Como amarrar sapatilhas de ponta: 6 passos (com imagens)

Olá pessoal!

Continuando a falar sobre sapatilhas, hoje vamos falar das SAPATILHAS DE PONTA. Você sabe como escolher a sua? Qual a sua a marca preferida? Você sabe qual é a mais adequada ao seu tipo de pé?

Quando começamos a estudar sobre sapatilhas de ponta, é fato que vem tanta informação que não dá pra colocar isso em um post só, então falaremos vários posts sobre isso, no YouTube, no Instagram e dúvidas e sugestões são bem vindas também!

Vamos contar mais uma vez com as dicas da nossa querida professora e bailarina Claudia Carvalho, pra nos orientar melhor. É sempre MUITO IMPORTANTE ter acompanhamento de um PROFISSIONAL, pois experiência e conhecimentos das sapatilhas nunca é demais!

Pra começar, vamos ver como é a sapatilha de ponta por dentro?

Esse é um video legal do Dr. José Luiz Bastos Melo, fisioterapeuta especialista em dança, e consultor da Só Dança, explicando NA FABRICA como a sapatilha é feita!

Tem essa foto também que é um material da Gaynor, mostrando as sapatihas cortadas da Gaynor, Grishko e Freed por dentro:

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)foto por @naspontas

Bom, segundo a nossa Teacher amada, Claudia Carvalho: “a primeira coisa que você precisa para escolher uma sapatilha de ponta é conhecer o seu pé! Muitas pessoas acham que basta conhecer todas as marcas, tipos, numerações e materiais para escolher, mas isso não é suficiente, um estudo adequado do seu pé é essencial.”

Existem vários tipos de pés, romano, grego, egípcio, alemão, celta, etc., os quais definem sua ascendência e outras coisas mais. Mas tratando-se de ballet, sempre falamos de três tipos, quais sejam:

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

  • Pé Grego: é aquele pé meio largo, que tem o segundo dedo maior que os demais;
  • Pé Egípcio: é aquele pé que o dedão é o maior e os demais dedos vão diminuindo gradualmente como uma escadinha;
  • Pé Quadrado: é aquele que apresenta pelo menos três dedos do mesmo tamanho, geralmente dedão, segundo e terceiro dedos.

Claro que esse é um resumo minúsculo e grosseiro dos tipos de pé, mas depois faremos um post só pra eles, pois de fato eles merecem! Mas para hoje, vale só a introdução para vocês entenderem o quanto a anatomia do seu pé influencia na escolha da sapatilha, dos tamanhos das caixas, etc.

Vale ressaltar que há plantas largas e estreitas para os três tipo de pés, ok? E também devemos considerar os arcos, pois o seu “modelo e altura de arco” também serão cruciais para a escolha. Analise junto ao seu professor ou um profissional especializado se, de acordo com o seu arco plantar (arco do pé), você tem um pé chato, normal ou cavo.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Sabido isso, você conseguirá medir a projeção e a força do seu pé. Junto com essa característica e as duas acima mencionadas, tipo de pé e arco, você pode começar a entender melhor como uma sapatilha de ponta é capaz de ser confortável. (Isto é, na medida da perspectiva de conforto que as bailarinas vivem, é claro hahaha)

Há sapatilhas de ponta para todos os pés e gostos.  E não é só o formato ou a curvatura do pé que influenciam, a maneira como ele se comporta dentro da sapatiha de ponta pode ser o principal fato! Por isso é importante conhecer muito bem a anatomia do seu pé e como ele costuma funcionar, pois ao procurar sapatilhas, você irá se deparar com a maior variedade possível!

É sapatilhas com caixa larga para pé super cavo, ou estreito com pé chato, ou vice-versa, tipo de eixo, vertical ou horizontal, fortalecida ou não, pra arco baixo e pé largo, etc etc etc. Vamos falar um pouquinho de cada?

Mas uma observação importante: o ajuste de cada sapatilha é individual, pois cada um sabe de si, do seu conforto e segurança, mas deve sempre ser acompanhado de um especialista ou seu professor, para que não haja danos ortopédicos graves, principalmente tratando-se de crianças/adolescentes, com pé ainda em formação/fase de crescimento!

Para escolha da sapatilha, deve-se sim levar em consideração o conforto.

A sapatilha de ponta deve ser uma extensão do pé e deve ser confortável, por isso requer paciência também na hora de pesquisar e comprar, pois você deve provar umas 20 opções! A escolha mal feita da sapatilha de ponta pode causar dores que você nunca imaginou sentir, fora os prejuízos que não vemos de imediato.

Bom, feitas as considerações anatômicas, vamos às demais.

