Como calcular aumento percentual: 8 passos (com imagens)

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Como Calcular e Montar a Tabela Nutricional de um Produto

A tabela nutricional é obrigatória em quase todos os alimentos industrializados no país. Para fazer uma tabela nutricional, basta seguir alguns passos.

Quais produtos não precisam apresentar a informação nutricional?

Segundo a ANVISA, estão dispensados dessa informação:

  • os produtos de ingrediente único (arroz, açúcar, café),
  • os produtos fracionados na venda, como queijos e presuntos,
  • frutas, legumes e vegetais comercializados in natura, refrigerados ou congelados,
  • produtos cuja superfície de embalagem tenha menos de 100 cm²,
  • alimentos prontos para o consumo preparados e embalados em restaurantes e estabelecimentos comerciais.

Quais os itens obrigatórios da tabela nutricional?

Primeiro é preciso apresentar a porção de consumo, em gramas ou ml, seguido da medida caseira correspondente (um copo, uma colher de sopa, ¾ de xícara, 2 unidades de torrada, entre outros).

Modelo de Tabela Nutricional

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Modelo de Tabela Nutricional

Observação: “Outros minerais” e “vitaminas” farão parte do quadro obrigatoriamente quando for feita uma declaração de propriedades nutricionais ou outra declaração que faça referência a estes nutrientes (como “produto vitaminado” ou “fonte de vitaminas”).

Optativamente, podem ser declarados vitaminas e minerais quando estiverem presentes em quantidade igual ou maior a 5% da Ingestão Diária Recomendada por porção indicada no rótulo.

Como calcular a porção e medida caseira do seu produto

Para determinar a porção recomendada, utilize a tabela de porção de alimentos compostos da RDC nº 359 da ANVISA (parágrafo 5.8).

Caso não encontre a categoria de seu produto, será necessário primeiro fazer o cálculo do valor energético com base em 100g de produto, depois utilizar a tabela no item 4 da RDC nº 359 para calcular a porção equivalente ao valor energético recomendado para cada grupo de alimentos.

Como calcular a tabela nutricional do seu produto

Agora que você tem em mãos o valor da porção, vamos calcular os itens da tabela nutricional. Neste exemplo, vamos usar como base um “bolo”, cuja porção é de 60g, ou 1 fatia.

1- Faça uma lista com todos os ingredientes da receita e quantidades.

Vamos ao exemplo: essa receita é suficiente para 4250 gramas de bolo. Como a porção que precisamos é de 60g, vamos fazer uma regra de três em todos os ingredientes para uma receita de “um bolo de 60g”.

Por exemplo, para a farinha:

  • 1000g de farinha = 4250g de bolo
  • x de farinha = 60g de bolo

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Lista com Todos os Ingredientes da Receita

Por exemplo, segundo a tabela TACO, os ingredientes de nossa receita de bolo contém as seguintes quantidades de carboidratos (quantidade de gramas de carboidratos para 100g de ingrediente).

2- Anote ao lado de cada ingrediente os valores de cada item da composição. Para isso você precisará de uma Tabela de Composição de Alimentos.

Uma das mais completas é a Tabela TACO, elaborada pela Unicamp. (No momento em que atualizamos este artigo, os links não estão funcionando, mas disponibilizamos em nosso site o download nos links abaixo).

Para baixar a tabela TACO:

  • Taco_4_edicao_ampliada_e_revisada.pdf
  • Taco_4a_edicao_2011.xls

Outra opção é a TBCA, mantida pela USP, que está em sua sexta edição. A TBCA é uma tabela mais completa (que utiliza informações da tabela TACO e outras), e já traz as tabelas de alimentos cozidos e preparados, o que pode facilitar o trabalho.

A TBCA pode ser acessada em http://www.fcf.usp.br/tbca/

Por exemplo, segundo a tabela TACO, os ingredientes de nossa receita de bolo contém as seguintes quantidades de carboidratos (quantidade de gramas de carboidratos para 100g de ingrediente).

