Como calcular o valor de moedas de prata: 5 passos

Quer saber mais sobre como colecionar moedas romanas antigas? Realmente a sensação de ter uma parte da história entre as mãos é incrível. No entanto, pode ser difícil encontrar informações a respeito dessas moedas de mais de 1.500 anos atrás!

Por isso, a Jafet Numismática criou esse guia de primeiros passos para quem quer começar a colecionar moedas romanas antigas. Confira abaixo 5 dicas de especialista que vão te ajudar a formar uma coleção sólida!

  • Se ainda ficar alguma dúvida, deixe um comentário no fim do artigo.
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  • ➡️ O Que é Numismática?
  • ➡️ Como Limpar Moedas Antigas?
  • ➡️ Aprenda a Calcular o Valor de Moedas Antigas

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

1)     Evite as Moedas Antigas Falsificadas

Nenhum colecionador de verdade quer comprar peças falsas pelo preço de uma autêntica! Por isso, fique atento aos falsários. Existem muitos no mercado.

Ao começar uma coleção de moedas, é recomendável que você opte por vendedores de confiança. Prefira sempre comprar com especialistas em numismática, pois os amadores podem vender cópias sem saber.

As peças falsificadas nunca ficam exatamente idênticas às peças originais. Quer descobrir alguns macetes para identificar moedas romanas falsas? Temos um artigo especial para isso:

➡️ Macetes Para Identificar Moedas Falsas

2)     Escolha um Foco para Sua Coleção de Moedas Romanas

O mundo da numismática da Roma Antiga é muito vasto! O período se estende por cerca de mil anos: de 509 a.C. até 476 d.C. Por isso, a quantidade de moedas emitidas nessa época é enorme.

Para começar a colecionar moedas romanas, é recomendável escolher algum tema específico e focar nele! Isso vai deixar a sua coleção muito mais coerente, além de facilitar o seu aprendizado. Veja abaixo três exemplos de temas comuns (existem muitos outros):

???? Colecionar Moedas Romanas por Períodos

A numismática romana pode ser subdivida em três períodos históricos diferentes. Veja abaixo as moedas de cada momento e repare as grandes diferenças de estilo:

O primeiro momento é o período republicano – de 509 a.C. até 49 a.C. Durante esses anos, o poder de Roma era detido pelo Senado e pela Tribuna do Povo.

➡️ Moedas da República Romana

O segundo momento é o período imperatorial – de 49 a.C. até 27 a.C. Esses anos correspondem ao período sangrento do fim da República e começo do Império Romano.

➡️ Moedas imperatoriais

O terceiro momento é o período imperial – de 27 a.C. até 476 d.C. Nessa época, o poder político de Roma era centralizado na figura do imperador. O poder religioso da Igreja Católica também começa nessa época.

➡️ Moedas do Império Romano

Existe ainda uma quarta classificação: as moedas provinciais. Essa é a denominação dada às peças cunhadas nas províncias conquistadas por Roma.

➡️ Moedas provinciais

???? Colecionar Moedas Romanas por Tipo

Também é comum começar a colecionar moedas em função do valor que ela tinha na época. Diversas peças foram criadas (e também desapareceram) ao longo de todo esse período de mil anos. Confira abaixo as principais:

AS: Incialmente o as era feito de peças brutas de bronze e servia como unidade para medir pesos. Com o tempo, o seu peso é reduzido e ele toma a forma de uma moeda. Depois da reforma monetária de Augusto (23 d.C.), a peça é produzida em cobre e representa o busto do imperador com uma coroa de louros. A moeda deixa de ser cunhada por volta do século III.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

DUPONDIUS: a moeda valia dois asses. Dupôndio significa literalmente “dois pesos”, no entanto, ele nunca pesou exatamente como dois asses. Com uma coloração amarelada, ele pode ser confundido com o as. Durante o reino de Nero (de 54 a 68 d.C.), a peça começa a mostrar o imperador com uma coroa radiante.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

SESTERTIUS: originalmente era uma pequena moeda de prata no valor de 2 e ½ asses. Foi criada por volta de 211 a.C.  No reino de Augusto, a peça aumenta de tamanho e passa a valer 4 asses, sendo cunhada em oricalco (uma mistura de ouro e cobre). No século III o sestércio vira uma pequena moeda de bronze e, em seguida, para de ser produzido.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos
DENARIUS: a moeda de prata mais usada durante o Império Romano. O denário começou a ser cunhada em 211 a.C. e foi usada por cerca de 450 anos. A peça costumava representar o imperador usando uma coroa de louros. O denário desaparece no século III d.C., sendo completamente substituído pelo Antoniano.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

ANTONINIANUS: Caracala começa a cunhar o antoniano em 211 d.C. dando o seu próprio nome à peça (M. Aurelius Antoninus Caracalla).

