Como ajudar seu filho a aceitar um novo bebê: 10 passos

Estamos quase nos despedindo do verão e os últimos dias dele têm sido bem característicos. Está muito quente e crianças podem desidratar facilmente no calor. Para hidratá-las nada melhor do que água! Já falamos sobre quando oferecer água, mas você já sabe o quanto de água elas devem ingerir por dia? E como oferecer?

A ingesta necessária de água pode variar entre 30 a 40ml por kg, valendo também para bebês. É importante oferecer água sempre para as crianças, principalmente se ainda não sabem pedir. Um bom parâmetro para saber se essa ingesta está sendo suficiente é o xixi ser claro e abundante.

Bebês pequenos precisam mamar mais e podem ficar irritados também com o calor! Por isso, atenção! Não os agasalhe demais e ofereça água à vontade, caso já estejam tomando-a! Mas lembre-se que, até 6 meses, bebês em aleitamento materno exclusivo não precisam de água, mas sim de muito leite materno!

Mas como devo oferecer água?

Aqui vão algumas dicas:

  • Copo 360: uma alternativa para oferecer água no copo! Bebês não sabem o que fazer com o bico de borracha, principalmente se mamam no peito, e também não precisa dar outro bico para o bebê que não o peito, certo? É interessante, pois simula um copo normal, aberto, porém não tem o risco de derramar, então é bem legal para oferecer água quando estamos fora de casa e nos passeios.

Como Ajudar Seu Filho a Aceitar um Novo Bebê: 10 Passos

  • Copos de transição: existem inúmeros copos, bico rigido, com alça, sem alça, copo de bico de silicone. É interessante testar vários e diferentes, pois o bebê pode ter dificuldade de aceitação logo no início. ????

Como Ajudar Seu Filho a Aceitar um Novo Bebê: 10 Passos

  • Outros copinhos de transição também podem ser usados, como o copo de transição com canudo ou aberto e o de pinga clássico. Lembre-se de tirar a válvula! Ela é desnecessária.

Como Ajudar Seu Filho a Aceitar um Novo Bebê: 10 Passos

Bernardo e Sophie se refrescando! ????

É importante deixar o bebê explorar esse novo brinquedo e descobrir que dá para tomar água, porque quando a criança começa a comer, a água é necessária para um melhor funcionamento do intestino. Traduzindo: quando a criança começa a tomar melhor a água, o intestino não fica tão preso! O ???? é sucesso!????

Será que o Tyler gosta de água? : )

Lembre-se que essa adaptação intestinal à comida é natural e inerente dessa fase.

Imagine que você nunca comeu nada diferente de leite (materno ou fórmula) e de repente começa a comer várias coisas diferentes! O intestino com certeza vai sentir.

Isso também acontece com os bebês naquela primeira fase dos 3 meses, lembra? As famosas cólicas. Então com a introdução alimentar, o intestino também precisa se readaptar.

Então ofereça ÁGUA À VONTADE assim que seu bebê começar a comer, por volta dos 6 meses, certo?

Outra dica para ajudar o intestino a funcionar melhor é a famosa água de ameixa: ferver água com algumas ameixas secas, esperar esfriar e oferecer essa água ao bebê! É sucesso também! ????

E ainda outras dica pro intestino funcionar melhor é colocar um fio de azeite extra virgem por cima da comidinha do bebê, ou até uma quantidade maior que essa. E aposte também em frutas que ajudem o intestino a soltar, como ameixa, laranja, abacate, mamão, manga etc.

Informação importante: nesses copinhos você pode também tentar oferecer leite materno ordenhado na amamentação e volta ao trabalho. Já tem post no blog sobre o assunto!

É ótimo se refrescar quando estamos com sede, não é, Cecília?

O copo aberto, de pinga, também pode ser utilizado, com auxílio da mãe, para o bebê tomar água. Esse é aquele copinho que usamos também para oferecer leite materno quando o bebê é ainda recém nascido.

É importante ter muita calma, paciência e persistência, pois imagine que seu bebê está acostumado com o leite somente, seja materno ou fórmula infantil, e isso é algo novo para ele! Muitas vezes a grande questão é aprender a usar o copinho, e o gosto novo da água. Leva um tempo.

Alguma dica para ajudar o bebê a tomar água? E pro intestino funcionar melhor nesse começo? Conta pra gente aqui! A sua dica pode ajudar alguém!

  • Dra Kelly Marques Oliveira
  • Pediatra, Alergista e Imunologista e Consultora Internacional de Amamentação (IBCLC)
  • CRM 145039
  • Consultório Espaço Médico Descomplicado – São Paulo: (11) 5579-9090/ whatsapp (11) 93014-0007

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Por:Tracy G. Cassels

Tradução e adaptação: Gabriela de O. M. da Silva

Link para o original: http://evolutionaryparenting.com/transition-to-a-new-caregiver/

Uma das coisas mais difíceis para os pais fazerem é deixar o bebê nas mãos de outra pessoa.Mesmo quando esse outro, é alguém da família. Separar-se do bebê, pela razão que for, pode ser muito difícil, e quando o tempo de separação precisa ser longo (um dia de trabalho, por exemplo), fica mais complicado ainda.

