Como ajustar quantidades em receitas: 10 passos

Durante muitos anos, o arroz-doce da minha mãe fez as delícias de miúdos e graúdos. Ainda hoje todos guardam essa memória de conforto. Um arroz muito cremoso, com bago macio, docinho, mas não em demasia. No ponto. E era tudo “feito a olho”.

  • Também eu o fiz assim durante toda a vida, até ter tido a necessidade de fazer pesagens e medições para o poder colocar no meu segundo livro de receitas – A Minha Cozinha II.
  • A minha mãe sempre dizia que o arroz-doce perfeito era feito com carolino, por ter mais goma.
  • – “Ouviste filha?” 
  • – “Sim mãe…”

– “E o açúcar nunca se coze, porque o arroz fica duro. Só juntas no fim depois de retirar do lume, está bem?”

– “Sim mãe…”

E eu na altura a pensar quando é que me safava dali para ir ver televisão.

Outro ensinamento importante que me deixou é que “o arroz-doce deve ser servido à temperatura ambiente”, mesmo que, por força das circunstâncias, tenha de ser guardado no frigorífico. Basta retirá-lo algum tempo antes. Um arroz-doce a uma temperatura muito fria perde no sabor e na textura.

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Obrigada por tudo o que me ensinaste, Mãe. Do arroz, da dedicação e trabalho, das coisas boas e más. Da vida.

O que não entendo é como surgiu a moda de juntar pacotes de pudim ao arroz. Sim eu sei… dá cor… mas também fica a saber a pudim!

Quem queira dar cor ao arroz-doce, basta juntar gemas. Nada mais.

Pessoalmente, dispenso as gemas e a cor. Prefiro-o assim branquinho, ao natural, com o sabor suave do limão.

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

O meu pecadilho final é carregá-lo com canela – adoooooro canela! – a um nível de insanidade que nem eu entendo… mas pronto.

Seja em casamentos, baptizados, Natal, Páscoa, ou em qualquer ocasião, experimentem esta receita e não cortem no leite. Eu sei… parece muito – e é – mas é a dose certa para garantir uma cremosidade extra.

Se duplicarem a receita, dupliquem-na toda. Nomeadamente o leite. 100 gramas de arroz levam um litro de leite. 200 gramas, dois litros, e por aí fora.

  1. O meu recorde é de 10 litros de leite.
  2. Foi em Novembro de 2017, quando aceitei o convite da residência da Cruz Vermelha na Parede, para colaborar num almoço de angariação de fundos.
  3. Fiz este arroz-doce numa cozinha profissional, num tacho gigantesco, comum nas cozinhas profissionais, num fogão industrial com uma chama potente, que até dava gosto.
  4. Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 PassosUm grupo que estava a sair para Fátima ainda passou pela cozinha para me cumprimentar e para saber do ponto do arroz. Ainda ia demorar…

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

A cozinha era um espaço animado…

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos
Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

E com profissionais de uma simpatia enorme!

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

  • No total, fiz um quilo de arroz e 10 litros de leite.
  • Muita casca de limão e paus de canela.
  • E um quilo e meio de açúcar!

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Foram duas longas horas a mexer o arroz, porque nunca podemos deixá-lo entregue a si próprio. E no final, dezenas de tigelas estavam prontas para receber os comensais.

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

No caso de fazerem apenas a dose mínima para 4, o tempo é muito menor. Em cerca de meia hora ficam com esta deliciosa sobremesa pronta.

10 passos da alimentação saudável para idosos durante a pandemia

Em qualquer época e para qualquer pessoa, a alimentação adequada e saudável é importante para a manutenção e recuperação da saúde. Mas durante uma pandemia, quando seu organismo precisa de uma dose extra de cuidado, o foco na alimentação deve ser redobrado. Principalmente para os idosos, que aparecem como o principal grupo de risco e necessitam de atenção especial.

