Como agir em caso de apagão ou falta de energia

Você sabia que de outubro a janeiro são os períodos com maiores índices de interrupções de energia no Brasil, segundo dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica)? Tendo em vista esse dado, é importante saber como podemos proteger nossos equipamentos eletrônicos contra as diversas anomalias da rede elétrica, tais como picos de tensão e até mesmo quedas repentinas no fornecimento de energia.

Seu PC ou notebook gastam muita energia? Saiba como economizar

Veja agora como podemos proteger nossos PCs, notebooks e demais dispositivos eletrônicos desses perigos que podem ser até fatais.

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaVeja como proteger aparelhos eletrônicos contra quedas de energia (Foto: Reprodução/Good Wallpapers)

A importância de uma boa proteção

O corte repentino do fornecimento de energia ou qualquer outro problema do tipo, tais como flutuações na tensão da rede elétrica, podem danificar ou até mesmo queimar os dispositivos eletrônicos. Os danos causados por esse tipo de problema afetam não só usuários domésticos, mas especialmente empresas que lidam com dados ou serviços cruciais.

Se você acha inconveniente perder um trabalho da faculdade, por exemplo, por ter esquecido de salvar e, em determinado momento, a energia caiu, imagine uma empresa cujo servidor pare de funcionar devido a um problema na rede elétrica. Mesmo que seja por questão de minutos, essa empresa sofre com uma queda terrível na produtividade e consequente perda de dinheiro.

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Imagine também um hospital, que precisa de um constante fornecimento de energia para manter ligados equipamentos que estão mantendo pessoas vivas.

Qualquer problema na rede elétrica pode custar não apenas dinheiro, mas vidas preciosas que, no momento, dependiam de máquinas para continuarem lutando pela sobrevivência.

Tendo esses cenários em mente, não é difícil entender por que é tao importante investirmos corretamente na proteção elétrica de nossas máquinas, sejam computadores, notebooks, impressoras ou qualquer outro dispositivo.

Como proteger os equipamentos eletrônicos?

Existem algumas maneiras de proteger os dispositivos eletrônicos. Para usuários domésticos, é possível usar estabilizadores de tensão, filtros de linha e nobreaks. Para o caso de empresas, tanto de pequeno como de grande porte, o uso de nobreaks mais parrudos e até de geradores de energia se fazem necessários. Mas qual tipo de proteção é a melhor?

Estabilizadores, filtros de linha ou nobreaks?

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaFiltro de linha, estabilizador e nobreak (Foto: Divulgação)

Os estabilizadores de tensão, simplesmente conhecidos como estabilizadores, foram largamente utilizados na década de 1990 e inicio da década de 2000. Mas, felizmente, eles são cada vez mais raros. Um estabilizador tem por função manter a tensão da rede elétrica constante, sem muitas flutuações.

Porém, para se construir um estabilizador de tensão realmente eficiente, são gastos algumas centenas de reais. Sendo assim, o preço final de um bom estabilizador não agrada muito ao bolso.

Entretanto, a grande maioria dos estabilizadores vendidos no Brasil em lojas de informática custavam de R$ 50 a R$ 70. Em outras palavras, eles mais atrapalhavam do que ajudavam.

Portanto, não são uma boa alternativa para proteger seus equipamentos.

Com o tempo, os estabilizadores foram substituídos pelos filtros de linha, que possuem a mesma função. Porém, um bom filtro de linha não custa menos do que R$ 100.

Assim como os estabilizadores, a maioria dos filtros de linha vendidos no Brasil são de baixa qualidade, em muitos casos não apresentando sequer uma placa eletrônica para controlar a tensão da rede.

O máximo que eles trazem é fusível que queima quando há um pico de energia, desligando as máquinas ligadas a ele de maneira brusca. Sendo assim, só compre filtros de linha se forem de boa qualidade.

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaFiltros de linha permitem a conexão segura de diversos aparelhos eletrônicos (Foto: Reprodução)

Nobreaks, por sua vez, têm uma outra função: no caso de uma queda repentina de energia, ele guarda um pouco de carga para manter seu PC funcionando por alguns minutos.

