porquê de cada um deles? Sigam-me os bons! rs

1° Passo: Isolamento ou Quarentena

O isolamento serve não só para poupar a saúde de todos os gatos de eventuais doenças e condições que podem ser contagiosas entre felinos, como para fazer pós-operatório de castração e, principalmente, para começar o ritual da introdução, reintrodução e adaptação de gatos.

Este será o momento do novo gatinho se ambientar, conhecer as pessoas, os cheiros, a rotina diária, enquanto o nosso gatinho residente começa a se acostumar com a ideia de ter um novo gato em seu território. Isole os gatos uns dos outros durante o tempo necessário e não tenha pressa.

Nosso objetivo com isso é acalmar os ânimos e tornar a “novidade” uma coisa boa na vida dos gatinhos envolvidos. Quanto mais tempo eles estão isolados uns dos outros, mais provável que você tenha sucesso nas próximas etapas e maiores as chances de que tudo corra muito bem entre eles.

Portanto, nunca deixe de fazer o isolamento inicial!

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No caso de gatinhos que já foram apresentados e seguem brigando, o procedimento será exatamente o mesmo. Separamos o gatinho que não foi bem introduzido, para que todos possam passar a compreender de forma diferente a presença do outro na casa.

Prepare um cômodo para ser usado como um lugar seguro para o gatinho a ser (re)apresentado. Este recinto pode ser qualquer cômodo que possa ser fechado.

Coloque uma caixa de areia, comida, água, esconderijos e brinquedos… Você pode usar a própria caixa de transporte que trouxe o gatinho para que ele possa usar como toca, pode colocar arranhador, ter locais para escaladas… O que você puder prover para enriquecer o ambiente irá ajudar a manter o novo gatinho ocupado, estimulando atividades físicas e mentais. Certifique-se de que todos os gatos estão recebendo muita atenção e carinho, para criar um clima de amor e confiança para todos.

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  1. Kalki interagindo com Durga pela janela do quartinho da quarentena na casa do Tio Beco, que já recebeu vários gatinhos temporários.
  2. Em nosso próximo post, falaremos mais sobre a importância da quarentena nos processos de introdução, reintrodução e adaptação de gatos, com dicas e informações legais.
  3. 2° Passo: Estimular o olfato

Passado o primeiro momento da chegada, com o novo gatinho instalado e calmo em seu recinto e com os gatinhos de casa curiosos com a novidade, é hora de começar a exercitar os sentidos. O mais importante sentido é o olfato, portanto, vamos começar por ele!

Os gatos se comunicam utilizando expressões faciais e posturais, vocalizações, mas, principalmente, através das marcações.

Gatinhos marcam os ambientes de várias maneiras diferentes: arranhando, urinando (“spraying”), esfregando o rosto… Vão deixando rastros químicos, “avisando” aos outros gatos de sua presença e recebendo outros “avisos”.

É uma forma segura de se comunicar e avaliar a sua situação dentro do ambiente em relação aos outros gatos (aproximação ou distanciamento). Então, a ideia é estimular a troca de “mensagens” positivas entre os gatos através do reconhecimento dos odores e também dos seus feromônios naturais.

Feromônios são substâncias químicas secretadas por glândulas ou excretadas nas fezes ou urina e que causam respostas fisiológicas e comportamentais em animais da mesma espécie. Elas são captadas pelo sistema olfatório acessório e processadas no sistema límbico (estruturas cerebrais relacionadas aos comportamentos emocionais).

Os gatinhos têm inúmeros feromônios diferentes em seu corpo e os cientistas conseguiram identificar alguns deles e descrever suas funções.

Dentre eles, os feromônios faciais, que são excretados por glândulas localizadas ao longo dos lados da boca, no queixo, bochechas e na testa. Estes feromônios comunicam sinais ligados ao conforto e familiaridade com o espaço e os indivíduos.

Assim também funcionam os feromônios produzidos nas glândulas presentes nos coxins plantares (almofadinhas) e na pele da região entre os dedinhos

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10 Dicas sobre como apresentar um gato a outro

Dizem que ter um gato é pouco, dois ainda não é o suficiente, três ou mais é maravilhoso! Mas o que muita gente tem dificuldade é na adaptação dos gatinhos.

Hoje vamos dar várias dicas de como realizar o processo de adaptação dos gatos novos aos antigos moradores felinos. Não fique de fora e confira todas as nossas idéias.

É obvio que existe muita diferença entre cães e gatos. Os cães normalmente apresentam um bom humor constante, nada os chateia e estão sempre sorrindo. Já os gatos, eu costumo dizer que tem o temperamento quase humano, exceto pela maldade que só os humanos são capazes.

