Como ajustar uma pulseira de relógio em esteira: 7 passos

Dizem que a computação vestível é o futuro. Por enquanto, ainda não usamos roupas inteligentes, e os smartwatches têm preços altos demais para aparelhos cuja utilidade ainda está sob questionamento. Mas há uma categoria que parece interessante: são as pulseiras fitness. Elas não custam tão caro e fazem uma coisa melhor que smartphones: monitorar sua atividade física.

Elas são mais baratas que os smartwatches, e a Xiaomi Mi Band leva isso a outro nível: ela custa R$ 95, cerca de 1/4 o que cobra a concorrência. E aí, como ela se sai?

O que é?

Uma pulseira fitness — isto é, uma pulseira para monitoramento de atividades físicas ao longo do dia. Além de registrar o quanto você anda e/ou corre, a Mi Band mede quanto tempo você dormiu, e quanto desse tempo foi de sono leve e de sono profundo. Por fim, a pulseira também vibra quando seu smartphone recebe notificações e ligações, e funciona como despertador.

Design

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

A Mi Band é composta por duas partes: uma pulseira de borracha preta com um espaço no meio, onde é encaixada a outra parte, um módulo com os sensores e três LEDs.

Apesar de o módulo ser metálico e ter uma cor prateada, o conjunto todo é discreto. Após algumas semanas de uso, só duas pessoas me perguntaram o que era aquela pulseira no meu braço.

O ajuste do tamanho é parecido com o de um relógio esportivo comum: são oito furos para você escolher o que fica melhor. Aí é só encaixar o fecho com um pouco de pressão e pronto.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

A Mi Band também tem proteção contra água e poeira no padrão IP67 — você pode lavar as mãos sem precisar tirá-la do pulso.

Configurando

A primeira coisa a se fazer ao tirar a Mi Band da caixa é recarregar a bateria do módulo. Após duas horas ligado na USB do seu computador, ele está pronto para ser encaixado na pulseira.

Antes de usar, você ainda precisa instalar o app do Mi Fit (disponível para Android e iOS) e conectar a pulseira a seu smartphone. A conexão é feita por Bluetooth e não há NFC para facilitar o processo — a Smartband da Sony, por exemplo, usa a tecnologia para “encontrar” a pulseira com mais facilidade.

Eu testei a Mi Band com quatro smartphones: Xiaomi Redmi 2, Motorola Moto G, Moto X Force e Samsung Galaxy On7. Nos dois primeiros, o smartphone teve um pouco de dificuldade para encontrar a pulseira; no Moto G, eu ainda preciso desligar e ligar o Bluetooth com certa frequência para ela sincronizar com o app. Nos outros dois, tudo correu sem grandes problemas.

Depois de conectar a pulseira, você pode usar o app para mudar sua meta de passos, programar alarmes, definir notificações e configurar o desbloqueio inteligente – em aparelhos da Xiaomi, o recurso é automático; em outros Androids, ele usa o Smart Lock do próprio sistema; no iPhone, ele está indisponível.

Monitorando atividades físicas

Vamos começar pelo uso mais básico da Mi Band: o monitoramento de atividade física. Isso funciona? Sim. É preciso? Nem tanto. Ao caminhar acompanhando o app, pude perceber que, às vezes, a pulseira conta dois passos quando apenas um foi dado.

Além disso, o dispositivo interpreta os “pulos” que o ônibus dá como passos: numa viagem de quarenta minutos sentado, ela “contou” 100 passos.

Essas observações confirmam o que Exame e Wareable falaram sobre a Mi Band: ela superestima sua atividade física.

Como você deve imaginar, a Mi Band precisa dos movimentos do seu braço para “perceber” as atividades físicas. Por isso, exercícios em bicicletas ergométricas, por exemplo, não são registrados. A pulseira também não monitora sua atividade numa esteira se você estiver se segurando nos apoios.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

Você não precisa abrir o app para ter uma ideia de quanto andou no dia: o módulo da Mi Band tem três LEDs que indicam seu progresso em direção à meta de atividades físicas: um LED piscante quer dizer que você ainda não chegou a um terço da sua meta; um aceso e outro piscante, você cumpriu um terço da sua meta; dois acesos e um piscante, dois terços da meta. A pulseira vibra quando você atinge sua meta no dia, que pode ser um valor entre 2.000 e 30.000 passos, com incrementos de 1.000.