Note que os nobreaks para uso doméstico possuem uma bateria interna que garante apenas alguns minutos a mais de uso, o suficiente para você salvar os sus trabalhos e desligar o computador da maneira adequada.

ligue no nobreak apenas os equipamentos essenciais para o seu trabalho, como o computador, o monitor, o modem e o roteador de internet. Não é apropriado ligar impressoras ou carregadores de celular, por exemplo.

Nós já publicamos uma matéria que explicou em detalhes a diferença entre o estabilizador, filtro de linha e o nobreak. Confira!

Proteção empresarial

As empresas, porém, precisam de soluções mais robustas. No mercado existem diversos modelos de nobreaks que garantem horas de uso contínuo, mas por serem muito grandes não são adequados para o uso doméstico. Além disso, em ambientes que trabalham com dados sensíveis como data centers e também em hospitais, é interessante fazer uso do gerador.

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaNobreaks evitam o desligamento dos equipamentos na falta de energia elétrica (Foto: Divulgação)

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Os geradores, como o nome deixa claro, geram energia elétrica através de combustível. Porém, eles podem demorar de alguns segundos a vários minutos para serem acionados.

Portanto, o ideal é a utilização do conjunto nobreaks e geradores.

No caso da queda de energia, os nobreaks vão manter todas as máquinas funcionando e, se a falta de luz for perdurar por mais tempo, os geradores garantirão o fornecimento constante de energia para as máquinas.

Invista em uma boa fonte de alimentação

Voltando para o mercado doméstico e falando especificamente dos computadores de mesa, se ele é a sua ferramenta de trabalho, invista em uma finte de alimentação de qualidade. Não será barato, mas o gasto compensa à longo prazo, tanto por evitar danos ao equipamento por conta de anomalias na rede elétrica, como por economizarem mais energia.

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaUma boa fonte de alimentação é essencial para a proteção do PC (Foto: Divulgação/Corsair)

As fontes com certificação 80 Plus rendem uma boa economia de energia e são construídas com tecnologias que corrigem a tensão da rede elétrica, já fazendo o papel dos estabilizadores ou filtros de linha.

Esperamos que, com essas dicas, você agora possa proteger adequadamente seus equipamentos eletrônicos contra qualquer tipo de problema na rede elétrica.

Faltou energia? Conheça seus direitos em caso de danos a eletrônicos

A cena é bastante comum na temporada de chuvas no Brasil: apagões deixam bairros inteiros às escuras. Como a situação é inevitável, estar pronto para enfrentá-la é essencial.

Tenha sempre uma lanterna em algum local que você possa facilmente pegar, mesmo no escuro, sem riscos. Ou seja, nada de armários altos que exijam escadas ou cadeiras. Evite também, sempre que possível, usar velas, sobretudo se você tem crianças em casa. Prefira sempre a lanterna ou uma lamparina a pilha.

Depois disso, a primeira coisa a se fazer é retirar todos os eletrônicos da tomada, evitando que eles queimem com a sobrecarga no retorno do fornecimento.

Se a falta de luz for apenas na sua residência, verifique o quadro de energia. Se algum dos disjuntores estiver desligado, você mesmo pode ligá-lo.

Mas se todos os disjuntores estiverem no modo “ligado”, entre em contato com a companhia elétrica da sua cidade.

Esse é o mesmo procedimento a ser tomado se a falta de energia for em toda a região: falar com a companhia que fornece o serviço. Em São Paulo, por exemplo, a AES Eletropaulo pode ser contatada por SMS. É só enviar uma mensagem para 27373 com a palavra LUZ e o número da sua instalação.

Em Porto Alegre, para a CEEE, o procedimento é o mesmo, mas a mensagem deve ser enviada para 27307. Já no Rio de Janeiro, com a Light, envie o número de instalação (sem a palavra Luz) para 54448. Em todos os casos, você encontra a sequência numérica na sua conta de luz.

Que tal anotá-la, por exemplo, no bloco de notas do celular?

