Como aplicar creme vaginal: 10 passos (com imagens)

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

Por Carlos Edgar – contacto

Os cremes vaginais são comuns no tratamento das infecções vaginais, a sua acção direta no meio vaginal aumenta as chances da mulher combater as infecções. O tratamento é muito importante para a mulher ultrapassar este tipo de problemas, sendo vital seguir as recomendações do seu médico, como:

  • cumprir a posologia recomendada
  • seguir as recomendações de higiene e cuidados íntimos
  • rejeitar os aplicadores usados
  • lavar as mãos antes e após aplicar o creme

Como falei este tipo de cremes pode lhe ajudar a combater as infecções, a sua acção depende muito da forma como aplica, mas como deve ser aplicado um creme vaginal de forma correta?

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

Deve começar por lavar as mãos, remover a tampa do tubo, perfurar o lacre do tubo (somente na primeira utilização), encaixar o aplicador, puxar o embolo até ao final, desencaixar o aplicador, introduzir o aplicador no canal vaginal e carregar no embolo.

Quando deve aplicar o creme vaginal?

A maioria das posologias recomendadas é uma aplicação à noite, antes de dormir, durante alguns dias. O que quer dizer que deve aplicar mesmo antes de dormir e após as relações, que só deve manter se seu médico não proibir. A acção dos DIU ou anéis vaginais não fica alterado por este tipo de tratamentos. O tratamento durante a menstruação não é aconselhado.

  • Como aplicar creme vaginal?
  • Para ajudar a perceber melhor como deve aplicar vou explicar passo a passo.
  • Passo 1
  • Deve lavar as mãos antes de preparar e aplicar o creme
  • Passo 2
  • Remover a tampa do tubo e perfurar o lacre com a tampa.

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

  1. Passo 3
  2. Encaixe o aplicador, rosqueando.
  3. Passo 4 
  4. Puxe o embolo até ao final e aperte a base do tudo suavemente para o creme entrar no embolo.

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

  • Passo 5
  • Desencaixe o tubo e aplique no canal vaginal.
  • Passo 6

Para aplicar deve estar deitada de costas, com os joelhos doebrados e pernas ligeiramente afastadas. Empurre o embolo após introduzí-lo no canal vaginal.

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

  1. Passo 7
  2. Descarte o embolo utilizado.
  3. Passo 8
  4. Deve lavar as mãos depois de aplicar o creme.
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Infecções sexualmente transmissíveis estão em alta no Brasil; saiba quais são e como se proteger

Renata Turbiani De São Paulo para a BBC News Brasil

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens) Direito de imagem Getty Images Image caption Segundo a OMS, todos os dias são contabilizados no mundo mais de 1 milhão de casos de ISTs curáveis entre pessoas de 15 a 49 anos

Todos os dias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são contabilizados no mundo mais de 1 milhão de casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis entre pessoas de 15 a 49 anos. E essas doenças estão em alta no Brasil, segundo dados coletados pelo Ministério da Saúde.

  • A sífilis é o caso mais gritante: foram 158 mil notificações da doença em 2018, levando a uma taxa de 75,8 casos para cada 100 mil habitantes — em 2017, eram 59,1 casos/100 mil habitantes.
  • Mas há indicativos também de que estejam aumentando as hepatites virais, enfermidades altamente perigosas, pois podem evoluir para cirrose e câncer de fígado e até levar à morte.
  • Se de 2008 até 2018 o Brasil registrou quase 633 mil casos dessas infecções, só no ano passado foram cerca de 43 mil, somadas as hepatites A, B C e D.
  • Dados do Unaids, programa das Nações Unidas especializado na epidemia, indicam que o Brasil apresentou aumento de 21% no número de novos casos de infecções por HIV de 2010 a 2018, o que vai na contramão mundial, já que, no mesmo período, a queda foi de 16% no planeta.

E não são apenas essas ISTs que estão em alta. As que que não são de notificação obrigatória, como gonorreia e HPV, também estão crescendo no país.

Para Mauro Romero Leal Passos, coordenador do setor de DST da Universidade Federal Fluminense (UFF) e fundador da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis (SBDST), a principal razão é que muitas dessas doenças são silenciosas, podendo ficar meses ou anos sem apresentarem sinais e sintomas.

