Como aliviar a dor da cólica biliar: 11 passos

X

Este artigo foi escrito em parceria com Luba Lee, FNP-BC, MS. Luba Lee é uma Enfermeira no Tennessee. Recebeu seu título em Enfermagem pela University of Tennessee em 2006.

Há 11 referências neste artigo. Você pode encontrá-las ao final da página.

A dor da cólica biliar é causada por um bloqueio na vesícula biliar, que geralmente ocorre devido à presença de cálculos no órgão.

Esse tipo de dor incômoda e constante pode durar até seis horas de uma vez, e é normalmente sentida na parte superior do abdômen.

Você pode ter dificuldade de aliviar essa dor persistente, principalmente se estiver com náusea ou meio doente. Embora o problema se resolva sozinho, você deve buscar ajuda médica se a dor for grave.

  1. 1

    Mantenha um peso corporal saudável através de dieta e exercícios. As pessoas obesas estão mais propensas a desenvolver cálculos biliares e a dor da cólica biliar.[1] Para evitar que a dor se agrave, tenha uma alimentação nutritiva e balanceada e exercite-se todos os dias para manter o peso corporal saudável.

  2. 2

    Coma alimentos ricos em vitaminas e minerais. Uma boa nutrição pode garantir o bom funcionamento do fígado e evitar complicações devido ao problema de saúde.

    Ter uma alimentação saudável também ajuda a controlar a dor da cólica biliar, evitando o agravamento da condição.

    Consuma muitos vegetais e frutas frescas nas refeições, assim como grãos integrais e fontes saudáveis de proteína, como frango, peixe e feijão.[2]

    • Crie um plano de refeições no começo da semana com pratos repletos de opções saudáveis. Faça compras para a semana e leve uma lista de ingredientes para saber o que comprar. Planeje as refeições e os lanches para fazer escolhas saudáveis quando comer em casa.
  3. 3

    Evite alimentos ricos em sal, gordura e açúcar. Os alimentos gordurosos podem ser difíceis de digerir devido aos problemas de cólica biliar. Também é importante evitar alimentos salgados e açucarados, como fast-food, porcarias e alimentos pré-embalados, pois eles podem sobrecarregar o sistema digestivo e agravar os problemas biliares.[3]

    • Não elimine gorduras, açúcares e sal completamente, pois você pode correr o risco de ter pouca energia. É só reduzir as quantidades em cada refeição.
  4. 4

    Não coma ostras ou moluscos crus. Tais alimentos contêm bactérias que podem causar problemas de saúde se você já tiver cólica biliar. Coma moluscos cozidos só por precaução.[4]

  5. 5

    Tome suplementos de vitaminas e minerais. A cólica biliar o coloca em risco de problemas ósseos, como osteoporose. Você também corre o risco de ter baixos níveis de vitaminas importantes, como a A, D, E e K. O consumo de suplementos de cálcio e de outras vitaminas deficientes ajudará o seu corpo a funcionar adequadamente apesar da cólica.[5]

    • Converse com o médico antes de tomar suplementos de vitaminas e minerais para verificar se são adequados para você.
    • Procure suplementos produzidos por um fornecedor confiável na internet ou em uma loja de produtos naturais.
  6. 6

    Evite fumar ou beber álcool. Fumar cigarros e tomar altas quantidades de álcool pode agravar a cólica biliar. Se fumar, tente parar ou reduzir o hábito. Tente tomar apenas uma ou duas bebidas por semana, no máximo, ou nenhuma.[6]

  1. 1

    Peça ao médico uma receita para analgésicos. O médico pode receitar analgésicos para reduzir a sua dor. Siga as instruções do profissional em relação à dosagem e nunca tome mais do que o recomendado.[7]

    • O médico pode receitar um analgésico opiáceo ou um anti-inflamatório.
    • Os analgésicos normalmente são sugeridos como uma solução temporária para a dor. Eles não devem ser consumidos regularmente ou em longo prazo, pois causam dependência.
  2. 2

    Converse com o médico sobre a terapia de dissolução oral. O tratamento envolve a ingestão regular de um medicamento que dissolve os cálculos biliares que estão causando a cólica. Embora a terapia seja ocasionalmente eficaz, geralmente não é recomendada pelos médicos devido à probabilidade de retorno dos cálculos biliares com o fim do tratamento.[8]

  3. 3

    Pergunte sobre fazer uma drenagem biliar para reduzir a dor. O procedimento é feito inserindo um tubo no ducto biliar para remover um bloqueio, como os cálculos. Você receberá uma anestesia geral durante o procedimento, que pode levar até quatro horas. A drenagem tem riscos mínimos e requer uma recuperação de uma ou duas semanas.[9]

    • O procedimento normalmente reduz a dor causada pela cólica biliar. No entanto, você precisará manter uma dieta e um estilo de vida saudáveis para que o problema não retorne.
  4. 4

