Como calcular o valor de entrada de um veículo: 15 passos

Como Calcular o Valor de Entrada de um Veículo: 15 Passos

Fazer uma ótima escolha ao comprar um veículo segunda mão depende de um pouco de sorte e muito de você fazer uma ótima negociação. O fator sorte vai ficar por sua conta, mas o conhecimento para fazer um bom negócio vai ser possível ganhar a partir dos 7 passos abaixo!

O segredo é seguir essa cartilha para evitar problemas como comprar um carro com muitos defeitos, documentação atrasada ou pagar mais do que o valor de mercado e arcar com um prejuízo futuro na revenda.

1º passo: pesquisar os preços em tabelas

A tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) é a principal base de preço de carros no Brasil. Ela demonstra o valor médio e serve justamente como parâmetro para negociações e também é usada por seguradoras e outras empresas.

Os estados brasileiros ainda utilizam-se da tabela para servir de base de cálculo do IPVA.

2º passo: avaliar a cor para brigar no preço

Todo carro com cor que foge do preto e prata tem um preço menor de mercado. De dois anos para cá os modelos brancos tem garantido espaço, mas ainda não superaram os pretos e pratas.

O que desperta mais a atenção dos brancos -e dos amarelos- é que geralmente são cores usadas por táxis no Brasil.

3º passo: modelos em voga ou não?

Chegou a hora de comprar um importado, mas segunda mão? Lembre que esse tipo de veículo tem depreciação de preço maior que concorrentes nacionais.

É bom verificar em lojas se a reposição de peças é fácil ou falta no mercado. Isso acontece também com modelos que saíram de linha.

Existe uma regra também que quanto mais caro é o carro (novo principalmente), mais valor de mercado ele perde com o passar dos anos. E a manutenção sempre vai continuar cara.

Gosta de rebaixados e turbinados? Essas mudanças não costumam aumentar ao valor. Do mesmo jeito isso acontece com kit GNV, som ou DVD.

4º passo: previna-se contra problemas futuros

Comprar um carro roubado ou furtado, que já foi sinistrado, ou é de leilão, ainda sofreu com enchentes e, por fim, está alienado é uma furada! Nenhuma dessas situações representa um bom negócio.

Suspeite de preços muito baixos e promoções. Ganhar na compra pode representar muitos gastos com manutenção. Por isso é essencial conferir o histórico do veículo no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e em sites especializados.

No órgão público você consegue conferir atraso no licenciamento, multas, alienação. Já em serviços como a Car Check, dá para descobrir tudo isso e mais ocorrência de leilão, envolvimento em acidente, remarcação de chassi e mais 31 itens.

5º passo: procurar referências para comprar

Ninguém gosta de arriscar um “tiro no escuro”, por isso quando o assunto é a compra de um veículo usado o melhor é obter referências sobre o antigo proprietário. Se for um amigo, melhor. Mas nem sempre alguém conhecido está vendendo o carro que você pretende comprar. Por isso fique atento com relação a procedência.

Em geral, concessionárias e outras revendedoras oferecem certa tranquilidade, pois se enquadram no Código de Defesa do Consumidor e você sabe exatamente como reclamar em caso de futuro problema.

Essas empresas também são obrigadas a oferecer garantia de 90 dias para câmbio e motor.

O contra dessas negociações é que o preço praticado costuma ser um pouco mais alto do que a compra de um particular.

Como você deve tomar cuidado de qualquer jeito, tanto com um particular ou uma empresa, a boa dica é pesquisar o histórico do veículo. Alguns sites oferecem esse serviço e você consegue conferir até 35 itens para se assegurar da compra. A pesquisa é feita a partir da placa ou número do chassi e não custa mais do que R$ 40.

6º passo: fazer um test-drive

Nada melhor que andar no veículo pretendido para notar barulhos e “sentir” como tudo dentro dele funciona. O melhor é testar em baixa e alta velocidade. Alguns locais até permitem que você fique com o carro um dia, por isso não custa checar com o vendedor essa possibilidade.

Ao dirigir o carro, note se:

  • Houve algum barulho ao virar o volante;
  • Há barulho de peças soltas no interior do carro;
  • As marchas são encaixadas com facilidade;
  • As luzes de óleo, ignição e freio de mão funcionam no painel;
  • Seta, limpadores dos parabrisas dianteiro e traseiro e esquichador de água funcionam;
  • Ao passar em uma valeta ou buraco, há muitos barulhos na suspensão;
  • A uma velocidade de 80 km/h ou 100km/h o carro vibra ou a direção puxa para um dos lados.