O imperador era geralmente representado com uma coroa radiante (em oposição à coroa de louros do denário). A moeda começa com a composição de 50% de prata.

Essa porcentagem de prata diminui com o tempo até o antoniano ser abolido por Constantino o Grande (307-337 d.C.)

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

AUREUS:  a moeda de ouro mais usada durante o Império Romano. Ela começa a ser cunhada por Júlio César em 46 a.C. Com o passar do tempo, a quantidade de ouro vai sendo diminuída, mas permanece razoavelmente alta. Constantino o Grande abole o áureo em 309 d.C.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

SOLIDUS: a moeda de ouro começou a ser cunhada por Constantino o Grande par substituir o áureo. O solidus circulou por mais de sete séculos, sendo também produzido pelo Império Bizantino.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

???? Colecionar Moedas Romanas por Personagem

Além dos períodos e tipos, você também pode começar a sua coleção focando em um personagem histórico. Você tem curiosidade de saber mais sobre qual figura romana? Procure as diversas moedas que representam o seu personagem favorito!

➡️ Moedas de Cleópatra e Seus Amantes

➡️ Moedas de Nero, o Imperador Louco

3)     Identifique as Legendas das Suas Moedas Romanas

As figuras costumam ser a primeira coisa que chama a atenção. No entanto, as legendas são importantíssimas para você compreender as moedas romanas da sua coleção!

Essas frases geralmente são escritas com palavras abreviadas do latim. Você deve começar a ler as palavras na posição de 6h (de um relógio).

Identifique a mensagem que está escrita em cada moeda. Você vai descobrir muitas informações sobre o poder político e sobre os acontecimentos da época!

➡️ Macetes para interpretar as legendas das moedas da Roma Antiga

4)     Estude Muito Sobre as Moedas da Sua Coleção

Para se aprofundar de verdade, você deve estudar todos os aspectos da sua coleção de moedas romanas. Infelizmente, existe muito pouco material disponível em português. Exatamente por essa razão foi criado o Blog Jafet Numismática!

Abaixo indico algumas referências de livros de primeira qualidade. São excelentes leituras para quem quer começar a colecionar moedas romanas antigas:

???? Ancient Coin Colleting (Wayne Sayles): quatro volumes que oferece um panorama aprofundado do colecionismo de moedas antigas.

???? Coinage and History or the Roman Empire (David Vagi): dois volumes que abordam mais de 550 anos da numismática e história de Roma. Biografias dos imperadores e de suas famílias.

???? Dictionary of Ancient Roman Coins (John Melville Jones): formato de tradicional que vai de A a Z. Deidades mitológicas, denominações, títulos e vários outros assuntos.

???? History adn Coinage of the Roman Imperators (David Sear): livro incrível que aborda 435 tipos de moedas cunhadas durante o império romano.

???? Roman Coins and Their Values (David Sear): um dos livros mais aclamados sobre a numismática romana. Catálogos de milhares de moedas romanas antigas (compreendendo aproximadamente 8 séculos). Informações valiosas sobre imperadores, cunhagem e etc.

Leia também:  Como cancelar sua inscrição em listas de spam: 13 passos

5)     Onde Comprar Moedas Romanas Para Começar Minha Coleção?

  1. Agora você já sabe como começar uma coleção de moedas romanas antigas! Veja de perto nossas moedas de colecionador, temos centenas de peças de diferentes preços:
  2. ➡️Confira a Loja Virtual Jafet Numismática
  3. Desde moedas romanas de baixo custo até peças raríssimas!
  4. Certificado de autenticidade para todas as moedas à venda!
  5. Frete grátis para todo o Brasil!

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5 passos essenciais para começar sua coleção de cédulas e moedas

Já ouviu a expressão “colecionar é uma arte”? Bom, podemos afirmar que ela é totalmente verídica!