    Discuta a cirurgia para remover a vesícula biliar se a sua condição for grave. O médico pode sugerir a remoção cirúrgica do órgão se a sua dor biliar for grave e estiver causando problemas sérios. O procedimento é chamado de laparoscopia e é feito com uma pequena incisão para remover a vesícula.[10]

    • O procedimento é largamente usado por pessoas que têm problemas de cálculos biliares, pois é uma forma segura e eficaz de lidar com a dor da cólica.
    • Se fizer uma colecistectomia laparoscópica, você normalmente pode ir para casa depois da cirurgia, pois o procedimento é minimamente invasivo. O tempo de recuperação é de uma semana.
    • Se fizer uma colecistectomia aberta, é necessário passar de dois a três dias no hospital e mais quatro a seis semanas de recuperação em casa.
  5. 5

    Fale com o médico sobre a litotripsia se não puder fazer cirurgia. Trata-se de um procedimento no qual ondas de ultrassom são usadas para degradar os cálculos biliares que estão causando a cólica. A litotripsia geralmente é feita em pessoas com a dor crônica de cólica biliar e não podem fazer a remoção cirúrgica da vesícula.[11]

  • Imprimir
  • Agradecer aos autores

Esta página foi acessada 998 vezes.

Técnica de 3 passos para eliminar as pedras na vesícula

Um ótimo remédio caseiro para eliminar pequenas pedras da vesícula é tomar 100 ml de água, de hora em hora, até tomar 2 litros de água ao longo do dia. Isso irá permitir que a vesícula relaxe, reduzindo assim a inflamação e a sensação dolorosa de pedra na vesícula.

Os sintomas de pedra na vesícula incluem vômitos, náuseas e dor no lado direito do abdômen ou das costas. As pedras podem ser tão pequenas como grãos de areia, podendo chegar ao tamanho de uma bola de golfe, por vezes pedras grandes só podem ser removidas com terapia de ondas de choque ou cirurgia, mas as pedras pequenas podem ser eliminadas com esse tratamento natural. 

  • Outros bons remédios caseiros para eliminar pequenas pedras na vesícula são:
  • 1. Óleo de rícino
  • O óleo de rícino é bom para vesícula porque ele ajuda a dissipar os gases em excesso. 
  • Como tomar: Beba 25 ml de óleo de rícino depois do jantar.

O óleo de rícino pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. Conheça esta planta medicinal e outras propriedades em: Rícino.

2. Chá de dente-de-leão

Tomar de 3 a 5 vezes ao dia o chá de dente-de-leão também contribui porque ajuda no combate aos problemas digestivos, atuando também sobre o fígado.

Como usar: Colocar 10 g de folhas secas de dente-de-leão numa xícara de água fervente, tampar e deixar repousar durante cerca de 10 minutos. Tomar a seguir, ainda morno.

3. Açafrão-da-índia

O Açafrão-da-índia, também conhecido como açafrão-da-terra ou tumérico, é uma outra planta medicinal que pode auxiliar a eliminar as pequenas pedrinhas e por ter ação anti-inflamatória ainda ajuda a combater a dor e a inflamação da vesícula e a desintoxicar o fígado. A curcumina presente nessa planta ainda auxilia a regeneração dos tecidos depois da cirurgia.

Como usar: Consumir diariamente 40 mg de curcumina em forma de cápsulas. Essa quantidade é capaz de reduzir em 50% o volume da vesícula biliar em poucos dias.

4. Tinturas para pedra na vesícula

As tinturas de plantas medicinais que podem ser usadas para ajudar a eliminar pequenas pedras na vesícula, são as que possuem propriedades carminativas, calmantes, antiespasmódicas e amargas. Dessa forma as melhores tinturas são as de Absinto, Belladonna, Valeriana e Camomila.

  1. Como usar: Tomar de 30 a 40 gotas da tintura em meio copo de água, e tomar depois das refeições.
  2. O que comer quando tiver pedra na vesícula
  3. Saiba mais sobre a alimentação nesse vídeo da nutricionista Tatiana Zanin: 
  4. Este tratamento caseiro não garante a cura e a eliminação total das pedras na vesícula, principalmente se forem grandes, por isso, é importante consultar o médico para orientar o tratamento adequado. Fonte: Tua Saúde*

Cólica biliar | CUF

A cólica biliar é a manifestação clínica da presença de cálculos (pedras) na vesícula.

Também conhecida por litíase, é uma condição frequente. Na Europa cerca de 10% das pessoas têm esta doença, sendo a mais comum das vias biliares. Em geral, é duas a três vezes mais prevalente na mulher do que no homem. A idade é importante e no género feminino varia entre os 5% e os 20% até aos 50 anos e de 25% a 30% após este limite etário.

A maior parte das pessoas, cerca de 80%, não apresenta queixas. Ao contrário do que se pensa, não podem ser atribuídos à litíase biliar as “más-digestões”, as gorduras, a azia, o aumento do gás intestinal, os enjoos, os vómitos ou as dores de cabeça.

