Como apanhar um castor (com imagens)

Como Apanhar um Castor (com Imagens)Bosque destruído pelos castoresMaría Fernanda Menvielle

Em 1946, a Marinha da Argentina soltou 20 castores canadenses na Terra do Fogo (Patagônia), um arquipélago no extremo sul do país, para fomentar a indústria de produtos feitos com a pele desses animais. No entanto, a ideia não convenceu os escassos habitantes da inóspita ilha, que se converteu em um paraíso para os roedores: tinham florestas abundantes onde se alimentar, rios nos quais construir suas represas e nenhum predador natural – como ursos e lobos – à vista. Depois de 70 anos, o número de exemplares da espécie exótica invasora se multiplicou por 5.000 e levou à destruição de uma área de bosques equivalente a quase duas vezes o tamanho da cidade de Buenos Aires. O impacto da presença desses animais se assemelha ao da explosão de uma bomba. “O que antes era mata de galeria (floresta que forma corredores ao longo dos rios e áreas úmidas), agora é um campo com árvores cortadas, mortas e afogadas”, conta ao EL PAÍS o biólogo Andrés Schiavini, o integrante do Centro Austral de Investigações Científicas (Cadic) encarregado de um desafio titânico: erradicar os castores da Terra do Fogo para salvar as florestas nativas.

As árvores ribeirinhas do Hemisfério Norte, como os salgueiros e os álamos, voltam a brotar quando são cortadas por um castor. No entanto, as lengas, os ñires e os coigües, espécies nativas da Terra do Fogo, território compartilhado por Argentina e Chile, evoluíram sem este roedor, e morrem quando eles as cortam.

Seu crescimento é, além disso, muitíssimo mais lento: uma lenga leva entre 80 e 100 anos para alcançar 15 metros de altura.

E um castor demora apenas alguns poucos dias para derrubá-la, e, no caso de exemplares mais jovens, com troncos de entre 20 e 30 centímetros de diâmetro, são suficientes umas poucas horas de trabalho com seus dentes afiados.

Com os pequenos ramos cortados, esses roedores constroem represas perfeitas. Em seu habitat natural, no hemisfério norte, essas estruturas servem para proteger os castores de seus predadores, mas, na Patagônia, representam um sistema de defesa desnecessário. Além disso, causam a morte das raízes das árvores, que ficam submersas.

“Quando vi a vegetação me lembrou a Polônia na Segunda Guerra Mundial, quando todos os grandes bosques tinham sido bombardeados, incendiados e destruídos. O que aconteceu aqui? A presença do castor”, afirma o naturalista Claudio Bertonatti no documentário Castores: a Invasão do Fim do Mundo, de Pablo Chehebar e Nicolás Iacouzzi .

A população local tem uma relação ambígua com o animal invasor. Um dos principais atrativos turísticos da ilha é a Colina do Castor, e uma pessoa, vestida como o simpático mascote, distribui folhetos turísticos aos visitantes de Usuhaia.

Além disso, a carne do roedor pode ser encontrada em restaurantes da cidade, situada a 3.100 quilômetros ao sul de Buenos Aires. No entanto, as autoridades da Terra do Fogo o declararam “espécie nociva e prejudicial” em 2006. “Os danos não são apenas ambientais.

O castor gera também problemas de saúde, econômicos e culturais”, adverte o secretário de Política Ambiental, Mudança Climática e Desenvolvimento Sustentável do Governo argentino, Diego Moreno.

Esses roedores destroem pontes de madeira, obstruem tubulações para construir suas represas e são uma ameaça para o consumo de água porque podem transmitir doenças e parasitas através de sua urina ou excrementos que contaminam os rios.

As autoridades insistiram que os habitantes caçassem os animais e vendessem suas peles, mas a medida não funcionou porque ninguém se atrevia a adentrar zonas mais isoladas.

A redução das populações de castores em suas tocas também foi insuficiente.

A situação passou a ser considerada alarmante em 1994, quando o primeiro indivíduo foi visto no continente sul americano, e se tomou consciência de que se saíssem do arquipélago, o desastre seria muito maior.

Em 2008, a Argentina e o Chile assinaram um acordo binacional para a erradicação dos castores, e nos próximos meses se colocará em prática um projeto piloto. “Há uma ou duas colônias de castores por cada quilômetro de rio. Queremos retirar todos os animais, o mais rápido possível, de oito dessas áreas.

Acredito que podemos fazer isso em um mês e meio, mas é uma aproximação, porque é algo inédito”, esclarece Schiavini.

Ele estará à frente de uma equipe de 10 pessoas – preparadas para permanecer vários dias na floresta, enfrentando temperaturas muito baixas, e percorrer grandes distâncias – que usarão armadilhas para capturar e matar os animais de forma rápida, com um golpe na cabeça, segundo o especialista.