Se em 100g de farinha, há 77,7g de carboidrato, e em nosso bolo de 60g, temos 11,117g de farinha, a quantidade carboidrato em nosso bolo é de:

  • 100g de farinha = 77,7g de carboidrato
  • 14,117g de farinha = x de carboidrato

Resultado: 10,96g carboidrato da farinha. O mesmo cálculo deve ser feito em cada ingrediente.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Composição de Cada Ingrediente

Repita o mesmo cálculo para todos os nutrientes.Agora sabemos que a nossa porção de 60g de bolo contém 23,08g de carboidratos. Esse é o valor que será colocado na tabela nutricional.

  • Observação: A tabela TACO não traz valores de referência para gordura trans.
  • Para isso, consulte a tabela TBCA, que traz a composição de alimentos prontos, ou, caso o seu produto não esteja contemplado, é necessário enviar o ingrediente (margarinas e gorduras) para uma análise físico-química em um laboratório, para um laudo com os valores de referência que você utilizará.
  • 3 – Calcule o valor energético
  • A quantidade do valor energético a ser declarada deve ser calculada utilizando os seguintes fatores de conversão:
  • Carboidratos fornecem 4 kcal/g – 17 kJ/g
  • Proteínas fornecem 4 kcal/g – 17 kJ/g
  • Gorduras fornecem 9 kcal/g – 37 kJ/g

Como já sabemos as quantidades de carboidratos, proteínas e gorduras em nossa porção de 60g (segundo os cálculos anteriores), basta multiplicar o valor pelo fator de conversão acima.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Cálculo do Valor Energético

E, considerando que 1 kcal equivale a 4,2 kJ, temos 656,77 kJ na porção de bolo.Portanto, em 60 g (uma porção do bolo) haverá 156,37 kcal.

4 – Como calcular os Valores Diários

Os valores diários recomendados são os seguintes. Para indicar a %, basta apontar a fração que o seu produto apresenta em relação à seguinte tabela:

Valores diários de referência de nutrientes de declaração obrigatória

  • Valor Energético – 2000 kcal ou 8400 kJ
  • Carboidratos – 300 gramas
  • Proteínas – 75 gramas
  • Gorduras Totais – 55 gramas
  • Gorduras Saturadas – 22 gramas
  • Fibra Alimentar – 25 gramas
  • Sódio – 2400 miligramas

Valores diários de referência de nutrientes de declaração optativa

  • Colesterol – 300 miligramas
  • Cálcio – 1000 miligramas
  • Ferro – 14 miligramas

Valores de Ingestão Diária Recomendada de Nutrientes (IDR) de Declaração Voluntária – Vitaminas e Minerais

  • Vitamina A² – 600 µg
  • Vitamina D² – 5 µg
  • Vitamina C² – 45 mg
  • Vitamina E² – 10 mg
  • Tiamina² – 1,2 mg
  • Riboflvina² – 1,3 mg
  • Niacina² – 16 mg
  • Vitamina B6² – 1,3 mg
  • Ácido fólico² – 400 µg
  • Vitamina B12² – 2,4 µg
  • Biotina² – 30 µg
  • Ácido pantotênico² – 5 mg
  • Cálcio² – 1000 mg
  • Ferro²* – 14 mg
  • Magnésio² – 260 mg
  • Zinco²** – 7 mg
  • Iodo² – 130 µg
  • Vitamina K² – 65 µg
  • Fósforo³ – 700 mg
  • Flúor³ – 4 mg
  • Cobre³ – 900 µg
  • Selênio² – 34 µg
  • Molibdênio³ – 45 µg
  • Cromo³ – 35 µg
  • Manganês³ – 2,3 mg
  • Colina³ – 550 mg

(*) 10% de biodisponibilidade, (**) Biodisponibilidade moderada

NOTAS: 1- Human Vitamin and Mineral Requirements, Report 7ª Joint FAO/ OMS Expert Consultation Bangkok, Thailand, 2001.; 2- Dietary Reference Intake, Food and Nutrition Board, Institute of Medicine. 1999-2001

Vamos ao nosso bolo. Sabemos que a porção do bolo tem 23,08g de carboidrato. Como o Valor Diário recomendado é de 300g, uma porção de bolo equivale a 7,67%, ou arredondando, 8% do VD.

Por fim, veja como ficou a Tabela Nutricional do nosso bolo de exemplo:

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) Como Ficou a Tabela Nutricional

Declaração simplificada

Quando o seu produto não contém um ou mais nutrientes, pode se optar pela declaração simplificada.  Em vez de declarar cada valor nulo na tabela, acrescenta-se uma linha com a seguinte frase:

“Não contém quantidades significativas de [nome dos nutrientes com valor 0].” Por exemplo,  “Não contém quantidades significativas de proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.”