Para quem está cuidando de algum idoso, é importante observar se ele apresenta perda ou ganho excessivo de peso (em curto prazo), se tem algum comprometimento sensorial, como diminuição do paladar e saúde bucal ruim, problemas de mastigação e dificuldades de deglutição, ou alguma doença crônica que precise de cuidados especiais na alimentação.

Uma alimentação saudável com variedade de alimentos e em quantidades adequadas, baseada em alimentos frescos, geralmente fornece todos os nutrientes que os idosos precisam para manter sua saúde e nutrição. Neste momento, uma nutrição inadequada e menos atividade física podem levar à perda de massa muscular e força em idosos.

Então, se você é idoso ou está cuidando de um, confira aqui alguns passos que vão ajudar na organização da alimentação:

Passo 1: um bom planejamento das compras e das refeições vale muito

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Planejar as refeições dos idosos contribui para a manutenção de uma rotina alimentar adequada e saudável, já que ter sempre uma comida de verdade ao alcance ajuda a evitar os ultraprocessados, ricos em gorduras, açúcares e conservantes.

Mas o planejamento das refeições começa nas compras. É importante ficar de olho no que já tem na despensa, para evitar o desperdício e idas desnecessárias ao supermercado, já que o momento é de minimizar as saídas.

A dica é conferir quais alimentos e ingredientes ainda estão disponíveis em casa e quais as preparações irão ser feitas com eles. Na sequência, é só planejar as refeições das semanas seguintes e quais alimentos serão necessários comprar e em qual quantidade.

Para quem é do grupo de risco, como é o caso dos idosos, o recomendado é que alguém próximo ou membro da família faça esse trabalho de ir às compras, mantendo todos os cuidados de higiene ao retornar ou entregar as compras. Se não for possível contar com essa ajuda extra, quem está no grupo de risco deve preferir os horários com menor aglomeração de pessoas.

Se você gosta de cozinhar, esse é o momento ideal para colocar em prática suas receitas. Mas se ainda não possui habilidades culinárias, que tal aproveitar o período para desenvolvê-las? Peça receitas a familiares e amigos, leia livros, consulte a internet e descubra o prazer de preparar o seu próprio alimento!

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Apesar da mudança na rotina das famílias, duas coisas não podem mudar para os idosos: o hábito de fazer as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) e a manutenção dos respectivos horários de cada uma delas.

Segundo o Guia Alimentar para População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde, comer de forma regular, devagar e com atenção é uma boa maneira de controlar o quanto comemos. Se der fome entre uma refeição e outra, faça pequenos lanches com castanhas, frutas frescas ou secas.

Você pode também encontrar alternativas que facilitem o preparo e consumo diário, como por exemplo manter o mesmo cardápio para o almoço e jantar. Só lembre de guardar adequadamente as preparações entre as refeições. Após o preparo, já armazene os alimentos que servirão para futuras refeições na geladeira, congelador ou freezer. Não espere o alimento esfriar.

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Passo 3: preferência para os alimentos integrais em sua forma mais natural

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Os alimentos como arroz, aveia, milho, batata, abóbora, mandioca e pão são importantes fontes de energia e, por isso, devem ser os principais ingredientes das refeições dos idosos. Melhor ainda se forem consumidos nas formas integrais.

Eles possuem carboidratos, fibras, vitaminas e minerais, especialmente os cereais integrais. A principal vantagem é que esses alimentos são versáteis e possuem preparo e cozimento rápidos. Além disso, quando combinados com o feijão ou outra leguminosa, eles são uma excelente fonte de proteína de qualidade.

Passo 4: frutas, verduras e legumes em todas as refeições

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Frutas, legumes e verduras são ricos em vitaminas, minerais e fibras. Por esse motivo, eles devem estar presentes diariamente na alimentação do idoso. O consumo desses alimentos contribui para diminuir o risco de várias doenças, além de colaborar para o funcionamento adequado do intestino.