Uma parte disso vem do fato de ser muito comum ouvirmos histórias de bebês que começam a gritar, chorando, assim que os pais saem. Ao final do dia descobre-se que passaram horas gritando, até finalmente desistirem.

Os cuidadores sempre afirmam que é comum e vai passar, mas muitos de nós temos a preocupação com o que vai acontecer com a confiança que nossos filhos depositam em nós.

Algumas crianças se adaptam rapidamente, sem muitos problemas, mas outros sofrem bastante e nós, enquanto pais, pressentimos o que vai acontecer antes mesmo de começarem esses períodos de separação. E isso pode gerar muito estresse para nós e nossos filhos.

Mas o que podemos fazer? Vou indicar quatro passos que os pais podem seguir a fim de ajudar na adaptação dos bebês a um novo cuidador. [Estas sugestões podem não funcionar para todos, especialmente se o bebê está passando por uma fase forte de ansiedade da separação, então nesse caso cabe a cada família decidir como levar em conta suas necessidades e as necessidades do bebê.

] Os passos partem do pressuposto de que você vai ter um cuidador em casa ou encontrou uma creche que permite sua presença por uma boa quantidade de horas durante algumas semanas, ajudando na adaptação. Nem todas as creches permitem isso(infelizmente).

Se você tem uma criança que reage bastante às separações, seria bom ter isso como critério na hora de escolher a creche, se possível.

1º passo:Todos juntos

Um dos passos mais importantes para que sua criança sinta-se confortável é garantir que haverá uma exposição ao novo cuidador, estando você junto com ela. Conforme essa nova pessoa se torna uma presença constante na vida do bebê, ele tem mais chances de sentir-se confortável sob os cuidados dela quando você estiver ausente.

Obviamente,o tempo que demora para que isso ocorra varia de uma criança para outra, então quanto mais cedo começarem, melhor.

A alimentação é uma das formas que você pode usar para ajudar nessa transição, principalmente se o cuidador vai  alimentar o bebê na sua ausência.

Se você amamenta e vai deixar leite materno ordenhado, você pode observar como o bebê reage ao ser alimentado pelo cuidador, mesmo que para isso você comece segurando-o no seu colo, e o cuidador oferecendo o leite (ou vice-versa).

Outras dicas que ajudam: ter a presença do cuidador enquanto você troca a roupa ou a fralda do bebê, e tentar que essa pessoa faça a troca por algumas vezes na sua presença; deixar que o cuidador o segure no colo enquanto você estiver por perto pelo tempo que o bebê permitir; e deixar que o cuidador tente acalmar seu bebê no próprio colo, apenas ouvindo sua voz, antes de devolvê-lo imediatamente para os seus braços.

2º passo: Separações rápidas até o cômodo ao lado

O próximo passo é tentar separações breves, de forma que seu bebê consiga escutar o som da sua voz explicando que está apenas indo ao cômodo ao lado e já vai voltar.

Você pode ir aos poucos aumentando o tempo que permanece fora do campo de visão dele, mas sempre retorne assim que ele chamar por você.

Comece com cinco minutos (ou menos, se necessário), e tente deixar a criança com o novo cuidador(em cuja presença ela já deve estar se sentindo confortável a essa altura),enquanto você sai do ambiente.

Se em algum momento a criança chamar por você,volte imediatamente para  confortá-la, e só tente repetir depois de um tempo (pelo menos meia hora) a separação. Vá aumentando os intervalos de tempo no ritmo que for mais confortável para você e o bebê, mas não aumente muito mais que 5 minutos a cada dia.

Além disso, você pode também começar a aumentar o tempo que demora para retornar quando a criança se mostra chateada. Nos primeiros dias, retorne imediatamente.Seu filho precisa acreditar fortemente que você sempre vai retornar para ficar com ele.

Contudo, assim que começar a aumentar o tempo que fica no outro cômodo, você pode também aguardar um minuto para ver se o cuidador consegue acalmá-lo sem a sua presença.

Contudo, não demore mais que alguns minutos, pois isso pode tornar negativa para o bebê a experiência de ficar com o cuidador, e assim tornar mais difícil o processo de criação de vínculo afetivo entre eles. Recomendo anotar o tempo que você consegue se distanciar.

E tenha em mente que vão acontecer altos e baixos durante a adaptação, por isso não se assuste. Não é porque em um dia seu filho conseguiu ficar 10 minutos longe, e no dia seguinte apenas 5, que você vai pensar que não estão fazendo progressos, é apenas um solavanco na estrada.

