Como alterar a sua dieta para evitar pólipos intestinais

Como Alterar a sua Dieta para Evitar Pólipos Intestinais

Dor abdominal, perda de peso e vômitos podem ocorrer em casos mais avançados de câncer colorretal. Foto: derneuemann/Pixabay

O câncer colorretal, mais conhecido como câncer de intestino, é o terceiro mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. Para 2019, o órgão estima mais de 17 mil casos novos no sexo masculino e quase 19 mil, no feminino.

“A recomendação das sociedades de oncologia é que pessoas acima de 45 anos façam a colonoscopia, mesmo sem fatores de risco, pólipo (verruga) ou doença inflamatória.

Se estiver tudo normal, pode repetir o exame dentro de cinco anos.

Se identificar algum pólipo, repetir anualmente”, orienta Ricardo Carvalho, titular do departamento de tumores gastrointestinais da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A colonoscopia e o próprio câncer colorretal podem gerar um tabu entre as pessoas, embora a doença seja tão comum. Com vergonha de falar sobre o assunto, dúvidas sobre o diagnóstico, tratamento e possível cura podem surgir, então o E+ selecionou as pesquisas mais realizadas na internet sobre o tema e conversou com o oncologista para respondê-las.

Confira a seguir perguntas e respostas sobre o câncer colorretal:

O que é câncer colorretal?

É um tumor muito comum que acomete o intestino grosso e o reto. Também é o tumor mais comum que afeta o aparelho digestivo. É a terceira causa de morte nos Estados Unidos e a quarta no mundo.

Em 95% dos casos, o câncer colorretal é do tipo adenocarcinoma, mas há outros raros que vão ser determinados pela biópsia.

A idade mais comum em que ele ocorre é por volta dos 60 anos e 65 anos e a incidência é semelhante entre homens e mulheres.

Quais são as causas do câncer colorretal?

É uma doença multifatorial. Tem fator genético, mas com menor peso. Só o fato de ter um parente em primeiro grau com câncer colorretal faz com que a pessoa tenha duas vezes mais chances de desenvolver a doença. Outros fatores estão ligados a síndromes genéticas, mas são raras.

Há ainda fatores externos, ambientais, como obesidade (devido ao estado inflamatório que é uma agressão ao intestino), dietas com alta ingestão de carne vermelha, processados, industrializados (como presunto, salame, embutidos e enlatados) e pobres em frutas, vegetais e fibras.

Tabagismo e alcoolismo também são causas possíveis.

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Quais são os sintomas do câncer colorretal?

O câncer colorretal pode ser traiçoeiro porque muitas vezes começa com uma pequena lesão ou ferida no intestino, um pólipo (verruga), que não vai apresentar sintomas.

Para os sintomas começarem a aparecer, a lesão estará avançada e isso pode causar obstrução no intestino e dificultar a passagem das fezes ou se aprofundar nas camadas do intestino, provocando dor.

Os sintomas são sangramento nas fezes, alteração no calibre das fezes (muito finas ou diarreia não comum), alteração na frequência de ir ao banheiro, constipação. Ou seja, qualquer alteração no hábito intestinal. Pode ocorrer, ainda, dor abdominal, perda de peso e vômitos em casos mais avançados.

Como é feito o diagnóstico do câncer colorretal?

Com base nos sintomas, pede-se para fazer uma colonoscopia que, por meio de uma câmera introduzida pelo ânus, vai visualizar todo o intestino. Onde houve uma lesão, um pedaço é retirado para biópsia a fim de determinar se é câncer ou tumor benigno. Confirmando pela biópsia que é câncer colorretal, outros exames são necessários para ver se está em fase inicial ou se já tem metástase.

Quais os tratamentos para câncer colorretal?

Depende do estágio da doença. Pode envolver desde somente retirada de um pólipo, em que na minoria dos casos é possível fazer sem cirurgia. Em 80% dos casos, há estágio avançado e se faz cirurgia. Além disso, quando acomete também o reto, faz-se radioterapia.

Após o tratamento cirúrgico, pode fazer quimioterapia para diminuir a chance de o tumor voltar. Nos casos em que há metástase, o tratamento passa a ser paliativo, oferecendo maior qualidade de vida para o paciente e quimioterapia com novas drogas.

Nesses casos, a retirada do câncer pode ou não ser indicada.

Câncer colorretal tem cura?

É uma doença tratável e frequentemente curável. Mesmo nos casos de metástase, dependendo da extensão, é possível a cura. Com as técnicas modernas de tratamento, 20% dos pacientes metastáticos conseguem a cura, desde que tenham acesso. Nos anos 2000, quem tinha câncer metastático vivia cerca de 12 meses. Hoje, mesmo em situações incuráveis, há sobrevida de 40 meses.

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Exame de sangue detecta câncer de intestino? E tomografia?