Uma dica é preferir hortaliças e frutas da estação, pois é nesse período que elas estão mais nutritivas e baratas. Alimentos que tenham maior durabilidade também são boas escolhas, sendo que vegetais congelados podem ser uma boa opção neste momento uma vez que as suas propriedades nutricionais são mantidas.

Alguns exemplos de frutas com maior durabilidade são: maçã, pera, melancia e melão se inteiros, manga, abacate, goiaba, mexerica/tangerina, laranja e limão. Outros alimentos com maior durabilidade são: cebola e alho, batata, batata-doce, inhame, abóbora, acelga, beterraba, rabanete, cenoura, tomate, chuchu, repolho, berinjela e couve-flor.

Quanto mais variada e colorida for a alimentação do idoso, mais equilibrada e saborosa ela será. Para saber mais sobre formas de armazenamento, composição, pré-preparo, preparo e receitas, acesse: Na cozinha com frutas, legumes e verduras, também produzido pelo Ministério da Saúde.

Passo 5: Arroz e feijão no almoço e jantar!

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Além de saudável, essa dupla é imbatível. A combinação mais brasileira de todas é completa, nutritiva e a base de uma alimentação saudável também para os idosos. Use a criatividade para explorar as variedades de feijões disponíveis (preto, manteiga, carioquinha, verde, de corda, branco). Use ainda outros tipos de leguminosas, como soja, grão-de-bico, ervilha, lentilha ou fava.

Para facilitar, prepare porções maiores para serem consumidas ao longo da semana. O arroz pode ser guardado na geladeira para ser consumido em até 3 dias ou ser congelado por mais tempo. Da mesma forma, o feijão pode ser guardado em geladeira por 3 dias e ser congelado por até 30 dias.

Passo 6: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados em pelo menos uma refeição

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Leite e derivados são ricos em cálcio, que ajuda no fortalecimento dos ossos dos idosos. Já as carnes, as aves, os peixes e os ovos são ricos em proteínas e minerais. Dando destaque para os ovos pela boa durabilidade e elevado teor nutricional.

Também para facilitar, as carnes cozidas podem ser preparadas em quantidades maiores para serem consumidas em até 3 dias, se adequadamente refrigeradas em geladeira. Quando frescos, o peixe e a carne devem ser utilizados em, no máximo, 2 a 3 dias.

Passo 7: Consuma com moderação óleo, gordura, sal e açúcar

Utilize esses ingredientes com moderação em suas receitas, que deve ter como base alimentos in natura ou minimamente processados. Opte também por preparações que levem pouco açúcar.

O consumo excessivo de sal e de açúcar pode agravar condições crônicas, como hipertensão, problemas cardiovasculares e diabetes, além de comprometer a saúde e o bem-estar. Vale lembrar que o agravamento dessas doenças se torna ainda mais crítico no contexto da pandemia.

Para reduzir a quantidade de óleo e sal, por exemplo, invista em temperos naturais, como cebola, alho, louro, salsinha, cebolinha, pimenta, coentro e outros a gosto da família. Uma dica para acrescentar ainda mais sabor e aroma à preparação é fazer combinações com outros alimentos na hora de cozinhar. Um bom exemplo é incluir cenoura ao molho do feijão.

Passo 8: Cuidado com a hidratação!

Como Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Além de ter grande importância para o funcionamento do corpo, a hidratação é fundamental para a manutenção da saúde e recuperação, em caso de doença. Portanto, fique atento ao consumo diário de água dos idosos, principalmente em dias quentes.

Não vale substituir por refrescos, refrigerantes, bebidas lácteas e bebidas açucaradas de forma geral. É água mesmo! A recomendação é de que ela seja tratada, filtrada ou fervida. Quer uma dica para aumentar a ingestão de água da melhor idade? Experimente aromatizar com hortelã ou frutas, como rodelas e cascas de laranja ou limão.

