Como calcular o valor no vencimento: 6 passos

  • Previsão orçamentária é um planejamento de gastos que prevê investimentos, custos e despesas, dando um panorama na situação financeira da empresa a médio e longo prazo, direcionando a tomada de decisões.
  • Assim como uma empresa costuma fazer um planejamento estratégico anual, ela precisa projetar resultados de forma a criar cenários pessimistas, neutros e otimistas, antecipando potenciais desafios e tomando decisões com mais assertividade.
  • No caso do departamento comercial, por exemplo, uma projeção de vendas é fundamental para orientar a produção e o time de vendas. 
  • Leia também: Projeção de vendas – qual a importância no seu negócio e como fazer
  • Já o financeiro precisa ter uma previsão orçamentária, por departamento ou setor, de forma a prever as movimentações financeiras que vão influenciar no resultado da empresa.
  • Bastante conhecida em contextos como administração de condomínios ou, mesmo, planejamento financeiro familiar, a previsão orçamentária deve fazer parte da estratégia de um negócio. 
  • Saiba tudo sobre o assunto e entenda como fazer a sua! Neste artigo, vamos abordar: 
  • O que é previsão orçamentária
  • Tipos de previsão orçamentária
  • Para que serve a previsão orçamentária de uma empresa
  • Vantagens da previsão orçamentária para empresas
  • Como fazer uma previsão orçamentária em 6 passos
  • BÔNUS: Conte com um sistema para melhorar sua gestão financeira

Boa leitura!

O que é previsão orçamentária

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Como Calcular o Valor no Vencimento: 6 PassosA previsão orçamentária é um planejamento financeiro fundamental para empresas de qualquer porte ou segmento.

Previsão orçamentária é isso que o nome já sugere; uma previsão, ou projeção, das movimentações financeiras que serão necessárias para manutenção de uma empresa. 

Segundo o dicionário Priberam, orçamento é definido como: 

  • Conjunto das receitas e das despesas de um particular, de uma família, de um grupo, de uma empresa, de uma coletividade;
  • Quantia de que se dispõe;
  • Custo estimado de algo.

Portanto, fazer uma previsão orçamentária significa listar todas as possíveis despesas, custos e investimentos, aliando esses gastos com a projeção de receitas. Assim, temos um planejamento financeiro que dará uma boa ideia do que o futuro reserva para a empresa.

Além disso, a previsão orçamentária apóia o planejamento de cada departamento, já que todos saberão, exatamente, a quantia disponível para investimento em ações, contratações de empresas, compras de equipamentos, entre outras.

Tipos de previsão orçamentária

Vemos a previsão orçamentária sendo utilizada de forma bastante clara e comum em 4 ambientes principais. São eles: 

Previsão orçamentária pessoal

Essa é fácil: refere-se àquele planejamento familiar, em que se estabelece limites para gastos, metas para receitas, percentual para investimento ou lazer, enfim.

Com o crescimento do número de investidores e a popularização de “coachings” financeiros, o conceito de previsão orçamentária e planejamento financeiro pessoal está cada vez mais claro para todos. 

Previsão orçamentária para condomínios

A previsão orçamentária é muito utilizada no contexto de condomínios. Isso porque ela é essencial para que a administradora possa calcular o valor das cotas, ou seja, quanto cada proprietário deverá pagar de condomínio.

Se você mora em apartamento, deve ser estar acostumado com a apresentação da previsão orçamentária, sempre ao final do período de gestão (geralmente, isso é feito anualmente). 

Nessa previsão irão constar projeção de gastos com manutenção de equipamentos, jardim, folha de pagamento, fundo de reserva, entre outros. O cálculo pode ser feito com base no histórico recente, acrescido de uma taxa de inflação, por exemplo.

Previsão orçamentária de empresa

  1. A previsão orçamentária de uma empresa difere um pouco da previsão de condomínios, porque, no segundo caso, a receita virá para cobrir a previsão. 
  2. Já no caso da empresa, a previsão de receita precisa estar alinhada com a previsão orçamentária de forma a evitar um resultado negativo ao final do período.

     

  3. A previsão orçamentária de uma empresa auxilia na visualização de potenciais riscos ou oportunidades, além de direcionar os diferentes setores para que possam tomar suas decisões com base em algo concreto.

     

  4. É mais fácil escolher prioridades se você tem um limite de orçamento para investir nesses projetos, certo? 

Previsão orçamentária pública

a previsão orçamentária pública é um planejamento financeiro do Governo, que serve, também, como um compromisso assumido com a população para destinação dos recursos públicos.

É aqui que o Governo assumirá direitos e deveres em relação à destinação de orçamento para diferentes projetos, de áreas variadas, como saúde, educação, cultura, entre outros. 

Para que serve a previsão orçamentária de uma empresa

Leia também:  O que é uma empresa sustentável? A sua empresa é sustentável?Como Calcular o Valor no Vencimento: 6 PassosA previsão orçamentária oferece autonomia aos diferentes departamentos da empresa.