Os gatos nem sempre querem conversa, as vezes gostam de ficar sozinhos, carinho é algo que apreciam mas não a todo tempo. Por mais que tenhamos feito o processo de domesticação dos pequenos, eles ainda trazem traços fortes de sua natureza primitiva. Uma prova disso é que ainda gostam de caçar individualmente.

No meio de tantas singularidades, como adotar um novo gato? Como fazer com que o gatinho que já esta em casa, dono da situação, seja amigo do recém chegado?

Antes das dicas, quero deixar claro que isso é um processo. Pode levar dias, semanas, até que todos se deem bem. Pode ser até que não briguem mais, mas não sejam amigos. Como aquele colega chato do trabalho, você não fica sem falar, mas não vai ao happy hour com ele, entende?

Eles são muito territorialistas e um novo membro é imediatamente considerado intruso, por isso calma, paciência e amor!

Dica 1- Gato extra, gasto extra

Antes de adotar um novo gato, certifique-se que tem espaço para dois ou mais gatos em casa. Pense nas despesas que um novo felino vai trazer:

  • Aumento da ração;
  • Mais areia (saiba sobre os tipos de areia e quais rendem mais aqui);
  • Mais caixas de areia (veja modelos com funcionalidade aqui);
  • Gasto extra com medicamentos de uso periódicos (anti-pulgas e vermífugos) ou medicamentos eventuais em caso de doença;
  • Gasto com veterinário;
  • Vacinas;
  • Cama e brinquedos para o novo membro.

Se não pode arcar com tudo, pare no primeiro gatinho. É melhor ter um gatinho lindo e fofinho do que dois ou mais em situação complicada. Podendo arcar com todas as despesas, vamos rumo ao novo membro! ????

Dica 2- Gatos são gatos e vão agir como gatos

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Sim, parece tão óbvio mas tem gente que não entende. Não pode agregar um novo membro em casa e achar que seu gatinho vai aceitá-lo assim sem mais ou menos. Não adianta conversar e explicar a situação, ele não vai entender. Imagina só um belo dia você acordar e dar de cara com um estranho na mesa do café?

Por serem tão territorialistas, a primeira coisa que provavelmente farão é negar o novo futuro amigo.

Será preciso que toda a família queira um novo gatinho e que todos tenham empenho na adaptação. Eles se adaptarão e serão grandes amigos no futuro, acredite.

Dica 3- Um cômodo para cada gato

A princípio, deixe os gatinhos em cômodos separados. Não mexa com o gatinho mais antigo, deixe as coisas dele onde sempre estiveram.

Coloque a caixa de areia, cama,  água e comida do novo amigo em um lugar separado. Mas não o abandone nesse cômodo, vá visitá-lo a todo momento, faça carinho, brinque. Deixe que ele perceba que essa é sua nova casa. Eles vão se adaptando aos poucos.

Isso é claro, caso tenha espaço. Isso é uma das soluções, caso não possa separá-los, vá tentando as outras.

Dica 4- Olfato felino

Os gatos se adaptarão melhor se se acostumarem com o cheiro um do outro. Faça o seguinte, peque uma flanela limpa ou um par de meias, passe no gatinho recém chegado e deixe com o gatinho “antigo” da casa. Coloque a flanela em um local que ele goste de dormir, assim, ele vai se acostumando com o cheiro do novo gatinho. Faça o mesmo com o outro gato.

Depois de uns três dias, o deixe uns instantes dentro da caixa de transporte para que o gatinho anfitrião possa cheirá-lo. De acordo com o clima, abra a caixa e deixe que o gatinho saia. Mesmo se houve um fuzz, não brigue com ninguém, não eleve a voz. Faça carinho e converse com ele. Se houver menção de uma briga, recolha o gatinho e os separe. Em outro momento tente novamente.

Dica 5- Brinquedos e alimentos

O momento da brincadeira e da alimentação formam dois dos melhores momentos para fazer a adaptação dos pequenos.

Brinque com os dois, faça carinho igualmente, ofereça petisco cada vez que os dois aceitarem as brincadeiras de forma natural. Ter um arranhador, ratinhos e bolinhas ajuda muito.

Dê um alimento bem gostoso quando os dois estiverem juntos, tente uma comidinha em sachê. A ideia é que associem a presença um do outro com coisas boas, como seu alimento favorito.

O importante é que quando os gatos estiverem juntos você promova situações de prazer para ambos.

Dica 6- Idade e temperamento

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Alguns especialistas vão dizer que a idade interfere e pode influenciar na adaptação.