Os LEDs só acendem com um movimento parecido ao de ver as horas em um relógio de pulso. O problema é que nem sempre a Mi Band interpreta esse movimento direito. Várias vezes você fica parado, encarando o módulo, e nada dos LEDs acenderem, aí tem que repetir o movimento, abaixa o braço, ergue o braço etc. Além disso, é bem difícil enxergar os LEDs sob a luz do sol.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

No entanto, abrir o app dá mais informações. Ele vai além da somatória de passos e lista caminhadas e corridas que você fez. Nas últimas horas do dia, ele também mostra quantos passos faltam para atingir a meta.

Monitorando sono

Atividades físicas não são a única coisa que a Mi Band monitora. Ela também registra informações sobre sono: tempo total e períodos de sono leve ou pesado, de acordo com seus movimentos.

Uma vantagem é que a Mi Band registra automaticamente esses dados. A Smartband da Sony, por exemplo, exige que você ative o modo noturno para que ela monitore o sono. Com a pulseira da Xiaomi, você não precisa se preocupar com isso: basta deitar e dormir usando o dispositivo.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

A precisão, aqui, é bastante aceitável. Em um mês de uso, só lembro de duas ou três vezes em que a Mi Band “errou” a hora em que eu tinha dormido — em todo caso, você pode editar o horário em que você foi dormir e em que acordou. A somatória de sono pesado e sono leve também teve coerência com a qualidade do meu sono.

A Mi Band também funciona como despertador: ela permite configurar três alarmes através do app Mi Fit e conta com a função de alarme inteligente — a pulseira “presta atenção” em como está seu sono na meia hora antes do horário programado e vibra quando percebe que seu sono está leve, para um despertar mais natural.

Outras funções

O Mi Fit também tem a opção de fazer sua Mi Band vibrar quando chegam notificações de aplicativos e quando o celular recebe uma ligação.

No caso das notificações, você pode escolher até três aplicativos para ser avisado através da pulseira.

Eu configurei três mensageiros (WhatsApp, Telegram e Messenger) e nem sempre o Mi Fit conseguiu fazer a pulseira vibrar. Já as notificações de ligações funcionaram bem.

Como eu uso o Pushbullet para ser avisado na tela do computador das notificações no meu smartphone, esse recurso da Mi Band não é essencial. Se as notificações na pulseira são importantes para você, talvez seja melhor procurar outro app para Android.

Mi Band Notify (grátis) e Mi Band Tools (R$ 5,99), ambos com avaliações superiores a quatro estrelas na Play Store, permitem colocar um número ilimitado de apps e ainda escolher cores do LED personalizadas para cada um deles, além de muitos outros recursos.

Outro recurso da Mi Band que pode ser usado em smartphones com Android é o desbloqueio automático. Ao estar com a Mi Band no pulso, você não precisa desenhar padrões ou digitar senhas para desbloquear seu aparelho. Em dispositivos da própria Xiaomi, com o sistema MIUI 7, a configuração é bem simples: basta ativar o recurso no app Mi Fit e pronto.

Em outros aparelhos Android, a pulseira da Xiaomi faz uso desse recurso Smart Lock do sistema operacional, que permite que qualquer dispositivo Bluetooth seja usado para pular os bloqueios do smartphone.

O processo é um pouco mais complicado: você tem que abrir o Mi Fit, ir até Configurações e encontrar a opção de desbloqueio. Ela vai te levar até uma página para conectar a Mi Band.

Em alguns dispositivos, o botão de conectar dispositivo fica parcialmente encoberto; eu descobri meio por acaso que era ali que eu tinha que tocar. Depois de conectar, o app te leva para as configurações do Smart Lock.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

Bem, funciona: você realmente não precisa mais do padrão ou da senha para desbloquear. Mas tome cuidado, pois fica muito mais fácil desbloquear acidentalmente seu smartphone no bolso, principalmente em smartphones da Motorola, que ligam a tela sozinhos. Isso aconteceu duas vezes comigo. Em uma delas, ativei o modo avião sem querer e só percebi depois, quando peguei o aparelho.

Por fim, a bateria. A Xiaomi promete um mês sem precisar recarregar. E cumpre: estou há 32 dias usando a minha Mi Band e ela ainda está com 30% da bateria. Eu desativei as notificações de aplicativos e ligações. Com elas ligadas, o consumo certamente seria maior, já que vibrações são o que mais gastam bateria no dispositivo – mas ainda assim estaria dentro do prometido.