“Por não sentirem nada, as pessoas não procuram o médico e não descobrem que estão infectadas. Sem saberem, a chance de transmissão do vírus ou da bactéria para os parceiros, com sexo sem proteção, é muito maior”, comenta o médico.

Outro ponto importante, segundo ele, é a diminuição no uso dos preservativos, sobretudo entre os jovens.

Direito de imagem Rodrigo Nunes/MS Image caption O melhor método de prevenção ao HPV é a vacina

  1. Para se ter uma ideia, pesquisa realizada em 2017, com 1,5 mil pessoas em todo o Brasil, pela organização sem fins lucrativos DKT International, identificou que 47% dos entrevistados com idade entre 14 e 24 anos não usam camisinha nas relações sexuais.
  2. Essa negligência acontece porque os tratamentos contra as doenças sexualmente transmissíveis estão mais eficazes e porque muita gente não acredita estar em perigo e nem se considera parte de grupos de risco.
  3. Ainda persistem as desculpas de que camisinha reduz o prazer, prejudica a ereção e é difícil de colocar.

“E não adianta usar o preservativo uma vez ou até se sentir seguro com o parceiro. É preciso se proteger em todas as relações”, acrescenta Passos.

Outros fatores apontados por especialistas para a alta incidência de ISTs são os baixos índices de educação sexual e de cobertura vacinal (no caso de doenças que podem ser prevenidas por vacinas).

O que são infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)?

As ISTs são causadas por mais de 30 vírus e bactérias e transmitidas, principalmente, por relação sexual vaginal, anal e oral desprotegida, ou seja, sem o uso de preservativo, com uma pessoa infectada.

Também podem ser passadas da mãe para a criança durante a gestação, no parto ou na amamentação. Algumas são transmitidas pelo contato de mucosas e pele com secreções corporais contaminadas, sangue infectado e uso de drogas injetáveis.

No geral, essas doenças causam lesões nos órgãos genitais. Mas também podem provocar câncer, complicações na gravidez e no parto, aborto, infertilidade, problemas neurológicos e cardiovasculares e até a morte.

“Há ainda as sequelas emocionais e sociais, que muita gente esquece. Não é incomum o portador desenvolver distúrbios psiquiátricos e ter problemas no relacionamento”, analisa Passos.

Outro fator bem preocupante é que essas patologias deixam os pacientes mais vulneráveis a adquirir o HIV. A estimativa é que elevam em até 18 vezes a chance de infecção pelo vírus da Aids.

Direito de imagem Getty Images Image caption Tanto clamídia quanto gonorreia são curadas com o uso de antibióticos – os parceiros também devem tomar o medicamento, mesmo que não apresentem sinais e sintomas

Isso porque quem já tem alguma IST tem mais risco de contrair outra. “Se a pessoa tem uma inflamação, ferida, tumor, verruga, laceração ou secreção, sua resistência geral ou local está diminuída, então, quando ela entra em contato com outro agente, a entrada é facilitada”, complementa o coordenador do setor de DST da UFF.

A seguir, saiba mais sobre as ISTs que estão em alta no Brasil, de sintomas à prevenção:

Clamídia e gonorreia

Causadas por bactérias, essas doenças estão associadas, e ambas podem atingir os órgãos genitais, a garganta e os olhos.

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As duas doenças são quase sempre assintomáticas. Porém, quando apresentam sintomas, os mais frequentes, nas mulheres, são corrimento vaginal com dor no baixo ventre e dor ou sangramento durante a relação sexual. Nos homens, é corrimento no pênis, com ou sem pus, ardor e esquentamento ao urinar e dor nos testículos.

  • Se não tratadas corretamente, podem evoluir para Doença Inflamatória Pélvica (DIP) e ainda causar infertilidade, dor crônica, gravidez tubária (nas trompas), aborto, endometrite e parto precoce.
  • Tanto a clamídia quanto a gonorreia são curadas com o uso de antibióticos – os parceiros também devem tomar o medicamento, mesmo que não apresentem sinais.
  • Durante o período de infecção, é aconselhável evitar contato sexual desprotegido, e a melhor forma de prevenção é justamente o uso de camisinha.

Direito de imagem Rodrigo Nunes/MS Image caption A melhor maneira de evitar a contaminação pelo vírus HIV é adotar técnicas de prevenção, incluindo uso de preservativos e redução do risco de exposição

Hepatite viral

Trata-se da inflamação do fígado, causada por vírus e classificada em A, B, C, D e E. Os tipos transmitidos por relação sexual são B, C e D.