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MARCAS

Segue um resumo muito útil disponibilizado pela escola Bravo! Ballet, com algumas das marcas mais conhecidas de sapatilha de ponta. Claro que tem muitas outras, mas se formos falar disso aqui, acho que ficarei uns 4 anos estudando (talvez mais?).

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

A grande maioria dessas marcas tem muitas opções de modelos, larguras, formatos, etc., então é difícil especificar qual é a melhor ou ideal pra você, pois cada pé é um pé.

CORES

As sapatilhas de ponta mais usadas são as acetinadas nas cores rosa ou salmon bem clarinhas. Algumas bailarinas deixam opacas, ou até beges, dependendo do que irão dançar. Hoje em dia tem algumas marcas que produzem sapatilhas de ponta para peles morenas e negras, uma coisa revolucionária para o mercado do ballet!

Mas existem sapatilhas de várias cores, aliás, de todas as cores. A escolha vai depender da necessidade do uso, levando em conta anatomia e disponibilidade.

  • Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)
  • OBSERVAÇÕES
  • ELÁSTICOS E FITAS
  • Algumas sapatilhas de ponta vem com elástico e fitas descosturados, para que você mesma o faça, provando e ajustando ao seu pé.
  • Eles servem pra isso mesmo, pra sustentar, pra deixar a sapatilha bem sentada ao pé, sem correr o risco de escapar no meio de uma pirueta!
  • PONTEIRAS E DEDEIRAS

A questão da escolha das ponteiras é um pouco pessoal também, vai de acordo com seu conforto. Da mesma forma que ao invés de ponteira, há bailarinas que usam papel ou algodão.

  1. Há ponteiras de silicone e de tecido, desde as mais curtas que pegam só o dedo como também as mais longas, pra pessoas que, como eu, tem o pé super cheio de ossos saindo por todos os lados e joanetes também.
  2. Pra melhorar ainda mais, tem a ajuda dos protetores de dedo (dedeiras), que também podem ser de tecido ou silicone, ajudando a evitar o atrito entre os dedos.
  3. Agora vamos ao resumo das DICAS PARA ESCOLHER SUA SAPATILHA
  4. But first…
  5. Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

A primeira dica REAL é: saber se você está pronta! Isso só seu professor (a) pode avaliar, então confie no veredito dele!

Como há variedade de sapatilhas para todos os tipos de pé, vc deve saber que tipo de pé vc tem, de arco e também a força.

Se for sua primeira sapatilha, aconselhamos que você compre presencialmente! Vá a uma loja, acompanhada de sua professora ou um profissional especializado e faça muitas provas.

Faça o “teste do conforto possível”, que inclui tamanho e largura adequados. Você deve sempre fazer alguns movimentos basicos como um bom plié, tentar mexer os dedos, sentir se estão todos no chão ou se não ficam um por cima do outro. Mobilidade é algo necessário.

Quando achar que alguma está certa/confortável, siga as dicas da Tia Claudia: faça relevés, pliés, alongue o pé… esses movimentos simples são a base dos passos do ballet, então se já nessa hora começar a doer daqui, apertar dali, comer o calcanhar, etc., repense e prove outra!

Procure protetores pra deixar mais confortável, sejam ponteiras, dedeiras, algodão, esparadrapo, essa escolha é pessoal, depende de como você se sente segura e confortável.

Se você já usa pontas, deve provar com as coisas que você normalmente usa, seja dedeira, ponteira fina ou grossa, ou se é a primeira ponta, peça acompanhamento de seu professor ou um profissional especializado e teste todas as possibilidades de proteção com os modelos que vc gostar, para ter segurança da sua escolha.

Teamos aqui uma matéria muito legal, um resumo super prático, do site Dance Spirit, que traz “UMA SAPATILHA PARA CADA TIPO DE PÉ” e nós traduzimos pra vocês! Se quiserem ver o post original, basta clicar no link: http://www.dancespirit.com/get-the-look/shoe-every-foot-type/.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Claro que isso não é regra, ok? As pessoas são diferentes, pés diferentes, técnicas diferentes, etc. Presencialmente através do fitting é sempre o IDEAL, mas como a maioria das pessoas não tem acesso ao fitting ou à todas as marcas e modelos de sapatilhas, a gente tenta informar o máximo possível por aqui, né?

Por hoje é isso! Mas teremos muitos posts falando sobre sapatilha de ponta, pois é um assunto quase inesgotável!

  • Espero que vocês gostem.
  • Curtam e compartilhem, beijos!
  • Laura

A história da sapatilha de ponta

Olá bailarinos e bailarinas que acompanham o Tutu da Ju!

Hoje o assunto do post vai ser sobre um dos símbolos do ballet clássico: a sapatilha de ponta!

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Vcs sabem quem a inventou? Quem foi a primeira bailarina a usá-la? É sobre isso que vamos falar aqui.