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Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos

Afinal, o quanto uma pulseira dessa é útil?

Eu preciso perder de novo uns quilos a mais que já perdi e ganhei de novo. Eu não gosto de academia e praticamente não tenho tempo de praticar esportes ao ar livre. Para emagrecer, fui aumentando a atividade física que já fazia parte do meu cotidiano: andar.

Eu deixava para pegar o ônibus alguns pontos depois, ou descia alguns pontos antes para incluir exercícios na minha rotina, e deu certo. Por isso, um dispositivo que fica o tempo todo comigo e monitora o quanto eu ando me ajuda a manter um certo nível de atividade física todos os dias.

Fitbit Versa combina recursos fitness em um smartwatch de somente 40 gramas

Se você acompanhou a chegada dos relógios inteligentes, certamente teve algum tipo de contato com (mesmo que apenas leituras sobre) pulseiras inteligentes e outros rastreadores fitness do mercado. A Fitbit, por exemplo, tem ganhado espaço como um desses players, especialmente depois da compra da (finada) Pebble.

O relógio inteligente Fitbit Versa é um dos modelos mais legais da atualidade, e no segundo trimestre de 2018 as vendas do modelo ultrapassaram as da Samsung e Garmin, mesmo combinadas.

Atualmente, o Versa custa de US$ 199 no site oficial da companhia para a versão comum, que é essa aqui que nós testamos. Existe, porém, uma versão especial que conta com NFC e suporte ao Fitbit Pay, além de trazer uma pulseira diferente (junto com a tradicional) por US$ 229.

Design e display

Na hora de escolher um relógio inteligente pela primeira ou segunda vez, diversos pontos precisam ser compreendidos antes de tomar uma decisão. Isso levando em consideração que um dispositivo do tipo, normalmente, não tem tempo de vida estimado de 12 meses entre uma geração e outra. Ora, o dinheiro investido também precisa ser controlado.

O Versa é um modelo de relógio inteligente que pode atender bem a uma grande parcela de pessoas. Primeiro porque ele pode fazer o acompanhamento de atividades até debaixo d’água; segundo porque é confortável e seu design discreto não tira a atenção das informações importantes que estão na tela.

Criado com uma caixa de alumínio anodizado, o Versa é um dos produtos mais leves do tipo. São aproximadamente 37 gramas já com a pulseira, ou cerca de 23 gramas apenas da caixa. Em tempo, as pulseiras dele seguem o padrão comum (e são de silicone), logo não é complicado fazer a substituição.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos Pulseiras do relógio são facilmente substituíveis. (Foto: Leonardo Pavini)

Outro ponto importante no design do Versa é a sua cara “quadrada”, mas com cantos arredondados. Acredite, o relógio se encaixa muito bem no pulso e não incomoda enquanto você o utiliza o dia todo.

Sendo este um dos relógios inteligentes mais simples (esteticamente falando) da Fitbit, compreenderemos este como um ponto positivo. O Versa ainda pode mergulhar numa profundidade de até 50 metros, mas também faz o acompanhamento e rastreamento de suas atividades aquáticas. Devemos lembrar, porém, que não é recomendado nadar com ele na praia.

No geral, a frente do relógio tem apenas o vidro (arredondado nos cantos), o logo da Fitbit bem discreto na parte inferior e um sensor de luz. O primeiro dos botões vem pré-definido para iniciar o app Exercícios, e o segundo inicia o app de Alarmes.

No outro lado, existe apenas um único botão, que é o principal (para voltar menus, acender/apagar a tela). Apertando ele e segurando por alguns instantes, você abre um outro menu rápido para ativar ou desativar as notificações, escolher o método para ligar a ela e, por fim, controlar as músicas.

O display LCD de 1,34 polegada, de formato quadrado, adota a resolução de 300 x 300 pixels. Ele tem cores vibrantes, é responsivo ao toque e tem brilho de até 1.000 nits. Em suma, a visualização é boa mesmo sob luz solar e nós não tivemos problemas nesse quesito, o que em partes não elimina uma outra questão.