 3º passo: Separações rápidas, saindo de casa

Assim que você conseguir ficar longe por 30 minutos sem que seu filho o chame de volta,pode começar a sair de casa (ou permitir que a criança e o cuidador saiam para dar um volta, se for o caso do cuidador ser uma babá ou membro da família).

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Isso quer dizer que não conseguirá retornar imediatamente no caso da criança ficar triste e chamar por você. Explique isso a ele(a).

Não importa o quão novinhos sejam, se você criar o hábito de explicar esse tipo de coisa desde cedo, vai ser bastante útil mais adiante, e se seu filho já puder entender mesmo que parcialmente, já vai ajudar.

Algumas crianças irão se sentir melhor com um novo cuidador em um ambiente diferente, enquanto outras preferirão permanecer no mesmo ambiente (em casa, por exemplo). Você precisa saber como seu filho reage e fazer os arranjos adequados às necessidades dele(a) se for possível.

 Mais uma vez, você vai aos poucos aumentando o tempo de separação, começando com os 30 minutos que vocês já conseguiam ficar longe dentro de casa. Isso permite ao novo cuidador ter tempo para acalmar acriança no caso de ficar chateada ou começar a chorar. Recomendo sempre que você esteja com um telefone à mão para conseguir ser alcançado.

Se o bebê começar a ficar histérico, é melhor dirigir-se diretamente a ele: deixe que o cuidador coloque seu filho no telefone para que você possa explicar que está voltando imediatamente.

Se isso acontecer, não tente sair novamente naquele dia, deixe para o dia seguinte, e permaneça ao lado do cuidador por um tempo extra, permitindo que a criança se acalme e fique novamente segura na presença dele.

Mais uma vez, pode haver altos e baixos no processo, e a melhor coisa que você pode fazer para a sensação de segurança do seu bebê, é estar por perto e atendê-lo assim que precisar de você. Antes de ir para o passo número 4, você já deve estar conseguido ficar longe por pelo menos metade do tempo em que ficará no trabalho.

4ºPasso: Separações longas, mas podendo retornar rapidamente

Assim que vocês conseguirem passar metade do tempo do seu dia de trabalho com poucas dificuldades, você pode começar a tentar aumentar o tempo de separação para o horário integral.

Contudo, o fundamental é que você possa retornar rapidamente caso algo dê errado.

Tenha certeza de que não ficará em um local a 1 hora de distância, mas sim de preferência 10 minutos apenas, para que o cuidador consiga entrar em contato caso seu filho fique chateado.

A chave para o sucesso dessa etapa é garantir que você irá responder ao chamado do bebê o mais rápido possível nesse período de longa ausência. Provavelmente você não vai conseguir fazer isso sempre assim que voltar ao trabalho, então é preciso construir na criança esse senso de segurança.

Além disso, ele vai aprender que o cuidador vai conseguir trazer de volta a mamãe ou o papai quando for mesmo necessário, e isso pode ajudar a fortalecer o vínculo de confiança entre eles.

Mas ao final desta fase (que pode não demorar muito, ou demorar uma semana ou mais), seu filho deve sentir-se seguro e confiante com o novo cuidador, e seguro e confiante de que você enquanto pai ou mãe ainda estarão presentes quando for extremamente necessário para ele.

***

O ponto principal nessa adaptação é seguir o ritmo da criança, oferecendo sempre segurança e evitando levá-los para muito longe da zona de conforto.

Eles já estão sendo forçados a ficar um pouco mais distante do que é mais seguro para eles, o que é normal (afinal de contas, é isso que desenvolver qualquer habilidade requer),mas ir muito longe ou muito rápido pode ser traumático.

Permitir que a própria criança dê os passos necessários para o seu conforto em um ambiente diferente,pode facilitar bastante a situação para todos.

Reforço que sei que isso pode não ser possível sempre. Ou necessário. Algumas crianças simplesmente se adaptam muito mais rápido que outras e demoram poucos dias para se acostumarem a alguém diferente. Ótimo! Isso é para as crianças que não se encontram nessa situação. Contudo, o problema dessa possibilidade é a questão central.

Frequentemente as creches não querem a presença dos pais, e têm a crença equivocada de que as crianças se adaptam rapidamente, mas sabemos que isso não é o caso de muitas crianças que começam a mostrar aumento na resposta ao estresse em ambientes de creche de período integral, mesmo depois que chegam na fase de parar de chorar.[1][2].

  Crianças com apego seguro aos pais não mostram essas respostas ao estresse quando um deles está presente na fase de adaptação, mas essas respostas aparecem assim que o responsável precisa ir embora (nesses estudos o período de adaptação era de 3 dias). Por isso um período mais longo de adaptação pode ajudar.