O sintoma principal é a dor ou cólica na zona do “estômago” ou debaixo das costelas à direita, podendo estender-se para o lado esquerdo, para as costas, para o peito ou restante abdómen. Esta dor começa de repente, por vezes durante a noite, dura minutos ou horas. Por vezes são acompanhadas de enjoos, vómitos, suores e palidez.

O mal-estar deve-se ao entupimento do canal cístico ou da via biliar por um cálculo. 

Podem ocorrer complicações por inflamação da vesícula (colecistite), das vias biliares (colangite) ou do pâncreas (pancreatite). Nestes casos a dor pode ser mais forte e durar mais tempo. Pode ainda surgir febre e icterícia (“olhos amarelos”) e, em geral, obriga a internamento hospitalar.

A litíase biliar associa-se a um aumento do risco de cancro da vesícula. Contudo este tipo de carcinoma é raro.

A maioria dos cálculos formam-se na vesícula biliar, que é um pequeno saco localizado junto ao fígado, debaixo das costelas à direita. A vesícula biliar armazena a bílis, que é produzida no fígado; depois das refeições a vesícula contrai-se e a bílis passa para o duodeno através das vias biliares.

A bílis contém bilirrubina e colesterol. Estas substâncias podem “cristalizar” porque a bílis na vesícula fica mais concentrada. Pode verificar-se apenas a presença de múltiplos cristais que, quando se juntam, formam os cálculos.

A maior parte são de colesterol e formam-se quando a bílis está muito concentrada deste elemento ou a vesícula não esvazia adequadamente.

Pensa-se que os cálculos se formem quando existe um desequilíbrio nos diversos componentes da bílis, em especial quando esta contém demasiado colesterol ou pigmentos biliares.

Outra das causas é o mau funcionamento da vesícula biliar, com um esvaziamento lento ou incompleto durante a digestão. Podem também ocorrer cálculos de outra natureza, por exemplo de bilirrubina, em certas doenças e situações.

As principais causas de risco são a obesidade, a dieta com excesso de gorduras animais e poucos vegetais e fruta, a falta de exercício físico, a perda rápida de peso, que ocorrem em alguns tratamentos da obesidade, longos períodos de jejum, uso de hormonas e contracetivos.

Outros fatores são a idade (mais de 60 anos), maior prevalência no género feminino, litíase em familiares, gravidez, diabetes, anemias hemolíticas e cirrose do fígado.

O melhor exame é a ecografia abdominal. Mas pode também ser feita uma TAC abdominal. Muitos dos casos são diagnosticados em exames solicitados por outros motivos.

A presença de cálculos na vesícula não implica, obrigatoriamente, tratamento no caso de não existirem sintomas. Nesta situação, só muito raramente poderão surgir complicações.

A terapêutica está indicada na presença de sintomas, como a cólica biliar, ou outras complicações.

O tratamento está também aconselhado, mesmo na ausência de sintomas, em doentes diabéticos ou a tomar imunossupressores, na presença de uma vesícula calcificada, no caso de pacientes com residência ou viagens frequentes a países onde há maus cuidados de saúde, quando ocorre uma perda rápida de peso ou quando os cálculos se localizam nas vias biliares. A cirurgia para retirar a vesícula (colecistectomia) é o tratamento ideal da litíase vesicular. Pode ser feita por via “clássica” (por um corte na parede abdominal) ou via “laparoscópica”, em que os instrumentos entram no abdómen por pequenos orifícios. Esta é recomendada porque é menos dolorosa e de recuperação mais fácil. A falta da vesícula não causa problemas importantes.

Muito raramente são utilizadas outras terapêuticas para a dissolução dos cálculos com medicamentos ou por “ondas de choque”. Quando estes estão nas vias biliares, o tratamento deve ser tentado por exame endoscópico.

Passa pela prevenção de formação de cálculos, o que pode ser conseguido mediante a correção de alguns fatores de risco, como a obesidade, a dieta com excesso de gorduras animais e poucos vegetais e fruta, a falta de exercício físico, a perda rápida de peso, que ocorrem em alguns tratamentos da obesidade, longos períodos de jejum, uso de hormonas e contraceptivos.

  • Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia, 2006
  • Litíase Biliar Assintomática, WGO Practice Guidelines
  • Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva, 2012

Retirada da vesícula: afinal, como funciona a colecistectomia?

Você já ouviu falar em pedra na vesícula? A doença, que atinge cerca de 10% da população mundial, acontece devido ao acúmulo de cristais de colesterol na vesícula biliar, causando cólicas e problemas digestivos e as vezes complicações graves. Uma das principais formas de tratamento é por meio da cirurgia de colecistectomia, uma das mais realizadas no Brasil.

Apesar de ser um problema de saúde comum, muitas pessoas não sabem é que a pedra na vesícula e menosprezam seus cuidados ou meios de prevenção.