Existe o exame de CEA, uma proteína que se eleva pela presença do tumor e é dosada no sangue. Quando está elevada, pode indicar um problema no intestino, não necessariamente câncer. Mas nem todo câncer no intestino eleva a CEA, o que dá uma alta taxa de resultados falso-negativos.

Ou o contrário: a pessoa pode ter a taxa elevada e não ser câncer de intestino, pois outras doenças também aumentam essa proteína. Então o exame de sangue não tem alto grau de confiabilidade. O melhor é fazer colonoscopia.

Já a tomografia consegue identificar presença de lesão em estágios avançados, mas não tem como recolher material para análise.

Lesão ou úlcera no intestino pode ser câncer?

Úlcera no intestino é uma das formas de apresentação do câncer colorretal, mas pode ser causada por vários fatores, com doenças inflamatórias intestinais até parasitose. Se a pessoa fez colonoscopia e tem úlcera, esta deve ir para biópsia e tem de aguardar o resultado.

Babosa cura câncer de intestino?

Isso é um mito. Até hoje não existe estudo que comprove que a babosa tem papel na cura no câncer de intestino.

Há estudos muito preliminares que indicam que pode ter algum efeito, mas não se sabe qual, em que concentração, se é tóxico para outros órgão. Até que se tenha uma maior elucidação sobre isso, nós desencorajamos quem tem câncer a recorrer a isso.

A  pessoa até pode, por crença, buscar outras alternativas, mas é importante não deixar de seguir a medicina convencional.

Há alimentos que curam o câncer de intestino?

A questão maior da dieta é a pessoa sob risco modificar o hábito alimentar, ingerir mais frutas, vegetais, verduras, fibras e fazer exercício físico. É mudar dieta para prevenir o tumor. Uma vez que a doença foi diagnosticada, vale o mesmo. Durante o tratamento, não tem muita restrição na dieta.

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Como Alterar a sua Dieta para Evitar Pólipos Intestinais

Os pólipos intestinais são lesões protuberantes que surgem na mucosa (revestimento interno) do intestino.  A maior preocupação no que se refere à presença do pólipo é a capacidade que alguns subtipos têm de evoluir para o câncer de intestino grosso. Como em geral os pólipos de intestino grosso são assintomáticos, apesar de poderem causar sangramento, e quando grandes, até mesmo a obstrução intestinal, a pesquisa através de métodos preventivos se faz necessária. De maneira geral, algumas informações são muito importantes para que a presença destes pólipos não cause pânico ou grande temor em algumas pessoas e familiares: (1) os pólipos são comuns, e estão presentes em 30 a 50% dos adultos; (2) nem todos os tipos de pólipo têm a capacidade de desenvolver o câncer de intestino; (3) são necessários alguns anos para que o pólipo se transforme em um tumor maligno, já que o mesmo é um tumor benigno; e (4) a maioria dos pólipos podem ser retirados completamente e com segurança através de endoscopias do intestino grosso (colonoscopia). O acompanhamento médico das pessoas que apresentaram pólipos dependerá do número, tamanho, localização e tipo das lesões.

Os pólipos são comuns em ambos os sexos, em todas as raças, e tem preferência por pessoas que vivem em centros industrializados, o que mostra uma clara associação entre o estilo de vida e dieta com o desenvolvimento dos pólipos.

Em relaçao ao estilo de vida, os pólipos são mais comuns em obesos, pessoas com dietas ricas em carne vermelha e gorduras, dietas pobres em fibras e em fumantes. A idade também é um fator importante para o surgimento dos pólipos, visto que mais de 90% dos tumores de intestino acontecem após os 50 anos (idade em que se inicia a pesquisa de pólipos e tumores).

Além disso, vale a pena ressaltar que os pólipos demoram em média 10 anos para se tornarem tumores malignos.

Outros fatores de risco são a história familiar e a genética, por isso deve ser dada atenção para a presença de pólipos de intestino e câncer em parentes próximos, principalmente jovens, e quando mais de 2 membros da mesma família foram acometidos (independentemente da idade). Como regra geral, a pesquisa de pólipos se inicia mais cedo em pessoas com história familiar de pólipos ou tumor maligno de intestino.

Os tipos de pólipos de intestino são o inflamatório, o hamartoma, o hiperplásico e o adenoma, sendo os dois últimos os mais comuns. Os pólipos hiperplásicos são geralmente pequenos e localizados na porção mais distal do intestino e reto. Os pólipos hiperplásicos não têm potencial de se tornarem tumores malignos.

Os adenomas são os pólipos mais comuns, tem uma clara relação com a idade, e representam dois terços dos pólipos intestinais, e são muito importantes pela sua capacidade de malignização tumoral. Os pólipos adenomatosos são classificados em tubulares, os túbulo-vilosos e os vilosos, sendo que a agressividade aumenta nesta ordem.