  • A previsão orçamentária em uma empresa serve para aproveitar melhor os recursos financeiros do negócio, destinando verba para investimentos e limitando custos e despesas.
  • Assim, é possível prevenir possíveis desafios, enfrentar crises com mais segurança e evitar resultados negativos no negócio. 
  • Com a previsão orçamentária é possível, também, dar autonomia aos departamentos da empresa, que poderão tomar decisões e administrar o seu orçamento com base em suas necessidades e prioridades. 

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Vantagens da previsão orçamentária para empresas

Você já entendeu o que é previsão orçamentária e porque ela é importante para a empresa. Mas, para reforçar, listamos, abaixo, as principais vantagens de trabalhar com esse modelo de planejamento.

Com certeza, depois disso, você nunca mais deixará de fazer uma previsão orçamentária para o seu negócio — mesmo que você seja um microempreendedor individual. 

Controle dos gastos

Imagina que você tenha R$ 10 mil em caixa, e comece a comprar insumos e pagar contas conforme elas aparecem, sem controle. É muito provável que você acabe comprar coisas a mais, sem limites, e o dinheiro acabe antes de você comprar itens essenciais para a empresa.

Com a previsão orçamentária você pode estipular metas para diferentes categorias de contas. Assim, consegue controlar melhor as despesas e impedir gastos desnecessários que farão extrapolar o orçamento.  

Antecipação de crises

Com uma visão a longo prazo de receitas e despesas, você pode se preparar para momentos difíceis. 

Primeiro, porque poderá observar os pontos de baixa comercial, e controlar melhor o orçamento para manter as contas em dia. Segundo, porque pode prever um fundo de reserva para cobrir eventuais quedas no faturamento.

Tomada de decisões assertivas

Sem controle ou possibilidade de visualizar de onde vem e para onde vai o seu dinheiro, fica muito difícil decidir áreas que merecem investimentos ou cortes.

Dessa forma, a previsão orçamentária auxilia na tomada de decisões, já que permite uma organização dos dados e uma readequação dos orçamentos conforme as necessidades surgirem.

Apoio ao planejamento comercial

Outra vantagem importante é que a previsão orçamentária pode orientar o time comercial no seu planejamento.

Isso porque serve como referência dos períodos em que se prevê mais investimentos, por exemplo. Assim, a força de vendas pode planejar ações ou campanhas específicas para atender as necessidades financeiras da empresa nesses períodos.

Leia também:  5 dicas de vendas para o Dia dos Namorados

A previsão orçamentária serve, também, para estipular metas de vendas. 

Como fazer uma previsão orçamentária em 6 passos

Como Calcular o Valor no Vencimento: 6 PassosO primeiro passo para a previsão orçamentária é ter suas contas organizadas.

Agora que você já entendeu a importância de ter uma previsão orçamentária na sua empresa, hora de colocar a mão na passa.

Com apenas 6 passos você poderá fazer a sua previsão, agregando mais ao plano financeiro do seu negócio. 

#Passo 1: Organize suas contas a receber

Seja em uma planilha, seja utilizando um sistema de gestão (recomendado), você precisa ter organizadas todas as contas a receber, com datas de vencimento, responsável, forma de pagamento, entre outras informações relevantes.

Essa informação é necessária para que você tenha uma projeção de receitas a médio e longo prazo. Ainda que sejam vendas já realizadas e boletos já emitidos, ainda é projeção porque, infelizmente, a inadimplência existe e assombra a realidade dos empresários.

#Passo 2: Organize suas contas a pagar

Da mesma forma, é preciso organizar suas contas a pagar. Todas as despesas já programadas, como energia, aluguel, internet, folhas de pagamento, boletos de fornecedores, entre outras.

Procure, sempre, categorizar as despesas, de forma que você tenha uma visão clara do volume de gastos em cada área. 

#Passo 3: Estipule uma reserva de emergência

Agora, é hora de pensar naquele plano B. Se tudo der errado, de onde tirar dinheiro para manter o negócio funcionando? 

A reserva de emergência é fundamental para você enfrentar períodos de crise. Para construir um fundo de reserva, você deve estipular um valor mensal que será reservado para isso. 

#Passo 4: Avalie o histórico do financeiro e planeje seu próximo ano

  1. A melhor forma de começar a fazer uma previsão orçamentária e levantar o histórico do seu financeiro. 
  2. Assim, você terá base para definir os limites, as categorias de contas que precisam ser contempladas, e as metas.

     

  3. Mas, se você não organiza essas informações e, por isso, não consegue histórico, não tem problema: comece com uma previsão orçamentária de curto prazo, vá ajustando aos poucos.

     

  4. No entanto, lembre-se de começar a registrar todas as movimentações financeiras da empresa, para nunca mais ficar às cegas. 

#Passo 5: Acompanhe de perto as inadimplências

Um ponto fundamental é que você acompanhe de perto suas contas a receber, de forma a identificar com agilidade as inadimplências. 