Se possível, procure uma creche que ofereça essa possibilidade, ou uma babá que possa fazer esse tipo de adaptação caso necessário.

Outro problema é que muitas famílias simplesmente não têm o tempo necessário para aplicar esses quatro passos, já que duram um período de tempo extenso. Isso é uma questão predominante nos Estados Unidos, onde as licenças podem ser de 6 semanas (ou ainda mais curtas). Não há tempo para se conectar e depois  fazer uma adaptação.

De certa forma, bebês tão novinhos se adaptam a novos cuidadores facilmente, então a dificuldade passa a ser encontrar um ótimo cuidador. A grande maioria das creches nos Estados Unidos não são boas, infelizmente, e não proporcionam a atenção individualizada de que os bebês pequenos precisam.

O outro lado disso, é a luta por licenças maternidade mais longas.

Independente da sua situação, o mais importante é encontrar um cuidador em que você confie e que trate seu bebê com amor e respeito.

Isso pode significar que ele(a) irá te ligar várias vezes durante as primeiras etapas, mas é parte da adaptação e de ajudar seu filho a saber que você estará por perto quando for necessário.

Há excelentes cuidadores por aí, só é preciso procurar um pouco! Boa sorte!

[1] Ahnert L, Gunnar MR, LambME, Barthel M.  Transition to child care: associations with infant-motherattachment, infant negative emotion, and cortisol elevations.  ChildDevelopment 2004; 75: 639-650.

[2] Watamura SE, Donzella B,Alwin J, Gunnar MR.  Morning-to-afternoon increases in cortisolconcentrations for infants and toddlers at child care: age differences andbehavioral correlates.  Child Development 2003; 74: 1006-1020.

10 passos para fazer o seu filho dormir na cama dele

Há muitas razões pelas quais a criança não gosta de ficar na sua cama e não faltam motivos para ela querer procurar os pais quando acorda de forma abrupta no meio da noite. Encontrar uma solução que funcione na sua família requer um pouco de tentativa e erro, mas com alguma dedicação, você vai ter sucesso.

É importante mostrar à criança que dormir em seu próprio quarto lhe garante autonomia e mostra que vocês, pais, estão confiantes nela. Mostre que agora ela será mais responsável, que terá mais independência e que ganhará ali um espaço todo para se desenvolver e fazer suas atividades – sob supervisão, claro.

Mas, apesar de todo o otimismo, sabemos que este será um momento delicado a todos, portanto, separamos aqui dez passos para ajudá-los nessa transição:

1. Encontre a raiz do problema

O primeiro passo é descobrir por que o seu filho está tendo problemas com isso. Algumas crianças saem da cama à noite porque têm medo de monstros imaginários e outras simplesmente porque algo as acordou e elas não conseguem pegar no sono sozinhas.

2. Comece uma rotina nova

Mudar um pouco a rotina da hora de ir para a cama pode ter um bom impacto, sobretudo se o motivo pelo qual o problema acontece são os pesadelos ou o medo. Mostre que não há perigo nenhum no quarto e tire um tempo para lhe contar uma história. Isso vai fazer vocês atingirem o objetivo sem tanta pressão.

3. Estimule o seu filho a pegar no sono sozinho

Se você costuma passar um tempo no quarto do seu filho até que ele pegue no sono, pode ser bom repensar a estratégia.

Se a criança depende de você para dormir, é natural que ela procure por você quando desperta durante a noite e não consegue adormecer sozinha.

Se você trabalhar para que ela se acostume a pegar no sono sozinha, possivelmente vai perceber que o grosso do problema já está resolvido. Neste caso, o tempo de leitura sugerido acima deve ser limitado.

4. Saiba chegar ao objetivo acontecerá de forma gradual

Você não vai conseguir dormir em uma cama “livre de crianças” na primeira noite em que estiver trabalhando nesse projeto – e talvez nem mesmo na primeira semana. É importante manter o foco no objetivo final, mas lembrando que o resultado não será imediato. Afinal, você quer uma solução definitiva, e não algo temporário.

5. Mantenha uma linguagem positiva

Quando você conversar com o seu filho sobre dormir sozinho, assegure-se de que a sua linguagem é otimista e positiva, e não severa e autoritária. Faça com que passar uma noite inteira na própria cama pareça para ele uma grande conquista, e não algo que ele precisa fazer para não ser castigado ou para não desapontar você.

6. Envolva o seu filho no processo, claro

É importante dar ao seu filho um pouco de autonomia sobre a situação, deixando-o escolher lençóis novos, um bicho de pelúcia especial para dormir junto com ele ou até mesmo deixando ele falar um pouco com você antes de dormir. Faça com que seu pequeno saiba que você quer que ele esteja empolgado com esse novo capítulo na sua vida de “gente grande”.