Manter a tela do Versa ligado 100% do tempo necessitaria um tipo de tecnologia diferente para que o seu display não sugasse toda a energia. Por isso, se fazem válidos os movimentos com o pulso para mostrar e esconder o horário. Parcialmente incômodos (imagine um ônibus lotado como exemplo), você também pode tocar no display ou apertar o botão principal do lado esquerdo para fazer isto.

Nota do analista: existe um app de Lanterna no Versa, que eleva ao máximo o brilho da tela com um fundo branco. Quer dizer, a menos que você REALMENTE precise de uma lanterna na hora, o Versa não será de grande ajuda como tal.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos A natação é uma das práticas permitidas e rastreáveis pelo Fitbit Versa. (Foto: Leonardo Pavini/Canaltech)

O software do Versa, proprietário da Fitbit e em sua versão 2.0, não esconde muitos segredos. Os menus são claros, os gestos são simples e os botões não são complicados. Existem recursos como o Run Detect, que detecta quando você precisou fazer aquela pausa depois de correr uma eternidade. O mesmo acontece na natação ou enquanto você pedala.

Esse rastreamento do seu status de movimento é visto com precisão quando você, finalmente, chega em casa toda noite e vai tirar um soninho. Considerando a inatividade e a diminuição de frequência cardíaca, por exemplo, ele consegue mensurar e registrar os dados de sono com facilidade.

Para quem procura um bom dispositivo para acompanhar as atividades físicas, existem opções interessantes; você pode acompanhar e rastrear as seguintes atividades:

  • Corrida;
  • Ciclismo;
  • Natação;
  • Esteira;
  • Levantamento de peso (BPM);
  • Repetições com intervalos (temporizador);
  • Treinamentos (BPM).

Ao final dos exercícios (e também na aba “Hoje”, deslizando de baixo para cima), você verá um resumo com informações como a frequência cardíaca máxima em batimentos por minuto (BPM), mas também com a média de batimentos durante o exercício em si, além de dados como distância percorrida e uma barrinha de progresso do treinamento.

Você talvez sinta falta de um sistema GPS integrado, algo que só seria possível de controlar com o smartphone no bolso.

Outros dois pontos que precisam ser comentados aqui são os aplicativos e watchfaces. A App Gallery, loja de aplicativos da Fitbit, ainda é muito “enxuta” e, de fato, traz poucas opções. Por outro lado, os mostradores estão em grande quantidade, mas não são tão simples assim.

A grande maioria dos watchfaces não têm visual agradável, embora existam dezenas de outros muito funcionais e que trazem informações claras. No entanto, você precisa escolher apenas um de cada vez, e sem a possibilidade, até então, de favoritar os seus prediletos.

Outros recursos, como para encontrar o seu smartphone, não estão por aqui. Mas a pior experiência, mesmo, foi tentar sincronizar músicas com ele. Primeiro porque o Deezer é o único aplicativo com suporte e nem todo mundo usa o Deezer; depois porque o pareamento é complicado e cheio de etapas. Enfim, é mais fácil sair para correr ouvindo os próprios passos.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos Para sincronizar músicas com o Versa, é preciso também mantê-lo conectado à energia. (Foto: Leonardo Pavini/Canaltech)

Ainda em tempo, o relógio tem 2,5 GB de armazenamento, e outro limitador de opções é o fato de sincronizar apenas playlists.

A maneira como as notificações são apresentadas são bem bacanas, especialmente com o Gmail. Para mensagens de texto ou de apps como WhatsApp, entretanto, especialmente falando da segunda opção, as coisas não são tão simples, pois não existe um sistema para pré-programar respostas rápidas.

Mas, ainda sobre as notificações, a resposta em vibração do Versa se mostrou versátil, não incômoda e diversificada, então fica aqui mais este ponto positivo do relógio.

Conectividade e bateria

O próprio relógio salva na sua memória detalhes dos últimos 30 dias de uso, dados estes que são compartilhados com sua conta da Fitbit. Esta, porém, é a parte legal da coisa: se você trocar de smartphone, basta baixar o aplicativo (compatível com Android e iOS), fazer login na sua conta e continuar usando.

Com os seus dispositivos, o Versa se conecta via Bluetooth 4.0 e carrega conexão Wi-Fi (n). O aparelho também conta com acelerômetro (3 eixos) e giroscópio (3 eixos), altímetro e SpO2, além dos tradicionais de luz e vibração. Ele também conta com NFC para o Fitbit Pay, embora seja um recurso apenas da edição especial.