As hepatites B e D têm como sintomas principais dor abdominal, diarreia, náusea, vômito, intolerância a cheiros, pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras, mal-estar e dor no corpo.

O tratamento de ambas é feito com medicamentos antivirais, fundamentais para que a doença não evolua para cirrose e câncer de fígado.

Geralmente silenciosa, até que atinja maior gravidade (mais uma vez, cirrose ou câncer), a hepatite C é tratada com antivirais de administração oral. A terapia é realizada de três meses a um ano e tem excelentes chances de cura, passando de 95%.

A hepatite B tem vacina, oferecida para crianças (quatro doses; ao nascer, 2,4 e 6 meses) e adultos (três doses a depender da situação vacinal). Quem tem algum tipo de imunodepressão ou o vírus HIV precisa de um esquema especial, com dose em dobro.

No caso da C, por não haver vacina, a melhor forma de se prevenir é não compartilhar objetos de uso pessoal e cortantes ou perfurantes (como alicates em salões de manicure), usar preservativo e, ao se submeter a qualquer procedimento, certificar-se de que os materiais usados são esterilizados e os descartáveis não estão sendo reaproveitados. No caso da D, a recomendação é evitar contrair a hepatite B, já que elas estão relacionadas.

Herpes genital

É provocada pelo vírus do herpes simples (HSV) e gera lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculinos e femininos.

Os sintomas começam com ardor, coceira, formigamento e gânglios inflamados. Depois, surgem as bolhas, dolorosas e cheias de líquido. Quando elas estouram, viram feridas, que criam casca e cicatrizam.

A doença não tem cura e aparece e desaparece espontaneamente, estando ligada a fatores desencadeantes, como estresse, traumas na região genital, exposição ao sol, alterações hormonais, febre, infecção e uso de certos medicamentos.

Também não existe uma droga específica para o seu tratamento. O que se usa, basicamente, são antivirais para reduzir os sintomas e o risco de surto.

Fora isso, evitando os gatilhos é possível manter o herpes genital sob controle. Quanto à prevenção, o mais indicado é usar preservativo nas relações sexuais.

Direito de imagem Science Photo Library Image caption Tratamento muitas vezes passa por antibióticos

HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da Aids, doença que ataca o sistema de defesa do organismo.

É bom lembrar que ter o HIV não é a mesma coisa que ter Aids. O Ministério da Saúde comenta que “há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença”, mas ainda assim podem transmitir o vírus para outras pessoas.

A patologia tem várias fases. A primeira, chamada de aguda, se dá entre duas e quatro semanas após a infecção. Seus sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, incluindo febre e mal-estar.

O próximo período é o assintomático. Nele, o HIV está ativo, mas reproduz em níveis muito baixos, assim, o paciente pode não apresentar nenhum dos sintomas e nem ficar doente.

Com o frequente ataque do agressor, as células de defesa passam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. Os sinais mais comuns nesse estágio são febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento.

  1. A fase da infecção, a da Aids propriamente dita, ocorre quando o sistema imunológico está seriamente comprometido, permitindo o aparecimento de doenças oportunistas, como hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.
  2. A doença não tem cura, mas tem tratamento, com medicamentos antirretrovirais (ARV), que agem inibindo a multiplicação do vírus no organismo e, consequentemente, evitam o enfraquecimento do sistema imunológico.
  3. A melhor maneira de evitar a contaminação é a prevenção, incluindo o uso de preservativos e redução do risco de exposição.

HPV

  • O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que infecta pele ou mucosas (oral, genital ou anal), tanto de homens quanto de mulheres, e pode causar câncer de boca, esôfago, ânus, pênis, vulva, vagina e colo do útero.
  • Em muitos casos não apresenta sintomas, ficando latente de meses a anos — as manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e pessoas com imunidade baixa.
  • O Ministério da Saúde explica que a diminuição da resistência do organismo desencadeia a sua multiplicação e, como consequência, provoca o aparecimento de lesões.

Elas se apresentam como verrugas anogenitais (na região genital e no ânus), únicas ou múltiplas, de tamanho variável, achatadas ou papulosas (elevadas e sólidas). Em geral, são assintomáticas, mas é possível haver coceira no local.

Há ainda as lesões subclínicas, não visíveis ao olho nu. Essas acometem vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana. Menos frequentemente, aparecem em áreas extragenitais, como conjuntivas e mucosas nasal, oral e laríngea.