Caso algum dos itens acima chame sua atenção, pode ser que será preciso levar o carro para o conserto. Confirme com o vendedor quem pagaria o serviço.

Aproveite para se dirigir a um mecânico para que ele faça uma avaliação também. Se der, passe na sua garagem para confirmar se o carro cabe na vaga e se não raspa na rampa de entrada, caso haja uma.

7º passo: não se endivide demais

Atualmente o financiamento de um usado é algo simples de conseguir. Em certas negociações, os vendedores até forçam a venda financiada. Isso porque o vendedor recebe à vista e a financiadora assume a cobrança.

Entre as facilidades estão os prazos, de até 48 vezes (algumas financiadoras chegam a oferecer 60 meses).

Se for optar por esta forma de pagamento, exija do vendedor que repasse o valor final do financiamento. Só assim você tem a real noção de quanto aquele veículo vai custar. Também vai ver quanto de juros, taxas de cadastro, seguro, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) estão sendo cobrados. É bom avaliar tudo isso para ver se a parcela vai mesmo caber no seu bolso.

Acrescente na sua tabela de custos o valor que precisa ser pago ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito) para a transferência de propriedade e se for mudar a tarjeta de cidade onde o carro está registrado há um acréscimo.

Para aquele veículo ser mais um benefício que uma desvantagem, avalie se está preparado para pagar o IPVA, licenciamento e seguro. Dependendo do modelo, esses impostos são mais caros. Isso acaba determinando o modelo e ano do carro que comporta no seus custos. A média é que um veículo custa mensalmente 3% do seu valor de mercado para o proprietário.

Com certeza, depois dessas dicas, você está mais informado e preparado para comprar o melhor carro usado do mercado. Sem dor de cabeça e muita satisfação.

Como comprar um seminovo sempre rende boas andanças, se tiver uma história para contar aproveite para compartilhar nos comentários!

Entenda como funciona o financiamento para caminhão

Se você está pensando em comprar um caminhão ou trocar o seu, precisa acompanhar este artigo e entender melhor como funciona o financiamento para caminhão. Além de explicarmos como ele funciona, mostraremos as opções existentes no mercado.

Você decidiu entrar no ramo dos transportes e precisa comprar um caminhão, ou mesmo já trabalha na área e deseja trocar o veículo que usa?

Então certamente você pode estar considerando fazer um financiamento para caminhão.

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  • Afinal, comprar um veículo desse porte exige um grande investimento financeiro que precisa ser planejado com atenção.
  • Por isso, preparamos este artigo, para explicar melhor como funciona o financiamento para caminhão, quais são os métodos disponíveis no mercado e como encontrar aquele que se adequa melhor ao seu perfil.
  • Como Calcular o Valor de Entrada de um Veículo: 15 Passos

O que é exatamente um financiamento para caminhão?

  1. Caminhões são veículos de grande porte que invariavelmente possuem valores muito altos.
  2. Por isso, é difícil encontrar alguém que tenha condições de comprar um à vista e, é justamente aí que entra o financiamento.

  3. O financiamento é um tipo de empréstimo onde o interessado em comprar determinado bem, procura uma empresa ou instituição financeira e solicita o valor necessário para a compra dele, se comprometendo a pagar este valor em parcelas acrescidas de juros.

  4. É possível fazer o financiamento tanto para veículos novos como usados e em ambos os casos o valor será pago de forma parcelada a instituição que cedeu o crédito.
  5. O financiamento pode chegar até 100% do valor do veículo e, o número possível de parcelas irá variar muito de uma instituição para outra.

  6. Por isso, antes de fazer um financiamento é importante pesquisar bastante quais são as possibilidades de pagamento, assim como as taxas de juros aplicadas, que também variam de uma instituição para outra, e mais alguns detalhes.

Quais são os tipos de financiamento para caminhão disponíveis no mercado?