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A Fitbit garante que o Versa permaneça ligado por 4 dias em uso, embora isto seja muito subjetivo. Foi então que decidimos dividir o teste em duas partes: a primeira utilizando recursos de conectividade o tempo todo e fazendo o monitoramento de exercícios; e a segunda apenas monitorando coisas mais simples.

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos Parte interna do relógio carrega sensores de acompanhamento cardíaco e conectores do carregador. (Foto: Leonardo Pavini/Canaltech)

O nosso resultado para a primeira opção foi de exatamente 4 dias de autonomia com o Bluetooth ligado o tempo todo. Na segunda etapa, porém, é que os resultados foram melhores. O Versa ficou com média de autonomia de 7 dias, chegando, por vezes, ao oitavo dia em uso. Mas isso, claro, considerando o rastreamento de passos e monitoramento do sono, e sem o Bluetooth ligado.

Neste caso, o Fitbit Versa conseguiu conquistar bem a adoção de quem busca um relógio inteligente com visual discreto, porém bonito, e com recursos importantes. O tempo de recarga é de aproximadamente 2 horas (com um conector proprietário), mas quando é convertido em praticamente 170 horas de uso, mostra uma qualidade arbitrária do mesmo.

E nós dizemos “qualidade arbitrária” levando em consideração outros modelos com duração estimada de 20+ dias.

O que achamos?

Como Ajustar uma Pulseira de Relógio em Esteira: 7 Passos Fitbit Versa é, atualmente, uma opção rica que une os dois mundos dos wearables. (Foto: Leonardo Pavini/Canaltech).

O negócio é que o Fibit Versa é, de fato, um relógio inteligente muito legal. Só que ainda existem alguns pontos que incomodam no produto:

  1. Sem GPS integrado;
  2. A transferência de músicas é complicada;
  3. Quantidade limitada de aplicativos.

Por outro lado, aqui vão alguns pontos positivos do Versa:

  1. Design bonito, leve e confortável;
  2. Display brilhante;
  3. Proteção contra água até 50 metros.

Neste ponto, fica fácil entender que o Versa é uma opção boa que mescla características de uma pulseira fitness com a cara de um relógio inteligente, como o Apple Watch ou o Fitbit Ionic. Só que com preço mais atraente, o que é muito mais legal.

Neste caso, a menos que você precise de recursos como atender/realizar chamadas e de muito mais aplicativos, aqui está uma das melhores opções da atualidade para quem busca relógios inteligentes. Em conversão direta, o valor do relógio, desconsiderando todos os impostos de importação, custaria em média R$ 750.

Quão preciso é o medidor de passos e distância do Apple Watch? – MacMagazine.com.br

O que motiva uma pessoa a comprar um Apple Watch? Esta é uma pergunta difícil de responder, mas sem dúvida nenhuma o monitoramento de atividades físicas do relógio é um dos grandes pilares comerciais dele.

Já vimos aqui no site que o sensor de frequência cardíaca é muito preciso (apesar de estar com um bug chato no Watch OS 1.0.1).

Mas e o medidor de passos/distância? Será que podemos confiar nele? Dan Graziano, da CNET, resolveu tirar isso a limpo.

Vale notar que passos e distância percorrida são duas métricas que se relacionam, mas totalmente independentes.

Duas pessoas podem caminhar a mesma distância num mesmo período, porém com quantidade de passos diferentes — a altura de uma pessoa, por exemplo, pode influenciar muito nisso já que quanto maior a altura, maior a amplitude do passo. Sem contar, é claro, que passos “caminhados” são bem diferentes de passos “corridos”. ????

Ao abrir o app Exercício (Workout) pela primeira vez, o relógio pedirá para que caminhe 20 minutos ao ar livre com o seu iPhone. Além disso, é importante definir as informações data de nascimento, sexo, altura e peso no aplicativo Apple Watch (aba Meu Relógio » Saúde), já que são informações importantes e que devem ser levadas em consideração.

Mas por que a andada de 20 minutos com o seu iPhone é importante? Por um fator simples: esses 20 minutos definirão uma distância e a quantidade de passos que você deu para atingi-la.

Utilizando o GPS do iPhone, essa distância é traçada com muita precisão.

Assim, o Watch saberá exatamente a sua média de passos para atingir aquela determinada distância, facilitando a vida quando você for andar ou correr sem o iPhone por perto.