Assim, ninguém é pego de surpresa na hora de pagar uma conta e ver que o caixa está negativo. 

#Passo 6: Automatize seus processos

Por fim, mas com certeza não menos importante: automatize os processos na sua empresa! 

Com a automatização você garante que as informações estarão sempre atualizadas, reduz chance de erros, melhora a comunicação entre departamentos e integra toda a empresa. Sem falar, claro, que melhora a produtividade e a qualidade de suas entregas.

Para o setor financeiro, a automatização é uma forma excelente de garantir a integridade e a confiabilidade dos dados, que servirão para a tomada de decisões, para análises e, claro, para a previsão orçamentária.

BÔNUS: Conte com um sistema para melhorar sua gestão financeira

Falando nisso, saiba que contar com um sistema ERP é a melhor maneira de você padronizar e automatizar processos. 

Com o sistema ERP você controla e centraliza as informações de diferentes setores, como Compras, Vendas, Financeiro, Estoque, entre outros. Assim, o gestor tem uma visão completa e integrada do seu negócio.

Com os dados coletados pelo sistema de forma automatizada, e a partir dos relatórios gerenciais oferecidos pela plataforma, o gestor pode:

  • Identificar oportunidades de melhorias ou vantagens competitivas;
  • Tomar decisões relacionadas ao planejamento estratégico ou financeiro;
  • Acompanhar os principais KPI’s do negócio;
  • Identificar oportunidades para investimentos ou redução de custos, sem comprometer os resultados do negócio;
  • Perceber potenciais falhas de processo, tomando ações corretivas em tempo hábil.

Portanto, além do ERP ser uma forma de automatizar processos, ele é também uma ferramenta fundamental para uma gestão de negócios eficiente, permitindo o crescimento sustentável dos resultados da empresa.

Conheça o BomControle

  • O BomControle é um ERP completo, com diversos módulos que atendem a empresas de todos os segmentos e portes.
  • Integrando diferentes setores, de fácil acesso e com os dados guardados em nuvem, o ERP BomControle é a melhor opção para quem deseja profissionalizar sua gestão e ver seu negócio crescer.
  • Conheça as funcionalidades disponíveis: 

Leia também:  7 dicas para você controlar melhor as contas da sua empresa

Para conhecer o sistema, você pode experimentar as funcionalidades de forma gratuita por um período de 15 dias, e só paga se gostar. Faça um teste!

Conclusão

Como Calcular o Valor no Vencimento: 6 PassosA previsão orçamentária da empresa depende de uma boa organização financeira.

A previsão orçamentária deve fazer parte da rotina do gestor de qualquer empresa, assim como o planejamento estratégico

Como vimos, ela é fundamental para orientar a tomada de decisões, antecipar desafios e contribuir para o crescimento do negócio. 

Para uma previsão orçamentária realista e fiel, é preciso manter as finanças organizadas. Assim, você constrói um histórico que pode servir como base para as previsões e projeções futuras, sem chutes. 

Conte com um sistema de gestão completo para integrar as informações de sua empresa em um só lugar. Conheça o BomControle e faça um teste gratuito! 

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Como Calcular o Valor no Vencimento: 6 Passos

Executivo de Internet com mais de 15 anos de experiência, incluindo a gestão geral das organizações , desenvolvimento de produtos, operações de negócios e estratégia.

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Veja como calcular juros do rotativo do cartão de crédito (exemplos)

Os juros do cartão de crédito são conhecidos como “juros do rotativo” e aparecem quando não pagamos o valor total da fatura no mês.

No próximo mês, todo o restante que não foi pago retorna à fatura do cartão de crédito com uma quantia ainda maior por conta dos juros do crédito rotativo. E assim vai acontecendo enquanto não devolvemos tudo o que tomamos emprestado do banco por esse meio.

Como calcular os juros após o pagamento do mínimo

Para começar a calcular os juros você precisará conhecer qual o valor mínimo permitido e qual a taxa de juros cobrada pelo banco. Isto pode ser visto na fatura, no contrato do cartão ou diretamente no próprio banco.

Além disso, quando calculamos juros, utilizamos porcentagens que devem ser divididas por 100. Assim, teremos o valor na forma decimal: 5% como 0,05.

Então siga os passos:

  1. Subtraia o montante total do valor mínimo pago. O resultado será a quantia que não foi paga e que volta como rotativo no próximo mês;
  2. Com o valor do rotativo calculado, multiplique pela porcentagem referente aos juros. Aqui você terá apenas o valor que será pago em juros;
  3. Sobre este valor calcule o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) mensal e o diário, de 0,38% e 0,0082%, respectivamente;
  4. Agora, basta somar os valores. O resultado deverá ser a quantia total a pagar no próximo mês.

Para facilitar a compreensão, confira o exemplo a seguir.