  • Antes de decidir por um financiamento para caminhão é importante que você conheça todas as possibilidades existentes nesse mercado.
  • Atualmente é possível escolher entre quatro tipos de financiamento, com funcionamentos, juros e prazos distintos.
  • Conheça melhor cada um deles a seguir:
  • Entre todas as quatro opções, o Finame é o tipo de financiamento mais comum e procurado por pessoas físicas e jurídicas.
  • Ele é promovido pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e permite adquirir caminhões com até 10 anos de fabricação, financiamento até 100% do valor do veículo em parcelas de até 72 vezes.
  • No entanto, é importante dizer que as regras de financiamento do Finame, são diferentes para pessoas físicas e jurídicas, contando com variações como margem de financiamento, taxas de juros e prazos de pagamentos.
  • O CDC também é um tipo de financiamento muito comum, disponibilizado por diferentes instituições financeiras que emprestam o dinheiro para compra do veículo, permitindo o pagamento desse empréstimo em parcelas com o acréscimo de juros.
  • No CDC o veículo comprado é registrado no nome do comprador, ou seja do caminhoneiro ou empresário responsável pelo empréstimo.
  • Esse tipo de financiamento costuma contar com um período menor de parcelamento, geralmente 60 meses apenas, além de ter taxas mais altas de juros.
  • No entanto, é importante dizer que, se o comprador puder adiantar as parcelas do financiamento, contará com um bom desconto referente aos juros.
  • Também é possível adquirir um caminhão através do financiamento conhecido como Leasing operacional.
  • De uma maneira geral o leasing funciona como uma espécie de locação do veículo, dentro dessa modalidade de financiamento existem duas vertentes o leasing financeiro e o operacional.
  • No leasing financeiro, o consumidor realiza um contrato onde pagará um valor mensal referente ao direito de uso do veículo, ao final do contrato o motorista pode optar por ficar com o veículo, comprando o mesmo por um valor menor, ou simplesmente devolvê-lo à empresa.
  • Já no leasing operacional a diferença está no fato de que, é possível contratá-lo com parcelas proporcionalmente menores, mas ao final do financiamento, a opção de compra do veículo pode ser feita pagando 80% do valor total dele.
  • É importante dizer que em ambos os casos, o veículo fica registrado no nome da empresa que está promovendo o financiamento e não no nome do cliente, como no caso do CDC.
  • Por último, existe a opção do consórcio que também pode ser caracterizada como um tipo de financiamento, mas que diferentemente das outras três opções anteriores, o cliente não tem acesso ao veículo de imediato.
  • O consórcio funciona como uma espécie de financiamento de fundo coletivo, onde um grupo de pessoas com o mesmo interesse de compra parcelam o valor total do bem em um mesmo plano, que pode chegar até 96 vezes.
  • Por se tratar de um financiamento coletivo, o consórcio não possui taxas de juros, apenas uma taxa administrativa que pode variar entre 9 e 15% do valor total do bem e é dividida entre todas as parcelas do plano.
  • Todos os meses um dos participantes do grupo é contemplado e tem acesso a carta de crédito para comprar o veículo.
  • Ou seja, o consórcio é uma ótima opção para quem não quer pagar juros altos, mas tem a desvantagem da demora para a compra do veículo.
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Quais são os passos para fazer um bom financiamento de caminhão?

  1. Se você está decidido a fazer um financiamento de caminhão, mas não quer fazer um mal negócio é importante se atentar a alguns detalhes durante o processo dessa negociação.
  2. Veja a seguir quais são eles:
  3. Antes mesmo de escolher o tipo de financiamento é importante que você se planeje financeiramente.

  4. Analise todos os aspectos econômicos dessa compra em seu orçamento, quais são as necessidades reais dessa aquisição, e quais são as empresas que oferecem essa possibilidade.

  5. Acredite, existem inúmeros modelos de caminhões para funções diferentes, por isso, o passo a seguir antes de financiar seu veículo é escolher com cuidado o modelo a ser comprado e sua condição de uso.
  6. Sim, é possível financiar um caminhão usado, independentemente se ele está sendo vendido em uma concessionária ou de maneira particular.

  7. Mas é importante que você estude com atenção a condição do veículo antes de escolhê-lo
  8. Depois de analisar a importância dessa compra e o modelo a ser adquirido, o passo seguinte para quem está pensando em fazer um financiamento de caminhão é escolher entre as opções disponíveis.

  9. Compare todas elas e veja qual tem as melhores taxas e juros reduzidos para escolher a que é mais vantajosa.
  10. Para conseguir o financiamento a instituição solicitará uma série de documentos como os de identificação pessoal, carteira de habilitação, comprovante de renda, entre outros.

  11. É indicado se informar antes sobre tudo o que será preciso e separar os documentos para ter todos em mãos quando for solicitar o financiamento de caminhão.
  12. Ao solicitar o financiamento busque negociar as melhores formas de pagamento.
  13. Dar uma entrada alta pode fazer com que as parcelas fiquem muito mais acessíveis.

  14. Veja em quantas vezes o caminhão será pago, quanto maior o prazo para pagamento, maiores as taxas de juros e encargos cobrados.
  15. Após encontrar a melhor opção de financiamento para caminhão é hora de assinar o contrato e adquirir o seu veículo.
  16. Leia com atenção todas as cláusulas para não deixar passar nenhuma informação importante e lembre-se de pagar em dia todas as parcelas para não correr o risco de financiar com o nome sujo ou perder o veículo.