Graziano pegou o Watch e outros relógios/pulseiras inteligentes do mercado e caminhou, em uma esteira, 1 milha (1,6 quilômetro) a uma velocidade de 3,5 milhas por hora (5,6 quilômetros por hora), totalizando cerca de 17 minutos de caminhada.

Isso utilizando um dispositivo por vez, repetindo o teste três vezes.

Ele deixou alguns aparelhos conhecidos (como o UP MOVE, os diversos modelos das pulseiras UP e alguns outros relógios Android) fora dos testes pois eles simplesmente não mostram a informação em tempo real, dificultando a medição exata da distância percorrida durante o teste.

O resultado você confere abaixo:

O Apple Watch calibrado foi o que obteve o melhor desempenho, com uma margem de erro de apenas 0,3%. Vale notar que, não-calibrado, o relógio foi um dos piores (10% de variação).

Para Graziano, o Moto 360 foi o mais inconsistente de todos os aparelhos, já que apresentou números de passos bem altos nos três testes (dando uma média de 2.

190, a maior entre todos os relógios/pulseiras — sem contar a distância final, que também variou muito e acabou sendo a menor).

É claro que para o dia-a-dia de uma pessoa esse teste pode não representar nada, afinal esses dispositivos podem confundir atividades como lavar louça ou levantar peso como passos, já que eles geralmente medem o balanço do braço para calcular tudo. Ou seja, um dispositivo pode ser ótimo no monitoramento de uma atividade, mas pode também contabilizar coisas que não são exercícios como sendo e atrapalhar todo o seu monitoramento.

Ainda assim, é interessante ver que a Apple acertou bem (quando o Watch está calibrado) já na primeira geração do seu relógio.

Review: relógio GPS esportivo Garmin Forerunner 735XT

Nos últimos anos, a Garmin tem investido pesado para trazer seus aparelhos de tracking de atividades físicas para o mercado brasileiro.

Hoje, são várias as possibilidades que os consumidores podem encontrar em lojas especializadas em materiais esportivos, assessorias de performance e outros estabelecimentos.

E um dos modelos que chamam bastante atenção é o Forerunner 735XT, que está entre os “top de linha” da empresa.

O preço sugerido pela Garmin no Brasil é de R$ 3.199, mas é possível encontrar o modelo facilmente por cerca de R$ 2.699. E será que vale a pena investir no dispositivo para dar um “up” nas suas corridas e em outras atividades físicas? É exatamente isso que vamos responder agora.

Esse modelo é considerado um dos top de linha da fabricante Garmin — sendo mais caro que o Active HR. Confira também o review que fizemos do modelo de entrada Forerunner 35.

Design

O Garmin Forerunner 735XT é um dos relógios mais avançados da atualidade para os atletas que treinam ou competem em eventos de triátlon. Por causa do grande número de recursos e funções gráficas que podem ser exibidos, ele utiliza um espaço um pouco maior do que modelos mais simples — sendo mais robusto que o Forerunner 35, por exemplo.

Mesmo assim, em apenas alguns minutos de utilização é possível se acostumar perfeitamente com ele — independente da tarefa que estiver sendo desempenhada —, pois o design não chega a ser considerado invasivo. Vale dizer que a pulseira é bem maleável e garante que o relógio se ajuste bem ao pulso sem qualquer incômodo.

O Garmin Forerunner 735XT é redondo e tem os botões bem localizados e de fácil acesso. Considerando o lado estético do aparelho, boas impressões. Ele é muito parecido com relógios esportivos clássicos, portanto excelente para quem não quer muita inovação.

Tela

Apesar de colorida, a tela do Forerunner 735XT possui resolução relativamente baixa, mas isso está longe de ser um problema.

Ela é mais que suficiente para a exibição das funções gráficas existentes no dispositivo, e isso significa que os consumidores não vão ter dificuldades para enxergar as informações, principalmente pelo fato de ela ser ótima para a visualização mesmo em ambientes com muita claridade — graças ao eficiente sistema antirreflexo.

Como dissemos na análise do Forerunner 35: “Apesar de o primeiro impulso ser o de sentir a falta de uma tela sensível ao toque, basta se lembrar das principais funcionalidades do Forerunner 735 XT para entender que isso é um bom negócio. Afinal de contas, depois de longas atividades o suor nas mãos impediria um funcionamento adequado do aparelho”.

