Como ajudar um gato com o ombro quebrado (com imagens)

Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens)

Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens)

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Costumamos pensar que os gatos são animais muito resistentes. Muitos de nós quase que lhes atribuímos poderes sobrenaturais, como por exemplo dizer que os gatos têm sete vidas, no entanto, a realidade é muito diferente: os gatos, são uns mestres na arte de dissimular os sinais de dor. Por essa peculiaridade, é difícil perceber que os felinos estão sofrendo.

Este artigo do PeritoAnimal pretende orientar a hora de reconhecer a dor nos gatos, embora como em todos os animais, sempre irá variar de gato para gato. Continue lendo e descubra estes 10 sinais de dor em gatos.

Uma das principais causas de dor nos gatos é a artrose, uma patologia que, como acontece com os humanos, consiste em um desgaste da cartilagem articular. Caso o gato a tenha, mostrará os seguintes sinais de dor:

  • Relutância ao movimento (não querer se mover): Muitos gatos que se encontram doloridos por problemas musculares e esqueléticos evitam mover-se na medida do possível Mas, com determinada idade, a tendência a se moverem o suficiente pode estar indicando que o gato sofre de artrose e não que está algo “apático”. Ao contrário dos gatos, os cachorros “dizem-nos”, uma vez que acompanham os nossos passeios, momento no qual se põe em evidência qualquer desconforto ao caminhar. Os gatos optam por suprimir o que lhes produz dor, não subindo para o seu móvel favorito, por exemplo, e limitam o seu deambular cotidiano.
  • Deposições fora da caixa de areia. Quem trata de forma habitual com gatos associa isso a um castigo perante a nossa ausência ou mudança de móveis, por exemplo. Mas por vezes, o nosso felino não consegue ter acesso à caixa de arei devido às dores. É por isso que uma revisão física do gato é imprescindível, antes de pensar que mudou o seu comportamento só porque sim.
  • Prolongamento dos tempos de descanso. O último dos sinais de dor em gatos relacionados com a artrose é que se acomodam longos períodos de tempo nas suas camas. É habitual não darmos importância ao tema se temos gatos idosos, porque pensamos que já têm uma certa idade e que sempre gostaram muito de tirar os seus cochilos. É importante realçar que eles passam entre 14 a 16 horas diárias descansando, mas se o fazem em momentos que não faziam antes pode tratar-se de um sinal de dor.

Como saber se o meu gato tem dor por artrose?

Podemos saber isso principalmente observando o seu comportamento atual e avaliando se mudou alguma coisa, desta forma consegue obter muitas pistas. Por exemplo, se o gato costumava saltar para a mesa assim que via comida, saltar para o arranhador ou correr todas as noites pelo passeio um bom bocado e leva algum tempo sem o fazer, será o momento de recorrer a uma revisão veterinária.

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Quando um gato sente algum desconforto, uma das rotinas diárias que mais se vê afetada é, sem dúvida, a sua higiene. No entanto, não é a única coisa a que temos que prestar atenção para averiguar se o gato tem algum tipo de dor.

  • Falta de asseio. Existem gatos mais meticulosos que outros na sua higiene diária, mas se o nosso gato costumava passar um certo tempo se limpando e se ultimamente anda meio descuidado neste aspeto, pode ser um sinal de mal-estar. O pelo fica pouco lustroso, eriçado, e até um pouco áspero.
  • Não marca território. Marcar território diariamente, como por exemplo afiar as unhas e esfregar as mandíbulas, é um dos hábitos que se pode ver afetado ou suprimido caso o gato sinta alguma dor.

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Os gatos e cachorros têm uma membrana esbranquiçada que podemos chamar de “terceira pálpebra”, embora seu nome seja membrana nictitante. Em condições normais não se vê, mas quando o gato se encontra apático, dolorido ou febril, podemos vê-la no felino com os olhos abertos, sendo estes sintomas, claros sinas de que algo não está bem.

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Muitas vezes a dor nos gatos está relacionada com alterações na boca e, embora o felino mantenha uma atitude mais ou menos normal e se interesse pela comida, é-lhe impossível deglutir. Isto provoca a saída constante de saliva e a peregrinação constante ao comedouro, embora não consiga se alimentar corretamente.

Confira também o que pode ser caroço na barriga de gato nesse artigo do PeritoAnimal.

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Também pode ser comum em problemas de comportamento ou estresse, mas alguns gatos reagem de forma agressiva diante de certos estímulos como sinal de dor (por exemplo, um carinho), manifestando comportamentos que parecem de ataque.

Se o seu gato costumava ser carinhoso e dócil e agora tem uma atitude arisca quando tenta interagir co ele, vá ao veterinário para descartar qualquer problema de saúde.