Como fazer uma simulação de financiamento de caminhão usado?

  • Existem diferentes maneira de fazer uma simulação de financiamento de caminhão usado ou novo como, por exemplo, através do site do BNDES.
  • Onde basta inserir o valor do veículo a ser comprado, o percentual a ser financiado, o prazo e o período de carência.
  • Mas se você quiser uma maneira mais simples de realizar diferentes simulações de financiamento ao mesmo tempo, sem perder tempo, pode procurar um de nossos colaboradores e pedir mais informações sobre o assunto.

Quais são as empresas que oferecem financiamento para caminhão?

Atualmente, existem muitas empresas, além do BNDES que oferecem linhas de financiamento para caminhões, entre elas as principais são:

  • Financiamento de caminhão da BV Financeira;
  • Bradesco financiamento de caminhões usados;
  • Itaú financiamento de caminhão usado;
  • Volvo financiamento de caminhões da marca;
  • Mercedes-Benz financiamento de caminhões novos e usados.
  1. Estas são apenas algumas das empresas que oferecem linhas e financiamentos para a compra de caminhões novos e usados.
  2. A maioria delas possui a possibilidade de realizar uma simulação de maneira rápida e sem compromisso, além de contar com diferentes critérios para aprovar financiamento do caminhão.
  3. Por isso, é fundamental que você pesquise atentamente cada uma das possibilidades oferecidas, de preferência com o auxílio de um profissional especializado, que tornará a sua pesquisa mais simples e fácil.
  4. Agora que você já sabe melhor como funciona o financiamento para caminhão, quais são as opções disponíveis no mercado e como escolher uma mais adequada para o seu perfil, já pode pensar em fazer um financiamento e começar a trabalhar com transporte ou trocar de veículo.
  5. *Este texto é de conteúdo editorial e não garante a comercialização deste produto nesse site.

JVF Empreendimentos Imobiliários

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Uma pesquisa feita pelo Serasa Experian apontou que 40% dos brasileiros não sabem qual a renda mínima para financiar um imóvel e esse é um dos primeiros passos antes de realizar o sonho da casa própria.

Contudo, esse sonho fica um pouco mais distante com a crise financeira e a necessidade de isolamento social. Mas o que muita gente não sabe é que é possível fazer o financiamento de um imóvel e que os tempos de recessão são favoráveis para a compra, pois fazem com que os preços dos imóveis caiam.

Quer descobrir se você tem a renda mínima para financiar um imóvel? Continue nos acompanhando neste artigo e descubra tudo o que você precisa saber sobre financiamentos no Brasil. 

Como funciona o financiamento de imóveis?

Não há dúvidas de que uma das melhores opções para a compra da casa própria seria o financiamento imobiliário, que é feito tendo como intermediário um banco, que paga ao proprietário do imóvel a quantia que o comprador quer financiar.

A partir daí, para quitar a dívida, o comprador precisa firmar compromisso de pagar mensalmente as parcelas ao banco. Os financiamentos costumam durar até 30 anos. As instituições financeiras lucram durante a negociação, já que ao valor financiado são acrescidos juros.

Cada banco, seja público ou privado, oferece condições específicas para o financiamento de imóveis, em relação às facilidades de pagamento, duração do contrato, taxa de juros e limite permitido do valor do imóvel a ser financiado.

Como está o cenário atual de financiamento imobiliário? 

No primeiro semestre de 2020, dois acontecimentos fizeram com que o poder de compra dos brasileiros aumentasse e trouxeram mais vantagens para financiar um imóvel.

Primeiro, o Banco Central reduziu a Selic para 3% ao ano e essa taxa básica serve de referência para outras taxas de juros (no caso, para os financiamentos). Depois, a Caixa anunciou o período de seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos. 

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, é responsável por mais de 65% dos financiamentos de imóveis no país. O banco financia entre 50% e 90% do valor do imóvel, a depender de uma série de fatores, inclusive, se você é funcionário público ou da rede privada.

Para que o financiamento seja possível, é crucial que o imóvel que você quer comprar esteja enquadrado no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em uma faixa de preço de até R$ 750 mil.

Além disso, para adquirir um imóvel seguindo as regras do SFH, você não pode ter outro imóvel em seu nome. Agora, uma outra opção de financiamento é através do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), em que não há limitações para valores do imóvel e você pode ter outra propriedade em seu nome. 