Exemplo

Para o exemplo, usaremos um valor total de R$ 1.000 gastos no cartão, com um mínimo pago de R$ 150 e juros de 9% ao mês. O valor não pago é então de R$ 850.

Com juros de 9%, a forma decimal para o cálculo fica 0,09 (9 ÷ 100). O mesmo serve para outras porcentagens.

Operação Cálculo Total
Juros sobre o rotativo 850,00 × (1+0,09) R$ 926,50
IOF mensal 850,00 × 0,0038 R$ 3,23
IOF diário para 30 dias 850,00 × 0,000082 × 30 R$ 2,09
Valor a pagar no próximo mês 926,50 + 76,50 + 3,23 + 2,09 R$ 931,82

Para encontrar os juros do rotativo, basta subtrair os R$ 926,50 dos R$ 850,00 e teremos R$ 76,50 em juros.

O valor de R$ 931,82 será devido no próximo mês. Se não for pago, os novos juros serão calculados sobre os juros antigos e esta dívida terá juros sobre juros, conhecidos como juros compostos.

Neste caso os juros do rotativo serão calculados como:

Operação Cálculo Total
Juros sobre o rotativo 850,00 × (1+0,09)^(2) = 850,00 × 1,1881 R$ 1.009,89
IOF mensal para 2 meses 850,00 × 0,0038 × 2 R$ 6,46
IOF diário para 60 dias 850,00 × 0,000082 × 60 R$ 4,18
Valor a pagar no próximo mês 1.009,89 + 76,50 + 3,23 + 2,09 R$ 1.020,53

Da mesma forma, encontramos os juros do rotativo ao subtrairmos R$ 1.009,89 de R$ 850,00, encontrando R$ 159,89 em juros.

Os juros mais do que dobraram em apenas dois meses e isto se deve à existência dos juros compostos na cobrança da dívida do cartão de crédito.

Quando isso acontece, o banco deve oferecer uma alternativa de parcelamento desta dívida, segundo as regras mais recentes para o crédito rotativo.

Como calcular os juros quando existe atraso no pagamento

  • Caso não tenha sido pago nem mesmo o mínimo, dentro do vencimento, o cálculo dos juros leva em consideração os dias deste atraso até o pagamento.
  • Para o cálculo dos juros temos de utilizar a fórmula de juros compostos na proporção de meio mês, já que são 15 dias, elevando o valor a 0,5.
  • Além disso, passam a existir os juros de mora e as multas por atraso, cobradas pelo banco sobre o valor em dívida. Confira o exemplo abaixo:

Neste exemplo um valor total de R$ 1.000 foi pago somente 15 dias após o vencimento.

Continuamos com a taxa de juros de 9% para o rotativo e os valores do IOF, além de multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês.

Operação Cálculo Total
Juros do rotativo 1.000 × (1 + 0,09)^(0,5) = 1.000 × 1,04403 R$ 1.044,03
Valor da multa 1.000 × 0,02 R$ 20,00
Juros de mora para 15 dias 1.000 × (0,01 ÷ 30) × 15 R$ 5,00
IOF mensal 1.000 × 0,0038 R$ 3,80
IOF diário para 15 dias 1.000 × 0,000082 × 15 R$ 1,23
Valor a pagar em 15 dias 1.044,03 + 20 + 5 + 3,80 + 1,23 R$ 1.074,06

Como calcular os juros de parcelamento do cartão de crédito

O parcelamento da fatura pode ser comum após 30 dias de atraso. Quando acontece, o banco deve oferecer uma nova alternativa para que o usuário do cartão não pague juros compostos, e o parcelamento é uma das opções.

Apesar de parecer uma boa opção, é preciso analisar a viabilidade da proposta através taxa de juros cobrada no parcelamento.

Caso a proposta para um atraso de R$ 1.000 seja um parcelamento mensal de R$ 123,40 em 12 meses, a taxa de juros será de 6,625% ao mês. Pode parecer pouco, mas são R$ 480,80 em juros (12 × 123,40 – 1000).

Antes de aceitar o parcelamento, encontre a taxa de juros para parcelas fixas na Calculadora do Cidadão, oferecida pelo Banco Central.

Nesta opção, preencha o número de meses, o valor da parcela e o valor da dívida, deixando em branco o espaço para a taxa de juros.

A simulação pode ser feita com o valor que não foi pago além do mínimo. Assim, coloca-se este como o valor financiado, as parcelas fixas e os meses que decorre o pagamento.

E se o cartão de crédito não é o único que tem causado preocupação, aprenda também como se livrar do cheque especial!

7 passos para aprender como calcular metas de vendas

Como calcular metas de vendas? Nem sempre as empresas dão o devido valor a essa pergunta.

Algumas querem subir todos os patamares de uma só vez. Isso faz com que a frustração seja grande tanto para a diretoria quanto para o setor de vendas.

Por outro lado, muitas instituições já entenderam o valor das metas, porém não sabem como defini-las. Caso algumas questões não sejam observadas, os principais objetivos não serão cumpridos e também levará toda a empresa a frustração.