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Existem gatos mais “faladores”, por exemplo os siameses, mas se o gato mia com mais frequência que o normal e sem motivo aparente, poderá ser uma alerta de que alguma coisa está acontecendo. Costuma ser mais um sinal de dor emocional, mas em algumas ocasiões pode estar relacionado com a dor física.

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Não é exclusivo dos cachorros, embora seja neles e em outros animais que as costumamos ver.

Ps gatos são mais discretos em tudo o que se refere a manifestar sinais de dor, mas quando esta atinge mais intensidade, podemos encontrar o nosso gato curvado, ou pelo contrário, esticado com as patas dianteiras como se fosse um despertar contínuo.

Tal como quando os humanos sentimos cãibras no abdômen tendemos a nos encolher, podemos encontrar o nosso felino adotando as mesma posições. Costumam ser does viscerais e as alterações neste caso costumam ser notadas antes que o felino tenha que adotar estas posturas.

Estes detalhes fáceis de observar, podem ajudar-nos a identificar os sinais de dor no gato. Como sempre, cada gato é um mundo, e do mesmo modo que não há humanos iguais, não há duas formas iguais de manifestar dores nos felinos, nem em algum outro ser.

Com estes breves conselhos do PeritoAnimal, e dos dados que se podem recolher no dia a dia (falta de apetite, problema para urinar, etc), o veterinário poderá definir os exames oportunos de modo a poder aliviar a dor no gato.

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Este artigo é meramente informativo, no PeritoAnimal.com.br não temos capacidade para receitar tratamentos veterinários nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Sugerimos-lhe que leve o seu animal de estimação ao veterinário no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

Se deseja ler mais artigos parecidos a 10 sinais de dor em gatos, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Outros problemas de saúde.

Fratura do terço proximal do úmero (fraturas do ombro)

Fraturas do terço proximal do úmero ou do úmero proximal são a terceira fratura mais comum.

Elas ocorrem em 2 faixas etárias e estão relacionadas a dois mecanismos de trauma: nos pacientes mais jovens são causadas por acidentes de alta energia, como acidentes de carro ou moto; nos pacientes acima de 50 anos podem ocorrer em traumas mais leves, como queda da própria altura e comumente estão relacionadas à osteoporose.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através do exame físico e de radiografias simples. Nos casos mais complexos, pode ser necessária a tomografia computadorizada, que permite uma avaliação tridimensional da fratura.

Eventualmente, algumas fraturas podem não aparecer na radiografia inicial, chamadas de fraturas ocultas e são mais comuns nas fraturas sem desvio do tubérculo maior (proeminência no úmero em tendões do manguito rotador se inserem).

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Tomografia computadorizada

Há uma variação muito grande entre os tipos de fratura. As fraturas podem acometer diferentes partes do osso e podem ou não ser desviadas. Quanto mais desviados esses fragmentos ou partes do osso, mais grave é a fratura.

As fraturas com desvio entre os fragmentos são classificadas de acordo com o número de partes (2, 3 ou 4 partes). Quanto maior o número de partes, pior será a fratura. Existem diversos outros critérios que determinam a gravidade da fratura e que são avaliados pelo médico para determinar o melhor tratamento.

A presença de luxação da cabeça do úmero e a fratura com degrau na articulação também são fatores de maior gravidade

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Diferentes partes da fratura

A maioria dessas fraturas tem mínimo desvio e podem ser tratadas de modo não operatório. Em cerca de 20% dos casos a cirurgia é indicada devido ao desvio da fratura. Nos outros 80% o tratamento com uma imobilização com tipóia pode ser realizado.

Como existem diversos subtipos dessa fratura, o tratamento deve ser individualizado para cada caso. Mas de modo geral, as fraturas que apresentam desvio entre o osso do úmero e a cabeça do úmero maior que 1cm são consideradas desviadas e podem ser um fator decisivo na escolha da cirurgia.

Um desvio de 0,5cm entre as proeminências da cabeça do úmero, chamadas de tubérculos, é o limite aceitável para a maioria dos casos. A angulação superior a 30° a 45° também é considerada como o máximo tolerável.

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Diversos outros critérios existem para essa tomada de decisão e a orientação de um ortopedista com experiência no tratamento dessas fraturas é essencial.

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Diferentes tipos de fraturas

O tratamento não cirúrgico, ou conservador, é feito com a imobilização do ombro, através do uso de uma tipóia. O tempo de uso da tipóia é variável e depende da cicatrização óssea (consolidação) que será avaliada através de radiografias seriadas.