Caso não seja tratado, um caso simples de pedra na vesícula pode evoluir para colecistite aguda (processo inflamatório intenso com dor e, as vezes, infecção severa) ou até a migração do cálculo para a via biliar (ocasionado a icterícia – obstrução da via biliar com olhos amarelados e muitas repercussões importantes). Por isso, manter-se informado é muito importante.

Neste post, você vai saber como identificar problemas na vesícula, quando a cirurgia é indicada, como funciona esse procedimento e sua recuperação. Continue a leitura e esclareça suas dúvidas.

Quais são os sintomas de pedras na vesícula?

A presença de pedras é a principal razão para dores ou inflamações da vesícula biliar. A cólica biliar é a principal dor, que causa fortes incômodos no lado direito da barriga. Na maioria das vezes, esses dores seguem para as costas.

Geralmente, essa dor surge entre 30 minutos e uma hora depois da refeição. Após a digestão dos alimentos, o desconforto é minimizado, já que a vesícula não é mais estimulada para liberação da bile.

Além da cólica, outros sintomas são diarreia, perda de apetite, coloração amarelada na pele e nos olhos, enjoos e vômitos e febre. No entanto, não são todos os pacientes que conseguem ter esses sintomas.

A doença também pode ser identificada por meio de exames de rotina. Por isso, é importante manter contato com um profissional para que o problema seja identificado desde o início avaliar o estágio em que está a doença e planejar junto com paciente a melhor conduta. Mais frequente nas mulheres que nos homens (razão aproximada de 3:1). Tendo fator hereditário forte.

Quando a colecistectomia é indicada?

Para tratar a pedra na vesícula, é comum que os médicos indiquem a colecistectomia, cirurgia que retira a vesícula biliar e elimina a inflamação na região, para tratar ou até prevenir as complicações Mas você sabe em quais casos essa cirurgia é indicada?

A colecistectomia é indicada quando a região do abdômen fica inflamada devido à pedra na vesícula — que é diagnosticada geralmente após uma ultrassonografia — e, mesmo depois da aplicação do remédio, a inflamação não é eliminada totalmente. Isso deixa o paciente debilitado e causa um desconforto para fechar o canal da bile, o que atrapalha na realização das atividades diárias além de aumentar o risco gradativamente de desenvolver uma complicação.

Se houver uma infecção e/ou migração dos cálculos para a via da bile, o paciente pode ainda apresentar uma coloração amarelada nos olhos e na pele. Isso porque a bile acabou misturando-se ao sangue e causou essa alteração. Além disso, também ser responsável por escurecer a urina e clarear o tom das fezes.

Como a colecistectomia funciona?

A cirurgia de colecistectomia costuma ser rápida, com duração de, em média, 45 minutos, quando não há nenhuma complicação e ocorre de forma programada. Seu tempo de recuperação para voltar às atividades normais pode girar em torno de uma a duas semanas, e o período de repouso dura de um a dois dias. Há duas formas de realizar esse procedimento cirúrgico.

Uma é feita via videolaparoscopia, que é o tipo de procedimento mais frequente e tem o mesmo resultado final da cirurgia tradicional.

Esse procedimento também é conhecido popularmente como cirurgia a laser e é feito por meio de três a quatro furos no abdômen, em que o médico introduz o material e uma pequena câmera para que o procedimento sofra menos manipulações e cortes.

 Isso a torna uma cirurgia de recuperação mais rápida (tempo de internação menor e retorno às atividades mais rápido), menos dolorosa (utilizando menos medicamentos), com cicatrizes menores e com menos complicações (p.ex: infecções na ferida, hérnias).

Já a cirurgia convencional — também conhecida como cirurgia aberta ou com corte — realiza um corte maior para que a vesícula seja retirada. Por isso, seu tempo de recuperação costuma ser mais demorado (maior tempo de internação), a cicatriz também se torna mais visível e algumas complicações são mais frequentes e quando ocorrem vêm com maior intensidade (p.ex:
infecções na ferida, hérnias).

Como é a recuperação da colecistectomia?

Ambas utilizam anestesia geral e costumam necessitar de um ou dois dias de internação. Porém, caso o seu abdômen esteja muito inchado — o que é possível de acontecer pelas complicações da pedra na vesícula, como a pancreatite e a colangite —, talvez seja preciso de um tempo maior de recuperação.

Se esse tempo for superior a três dias, os médicos podem realizar fisioterapia ainda no hospital para garantir uma boa movimentação do corpo e evitar problemas respiratórios.

Mas, de modo geral, o tempo de recuperação da colecistectomia é de aproximadamente uma semana.

Em pouco tempo, o paciente já pode voltar a realizar suas atividades diárias e, em alguns casos, a alta é oferecida no mesmo dia.

As dores do pós-operatório não costumam ser muitas, já que o procedimento mais utilizado é a videolaparoscopia, que realiza poucos cortes e manipulações.