Apesar de aproximadamente quase todos os tumores de intestino surgirem a partir dos adenomas, apenas 1em 20 destes tipos de pólipos viram um câncer.

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Desta forma, o diagnóstico e a  retirada dos pólipos adenomatosos (adenomas) através da colonoscopia preventiva são as melhores condutas para se minimizar o risco de câncer de intestino.

É sabido e provado que esta conduta médica foi responsável pela diminuição do câncer intestinal nos Países que adotaram a colonoscopia como forma de check-up.

Por isso, procure um Proctologista e discuta a melhor maneira de se prevenir do câncer de intestino grosso, tendo ou não histórico familiar da doença.

Dados do autor:
Dr. Fernando Valério
Gastroenterologista, Nutrólogo e Proctologista
São Paulo, SP
Consultas: particulares e Omint

Como Alterar a sua Dieta para Evitar Pólipos Intestinais

E-CANCER – Câncer do Intestino Grosso

 

Introdução

O cólon e o reto são segmentos do intestino grosso. O cólon possui quatro partes. O cólon ascendente que termina no ceco, o cólon transverso, cólon descendente e o cólon sigmóide. Do sigmóide o intestino continua pelo reto que termina no canal anal.

O câncer coloretal é uma doença onde as células normais do cólon ou do reto param de funcionar adequadamente e começam a crescer descontroladamente. Se não tratadas ou removidas estas células tumorais crescem e se torna um tumor que pode alterar o funcionamento do cólon e do reto e pode se espalhar para outras partes do corpo.

O câncer coloretal pode se iniciar tanto no cólon quanto no reto.

A maioria destes tumores se inicia em pólipos que são formações não cancerosas que podem crescer na parede interna do intestino grosso com o envelhecimento.

Alguns tipos de pólipos eventualmente se tornam cancerosos e uma maneira de prevenir o aparecimento seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de se tornarem malignos.

A maioria dos tumores do intestino grosso são chamados de adenocarcinomas, pois se originam da camada que recobre internamente o intestino grosso. Outros tipos de tumores que podem aparecer no cólon ou reto são os tumores carcinóides, tumores do estroma gastrointestinal e linfomas.

Incidência

Entre 1979 e 2000, as taxas de câncer de cólon e reto apresentaram um aumento de 76,7% entre homens, passando de 2,44/100.000 para 4,32/100.000 e de 69% entre mulheres, passando de 2,80/100.000 para 4,75/100.000 .

Para o país como um todo, o número de óbitos esperados para o ano 2003, entre homens e mulheres são, respectivamente, 3.700 e 4.270, correspondendo a taxas brutas de mortalidade de 4,24/100.

000 (homens) e 4,73/100.000 (mulheres). O número estimado de casos novos em 2003 — 9.530 em homens e 10.545 em mulheres — reflete taxas brutas de incidência de 10,96/100.000 (homens) e 11,73/100.

000 (mulheres).

Mortalidade

No mundo o câncer de cólon e reto é a quarta neoplasia mais incidente em ambos os sexos. A sua mortalidade é considerada baixa. A sobrevida global em cinco anos é de 40-50% e não são observadas diferenças muito grandes entre países desenvolvidos e em desenvolvimento

No Brasil, este câncer figura entre as cinco primeiras causas de morte por câncer, tendo-se observado um aumento consistente de suas taxas de mortalidade ao longo das últimas décadas. Em relação ao número de casos novos, o câncer de cólon e reto se encontra em quinto lugar, entre os homens e o quarto, entre as mulheres.

Fatores de risco

As causas de câncer coloretal são desconhecidas, mas parece que alguns fatores podem elevar o risco de desenvolvimento da doença:

  • Idade: Este câncer atinge mais pessoas acima de 50 anos.

  • Pólipos: são estruturas que crescem dentro do intestino, que não são malignas, mas alguns tipos podem se transformar em câncer.

  • História de câncer: Mulheres que já tiveram câncer de ovário, útero ou mama têm mais chances de desenvolver a doença.

  • História familiar: Os pais, irmãos e filhos de uma pessoa com câncer colo retal possuem mais chances de ter a doença, principalmente se a pessoa que teve câncer o desenvolveu antes dos 60 anos. Famílias com condições hereditárias como a Polipose Adenomatosa Familiar ou o Câncer coloretal hereditário não polipótico possuem maior risco.

  • Enterocolite ulcerativa: nesta condição o cólon se inflama e úlceras aparecem na camada de revestimento interno do intestino grosso. Esta camada anormal é mais sujeita a transformações malignas.

  • Dieta: Uma dieta rica em frutas e verduras e baixa ingestão de carnes vermelhas ajuda a reduzir o risco. Alguns estudos mostraram que a suplementação de ácido fólico e cálcio ajudam a reduzir o risco também.

  • Constipação intestinal crônica: A baixa ingestão de fibras levando a um funcionamento preguiçoso do intestino aumenta o risco da doença.