Exemplo: se você tem um gatinho idoso e adotar um bebê pode ser difícil para o membro da casa encarar um bebê, pode até mesmo não ter paciência para as brincadeiras. Outros discordam dessa informação.

Se você tem um gatinho muito calmo e amoroso e adotar um muito arisco, a adaptação pode demorar um pouco mais, mas nada que o tempo não resolva.

Dica 7- Saúde

Antes de levar qualquer gatinho para casa e juntá-lo ao seu, certifique-se que sua saúde esta bem. Algumas doenças são contagiosas entre gatos como esporotricose, FIV/FELV ou rinotraqueíte.

Se você optar por adotar em algum abrigo ou ONG, provavelmente estarão bem, mas peça ao responsável o comprovante com as vacinas. Se pegar na rua, antes de levar para casa, leve ao veterinário por garantia.

Eu mesma ia adotar um gatinho e quando o levei ao veterinário, após exames, foi diagnosticado com FELV (leucemia felina) em estado muito avançado.

Dica 8- Baunilha

Algumas pessoas relataram que após inúmeras tentativas de adaptação sem sucesso, pingar umas gotinhas de essência de baunilha, dessas que usamos em bolos, resolveu.

Basta pingar umas duas gotinhas no pescoço de cada um, assim eles vão ficar com o mesmo cheiro, facilitando a adaptação.

Dica 9- Medicamentos naturais

Existe hoje no mercado alguns florais que são de composições homeopáticas naturais que auxiliam na adaptação. Basta pingar umas gotinhas na água e aguardar o resultado.

Outra coisa que pode ajudar muito é um feromônio natural chamado Feliway. Você coloca o difusor no ambiente mais frequentado pelos gatinhos e vão se acalmando, se acostumando com o cheiro um do outro. O feliway pode ser usado até antes mesmo da chegada do novo membro, ele serve como algo que já vai preparando o ambiente, “pré-acalmando” os ânimos.

Dica 10- Informações gerais

  • Você não precisa seguir todos esses passos, nem essa ordem, talvez eles se adaptem na primeira tentativa;
  • Essas dicas servem não só para os gatinhos recém chegados como para os gatinhos que vivem juntos há muito tempo e ainda não se dão bem;
  • Se você tentar e não der certo, talvez seja porque não tentou o suficiente. Comece tudo de novo e no fim, se realmente nada funcionar, procure um veterinário. Ele pode passar alguma medicação específica que ajude no processo;
  • Não favoreça o confronto, tenha brinquedos, cama, bebedouro, comedouro tudo em quantidade suficiente para todos os gatos;
  • Não desista. A adaptação pode levar um certo tempo, mas isso não significa que você deve desistir. Conheço vários casos onde a amizade entre gatos parecia impossível e hoje um não vive sem o outro.

A adoção é algo muito sério.

Você não pode prometer um lar quentinho, repleto de petisco, brinquedos, amor, carinho e de repente devolver o gatinho para um abrigo frio e impessoal, ou pior, jogar na rua como se fosse algo descartável.

A adaptação pode demorar porque normalmente esses gatinhos já sofreram muito. Alguns foram torturados, ficaram feridos, passaram fome, sede, viveram pelas ruas, é muito difícil para eles confiarem nas pessoas e em outros gatos.

  • E aí, gostaram do post de hoje?
  • Deixem suas dúvidas e opinião nos comentários!
  • Semana que vem a gente volta com mais dicas e cuidados para vocês, até lá! ????

Escore condição corporal

Sistema de avaliação da condição corporalEsta ferramenta de cálculo é para uso de médico(a) veterinário(a).

Destina-se a auxiliar o(a) médico(a) veterinário(a) na avaliação da condição corporal do seu paciente cão ou gato atribuindo a esta um número que vai de 1 a 9. Neste sistema o número 1 significa animal em extremo estado de caquexia e o número 9, extrema obesidade.

O peso do animal isoladamente não é suficiente para dizer de sua condição corporal. Além do peso variar de acordo com a altura e constituição do organismo, ele também pode estar aumentado ou diminuído no paciente como consequência de variações de quantidades de gordura, músculos ou líquidos corpóreos acumulados em maior ou menor grau.

O(A) médico(a) veterinário(a) deve escolher com atenção uma descrição que melhor se encaixa ao seu paciente. Erro no preenchimento ocasionará erro no resultado final. Por este motivo recomendamos que o(a) profissional veterinário(a) avalie criticamente o resultado final que lhe for apresentado pelo sistema e refaça os passos caso julgue oportuno.