Ainda assim, os médicos envolvidos no processo podem recomendar uma dieta leve nos primeiros dias. Isso significa que você deverá fugir dos alimentos gordurosos na primeira semana após a cirurgia.

Após esse período, normalmente, os pacientes já podem se alimentar sem grandes restrições.

Que tipos de cuidados devem ser tomados pelo paciente no pré-operatório?

Assim que o diagnóstico da pedra na vesícula é conhecido, o mais recomendado é que os pacientes não prolonguem o tempo para marcar a cirurgia. À medida que o tempo passa, a pedra pode se deslocar para o canal do fígado e causar coledocolitíase — uma doença que consiste na dilatação por obstrução, causada pelo cálculo que pode ocorrer em qualquer área da árvore biliar.

Para aquelas pessoas que tiveram parentes de primeiro grau que sofreram complicações de pedra na vesícula devem ficar ainda mais atentas e realizar uma ultrassonografia do abdômen anualmente. Principalmente para o caso das mulheres que já passaram por uma gravidez.

Agora que você já conhece os incômodos que a pedra na vesícula pode causar e como a cirurgia de colecistectomia pode ajudar, não demore em realizar exames para diagnosticar o problema. Caso seja necessário, entre em contato conosco e agende uma visita.

  • Dr. Hamilton Valério de Carvalho Fontes
  • Especialidade: Gastroenterologia / Cirurgia Digestiva
  • CRM 2366/PI

Cólica Biliar

  • CÁLCULOS BILIARES, CÓLICA BILIAR, COLECISTITE AGUDA
  • Sinônimos e nomes populares:
  • Colelitíase, calculose biliar; cólica de vesícula, cólica de fígado, pedra na vesícula.

O que é? 

Cálculos biliares
São “pedras” formadas dentro da vesícula ou nos canais biliares.
Cólica biliar
É a dor provocada pela obstrução total ou parcial dos canais que conduzem a bile.
Colecistite aguda
É a inflamação da vesícula biliar provocada, geralmente, por cálculos.

Como se desenvolve?

O fígado fabrica a bile, um líquido amarelado com 85 a 95% de água, que contém, principalmente, colesterol (não relacionado ao do sangue), lecitina e ácidos biliares.

A bile flui do fígado para o duodeno (primeira porção do intestino delgado) no qual ajuda na digestão dos alimentos. Uma parte da secreção biliar, no trajeto, primeiramente, entra na vesícula, sofrendo um processo de concentração.

Quando algum componente da bile sofre uma modificação química ou de quantidade, pode acontecer a formação e a precipitação de microcristais, na grande maioria das vezes, dentro da vesícula biliar. Estes vão crescendo pelo acúmulo de novas camadas podendo alcançar milímetros a centímetros de diâmetro.

Quando a comida sai do estômago para o intestino, a vesícula sofre uma contração reflexa, liberando a bile lá concentrada. Essa contração e o conseqüente fluxo biliar podem mobilizar os cálculos. Esses podem trancar no caminho, logo na saída da vesícula ou no primeiro e fino canal de drenagem, chamado de cístico.

Menos freqüentemente, o cálculo tem dificuldade de passar no canal seguinte, de maior diâmetro, conhecido por colédoco. Esse traz a bile que vem do fígado e segue até o duodeno, terminando num tipo de válvula, a Papila de Vater, na qual também a pedra pode ficar impactada.

Cabe assinalar que em direção desta papila converge o Canal de Wirsung, transportando o suco pancreático. Isso permite compreender uma parte do mecanismo da inflamação pancreática reativa (Pancreatite Aguda Biliar) à presença ou à passagem do cálculo biliar nessa região.

  1. As dificuldades de trânsito dos cálculos através dos canais biliares e a conseqüente obstrução parcial ou total do fluxo de bile podem determinar a dor da assim chamada cólica biliar.
  2. Os cálculos estão presentes ao redor de 10 a 20% dos adultos entre 35 e 65 anos, predominando entre as mulheres que estiveram grávidas, as que têm excesso de peso e as usuárias de hormônios estrógenos e de pílulas anticoncepcionais.
  3. Pessoas com Diabete Melito e Cirrose estão mais sujeitas a ter pedras biliares do que a população geral.

Existe também, a Colecistite Alitiásica, ou seja, inflamação vesicular sem cálculos. Esta é infreqüente, em geral aguda, mas de apresentação clínica muito semelhante àquela causada por cálculo. A causa do quadro tem sido estudada, ressaltando-se a deficiência circulatória arterial da vesícula biliar.

O que se sente e se observa?

Calcula-se que a metade das pessoas com Colelitíase nada sente ou tem sintomas indistinguíveis daqueles presentes na Síndrome do Intestino Irritável (SII), na Constipação Crônica e na Doença Diverticular dos Cólons.

A dor ocorre em 75% dos casos, lembra torcedura, e é o sintoma mais marcante e freqüente. Aparece na boca do estômago e, na medida em que se intensifica, localiza-se mais à direita, junto à borda das últimas costelas.