De fato muitos estudiosos e amantes da dança discutem quem foi a primeira bailarina a dançar usando sapatilhas de ponta: Genevieve Gosselin, Amalia Brugnoli, Fanny Bias ou Marie Taglioni. Muitos creditam a última delas por esse feito, mas não é bem assim.

Marie Taglioni de fato tem sua importância, não se nega isso, mas se pesquisarmos mais a fundo vamos ver que ela não foi a primeira a dançar nas pontas. (Eu mesma aprendi isso nos meus recentes estudos sobre a história da dança no curso profissionalizante que estou fazendo).

Mas foi a partir dela dançando em “La Sylphide” que usar pontas ficou reconhecido como sinônimo de leveza.

Embora muitos achem que o ballet e a existência das sapatilhas de ponta andem juntos, não é bem assim. Muito antes das sapatilhas de ponta existirem, já existia o ballet.

Dançar nas pontas dos pés é uma técnica relativamente recente, e apenas uma parte muito pequena do que é o ballet. O trabalho de pontas tem apenas 200 anos de idade.

Pode parecer um longo tempo, mas considerando que o ballet existe há mais de 500 anos, não é nem a metade do tempo. Então, vamos aos detalhes desta história.

O ballet logo que começou não era dançado sequer com sapatilhas. Se dançava com sapatos de pequenos saltos e aos poucos eles foram substituídos pelas sapatilhas de ponta. Foi Marie Camargo quem tirou o saltos dos sapatos no período do reinado de Luis XIV para que os movimentos do ballet pudessem ser melhor executados.

O primeiro ballet de repertório foi “La Fille Mal Gardee” e mesmo ele na sua primeira versão nao foi dançado nas pontas. Datou este ballet do ano de 1789, mesmo ano do início da Revolução Francesa. Dançar nas pontas só viria depois.

Neste período vamos ter como um dos professores e também como diretor da Opera de Paris Carlo Blasis, que vai escrever um “Tratado elementar teórico e prático sobre a dança” em 1820, fazendo uma analise de técnicas de ballet.

Carlo Blasis é o primeiro a pensar no que seria um pas de deux. Segundo os ensinamentos de Blasis, em breve a dança evoluiria tanto que se dancaria nas pontas.

Mas ele não especifica se quem iria dançar nas pontas seria o homem, a mulher ou ambos.

Com ideias semelhantes a Blasis, Charles Didelot,  coreógrafo do Ballet Imperial Russo, que estudou em Paris com Jean Dauberval, seguindo seu estudo com Jean-Georges Noverre, em 1795 teria criado uma espécie de antecessor das sapatilhas de ponta e o chamou de “máquina voadora”, que levantou dançarinos, permitindo-lhes estar em seus dedos do pé antes de sair do chão, instituindo o uso de cabos e fios para dar a aparência de ausência de peso. Esta leveza e qualidade etérea foram bem recebidas pelo público e, como resultado, coreógrafos começaram a procurar maneiras de incorporar mais trabalho de ponta em suas peças.

Podemos ver, então, uma das curiosidades de quando a ponta foi criada: ela foi pensada apenas para personagens etéreos, como as “Sylphides” do ballet “La Sylphide” ou as “Willys” do ballet “Giselle“.

Quem interpretasse figuras humanas não usaria pontas, mas sapatos comuns.

Mas a grande diferença no que se refere ao uso das pontas nestes dois ballets é que em “La Sylphide” somente a primeira-bailarina usaria a sapatilha de ponta e em “Giselle” todo o corpo de baile a usaria no segundo ato.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Geneviève Gosselin estudou com Jean-François Coulon , que era um dos professores mais renomados da Europa na época.

 Tornou-se professor da “classe de perfeição” na Opéra de Paris em 1807 e também ajudou na produção de sapatilhas após 1810. Gosselin ingressou na Opéra de Paris em 1806 com a idade de quinze anos.

 Ela tinha excelente técnica e foi a primeira dançarina a desenvolver a arte de ser na ponta em 1813.

Em 1815, ela foi escalada como heroína em “Flore et Zéphire” , um dos primeiros balés românticos da época. O ballet foi coreografado por Charles Didelot , o principal coreógrafo do Ballet Imperial Russo. Didelot inventou a “máquina voadora”.

E por causa dela, Geneviève Gosselin poderia se apresentar em sapatilhas de ponta . Esta foi a primeira aparição de bailarinos na ponta. Gosselin só conseguiu se equilibrar por breves momentos nas sapatilhas de ponta (embora um crítico diga que ela se equilibrou por um minuto).

 Gosselin pavimentou o caminho para Amalia Brugnoli e Marie Taglioni , que muitas vezes recebe a maior parte do crédito por iniciar a tendência de sapatilhas de ponta. Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

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Na mesma época na Russia, Evdokia Istomina, também aluna de Didelot, também dançaria nas pontas. Ela estreou no Ballet Imperial Russo em 1815 para aclamação imediata e dançou vários ballets de Didelot.