  • 7. Invente um jogo
  • Estabelecer um sistema de recompensas após cada noite passada com sucesso na própria cama faz a coisa parecer divertida e desafiadora.
  • 8. Seja firme
Leia também:  Como baixar músicas em seu ipod: 11 passos (com imagens)

Quando você ouve passinhos se aproximando do seu quarto no meio da madrugada, pode parecer mais fácil simplesmente dar espaço, em vez de se levantar e encarar o desafio. Porém, consistência é a chave, porque você não quer enviar mensagens confusas para o seu filho. Simplesmente levante-se, leve o seu filho de volta para a cama dele, evitando confrontos no caminho.

9. Seja paciente

Não é fácil manter a calma quando você se vê privado do sono e frustrado, mas perder a paciência e o controle é uma maneira infalível de fazer as coisas darem errado. Quando você estiver levando a criança de volta para o quarto dela, se esforce para ser compreensivo, em vez de expressar raiva e insatisfação.

10. Recompense o sucesso e não castigue os retrocessos

Em vez de castigar o seu filho ou fazê-lo ficar envergonhado quando ele está se esforçando, procure recompensar as suas vitórias. Entenda que ele quer que você se sinta orgulhoso dele, mesmo se a mudança que você está pedindo é grande e um pouquinho assustadora.

  1. ***
  2. Recomendamos também:
  • 5 dicas para dormir bem todos os dias
  • Como desenvolver bons hábitos de sono em seus filhos
  • Quer dormir melhor? Passe mais tempo com seus amigos e sua família

***

7 passos para ensinar o seu filho a dizer a verdade

Já se deve ter perguntado, muitas vezes, porque é que a determinada altura, os seus filhos, ainda pequenos, começam a contar mentiras. A idade do Pinóquio chega a todos, uns mais cedo que outros é verdade, mas é possível contornar a situação.

O Observador falou com uma coach parental, com formação académica em Psicologia, Sociologia e Gestão. Cristina Nogueira da Fonseca, mentora do projeto Famílias Felizes, percorre o país com vários workshops e sessões de coaching para os pais (e filhos). Com ela vamos perceber o porquê das crianças mentirem, sugerindo alguns passos para incentivá-las a dizer a verdade.

As crianças, tal como em tudo o resto, aprendem a mentir. Porquê? A coach parental Cristina Fonseca responde.

Segundo a maior parte dos estudos, as crianças começam a dizer as suas primeiras mentiras por volta dos 3 anos, altura em que “começam a perceber que os adultos não são leitores da mente, nem têm bolas de cristal.

Por isso podem começar a dar falsas verdades para se retirarem de situações que sentem poder trazer-lhes consequências negativas ou experiências desagradáveis”.

As crianças começam a mentir, portanto, à medida que vão desenvolvendo as suas capacidades cognitivas e amadurecem as suas competências sociais. Não se preocupe porque todas mentem e o melhor mesmo é ensinar-lhes o caminho da honestidade.

Cristina Fonseca realça que o mais importante é tentar perceber porque é que os filhos sentem necessidade de mentir, não esquecendo nunca que as crianças apreendem o código moral que é desenvolvido com e pela família e que mentem exatamente pelos mesmos motivos que os adultos.

Mas quais são os principais motivos das mentiras entre os mais pequenos? A coach parental revela que, a maioria das vezes, as crianças mentem por impulso e dá um exemplo claro de uma situação em que isso pode acontecer.

“Quando alguém lhes pergunta com um tom abrasivo “fizeste isso?”, nesse momento as crianças têm tendência a dar a resposta que sabem que mais facilmente as retirará daquela situação, mentem por medo, medo dos gritos e das consequências, algumas físicas até, das pimentas na língua às palmadas, mentem para evitar fazerem coisas que não querem.”

As crianças aprendem também pela imitação e pela observação constante daquilo que os pais fazem e dizem. Contudo, existem alguns truques importantes que o podem ajudar a gerir as mentiras dos seus filhos e, sobretudo, ensiná-los a dizer a verdade.

Evite os rótulos

“Mentiroso”, “aldrabão” ou “troca-tintas”.

Alguma vez se sentiu tentado a chamar ao seu filho algum destes rótulos? Se sim, Cristina Fonseca aconselha a não voltar a fazer isso e explica que as crianças vivem muito segundo os rótulos que lhes são atribuídos.

Rotular o seu filho de mentiroso irá colocar sobre ele uma pressão negativa, podendo inibi-lo de tentar fazer diferente. As consequências podem mesmo ser negativas.

“Rotular uma criança é limitar-lhe todo o seu potencial de capacidades, se lhe dissermos que é má, não há lugar para ser boa, se lhe dissermos que é mentirosa, não há lugar para ser honesta. Os rótulos dizem às crianças o que pensamos que elas são e poderá ser terrível se elas começarem a acreditar em nós, sobretudo se não conseguirmos ver para além do que nos dá chatice.”