Depois disso não há muito a fazer. O jeito é esperar a energia ser restabelecida e respirar aliviado quando ela retornar. Mas nem sempre a volta da luz é motivo apenas para comemorações, já que às vezes a instabilidade acaba causando prejuízos.

Você sabe como agir caso a queda de energia queime algum de seus aparelhos eletrônicos?

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a Resolução 499/12, que estabelece prazos e procedimentos de atendimento para as concessionárias de energia elétrica nestes casos.

Pelas regras da Agência, o consumidor deve protocolar o seu pedido de ressarcimento e/ou conserto em até 90 dias após o ocorrido.  Lembre-se de sempre listar todos os equipamentos danificados. À partir da reclamação, a empresa tem dez dias corridos para vistoriar o aparelho.

Caso o equipamento seja utilizado para acondicionar alimentos perecíveis ou medicamentos (por exemplo: geladeiras ou congeladores), o prazo cai para um dia útil. Lembre-se de informar à concessionária de energia se o seu aparelho eletrônico estiver no prazo de garantia.

Você pode solicitar que a vistoria seja efetuada em uma assistência técnica autorizada do fabricante do equipamento. 

Como Agir em Caso de Apagão ou Falta de EnergiaRetirar os eletrônicos da tomada evita que a sobrecarga de energia no retorno da força queime os equipamentos.

Após os procedimentos de inspeção, a concessionária tem mais 15 dias corridos para dar um parecer final. Caso a vistoria não seja feita, os 15 dias passam a ser contados à partir da reclamação.

Se a concessionária aceitar o pedido de ressarcimento do consumidor, são mais 20 dias de prazo para isso acontecer, seja em dinheiro, um aparelho novo ou o antigo consertado.

Se o pedido for negado, a concessionária deve, obrigatoriamente, justificar sua decisão e informar ao consumidor sobre seu direito de recorrer à Aneel.

Ainda é possível pleitear ressarcimento judicial, baseado no Código de Defesa do Consumidor. 

A distribuidora de energia só poderá eximir-se da responsabilidade do ressarcimento se comprovar uso incorreto do equipamento; defeitos gerados por instalações internas da unidade consumidora; inexistência de relação entre o estrago do aparelho e a provável causa alegada; ou ainda, se o consumidor providenciar, por sua conta e risco, a reparação do equipamento antes do término do prazo para a inspeção.

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Confira os direitos do consumidor no caso de falta de luz

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RIO – Os moradores de alguns trechos dos bairros de Ipanema, Leblon e Lagoa, na Zona Sul do Rio, enfrentam problemas no abastecimento de energia elétrica esta semana.Quem tiver prejuízo deve reclamar o ressarcimento ao fornecedor do serviço, ou seja, à concessionária que serve à área.

Segundo os especialistas, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) considera que os fornecedores são solidariamente responsáveis, por isso, o consumidor deve reclamar a quem lhe forneceu o serviço e o fornecedor, por sua vez, pode reclamar, em uma ação de regresso, à distribuidora de energia elétrica.

O prazo para pedir ressarcimento é de 90 dias.

– É fundamental que o consumidor reclame para que o Procon possa agir de forma direcionada. O consumidor deve procurar a concessionária e, caso não tenha sucesso, deve ir ao Procon – explica o subsecretário dos Direitos do Consumidor do Procon/RJ, José Fernandes.

O telefone do Disque Procon no Rio é 151. Segundo Fernandes, o Procon/RJ está monitorando a interrupção do fornecimento de energia em bairros da Zona Sul do Rio.

A advogada Maria Elisa Novais, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diz que o pedido de ressarcimento é relativamente simples, desde que fique claro o nexo de causalidade entre dano sofrido e a falha na prestação do serviço.

– No caso de apagão e de problemas que atingem um bairro todo ou vários bairros, o nexo de causalidade é evidente. Não teria motivo para concessionária não ressarcir o consumidor – diz.

A coordenadora de relações institucionais da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Maria Inês Dolci, diz que no caso de ter aparelhos quebrados ou queimados, o consumidor deverá registrar o problema no Serviço de Atendimento ao Cliente, fornecendo todas as informações, como dia e hora em que ocorreu o dano, além dos dados do aparelho danificado, como número de série, ano de fabricação e modelo.