Se você quer evitar esse sentimento para a sua empresa, está na hora de sentar e tomar alguns cuidados. No post de hoje, você verá 7 medidas essenciais para ver se suas metas estão no caminho certo.

Está ansioso para colocá-las em prática? Então continue conosco!

1. Tenha metas individuais alinhadas com os objetivos da empresa

As metas individuais devem estar ligadas aos objetivos centrais da empresa. O principal motivo para isso é bem claro: evitar que cada integrante toque uma música diferente na mesma apresentação musical.

O que adianta a empresa ter metas bem definidas se cada setor e funcionário estão operando a partir de objetivos que nada tem em comum com o planejamento empresarial?

Por isso, cada setor deve efetuar suas metas a partir daquilo que é estabelecido como os objetivos centrais da empresa. Dessa forma, todas as áreas precisarão adequar suas metas ao que foi definido e não o contrário.

2. Leve em consideração a comissão obtida pelos vendedores

As metas da empresa devem levar em consideração o quanto será gasto em comissões. Dessa forma, a empresa entenderá, realmente, se o que foi faturado será revestido em lucro.

Outro problema relacionado às metas está em utilizar comissões curtas, que não incentivam os vendedores a conseguirem aumentar suas vendas.

3. Faça uma avaliação do mercado em que a empresa está inserida

Todas as metas devem considerar o mercado e o local em que estão inseridas. Enquanto uma meta pode ser considerada muito conservadora em determinado local e tipo de negócio a mesma proposta pode ser considerada muito ousada em outros contextos.

Isso quer dizer que nenhum número de outras empresas ou locais deve ser absoluto ou considerados ideais para todos os contextos.

Cada empresa deve descobrir quais metas são ideais para sua situação naquele lugar. Além disso, as metas possuem validade.

Com isso, queremos dizer que a mesma empresa deve reavaliar suas metas a partir de mudanças na economia local, regional, nacional ou global. Outro possibilidade para mudança está em períodos festivos ou já conhecidos como de melhor ou menor poder aquisitivo da população.

Sendo assim, cada objetivo da empresa deve estar conectado ao mundo em sua volta. Não desconsidere cada variável existente!

4. Verifique a quantidade e qualidade das oportunidades geradas para cada vendedor

Outro ponto que pode facilitar suas metas de vendas está em verificar a quantidade e a qualidade que cada vendedor possui.

Caso a equipe de vendas não esteja recebendo muitas oportunidades para converter os clientes, é sinal de que a empresa necessita investir mais na atração dos clientes.

Se tratando das metas, a empresa deve considerar qual é a realidade de cada vendedor ao propô-las. Caso um determinado vendedor não receba constantes oportunidades e tenha uma meta mais altas para o que seja considerado como possível para o momento, ele se desinteressará pela meta.

Por outro lado, não é útil ter muitas oportunidades em que os interessados não possuam o perfil da empresa ou não estejam dispostos a realmente adquirir os produtos ou serviços.

Caso esse seja o caso, a instituição deverá analisar quais são as principais formas usadas para atrair os interessados. Possíveis mudanças nas estratégias devem ser seriamente consideradas.

Porém, as metas devem considerar esse fator da mesma forma que o anterior. Os vendedores que possuem dificuldades para encontrar possíveis compradores, devem ter suas metas ajustadas.

5. Evite metas não realistas

No momento de calcular as metas, evite ao máximo criar metas que naturalmente não serão cumpridas.

Os vendedores sabem quais são aquelas que eles poderão atingir ou chegar perto. Então, se você colocá-la em um patamar muito alto, terá a grande chance de que eles se desanimem desde o início. Caso isso aconteça, suas metas não sairão do papel.

Se a sua empresa não trabalha com metas, comece com pouca ousadia, para que os funcionários se sintam capazes de atingi-las. Aumente, aos poucos, a dificuldade.

6. Evite metas pouco desafiadoras

Tente, porém, não cair no erro oposto! Empresas que criam metas que são atingidas facilmente, não saem do lugar.

  • Se seus funcionários acreditarem que conseguirão os índices propostos sem maiores esforços, nenhuma mudança prática haverá no funcionamento da empresa.
  • Dessa forma, a dica é que as metas devem deixá-los desconfortáveis para que sempre estejam se movendo em direção às mudanças para que possam vender mais.
  • Vendedores estimulados desejarão melhorar seu conhecimento para que estejam mais habilitados na arte das vendas.

7. Considere a motivação

Por fim, considere o quanto a equipe está motivada. Em muitas casos, os vendedores estão tão desmotivados que não acreditariam ser capazes de cumprirem meta alguma.

Por outro lado, em outros casos, os objetivos são aquilo que os funcionários precisavam para saírem da zona de conforto.

Então, ao inserir o plano de metas, pense em que equipe você tem. Se estão sem moral, forneça as ferramentas necessárias para isso. Contrate palestrantes especialistas no assunto, faça reuniões para motivá-los e forneça treinamento para eles.