Em média a tipóia é utilizada por cerca de 1 mês , permitindo a movimentação do cotovelo, punho e mão desde o início do tratamento. Dependendo da fratura, a tipóia pode ser retirada para alguns movimentos leves do ombro, orientados pelo médico.

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O tipo de cirurgia depende do gravidade da fratura. Na maioria das fraturas, o objetivo é fixar os fragmentos ósseos e estabilizá-los de modo a permitir uma movimentação e reabilitação precoce.

Existem diversos métodos para fixar essa fratura.

O método mais utilizado atualmente é a fixação com placas específicas para esse tipo de fratura, com características mecânicas que apresentam maior resistência e promovem maior estabilidade.

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Fratura do úmero proximal fixada com placa bloqueada

Nas fraturas mais graves, pode não ser possível reconstruir a fratura, sendo necessário a realização de uma prótese.

Na prótese do ombro, um implante metálico irá substituir a cabeça do úmero e as proeminências ósseas da cabeça (tubérculos) serão fixados ao redor da prótese.

A fixação e cicatrização dos tubérculos é essencial para o bom resultado com a prótese, pois são o local onde os tendões do ombro estão inseridos.

Diversas complicações podem ocorrer com essas fraturas, com ou sem a cirurgia. A perda dos movimentos do ombro é a complicação mais comum e depende de uma série de fatores, como: tempo prolongado de imobilização, gravidade da fratura e posição dos fragmentos ósseos após a consolidação. A consolidação em uma posição ruim também é uma complicação ruim.

Uma angulação excessiva do úmero ou o desvio dos tubérculos pode gerar dor ou alguma limitação dos movimentos. A complicação mais temida é a osteonecrose. Essa complicação pode decorrer da perda do suprimento sangüíneo da cabeça do úmero.

Pode ocorrer até 2 ou 3 anos depois da cirurgia e principalmente nas fraturas mais graves (em 4 partes) ou naquelas associadas à luxação.

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Feridas em gatos: conheça alguns dos tipos mais comuns

As feridas em gatos podem ser muito comuns. Quando percebemos um machucadinho nos felinos, as pesquisas na internet podem nos levar para resultados que, muitas vezes, não condizem com a realidade.

Arranhões decorrentes de brigas, acne felina, alergias e até doenças mais graves, como a esporotricose ou dermatite atópica, podem ser a causa dos machucados. Em todos os casos, o bem-estar e a saúde do gato podem ser prejudicados.

Para te ajudar a identificar o que pode ser a causa das feridas em gatos, preparamos um material com os tipos mais comuns e cuidados que o seu gatinho precisa. Mas, lembre-se: o ideal é sempre procurar um veterinário ao perceber algo diferente no corpo do seu bichano. 

Feridas em gatos: esporotricose felina é um problema muito grave

Todo tutor de gatinhos já ouviu falar dessa doença, que em muitos casos leva a óbito pela intensidade das feridas no gato.

A esporotricose felina se desenvolve a partir do fungo Sporothrix Schenckii, que está presente no solo e na natureza (cascas de árvores e até mesmo roseiras).

Por isso, durante muito tempo, a esporotricose ficou conhecida como “doença dos jardineiros”, pois também afeta os humanos. 

Ao entrar em contato com um gato com esporotricose é necessário tomar alguns cuidados, entre eles o de não misturar o animal infectado com outros saudáveis. Também é bom evitar o contato físico com o animal se você estiver com alguma ferida no corpo, como arranhões ou machucados expostos. 

Existem três fases na esporotricose: cutânea, linfocutânea e disseminada. No caso dos gatinhos, o tratamento precisa ser feito o mais rápido possível, pois a doença costuma progredir com rapidez para a fase disseminada, onde o animal fica com muitas lesões pelo corpo, dificuldade de respirar e até anorexia, já que não consegue se alimentar por causa da dor. 

Veja algumas fotos de feridas em gatos. ATENÇÃO: Imagens fortes!

Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) Atenção! Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) Remédio caseiro para ferida de gato não existe! Leve sempre o seu bichano ao veterinário! Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) Feridas em gatos podem ser decorrentes da esporotricose felina. Preste atenção no surgimento de machucadinhos no pelo e no rosto de seu animal. Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) Feridas em gatos: esporotricose progride com rapidez, por isso o tratamento deve ser imediato! Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) Ferida na orelha do gato também é uma marca da doença, que compromete toda a saúde e bem-estar do bichinho Como Ajudar um Gato com o Ombro Quebrado (com Imagens) A esporotricose felina pode chegar a casos muito graves. Feridas em gatos precisam ser tratadas com medicamentos específicos e, em alguns casos, até antibióticos.