Passo 9: Diga não aos ultraprocessados

Já citamos anteriormente, mas é importante reforçar: produtos ultraprocessados possuem baixo valor nutricional, além de serem fontes de calorias excessivas. Isso se deve às quantidades elevadas de açúcar, gordura e sal, que contribuem para o ganho excessivo de peso e agravamento de diferentes condições crônicas, como diabetes e hipertensão, que podem estar presentes na vida do idoso.

Biscoitos recheados, guloseimas, salgadinhos, refrigerantes, sucos industrializados, sopa prontas e macarrão instantâneo, tempero pronto, embutidos e refeições congeladas devem ser evitados ou consumidos apenas ocasionalmente pelos idosos. Prefira frutas, castanhas, iogurte, pão, bolo e biscoitos caseiros para os lanches.

Passo 10: Fique atento aos rótulos e embalagens

São a partir dos rótulos que os consumidores podem se informar em relação à composição dos alimentos. É por meio deles que descobrimos se um alimento tem excesso de gordura, açúcar e sódio. Leia sempre a lista de ingredientes para identificar os ultraprocessados, que devem ter seu consumo evitado.

Fonte https://saudebrasil.saude.gov.br/

Confira os 10 passos para uma alimentação adequada e saudável

ReproduçãoComo Ajustar Quantidades em Receitas: 10 PassosFrutas e verduras, prato colorido, fibras e carne branca é cardápio da saúde

Movimento “Setembro Verde” é mais uma destas campanhas mensais com a proposta de conscientizar para mudança de hábito. Neste caso, a mensagem de alerta vai para quem precisa se alimentar melhor, porque a obesidade e a pré-obesidade provocam doenças graves e, por isso, a questão é tratada como problema de saúde pública no Brasil.

  • Tanto é que o Ministério da Saúde dispõe do “Guia Alimentar para População Brasileira” que traz informações e recomendações de fácil compreensão.
  • Melissa Schirmer, do Conselho Estadual de Nutricionistas de Mato Grosso, ressalta que o assunto é sério e distorções disseminadas na mídia, como dietas milagrosas e sem critério científico, podem causar disfunções à saúde e transtornos alimentares.
  • Professora mestre em Ciência dos Alimentos, Melissa Schirmer ressalta que mudança de hábito alimentar não se dá por milagre e sim decisão, baseada em informação correta.
ReproduçãoComo Ajustar Quantidades em Receitas: 10 PassosIndustrializados, sal, frituras e açúcar devem sem reduzidos ou cortados
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Ela orienta que os melhores alimentos são os naturais e não industrializados. Que eles devem ser o mais frescos possível e produzidos na região.

Conselheira alerta para os perigos das gorduras, do sal e do açúcar em excesso – embutidos até mesmo em sucos industrializados, que muitas vezes se vendem como saudáveis.

“Acompanhei alunos este sábado em visita a uma comunidade carente e ficamos assustados com a situação das crianças, com glicemia alterada, por exemplo, isso porque se alimentam mal, é muito miojo, achocolatado, suco industrializado”, preocupa-se. “Os pais não devem comprar essas coisas, porque, se compram, naturalizam a ingestão delas e são prejudiciais”.

O médico Victor Sano, radioterapeuta da clínica oncológica em Cuiabá Oncomed, ressalta que há muita ligação epidemiológica desse alimentos industrializados com um tipo de câncer, que é o de intestino.

“Por isso é importante comer fibras, verduras e peixes, lembrando que não adianta comer verduras cheias de agrotóxicos, então temos que caminhar em direção aos orgânicos”, destaca o médico.

Ele diz ainda que há disponível no mercado capsulas probióticas, que ajudam a regular o instestino e que custam cerca de R$ 100 por mês. “Nossa flora tem que ficar bem modulada e essas cápsulas são bactérias do bem”, explica.

Guia do Ministério da Saúde destaca que os produtos alimentícios industrializados “nos pegam” pelo hipersabor, ou seja, geralmente são muito gostosos, por isso “irresistíveis”.