  • Fumo: Cigarro, charuto ou cachimbo aumentam o risco de câncer coloretal.

  • Sedentarismo: Não se exercitar e ter altas taxas de gordura corporal aumentam o risco de câncer.

    É importante lembrar que o fato de ter algum desses fatores não significa que a pessoa desenvolverá câncer.

    Sinais de alerta

    Ficar alerta aos sintomas de câncer coloretal aumenta a possibilidade de um diagnóstico precoce, aumentando as chances do sucesso do tratamento. Sintomas que podem estar relacionados com um cancer colorectal incluem:

  • Uma alteração do hábitos intestinais

  • Diarréia, constipação ou sensação que o intestine não se esvaziou completamente por mais de uma semana

  • Sangue vivo ou escuro nas fezes

  • Fezes mais finas e estreitas que o usual (“fezes em fita”)

  • Desconforto abdominal incluindo cólicas, empachamento e excesso de gases.

  • Perda não intencional de peso

  • Anemia sem sangramento aparente em indivíduos acima de 50 anos

  • Cansaço constante e fadiga

    Estes sintomas podem ser causados por outras condições, mas é importante ir ao medico se você tiver algum destes sintomas presentes.

    Diagnóstico precoce

    É dificultado pela ocorrência tardia dos sintomas, e pelo preconceito que existe contra os métodos de diagnóstico. Existem vários exames disponíveis para rastrear o câncer coloretal. Porém a necessidade destes testes deve ser discutida com o médico.

    Toque retal: O medico faz o exame usando o dedo indicador para sentir áreas alteradas que possam ser suspeitas de câncer de reto.

    Teste de sangue oculto nas fezes: Um teste usado para checar se existe sangue não visível nas fezes, que podem indicar a presença de pólipos ou câncer.

    Sigmoidoscopia: Um aparelho chamado sigmoidoscópio é inserido no cólon e no cólon terminal para visualizar a presença de pólipos ou outras alterações. Durante este exame o medico pode retirar pólipos ou amostras de tecido para exame microscópico.

    Colonoscopia: Um aparelho chamado colonoscópio é inserido pelo reto e todo o cólon na procura por pólipos ou outras anormalidades. O médico pode retirar material para exame microscópico durante o procedimento.

    Enema baritado: Um enema contendo bário, que ajuda a delinear o cólon e o reto no raio-x, é dado ao paciente. Uma série de radiografias é então tirada e examinada para identificar falhas de preenchimento que podem ser pólipos ou tumores.

    Se houver a suspeita ou a visualização de lesão em algum dos exames acima, exames adicionais poderão ser realizados:

  • Biopsia. Neste procedimento o medico remove uma pequena amostra do tecido suspeito e o envia para exame microscópico, realizado pelo patologista. Somente a biópsia é capaz de dar diagnóstico definitivo de câncer.

  • Marcador tumoral. Um exame que mede os níveis no sangue de uma proteína chamada antígeno carcinoembrionário (CEA). Altos níveis de CEA podem indicar que o câncer é agressivo ou que já se espalhou para outros órgãos.

  • Exames de imagens:
       – Tomografia computadorizada: para checar se o câncer se espalhou pelo abdomen e/ou pélvis.
       – Ultrassom de abdomen para avaliação se houve comprometimento do fígado.
       – Raio X de tórax, para avaliar se o câncer atingiu o tórax

    Como se espalha

    O câncer coloretal espalha-se diretamente da mucosa através da parede muscular do intestino para tecidos subjacentes. O tumor pode se metastatizar para linfonodos próximos através de invasão de vasos linfáticos, e para o fígado, através da veia porta. Pode ainda apresentar metástases em outros órgãos, principalmente para pulmões, ossos e cérebro.

    Estadiamento

    Após o diagnóstico é necessário fazer uma avaliação da extensão do tumor, para programação do melhor tratamento possível. Esta avaliação é chamada estadiamento, e classifica os tumores nos estágios de 0 (zero) a IV (quatro), como vemos a seguir:

    Estágio 0: É também chamado de câncer in situ. As células tumorais estão somente na camada mais superficial (mucosa) do tecido que recobre internamente o intestino e o reto.

    Estágio I: O tumor ultrapassa a mucosa e infiltra a camada muscular do cólon e ou reto. Não há comprometimento de tecidos vizinhos ou linfonodos.

    • Estágio IIA: O tumor já infiltra toda a espessura da parede do cólon ou reto e pode infiltrar tecidos vizinhos, mas não atinge os linfonodos regionais.
    • Estágio IIB: O tumor já infiltra toda a espessura da parede do cólon ou reto e pode infiltrar órgãos próximos, mas não atinge os linfonodos regionais.
    • Estágio IIIA: O tumor já infiltra mucosa e a camada muscular do cólon ou reto e também atinge de 1 a três linfonodos regionais, mas não se espalhou para outras partes do corpo.
    • Estágio IIIB: O tumor infiltra tecido vizinhos ou órgãos nas proximidades além de 1 a 3 linfonodos regionais, mas não se espalhou para outras áreas do corpo.
    • Estágio IIIC: Qualquer tumor que já tenha se espalhado por 4 ou mais linfonodos, mas não atinge outras áreas do corpo.
    • Estágio IV: O tumor já atinge órgãos distante como pulmões ou fígado.