Na fase de teste, que servirá para calcular o tempo e o custo de uma erradicação completa, se estima a eliminação de entre 5.000 e 10.000 castores, ou seja, um máximo de 10% da população total, que supera 100.000 indivíduos. O projeto é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e conta com apoio financeiro da Organização das Nações Unidas (ONU).

A decisão é polêmica, mas está respaldada por organizações ambientalistas, como a Vida Silvestre. “Os castores são mais um exemplo da introdução de animais exóticos em nosso país, com fins econômicos, de entretenimento ou controle de pragas, que geram um grave problema de preservação”, afirma o diretor de Conservação da ONG, Manuel Jaramillo.

No total, há registros de mais de 400 espécies exóticas invasoras na Argentina. E Jaramillo denuncia, também, que elas colocam em perigo a fauna e a flora nativas e, nos casos extremos, provocam sua extinção.

“Infelizmente, apesar de terem tentado utilizar métodos não letais, nenhuma dessas técnicas foi bem-sucedida ao redor do mundo”, ressalta Jaramillo, que cita como exemplo a tentativa de controlar a taxa de natalidade dos cervos nos Estados Unidos. “Seria necessário fazer isso com pelo menos 80% da população (de castores), uma vez ao ano, durante 10 anos. Isso é inviável na Terra do Fogo”, especifica Jaramillo.

A estratégia elaborada para eliminar uma espécie exótica é inédita na Argentina, mas não no continente.

O Equador acabou com a praga de cabras nas Ilhas Galápagos – que devastaram a vegetação e deixaram as tartarugas gigantes à beira da extinção – com um sistema de caça realizado através de helicópteros.

A Argentina quer riscar os castores do mapa de seu território, e o projeto piloto permitirá saber se esse objetivo pode ser cumprido ou não.

Foram necessários quatro anos de mergulhos diários para capturar esta foto deste castor-europeu

Os paparazzi hoje em dia fazem de tudo para uma foto. Até mesmo mergulhar embaixo d’água todas as noites por quatro anos. Essa foto acima, compartilhada na bioGraphicnesta quarta-feira, mostra um faminto castor-europeu nadando com um ramo de álamo, a caminho de alimentar seus filhotes no Vale do Loire, na França. Outras pessoas já tiraram fotos de castores molhados antes (é a internet, afinal de contas), mas essa é bem excepcional. E, aparentemente, foi uma foto difícil de conseguir para o fotógrafo Louis-Marie Preau.

A bioGraphic escreve:

Levou quatro anos para capturar com sucesso essa cena íntima. Todas as noites, vestindo equipamentos de mergulho e pesos, ele deitava imóvel no leito do rio por duas a três horas.

Enfim, em uma noite, sua paciência foi recompensada.

Preau tinha acabado de mergulhar na água e de se posicionar quando esse (castor-europeu) adulto voltou com uma ramo de álamo recém-colhido para alimentar seus três filhotes.

O castor-europeu era comum antes de os humanos aparecerem, mas nós decidimos dizimar sua população, começando na era medieval. No começo do século XX, havia aproximadamente 1.

200 restantes, de acordo com a International Union for the Conservation of Nature.

Em sua maioria, os humanos caçaram os castores por sua pele, sua carne e seu castóreo, uma secreção das glândulas próximas aos seus bumbuns, usado como aromatizante de comida.

Porém, medidas de conservação trouxeram de volta, desde então, populações de castores-europeus. Hoje em dia, eles estão se expandindo rapidamente.

Os castores são legais por vários outros motivos além do seu traseiro aromatizante — como espécie-chave, eles têm um forte efeito no ambiente. Suas barragens podem criar pantanais de que outros animais dependem e até limpar a água e reduzir a erosão, de acordo com uma ficha informativa do órgão Animal Protection of New Mexico.

Enfim, vai lá alimentar seus filhotes, amiguinho.

Fonte: MSN.
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Red Dead Redemption 2 – Animais lendários e como derrotá-los

Os animais lendários em Red Dead Redemption 2 são algumas das criaturas mais poderosas que poderás encontrar na vida selvagem.

Eles requerem uma abordagem diferente quando comparados com as caçadas em busca de peles de outros animais, mas a essência é a mesma. No entanto, as recompensas são distintas – permitindo-te desbloquear Trinkets e Perks.

Nesta página:

Existe um total de 16 Animais Lendários em Red Dead Redemption 2, mas apenas 10 podem ser encontrados e caçados assim que completares o Capítulo Um e saíres da montanha. Três estão bloqueados em missões específicas da história ou fazem parte dos marcos do Hunting Challenge. Vê como funciona já a seguir:

  • Requisito para o lendário Urso pardo Bharati – Desbloqueado depois de completares a missão do Capítulo 2 Exit Pursued By a Bruised Ego
  • Requisito para o Bullgator Lendário – Presente na missão 'Country Pursuits' no Capítulo Quatro
  • Requisito para a Pantera Lendária Giaguaro – Desbloqueada assim que chegares a uma classificação de nove nos desafios Master Hunter

Mais três estão localizados na área a Sudoeste do mapa e só podem ser acedidos assim que a recompensa em Blackwatr tenha sido eliminada. Para o fazeres, tens que completar o Capítulo Seis e chegar ao Epílogo.