Caso a equipe já esteja motivada, aja conforme isso e já comece em outro patamar. Conhecer a própria equipe é a informações essenciais para decidir o quanto as metas serão ousadas. Lembre-se de sempre considerar todas as variáveis destacadas.

Pense no momento em que a empresa vive, una a mente da empresa e dos funcionários e trabalhe para motivá-los. Metas só são cumpridas com eficiência quando toda a empresa está unida em prol dos mesmos objetivos.

Então, cuide da saúde da empresa como um conjunto. No artigo de hoje nos mostramos como calcular metas de vendas e alguns dos principais cuidados que você deve ter ao defini-las.

Você quer se tornar um expert no assunto? Leia agora mesmo nosso artigo: “Como definir metas: aprenda 11 passos para concretizar seus objetivos!“.

Folha de pagamento: entenda os cálculos, impostos e contribuições

A folha de pagamento é uma despesa fixa e pode ser a que mais toma capital de giro da empresa. Por isso, o empresário deve entender como funcionam seus cálculos para manter o controle sobre esses valores e até prevê-los para quando pensar em contratar um novo funcionário.

Agora, você saberá como calcular os holerites, com vencimentos, impostos e contribuições. Continue lendo e saiba:

  • Quais são os principais vencimentos e como chegar aos seus valores;
  • Como calcular as contribuições de um empregado;
  • Como funciona o FGTS;
  • O cálculo do imposto de renda retido na fonte e suas faixas de incidência;
  • Quais são os principais benefícios concedidos a empregados e de que forma impactam no cálculo da folha.

Vencimentos

Esses elementos são os que somam a remuneração bruta, valor que servirá de base para os descontos que veremos à frente.

Salários horista e mensalista

O salário base de um funcionário, colocado na carteira de trabalho, é registrado em valor por hora ou por mês. E é esse número que serve de base de cálculo para todos os demais fatores, além de ser o ponto de partida do contracheque.

Em algumas ocasiões, empregados e empregadores precisam fazer a conversão do valor para outro formato, o que é simples. Para passar um salário horista para mensalista, basta multiplicar o valor horário por 220. E para obter o resultado contrário, divide-se a remuneração mensal por 220.

Salário-família

Esse vencimento não é um direito de todo trabalhador. Para recebê-lo, a pessoa deve enquadrar-se nos seguintes critérios:

  1. Possuir no mínimo um dependente legal, sendo que cada um deles dá direito a uma quota de recebimento;
  2. E ter renda de até R$ 859,88, cujas quotas são de R$ 44,09;
  3. Ou ter renda entre R$ 859,89 e R$ 1.292,43, cujas quotas são de R$ 31,07.

Descanso semanal remunerado (DSR)

A maioria dos trabalhadores possui domingos e feriados como dias oficiais de descanso. E, conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), esses dias são remunerados.

Para os mensalistas, o DSR já consta na remuneração total registrada em carteira. Quanto aos horistas, ele é definido por um cálculo separado, com os seguintes passos:

  • Contar o número de domingos e feriados do mês;
  • Multiplicar o número desses dias por 7,33 horas;
  • E multiplicar o resultado acima pelo valor da hora do empregado.

Adicional noturno

Conforme a CLT, o espaço de tempo entre 22 e 5 horas é classificado como expediente noturno. Portanto, o funcionário com horário de trabalho nesse período recebe mais 20% de adicional noturno em cada hora trabalhada.

É importante esclarecer também que as horas noturnas de trabalho legalmente duram 52 minutos e 30 segundos. Por isso, o período conta com sete horas mas registra oito de atuação.

Horas extras

Geralmente, as horas extras dão ao trabalhador mais 50% sobre o valor de sua hora para cada uma feita adicionalmente. E em domingos e feriados, os dias de descanso remunerado, a adição é de 100%.

Calcular a hora extra de um funcionário horista é mais simples. Pois se, por exemplo, seu salário é de R$ 10 por hora, basta adicionar mais R$ 5 a cada hora extra.

Quando um mensalista trabalha fora de expediente padrão, é preciso reverter a remuneração em horas para fazer a conta. Por exemplo:

  • O trabalhador recebe R$ 2.500 mensais: R$ 2.500 ÷ 220 = R$ 11,36 por hora;
  • R$ 11,36 + 50% = R$ 17,04 por hora extra;
  • R$ 11,36 + 100% = R$ 22,72 por hora adicional em dia de descanso remunerado.

Horas extras noturnas

O funcionário cujo expediente seja apenas noturno não tem direito a horas extras noturnas. Porém, o trabalhador com horário considerado diurno e que atua entre 22 horas e 5 horas as recebe.

Para essa conta, o adicional noturno e o valor extra têm como base a hora de trabalho comum, e são calculados separadamente. Por exemplo, quando o empregado recebe R$ 15 por hora e trabalha adicionalmente após as 22 horas, tem direito a mais R$ 3 pelo trabalho noturno e R$ 7,5 pelo expediente extra em cada hora feita.