Agora que você calculou a Tabela Nutricional, que tal saber um pouco mais sobre rótulos e embalagens para que o seu produto se destaque na prateleira?

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Para mais informações, consulte o Manual de Orientação às Indústrias de Alimentos.

Cálculos relativos à mistura de soluções de mesmo soluto

Os cálculos relativos à mistura de soluções de mesmo soluto são utilizados para determinar a concentração comum ou em mol/L, principalmente, de uma solução final, formada a partir da mistura de duas ou mais soluções que apresentam o mesmo soluto e o mesmo solvente.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Representação de uma mistura de soluções de mesmo soluto

Quando uma mistura de soluções de mesmo soluto é realizada, temos como consequência um aumento do volume (V) e da massa do soluto, já que as soluções estão em um único recipiente. Na imagem acima, a somatória dos volumes resultou em 350 mL, e a somatória das massas do soluto (m1) resultou em 140 g. Logo:

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  • Massa do soluto e volume nas misturas de mesmo soluto
  • Como temos soluto nas fórmulas de título (T), concentração em mol/L (M) e concentração comum (C), se o isolarmos, teremos:
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  • Fórmulas para calcular as concentrações comum, título e em mol/L
  • Para realizar os cálculos relacionados à mistura de soluções de mesmo soluto, devemos partir do pressuposto que antes e após a mistura o soluto deve ser somado, já que as soluções apresentam a mesma substância dissolvida. Assim, as seguintes fórmulas podem ser utilizadas nesses cálculos:
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  • Fórmulas mais utilizadas em cálculos de mistura de soluções de mesmo soluto
  • A seguir, alguns exemplos de aplicação dos cálculos relativos à mistura de soluções de mesmo soluto:
  • 1º Exemplo – (UE-AM) 100 mL de uma solução aquosa contendo 10 g de sacarose (açúcar comum) dissolvidos foram misturados com 100 mL de uma solução aquosa contendo 20 g desse açúcar dissolvidos. A concentração de sacarose na solução obtida, expressa em porcentagem (m/V), é:

a) 5%. b) 10%. c) 15%. d) 25%.

  1. e) 30%.
  2. Os dados fornecidos pelo exercício foram:
  • Volume da solução 1 = 100 mL ou 0,1 L (depois de dividir por 1000)
  • Massa do soluto na solução 1 = 10 g
  • Volume da solução 2 = 100 mL ou 0,1 L (depois de dividir por 1000)
  • Massa do soluto na solução 2 = 20 g
Leia também:  Como calcular tempo em uma planilha do excel

Os passos que devem ser seguidos são:

  • 1º Passo: Calcular a massa na solução final.
  • Para isso, utilizar os dados da solução na expressão abaixo:
  • m1 (na solução 1) + m1 (na solução 2) = m1 (na solução final)
  • 10 + 20 = m1 (na solução final)
  • 30 g = m1 (na solução final)
  • 2º Passo: Calcular o volume da solução final.

Para isso, basta somar os volumes das soluções misturadas:

VF = V1 + V2 VF = 100 + 100 VF = 200 mL

  • 3º Passo: Calcular a concentração da solução 1.
  1. Para isso, utilizar os dados da solução na expressão abaixo:
  2. C = m1       V
  3. C = 30
  4. C = 150 g/L

     0,2

  • 4º Passo: Calcular a porcentagem da solução final.

Para calcular a porcentagem em massa, basta montar uma regra de três da seguinte forma:

150 g ———— 1000 mL x g ————- 100 mL 1000.x = 100.150

  • x = 15000  
  • x = 15 %

    1000

2º Exemplo – (Uergs) O volume em litros de uma solução de HNO3 0,1 mol.L–1 que deve ser adicionado a 5 litros de uma solução de HNO3 0,5 mol.L–1 para obter uma concentração final igual a 0,2 mol.L–1 é

a) 3. b) 6. c) 12. d) 15.