    Recorrência: Tumor recorrente significa que o tumor voltou após já ter sido tratado. A doença pode voltar no cólon ou no reto ou em outra área do corpo.

    Tratamento

    O tratamento para o câncer coloretal depende a localização e da extensão da doença. O tratamento é feito por equipe de várias especialidades que inclui um cirurgião gástrico, um oncologista clínico e um radioterapeuta.

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    Cirurgia

    O tratamento mais comum para o câncer coloretal é a cirurgia para retirada do tumor. Parte de tecidos saudáveis do colon ou reto atém de linfonodos regionais também são removidas.

    Se houver muitos danos ao colon o paciente pode vir a necessitar de uma colostomia, que é a abertura ou orifício no abdome o qual o cólon restante fica ligado, para eliminar resíduos fecais que são coletados por uma bolsa usada pelo paciente.

    Geralmente a colostomia é somente temporária mas em alguns casos pode ser permanente.

    Se o câncer é inicial (Estadio I ou II), a remoção cirúrgica do tumor é freqüentemente o único tratamento. Se houver reaparecimento do tumor, estaria aí indicada a radioterapia e/ou quimioterapia. O tratamento para o câncer in situ (Estádio 0) seria a simples retirada do pólipo, sem cirurgia de grande porte.

    Se o câncer já se encontra em estadio mais avançado (Estadio III) e compromete linfonodos regionais, além da cirurgia é necessário a complementação com a quimioterapia. A radioterapia também pode ser indicada dependendo da localização do tumor e se houve comprometimento de tecidos vizinhos.

    Quimioterapia

    A quimioterapia utiliza medicamentos para matar células tumorais. Ele pode ser feito após a cirurgia para matar qualquer célula tumoral que possa ter restado no local, ou em outros órgãos. Algumas medicações são dadas em forma de comprimidos por via oral e outras são injetadas na veia.

    Existem várias medicações e combinações de diferentes medicamentos para tratar o câncer coloretal. O oncologista clínico avaliará o melhor tratamento baseado nas características da doença e do paciente. A quimioterapia atinge células saudáveis também, podendo trazer efeitos colaterais importantes.

    Para saber sobre efeitos colaterais do tratamento, veja o nosso guia do paciente em quimioterapia.

    Radioterapia

    A radioterapia utiliza raios X de alta energia para matar células tumorais. É usada com bastante freqüência no câncer coloretal. Ele pode ser indicado antes da cirurgia para reduzir seu tamanho e facilitar a remoção do tumor, ou após a cirurgia para destruir as células tumorais que podem ter restado no local.

  • A radioterapia utiliza aparelhos que emitem raios para o local do corpo onde se localiza o tumor. Ela é feita por cinco dias na semana durante várias semanas e pode ser feita numa clínica ou num ambiente hospitalar.

    A radioterapia, assim com a quimioterapia, pode lesar células saudáveis também, levando a efeitos colaterais indesejados. Para saber mais sobre isso, veja nosso guia do paciente em radiotrerapia.

    Sobrevivência

    Em estágios iniciais, após tratamento cirúrgico, a sobrevida em 5 anos chega perto dos 100%. Em estágios mais avançados localmente, chega a 40%. Com doença metastática, esse índice cai para menos de 5%.

    Perguntas que podem ser feitas ao médico por quem tem este câncer

    • Quais são os sintomas do câncer de intestino?
    • Sangramento nas fezes sempre sugere câncer de intestino?
    • Posso ter uma vida normal depois de uma cirurgia de cólon?
    • Radioterapia deve ser utilizada?
    • Há algum tipo de dieta especial a ser feita? Existe alguma orientação especializada?
    • Quando a cirurgia é efetiva no caso de metástases para fígado e/ou pulmão?
    • Quando saberei se estou curado? Quanto tempo de acompanhamento deverei fazer, após o tratamento?Obrigado por me visitar. Se tiver dúvidas
      ou sugestões, mande uma mensagem
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      Câncer de Cólon e Reto – Prevenção

      • PREVENÇÃO DO CÂNCER DE CÓLON E RETO
      • Sinônimo:
      • Prevenção de câncer do intestino grosso e do reto.
      • O que é prevenção de um tipo de câncer?

      Prevenir o aparecimento de um tipo de câncer é diminuir as chances de que uma pessoa desenvolva essa doença através de ações que a afastem de fatores que propiciem o desarranjo celular que acontece nos estágios bem iniciais, quando apenas algumas poucas células estão sofrendo as agressões que podem transformá-las em malignas. São os chamados fatores de risco.