  • Afinal, a atividade, além de muito prazerosa, enriquece nosso conhecimento e nos permite explorar algo novo, que talvez nem sabíamos que poderia nos render tantos encantos e curiosidades.
  • Hoje em dia, milhares de pessoas amam praticar este “hobby” e cada uma delas com suas peculiaridades escolhem um item pelo qual tem apreço, como moedas, canecas, carros… E por aí vai!
  • Se você é como nós, da Caravelas Coleções, que é apaixonada pelo numismática e deseja colecionar moedas e cédulas, mas, não sabe como começar sua coleção, fique de olho neste post, pois te daremos 5 dicas valiosas!
  • Adquira um catálogo
  • Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 PassosEle será o seu melhor amigo!

Afinal, é por meio dele que sua coleção ficará muito mais organizada. Além disso, você poderá fazer cotações, investir corretamente, estudar e, claro, exibir a sua nova paixão de forma muito mais apresentável e bonita.

Mas aí vem aquela dúvida: “Qual é o catálogo ideal para minha coleção? ”

Tudo depende do seu objetivo! Existem catálogos que apresentam conteúdos históricos, ou seja, aqueles que você pode encontrar informações sobre as moedas ou cédulas; catálogos com referências de valores, entre outros.

Atualmente, o mercado já oferece este item com didáticas mais simples, perfeito para os “marinheiros de primeira viagem”. Legal, não é?

Defina qual será sua modalidade de coleção

Bom, claro que o seu tema principal para colecionar já foi definido: DINHEIRO! Mas, dá para você se especificar mais.

Ou seja, quer colecionar moedas do mundo todo ou só do Brasil? Quer colecionar apenas moedas de ouro ou de prata?

  1. Bom, você pode escolher o tema que deseja, assim, ficará muito mais fácil!
  2. Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 PassosSaiba onde guardar sua coleção
  3. Você não está preparando uma coleção linda e cuidadosa para deixar em latas, caixas de papelão ou sacolas, né?

Brincadeiras à parte, saiba que guardar de forma correta cédulas e moedas em locais adequados contribui para a sua conservação. Pensando nisso, é muito importante investir em álbuns, folhas e acessórios para preservar as suas peças por muito mais tempo.

Dedique um tempo para estudar sua coleção

Ninguém monta uma coleção sem ao menos saber a sua história, não é?

Tenha vontade de se aventurar e descobrir tudo sobre sua coleção, dê valor a ela e aprenda cada vez mais. Além disso, você pode incentivar mais pessoas a colecionarem e também se encantarem por esse mundo!

Divulgue conteúdo

Em sua cidade certamente existem pessoas que simpatizam com moedas e cédulas e gostariam de começar a colecionar moedas e cédulas, mas ainda não tiveram nem um contato com qualquer tipo de informação consistente sobre numismática, não é mesmo?

Por isso, divulgue seu material e compartilhe seus conhecimentos! Crie grupos para trocar conteúdo e peças, aproveite também para comprar com um frete em conjunto e dar suporte para a coleção do amigo.

Acredite, a atividade pode ser muito divertida. E, se você não conhece ninguém por perto que goste de colecionar moedas assim como você, não fique triste, ok? Afinal, na internet você encontra muitos grupos para trocar informações.

Espalhando a arte de colecionar, se torna mais fácil encontrar referências de peças, negociar com vendedores e compradores ou até mesmo fazer trocas entre amigos para aumentar sua coleção.

Ahhh, na loja virtual da Caravelas Coleções, você encontra os mais diferentes tipos de moedas e cédulas. Complete a sua coleção na Caravelas!

Receber herança: trate da burocracia em 5 passos

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

Sabemos que este é um tema sensível. Perder um ente querido é algo doloroso mas, emoções à parte, existem muitas burocracias a tratar quando uma situação como esta acontece, principalmente relativas à herança. Damos-lhe dicas para facilitar este processo, apresentando-lhe, de forma simples, os 5 passos a seguir para receber a sua herança e certificar-se de que a partilha de bens é feita corretamente.

5 Passos para receber a sua herança:

Após a morte,  a primeira coisa a fazer será registar o óbito. Deve fazê-lo dirigindo-se à Conservatória do Registo Civil, num prazo de 48 horas, fazendo-se acompanhar do certificado de óbito, bem como dos seus documentos de identificação.

O certificado de óbito é emitido pelo médico que verificou a morte e, atualmente, é enviado via eletrónica diretamente para o IRN (Instituto dos Registos e Notariado). O familiar pode solicitar o certificado presencialmente no IRN ou via online, no site deste Instituto, sem qualquer custo.