Podes pagar a recompensa nesta região, mas Blackwater corta esta área final e o mais provável é seres morto antes que a consigas atravessar. os tr~es Animais Lendários são:

  • Requisito para o Puma Lendário – Completa o Capítulo Seis para poderes aceder
  • Requisito para o Pronghorn Lendário – Completa o Capítulo Seis para poderes aceder
  • Requisito para o Bison Tatanka Lendário – Completa o Capítulo Seis para poderes aceder

Esta página contém uma lista com as localizações dos Animais Lendários em Red Dead Redemption 2 mas não penses que tens apenas de ir ao local e o animal em questão aparecerá – primeiro, tens que investigar o seu rasto antes de teres a oportunidade de a derrubares.

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Para o fazeres, entra na área em questão e o jogo irá informar-te que entraste no território de um Animal Lendário.

Agora começa a explorar a área até que um ponto de interrogação branco apareça no mini-mapa (descobrimos que circular num círculo irá fazer com que o mesmo apareça, eventualmente). Isto mostra a primeira pista que terás de seguir (com um total de três por animal). No modo Eagle Eye, poderás notar numa coluna de fumo dourado.

Segue as três pistas e estarás no caminho para capturar o Animal lendário. É importante que saibas que estas criaturas únicas não irão fazer spawn numa área com muita actividade mas descobrimos que criar um acampamento por perto resolve este assunto.

Seguem-se as localizações dos Animais Lendários que descobrimos até agora:

Mais em breve!

Localização do Animal Lendário: Cotorra Spring, Oeste de Bacchus Bridge.

Este Animal Lendário será uma luta difícil, principalmente porque está localizado numa área que é basicamente plana, sem muito cenário para usares a teu favor. Esta área é conhecida como Cotorra Springs e está a Noroeste da estação de Bacchus. A primeira pista que precisas está localizada acima da cabeça do lobo no mapa.

Segue as três pistas (esterco, pele e carcaça) e a luta começa. O lobo estará a patrulhar a Leste da pista da carcaça, então sobe o afloramento rochoso próximo, equipa a tua Sniper Rifle e procura pela tua presa.

Dispara contra a sua cabeça e o lobo deve estar longe o suficiente para não saber a tua localização, o que significa que podes disparar um segundo tiro. Este animal é / muito / resistente e pode matar-te mesmo quando está a mancar.

Usa Dead Eye com um shotgun caso ele te detecte.

Localização do Animal Lendário: Bluewater Marsh, norte de Lagras.

Esta área é cercada por pântanos e saberás que estás no sítio certo porque existirão muitos javalis normais. A primeira pista pode ser encontrada logo abaixo da imagem gigante do javali no mapa. Segue a primeira pista (estrume) até à segunda (paus quebrados) e finalmente a terceira (mais esterco).

O javali e si não é agressivo e não te atacará. Usa Dead Eye para o conseguires atordoar e o teu Arco / Sniper Rifle para disparares dois tiros na cabeça e abatê-lo. Este animal só pode ser esfolado no local da sua morte.

Localização do Animal Lendário: Este de Grizzlies, logo a Norte de O'Creagh's Run (depois de completares a missão 'Exit Pursued By a Bruised Ego' no Capítulo Dois).

O primeiro Animal Lendário apresentado através da história não é uma luta tão difícil quanto imaginas (bem, isto se souberes usar o ambiente a teu favor, é claro). A sua casa fica a Norte de O'Creagh Run, e a primeira pista pode ser encontrada perto do local onde ele quase te matou a ti e Hosea no Capítulo Dois.

Existem apenas / duas / pistas necessárias para localizares este Animal Lendário, ao invés das três usuais – então não comeces a correr depois da segunda pista ou vais tornar a tua posição óbvia.

A sua casa está localizada ao lado da montanha, por um caminho estreito. Sobe a pedra mostrada na imagem à esquerda do caminho, equipa a tua Sniper Rifle e acerta com um tiro na cabeça do urso que está no topo.

Vais precisar de quatro tiros para matá-lo mas se mantiveres nesse local, ele não será capaz de te apanhar.

Localização do Animal Lendário: Roanoke Ridge, na ponta Nordeste do mapa.

A tua primeira pista pode ser encontrada numa árvore fora do caminho, quando entras no território da besta a partir de Noroeste. Inspecciona-a, segue o trilho até um pouco de esterco e, finalmente, um pouco de pele.