      1. Além disso, outra forma de prevenir o aparecimento de câncer é promover ações sabidamente benéficas à saúde como um todo e que, por motivos muitas vezes desconhecidos, estão menos associadas ao aparecimento desses tumores.
      2. Nem todos os cânceres têm estes fatores de risco e de proteção identificados e, entre os já reconhecidamente envolvidos, nem todos podem ser facilmente modificáveis, como a herança genética (história familiar), por exemplo.
      3. Como se faz prevenção no câncer de cólon?

      O tubo digestivo é composto de várias partes diferentes, começando pela boca, passando pelo esôfago, o estômago, o intestino delgado, o intestino grosso ou cólon, o reto e terminando no ânus.

      O cólon e o reto têm a função de absorver a água que é ingerida com os alimentos e transformar a massa de substância ingerida e não aproveitada pelo corpo em fezes para que seja eliminada. Essas duas porções do tubo digestivo são muito semelhantes no que diz respeito à sua camada que reveste o seu interior e a sua função.

      Assim, os tumores que acometem estas regiões são chamados, normalmente, de câncer colo-retal e tratados como uma única doença.

      Os tumores que crescem no cólon e no reto podem ser benignos (pólipos) ou malignos. Os tumores malignos têm um crescimento celular desordenado e têm a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo (as metástases).

      O câncer de cólon e reto, como a maioria dos tipos de câncer, têm fatores de risco identificáveis (para maiores informações sobre fatores de risco para esse tipo de câncer leia o artigo “Detecção Precoce do Câncer Colo-retal” neste site) . Alguns desses fatores de risco são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que cada pessoa tem a esse determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer.

      Há também os fatores de proteção. Ou seja, fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este tipo de câncer diminui. Entre esses fatores de proteção também há os que se podem modificar, se expondo mais a eles.

      Os fatores de risco para câncer de cólon e reto mais conhecidos e que podem ser modificados são: 

      DietaPessoas que ingerem alimentos ricos em gordura animal (carne, manteiga, leite integral, queijos, natas, banha, creme de leite, lingüiça, salame, presunto, pele de frango, carne gorda), pobre em cálcio e folatos, pobre em fibras vegetais e que consomem uma porção de bebida alcoólica por dia ou mais, têm mais possibilidade de desenvolver esse tipo de câncer. Comer uma dieta rica em fibras (cinco ou mais porções de frutas, legumes ou verduras por dia, incluindo sucos naturais) e pobre em gorduras é fator de proteção para o câncer de cólon e reto.
      Estilo de vidaPessoas sedentárias têm mais possibilidade de desenvolver esse tipo de câncer. Fazer exercício aeróbico regularmente e ter uma vida ativa do ponto de vista físico diminui as chances da pessoa desenvolver esse tipo de câncer. Converse com o seu médico qual o exercício mais adequado para você e com que freqüência.
      FumoFumar aumenta o risco em 2,5 vezes as chances de desenvolver esse tipo de câncer. Após aproximadamente 10 anos de abstinência ao fumo, a pessoa ex-fumante tem um risco semelhante de ter esse tipo de câncer ao de pessoas que nunca fumaram.
      Uso de anti-inflamatórios não esteróidesAlguns estudos demonstraram que pessoas que usam anti-inflamatórios comuns regularmente têm menos risco de desenvolver esse tipo de tumor. Corticóides, que também tem efeito anti-inflamatório, não têm essa mesma capacidade de diminuir o risco da pessoa de ter esse tipo de câncer.Converse com o seu médico sobre as vantagens e desvantagens pessoais que você teria de usar essas medicações para diminuir o seu risco de desenvolver câncer de cólon e reto.
      Pólipos intestinaisFazer colonoscopias regularmente após os 50 anos e remover pólipos da mucosa intestinais ou lesões suspeitas diminui as possibilidades de ter esse tipo de tumor, já que se sabe que muitos desses tumores se iniciam nessas lesões.O seu médico pode determinar a partir de que idade e com que freqüência você deve fazer esse exame. Para maiores informações sobre esse exame leia o artigo “Detecção Precoce do Câncer Colo-retal” nesse site.
      • Além disto, esses tumores podem ser diagnosticados precocemente de várias formas.
      • O exame oculto das fezes e os exames que vêem o intestino por dentro, como a colonoscopia, a retosigmoidoscopia e o enema opaco são os exames mais freqüentemente utilizados para se fazer um diagnóstico precoce desse tumor.
      • Quanto mais cedo o tumor é diagnosticado maiores são as chances de que ele não volte (recidiva) ou que se espalhe (metástases).
      • Perguntas que você pode fazer ao seu médico

      Jamais gostei de comer legumes e frutas. O que posso fazer para prevenir câncer de cólon?