No caso do SFI, é possível financiar de 40% a 60% do valor para trabalhadores privados e de 50 a 70% para funcionários públicos. Porém, vale lembrar que através do SFI não é possível usar o FGTS para a entrada ou pagamento de parcelas, enquanto através do SFH isso é possível. 

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Qual a renda mínima para financiar um imóvel?

O financiamento é aprovado por qualquer instituição financeira seguindo a “regra dos 30%”, ou seja, o valor da parcela a ser paga mensalmente não pode ultrapassar o valor máximo de 30% da renda familiar. Dessa forma, a renda mínima para financiar um imóvel e o valor do mesmo estão relacionados. 

Esta condição restringe a faixa de preço de imóveis que se enquadram, entretanto é uma forma das instituições financeiras se protegerem contra a inadimplência dos compradores.

Saiba que não só a sua renda é avaliada na hora do financiamento. Caso outras pessoas da família também trabalhem, como cônjuge ou filhos, é possível compor a renda contabilizando os salários de todos os moradores da casa. 

Isso pode facilitar na hora de financiar um imóvel, já que colocar mais de uma pessoa no financiamento pode aumentar o valor de financiamento ao máximo, permitindo o financiamento de um imóvel mais caro.

É preciso ter um valor de entrada para o financiamento? 

Sim, é fundamental que você tenha algum dinheiro para dar de entrada em um financiamento de imóvel. Afinal, o valor da entrada será um dos principais pontos que influenciarão o valor das parcelas a serem pagas adiante.

Quanto maior a entrada dada, menor será o valor financiado; logo, menores também serão as parcelas e até mesmo o período que você precisará pagar pelo imóvel. Além disso, é importante saber que poucos bancos oferecem um financiamento de 100% do valor do imóvel.

É preciso levar em consideração ainda que quanto maior o valor da entrada do financiamento, menores serão as taxas de juros, as parcelas e o tempo para conseguir tirar o imóvel do poder da instituição financeira responsável pelo financiamento.

Como escolher o banco para financiar o imóvel? 

Escolher um banco que você já é cliente costuma facilitar no processo de aprovação de crédito para o financiamento de um imóvel. Isso porque o banco já possui todo o seu histórico financeiro e pode dar condições melhores na negociação. 

Para os não clientes do banco, há a chamada “taxa balcão” que é uma taxa de juros com percentual maior destinada aos compradores que escolhem um banco para financiamento onde não tenham uma conta. Fora isso, pesquisar sobre as taxas de juros aplicadas pelo banco também é crucial. 

Como se planejar para o financiamento de imóveis?

Comprar um imóvel à vista, infelizmente é um luxo que poucos podem ter. Assim, o financiamento acaba sendo a saída mais viável para aquelas pessoas que não querem mais se preocupar com o aluguel.

Descubra abaixo algumas das melhores dicas para aproveitar o melhor que o financiamento de imóveis pode oferecer para sua família. Confira!

1. Apresente toda documentação necessária

Apresentar a documentação necessária é o primeiro passo para o financiamento imobiliário. É preciso apresentar perante o banco escolhido documentos, como: CPF, RG, declaração de Imposto de Renda e contracheque (comprovante de renda).

É também de extrema importância ter o nome limpo em instituições como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa.

2. Esteja preparado para os juros e taxas extras

Além do valor da entrada, quem está interessado em um financiamento imobiliário deve se atentar para o fato de que os principais bancos que realizam financiamento cobram uma taxa sobre o valor do imóvel.

Além disso, como é uma transação a longo prazo, é importante atentar-se à taxa de juros que o banco irá cobrar ao longo dos anos e sempre optar por aqueles que possuem as menores taxas.

Nesta perspectiva, para entrar em um financiamento imobiliário, é preciso que haja planejamento para organizar o orçamento. Isso evitará problemas no pagamento do imóvel a longo prazo, tendo em vista que esse é um compromisso que será assumido por anos, até mesmo décadas.

3. Use o FGTS durante a negociação

Durante o processo de financiamento, é possível fazer algumas negociações, como usar o FGTS para dar a entrada no imóvel ou complementar o valor que você já tem guardado.

É indicado ainda fazer uma negociação direta com o proprietário, tendo em vista que, em muitos casos, os valores divulgados são superestimados, sendo possível conseguir um bom desconto.

Em Salvador, os imóveis da JVF Empreendimentos são uma boa alternativa para a compra de um apartamento sem pagar caro por isso. Vale a pena conferir!

Como simular o valor do imóvel que posso comprar com minha renda?