  1. e) 30.
  2. Os dados fornecidos pelo exercício foram:

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  • Volume da solução 1 = ? L
  • Concentração em mol/L da solução 1 = 0,1 mol/L
  • Volume da solução 2 = 5 L
  • Concentração em mol/L da solução 2 = 0,5 mol/L
  • Concentração em mol/L da solução final: 0,2 mol/L

Os passos que devem ser seguidos são:

  • 1º Passo: Calcular o volume da solução final.

Para isso, basta somar os volumes das soluções misturadas:

VF = V1 + V2 VF = V1 + 5

  • 2º Passo: Determinar o volume da solução 1.

Para isso, basta empregar na fórmula abaixo os valores fornecidos e a expressão obtida no passo anterior:

M1.V1 + M2.V2 = MF.VF 0,1. V1 + 0,5.5 = 0,2.(V1 + 5) 0,1. V1 + 2,5 = 0,2. V1 + 1 0,2. V1 – 0,1. V1 = 2,5 – 1 0,1. V1 = 1,5 MF = 1,5         0,1

MF = 15 L

3º Exemplo – (UFF-RJ) A molaridade de uma solução X de ácido nítrico é o triplo da molaridade de outra solução Y do mesmo ácido. Ao se misturar 200,0 mL da solução X com 600,0 mL da solução Y, obtém-se uma solução 0,3 M do ácido. Pode-se afirmar, então, que as molaridades das soluções X e Y são, respectivamente:

  • a) 0,60 M e 0,20 M
  • b) 0,45 M e 0,15 M
  • c) 0,51 M e 0,17 M
  • d) 0,75 M e 0,25 M
  • e) 0,30 M e 0,10 M
  • Os dados fornecidos pelo exercício foram:
  • Volume da solução 1 = 200 mL
  • Concentração em mol/L da solução 1 = 3.x
  • Volume da solução 2 = 600 mL
  • Concentração em mol/L da solução 2 = x mol/L
  • Concentração em mol/L da solução final: 0,3 M ou mol/L

Os passos que devem ser seguidos são:

  • 1º Passo: Calcular o volume da solução final.

Para isso, basta somar os volumes das soluções misturadas:

VF = V1 + V2 VF = 200 + 600 VF = 800 mL

  • 2º Passo: Determinar a concentração da solução 2 (que é o x).

Para isso, devemos empregar na fórmula abaixo os valores fornecidos e a expressão obtida no passo anterior:

M1.V1 + M2.V2 = MF.VF 3x. 200 + x.600 = 0,3.800 600x + 600x = 240 1200x = 240

  1. x =  240  
  2. x = 0,2 M ou mol/L

    1200

  • 3º Passo: Determinar a concentração da solução 1.
  • Como a concentração da solução 1 é o triplo da solução 2, sua concentração será, portanto, de 0,6 M ou mol/L.
  • 4º Exemplo – (UEL-PR) Esta questão relaciona-se com a solução obtida pela mistura de 200 mL de 0,50 M de HNO3 e 300 mL de solução 0,20 M do mesmo ácido. A solução final tem concentração molar
  • a) 0,50 b) 0,32 c) 0,25 d) 0,20
  • e) 0,15
  • Os dados fornecidos pelo exercício foram:
  • Volume da solução 1 = 200 mL
  • Concentração em mol/L da solução 1 = 0,5 M ou mol/L
  • Volume da solução 2 = 300 mL
  • Concentração em mol/L da solução 1 = 0,2 M ou mol/L
  • Concentração em mol/L da solução final: ?

Os passos que devem ser seguidos são:

  • 1º Passo: Calcular o volume final.

Para isso, basta somar os volumes das soluções misturadas:

VF = V1 + V2 VF = 200 + 300 VF = 500 mL

  • 2º Passo: Determinar a concentração em mol/L da solução final.

Para isso, basta empregar na fórmula abaixo os valores fornecidos e o obtido no passo anterior:

M1.V1 + M2.V2 = MF.VF 0,5.200 + 0,2.300 = MF.500 100 + 60 = MF.500 MF = 160         500

MF = 0,32 mol/L

Publicado por: Diogo Lopes Dias

Ponto de equilíbrio: que é, como calcular e sua importância na gestão

Nós já falamos aqui no blog sobre a margem de contribuição e até disponibilizamos uma planilha gratuita que ajuda a fazer esse cálculo (você pode baixá-la clicando aqui!). Agora, vamos passar para mais um passo dentro da gestão financeira: determinar o ponto de equilíbrio econômico de sua empresa.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Apesar do nome pomposo, esse é um índice muito simples e fácil de calcular, que informa ao empresário o faturamento mínimo necessário para cobrir todos os gastos do negócio em um determinado período. Neste artigo, vamos mostrar como chegar até esse número e também as diferenças entre ele e o ponto de equilíbrio contábil e ponto de equilíbrio financeiro. Siga com a gente!