O barulho em si não é muito agressivo, então usa Dead Eye ou simplesmente atinge-o com três ou quatro headshots com o teu Arco para derrubá-lo.

Localização do Animal Lendário: Cattail Pond, Oeste de Valentine.

A leste de Cattail Pond, encontrarás uma colina rochosa que denota o território deste Animal Lendário. A primeira pista é um pouco de estrume (como mostrado na imagem), que te levará a um hub de uma árvore a Sul. Finalmente, segue o caminho para encontrares algumas peles, que te levarão ao animal em si.

O carneiro patrulha uma colina próxima e foge assim que te cheira ou o atinges com um ataque não fatal. Um par de headshots com o teu Bow ajudará a derrubar este Animal Lendário.

Localização do Animal Lendário: Lake Isabella, na zona mais a Oeste de Grizzlies.

Precisarás de ir para a borda Norte do Lago Isabella para encontrares a primeira pista para este Animal Lendário (também ajuda se te agasalhares para esta caçada, pois a exposição ao frio irá drenar a tua saúde). A primeira pista é um pouco de pêlo numa pedra à beira da margem.

Existem alguns excrementos no topo de uma rocha, a leste da primeira pista. Vai para leste ao longo da costa para localizares alguns gravetos quebrados. O bisonte pode ser encontrado nas árvores à tua frente. Ele é duro, mas não tão agressivo, então usa uma Shotgun, Repeater ou Sniper Rifle para derrubá-lo.

Localização do Animal Lendário: Logo a Sudoeste de Butcher Creek.

O primeiro indício deste animal lendário pode ser encontrado na costa Sudoeste de Huron Glen. Inspecciona esses paus partidos e segue caminho até um pouco de esterco e depois mais alguns paus quebrados.

Regressa à costa e encontrarás o castor nas proximidades. Ele é fácil de matar, e um headshot bem colocado com o teu Arco será suficiente para matá-lo.

Localização do Animal Lendário: Noroeste de Strawberry.

O Veado Lendário está localizado em Big Valley, que pode ser encontrado a Noroeste de Strawberry. A primeira pista (pele) pode ser encontrada entre a borda preta da área e a figura do alce no mapa. Segue caminho até à segunda pista (esterco) e depois até a terceira (esterco de novo) antes que o caminho para a pedreira seja desbloqueado.

Embora este animal não seja agressivo, é extremamente rápido e tem uma área ampla para evadir. Há muitas árvores também, então pode ser difícil fazer um bom disparo. Certifica-te que usas Eagle Eye para seguires o trilho da cena e leva o teu tempo antes de acabares com essa besta passiva de uma vez por todas.

Localização do Animal Lendário: Scarlett Meadows, a Noroeste de Rhodes.

Em Scarlett Meadows, procura a primeira pista no topo de um corpo. Inspecciona o estrume e segue o rasto até um pouco de pele. Finalmente, continua caminho até uma carcaça de ovelha. O Animal Lendário em questão pode ser encontrado a vaguear pelo poço logo após o corpo da ovelha.

Este coiote não é muito grande e não representa uma grande ameaça, mas é rápido. Então deixa-o aproximar-se de uma das carcaças abaixo e usa a tua Sniper Rifle para derrubá-lo. Podes precisar de matá-lo com a tua faca quando chegares lá. Podes levar todo o corpo para um Trapper.

Localização do Animal Lendário: Logo a Este de Bacchus Station.

A primeira pista para este Animal Lendário pode ser encontrada na colina a Norte da linha de comboio que segue em direção à Estação de Bacchus a partir de leste. A primeira pista é um pouco de esterco, o que te levará a uma fricção numa árvore e, finalmente, um pouco de pele.

O elk em si não te vai atacar e, em vez disso, fugirá. Ele geralmente regressa, o que significa que tens de ser paciente e esperar para realizares alguns headshots com um arco ou Sniper Rifle.

Localização do Animal Lendário: Logo a Norte da vedação em Rhodes.

A Norte de Rodes, na área conhecida como Mattock Pond, encontrarás o território da Raposa Lendária. Esta é uma área altamente arborizada, então procura a primeira pista como mostramos na imagem acima. Segue as pistas (esterco, paus partidos e pêlo) antes de seguires pela encosta da colina até ao outro lado.

Na parte inferior da colina, encontrarás a raposa vagueando ao longo da costa. Apesar da raposa um dos animais mais pequenos que terás de caçar desta lista, ela é maior do que uma raposa comum e branca, sendo muito fácil de detectar. Acerta com um Arco ou Sniper Rifle antes de coleccionares as tuas recompensas.

Mais em breve!

Todos os animais lendários irão representar um desafio superior aos animais normais que estás habituado a caçar em Red Dead Redemption 2, e alguns poderão ser bem poderosos caso consigam deitar as suas patas em ti.