Por isso já sabe, seja cauteloso na escolha das palavras e lembre-se que nas idades mais tenras tudo se trata de um processo de aprendizagem.

Mantenha a calma

Gritar é a sua primeira reação? Não vale a pena. Claro que ficará irritado, mas não pense que manter a calma significará que a sua preocupação é menor. Cristina Fonseca explica que manter a calma o ajuda a gerir os seus filhos aos invés de ser gerido por eles e acrescenta:

“Pense que o seu filho ainda está a aprender, se quando uma criança mente, partirmos logo para os gritos e para o castigo, estamos a perder uma excelente oportunidade para nos conectarmos e para fazermos daquele “erro” um momento de aprendizagem.”

Os castigos, embora façam sentido em determinadas ocasiões, também podem provocar o medo e inibir o seu filho de dizer a verdade. “Os castigos vão manter e provavelmente aumentar as mentiras.

As crianças vão fazer tudo o que conseguirem para fugirem das situações de desconforto e vão usar cada vez mais mentiras táticas, ou seja, se mentir, não vão retirar-me coisas, não vão gritar comigo, não vão enviar-me para o castigo”, afirma Cristina Fonseca.

Nada de ratoeiras

Sabe que foi o seu filho a atirar o vaso ao chão e ainda assim pergunta-lhe “Foste tu que fizeste isso?”. Pois saiba que essa é uma das piores técnicas. A coach parental explica que fazer este tipo de perguntas (para as quais já tem uma resposta) é estar a criar rasteiras, dando-lhes nova oportunidade para mentir.

Cristina Fonseca aconselha: “Diga claramente ao seu filho o que o viu a fazer, ao invés de lhe perguntar “fizeste isto ou aquilo” ou “o que é que tu fizeste?

“Se eu tenho um vaso partido, se eu tenho a certeza absoluta que foi partido pelo meu filho, eu não lhe vou perguntar num tom irritado “Tu partiste o vaso?”.

As crianças vão dizer tudo o que puderem para se voltarem a sentir seguras, para que aquele tom de voz desapareça.

Evitar ratoeiras é precisamente isso, encarar o facto e comunicá-lo não dando espaço para que a criança sinta necessidade ou tenha espaço para mentir”, acrescenta.

Utilizar ratoeiras é estar a enganar o seu filho e dar espaço para que minta novamente.

Construa oportunidades

Crie espaço e momentos para que ela possa dizer a verdade, mas nada de pressões, aconselha Cristina Fonseca, que explica ainda que é importante que as crianças aprendam que é possível cometer erros mas também corrigi-los.

Os pais tendem na maioria das vezes a optar por atitudes mais punitivas e a coach parental também consegue explicar o porquê de isso acontecer.

“Os pais acabam na maioria das vezes a gerir as suas próprias emoções, mais do que a resolver o motivo da mentira, preocupam-se no imediato em gerir a mágoa, o desconforto e a irritação que sentem quando as crianças mentem. Infelizmente, há uma tendência para gerirmos a nossa dor fazendo questão de demonstrar ao outro o quanto nos magoou.”

É importante que saiba agradecer ao seu filho, diga a verdade. Ele compreenderá assim que aquela é a atitude certa a tomar.

Cultive a confiança

Os filhos mentem, os pais mentem, no final todos mentimos, por isso é bom que seja o primeiro a dar o exemplo.

Cristina Fonseca alerta para o facto de as crianças ouvirem tudo e serem muito boas a encontrar as nossas incoerências pelo que ” dizer ao seu filho que mentir é feio é muito mais coerente e tem muito mais impacto se efetivamente o seu filho puder confiar em todas as suas palavras”.

A coach parental dá exemplos claros de situações em que pode estar a mentir ao seu filho.

“Se dizemos ao nosso filho que “logo brincamos” ou “no próximo fim de semana fazemos isso” quando na realidade não temos intenção, não significa que estamos a mentir também? As crianças aprendem a confiar, sentindo que os outros à sua volta são de confiança.”

Atenção às incongruências

É importante ensinar os seus filhos a dizer a verdade, mas preste bem atenção àquilo que lhes transmite.

Cristina Fonseca aconselha-o a pensar neste exemplo: “Se a senhora te perguntar, dizes que ainda tens 8 anos para continuarmos a pagar o bilhete infantil”. Parece-lhe familiar? Certamente que sim e isto remete-nos para as tais incongruências.

A coach parental relembra que ao dizermos esse tipo de coisas “perdemos alguma legitimidade em fazer passar a premissa familiar da “honestidade acima de tudo”, e passamos a mensagem que mentir até é aceitável, desde que para nosso proveito”.

Contudo há outro tipo de situações, mais complexas, que também são importantes. Imagine esta situação: uma mãe diz ao filho que deve sempre aceitar e agradecer um presente. A tia oferece-lhe um presente que é feio, mas a criança faz o que a mãe lhe ensinou e diz que é bonito e que gostou muito (mas está a mentir).