Na folha de pagamento, os adicionais são apresentados separadamente com os seus totais.

Descanso semanal remunerado sobre as horas extras

O DSR, que incide sobre o salário, também reflete sobre as horas extras.

O cálculo para chegar a ele é relativamente simples. Os números utilizados são:

  • O valor total das horas extras feitas no mês;
  • O número de dias úteis do mês;
  • E o número de domingos e feriados do mês.

E os passos para realizar a conta são:

  1. Dividir o valor das horas extras pelo número de dias úteis;
  2. E multiplicar o resultado obtido acima pelo total de domingos e feriados do mês.

Contribuições

Contribuições sindicais mensal e anual

Por livre decisão, o empregado pode filiar-se ao sindicato da área e contribuir com ele mensalmente. E quando isso ocorre, a mensalidade é descontada dele no cálculo da folha de pagamento e repassada ao sindicato pela empresa.

Por outro lado, a contribuição anual é uma obrigação. Então, na apuração dos salários do mês de março, todos os funcionários devem ter o valor de um dia de trabalho descontado dos holerites. E o empregador tem até 30 de abril para totalizar os descontos na guia de arrecadação anual ao sindicato e pagá-la.

Contribuição previdenciária

O INSS é descontado do trabalhador conforme a sua remuneração bruta. E nesse sistema, as alíquotas ficam entre 8% e 11%, até o limite de R$ 608,44. Veja as faixas da contribuição:

  • Salário bruto até R$ 1.659,38: 8% de INSS;
  • Salário bruto de R$ 1.659,39 a R$ 2.765,66: 9% de INSS;
  • Salário bruto de R$ 2.765,67 a R$ 5.531,31: 11% de INSS;
  • A partir de R$ 5.531,32: R$ 608,44 de INSS.

Fundo de Garantia

O FGTS também tem como base de cálculo o total de vencimentos do empregado. E sobre esse valor, apura-se 8% — depositado pelo empregador e não descontado em holerite.

Imposto retido na fonte

A base para o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é a mesma utilizada para a apuração do INSS menos o desconto da contribuição previdenciária. Por exemplo, se o funcionário tem remuneração bruta de R$ 3.200 — sobre a qual incide INSS de R$ 352 (11%) —, a base de cálculo do IRRF é R$ 2.848.

Ainda antes de fazer a conta para chegar ao tributo devido, deve-se descontar R$ 189,59 do resultado obtido por dependente legal que o empregado tenha. Por exemplo, se o funcionário tem a base de R$ 2.848, que calculamos acima, e possui um filho menor de 14 anos, ela passa a R$ 2.658,41.

Depois, tendo a base real do imposto conhecida, pode-se identificar em que faixa de percentual ela se encaixa. As faixas são as seguintes:

  • 1ª faixa: 7,5% para bases de R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65;
  • 2ª faixa: 15% para bases de R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05;
  • 3ª faixa: 22,5% para bases de R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68;
  • 4ª faixa: 27,5% para bases a partir de R$ 4.664,69.

Apurado o imposto de acordo com a alíquota da sua base de cálculo, um valor padrão é deduzido e reduz o imposto retido. Para cada percentual existe uma dedução definida, da seguinte forma:

  • 1ª faixa: R$ 142,80;
  • 2ª faixa: R$ 354,80;
  • 3ª faixa: R$ 636,13;
  • 4ª faixa: R$ 869,36.

Exemplificando a apuração com a base do nosso exemplo acima, teríamos a seguinte conta:

  • R$ 2.658,41 x 7,5% =  R$ 199,38;
  • R$ 199,38 – R$ 142,80 = R$ 56,58 de tributo retido.

Principais benefícios

Vale-transporte

O auxílio ao transporte do empregado é obrigatório quando este manifesta que tem tal necessidade, por meio de declaração feita no ato da contratação.

Em relação ao cálculo da folha, o contratante pode descontar até 6% da remuneração bruta em contracheque para conceder vales ou passagens.

Vale-refeição

Apesar de não ser um benefício obrigatório, é muito comum que as empresas o forneçam a seus empregados. E, se for o caso, o desconto em holerite máximo é de 20% em relação ao valor dado como benefício.

Tem mais alguma dúvida sobre folha de pagamento que você precisa esclarecer na sua empresa? Deixe nos comentários para respondermos.

Como calcular taxa de juros compostos em 5 passos

Os chamados juros sobre juros podem ser aliados ou inimigos das finanças. Veja como calcular taxa de juros compostos e entenda.

Quer saber como calcular taxa de juros compostos em investimentos e débitos? Então, este texto foi feito especialmente para você. 

Por aqui, você vai descobrir de que forma o cálculo dos juros compostos pode ser realizado. De maneira simples e fácil, vamos mostrar que os números podem trabalhar a favor do seu dinheiro.