Posto isto, será emitida a declaração de óbito, um documento que oficializa o falecimento.

Pode recorrer à agência funerária para tratar deste procedimento.

Descubra: Quanto custa um funeral em Portugal?

#2: Habilitação de herdeiros

Após a oficialização do óbito é necessário saber quem são os beneficiários. Assim, o cabeça-de-casal (que pode ser o cônjuge, um testamenteiro, um parente ou um herdeiro testamentário) terá que fazer uma escritura pública num Cartório Notarial ou no Balcão de Heranças para requerer a habilitação de herdeiros.

A habilitação de herdeiros é um documento que identifica os sucessores ao património deixado pelo falecido. Este processo tem um custo de 150 euros e não tem prazo de realização.

O cabeça-de-casal, para além de ser o responsável pela escritura, fica também incumbido de gerir a herança até à partilha de bens.

Para fazer a escritura da habilitação de herdeiros deve fazer-se acompanhar dos seguintes documentos:

  • Certidão de óbito;
  • Certidões de nascimento e de casamento dos herdeiros;
  • Certidão de teor do testamento, caso exista;

Caso não exista testamento, a herança é deixada aos herdeiros legítimos, tendo que ser respeitada uma ordem de partilha de bens. Esta sucessão legítima privilegia os familiares mais próximos, na seguinte ordem:

    1. Cônjuge e descendentes (filhos, netos);
    2. Cônjuge e ascendentes (pais e avós);
    3. Irmãos e seus descendentes;
    4. Outros parentes mais afastados até ao quarto grau (primos direitos, tios-avós e sobrinhos-netos);
    5. Estado.

Caso o defunto tenha deixado dívidas, também estas fazem parte do património a herdar – e alguém terá que ficar responsável por saldá-las.

Fique a par: O que acontece à sua dívida quando morre?

#3: Relação de bens

O terceiro passo é o da relação de bens. Este processo é realizado pelo cabeça-de-casal. Porém, existem duas formas diferentes de o fazer, consoante o objetivo pretendido: ou no âmbito de inventário ou para ser entregue nas Finanças.

Com recurso a inventário

A relação de bens para efeitos de inventário deve especificar todos os bens deixados pelo falecido, sendo enumerados numa lista pela seguinte ordem:

  1. Títulos de crédito;
  2. Dinheiro;
  3. Moedas estrangeiras;
  4. Objetos de ouro, prata, pedras preciosas e semelhantes;
  5. Bens móveis;
  6. Bens imóveis.

Hoje em dia, já não é necessário recorrer a um Cartório Notarial. Este processo pode ser feito online através da plataforma inventarios.pt.

Leia também:  Como baixar um livro no audible no windows ou mac

A realização do inventário não é obrigatória, sendo apenas necessária caso haja desacordo entre os herdeiros face à divisão de bens, se as dívidas do falecido forem superiores ao valor da herança deixada ou se existirem herdeiros menores ou incapacitados.

Com entrega nas Finanças

Por sua vez, a relação de bens para ser entregue nas Finanças é obrigatória e consiste num formulário a ser preenchido pelo cabeça-de-casal. Nesta declaração consta uma lista com o património tributado às Finanças (imóveis, terrenos, carros, ações, negócios…) deixado pelo defunto.

Caso os herdeiros verifiquem algum erro na listagem têm o direito de reclamar o seu conteúdo, alegando património indevidamente incluído, comprovado mediante justificação plausível. Caso se confirmem esses erros, o cabeça-de-casal terá de efetuar as devidas alterações, pois é este o documento que permitirá a justa divisão de bens.

#4: Registo nas Finanças

Após o preenchimento do formulário da relação de bens, este deverá ser entregue às Finanças pelo cabeça-de-casal num prazo máximo de três meses após a morte, como forma de declarar o óbito, mencionando a sua identidade, data e local em que ocorreu o falecimento, bem como os herdeiros legais e respetivas relações de parentesco.

#5: Partilha de bens

O último passo do processo é o da partilha de bens por cada herdeiro.

Caso não exista litígio, esta partilha é feita informalmente mediante acordo entre as partes. Caso existam disputas, esta partilha é feita recorrendo ao inventário (como já referido no ponto 3) e, em certos casos de maior complexidade, pode necessitar de intervenção jurídica.