O tratamento, cujo objetivo é destruir as feridas, é feito de acordo com suas características, como extensão, quantidade e localização. Ele pode ser químico ou cirúrgico. Às vezes também se faz necessário o uso de estimuladores da imunidade.

  1. Vale destacar que esses procedimentos não eliminam o vírus e, por isso, as lesões podem reaparecer.
  2. O melhor método de prevenção é a vacina, ressaltando que ela não é um tratamento e não apresenta eficácia contra infecções já existentes.
  3. É distribuída gratuitamente pelo SUS e indicada para meninas de 9 a 14 anos, meninos de 11 a 14 anos, pessoas que vivem com HIV na faixa etária de 9 a 26 anos e transplantados na faixa etária de 9 a 26 anos.
  4. Além disso, é importante o uso de preservativo e a realização anual, no caso das mulheres, do exame papanicolau.

Sífilis

  • Causada pela bactéria Treponema pallidum, apresenta várias manifestações clínicas e diferentes fases.
  • Na primária, o principal sintoma é uma ferida, geralmente única, que aparece entre 10 e 90 dias após o contágio no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus e boca, por exemplo).
  • A lesão não dói, não coça, não arde e não tem pus, e pode ser acompanhada de ínguas (caroços) na virilha.

No estágio secundário, as manifestações se dão entre seis semanas e seis meses do surgimento e cicatrização da ferida inicial. Elas incluem manchas no corpo, febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas.

A fase seguinte, a latente, é assintomática e dividida em latente recente (menos de dois anos de infecção) e latente tardia (mais de dois anos de infecção). A última é a terciária, que pode surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção.

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Nela, costumam ocorrer lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas. Se não tratada, pode levar à morte.

A boa notícia é que a doença tem cura, com aplicação de penicilina benzatina (benzetacil).

O uso correto e regular da camisinha feminina e/ou masculina é a medida mais importante de prevenção, e o acompanhamento das gestantes e das parcerias sexuais durante o pré-natal contribui para o controle da sífilis congênita.

Tricomoníase

Seu causador é o protozoário Trichomonas vaginalis, encontrado com mais frequência na genitália feminina.

Na lista de sintomas estão corrimento amarelado, amarelo-esverdeado ou acinzentado, com mau cheiro. Às vezes também ocorre prurido, dor durante a relação sexual e sangramento após e dor ao urinar.

Nos homens, costuma ser assintomática, mas pode provocar uretrite, com secreção espumosa ou purulenta.

Facilitadora para a transmissão de outros agentes infecciosos agressivos, como gonorreia e clamídia — e, na gestação, quando não tratada, causadora de rompimento prematuro da bolsa —, a tricomoníase é tratada com antibióticos (via oral, creme vaginal ou óvulo).

A terapia deve ser realizada pelo casal, independentemente de o parceiro ter ou não sintomas. A prevenção, mais uma vez, é o uso de preservativo.

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Nitrato de miconazol: para que serve e como usar o creme ginecológico

O nitrato de miconazol é um medicamento com ação anti-fúngica, que é muito utilizado para o tratamento de infecções causadas por leveduras de fungos na pele ou mucosas.

Esta substância pode ser encontrada em farmácias, na forma de creme e loção, para o tratamento de infecções fúngicas da pele, e em creme ginecológico, para o tratamento da candidíase vaginal. 

O modo de uso do nitrato de miconazol depende da forma farmacêutica que o médico receitar, sendo que o creme ginecológico deve ser aplicado internamente, no canal vaginal, de preferência à noite, para que tenha maior eficácia. Saiba mais sobre outros tipos de nitrato de miconazol e como usar.

Como Aplicar Creme Vaginal: 10 Passos (com Imagens)

O nitrato de miconazol em creme vaginal, está indicado para o tratamento de infecções na vulva, vagina ou região perianal causadas pelo fungo Candida, chamada de Candidíase.

Geralmente, as infecções causadas por este fungo causam intensa coceira, vermelhidão, ardência e um corrimento vaginal branco grumoso. Saiba como identificar a candidíase. 