Saúde animal

Gatos são animais conhecidos pelas suas frequentes fugas quando estão no cio, mas você sabe por quê? Sabe a partir de qual idade a fêmea pode ter o primeiro cio? Esse período pode ser bastante estressante para o felino – e também para o dono -, pois o comportamento do animal muda bruscamente. Está preparado e já está ciente de quanto tempo dura o cio do gato? Nessa matéria vamos tirar essas e outras dúvidas sobre o assunto. Vem com a gente!

Saúde animal

A vacina para cachorro é uma das principais formas de proteger o seu amigo de uma série de doenças que, além de serem realmente incômodas para o animal, podem ser fatais em alguns casos.

Por isso, manter a carteira de vacinação do seu doguinho em dia é uma ótima maneira de cuidar para que ele se mantenha saudável. Ainda assim, os atrasos podem acontecer em uma série de casos diferente.

Para explicar sobre as consequências, como agir quando isso acontece e o porquê das vacinas serem tão importantes, a gente conversou com a veterinária Renata Bloomfield.

Saúde animal

Encontrar o cachorro ofegante não é uma questão incomum na vida dos tutores. Normalmente, os peludos ficam mais cansados depois de um longo passeio ou brincadeiras, mas quando não houve nenhum estímulo é preciso ficar atento.

Observe alguns sinais do cachorro ofegante: língua pra fora pode indicar calor ou cansaço, agora se o sintoma estiver acompanhado de tremores ou cachorro com dificuldade de respirar, o ideal é levá-lo imediatamente ao veterinário.

Para saber como diferenciar e se há necessidade de buscar ajuda médica, nós conversamos com Ricardo Duarte, que é docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário FMU, de São Paulo.

Saúde animal

A castração de cachorro é um procedimento cirúrgico muito importante para a saúde e bem-estar de animais domésticos. Machos, fêmeas, adultos e filhotes podem passar pela cirurgia.

Castrar um animal é sinônimo de cuidado e amor, pois é possível prevenir diversas doenças graves e ainda impacta no comportamento dos animais – evita fugas, reduz a agressividade e acaba com a marcação de território.

Isso sem contar que a castração é a única forma de diminuir a quantidade de animais abandonados nas ruas.

É muito comum que após uma briga de gato o corpo do animal produza um abscesso, uma inflamação com pus, avermelhada e que causa bastante dor.

Como uma “bolha”, essa ferida é uma reação do corpo para a inflamação presente e não deve ser estourada por humanos. O nódulo é sensível e se estourado, pode infeccionar e acabar ocasionando uma ferida bem maior do que a que já existia.

No caso dos abscessos, o antibiótico pode ajudar a diminuir o machucado e acelerar o processo de regeneração e cicatrização do corpo.

É normal que os abcessos estourem sozinhos, e quando isso acontece, eles liberam um odor ruim e característico, mas é normal e não há nada a ser feito.

Deve-se, após romper o abcesso, colocar uma gaze para estancar o líquido e o pus, mas nem sempre é recomendado o uso de pomadas.

Por ser uma reação normal do corpo a uma infecção, a cicatrização ocorre sem necessidade de muitas intervenções externas. 

Ácaros podem causar feridas na orelha do gato

O ácaro é um parasita bem comum na vida dos gatos. Podem ser grandes inimigos dos felinos, principalmente por se estabelecerem na região do ouvido, gerando incômodo e coceira.

A ferida na orelha do gato pode ser na área interna ou externa, por isso é importante buscar ajuda médica se perceber algum comportamento diferente no seu bichano: se ele estiver coçando a orelha excessivamente ou balançando a cabeça já é um alerta.

Como explica Rodrigo, é a partir desse diagnóstico que ele pode prescrever medicamentos para uso tópico ou de aplicação direta e imediata na pele ou pelo. O tratamento também pode ser feito com antibióticos e anti-inflamatórios.

Pulgas e carrapatos em gatos também podem causar feridas em gtos

Os gatinhos também podem ser afetados pelas pulgas e carrapatos, assim como os cachorros. No caso dos felinos, os parasitas geram coceira excessiva e faz com que se machuquem para aliviar.

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No caso de um gato com ferida no pescoço, por exemplo, uma das hipóteses pode ser o machucadinho feito na tentativa de expulsar a pulga. Felinos são flexíveis demais e não medem esforços para se livrar de algo que os cause desconforto.

Ah, e em caso de feridas abertas, vale a pena fazer uma descontaminação do ambiente para evitar que os carrapatos e as pulgas coloquem larvas na ferida.