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Recursos esportivos

  • O Forerunner 735XT é um relógio voltado aos atletas mais completos, contando com sistema de rastreamento de atividades de longa distância por GPS/GLONASS e também permitindo o tracking em local fechado — usando o medidor de batimentos cardíacos para calcular a intensidade dos treinos.
  • Com grande foco em triátlon, o relógio consegue capturar informações completas e muito detalhadas de corridas, ciclismo e natação — tanto calorias gastas quanto distâncias e esforço realizado.
  • Tracking completo e detalhado

Graças ao sistema de geolocalização que usa GPS e GLONASS, o relógio se mostrou muito mais preciso do que o Forerunner 35 em nossos testes — ambos foram usados simultaneamente.

Tanto no ciclismo quanto nas corridas, houve menos de 10 metros de disparidade entre as informações do relógio e de outros equipamentos (ciclocomputador da bicicleta e Strava nas corridas; não apresentando medições de natação).

Apesar de não termos utilizado o Forerunner 735XT em natação, é preciso dizer que ele conta com duas ferramentas bem legais de tracking: uma para piscinas e outra para mar aberto. Com isso, os usuários podem ter mais precisão na medição de suas atividades, independente de onde está sendo feita cada uma delas.

  1. O Garmin Forerunner 735XT é ideal para triatletas, tendo até mesmo tracking diferenciado para natação em piscina ou mar aberto
  2. Esse relógio da Garmin ainda traz contador de passos autônomo (sem depender do GPS), definição de metas individuais e treinamentos integrados — para aumento de velocidade ou ganho de resistência, com tiros e rodagens.
  3. Por fim, o sensor de batimentos cardíacos pode criar relatórios completos para os consumidores, mostrando o tempo em que as atividades mantiveram o metabolismo em zonas aeróbicas — o que é bem importante para os treinadores conseguirem criar planilhas mais assertivas de seus atletas.

Bateria

Um dos maiores destaques do Forerunner 735XT é a geolocalização por GLONASS, que trabalha junto com o GPS para dar resultados muito precisos. Isso acaba gerando uma redução na autonomia de bateria, que pode não ser suficiente para um atleta terminar uma prova de Ironman — caso ele leve mais do que 10 ou 11 horas.

Mesmo assim, o aparelho garante resultados perfeitos para os treinamentos diários dos atletas, principalmente pelo fato de que ele pode ser carregado completamente em cerca de 1 hora — ou seja, o intervalo de almoço é mais do que suficiente para isso.

Carregamento acontece com “conector jacaré”

Conexão com apps

O aplicativo Connect oficial da Garmin funciona muito bem com o Forerunner 35 e permite que os usuários tenham acesso a relatórios com bastante velocidade e detalhes gráficos — tanto para distâncias quanto para queima calórica, passos, ritmo das atividades e outras informações.

Por outro lado, não há como enviar as informações do Forerunner 735XT para outros apps de tracking com total fluidez. Para isso, é necessário utilizar apps como o Garmin Express ou fazer o upload de arquivos de log do dispositivo para outros aplicativos.

Dúvidas dos leitores

Durante o processo de review, abrimos espaço para perguntas dos leitores pelo nosso Instagram. Confira agora as respostas para alguns dos questionamentos que foram enviadas.

  • (Breno Alcântara) Eles marcam a hora? Sim! Eles funcionam também como relógios comuns, sendo bem confortáveis para isso, inclusive.
  • (tioago) Eles suportam colocar o medidor de batimentos cardíacos? O modelo 35 não permite, mas o Forerunner 735XT, sim!
  • (solrachum e allanwerner) Algum deles tem suporte para chip de telefone? Não! Eles possuem GPS autônomo, mas não contam com qualquer conexão à internet.
  • (Lukasmax) Tela colorida? Tem como mudar o estilo do visor? A tela do 735XT é colorida, sim! Não há muitas opções de personalização.
  • (leo_vieira.11) Qual é o SO? O sistema é próprio da Garmin.
  • (giovanni_lms) A proteção contra água abrange a água do mar também? No modelo 735XT existe a resistência à água do mar. Inclusive, o aparelho conta com tracking dedicado a essa atividade.

Vale a pena?