Então, foram Genevieve e Evdokia a dançarem nas pontas primeiro.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Fanny Bias foi uma bailarina francesa da Opera de Paris e dançou nas pontas em 1821, vista em uma litogravura (tipo de pintura na pedra) da sua época também no mesmo papel do ballet “Flore et Zéphire” de Didelot.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Amalia Brugnoli foi uma bailarina italiana que dançou nas pontas pela primeira vez em 1822 com o ballet “La Fée et le Chevalier” ao lado de Armand Vestris.

Marie Taglioni a viu dançar, e embora ela fizesse coisas impressionantes nas pontas do pés, ela não achou sua performance graciosa porque “para se levantar na ponta, ela teve que fazer grandes esforços com os braços”.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Marie Taglioni, bailarina italiana, só dançou nas pontas em 1832 no ballet “La Sylphide” . Um ballet especialmente criado para ela por seu pai Philippe Taglioni. De fato foi ela quem aperfeiçoou e popularizou a dança na ponta do pé. A sua performance neste ballet foi fortemente aclamada pelo publico.

Ela se tornou a bailarina símbolo do ballet romântico e dançar nas pontas e foi graças a ela que a ponta se tornou sinônimo de leveza e desde então marca a diferença do homem (que ate hoje eh muito raro de usar pontas) e a mulher que vai sempre dançar nas pontas.

Agora, afirmar com toda certeza que foi ela quem usou a sapatilha de ponta primeiro, eh um erro.

Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)

Anna Pavlova foi uma bailarina russa do Ballet Imperial Russo no século XIX. Foi uma das bailarinas mais influentes e famosas do seu tempo que inclusive chegou a ter uma sobremesa com seu nome. Pavlova tinha particularmente um colo de pé muito arqueado, o que a deixou vulnerável a lesões ao dançar nas pontas.

Ela também tinha pés alongados e cônicos, resultando em excesso de pressão aos dedos grandes. Para compensar isso, ela inseriu solas de couro em suas sapatilhas como reforço extra, achatou e endureceu a área dos dedos formando uma caixa ou “box”. Como esta prática permitiu que a dança nas pontas ficasse mais fácil para ela,foi considerada por outras bailarinas como “trapaceira”.

Mas hoje isso que ela fez se tornou o novo desing das sapatilhas de ponta atuais.

E esses eram os ensinamentos que eu tinha para compartilhar com vcs a respeito da história da sapatilha de ponta.

Eh claro que todas essas bailarinas tiveram a sua importância na história e tem um argumento valido para serem apontadas como a primeira que usou. Por isso que até hoje se discute quem foi mesmo a primeira.

Mas até que se descubra algo novo, foram Genevieve Gosselin e Evdokia Istomina as primeiras deste feito.

Espero que tenham gostado!

Até o próximo post!

[VÍDEO] Calçando as sapatilhas de ponta! Confira dicas

Durante conversa com Na Ponta do PÉ, a bailarina e professora de dança Juliana Siqueira deu orientações na hora de calçar as pontas

Mais conversa sobre sapatilhas de ponta? Temos! A segunda parte (veja a primeira aqui) da nossa entrevista sobre sapatilha de ponta com a bailarina Juliana Siqueira, professora e autora do livro “Sobre as pontas dos pés”, foi com ela calçando as pontas!

Aproveitamos esse momento para perguntar a ela algumas dicas na hora de calçar as sapatilhas. Entre elas, procurar uma sapatilha que se ajuste bem ao tamanho e formato de cada pé, além de usar protetores, como ponteiras de silicone e enrolar os dedos com esparadrado.

A fita que amarra a sapatilha de ponta ao pé também é bem importante para conforto e segurança da bailarina. Segundo Juliana, as fitas que misturam pano com elástico ou as toda de elástico facilitam o movimento dos pés, comparada com as tradicionais fitas só de tecido.

Outro ponto importante ressaltando pela autora do livro “Sobre as pontas dos pés” foi amaciar bem as sapatilhas, o que bailarinas chamam de “quebrar as pontas”. Algumas já vêm com a estrutura mais curvada, mas todas precisam ser amaciadas. “Não é só tirar a sapatilha da caixa e ir dando piruetas, o que pode causa lesões, inclusive”, alerta. 

E dúvidas sobre quando começar a usar as sapatilhas de pontas? Leia também:  

Sapatilha de ponta: quando começar a usar? 

  • Como Amarrar Sapatilhas de Ponta: 6 Passos (com Imagens)Pontas de Juliana Siqueira | FOTO: Maíra Passos

* Publicação original de 06/03/20.

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