Lembramos, por fim, que o resultado final apresentado é uma estimativa que pode apresentar considerável margem de variação entre indivíduos. Cabe somente ao(à) médico(a) veterinário(a) a categorização final. Recomendamos a leitura dos termos de uso do site com o qual você concorda ao navegar por ele.

Animais com Escores de Condição Corporal diferentes de 4 ou 5 para cães ou diferentes de 5 para gatos, merecem avaliação clínica do médico(a) veterinário(a). Destacamos que a obesidade em cães e gatos acarreta diversos males à sáude dos animais e que extenso trabalho científico, já publicado, relacionou a obesidade à menor expectativa de vida destes.

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Esta ferramenta é baseada fundamentalmente nas publicações científicas citadas a seguir e na experiência do Prof. Dr. Aulus Carciofi: Laflamme DP, Hume E, Harrison J.

Evaluation of zoometric measures as an assessment of body composition of dogs and cats. Compendium on Continuing Education for the Practicing Veterinarian 2001; 23 (Suppl. 9A): 88. Laflamme DP.

Development and Validation of a Body Condition Score System for Cats: A Clinical Tool. Feline Practice 1997; 25:13-17.

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Esta pergunta é muito frequente, muitas pessoas que têm cães adorariam ter um gato, mas temem que o relacionamento entre ambos seja difícil no mínimo e até perigoso no máximo.

Estes medos não são de todo infundados.

Um cão que nunca foi sociabilizado a gatos antes e gatos que nunca antes tenham sido sociabilizados a cães podem demonstrar comportamentos problemáticos e reactivos quando veem um pela primeira vez.

  • Lembre-se portanto, quando adquirir um cão ou um gato que deverá sempre tentar sociabiliza-lo a esses animais, para no futuro ter a vida facilitada.
  • Mas agora tem o cão, e quer o gato e não sabem como fazer.
  • O maior erro que as pessoas cometem é terem pressa.

As pessoas querem que o cão e o gato se deem bem logo à primeira ou rapidamente.

Por vezes isso surpreendentemente acontece, no entanto, essas excepções não ditam a regra, e a regra diz que a segurança de ambos os animais está nas nossas mãos, e como tal devemos fazer tudo com calma, segurança e paciência dando a oportunidade a ambos os animais de se sentirem seguros, confiantes e imprimirem o seu ritmo.

Vamos então por passos:

  • Primeiro leve o gato para sua casa e mantenha-o num local seguro, de onde ele não possa ver os cães, nem vice-versa. Neste local deve ter a caixa de areia sempre limpa diariamente, uma cama confortável de preferência num local mais alto (mas suficientemente baixo para o gato conseguir chegar à mesma, dependendo da idade do gato), comida e água. Deve dar tempo ao gato para se ambientar ao local, não apresente o gato a todos os locais da casa de uma só vez, eles ficam intimidados e estranham com facilidade. Deixe que ele se acostume a um dos locais primeiro, que será o local primário onde ele passará mais tempo e depois à medida que os dias passam e que o gato fica mais confortável deixe-o explorar outro cómodo, depois outro, etc.. um de cada vez.
  • Durante este tempo, leve mantas, cobertas ou simplesmente quando estiver com o gato, vá depois ter com os cães e vice-versa. Levar objectos com o cheiro específico ou deixá-los ambos gatos e cães absorverem o cheiro, ajuda bastante a um encontro posterior. O cheiro é muito importante para estes animais adquirirem informações específicas acerca uns dos outros.
  • Quando o gato estiver ambientado e os cães já tiverem tido tempo de se aperceberem que existe em casa um novo membro, pode preparar para que se vejam em segurança. A melhor forma de fazer isto, será através de um vidro, varanda, janela, etc. Lembre-se, no entanto, que é muito importante não deixar os cães ladrarem ou agitarem-se quando veem o gato, portanto vá munido de salsicha, frango cozido ou algo muito apetitoso como queijo, e vá dando ao seu cão assim que ele vir o gato, e de forma a mantê-lo calmo entregue a comida num ritmo bastante alto. Estas pequenas sessões em que o cão vê o gato e vice-versa e são recompensados com comida apetitosa devem ser curtas e muito bem reforçadas (muita comida apetitosa e única aparece quando um vê o outro). Pode repetir este exercício várias vezes durante um dia, sempre da mesma forma.
  • Não se esqueça que durante esse exercício e se possível dê também ao gato algo extremamente apetitoso. Pode ser comida húmida, ou queijo ou fiambre ou algo que eles gostem muito mas que, tal como os cães, só têm direito a comer na presença um do outro. O intuito é criar uma associação positiva entre os dois animais. Queremos que o cão pense “Boa! Está ali o gato vou comer galinha! Eu gosto de ver o gato” e o gato pense “Boa! Está ali aquele cão, vou comer queijo! Eu gosto de ver o cão”.
  • Depois de vários dias, ou semanas conforme o caso, a fazer este exercício começar a perceber que tanto o cão como o gato já entenderam que quando se veem um ao outro coisas boas acontecem – como acesso a comida especial – pode começar a fazer com que o gato se movimente. Lembre-se que usualmente o que provoca as maiores reacções no cão é exactamente o movimento dos gatos. A maioria dos cães aprendem por erro e tentativa que quando ladram em direcção a gatos, estes tendem a começar a correr que nem loucos e que isto instiga o instinto de presa no cão e é uma óptima forma de brincar. Muitos cães veem gatos como brinquedos activados a voz. Como tal vamos treinar também o movimento e como queremos que o cão reaja quando o gato se move.
  • Comece por colocar a comida do gato dois ou três passos à frente dele e deixe que ele se mexa. Enquanto antes estaria a dar a comida na boca do gato, assim como na boca do cão, agora comece a atirar a comida a dois ou três passos do gato. O cão deverá manter-se quieto e alimentado à boca. Se conseguir manter o seu cão deitado melhor, já que é uma posição mais estável e menos invasiva para o gato. Treine e repita este exercício várias vezes até ter o gato a caminhar de um lado para o outro, 4 a 6 passos de cada vez e devagar.
  • A seguinte etapa pode começar a movimentar mais o gato, brincando com ele com algum brinquedo que o gato goste. Uma bolinha, uma caninha de pesca, algo que faça com que ele se movimente mais. Enquanto isto acontece, alguém está com o seu cão a dar-lhe comida por observar o gato a movimentar-se cada vez mais. Pode ser que nesta fase tenha que aumentar novamente o ritmo com que dá comida ao cão para o manter calmo e atento, mas se fizer tudo com calma, sessões curtas e ao ritmo de ambos, o cão deverá mesmo que fique curioso, calmo e deverá ser relativamente fácil mantê-lo calmo.
  • Se chegou a esta etapa e consegue mover o gato e manter o seu cão quieto, passe à fase seguinte, retire a barreira (abra a janela, varanda, etc…) e recomece o exercício de dar comida ao gato e ao cão enquanto o gato se aproxima. No início é boa ideia manter o cão quieto e deixar o gato movimentar-se. Lembre-se que se o cão se mover subitamente ou algo acontecer e o gato estiver inseguro ele pode subitamente correr, e isso pode provocar uma reacção no cão, portanto tente preparar bem o ambiente onde vai fazer isto e esteja preparado para dar comida ao cão e segurar na trela dele caso ele se levante.
  • Quando após várias repetições da fase anterior, tanto o gato como o cão se mostrarem calmos, pode deixar que ambos se cheirem ou se aproximem. Esta fase deve ser feita com muita calma, não deixe o cão dar focinhadas ou meter a pata em cima do gato porque isto pode assustar o gato ou fazer com que ele tenha movimentos bruscos ou queria fugir. Não segure o gato, para evitar que ele não tenha como fugir. Ambos o cão e o gato podem estar seguros (com trela, dentro de transportadora, etc..) mas esteja constantemente atenta à linguagem de ambos os animais, se eles mostrarem algum desconforto, pare imediatamente e aumente a distância ou tire o animal da situação.

Este processo é lento mas garante resultados imbatíveis. No meu caso com uma X de Pitbull que persegue gatos e procura gatos debaixo dos carros e com um Border Collie que adora perseguir e pastorear tudo, foi um desafio, mas desde que os tenho, que os acostumei ao Jaime, depois à Emília e agora ao Mancha Moe Joe Puminha.

Todos passaram por este processo e fomos sempre bem sucedidos e até hoje conseguimos ter os 4 numa sala juntos e a dormir juntos sem problemas. O gato mais velho o Jaime, inclusive diz olá aos meus dois cães roçando-se neles e oferecendo comportamentos de conforto e bem-estar perto deles.

A Emília ignora a Safira mas cheira e diz muitas vezes olá ao Joel.

A tempo que o processo demora, garante que tudo corra bem, com segurança e que os resultados são vitalícios.

Requer paciência e trabalho e algum conhecimento e todos os cães e gatos são diferentes, pelo que se estiver com dificuldades entre em contacto com um dos nossos treinadores para que possamos ajudar.

Mas se estiver preparado para colocar o trabalho em prático que é necessário os resultados são incontestáveis.

Veja o vídeo de um pouco do processo que temos feito.

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