É também importante prevenir as pulgas e o carrapatos para evitar a Ehrlichiose Felina e a Barbesiose, popularmente conhecidas como doença do carrapato – sim, ela também pode afetar os felinos.

A melhor maneira de prevenir as pulgas e os carrapatos é com o uso de um produto antiparasitário. Existem opções com duração mensal e prolongada, além de coleiras de uso diário que impedem os animais de serem afetados pelos parasitas.

Verifique com um veterinário de confiança!

Pulgas, carrapatos e ácaros causam feridas em gatos que podem gerar lesões maiores.

Veterinários dizem que a dermatite atópica é a grande doença crônica da modernidade quando falamos de animais domésticos. Os gatinhos podem desenvolver alergias a qualquer coisa, como poeira, fungos, ácaro e até picadas de pulgas.

Além da coceira excessiva, um dos primeiros sinais da dermatite atópica é o surgimento de manchas avermelhadas pelo corpo. Como já falamos repetidas vezes, é fundamental consultar um veterinário antes de prosseguir para qualquer tratamento de feridas em gatos.

Nem toda a ferida requer o uso de pomadas, por exemplo, pois tudo depende da evolução do caso e do diagnóstico. 

Feridas na boca de gatos: o que pode ser?

A acne felina é um problema muito comum nos gatos. Pequenos pontinhos pretos se formam na região da boca e queixo – e se parecem mesmo com os cravos em humanos – causados acúmulo de gordura na pele do felino.

É necessário diagnosticar e prevenir a ferida na boca do gato logo depois do aparecimento da primeira lesão, pois pode infeccionar e inchar.

Além disso, seu gatinho pode tentar coçar aquela região, piorando ainda mais o machucado.

Uma forma de prevenir a acne felina é trocando o uso de comedouros e bebedouros de plástico (que podem acumular gordura e bactérias caso não sejam lavados com frequência) por potes de inox ou cerâmica. As feridas na boca de gatos podem ter outras causas e diagnósticos: é importante observar o seu gato com frequência para verificar se não há nada fora do normal.

Feridas na boca de gatos, o que pode ser? No caso da Mia, era alergia alimentar! Com o tratamento adequado, ela já está se recuperando.

Às vezes o gatinho pode se machucar brincando, seja nas “lutinhas” com outro gato ou ao se prender em um brinquedo. Até mesmo podem aparecer com arranhões pelo corpo, porque vivem se enfiando em lugares inalcançáveis e escalando móveis sem se preocupar com a altura. Gatos são exploradores sem limites e é por isso que você deve se preocupar. 

Caso a ferida demore para cicatrizar, o ideal é buscar ajuda de um veterinário. Não existe um remédio caseiro para ferida de gato e, nos casos em que as lesões não se curam ou começam a aumentar de tamanho, o diagnóstico imediato pode evitar prejuízos e, principalmente, incômodo ao felino. 

Redação: Júlia Cruz

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Conheça as principais doenças de cachorro que afetam o sistema gastrointestinal

Cirurgia no quadril: entenda como é o antes e depois da cirurgia – SBOT

O quadril é a articulação (junta) que liga o osso da coxa (fêmur) ao osso da bacia (pélvis), permitindo os movimentos dos membros inferiores.

No quadril normal a cabeça do fêmur e a pélvis são cobertos por uma cartilagem macia que permite o fácil deslizamento da cabeça do fêmur dentro da cavidade (acetábulo). Uma articulação, normal deve possibilitar os movimentos do quadril em várias direções, ser estável e indolor.

Fraturas do Quadril

Uma fratura de quadril é uma fratura no quarto superior do osso do fêmur (coxa). A extensão da quebra depende das forças envolvidas. O tipo de cirurgia usada para tratar uma fratura de quadril é baseada principalmente nos ossos e tecidos moles afetados ou no nível da fratura.

Anatomia

O “quadril” é uma articulação de bola e soquete. Permite que a parte superior da perna dobre e gire na pélvis. Uma lesão na cavidade, ou acetábulo, em si não é considerada uma “fratura de quadril”. O manejo das fraturas na cavidade é uma consideração completamente diferente.

Causas

O “quadril” é uma articulação de bola e soquete. Permite que a parte superior da perna dobre e gire na pélvis. Uma lesão na cavidade, ou acetábulo, em si não é considerada uma “fratura de quadril”. O manejo das fraturas na cavidade é uma consideração completamente diferente.

Sintomas

O paciente com uma fratura de quadril terá dor na parte superior externa da coxa ou na virilha. Haverá desconforto significativo com qualquer tentativa de flexionar ou girar o quadril.