Para saber se você possui a renda mínima para financiar um imóvel, é possível fazer a simulação do valor do imóvel que é possível financiar, o capital necessário para a entrada e a duração do financiamento.

Uma família com renda mensal de R$ 6 mil já possui renda mínima para financiar um imóvel de R$ 180 mil a R$ 220 mil, a depender do banco, pagando uma entrada de até R$ 66 mil. É possível ainda fazer a distinção do sistema financeiro a ser usado. Há duas opções: o Sistema de Amortização Constante (SAC) e a Tabela Price.

No SAC, o valor das parcelas diminui ao longo dos anos em que os pagamentos são feitos. Já na Tabela Price, o valor se mantém fixo ao longo dos anos. No SAC, a amortização será maior no começo do contrato, onde a primeira parcela é em média 25% maior que na Tabela Price.

Independente do sistema de amortização escolhido, o contrato de financiamento pode sofrer correção monetária que pode ser prefixado (atrelada a um índice de mercado) ou pré-fixado (estimado pelo banco, sendo maior que as taxas pós-fixado).

Quer saber se você tem renda mínima para financiar um imóvel? Faça uma simulação de financiamento de imóvel levando em consideração o valor do imóvel, valor da entrada, número de parcelas, taxa de juros do banco, sistema financeiro, entre outros fatores.

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Como funciona o financiamento de carros?

  • Os financiamentos para compra de carros novos ou usados são realizados em diferentes bancos privados e públicos, por meio do CDC (Crédito Direto ao Consumidor).
  • Para isso, as pessoas podem entrar em contato direto com os bancos, informando-se com um gerente como podem ser feitos os financiamentos.
  • Os valores financiados e as prestações são negociados de acordo com o salário do comprador.
  • Assim, a negociação é realizada sem intermediação da loja (concessionária) que vende o veículo.
  • Também existem as opções de leasing, na qual o carro é alugado com opção de compra, e o consórcio, no qual o carro só é recebido quando a pessoa é sorteada.

Tipos de financiamento

Os financiamentos para compra de carros novos ou usados podem ser realizados em três modalidades: CDC (Crédito Direto ao Consumidor), leasing e consórcio.

  • Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Pelo CDC, o consumidor realiza um empréstimo em um banco para comprar o carro. O veículo fica de posse do comprador, mas não pode ser negociado (está alienado ao banco) até que sejam pagas todas as prestações.

A pessoa pode fazer o contato diretamente com o banco, sem intermediação da loja vendedora do automóvel (concessionária).

Dessa forma, pode negociar as taxas de juros que serão pagas. Elas são fixadas no início do contrato e não sofrem alterações durante o pagamento das prestações.

  1. Nessa opção, quem compra o carro é a chamada empresa de leasing (um banco que trabalha com este tipo de serviço), que aluga o veículo ao consumidor.
  2. Assim, o cliente paga pelo aluguel do carro, que fica no nome da empresa de leasing até o término das prestações, quando, sem ter de pagar mais nenhuma prestação, o consumidor passa a ser o dono do carro.
  3. O contato com esses bancos pode ser feito sem intermediação da loja vendedora de veículos.
  4. Isso possibilita uma negociação direta em relação às taxas de juros, que são fixadas no início do contrato e não sofrem alterações ao longo do período de pagamento.
  5. Aqui o consumidor faz parte de um grupo formado por outros compradores, organizado por uma administradora de consórcio.

O cliente paga as prestações, mas só recebe o veículo quando é sorteado (uma vez por mês é contemplada uma pessoa). Além do sorteio, há a possibilidade de o consorciado oferecer um lance, que é um adiantamento de parcelas a vencer. Nesse caso, o consorciado que ofereceu o maior valor será o vencedor do lance.

Nessa situação, diferentemente do CDC e do leasing, as prestações sofrem alterações, ao longo do pagamento, de acordo com a variação do preço do automóvel que será adquirido.

Dessa maneira, se o preço aumenta, a parcela sobe; se o preço do automóvel diminui (por exemplo, se há uma redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), a parcela acompanha essa redução.

Os contratos de consórcio podem ser de até 84 meses. É cobrada uma taxa de administração, referente aos serviços prestados pela empresa.

Essa taxa, que é cobrada mensalmente, varia de acordo com a administradora.

Diferenças e semelhanças entre os tipos de financiamento

No CDC e no leasing, as taxas de juros são fixadas no momento da realização do contrato.

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Não há alterações durante o pagamento das prestações.

No consórcio, não há cobrança de juros, mas sim de uma taxa de administração fixada no contrato. A variação das parcelas diz respeito a alterações no preço do automóvel, que pode aumentar ou diminuir de valor.