Como usar

O creme vaginal de nitrato de miconazol deve ser utilizado com os aplicadores contidos na embalagem junto com o creme, que têm uma capacidade para cerca de 5 g do medicamento. A utilização do medicamento deve seguir os seguintes passos:

  1. Preencher a parte interna do aplicador com o creme, adaptando-o no bico da bisnaga e apertando o seu fundo;
  2. Introduzir o aplicador delicadamente na vagina, o mais profundamente possível;
  3. Empurrar o êmbolo do aplicador para que este fique vazio e o creme seja depositado no fundo da vagina;
  4. Remover o aplicador;
  5. Descartar o aplicador, caso a embalagem contenha com a quantidade suficiente para o tratamento.

O creme deve ser usado de preferência à noite, por 14 dias seguidos, ou conforme orientação do médico.

Durante o tratamento, devem ser mantidas as medidas habituais de higiene e adotadas outras medidas, como manter a região íntima seca, evitar compartilhar toalhas, evitar o uso de roupas apertadas e sintéticas, evitar alimentos com açúcar e beber bastantes líquidos ao longo do dia. Saiba mais sobre o tratamento, receitas caseiras e cuidados durante o tratamento da candidíase. 

Possíveis efeitos colaterais

Apesar de ser raro, o nitrato de miconazol pode causar algumas reações, como irritação local, coceira e sensação de ardor e vermelhidão na pele, além de cólicas abdominais e urticária.

Quem não deve usar

Este medicamento é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade aos componentes da fórmula e não deve ser usado por grávidas ou lactantes sem recomendação do médico.

Clotrimazol Creme Vaginal 20 G Com 3 Aplicadores Genérico Medley

OURO

  • Este medicamento é indicado para o tratamento local de vaginite, infecção causada por fungos, geralmente do gênero Candida, localizada na área genital, cujo sintoma mais evidente é o aparecimento de corrimento.
  • Esse corrimento é caracterizado por ser esbranquiçado, semelhante ao aspecto de leite talhado e geralmente acompanhado de coceira.
  • Também é indicado para o tratamento local de vulvite, infecção localizada na área genital externa da mulher e em áreas próximas, e também de balanite, infecção localizada no pênis (glande e prepúcio) do parceiro sexual.

Como este medicamento funciona?

O Clotrimazol creme vaginal é um medicamento utilizado para tratar infecções da vagina causadas por fungos. A substância ativa, clotrimazol, inibe o crescimento e a multiplicação das células dos fungos e de algumas bactérias.

Após o início do tratamento, os primeiros sintomas de melhora geralmente ocorrem dentro de 3 a 5 dias. Consulte seu médico se os sintomas persistirem por mais de 7 dias.

  1. Após a lavagem das mãos, puxe completamente o êmbolo do aplicador até prender.
  2. Abra a bisnaga. Ajuste o aplicador à bisnaga, mantendo-o firmemente encaixado, e encha o aplicador, apertando cuidadosamente a bisnaga.
  1. Retire o aplicador da bisnaga. Introduza o aplicador profundamente na vagina, de preferência na posição deitada de costas e com as pernas ligeiramente dobradas. Empurre o êmbolo até esvaziar completamente o conteúdo do aplicador.
  1. Retire o aplicador sem puxar pelo êmbolo para evitar o retorno do creme. Jogue o aplicador fora.
  1. Não se deve efetuar este tratamento durante a menstruação.
  2. Não use absorventes internos, duchas intravaginais, espermicidas ou outros produtos vaginais durante o tratamento com este creme vaginal.
  3. É recomendado evitar relação sexual vaginal quando Clotrimazol creme vaginal é utilizado, porque a infecção pode ser transmitida para o seu parceiro e pode ser reduzida a efetividade e a ação dos métodos contraceptivos de barreira à base de látex, tais como preservativos e diafragma.

Posologia

Utilize Clotrimazol creme vaginal conforme instruções de aplicação a seguir. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas.

  • Introduza profundamente na vagina o aplicador preenchido com de creme vaginal (cerca de 5 g), uma vez por dia, à noite, ao deitar, durante 6 dias seguidos (para o creme vaginal 10 mg/g) ou 3 dias seguidos (para o creme vaginal 20 mg/g).
  • Recomenda-se a aplicação na posição deitada de costas e com as pernas ligeiramente dobradas.
  • Nos casos de infecção concomitante dos lábios vaginais e áreas próximas (vulvite por fungo do gênero Candida) é necessário também, além da aplicação vaginal, tratar estas áreas externas com creme vaginal.
  • O Clotrimazol creme vaginal também é adequado para o tratamento concomitante da inflamação da glande e do prepúcio do pênis causada por leveduras (balanite por fungo do gênero Candida) no parceiro sexual.