Além disso, explicou, o consumidor deve anotar o número do protocolo. A concessionária deverá indicar a assistência técnica onde o aparelho será consertado ou mandar uma equipe técnica para fazer uma vistoria na casa do consumidor.Prazo de 90 dias

De acordo com a Resolução 360/2009 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), diz o Procon-SP, o consumidor deve registrar o fato junto aos canais disponibilizados pela concessionária para atendimento (internet, telefone, pessoalmente, etc), no prazo de até noventa dias, especificando quais os equipamentos foram danificados. A empresa deverá abrir processo específico de indenização.

Se optar por carta, o Idec recomenda que o usuário opte pela correspondência com aviso de recebimento (A.R.) ou leve-a pessoalmente e exija um protocolo de recebimento.

Em caso de reclamação por telefone, é importante o usuário guardar número de protocolo da reclamação que, desde o decreto nº 6.

523/2008 – que regulamenta os Serviços de Atendimento ao Consumidor das empresas de energia elétrica, entre outras – é de fornecimento obrigatório.

Ainda segundo o decreto, o usuário tem também direito a obter a gravação do atendimento, caso precise usá-la como prova.

A concessionária terá dez dias corridos para inspecionar o equipamento danificado (um dia, para equipamento utilizado para acondicionamento de alimentos perecíveis ou medicamentos), 15 dias para apresentar, por escrito, resposta ao pedido e 20 dias para providenciar o ressarcimento. A empresa deve informar ao consumidor a data e o horário aproximado da inspeção ou disponibilização do equipamento. Caso não ocorra essa vistoria, o prazo para resposta será de 15 dias contados da data da solicitação do ressarcimento.Danos morais na Justiça

Maria Elisa Novais lembra que tanto a resolução da Aneel quanto o Código de Defesa do Consumidor não se aplicam às empresas, para quais valeria as regras do Código Civil. Por isso ela aconselha os empresários a tentarem negociar o ressarcimento das perdas com as empresas, registrando todos os passos na negociação e, em caso de insucesso, recorrer à Justiça.

Regra semelhante vale para as pessoas físicas que tenham sofrido perda material, que não seja relacionada a aparelhos elétricos. É o caso, por exemplo, de quem ficou impossibilitado de trabalhar ou teve um evento importante cancelado.

– Não existe uma resolução específica da Aneel para este tipo de dano, como há para aparelhos elétricos.

Mas o consumidor pode procurar a empresa, sempre por escrito e notificando com aviso de recebimento. Não tendo sucesso deve procurar o Procon, o site da Aneel e, se nada disso der certo, recorrer à Justiça.

E, por ser pessoa física, poderá se valer do Código de Defesa do Consumidor – diz a advogada.

  • Já José Fernandes, do Procon-RJ, explica que pedidos de indenização por danos morais devem ser encaminhados diretamente à Justiça.
  • – Casos de danos morais, perdas e danos ou lucro cessante, ou seja, o ganho que se deixou de ter por causa da falta de luz, devem ser levados ao Judiciário – afirma.
  • Nesta situação, estão, por exemplo, as lojas que deixaram de vender seus produtos e os restaurantes que, além de não poderem atender seus clientes, ainda viram seus estoques estragarem por causa da falta de luz.
  • – Também pode pedir indenização quem não conseguiu viajar porque teve dificuldade de chegar ao aeroporto e acabou perdendo o casamento do filho ou o sepultamento de um parente – diz Fernandes.
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As causas com valor até 40 salários mínimos podem ser encaminhadas ao Juizado Especial Cível, que trata dos casos de menor complexidade, ou as chamadas pequenas causas.

Dessas, aquelas no valor até 20 salários mínimos podem analisadas sem a assistência de um advogado, enquanto as causas no valor entre 20 e 40 salários mínimos exigem o acompanhamento de um advogado.

Já as causas com valor acima de 40 salários mínimos devem ser encaminhadas à Justiça comum.