Felizmente, não tens que te preocupar em realizar Perfect Kils de maneira a obteres Peles Perfeitas. Cada animal lendário terá uma classificação de qualidade Perfeita, independentemente da forma como o derrubas.

Por isso, podes atirar dinamite, enchê-lo de balas do teu revólver ou outro qualquer meio que prefiras. O resultado final será sempre loot da mais alta qualidade. Contudo, vale a pena estares preparado antes de ires em busca destas infames bestas.

Primeiro, certifica-te que a tua barra de Dead Eye está preenchida na totalidade, para que possas contar com ela quando quiseres fazer uma emboscada ou fugir de uma ameaça.

Também ajuda se chegares ao rank quatro desta habilidade pois isso significa que podes identificar órgãos que serão fatais caso os atinjas. Não te esqueças também de equipares armas poderosas como o Arco com Setas Melhoradas ou Setas Envenenadas.

A Sniper Rife e a maioria das Shotgun são também muito úteis quando enfrentares Animais Lendários.

Por fim, lembra-te que algumas destas criaturas são únicas e só podem ser mortas uma vez. Não te esqueças de a esfolar imediatamente para adquirires a sua pele e qualquer item raro que possua (como garras, dentes e chifres) já que estes produtos são vitais para produzires Talismans.

Contudo, se não saqueares o animal lendário, os itens serão enviados automaticamente para o Trapper mais próximo.

  • Queres mais informações sobre o singleplayer de Red Dead Redemption 2? Confere todas as nossas páginas sobre o jogo já a seguir:
  • Red Dead Redemption 2: Easter Eggs e outros segredos
  • Red Dead Redemption 2 – lista dos cheat codes
  • Red Dead Redemption 2 – Truques e dicas
  • Red Dead Redemption 2 – Como desbloquear viagem rápida e outras formas de deslocação
  • Red Dead Redemption 2 – Tudo sobre o final do jogo
  • Red Dead Redemption 2 – níveis de vínculo com cavalos – como obter novos cavalos?
  • Red Dead Redemption 2: melhores armas e onde encontrar armas Rare e Unique
  • Red Dead Redemption 2 – Tudo sobre os Encontros Aleatórios
  • Red Dead Redemption 2 – todas as localizações das peças Killer Clue que encontramos até agora
  • Red Dead Redemption 2 – localizações dos Ossos de Dinossauro
  • Red Dead Redemption 2 – Onde podes encontrar o vampiro
  • Red Dead Redemption 2 – Animais lendários e como derrotá-los
  • Red Dead Redemption 2 – Onde encontrar e como domar o melhor cavalo do jogo
  • Red Dead Redemption 2 – lista de upgrades do acampamento – como desbloquear as Ferramentas de Couro
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Se queres seguir imediatamente para as caçadas dos Animais Lendários e não queers perder tempo, seguem-se algumas dicas que poderão ser bem úteis nestas missões:

  • Certifica-te que equipaste as armas certas do teu cavalo antes de começares a caçada.
  • Animais Lendários são sempre maiores que o exemplo normal da sua espécie, e a maioria possui a cor branca.
  • Certifica-te que tens Dead Eye, Saúde e Stamina no máximo. Ajuda se fortaleceres as três barras, especialmente quando fores à caça de ursos, lobos e pumas.
  • Não serás capaz de matar um Animal Lendário até teres seguido as pistas nos seus territórios. Alcança a última pista e a besta aparecerá.
  • Podes correr entre a segunda e terceira pista mas não te esqueças de te agachares quando estiveres a caçar o animal.
  • Se fores morto por um Animal Lendário, irás fazer respawn no mesmo local mas a besta fugiu. Regressa mais tarde para recomeçares a caçada.
  • Se começares a disparar contra outros animais antes de activares o Animal Lendário em si, podes bloquear a sua pista durante um pequeno período de tempo.
  • Nem todos os Animais Lendários podem ser transportados, o que significa que tens de o esfolar aí mesmo.
  • Certifica-te que tens espaço suficiente na tua mochila para carregares toda a carne, gordura animal e outros itens que adquiriste com cada caçada.
  • Se abandonares uma pele, ela será transferida para o Trapper e perderás a habilidade de a vender.
  • Leve as pelas para o Trapper para desbloquear roupas especiais.

Castores Ajudam a Combater as Alterações Climáticas

Em Puget Sound, os castores estão a ser reintroduzidos para aumentar a população de salmões. Como é que isso funciona?

O projeto é fantástico! Os juvenis do salmão não querem viver no canal principal ou arriscam-se a ser levados rio abaixo.

Os juvenis querem um ambiente menos agitado, um habitat de águas tranquilas, como uma piscina natural ou um remanso, onde seja possível manterem-se afastados da corrente e encontrarem alimento sem despender muita energia.

Ao abrandar a movimentação das águas, os castores criam estes habitats fantásticos para os juvenis do salmão.