Se o osso tiver sido enfraquecido por uma doença (como uma lesão por estresse ou câncer), o paciente poderá notar dor na região da virilha ou da coxa por um período de tempo antes do intervalo. Se o osso estiver completamente quebrado, a perna pode parecer mais curta que a perna não lesionada.

O paciente frequentemente mantém a perna lesionada em posição fixa, com o pé e o joelho virados para fora (rotação externa).

Diagnóstico

O diagnóstico de uma fratura de quadril geralmente é feito por um raio-X do quadril e do fêmur. Em alguns casos, se o paciente cair e se queixar de dor no quadril, uma fratura incompleta pode não ser vista em um raio-X regular. Nesse caso, a ressonância magnética (RM) pode ser recomendada.

A RM geralmente mostra uma fratura oculta. Se o paciente for incapaz de fazer uma ressonância magnética por causa de uma condição médica associada, a tomografia computadorizada (TC) pode ser obtida. Ela, no entanto, não é tão sensível quanto a ressonância magnética para ver fraturas de quadril ocultas.

Tratamento

Considerações

Uma vez que o diagnóstico da fratura do quadril tenha sido feito, a saúde geral e a condição médica do paciente serão avaliadas. Em casos muito raros, o paciente pode estar tão doente que a cirurgia não seria recomendada. Nestes casos, o conforto geral e o nível de dor do paciente devem ser pesados ​​contra os riscos da anestesia e da cirurgia.

A maioria dos ortopedistas e cirurgiões concorda que os pacientes se saem melhor se forem operados com bastante rapidez. No entanto, é importante garantir a segurança dos pacientes e maximizar sua saúde geral antes da cirurgia. Isso pode significar tempo para fazer exames cardíacos e outros estudos diagnósticos.

Quando se submeter a uma cirurgia?

O principal objetivo dessa cirurgia é diminuir a dor da articulação e a incapacidade de realizar movimentos que, normalmente, decorrem da Artrose ou Artrite, mas também podem ser causados por quedas que levem a Fraturas de Quadril.
Quando a dor é muito severa, o indivíduo evita usar a articulação, causando assim, a atrofia dos músculos que a movimentam.

Essa cirurgia é indicada, apenas, depois de todos os outros tratamentos conhecidos foram realizados, sem obtenção do alívio da dor.

Tratamento não cirúrgico

Pacientes que podem ser considerados para tratamento não cirúrgico incluem aqueles que estão muito doentes para se submeter a qualquer forma de anestesia e pessoas que não puderam caminhar antes de sua lesão e podem ter sido confinados em uma cama ou cadeira de rodas.

Certos tipos de fraturas podem ser considerados estáveis ​​o suficiente para serem gerenciados com tratamento não cirúrgico. Como existe algum risco de que essas fraturas “estáveis” possam se mostrar instáveis ​​e se deslocarem (mudar de posição), o médico precisará seguir com os raios-X periódicos da área.

Se os pacientes estiverem confinados ao repouso no leito, como parte do manejo dessas fraturas, eles precisarão ser monitorados de perto quanto a complicações que podem ocorrer devido à imobilização prolongada. Estes incluem infecções, escaras, pneumonia, formação de coágulos sanguíneos e perda de nutrientes.

Tratamento cirúrgico

Antes da cirurgia

A anestesia para cirurgia pode ser anestesia geral com tubo de respiração ou raquianestesia. Em algumas circunstâncias, onde apenas alguns parafusos são planejados para fixação, a anestesia local com sedação pesada pode ser considerada.

Todos os pacientes receberão antibióticos durante a cirurgia e pelas 24 horas seguintes. Exames de sangue apropriados, radiografia de tórax, eletrocardiograma e amostras de urina serão obtidos antes da cirurgia.

Muitos pacientes idosos podem ter infecções do trato urinário não diagnosticadas que podem levar a uma infecção do quadril após a cirurgia.

Decisão do médico

A decisão do ortopedista e do cirurgião sobre a melhor forma de corrigir uma fratura será baseada na área do quadril que está quebrada e na familiaridade do especialista com os diferentes sistemas que estão disponíveis para lidar com essas lesões.

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Recuperação

Os pacientes podem ter alta do hospital para retornarem às suas casas ou por buscar uma estadia em uma unidade de reabilitação. Ambas as possibilidades requerem auxílio e atenção para que o paciente recupere a capacidade de andar.

Gerenciamento de dor

O aparecimento de dores após uma lesão ou cirurgia é uma parte natural do processo de cicatrização. O médico e a equipe de enfermagem atuam para reduzir sua dor, o que pode ajudá-lo a se recuperar mais rapidamente.