Como dissemos no início da análise, o preço sugerido pela Garmin no Brasil é de R$ 3.199, mas é possível encontrar o modelo facilmente por cerca de R$ 2.699. Mas vale a pena investir nele? A resposta pode ser “sim”, mas somente se você for um triatleta que leva o esporte realmente a sério.

O aparelho é muito completo e traz resultados incríveis para os consumidores, mas o preço é realmente restritivo e pode ser um desperdício se você não vai usar todas as funções dele a curto ou médio prazo. Se o seu perfil está mais voltado às atividades de ciclismo e corrida, modelos mais simples — como o próprio Forerunner 35 — podem dar total conta do recado.

Novamente: se você é um atleta que pedala, nada e corre com dedicação, quer uma das melhores opções de tracking digital do mercado e pode desembolsar o valor definido pela Garmin, não há dúvidas… O Garmin Forerunner 735XT realmente vale o investimento.

Mi Band: Testamos a pulseira fitness mais barata do Brasil

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São Paulo – A Xiaomi lançou sua pulseira inteligente Mi Band no Brasil neste mês. O aparelho é o mais barato da categoria no mercado nacional, custando menos de um quarto da concorrente da Sony. Por 95 reais, a Mi Band ajuda você a ficar de olho na sua saúde e, com algum esforço, ficar em forma.

Design

A pulseira de silicone envolve todo o hardware da Mi Band, que precisa ser removido para receber uma nova carga de bateria. Usar o aparelho no dia a dia é, ao mesmo tempo, bom e ruim para quem está acostumado a usar relógios. Bom porque a pessoa estará habituada a ter algo sempre no pulso, e ruim porque ela não poderá ver as horas, já que não há tela.

No uso diário, a pulseira se mostrou de boa qualidade, sem se abrir por acidente – e sem incomodar demais.

A Mi Band perde para a SmartBand da Sony por não vir com uma pulseira adicional na caixa, o que lhe daria maior longevidade de uso.

Usabilidade

A Mi Band se comportou bem nos testes do INFOlab. O funcionamento dela foi semelhante ao das concorrentes, bem como com o dos relógios com sistema Android Wear.

Caminhadas e corridas foram detectadas automaticamente e o consumo calórico foi estimado com base na sua altura, peso e sexo (informações solicitadas no primeiro acesso ao aplicativo Mi Fit, responsável por concentrar todas as informações do aparelho).

Em uma corrida de 7,3 km na esteira, com duração de 45 minutos, a Mi Band detectou que o exercício foi de 7,53 km. Apesar de não ser preciso, o resultado é parecido com o que conseguimos no teste da SmartBand.

A detecção de sono funcionou bem com a Mi Band. O interessante é que ela ela mostra o tempo que você passa na cama, o tempo de sono leve e o de sono pesado. A precisão, neste caso, foi maior do que a marcação de passos dados em caminhadas ou corridas.

A sincronização de dados no aplicativo Mi Fit acontece de forma rápida e é automática – diferentemente do que acontece na pulseira da Sony, que tem atualização em intervalos regulares. O tempo entre a abertura do app e a visualização de dados atualizados não passa de 30 segundos.

Bateria

Por não ter uma tela, a bateria da Mi Band dura 30 dias. Por dia, aproximadamente 3% da carga do aparelho é consumida. Entretanto, quanto mais vezes você consultar o app, mais sincronizações de dados serão feitas e a bateria pode durar menos.

Vale a pena?

A Mi Band é a pulseira mais barata do Brasil e também é uma das melhores. Vendo o produto sob a perspectiva do consumidor que só compra no mercado nacional, sim, vale a pena.

Mas quem compra em sites internacionais com regularidade logo vai notar que já existe uma sucessora da Mi Band, a Pulse, que tem sensor de batimentos cardíacos e sai por 16 dólares.

No segundo caso, a edição mais nova é uma opção de compra melhor.

Ficha técnica

Peso

Bateria

Conectividade

Compatibilidade

5 gramas
41 mAh (duração de 30 dias)
Bluetooth 4.0
Android e iOS

Avaliação técnica

Prós

Contras

Conclusão

Design

Usabilidade

Bateria

Conectividade

Média

Preço

Excelente duração de bateria e boa ergonomia.
Modelo vendido no Brasil já está desatualizado.
Boa pulseira para quem quer ficar de olho na saúde
8,5
9.0
9,5
8,5
9.0
R$ 95

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