Pode ser irradiada para a região dorsal e para o ombro direito, bem como para o lado esquerdo do abdômen superior, como uma faixa.

Geralmente é de grande intensidade, durando até uma hora nos casos não complicados; por apresentar altos e baixos, faz-se analogia com cólica.

Náuseas e vômitos acontecem quando a dor está no auge. Cabe o comentário de que os vômitos podem ser amarelados pela presença de bile refluída para o estômago e não por se tratar de uma cólica biliar.

Febre representa a associação de inflamação na vesícula. Febre alta com calafrios pode mostrar concomitância de Colangite, uma infecção dos canais biliares provocada por bactérias normalmente presentes no duodeno e que, pela obstrução biliar, tem oportunidade de subir por esses canais.

A icterícia – cor amarelada da área branca dos olhos e da pele – está presente quando há obstrução, mesmo parcial, do canal biliar principal (coledocolitíase) ou quando se soma uma infecção, como a acima mencionada.

Nesses casos a urina fica escura (colúria), do amarelo ao marrom, o que pode ser confundido com “urina vermelha de sangue”; ajuda a confirmar colúria, a cor amarela da espuma que aparece na água do vaso sanitário.

Ao exame clínico, há nítida dor à palpação profunda do quadrante superior direito do abdômen, principalmente, junto às costelas deste lado, mais ainda durante uma inspiração profunda. Não é comum, mas ocorre da vesícula estar dilatada a ponto de ser palpável e dolorosa, sugerindo uma inflamação aguda ou agudizada com possibilidade da formação de pus, como complicação.

Como o médico faz o diagnóstico?

A confirmação dos elementos clínicos é dada pela ecografia, que mostra os cálculos vesiculares como imagens brancas continuadas por uma área escura – a sombra acústica.

Se a vesícula estiver inflamada, pode mostrar-se com diâmetro aumentado e suas paredes podem ter espessura aumentada. Na presença de cálculos no colédoco, pode haver dilatação deste canal biliar.

O pâncreas, inicialmente pode não demonstrar seu envolvimento por alteração da imagem ultra-sonográfica.

Apesar da fama positiva para certos diagnósticos, observa-se que a Tomografia Computadorizada é menos diagnóstica que a ultra-sonografia para demonstrar pedras na vesícula.

Já a Colangiografia por Ressonância Magnética proporciona grande segurança diagnóstica no estudo dos canais biliares e pancreáticos, em casos selecionados.

Os métodos por imagem que mencionamos também permitem diagnósticos diferenciais, valendo ressaltar os tumores. Eventualmente, dependendo da apresentação clínica do paciente com dor, cabem exames que verifiquem sintomas origináveis no esôfago, no estômago e duodeno, no pulmão, pleura e costelas, nos nervos intercostais ou mesmo no coração.

  • Exames laboratoriais ajudam a caracterizar as complicações como a inflamação aguda e/ou infecção, a coledocolitíase, a associação de pancreatite aguda e o envolvimento hepático secundário.
  • Como se trata?
  • A colecistectomia, cirurgia de retirada da vesícula biliar, é o tratamento de escolha e definitivo.
  • Até há algum tempo atrás, predominava a idéia de nada fazer se o paciente nada sentir.
  • Nos dias atuais, até pelo maior conforto da técnica vídeo-laparoscópica há quem indique a colecistectomia mesmo nos assintomáticos, desde que não haja contra-indicações face à saúde geral do paciente.
  • O objetivo de operar mesmo as pessoas sem sintomas é evitar as possíveis complicações provocadas pela presença de cálculos e a necessidade de cirurgias de urgência.
  • A mortalidade do método é menor de dois por mil operados e as ocorrências pós-operatórias, desde dor até infecção operatória, são de simples manejo e de incidência muito rara, respectivamente.
  • Problemas técnicos podem obrigar o cirurgião a converter uma cirurgia endoscópica para a operação convencional (“a céu aberto”).

A crise de dor é combatida com analgésicos. Antibióticos são usados na suspeição de associação inflamatório-infecciosa das vias bile-pancreáticas ou do peritônio.

  1. O tratamento clínico com medicamentos ou por litotripsia extracorporal por ondas de choque não se tem mostrado resolutivo, além de caros, demorados e com um não desprezível índice de recorrência.
  2. Um motivo para o pouco sucesso dos métodos não cirúrgicos é que o desaparecimento das pedras não evita o surgimento de novas, muito menos, curam a colecistite – inflamação da vesícula – coexistente.
  3. Como se previne?

Não se sabe o por quê da formação dos cálculos biliares. Assim, ainda não se aprendeu a preveni-la. Alguns medicamentos de uso continuado como as “estatinas”, que tratam a elevação das gorduras sanguíneas, e alguns hormônios femininos estariam implicados na formação de cálculos.