Isto é particularmente importante para as tribos nativas que habitam a região noroeste dos Estados Unidos, sob a linha do Pacífico, que dependeram, desde sempre, das populações de salmão.

A movimentação dos salmões em todo o território americano decresceu como consequência das barragens, da sobrepesca e da perda de habitat.

Com a reintrodução de castores para recriar o habitat dos salmões, tribos como a Tulalip podem recuperar alguns dos peixes dos quais sempre dependeram e que são parte integrante das respetivas culturas.

Pode-se dizer que pôs as mãos na massa ao fazer pesquisa para o seu livro. Fale-nos sobre essa sua aventura de andar a cheirar os rabos dos castores.

[Ri] No projeto de Methow Beaver, eles tentam encontrar pares compatíveis de castores para realojar enquanto família. Desta forma, a adaptação dos castores é agilizada, e eles começam a erguer barragens exatamente como pretendem os coordenadores do projeto.

Muitas vezes, quando um castor é realojado sozinho, acontece ele começar a deambular pela zona à procura de uma parceira, e o mais certo é acabar comido por um urso ou um puma.

O projeto de Methow Beaver procura encontrar pares de castores compatíveis, tipo um serviço de encontros personalizado para castores. [ri]

Mas os castores não facilitam nada a tarefa de distinção de sexos. Os machos não têm órgãos genitais externos, o que faz todo sentido.

Quando se leva a vida a nadar entre pilhas de troncos e ramos, não dá muito jeito ter umas quantas partes penduradas, correndo o risco de serem repuxadas ou ficarem presas.

[ri] E, a menos que a fêmea esteja a amamentar, não se consegue afirmar com segurança qual o sexo de um castor.

A única forma de distinguir os sexos é usar os dedos para puxar para fora a glândula anal das partes inferiores do castor, espremer umas gotas da secreção que usam para marcar o território e cheirar.

Se o odor se assemelhar ao óleo do motor, é um macho; se cheirar a queijo, é fêmea. [ri] Eu cheirei dois castores, mas não consegui identificar com segurança os respetivos sexos.

O pessoal do projeto de Methow fazem-no sem qualquer dúvida e hesitação e usam este método para formar casais de castores compatíveis.

Conheceu um conjunto de pessoas fascinantes ao longo do processo. Fale-nos sobre Heidi Perryman e a sua organização Worth a Dam.

Heidi é uma pessoa fascinante, uma psicóloga infantil que não sabia muito sobre castores até estes aparecerem, em 2007, na baixa da cidade de Martinez, na Califórnia, onde vive.

Martinez situa-se na área da Baía de San Francisco, a antiga casa de John Muir, e, quando os castores apareceram na cidade, a primeira reação da comunidade foi eliminá-los, porque os proprietários da zona baixa temiam que os animais provocassem danos por inundações.

Não existiam quaisquer elementos que suportassem este receio, mas a reação imediata foi livrarem-se dos castores.

Heidi passou bastante tempo em deslocações aos ribeiros de Alhambra Creek, onde os castores viviam. Heidi filmou e criou um movimento para os salvar. Ao fazê-lo, esta psicóloga tornou-se numa das defensoras dos castores com maior conhecimento e crédito na matéria a nível nacional.

Atualmente, Heidi organiza um festival anual dedicado aos castores na baixa de Martinez.

Como consequência do seu movimento, a cidade rendeu-se aos castores e deixou-os viver, a par das várias gerações de descendentes, e hoje a cidade de Martinez é vista como um modelo de sã coexistência entre humanos e castores.

Muitas das principais autoridades que se preocupam com os castores são pessoas autodidatas, como Heidi.

Conheci antigos agentes imobiliários e médicos que se ocupavam de questões relacionadas com os castores, todo o género de pessoas que não tinham qualquer formação em biologia, mas que contactaram com estas criaturas extraordinárias e ficaram fascinados.

Há inclusive um grupo chamado The Beaver Believers, uma designação informal que os admiradores dos castores gostam de dar a si mesmos. Não é preciso ser-se um biólogo especialista na vida selvagem para se admirar os castores. Basta apenas que seja uma pessoa que passa tempo com estes animais e que admira a sua capacidade para transformar paisagens.

Outra figura carismática é Dave Rosgen, também conhecido por The Restoration Cowboy. Fale-nos sobre esta pessoa e o seu trabalho.

Dave Rosgen é talvez o profissional mais conhecido na área da recuperação e valorização ecológica e paisagística das linhas de água a nível nacional.

Rosgen usa um chapéu enorme e um cinto com fivela e é esse indivíduo conhecido do público em geral, muito seguro de si mesmo, que organiza workshops em todo o país, frequentados por milhares de profissionais do setor.

Em certas regiões, Rosgen é uma figura controversa, por recorrer, por vezes, a maquinaria pesada, como buldózeres, para redefinir o traçado das linhas de água.