São grandes – ou seja, induzem as pessoas a comerem muito mais do que precisam – e favorecem refeições rápidas e inadequadas do ponto de vista emocional e nutricional. Sim, porque o emocional também conta, na hora de se alimentar.

A recomendação, quanto isso, é que a prática seja coletiva, na mesa, com calma.

O MS recomenda também que na dieta rotineira tenha variedade de grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes. É só fazer um prato colorido.

Confira quais são os 10 passos para uma alimentação adequada e saudável

Reprodução InternetComo Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

1 – Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

  1. 2 – Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias
  2. Utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, óleos, gorduras, sal e açúcar contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.
  3. 3 – Limitar o consumo de alimentos processados

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Em pequenas quantidades, podem ser consumidos como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

4 – Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados

Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados.

Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados.

Suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

5 – Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia

ReproduçãoComo Ajustar Quantidades em Receitas: 10 Passos

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade.

Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia, com familiares, amigos ou colegas de trabalho ou escola.

A companhia nas refeições favorece o comer com regularidade e atenção, combina com ambientes apropriados e amplia o desfrute da alimentação. Compartilhe também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições.

6 – Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7 – Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá- las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero.

Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las.

Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e… comece a cozinhar!

8 – Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana.

Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer.

Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

9 – Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

10 – Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

O movimento

Já imaginou um Brasil onde todas as pessoas se alimentem melhor? E um país em que as crianças aprendam a importância de comer frutas e hortaliças desde cedo? Ou ainda, um lugar onde o hábito de plantar seja comum em todas as casas e os produtores sejam valorizados? Seria incrível não é mesmo? E agora está ficando cada vez mais possível. Isso porque um grupo de pessoas decidiu tornar esse sonho realidade criando o Movimento Setembro Verde, que será um mês inteiro dedicado a incentivar e disseminar o hábito de se alimentar de forma mais saudável.

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O Movimento, criado pela empresária Diana Werner, a produtora Roberta Silva e pela a digital influencer Laura Bier, tem como objetivo disseminar informação e promover vivências que incentivem a produção e o consumo de frutas e hortaliças para todos, além de aproximar os brasileiros dos produtores que batalham todos os dias para trazer comida para a nossa mesa.

“Acreditamos no poder das pessoas em transformar culturas, na conexão com a natureza, na valorização do produtor, no sabor dos produtos da terra, na alimentação mais saudável e na vida mais feliz. Nós acreditamos que é possível transformar a alimentação do brasileiro”, explica Diana.

Para dar voz a essa ação, diversos restaurantes já aderiram a causa criando um prato exclusivo onde as hortaliças são protagonistas. Além disso, várias instituições de ensino, formadores de opinião, nutricionistas, horticultores e diversas iniciativas públicas e privadas já apoiam a causa.

Laura Bier esclarece que a ideia de criar o Setembro Verde surgiu após ter contato com os dados tão preocupantes sobre a saúde do brasileiro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda comer 400g de frutas e hortaliças por dia. Parece pouco, mas a maioria das pessoas não chega nem à metade.

No Brasil, apenas uma a cada três pessoas consome frutas e hortaliças em cinco dias da semana, 18,9% dos brasileiros estão obesos e mais da metade da população está acima do peso recomendado.

Além disso, aumentou 61,8% o número de Brasileiros diagnosticados com diabetes nos últimos 10 anos.

“Mesmo com dados negativos hoje, acreditamos que é possível transformar a alimentação do brasileiro, e que é possível comer melhor”, fala Roberta, chamando a população para aderir a causa. “Não importa qual é o seu perfil, você é bem-vindo ao movimento!”.

Todos os brasileiros estão convidados a participarem e disseminarem as ações do movimento Setembro Verde! Use a hashtag #setembroverde para compartilhar hábitos do seu dia-a-dia que fazem a sua alimentação ser mais saudável. Compartilhe receitas, fotos da sua horta em casa, a sua feira favorita ou até os restaurantes que você adora!