  • Entretanto, pela relação risco-benefício em determinados casos, prevalecem as vantagens do uso das drogas.
  • Perguntas que você pode fazer ao seu médico
  • Ter esses cálculos implica em algum risco além da dor?

Posso ficar bom sem cirurgia? Há como desmanchar os cálculos?

Há risco das pedras voltarem após a cirurgia?

A cirurgia pode ser por vídeo (videolaparoscopia)? E “a laser”, existe?

O que é colangiografia? Vou fazer isso antes ou durante a cirurgia?

  1. Se for feita cirurgia, vão retirar apenas os cálculos ou toda a vesícula?
  2. Por que dói mais quando como?
  3. Posso me alimentar normalmente depois da cirurgia ou depois da retirada dos cálculos?

Colecistectomia – Cirurgia da Vesícula Biliar  Colecistectomia é das operações mais realizadas e a mais freqüente das cirurgias abdominais. É segura, com mortalidade e índice de complicações muito baixas.

Cirurgia Laparoscópica  Laparotomia é a cirurgia que incisa a parede abdominal para operar as estruturas e órgãos intra-abdominais a céu aberto. Laparoscopia é uma maneira de olhar dentro do abdômen, através de uma pequena incisão por onde se introduz uma lente que é o Laparoscópio.

Colangite Aguda  É a inflamação aguda dos canais que conduzem a bile. Isso inclui desde os mais finos, dentro do fígado ao mais calibroso, o colédoco, que recebe toda a bile produzida no fígado e aquela já acumulada na vesícula.

Dor Abdominal  Nenhum quadro de dor é totalmente específico de uma determinada doença.

Náuseas e Vômitos  A maioria é causada por alterações que ocorrem diretamente no estômago ou intestino, mas certas situações envolvendo outros órgãos também causam esses sintomas.

Pancreatites  Pancreatite é a inflamação do pâncreas. O pâncreas é um órgão situado na parte superior do abdômen, aproximadamente atrás do estômago.

Cólica Renal  É uma dor aguda, intensa, oscilante (vai e vem) proveniente do aparelho urinário superior (rim). É uma das dores mais atrozes da medicina e geralmente causada por pedras (cálculos) no rim ou no ureter. A pedra causa obstrução da urina que vem do rim, dilatando-o.

Link : https://www.abcdasaude.com.br/gastroenterologia/colica-biliar | Data de Acesso : 12/06/2020 – Código do Conteúdo : Artigo 88 | Palavras-Chave : Cólica Biliar – Gastroenterologia – Cálculos , Litíase Biliar , Dor Abdominal , Vesícula , Pedra na Vesícula, Coledocolitíase .

Cólica na gravidez? Entenda e saiba como aliviar os sintomas

Você já deve conhecer bem os sintomas de uma cólica menstrual. As dores costumam marcar presença todos os meses, em diferentes intensidades. De certa forma, a maioria das mulheres já estão acostumadas.

Mas, e quando acontece uma cólica na gravidez? Quais são as causas e como amenizar o desconforto? Há motivos para se preocupar? Essas são dúvidas muito comuns entre as nossas mamães e nós estamos aqui para esclarecê-las!

Afinal, o que são cólicas?

Para entender por que as cólicas acontecem, precisamos saber que o útero é um tecido muscular: por isso, qualquer tipo de contração pode provocar dores – as chamadas cólicas. Assim, é normal senti-las até mesmo nas relações sexuais e orgasmos, que estimulam um movimento diferenciado no útero.

Na menstruação, as contrações ocorrem para que seja possível promover a descamação do sangue acumulado no endométrio, tecido que reveste o útero. O movimento de “expulsão” dessa camada pode ser leve ou intenso, o que explica a variação das dores.

Em adolescentes o desconforto pode ser mais intenso, pois o canal de passagem do sangue é mais estreito e requer um esforço concentrado. Com a abertura do colo uterino ao longo dos anos – estimulado inclusive pelo parto – a dor tende a diminuir e até mesmo desaparecer.

Existem ainda outros fatores que aumentam a intensidade das contrações, como a presença de miomas, pólipos (pequenos tumores) e endometriose. Se as dores forem muito insuportáveis, é recomendado procurar um ginecologista para investigar a presença dessas patologias.

Como diferenciar os diversos tipos de cólica?

Existem ainda outros tipos de cólica, como: renal, intestinal, biliar e estomacal. A lógica é a mesma: contrações musculares dolorosas. Como todos os órgãos envolvidos estão localizados na região abdominal, é muito difícil identificar a origem do desconforto.

De maneira geral, cólicas estomacais e intestinais acontecem quando há ingestão de grande quantidade de comida ou prisão de ventre.

As cólicas biliares são causadas por excesso de alimentos gordurosos, que exigem muita atividade do fígado.

Já as cólicas renais são resultados da formação de cálculos de cálcio (as famosas pedras no rim), que obstruem os canais urinários e dificultam o funcionamento dos rins.

Na dúvida sobre qual tipo de cólica está sentindo, procure seu médico: somente ele poderá fazer um diagnóstico adequado.