Este exemplo levanta outras questões: como explicar à criança esta situação? Que há tipos de mentiras aceitáveis? A coach parental dá uma ajuda.

Leia também:  Como alcançar o primeiro lugar em sua classe

“Há efetivamente vários tipos de mentiras, mas as que mais utilizamos são as que servem para evitar danos nos outros, que até catalogamos como mentiras inofensivas e, depois, as que servem para evitar os nossos próprios danos. Talvez uma seja mais legítima ou aceite que a outra, mas na realidade continuam ambas a ser mentira. Creio que cada família tem a sua tabela de moralidade e decidirá o que será mais correto para o bem-estar da família”

Cultive a responsabilidade

É necessário que explique ao seu filho a importância das palavras e dos argumentos, bem como o seu efeito nas outras pessoas. Explicar-lhe que será responsável pelas consequências da mentira, que isso pode também afetar as suas relações e que não estará sempre lá para lhe ensinar que a verdade é o caminho que ele deve escolher.

Segundo Cristina Nogueira da Fonseca, deve evitar pensar que deve controlar o seu filho apenas para que ele não faça asneiras.

É importante que confie e lhe dê espaço, também, para cometer o erro.

É essencial alertá-lo para o facto de mentir ser feio, mas mais ainda para os benefícios de dizer a verdade e ser honesto e dar-lhe alguma responsabilidade para que ele possa geri-la.

A idade do Pinóquio não é realmente fácil, até porque as crianças começam nessa altura a saber separar os contos de fadas da realidade, contudo, vale a pena tentar colocar algumas destas dicas em prática.

Ah! E não se esqueça, não diga ao seu filho que se ele mentir o nariz dele vai crescer. Não caia, mais uma vez, nas ratoeiras da mentira.

editado por Filomena Martins

10 dicas para a introdução alimentar

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O primeiro contato do seu filho com os sabores começa, na verdade, quando ele ainda está no útero. Pesquisas mostram que grávidas com dieta diversificada costumam dar à luz bebês mais abertos à experimentação alimentar.”Até o leite materno fica com o gosto daquilo que a mãe come. Por isso, os cuidados com a alimentação da mulher são essenciais”, diz o pediatra Ary Lopes Cardoso, chefe de nutrologia do Instituto da Criança (SP).

Mas não é só a mãe que precisa fazer sacrifícios. Afinal, como é que ela e o pai vão exigir que a criança evite doces e coma salada se essa não é a regra da casa? Caso a família não se alimente bem, uma mudança de hábitos é necessária antes que o bebê chegue à introdução alimentar.

O paladar da criança começa a ser formado, normalmente, a partir do sexto mês (antes disso, a Organização Mundial da Saúde preconiza amamentação exclusiva). Os especialistas recomendam começar aos poucos, com uma papinha de fruta. Lá pelo oitavo mês, a criança já está sendo alimentada com duas porções de frutas, uma papa salgada no almoço e outra no jantar, além do leite materno.

Não há regras sobre os tipos de alimentos que devem ser apresentados primeiro, mas, normalmente, as crianças preferem os sabores mais adocicados, como os da banana, pera, mandioquinha e abóbora.

Você pode começar por aí, mas não se restrinja. “Doce, amargo, azedo e salgado.

Elas precisam ter contato comtodos os sabores para conhecer as diferenças e aperfeiçoar o paladar”, explica a nutricionista Priscila Maximino, do Hospital Infantil Sabará (SP).

O método BLW (do inglês baby-led weaning) consiste em deixar alimentos cortados ao alcance da criança, que se serve da maneira que quiser. Desde que se popularizou, ele vem causando polêmica.Os estudos se dividem entre os que apontamos ganhos dessa autonomia e os que dizem não haver vantagem nutricional no método.

Já os pediatras costumam indicar as papas amassadas. Para Priscila, o melhor é mesclar as duas formas. “As frutas podem ser dadas em pedaços, para comer com as mãos. Outras refeições ficam melhor amassadas.

” Cardoso reforça a importância de oferecer diferentes consistências para o bebê. “Dê o gomo da laranja em vez do suco, deixe chupar um pedaço de carne.

Quanto mais ele aprende a mastigar com a gengiva, melhor será o direcionamento dos dentes ao nascerem.”

4. A regra dos 15

Você deu um caqui, ele cuspiu.O maior erro é assumir a derrota e deixar a fruta de lado. Primeiro porque é natural que o bebê jogue os alimentos para fora coma língua. Afinal, ele está imitando o movimento de sucção. Mas mesmo quando ele não quer comer de jeito nenhum, dá para tentar mais.