Medicamentos são frequentemente prescritos para alívio da dor a curto prazo após a cirurgia ou uma lesão. Muitos tipos de medicamentos estão disponíveis para ajudar a controlar a dor, incluindo opiáceos, antiinflamatórios não esteróides (NSAIDs) e anestésicos locais.

A equipe médica pode usar uma combinação desses medicamentos para melhorar o alívio da dor, bem como, minimizar a necessidade de opiáceos.
O paciente precisa estar ciente de que, embora os opióides ajudem a aliviar a dor após a cirurgia ou uma lesão, eles são um narcótico e podem viciar.

A dependência e a sobredosagem com opiáceos tornaram-se um problema de saúde pública crítico nos Estados Unidos.

É importante utilizar opiáceos apenas conforme indicado pelo seu médico.

Reabilitação

Os pacientes podem ser encorajados a sair da cama no dia seguinte à cirurgia com a assistência de um fisioterapeuta.

A quantidade de peso que pode ser colocada na perna lesada será determinada pelo cirurgião e geralmente é uma função do tipo de fratura e reparo (fixação).

O fisioterapeuta irá trabalhar com o paciente para ajudar a recuperar a força e a capacidade de andar. Esse processo pode levar até três meses.

Cuidados médicos

Ocasionalmente, uma transfusão de sangue pode ser necessária após a cirurgia, mas antibióticos de longo prazo geralmente não são necessários.

A maioria dos pacientes receberá uma dose de medicamentos para diluir o sangue para reduzir as chances de desenvolver coágulos sanguíneos por até 6 semanas. Estes medicamentos podem estar na forma de comprimidos ou injeções.

Meias de compressão elásticas ou botas de compressão infláveis ​​também podem ser usadas.

Cuidados com o acompanhamento

Durante as consultas que acontecem após a cirurgia, o ortopedista /cirurgião vai querer verificar a ferida, remover suturas, seguir o processo de cicatrização usando raios-X e prescrever fisioterapia adicional, se necessário.
Após a cirurgia de fratura de quadril, a maioria dos pacientes recuperará muito, se não todos, a mobilidade e independência que tinham antes da lesão.

PERGUNTAS A FAZER AO ORTOPEDISTA

  • Você é especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia?
  • O que posso fazer para diminuir a intensidade da dor?
  • É possível prevenir as lesões no quadril?
  • Como fica o movimento após o procedimento?
  • Quanto tempo de recuperação?

A SBOT é uma associação nacional de especialidade médica responsável por congregar os especialistas em Ortopedia e Traumatologia. A Sociedade promove e tem a responsabilidade na formação de especialistas, além de prover condições para atualização permanente, sob a forma de ensino, pesquisa, educação continuada, desenvolvimento cultural e defesa profissional.

A Sociedade Brasileira do Quadril (SBQ) é uma entidade que promove o progresso científico e técnico dos assuntos relacionados ao quadril e aos profissionais que atuam na especialidade. A sociedade, que é o comitê das patologias do quadril da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) tem um compromisso pedagógico importante a cumprir no contexto da ortopedia brasileira.

Procure sempre um especialista!

Referências
1. http://www.scielo.br/pdf/rbort/v52s1/pt_1982-4378-rbort-52-s1-0029.pdf
2. https://www.orthoinfo.org/en/diseases–conditions/hip-fractures/

Fratura em Cães

Nós da OrtoPet conhecemos muito bem a dedicação que nossos clientes têm com os seus pets, e que estão sempre atentos à tudo o que diz respeito a saúde e o bem estar deles.

Hoje falaremos sobre as Fraturas em caninos. Vamos explicar o que é osso, porque as fraturas ocorrem, quais são os ossos mais comuns de fraturar, as causas, os tratamentos, etc.

Esperamos que gostem do texto.

O osso é um biomaterial com inúmeras funções.

Da sustentação do corpo ao estoque de minerais, ele é o responsável pela produção de células sanguíneas do grupo vermelho ou hemácias (eritrócitos, hemoglobinas, etc) e do grupo branco (defesa do organismo como os leucócitos, linfócitos que dão origem aos anticorpos e plaquetas que atuam na coagulação, etc), todos esses tipos celulares produzidas na medula óssea (conhecido como tutano).O osso é em sua maior parte formado por colágeno, cálcio e outros minerais; essa combinação faz com que o osso seja forte e flexível.

Para que ocorra uma fratura óssea em cães, gatos, humanos e outras espécies, é necessário que as forças básicas que atuam normalmente nos ossos, gerem um estresse intolerante nos mesmos, levando então à fratura. São cinco essas forças: compressão, tensão, dobramento, cisalhamento (transversal) e torsão (rotação).