Se existirem bens móveis, imóveis (terrenos, casas, etc.) ou títulos de créditos e ações, a partilha tem que ser feita através de escritura em Cartório Notarial, de forma a passar os bens para nome do herdeiro legítimo.

O processo de partilha e registo tem um custo de 375 euros aos quais acrescem impostos ou emolumentos relativos a consultas de bases de dados do registo. Este montante pode ser pago por multibanco, em dinheiro, em cheque ou através de vale postal a favor do Instituto dos Registos e Notariado.

Uma vez chegado a acordo sobre que quota-parte cabe a cada herdeiro, dá-se por concluído o processo.

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Será que barras de ouro realmente valem mais do que dinheiro?

Silvio Santos já dizia que barras de ouro valem mais do que dinheiro. O presente não dá tanta razão ao homem do baú, mas a história ajuda a explicar o fascínio do metal. O encanto começa logo na tabela periódica. O ouro se destaca entre os outros 118 elementos: ele não é um gás, não corrói, não pega fogo e não te mata pelo contato.

Só por esses critérios, a maior parte da tabela é eliminada. Além disso, é raro, mas não tanto quanto o ósmio. Ele também não oxida, como a prata. Restariam o ródio e o paládio, mas eles não eram conhecidos antes de 1800. Finalmente, numa finalíssima com a platina, o ouro ganha por ter ponto de fusão menor (1.064 °C x 1.

772 °C), o que facilita o manejo.

A soma dessa singularidade com um brilho que não se apaga deu valor ao ouro e à corrida para acumulá-lo. O poeta grego Píndaro, no século 5 a.C., já dizia que “o ouro é um filho de Zeus, nem as traças nem a ferrugem conseguem desgastá-lo, mas a mente humana é devorada por sua posse”.

Até o desenvolvimento da produção de moedas, apenas monarcas e religiosos tinham contato com o metal. Afinal, era preciso mostrar quem mandava e quem tinha “contato direto” com os deuses. Egípcios, por exemplo, usavam barras com a estampa do faraó Menes.

Só que, à medida que a economia se desenvolvia, era necessário criar algo mais simples para intermediar as transações. O ouro era o candidato natural.

Mas tinha um problema: medir, pesar e conferir a pureza era difícil numa época em que não havia qualquer rascunho de Inmetro.

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Foi então que, por volta de 550 a.C., na Lídia, atual Turquia, começaram a ser cunhadas as moedas como nós as conhecemos hoje. As primeiras eram feitas de electrum, a liga metálica que surge da mistura entre ouro e prata.

Isso criou um problema de confiança, já que não dava para saber se as moedas tinham realmente a quantidade de ouro que elas prometiam ter. Isso mudou com o rei Creso, que adotou a padronização do peso.

As moedas passaram a ser feitas apenas de prata e ouro puros, com desenhos de partes do corpo de um leão indicando seu peso e valor. Finalmente o dinheiro seguia algum padrão. Foi uma revolução.

A capital Sárdis se tornou zona de conforto para mercadores e rapidamente conquistou grande poder financeiro. Ela se tornou um paraíso de estabilidade no mundo antigo. Estava definido o padrão ouro versão 1.0. O comércio fluía de maneira tão espetacular que permitiu a construção de um dos maiores monumentos do mundo antigo, o Templo de Ártemis, a deusa grega da caça.

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

Questão de fé

peso prata real – Actual silver weight

Americano Silver Eagle moeda, ASW = 1,00

Peso real de prata, ASW geralmente abreviado, refere-se ao peso de prata puro contido em uma moeda, medida em onças .

Coleccionadores , indivíduos que investem em moedas de ouro e outros muitas vezes se referem a livros ou sites de referência on-line para determinar o valor intrínseco de uma moeda de prata.

Listar tais recursos várias moedas com sua ASW associado.

Quando se sabe o peso de prata real de uma moeda, pode-se, em seguida, multiplicar esse número pelo preço à vista de prata para determinar o valor de derretimento de uma moeda de prata.

Como calcular o peso de prata real de uma moeda (ASW)

  1. Determinar o peso da moeda em gramas por consultar uma moeda recolher livro ou guia on-line ou através de pesagem a moeda se com uma balança de precisão, ou seja, uma escala feita para pesar moedas ou jóias.

  2. Determinar da moeda finura , que é dado como uma percentagem de prata na moeda, consultando uma moeda recolha livro ou guia Internet.
  3. Multiplicar totais vezes o peso da moeda A finura (expresso como um decimal).