Acompanhe!

Como calcular taxa de juros compostos: passo a passo

Os juros compostos são calculados sobre o valor inicial somado aos juros já acumulados. Assim, a conta de multiplicação é feita de juros sobre juros.

Você já deve ter ouvido falar, por exemplo, que os juros do cartão de crédito são uma das taxas mais caras do mercado, certo? A aplicação dos juros sobre a dívida com os cartões é feita através dos juros compostos. Dessa maneira, o devedor tem que pagar:

  • Valor devido da fatura
  • Juros pelo atraso
  • Juros gerados sobre dívida+juros do atraso.

A vantagem dos juros compostos é que eles trabalham da mesma maneira em investimentos. Assim, as aplicações rendem juros sobre juros. Uma boa, não é mesmo?

Para que você acompanhe o resultado dos juros compostos, veja como seu cálculo é feito em 6 passos:

1 – Descubra o capital inicial

O ponto de partida da contabilização dos juros sobre juros é o capital inicial. O número é o primeiro aporte realizado em um investimento ou valor tomado como empréstimo, por exemplo.

2 – Encontre a taxa de juros

O capital inicial deverá render juros de acordo com uma taxa. A alíquota é o elemento que faz com o que dinheiro se multiplique.

A taxa de juros é a remuneração paga pelos investimentos e o valor cobrado pelas credoras, em caso de empréstimos e dívidas. De qualquer maneira, é a alíquota que remunera o investidor ou credor.

3 – Determine o tempo

Considere o período em que o investimento ou crédito terá a incidência dos juros compostos. Ou seja, por quanto tempo o valor ficará investido ou em quantas parcelas a dívida está sendo cobrada.

Mas lembre-se: a taxa de juros e o prazo devem ser considerados sobre a mesma medida de tempo. Por isso, pode ser necessário fazer a conversão de alíquotas ou períodos de mensal para anual, semestral ou trimestral, por exemplo.

4 – Utilize a fórmula dos juros sobre juros

Os juros compostos são calculados com a seguinte fórmula: 

Em que:

  • M = montante final
  • C = capital inicial
  • i = taxa de juros
  • t = tempo.

Basta, então, pegar os dados coletados anteriormente e aplicá-los na fórmula. Tudo bem simples!

Ao final da conta, você conseguirá descobrir o valor total do investimento, somando depósitos aos juros rendidos durante a aplicação. Ou, se for o caso, o montante total pago pelo crédito tomado.

5 – Descubra somente os juros

  • Se você quiser saber apenas o valor recebido ou pago como juros, pode fazer a seguinte conta:
  • Sendo: J = juros acumulados.
  • Ainda mais fácil, não é mesmo?

Exemplo de cálculo de juros compostos

Depois de aprender como calcular taxa de juros compostos, vamos a um exemplo? Para ele, considere uma Letra de Crédito Imobiliário (LCI) que remunera os investidores à taxa de 115% do CDI – Crédito de Depósito Interbancário.

O indexador pode se alterar ao longo do tempo. No entanto, apenas para facilitar o entendimento por aqui, a gente vai considerar que o CDI fique fixo durante o período de investimento, ok?

Neste caso, o CDI é 0,33% ao mês. Como a LCI rende 115% do CDI, o investimento tem taxa de juros mensal de 0,39%.

Uma pessoa investe R$ 500 na aplicação pelo período de 6 meses. Então, temos os seguintes dados:

  • Capital inicial = R$ 500
  • Taxa de juros = 0,39% a.m.
  • Tempo = 6 meses.

Logo, o montante final do investimento será de:

  • M = R$ 500 x (1+0,39%) 6
  • M = R$ 511,78.

O investidor recebeu como juros R$ 11,78

  • J = R$ 511,78 – R$ 500 = R$ 11,78.

Por que aprender a calcular juros compostos

Existem duas formas de aplicação dos juros: juros simples e juros compostos. O cálculo dos juros simples é feito somente sobre o capital inicial. Assim, esse método não considera os juros acumulados para contabilizar novos juros.

Já os juros compostos somam capital e rendimentos. Dessa maneira, “o bolo cresce” muito mais rápido. Isso é péssimo para o pagamento de contas e dívidas. Afinal, o valor devido vai se multiplicando de forma veloz.

Por outro lado, o trabalho dos juros compostos é muito vantajoso para os investidores. Assim, os rendimentos de sua aplicação financeira crescem muito mais do que no método de juros simples.

Então, conhecer como calcular taxa de juros compostos é importante para que você saiba de que maneira seu dinheiro está trabalhando. 

Desse modo, você tem a capacidade de entender como seus investimentos ou dívidas estão sendo pagos. E, assim, tomar melhores decisões financeiras com base no rendimento dos juros sobre juros.

Quer saber mais sobre finanças e investimentos? Então, acompanhe os conteúdos exclusivos da Capital Research e fique por dentro de nossas análises e carteiras recomendadas.

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