      Minha mãe morreu de câncer no intestino. O que posso fazer para não ter esse câncer também?

      RECOMENDADO PARA VOCÊ

      Câncer de Cólon e Reto – Detecção Precoce  O exame oculto das fezes e os exames que vêem o intestino por dentro, como a colonoscopia e a retosigmoidoscopia são os exames mais frequentemente utilizados para se fazer um diagnóstico precoce desse tumor.

      Câncer de Cólon e Reto  São tumores malignos, cânceres freqüentes do aparelho digestivo (intestino grosso). Muitas vezes se desenvolvem sem sintomas que possam alertar os pacientes para um tratamento precoce; mas, assim mesmo, são cânceres que uma vez detectados podem apresentar um bom índice de cura.

      Sangramento Anal  O sangramento anal pode ser causado tanto pela ocorrência de hemorróidas como por outras doenças menos ou mais graves que a doença hemorroidária.

      Câncer de Ânus  Sangramento, dor, massa na região anal podem estar associados ao câncer de ânus. Mas em muitos casos o câncer de ânus não sangra, não dói e não se observa massa.

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      Constipação Intestinal  Para o paciente significa fezes excessivamente duras e pequenas, eliminadas infreqüentemente ou sob excessivo esforço defecatório

      Diarreia Crônica  Diarréia é a eliminação de fezes, predominantemente desmanchadas ou líquidas, não importa o número de vezes. É crônica quando ocorre por um período maior que 3 a 4 semanas.

      1. Sexo e Câncer  O surgimento de algum tipo de câncer na vida de uma pessoa é muito traumático, dadas as conseqüências físicas e emocionais desse tipo de doença e as limitações da medicina nesse campo ainda muito desconhecido.
      2. Colesterol e Fibras  Uma dieta rica em fibras, além de ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares, ajuda na prevenção do câncer de intestino grosso.
      3. Síndrome do Intestino Irritável  A causa não é bem conhecida e, portanto, não se sabe como, a partir de um certo momento, uma pessoa passa a apresentar os sintomas
      4. Sangramento Gastro-Intestinal  é a perda de sangue a partir de qualquer órgão do trato digestivo (esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso).

      Link : https://www.abcdasaude.com.br/cancerologia/cancer-de-colon-e-reto-prevencao | Data de Acesso : 12/06/2020 – Código do Conteúdo : Artigo 334 | Palavras-Chave : Câncer de Cólon e Reto – Prevenção – Cancerologia – sangramento anal, câncer de ânus, sexo e câncer, fibras, intestino irritável, , intestino grosso, desarranjo celular, alimentação saudável, intestino delgado , tubo digestivo, colo-retal, pólipos intestinais, tumores, gordura animal, bebida alcoólica , sedentarismo, fumo, tabagismo, exercícios, estilo de vida, fumantes , colonoscopia, detecção precoce , fatores de risco .

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      Gastroenterologista e Endoscopia – Vitória ES

      Câncer colorretal: o que é?

      Quando os médicos encontram esta doença cedo ela é altamente curável. Acontece quando células anormais crescem no intestino grosso (também chamado de cólon) ou no reto. Pode atingir homens e mulheres, e no Brasil é o segundo câncer mais frequente nas mulheres e o terceiro nos homens.

      O que são pólipos?

      São crescimentos no interior de seus intestinos. A maioria deles são inofensivos, mas alguns podem se transformar em câncer colorretal se não forem removidos cedo. Os dois tipos mais comuns de pólipos intestinais são adenomas e pólipos hiperplásicos. 

      • Fatores de risco que você não pode controlar:

      Algumas coisas que você simplesmente não pode ajudar, como:
      •    Sua idade – a maioria das pessoas com ele tem mais de 50 anos
      •    Pólipos ou Doença inflamatória intestinal

      •    Antecedentes familiares de câncer colorretal ou pólipos de cólon pré-cancerosos

      Fatores de risco que você pode controlar:
      Tente evitar esses fatores que podem aumentar suas chances de contrair a doença:
      •   Comer grande quantidade de carnes vermelhas ou processadas
      •    Obesidade (ter muita gordura em torno da cintura)
      •    Sedentarismo
      •    Fumar

      •    Uso pesado de álcool

      • Quais são os sintomas?

      O câncer colorretal não tem sinais de aviso prévio, por isso é importante ser pesquisado com colonoscopia. Encontrar cedo significa que é mais curável.

      À medida que a doença piora, você pode ver sangue nas fezes ou dor na barriga, problemas relacionados com o hábito intestinal, como constipação ou diarréia, perda de peso inexplicada ou fadiga.

      No momento em que esses sintomas aparecem, os tumores tendem a ser maiores e mais difíceis de tratar.