    Este produto é a quantidade de prata pura na moeda expressa em unidades métricas (gramas).

  4. Multiplicar esse número de vezes 0,0321507 onças t (3,21 centésimos de uma onça Troy), que é o peso de um grama expresso em onças, ou seja, 1,00 g = 0,0321507 onças t .

    Este produto é a quantidade de prata pura na moeda expressa em unidades de Troy .

Como calcular o valor intrínseco atual de uma moeda de prata

O valor intrínseco (também conhecido como valor de fusão ) de uma moeda de prata pode ser determinada multiplicando o ASW (peso real de prata) para os tempos de moeda corrente preço mancha de prata. Note-se que a prata preços variam diariamente, portanto, deve-se consultar um banco ou uma fonte online para o preço spot atual.

Exemplo

Como Calcular o Valor de Moedas de Prata: 5 Passos

1953-D dime Roosevelt, ASW = 0,07234 onças t

A composição de moedas Roosevelt a partir de 1946-1964 era de 90% de prata e 10% de cobre, e a moeda pesa 2,50 gramas. Seguindo os passos listados acima, o cálculo ASW prossegue como se segue:

  1. Determinar o peso da moeda em gramas: 2,50 g
  2. Determinar a finura : 0,900
  3. Multiplicar vezes o peso total do coin a finura: 2,5 g × 0,900 = 2,25 g
  4. Multiplicar o número vezes 0.0321507, que é o equivalente Troy onças para uma grama: 0.0321507 × 2,25 = 0,072339075 onças t

Deste modo, uma circulação geral dime Roosevelt cunhadas antes de 1965 tem um peso de prata real (ASW) de 0,072339075 Troy oz. Se o preço à vista de prata foi de US $ 15,00 por onça-troy, o valor intrínseco de um-1965 pré centavo Roosevelt seria: 0,072339075 × 15,00 = $ 1,085086125 ≈ $ 1,09.

(Note que as lojas de moeda, lojas de penhor, e os varejistas de ouro não vai necessariamente comprar moedas de consumidores no valor intrínseco por causa dos custos envolvidos com a venda de tais moedas para empresas que derretem as moedas, separar os metais constituintes, e preparar a prata para revenda .)

Referências

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa (e podem estar no seu cofre)

As 40 moedas mais valiosas da República Portuguesa (e podem estar no seu cofre)

Tem esquecidas em casa antigas moedas de escudo? Conheça as 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa que podem estar no seu cofre. Sabia que os portugueses terão em casa cerca de 155 milhões de euros em forma de escudos? Pois é, há muitas pessoas que guardam em casa moedas de escudo, seja por uma questão de recordação, porque fazerem parte de uma coleção ou por mera casualidade. O que alguns não saberão é que as antigas moedas portuguesas além de raras, podem ser valiosas. Vendê-las pode ser uma forma de ganhar algum dinheiro extra e, por outro lado, libertar espaço nas gavetas e caixas que continuam a acumular coisas às quais não sabe que destino dar.

Leia também: Cêntimos ou euros, saiba como e onde vender as suas moedas

Ficou curioso e quer saber quanto valem as suas moedas?

Para calcular o valor das moedas deve utilizar como referência o ano de cunho. Mas tenha em conta que há outros aspetos que influenciam o seu valor, como o estado de conservação.

Em alternativa, pode também entrar em contacto com um especialista em numismática. Através de uma avaliação das suas moedas, ele poderá averiguar o valor das mesmas. Entre em contacto com a Imprensa Nacional – Casa da Moeda e solicite uma lista de avaliadores. Ou então, peça uma avaliação gratuita nas lojas de moedas e de antiguidades.