Creio que todos os profissionais do setor têm um enorme respeito pelo trabalho de Rosgen, mas há alguns que veem nos castores uma alternativa às técnicas deste profissional.

Em vez de usar maquinaria pesada, é possível erguer barragens artificiais, semelhantes às dos castores, mais leves e menos onerosas, colocando uns quantos troncos sobre uma linha de água, atraindo os castores ao local e levando-os a assumir o controlo.

Rosgen é também ele um admirador de castores e, no seu estilo muito próprio, replica o engenho destes animais com recurso a maquinaria pesada. As abordagens das intervenções nas linhas de água sucedem-se, mas os castores estão cada vez mais na linha da frente da reabilitação de linhas de água degradadas na costa ocidental dos Estados Unidos.

A Grã-Bretanha também está a dar os primeiros passos na recuperação das linhas de água com o auxílio de castores. Fale-nos sobre a sua viagem às Terras Altas da Escócia e sobre o Scottish Beaver Trial.

Os castores foram dizimados até à extinção na Grã-Bretanha no final do século XVIII, mas nos últimos anos têm sido vários os esforços para reintroduzir os castores em Inglaterra e na Escócia, deslocando espécimes da Alemanha e da Noruega. Alguns destes esforços, como o projeto de parcerias The Scottish Beaver Trial, atuam sob o aval e apoio das entidades governamentais. Outros são menos transparentes.

Fui a Inglaterra no âmbito da divulgação do meu livro e vi ambos os comunicados oficiais, assim como as reintroduções não oficiais, e a imagem é bastante elucidativa! Na Escócia, há ainda alguma resistência entre os agricultores relativamente aos castores, mas o governo escocês reconheceu que se trata de uma espécie autóctone e está a tomar medidas para assegurar a proteção destes animais, pelo que os castores começam novamente e de forma gradual a ser uma parte integrante da paisagem escocesa.

Trata-se de uma questão importante para a Grã-Bretanha, porque é uma região com elevada precipitação e registo de inundações.

Existe um trabalho notável de investigação sobre as colónias de castores que foram reintroduzidas em Devon, no sudoeste de Inglaterra, e que revela que os lagos e as zonas húmidas são essenciais na mitigação dos danos provocados por inundações.

À medida que as inundações avançam rio abaixo, a água fica retida nos lagos, distribuindo-se para o exterior para as zonas húmidas circundantes.

A equipa de investigação de Exeter, em Devon, revelou que os castores engolem cerca de 30 por cento da água durante um forte aguaceiro típico na região. Por isso, muitas das reintroduções de castores no Reino Unido são hoje motivadas pela prevenção de danos provocados por inundações, que é uma função fantástica dos castores.

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Diga-nos, Ben, em breves palavras o que adora nos castores e aquilo que, no seu entender, lhes reserva o futuro.

Uma das coisas que adoro nos castores é que são animais pelos quais é fácil sentir empatia. Nós, humanos, adoramos reorganizar a paisagem em nosso redor para maximizar o nosso próprio sentido de proteção, e os castores fazem precisamente o mesmo! Eles são extraordinariamente engenhosos e empreendedores, e eu revejo-me nesse espírito.

Quanto àquilo que o futuro lhes reserva, creio que será muito positivo em vários aspetos. Eu cresci a montante da cidade de Nova Iorque, que foi em tempos um habitat de castores notável. Times Square foi outrora um pântano habitado por castores.

Mas, no início do século XX, a população destes animais foi completamente dizimada por caçadores de peles, pela poluição e pelo desenvolvimento urbanístico. Até que, em 2006, um castor regressou ao rio Bronx, que se tinha revelado incapaz de acolher qualquer forma de vida.

O castor chamava-se Jose, em honra do congressista Jose Serrano, o político local responsável pela recuperação do rio Bronx. Desde então, os castores têm descido até ao rio, e isso é um fator de esperança para muitas pessoas.

É um sinal de que somos capazes de reparar alguns dos nossos maiores erros ambientais.  

Nas minhas viagens, vi castores em áreas selvagens, como Yellowstone. Mas também vi muitos castores em lugares como a baixa da cidade de Martinez, na Califórnia.

Visitei inclusive uma colónia de castores perto do parque de estacionamento de um Wal-Mart, no estado de Utah! [ri] Os castores são animais que vivem muito bem na proximidade de humanos, e, se não interferirmos com a sua natureza, eles podem facilitar-nos a vida em muitos aspetos.

Fazendo uso das palavras de um cientista especialista em castores: “Temos de deixar os castores fazerem o seu trabalho, para que nos possam ajudar a resolver alguns dos nossos problemas ambientais mais graves.”

Esta entrevista foi editada por motivos de extensão e clareza.

Red Dead Redemption 2: como achar os 15 animais lendários

Consulte as fotos abaixo para saber o local exato onde os animais se escondem. Ao chegar no círculo com o número 1 das imagens, o jogo avisará que você está entrando na área de um animal lendário.