“Os pais devem oferecer de 12 a 15 vezes o mesmo alimento para que o bebê aprenda a gostar”, diz a pediatra e nutróloga Jomara de Araújo, da Associação Brasileira de Nutrologia. A insistência não pode ser feita de qualquer maneira.

O ideal é que se espere alguns dias para tentar novamente e que o alimento venha apresentado de diferentes maneiras. Por exemplo, um dia a cenoura vem ralada no arroz, depois, cozida em pedaços.

No terceiro dia, tente purê ou bolinhos, e por aí vai.

O seu filho vai aprender a comer ao observar a família. É importante que, desde o começo da introdução alimentar, ele se sente à mesa e consuma os mesmos alimentos que os pais (de preferência com as devidas adaptações de consistência). O momento fica mais especial quando distrações como TV e tablet são deixadas de lado.

Se houver um cadeirão, conforme explica a pediatra Teresa Uras, do Hospital Samaritano (SP): “Ele permite que a criança não só participe da refeição em família como aumenta o campo de visão.

Ela vai ver o entusiasmo dos pais com algum alimento e ficará mais propensa a prová-lo, mas também pode perceber a cara feia para a beterraba e reproduzir o comportamento”.

6. Não force e não substitua

“Ou come tudo ou não sai da mesa”. “Só ganha a sobremesa se raspar o prato”. “Seu irmão está comendo tudo. Por que você não?”. Frases como estas devem ser evitadas, já que vêm acompanhadas de uma associação negativa do alimento. Em outras palavras, podem gerar trauma e dificultar ainda mais o trabalho.

Por mais que ele se negue a comer, tente manter a neutralidade emocional para não transmitir nervosismo. Segundo Cardoso, outro hábito a ser evitado é substituir as refeições pela mamadeira.

“Quando você faz isso, está ensinando ao seu filho que é só se negar a comer para ganhar o leite, e fica tudo bem”, diz.

Aqui vale a frieza: ele se recusou a comer, você tira o prato e encurta o tempo do próximo lanche.

Seu filho comia bem até que, de repente, começou a dar trabalho nas refeições? Calma, é normal. Cardoso explica que as grandes necessidades nutricionais surgem no primeiro ano de vida, quando é esperado o acréscimo de mais ou menos seis quilos.

“Nunca mais a criança terá um ganho de peso tão grande. Isso quer dizer que ela não vai precisar de tanta comida”, diz ele. Ou seja, a ingestão de alimentos vai diminuir, porém, o peso deve continuar aumentando.

Caso isso não aconteça, converse como pediatra.

8. Doce para que te quero

Brigadeiro é tão gostoso que fica difícil resistir. É claro que, cedo ou tarde, o seu filho será apresentado a ele (as festas de aniversário estão aí para promover isso). No entanto, você não precisa incentivar esse encontro.

“A criança tem necessidade de carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, sais minerais e água. Durante o primeiro ano de idade, o doce deve vir apenas das frutas.

Após esse período, se ele for muito necessário, tente substituir o açúcar refinado por mel ou açúcar mascavo”, aconselha a nutróloga Jomara, da ABN.

9. Tempero amigo

Nós, adultos, estamos acostumados como sal, mas a criança não. Portanto, não sentirá falta dele. Até os 12 meses, a recomendação é substituí-lo por outros temperos, como salsinha, cebolinha, cebola e hortelã.

“A Organização Mundial da Saúde fala em dois gramas de sal por dia para crianças maiores de 2 anos, o que dá uma colher de chá. Antes disso, ela não especifica, mas orientamos os pais a ter bom senso. A comida não precisa estar insossa, mas use o mínimo de sal”, diz Cardoso.

Vale lembrar que sal marinho e o sal do Himalaia têm menos sódio.

Não tem como negar: as tranqueiras industrializadas são práticas e seus filhos as veneram a partir do primeiro contato. Mas não se iluda, essa facilidade tem um preço alto. Os dados da última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher revelam que mais de 7% de crianças brasileiras de 0 a 5 anos têm sobrepeso.

Em níveis mundiais, estima-se que uma em cada dez crianças é obesa. Vale lembrar que obesidade aumenta o risco de diabetes, colesterol alto e hipertensão, doenças de adultos que batem na porta cada vez mais cedo.

Para evitar tudo isso, fuja de fritura, salgadinhos, refrigerante e outros alimentos ultraprocessados e cheios de açúcar, sódio, gordura e corante.

Sabe o que ajuda? Fazer mais refeições em casa e trocar o passeio em shoppings por praças, parques e vida ao ar livre.

“Estimular o contato das crianças com alimentos saudáveis é fundamental”, diz Priscilla Moretto, especialista em alimentação infantil e proprietária da Tangerine Petit (SP), de comidas orgânicas.

“Leve-as à feira, deixe que toquem nos alimentos, instigue os sentidos, mostre as diferentes cores e texturas, peça ajuda nas preparações.” E dê o exemplo, sempre!

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