Leia também: 10 moedas de 2€ valiosas e raras e uma pode estar na sua carteira

Confira se tem alguma destas moedas em sua casa:

1 Escudo

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  • Ano: 1952
  • Metal: Alpaca
  • Valores entre: 1€ e 65€ (Consoante o estado da moeda)

50 Centavos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  1. Ano: 1940
  2. Metal: Alpaca
  3. Valores entre: 1€ e 75€ (Consoante o estado da moeda)

20 Centavos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  • Ano: 1948
  • Metal: Bronze
  • Valores entre: 4€ e 75€ (Consoante o estado da moeda)

10 Centavos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  1. Ano: 1924
  2. Metal: Bronze
  3. Valores entre: 5€ e 75€ (Consoante o estado da moeda)

5 Escudos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  • Ano: 1943
  • Metal: Prata
  • Valores entre: 10€ e 80€ (Consoante o estado da moeda)

20 Centavos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  1. Ano: 1951
  2. Metal: Bronze
  3. Valores entre: 0.5€ e 80€ (Consoante o estado da moeda)

2$50 Escudos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  • Ano: 1932
  • Metal: Prata
  • Valores entre: 5€ e 90€ (Consoante o estado da moeda)

1 Escudo

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  1. Ano: 1940
  2. Metal: Alpaca
  3. Valores entre: 2€ e 90€ (Consoante o estado da moeda)

10 Centavos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  • Ano: 1938
  • Metal: Bronze
  • Valores entre: 18€ e 100€ (Consoante o estado da moeda)

10 Escudos

As 40 moedas mais valiosas e raras da República Portuguesa

  1. Ano: 1934
  2. Metal: Prata
  3. Valores entre: 20€ e 120€ (Consoante o estado da moeda)
  4. (cont.)

Valor de moedas antigas: 10 dicas antes de perguntar a alguém

Um dos assuntos mais intrigantes e controversos da numismática é determinar o valor das moedas antigas. Muitas pessoas encontram alguma moeda antiga ou tem moedas antigas em sua posse e já se encantam com a data, pensando ter uma moeda rara de grande valor comercial.

Nesse artigo, abordaremos os critérios que você deve analisar numa moeda antiga antes de perguntar o valor da mesma para alguém. Você conseguirá ao final do artigo ter uma visão um pouco mais completa do mercado numismático e poderá decidir se vale a pena vender ou guardar a moeda antiga que está em suas mãos.

Antes de começar, já adianto que não abordaremos o valor de moedas aqui, somente apresentaremos como os colecionadores e numismatas avaliam o valor de uma moeda, além de sugerir literatura que apresenta uma base de valores de moedas antigas.

1. Descubra qual é a moeda que você possui

Isso mesmo! Antes de dizer a alguém que tem uma “moeda antiga rara” ou enviar fotos para algum colecionador ou especialista numismata perguntando quanto vale sua moeda, é muito importante que você pesquise antes qual a é moeda que você possui.

  • É muito comum colecionadores iniciantes ou pessoas que não colecionam encontrar alguma moeda e já ir perguntando para colecionadores quanto vale sua moeda ou até mesmo, no pior caso caso, sair declarando que possui uma moeda rara.
  • Se você não é colecionador, tudo bem, é compreensível perguntar antes de pesquisar, mas se você é um colecionador e não pesquisar antes de perguntar o valor, ou até declarar que possui uma raridade, correrá o risco de ser taxado como mentiroso e pode cair em descrédito perante seus colegas numismatas.
  • No pior dos casos, quanto a falta de informação prévia sobre determinada peça, é você perguntar para uma pessoa de ética duvidosa e acabar sendo enganado por ela, que poderá dizer que sua moeda não vale nada e oferecer um valor bem abaixo do que realmente vale.
  • Então, pesquise antes de perguntar, descubra qual é a moeda que você possui! Veja como:
  • Para essa pesquisa, utilize o catálogo do Collectgram, é uma ferramenta gratuita, você pode usá-la para pesquisar por qualquer informação gravada na moeda e descobrir outros detalhes que o ajudarão a determinar se sua moeda é rara, escassa ou comum.
  1. Você poderá obter informações de qual é o metal, o peso, diâmetro, emissor, se a amissão da moeda foi uma emissão comum, para circulação padrão, ou se foi para comemorar alguma data ou personalidade, etc.
  2. Moedas comemorativas costumam ter emissões menores e podem ser mais valorizadas pelos colecionadores e é evidente que moedas de metais mais nobres são as mais cobiçadas.
  3. Então, conheça sua moeda, mas não se anime muito antes de saber se ela é falsa ou verdadeira, conforme falamos no próximo tópico.

2. Tenha certeza que a moeda é original

Um dos grandes problemas da numismática atual são as réplicas modernas de moedas, uma forma polida de falar das moedas falsas, verdadeiros produtos ilícitos.

Na grande maioria, essas moedas são confeccionadas com características bem próximas das originais, enganam muitos colecionadores iniciante e até mesmo o experiente desatento.

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