Cólica na gravidez: o que pode ser?

Durante a gestação, os movimentos do útero podem ser naturalmente mais intensos, sobretudo nos primeiros três meses.

Portanto, se você estiver sentindo pequenos desconfortos, fique tranquila: a cólica na gravidez é normal.

Esse tipo de dor acontece porque seu útero está se adaptando à presença do seu bebê: a expansão do útero pressiona ligamentos, musculatura pélvica, outros tecidos e veias, além de ocorrerem várias alterações hormonais.

Outra causa da cólica na gravidez é a alimentação inadequada, que pode causar desconfortos e cólicas intestinais.

A jornalista Renata Motta, por exemplo, afirma ter abusado da comida e sofrido muito com cólicas durante a gestação.

“Fiz tudo errado: eu sentia muita fome e comia muito, inclusive alimentos que meu médico mandava evitar, como chocolate e refrigerante, por exemplo”, conta a mamãe da pequena Maria Júlia, de 6 anos.

Nem todas as mamães passam por essa experiência, que depende de cada organismo. Então, se acontecer com você, fique tranquila. Mas, cuidado com as dores excessivamente fortes: elas podem sinalizar que algo está errado.

Quando a cólica na gravidez pode ser perigosa?

Se houver aumento da intensidade e frequência das cólicas acompanhadas por outros sintomas, como febre, calafrios, vômitos e dor ao urinar, procure seu médico imediatamente. No primeiro trimestre da gestação, elas podem indicar o risco de abortamento. Já no segundo e no terceiro trimestres, existe a possibilidade de parto prematuro.

O médico avaliará a origem dos sintomas e a medicação adequada para cada caso. Para ajudá-lo nesse diagnóstico, preste atenção no padrão da dor e descreva suas características de maneira objetiva.

Algumas causas de cólicas com maior intensidade:

  • malformações uterinas;
  • disfunções placentárias;
  • alterações hormonais, como hipotireoidismo;
  • infecções urinárias;
  • miomas;
  • gestação ectópica (fixação do óvulo nas trompas ao invés do útero).

Leia mais:

Como aliviar os sintomas?

No caso da professora universitária Marina Codo Teixeira, as pequenas cólicas aconteceram com frequência até o final do terceiro trimestre de gestação. “É semelhante à cólica menstrual, parece que vai descer a qualquer momento. Isso dá um desconforto bem grande: não saber a origem da dor gera muita tensão”, explica Marina.

Diante de uma crise, a principal recomendação é fazer repouso imediato para relaxar a musculatura pélvica, o que alivia os sintomas e evita maiores problemas: afinal, não é possível saber se há uma causa mais grave por trás do desconforto.

“Depois do primeiro trimestre, as cólicas ficaram mais esporádicas. Acontecem geralmente quando exagero, ando muito ou fico mais agitada que o normal. Aí, quando começa a cólica, paro o que eu estiver fazendo, vou para casa e coloco os pés para cima”, ensina a professora grávida de 6 meses, conforme recomendações do ginecologista.

Já para evitar a prisão de ventre e as cólicas intestinais, o ideal é beber muita água, e evitar alimentos que provocam gases, como:

  • leguminosas: feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico;
  • vegetais verdes: couve de bruxelas, brócolis, repolho;
  • alimentos ricos em frutose: frutas, alcachofra, cebola;
  • lactose: em todos os derivados do leite;
  • alimentos com muito amido: massas, milho, batata;
  • grãos integrais: arroz, aveia, farinha integral;

Confira outras dicas que ajudam a aliviar os sintomas da cólica na gravidez – todas mediante liberação médica:

  • atividades físicas leves, como yoga e alongamento;
  • massagens ajudam a diminuir o inchaço e relaxar os músculos;
  • variações de postura e posição do corpo, para evitar sobrecarga de um músculo específico;
  • uso de analgésicos e antiespasmódicos.

Quando as cólicas indicam a aproximação do parto?

Se a gestação estiver na reta final, as mamães podem sentir outro tipo de cólica: são as chamadas Contrações de Braxton Hicks, que ajudam a posicionar o bebê corretamente para o parto. Elas costumam ter duração de 15 a 30 segundos, breves e descompassadas.

Quando realmente começar o trabalho de parto – por volta da 37º semana – as contrações e as dores serão muito mais intensas e ritmadas: isso significa que o organismo está se dilatando para que o seu bebê possa sair. Está na hora de receber seu filhote!

E depois do parto?

Após o nascimento do bebê, as cólicas podem continuar por um tempo: afinal, o corpo da mamãe estará se movimentando para voltar ao normal. Não é preciso se preocupar: curta o seu bebê e aproveite intensamente esse momento, pois ele passa muito rápido e com certeza você vai sentir saudades!

Gostou desse conteúdo? Então assine a nossa newsletter e receba outras dicas para uma gestação mais saudável e feliz!

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*