Para tratar a vulvite e/ou a balanite, aplicar uma camada fina do creme nas áreas afetadas duas a três vezes por dia (na mulher: órgãos genitais externos até ao ânus; no homem: glande e prepúcio do pênis), friccionando ligeiramente em seguida. Neste caso o creme deve ser aplicado por uma a duas semanas até o desaparecimento dos sintomas.

Duração do tratamento

Geralmente, há melhora nos sintomas causados pela infecção da vagina causada por fungos (como coceira, corrimento) dentro dos primeiros quatro dias após iniciar o tratamento.

Se os sintomas persistirem por mais de 7 dias ou caso retornem dentro de 2 meses você deve procurar orientação médica.

Infecções recorrentes podem indicar uma outra doença subjacente (doença que não se manifesta claramente). O tratamento não deve ser repetido sem orientação médica.

Para tratamento da vulvite da mulher ou da balanite do homem, o período de tratamento é de uma a duas semanas.

Se o tratamento for suspenso, os sintomas podem voltar porque a infecção fúngica provavelmente não foi completamente tratada.

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O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se esquecer de aplicar uma dose do creme vaginal à noite, pode aplicá-la durante a manhã do dia seguinte, sem todavia utilizar uma quantidade maior de creme do que a indicada. Simplesmente continue o tratamento como recomendado.

Este medicamento é contraindicado nos casos de alergia ao clotrimazol, ao álcool cetoestearílico e/ou a qualquer outro componente do medicamento.

Em caso de alergia anterior ao clotrimazol, consulte o seu médico.

Em caso de febre (38°C ou acima), dor no baixo abdômen, dor nas costas, corrimento vaginal mal cheiroso, náusea, hemorragia (sangramento) vaginal e/ou dor no ombro associada (pode estar relacionada a uma condição mais séria como endometriose) durante o uso do medicamento, consulte o seu médico.

Mantenha o medicamento fora do alcance das crianças. Evite o contato com os olhos. Não ingerir.

O álcool cetoestearílico pode causar reação local na pele (por ex.: dermatite de contato).

Os componentes da formulação do creme vaginal (especialmente os estearatos) podem reduzir a eficácia de métodos contraceptivos de barreira à base de látex (por exemplo, preservativos ou “camisinhas” e diafragmas) e podem, portanto, reduzir a ação contraceptiva desses produtos quando utilizados ao mesmo tempo. Este efeito é temporário e ocorre somente durante o tratamento.

Alteração na capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas

Nenhum efeito foi observado na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.

Gravidez e amamentação

O Clotrimazol creme vaginal não deve ser usado nos 3 primeiros meses de gravidez, exceto sob orientação médica.

Durante a gravidez, não se deve fazer uso de aplicadores vaginais, portanto o tratamento com Clotrimazol deve ser realizado somente com comprimido vaginal dose única, sem o uso de aplicador.

Embalagem com 35 g + 6 aplicadores descartáveis.

Creme vaginal de 20 mg/g

Embalagem com 20 g + 3 aplicadores descartáveis.

Composição

Cada grama de creme vaginal 10 mg contém

Clotrimazol 10 mg
Veículo* q.s.p. 1 g

Cada grama de creme vaginal 20 mg contém

Clotrimazol 20 mg
Veículo* q.s.p. 1 g

*Álcool benzílico, álcool cetoestearílico, estearato de sorbitana, palmitato de cetila, polissorbato 60, triglicerídeos de ácidos cáprico e caprílico, água purificada.

Nenhum risco de intoxicação aguda foi observado uma vez que é improvável que ocorra sobredose após aplicação tópica única vaginal ou dermatológica (aplicação sobre uma área extensa em condições favoráveis à absorção) ou ingestão oral inadvertida.

Não há antídoto específico.

As seguintes reações adversas foram relatadas associadas com a ingestão de sobredose aguda de Clotrimazol:

Desconforto abdominal, dor no abdômen superior, diarreia, mal-estar, náusea, vômito.

Código do produto: 5746
Marca: MEDLEY GENÉRICO
EAN: 7896422506434
Tipo de Medicamento: Genérico
Registro MS: 1832601670031
Classe Terapêutica: Antifúngicos Ginecológicos
Princípio Ativo: Clotrimazol

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Masturbação feminina: 10 passos para chegar ao prazer absoluto

Nada melhor do que alcançar o prazer usando o seu próprio corpo – e nós ajudamos a fazer isso da forma mais eficiente possível!