  • No início do contrato, é cobrado do consumidor o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras).
  • O IOF é cobrado apenas no CDC e no consórcio.

Inadimplência do consumidor

O que ocorre quando o consumidor deixa de pagar as prestações antes do término da dívida?

O banco pode entrar com uma ação judicial para ficar com o carro, que é leiloado.

Esse valor é usado para pagar a quantia que faltava e as despesas judiciais que o banco teve. O valor que sobra é devolvido ao consumidor.

A empresa entra com uma ação judicial para tomar o carro do consumidor, que não recebe nenhuma parte do dinheiro que pagou.

O consumidor que deixar de pagar as prestações do consórcio, de acordo com a lei 11.795, de 2009, passa a ser considerado um consorciado excluído. Dessa forma, ele passa a participar de sorteios mensais entre os excluídos. Ao ser sorteado, ele tem direito aos valores pagos corrigidos e deduzidas as penalidades previstas em contrato.

O consorciado que ainda não foi contemplado pode também tentar transferir a cota para outro consumidor desde que essa transferência seja feita e aprovada pela administradora. O consorciado que já foi contemplado não tem essa prerrogativa.

Multas

Em caso de atraso, os consumidores devem ficar atentos à multa e aos juros cobrados ao mês:

  • A multa paga não pode ser maior que 2% em relação ao total da dívida
  • Os juros por mês de atraso não podem ultrapassar 1% do total da dívida (no caso do CDC e do leasing)
  • Para os consórcios, é aplicada uma multa de 2% e despesas decorrentes da cobrança. Pode haver ainda atualização do valor da parcela em decorrência da variação do valor do carro

Documentos necessários para realizar os financiamentos

  • RG (carteira de Identidade), original e cópia
  • CPF (Cadastro de Pessoa Física), original e cópia
  • Comprovante de estado civil, original e cópia
  • Comprovante de rendimentos (holerite ou extratos bancários), original e cópia

Fontes: Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor)

Primeiro Emplacamento — Confira o Passo a Passo

A sensação de finalmente conseguir um carro novo é realmente única. Você, com certeza, está muito empolgado para sair andando com a novidade pelas ruas, não é mesmo? Porém, antes de tudo, é preciso realizar uma série de procedimentos legais, como o primeiro emplacamento.

O primeiro emplacamento é o processo realizado junto ao DETRAN de seu estado. Na ocasião, será escolhido o numerador que acompanha o veículo, mais conhecimento como a placa. É um procedimento que exige tempo, mas não é preciso ficas preocupado, pois o Despachante.com pode te ajudar com um serviço rápido e extremamente simples.

Como fazer o primeiro emplacamento?

Para realizar o primeiro emplacamento de seu veículo, basta seguir os passos abaixo. O primeiro passo, porém, é cadastrar-se em nosso site clicando aqui, informando os dados na área de consulta. Após o cadastro, é preciso enviar os seguintes documentos para nossa equipe:

  • nota fiscal original da fábrica;
  • nota fiscal original da concessionária;
  • decalque do chassi;
  • cópia do comprovante de endereço;
  • cópia do RG, CPF ou CNH.

Se o comprador for uma Pessoa Jurídica, também será necessário que ele forneça uma cópia do Contrato Social da empresa, bem como uma cópia do cartão do CNPJ.

Para tornar os processos ainda mais simples para você, além do emplacamento, o Despachante também dá entrada e realiza toda documentação do seu veículo. O motorista recebe o CRV (Certificado de Registro do Veículo), que permite a concessão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório.

Após a emissão do CRV, O Despachante envia um lacrador oficial do DETRAN até a concessionária e faz o emplacamento do veículo, deixando-o pronto para você retirar. O serviço é rápido, prático e feito em até dois dias úteis.

Escolhendo a placa do seu veículo

Você já sabe tudo sobre como realizar o primeiro emplacamento aqui com o Despachante.

Porém, você sabia que pode escolher os números e as letras que vão na placa do seu veículo? Assista o vídeo abaixo e entenda como funciona o processo:

Se você gostou de saber tudo sobre o primeiro emplacamento de veículos e quer entender mais sobre o assunto, não deixe de conferir o blog do Despachante! Temos conteúdos novos todas as semanas para você ficar por dentro de todas as novidades do universo automotivo.

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Uma nova animação começa em paralelo à narração para explicar como o produto funciona. Balões de mensagem representando os homens que vão comprar e vender o veículo aparecem, e entre eles um cofre de dinheiro com o logo do Itaú.