Falta de energia elétrica – saiba quais são os seus direitos

O restabelecimento do fornecimento de energia teria de ser imediato, por se tratar de um serviço essencial, explica a assessora técnica do Procon-SP, Fátima Lemos.

1) Na página da AES Eletropaulo há a informação de que, quando há corte de energia elétrica, sem que haja falta de pagamento, em 4 horas o fornecimento tem de ser restabelecido, sem custo ao consumidor, e em caso de apagão, como ocorreu em São Paulo, por causa da chuvas e ventos fortes há algum prazo maior?

Não. A legislação não prevê outro prazo. A empresa tem primeiro a obrigação de informar o que está acontecendo ao consumidor e religar a energia o mais rápido possível. O restabelecimento teria de ser feito imediatamente. O problema tem de ser sanado com segurança.

A concessionária tem indicadores de qualidade que tem de cumprir, que estão na conta de energia. Eles  indicam a duração máxima e a frequência das interrupções ( DIC, FIC, FEC, DEC,).

E mesmo que o problema tenha sido provocado por força maior, como os eventos de natureza, até é compreensível que haja interrupção de energia, mas a religação tem de ser rápida.

A AES Eletropaulo tem de ter planejamento, restabelecer o serviço rapidamente, pois faz parte do negócio da concessionária lidar com esses problemas. O que o Procon está observando é que a empresa não está informando o consumidor de forma adequada.

2) A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pode aplicar alguma multa à AES Eletropaulo, caso a empresa descumpra esses indicadores? O consumidor deve reclamar à Aneel?

Sim. A agência reguladora tem de monitorar os indicadores de qualidade da concessionária, atuar, sancionar a empresa em caso de irregularidades na prestação do serviço.

O Procon recomenda que os consumidores entrem em contato com a Arsesp, no caso de São Paulo, para relatar os problemas, para que a agência entre em contato com a AES Eletropaulo e verifique o motivo da demora da religação, por exemplo.

3) O que fazer se algum aparelho elétrico parar de funcionar?

Isso geralmente ocorre na hora da religação, por causa dos picos de energia e também quando há oscilação no fornecimento. Nesses casos, o consumidor tem de informar a empresa sobre os problemas e pedir ressarcimento dos danos causados nos aparelhos.

4) Qual o prazo para a solução do problema?

Em geral, a AES Eletropaulo dá 10 dias para realizar a vistoria, mais 15 dias para informar o resultado da análise e 20 dias para o conserto ou ressarcimento. Em caso de produtos essenciais, como uma geladeira, o prazo para a vistoria é de 1 dia, mas os demais prazos são os mesmos.

5) E se houver risco à saúde, em caso de pacientes com aparelhos que não podem ser desligados, por exemplo?

Neste caso, o Procon orienta que o consumidor deve informar previamente a concessionária do uso desses equipamentos, como mini UTI, aparelhos respiratórios, por exemplo. Neste caso, o consumidor tem de entrar em contato o mais rápido possível com a concessionária e solicitar a reparação. Numa situação limite, tem de avaliar se é possível ou não permanecer no imóvel.

  • 6) Se houver negativa da concessionária, o que fazer?
  • O consumidor deve buscar ajuda no Procon ou na Justiça.
  • Serviços:
  • Como pedir o restabelecimento de energia- O consumidor pode enviar um SMS para 27373 com a palavra “luz”, com o número de instalação ou ligar para 0800 7272 120.

Solicitação de ressarcimento por danos em aparelhos eletroeletrônicos e elétricos –Em caso de danos a aparelhos,  o prazo máximo para ressarcimento é 45 dias, a partir da data de solicitação. A solicitação pode ser feita na página da internet da AES Eletropaulo em “Solicitação de Serviços”, na opção “Pedido de Indenização”;  pelo telefone 0800 7272 120; ou na rede de atendimento presencial.

 Como reclamar à Arsesp? Pelo telefone: 0800-7270167.  

E na Aneel? Na página: http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=30&idPerfil=2, há diversas maneiras de entrar em contato com a agência.

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