Quando o assunto é a masturbação feminina, não faltam dúvidas: como fazer? Posso usar brinquedos? É, amiga, os tempos mudaram, e se antes você ouvia a sua avó falar que se tocar era uma coisa errada, hoje em dia sabe muito bem que não há pecado nenhum em sentir prazer. Por isso que nós do taofeminino resolvemos criar O passo a passo da masturbação feminina (com “o” maiúsculo mesmo!) e ajudar você a obter o máximo de prazer com seu corpitcho:

Passo #1: livre-se dos velhos estigmas

Para que a masturbação feminina seja a mais proveitosa possível, esqueça tudo o que você já ouviu sobre o assunto e concentre-se apenas em descobrir o seu corpo.

“Remodele seus pensamentos e acredite que você pode se divertir.

Estamos em pleno século 21, você é independente, livre e merece sentir prazer tanto sozinha quanto acompanhada”, aconselha Elaine Pessini, do Vitória.

“Escolha um lugar tranquilo, com o celular desligado, onde ninguém vá atrapalhar ou interromper a sua intimidade”, é o que diz o sexólogo Amaury Mendes Jr., do Rio de Janeiro.

Passo #3: prepare-se para o seu momento

Coloque uma lingerie sexy, passe um perfume e sinta-se poderosa! Fique sensual para você mesma – quanto mais confiante se sentir, melhor será o seu momento. Também vale colocar uma música relaxante ou um filminho erótico para já ir entrando no clima da brincadeira.

Passo #4: lubrificantes, ativar!

O lubrificante não é um item indispensável na masturbação feminina, mas pode melhorar muito o atrito na hora H e, assim, potencializar o prazer.

Passo #5: comece a se tocar

O clitóris é o único órgão do corpo feminino criado especialmente para o prazer, logo, é o melhor lugar para começar a se tocar. “Passe os dedos em volta dele ou por toda a vagina para descobrir a melhor forma de se excitar.

Ao mesmo tempo em que faz isso, pense em alguma fantasia e mantenha o foco nas sensações que cada movimento oferece”, explica a sexóloga Walkiria Fernandes, de Belo Horizonte.

Não se esqueça de usar as duas mãos: uma para tocar o clitóris e a outra para simular penetrações – quanto maior o número de estímulos, mais tesão você sentirá.

Você tem pontos erógenos espalhados por todo o corpo, então não se esqueça deles durante a masturbação. A automassagem é uma boa forma de descobri-los, como explica Amaury: “Compre um creme ou óleo de sua preferência e comece a massageá-lo no seu corpo. Passe na região da virilha e espalhe pelo corpo sem pressa, percebendo quais pontos oferecem uma sensação melhor”.

Passo #7: posições valiosas

A masturbação feminina oferece várias possibilidades de posições. As mais comuns são deitada com a barriga para cima e sentada com as pernas dobradas, deixando o clitóris bem acessível. Mas, é claro, você sempre pode inovar e deixar a imaginação rolar solta – e, lembre-se: brinquedos e vibradores são sempre bem-vindos.

Passo #8: o universo ao seu redor

Travesseiros e chuveirinho são opções pra lá de válidas para dar aquele up no momento. No caso do primeiro, coloque-o entre as pernas e friccione-se em cima dele, como se estivesse cavalgando.

Já com o segundo, deixe a água ir de encontro ao clitóris e controle a intensidade do jato da forma que achar mais prazerosa. Algumas mulheres preferem jatos mais fortes, outras, menos intensos.

Se quiser intensificar o prazer, o conselho da Elaine é usar espumas para banho: “Elas são uma delícia porque deslizam bastante e ajudam o toque”.

Passo #9: a persistência é a fonte do prazer

Percebeu que certo movimento te deu mais prazer do que os demais? Insista nele. A repetição pode fazer com que você chegue às nuvens!

Passo #10: na frente daquela pessoa especial? Vale!

Sem essa de sentir vergonha: experimente se masturbar na frente da pessoa amada. A maioria das pessoas se excita ao ver seus parceiros se masturbando.

Que tal agora ver posições calientes do Kama Sutra pra usar com a pessoa amada?

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