Em cada um dos círculos numerados posteriores é preciso colher um item em destaque para liberar os próximos passos da trilha, então siga nosso guia em ordem.

Pressione os botões L3 e R3 ao mesmo tempo para usar a Visão de Águia e destacar os itens no jogo.

Comece sua caçada em Cotorra Springs, pouco ao norte da Bacchus Bridge, ao noroeste da Bacchus Station, exatamente no ponto marcado pelo número um. Pegue o cocô de lobo neste ponto, e siga a trilha pelos números dois e três para encontrar o animal no fim do caminho.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Lobo lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Lobo lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

O javali é bem menos agressivo e perigoso que o lobo, e pode ser encontrado no pântano de Bluewater Marsh, pouco ao norte de Lagras. Há vários javalis comuns nos arredores, então dê um tiro certeiro assim que avistar o lendário de coloração diferente.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Javali lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Javali lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Urso cinza Bharati lendário

Não adianta procurá-lo de cara, pois antes é preciso concluir a missão “Exit Pursued by a Bruised Ego” (fuga seguida por um ego machucado) no capítulo dois da campanha principal. Depois disso, vá para o Grizzlies East, um pouco acima de O’Creagh Run no mapa, para encontrar o poderoso urso.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Urso cinza Bharati lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Urso cinza Bharati lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

No canto mais ao nordeste do mapa, em Roanoke Ridge, fica o esconderijo do alce lendário. Comece sua busca no ponto marcado na imagem abaixo, e então fique bem atento para sua trilha na grama.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Alce lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Alce lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

O carneiro exige bastante cuidado, já que ele fugirá assim que sentir o seu cheiro ou avistá-lo. Seja discreto e cuidadoso quando for procurá-lo em Cattail Pond, ao oeste de Valentine.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Carneiro lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Carneiro lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

No canto oeste de Grizzlies, vá para o lago congelado de Lake Isabella, a morada do exótico bisão. Comece a busca ao norte do lago, perto das pedras, e encontre o animal correndo próximo às árvores.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Bisão branco lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Bisão branco lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

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Ao sudoeste de Butcher Creek, vá para o canto inferior de Huron Glen. Este é um dos animais lendários mais fáceis de caçar em todo o jogo, pois ele não oferece muita resistência. Aproveite para poupar munição e mate-o com o arco e flecha.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Castor lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Castor lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Ao noroeste de Strawberry, vá para o Big Valley e prepare-se para perseguir uma criatura muito ligeira e arredia. Tenha paciência e só atire quando tiver certeza de que poderá causar dano letal ao animal.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Cervo lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Cervo lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Ao noroeste de Rhodes, dirija-se ao Scarlett Meadows e procure perto das pedras no terreno alto, com o cuidado de seguir as marcações do mapa em ordem. O cadáver de uma ovelha no ponto três indica que você está bem perto do habitat do coiote.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Coiote lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Coiote lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Ao leste da Bacchus Station, procure por um animal bem mais claro que os demais. Ele não tentará atacá-lo, mas pode fugir muito rápido quando se sentir ameaçado.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Veado lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Veado lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Em Rhodes, visite o Mattock Pond. O local é repleto de vegetação alta, então pode ser confuso encontrar a trilha da raposa. Siga atentamente nossas marcações no mapa para encontrar a raposa, que é maior que os outros membros de sua espécie.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Raposa lendária — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Raposa lendária — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

A caçada ao gigantesco jacaré só fica habilitada após começar o capítulo seis da campanha principal, então progrida na história até lá e, depois disso, viaje até Bayou Nova, ao oeste de Lakay. Ele é um dos inimigos mais fortes do jogo, por isso é melhor matá-lo com explosivos.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Jacaré lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Jacaré lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Ao sudeste de MacFarlane’s Ranch, acesse o Hennigan’s Stead, uma área bem aberta, o que facilita o encontro com o animal. Ele é bem parrudo e será preciso desferir vários tiros antes de ele tombar, então leve bastante munição para a caçada.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Bisão-americano lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Bisão-americano lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Procure pelo animal ao leste do Fort Mercer, em Rio Del Lobo Rock. Sua pelagem branca facilita bastante a caçada, assim como o fato de que o antílope é tranquilo e não irá atacá-lo até ser provocado. Tente desferir tiros letais de sniper de longe.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Antílope lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Antílope lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Ao oeste de Tumbleweed, em Gaptooth Ridge, é possível encontrar o mais feroz dos animais lendários. O puma tem ataques velozes muito fortes, então é uma boa ideia passar óleos e odores em seu corpo antes da luta para se camuflar e escapar dos sentidos aguçados do puma.

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Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Puma lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

Os 15 animais lendários de Red Dead Redemption 2: Puma lendário — Foto: Reprodução / Thomas Schulze

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