      Testes que detectam o câncer colorretal

      Testes de rastreamento são fundamentais para um diagnóstico precoce. A maioria das pessoas deve realizar uma colonoscopia a cada 10 anos, depois de completar 50 anos. Este teste usa um tubo com uma pequena câmera na ponta para olhar para todo o cólon e reto. Ele pode ajudar a prevenir câncer colorretal, encontrando tumores precocemente. O seu médico irá então remover os pólipos.

      Análises de sangue fecal

      O exame de sangue oculto nas fezes e o teste imunoquímico fecal podem mostrar se você tem sangue nas fezes, o que pode ser um sinal de câncer. Médicos geralmente recomendam esses testes a cada ano. Se suas amostras mostrarem sinais de sangue, você irá precisar de uma colonoscopia. 

      1. Prevenção do câncer colorretal com hábitos saudáveis

      Você pode tomar medidas para reduzir drasticamente suas chances de contrair a doença. Coma uma dieta saudável, faça exercícios regularmente e controle sua gordura corporal.

      Esses hábitos ajudam a prevenir os cânceres colorretais.

       
      A Sociedade Americana de Câncer recomenda uma dieta rica em frutas e vegetais, com redução de carne processada e vermelha, e com grãos inteiros em vez de grãos refinados. Isso irá ajudá-lo a manter um peso saudável.

      • Prevenção do câncer com exercício

      Os adultos que permanecem ativos parecem ter uma poderosa arma contra o câncer colorretal. Em um estudo, as pessoas mais ativas tiveram 24% menos probabilidade de ter a doença do que as menos ativas.

      Não importava se o que eles faziam era trabalhar ou brincar. 
      Recomenda-se realizar 150 minutos por semana de exercício moderado, como caminhar rápido, ou 75 minutos por semana de exercício vigoroso, como corrida.

      Tente distribuir sua atividade ao longo da semana.

      1. Para determinar se você está em risco de desenvolver pólipos ou câncer colorretal responda às seguintes perguntas, escolhendo “sim” ou “não”.
      2. Você tem 50 anos ou mais?
        ___ Sim     ___ Não

      A idade é um fator de risco muito significativo para o câncer colorretal : quanto mais idoso você estiver, maior será o risco. Com cada década passada, os pólipos colorretais e o câncer tornam-se mais comuns. Os cânceres são muito raros em pessoas com menos de 40 anos de idade, exceto quando há uma história familiar forte.

      Você já teve um pólipo ou câncer colorretal no passado?
      ___ Sim     ___ Não
      Se você teve pólipos colorretais ou câncer no passado, você tem um maior risco de ter mais pólipos ou ter uma recorrência do câncer.

      Alguém de sua família teve pólipos ou câncer colorretal?
      ___ Sim     ___ Não
      Às vezes, os genes anormais nas células que revestem o cólon, que permitem que os pólipos e cânceres se desenvolvam, são herdados.

      Quanto mais membros da família desenvolverem pólipos ou cânceres colorretais, maior será seu risco.

      Mas na maioria dos casos, os genes tornam-se anormais por acaso ou por causa de produtos químicos (cancerígenos) nos alimentos que ingerimos.

      Você come mais gorduras do que a fibra?

      ___ Sim     ___ Não
      Muitos fatores de estilo de vida têm sido associados a um maior risco de câncer colorretal. Estes incluem comer muita carne vermelha e gorduras animais, e não comer fibra suficiente ou legumes frescos. A obesidade e um estilo de vida sedentário também podem aumentar o risco.

      Você já teve doença inflamatória intestinal, como colite ulcerativa?
      ___ Sim     ___ Não
      Uma longa história (mais de oito anos) de colite ulcerativa ou, em menor grau, a Doença de Crohn pode contribuir para o risco de câncer colorretal.

      Você notou mudanças persistentes em seus hábitos intestinais?
      ___ Sim     ___ Não
      A presença de sintomas significa que você pode precisar de atenção além da triagem.

      O mais importante destes sintomas é sangramento retal, enquanto uma mudança notável em seus padrões de intestino também é um motivo de preocupação, por exemplo passar a ter o intestino ressecado.

      Se você desenvolver esses sintomas, ou tiver um ou mais fatores de risco, não demore em procurar atendimento médico.

      Você respondeu SIM a mais de uma pergunta?
      ___ Sim     ___ Não
      Ter uma combinação de fatores de risco  aumenta a chance de desenvolvimento de pólipos colorretais e câncer. Por exemplo, se você já teve um pólipo e descobriu que um parente próximo também teve um, seu status de risco aumenta. O status do risco pode mudar, portanto, e deve ser atualizado.

      Os resultados
      Se você respondeu sim a uma ou mais das perguntas acima, você está em risco de desenvolver pólipos ou cânceres colorretais.

      Você está em risco? O que você faz?
      Ao utilizar esse tempo para determinar o risco de câncer colorretal, você tomou um passo importante para preveni-lo. Agora, faça uma consulta com um gastroenterologista ou um cirurgião colorretal.

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