O que é ponto de equilíbrio?

No ponto de equilíbrio, também chamado de break-even point, ponto de ruptura, ou, ainda, ponto crítico, o lucro da empresa é zero, ou seja, é quando os produtos vendidos pagam todos os custos e despesas fixas e variáveis, mas ainda não sobra nada para o empresário e seus sócios.

É a partir deste ponto que os novos produtos vendidos (desde que com margem de contribuição positiva) passarão a gerar lucro para a empresa. Mesmo sendo um indicador muito simples e fácil de calcular, como dissemos, esta é uma informação vital para a análise de viabilidade de um empreendimento ou da adequação em relação ao mercado.

Existem três principais variações do ponto de equilíbrio: o contábil, o financeiro e o econômico. Eles são razoavelmente parecidos no conceito, mas apresentam perspectivas um pouco diferentes para o cálculo. Vamos entender melhor?

Ponto de equilíbrio contábil

Esse é o mais comum e utilizado pelas empresas. Com ele, dividem-se os custos e as despesas fixas pela margem de contribuição, tendo, assim, o valor necessário para igualar os gastos e começar a ter o tão sonhado lucro.

Ponto de equilíbrio financeiro

Esse é muito semelhante ao anterior. A diferença é que ele exclui da conta depreciações e outras despesas que a empresa não precisa necessariamente desembolsar, mas que são contabilizadas em um Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE), por exemplo.

O que importa aqui são apenas os gastos realizados para tocar o negócio, como despesas administrativas e custos operacionais. É mais ou menos parecido com a ideia de EBITDA, que é o lucro das empresas antes de juros, amortizações, depreciações e impostos.

Ponto de equilíbrio econômico

Por fim, nós chegamos ao ponto de equilíbrio econômico.

Nesse indicador, você precisa acrescentar o custo de oportunidade, que considera a margem de ganho que alguém poderia ter se tivesse investido em outro negócio ou em um fundo de investimento, por exemplo. Trata-se da escolha que alguém faz. Ao optar por um caminho, deixa outro de lado, que poderia ser mais lucrativo.

Sendo assim, o negócio escolhido precisa gerar um resultado igual ou superior ao que foi preterido pelo empresário ou investidor. E é aí que entra o ponto de equilíbrio econômico, que, além dos custos, considera o custo de oportunidade para indicar o quanto é necessário faturar para equilibrar esse fator e tornar a opção vantajosa.

Como calcular o ponto de equilíbrio?

  • Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)Para ficar mais fácil de compreender como fazer o cálculo referente aos pontos de equilíbrio, vamos começar pela fórmula do ponto de equilíbrio contábil, que é a seguinte:
  • Ponto de equilíbrio contábil = custos e despesas fixas/índice da margem de contribuição
  • Portanto, antes de obter o ponto de equilíbrio contábil, é necessário calcular o valor total dos custos e despesas fixas mensais e o índice da margem de contribuição.

Para exemplificar, imagine que sua empresa planeja vender 1.000 unidades de um determinado produto a R$ 50 cada. Para produzir cada item, o custo é de R$ 20, junto com R$ 15 de despesas variáveis. Além disso, há um gasto fixo (custo + despesa fixa) na ordem de R$ 6.000 mensais.

Colocando todos esses valores em uma planilha, temos o seguinte:

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Na planilha, conseguimos identificar o índice da margem de contribuição (30%/100 para chegarmos a um valor decimal) e o total dos custos e despesas fixas (6.000). Agora é só aplicar a fórmula:

Ponto de equilíbrio contábil = R$ 6.000 / 0,3

Ponto de equilíbrio contábil = R$ 66.666 (ou 1.333 unidades)

Isso significa que a empresa precisa vender 400 unidades de seu produto, faturando R$ 20.000, para chegar ao ponto de equilíbrio e pagar todos seus custos e despesas. A partir deste ponto, cada produto que for vendido vai contribuir para o acúmulo de recursos, ou seja, para o lucro do negócio.