Quais são os ossos que mais se fraturam nos cães?

Ossos quebrados ou fraturas são muito comuns em cães. As fraturas de fêmur em cães ocorrem aproximadamente em 45% dos casos. O segundo osso longo mais fraturado nos cães é a tíbia, seguido pelo radio e pela ulna (antebraço). Geralmente o radio e a ulna se fraturam em quedas e não é incomum que a fratura da pata ocorra dos 2 lados.

As fraturas de úmero (braço) somam em média 10% dos casos dos membros fraturados. Os quadris dos cães também se quebram com frequência em acidentes traumáticos como nos acidentes envolvendo carros, chegando a estimativa de 25% dos casos. Os ossos do crânio, da mandíbula e da coluna vertebral também se quebram frequentemente.

Veja como é o esqueleto do cão na Figura 1.

Figura 1 – Esqueleto de cão.

  • Saltar de pequenas alturas: sofás ou camas; especialmente cães pequenos,
  • Saltar sobre superfícies duras: esses saltos quando combinados com as pequenas alturas podem causar fraturas,
  • Injúria pré-existente: fratura anterior, tumores ósseos,
  • Impactos por: automóveis, motocicletas, bicicletas.
  • Guias retráteis: podem ser úteis por dar a sensação de liberdade, contudo, podem também se enroscar nas pernas dos cães, principalmente aqueles mais afoitos e ou estabanados, causando injúrias que podem ser sérias,
  • No parque com outros cães: um cãozinho menor pode se ferir facilmente ao brincar com cães mais pesados e maiores, mesmo nas brincadeiras aparentemente tranquilas.
  • Desnutrição: embora isso possa parecer impossível, alimente seu cão de forma adequada e saudável; os ossos necessitam de bons substratos alimentares para permanecerem sadios.
  • Cirurgia: certas cirurgias ortopédicas necessitam que o osso seja quebrado (cortado e remodelado). Mesmo que esses procedimentos sejam feitos e supervisionados por um profissional especializado (cirurgião veterinário ortopedista), devemos considerar que esse osso quebrado está em processo de cicatrização/consolidação óssea e necessita de cuidados.

Para começar, observe sinais de inchaço, inabilidade de colocar peso sobre alguma pata, falta de vontade para fazer coisas que seu pet fazia regularmente, entre elas subir em camas e sofás, ficar sobre as 2 patas junto a você para lhe pedir algo ou brincar, não querer correr ou passear. Também observe se ele está mancando, ou se ele fica agressivo ou mostra os dentes quando tocado. Falta de apetite e ouvir seu amigão uivando ou vocalizando também pode lhe ajudar a identificar que algo não está certo com seu pet.

Todas as raças de cães são propensas a fraturarem seus ossos, porém as quebras ocorrem frequentemente nos pets mais velhos e nos aventureiros filhotes. As raças de cães muito pequenas como as toy, são mais sujeitas à fraturas do que as raças de porte físico maior.

Como é feito o diagnóstico definitivo nos casos das fraturas ósseas?

Por meio de Raio-X.

Fêmur sem fratura

Fêmur fraturado

As fraturas são classificadas como abertas (expostas) e fechadas. Nas abertas, o osso aparece para fora do corpo, no local da lesão, e é comum que o ferimento esteja com sujidades e bactérias, o que causa infecção óssea. Nas fraturas fechadas o osso quebrado não penetra a pele, portanto, permanece dentro do corpo do animal.

Como é feito o tratamento de fraturas em cães?

O modo como o ortopedista veterinário trata as fraturas depende da idade, do tamanho, do tipo de atividade do pet, do osso fraturado, do tipo de fratura e das condições financeiras do tutor / dono; a amputação da pata fraturada pode ser indicada nos casos onde não é possível a reparação da fratura, como é feita rotineiramente.
Após o estudo do caso clínico, pinos, placas, parafusos e fios de aço inox, além de outras opções, são devidamente esterilizados e aplicados aos ossos quebrados dos pacientes para mantê-los em seus devidos lugares de origem. Na OrtoPet somos especializados em ortopedia veterinária e não usamos talas e bandagens como forma principal de tratamento das fraturas ósseas, apenas e tão somente para o conforto e segurança dos pets até o dia da cirurgia.

Como posso ajudar meu pet no processo de cicatrização / consolidação óssea?

Fique tranquilo(a)! Todas as orientações com relação ao pós-cirúrgico imediato e com o manejo do seu pet durante as 8 semanas do período de convalescença, serão cuidadosamente discutidas com você por nosso veterinário ortopedista.
Obrigado! Consulte-nos e fale com nosso médico veterinário especializado em ortopedia veterinária.

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