Como aprender a cozinhar: dicas e receitas fáceis

Cozinhar bem e acertar nos temperos e no ponto certo da comida é uma delícia, mas nem todos nasceram com esse dom, né? Existem aquelas pessoas que arrasam nas panelas desde a primeira vez que tentam uma receita, já outras (diga-se de passagem, a grande maioria) precisam de um pouco mais de tempo e as vezes até mesmo um treinamento ou curso.

Como dominar a cozinha sem saber fazer ABSOLUTAMENTE nada!

Independente se você é naturalmente bom ou não, uma coisa podemos te falar: é possível aprender a cozinhar bem! Com alguns truques, dicas espertas e paciência, você conseguirá fazer pratos muito gostosos.

Dicas para aprender a cozinhar

Siga a receita (de verdade)!

Pode parecer óbvio, mas essa é a dica mais importante para quem quer aprender a cozinhar. Seguir o passo a passo na ordem certa garante um bom resultado. Deixe para fazer substituições de ingredientes ou tentar inventar depois que você estiver mais íntimo das panelas.

Confira os ingredientes antes

Isso vale para qualquer cozinheiro. Já pensou começar uma receita de bolo e não ter a quantidade suficiente de ovos, por exemplo? Sempre que quiser fazer algum prato, confira se tem todos os ingredientes em casa ou planeje-se e faça uma lista de compras para não ter imprevistos.

Quer fazer mais? Compre uma quantidade maior do que o mandado na receita para dar margem para os possíveis erros que cometerá.

Repita a receita… repita, repita e repita!

Seu arroz pode queimar, seu bolo pode não crescer muito ou ficar solado e seu molho de tomate pode ficar ácido. Calma, isso acontece! Até quem têm anos de experiência na cozinha erram, o importante é não desistir!

Teste, teste, teste e teste. Repita a receita várias vezes. Cansou? Teste de novo. Essa é a fórmula mágica para aprender a cozinhar.

Prove o tempo todo

Prove sua receita a cada ingrediente adicionado para você ter controle sobre o resultado final e também para ajustar algo caso seja necessário. Ah, sempre que for colocar mais ingredientes, coloque-os aos poucos, tá? Assim além de garantir o sucesso na realização da receita você corre menos risco de desperdiçar ingredientes.

Tenha paciência

Nem todo mundo consegue de primeira pegar uma receita e fazê-la bem, e ok! Para aprender a cozinhar é muito importante ter paciência para fazer os processos corretos. Um bom exemplo é: se a receita manda cozinhar em fogo baixo, nada de colocar o alto só para ficar pronto mais rápido!

A paciência também fará com que você não desista na primeira vez que um passo ou até mesmo o resultado da sua receita der errado, coisa que pode acontecer algumas várias vezes. Não desanime!

Não tenha medo

Ter medo de cozinhar só vai fazer você não se soltar na hora do preparo. Vá para a cozinha pronto para acertar, mas também para errar. Divirta-se! Mantenha a atenção e celebre sempre que conseguir fazer algo que não conseguia.

Receitas para iniciantes

Se você é novo na cozinha e quer aprender a fazer o básico, como arroz soltinho, purê, feijão, uma carninha moída, molho de tomate ou até mesmo carne de panela e vencer aquele medo da panela comum ou da temida panela de pressão, aqui é o lugar certo. Ninguém melhor do que Ana Maria Braga, a rainha da culinária que há mais de 20 anos ensina todo mundo a cozinhar!

A seguir, listamos as receitas que os iniciantes têm que ter na mão para fazer bonito com as panelas:

Pudim de leite sem furinhos

Brownie econômico

Bolo de cenoura de micro-ondas

Arroz soltinho

Feijão

Purê de batata

Bife de panela na pressão

Carne de panela

Peixe com legumes na pressão

Legumes grelhados

Torta de frango e requeijão

Omelete de forno

Ovos mexidos cremosos

Pão fácil sem glúten

Molho de tomate

Sopa de carne, macarrão e legumes

Macarronada

Bolo de chocolate com calda

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