Narrador: Com ele, o Itaú guarda o dinheiro do comprador até que a negociação seja concluída.

Enquanto o narrador fala, moedas simbolizando o dinheiro do comprador entram no cofre. Depois, saem do cofre e vão para o vendedor.

A imagem corta para uma praça.
Narrador: É muito fácil, contrate com apenas 3 passos.

Enquanto o narrador fala, um texto escrito “3 passos” aparece por cima da praça.

A imagem corta para um computador com a indicação do primeiro passo na tela, com um formulário indicando um cadastro em uma plataforma.

Enquanto uma mão mexe no computador e clica em enviar o cadastro, o narrador explica:
Narrador: Comprador ou vendedor faz o pré-cadastro e o especialista Itaú entra em contato para facilitar o processo.

Enquanto o narrador fala, a imagem corta para uma tela dividida em 3, com o comprador em uma das telas, o vendedor em outra e uma especialista do Itaú usando fone para teleconferência e completando o cadastro em um computador na terceira tela, todos conversando por telefone. O número “2” aparece cobrindo a tela para sinalizar o próximo passo do cadastro.

Uma ilustração do comprador aparece ao lado de um cofre de dinheiro aberto. Moedas simbolizando o dinheiro do comprador saem e entram no cofre enquanto o narrador explica esta etapa:
Narrador: Dois, o Itaú recebe o dinheiro do comprador, guarda em uma conta segura e realiza a avaliação dos envolvidos e do documento do carro.

Enquanto o narrador fala sobre a análise dos envolvidos, um boneco simbolizando um investigador aparece com uma lupa e fiscaliza um documento de dados de um veículo, marcando no documento algumas caixas de checkbox para demonstrar a análise acontecendo. Os quesitos analisados estão listados na animação como “análise do documento”, “sem restrição” e “sem sinistro”. Também há no documento um selo “Garantia Itaú”.

O número “2” aparece cobrindo a tela para sinalizar o próximo passo do cadastro.

Uma ilustração do vendedor do carro aparece ao lado de um cofre de dinheiro. Moedas simbolizando o dinheiro do comprador saem do cofre e vão para o vendedor enquanto o narrador explica esta etapa:

Narrador: Três, tudo ok entre comprador e vendedor. O Itaú transfere o dinheiro ao vendedor.

A imagem volta para a cena inicial, com o comprador e vendedor usando o celular para acessar o aplicativo de mensagens com o título “Compra e Venda Protegida”.

Narrador: Com o Compra e Venda Protegida Itaú, o vendedor tem a garantia que não perderá o negócio e o comprador tem a certificação de que o veículo não tem restrição.

Enquanto o narrador fala, o vendedor envia para o comprador uma mensagem escrita “Foi muito bom fechar negócio com você!”. O comprador responde com emojis de aprovação e de palmas e o Itaú envia emojis ao final celebrando a negociação.

Ainda segue outra cena em que o vendedor leva o carro até a praça onde o comprador estava inicialmente e ambos fazem um aperto de mãos juntos.

Narrador: E na hora do pagamento, o valor fica guardado até que o documento do carro seja transferido para o nome do comprador. Fácil e seguro, né?

  • O vendedor entrega a chave do carro e o comprador começa a dirigí-lo logo em seguida, enquanto o vendedor acena sorridente da praça.
  • A imagem corta para o céu com silhuetas de prédios e o logo Compra e Venda Protegia Itaú surge na ilustração.
  • Narrador: Compra e Venda Protegida Itaú, a forma mais segura de comprar e vender seu carro.
  • Uma transição acontece para um fundo laranja com o logo do Itaú.
  • [A música encerra]
  • Fim do vídeo

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dúvidas frequentes

Este canal atende especificamente Pessoas Físicas e financiamos veículos leves: carros, vans e alguns utilitários, como os da linha Hyundai, Agrale, Iveco, Kia e Renault.

Os veículos também devem ter, no máximo 8 anos de idade a partir do Ano Modelo. Para Veículos Caminhoes, peça pelo Financiamento Itaú direto na concessionária ou fale com seu gerente!

Todo veículo possui o ano de fabricação e o ano modelo, geralmente apresentados no formato fabricação/modelo (2018/2019, por exemplo).

Para o nosso financiamento você precisa olhar o Ano Modelo.

No momento não fazemos financiamento de motos.

Para fazer um financiamento no Itaú, é necessário que o responsável pelo contrato tenha: Em casos de usados – CNH, o documento do veículo e os dados do vendedor.

Em casos de Zero KM – CNH, nota fiscal do veículo e os dados da loja.

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