No ponto de equilíbrio financeiro, a fórmula é a seguinte:

Ponto de equilíbrio financeiro = despesas e custos fixos – despesas não desembolsáveis/margem de contribuição

Vamos continuar usando os valores da nossa planilha, mas agora incluindo como despesa não desembolsável depreciações de ativos no valor fixo de R$ 1.500. Assim, aplicando na fórmula, temos:

Ponto de equilíbrio financeiro = R$ 6.000 – R$ 1.500 / 0,3

Ponto de equilíbrio financeiro = R$ 15.000 (ou 300 unidades)

Já para calcular o ponto de equilíbrio econômico, como dissemos, é necessário acrescentar o valor do custo de oportunidade. Então, imagine que um empresário que monta uma empresa poderia ganhar R$ 10.000 por mês com algum investimento. Aplicando os valores à seguinte fórmula, temos:

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Ponto de equilíbrio econômico = custos e despesas fixas + custo de oportunidade/margem de contribuição

Ponto de equilíbrio econômico = R$ 6.000 + R$ 10.000 / 0,3

Ponto de equilíbrio econômico = R$ 53.333 (ou 1.066 unidades)

Ponto de equilíbrio pode ser uma meta na OMTM

A One Metric that Matters (OMTM) representa a meta na qual uma empresa deve focar para atingir seus resultados. No dia a dia de um negócio, por exemplo, dificilmente será possível aumentar as receitas e diminuir os custos, pois o aumento no faturamento exige alguns investimentos, como em marketing e no desenvolvimento de produtos.

Nesse caso, atingir o ponto de equilíbrio pode ser, em um primeiro momento, a OMTM da empresa, já que esse é o momento em que ela chega no zero a zero e evita prejuízos, podendo partir desse ponto para conseguir o lucro que tanto deseja. Por sinal, essa pode ser a meta seguinte a ser alcançada, pois, depois de focar em deixar as contas iguais, é hora de pensar em aumentar o lucro do negócio.

Essa é uma maneira muito eficiente de conseguir os objetivos, pois os gestores podem alinhar com os funcionários algo em comum que todos devem buscar, criando uma conscientização em torno da importância desse objetivo, que, como falamos, pode ser o ponto de equilíbrio. Basta a empresa saber como fazer esse trabalho e não criar apenas um ambiente de cobranças, que fique pesado e insustentável.

E, claro, quando falamos em ponto de equilíbrio e OMTM, não podemos deixar de falar no orçamento empresarial, pois é nele que serão consolidados os números encontrados nos cálculos que fizemos até aqui e as projeções de receitas e gastos que estão diretamente ligados às metas da empresa.

Como você sabe, aqui no blog temos diversos materiais que ensinam a planejar e elaborar um orçamento, mas como esse é o nosso tema preferido (e também a nossa especialidade!), estamos sempre desenvolvendo conteúdos para auxiliar no desafio de criar um orçamento. Hoje, trazemos o webinar 5 passos para eliminar o abismo entre a estratégia e a execução,  no qual apresentamos a Metodologia Treasy de Gestão Orçamentária.

Nele, o nosso CEO, Gilles B. de Paula, mostra desde a importância de ter um orçamento até quando se faz necessária uma revisão desse orçamento, passando pelo planejamento orçamentário e a gestão propriamente dita. Para acessar, clique na imagem abaixo:

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Concluindo

O ponto de equilíbrio mostra quanto a empresa precisa vender, em unidades, para ser lucrativa. Portanto, a conclusão mais lógica e comum é que: quanto mais vender, mais lucro. Isso não deixa de ser verdade, porém, vale lembrar que a partir de certos volumes de vendas são acionados gatilhos que mostram o que pode ser feito com a estrutura de gastos existente.

Ou seja, é preciso avaliar a capacidade máxima produtiva da empresa, pois, em alguns casos, para vender mais é preciso fazer investimentos, como ampliar a estrutura ou contratar mão de obra, o que acaba elevando os custos e as despesas fixas.

Portanto, é necessário conhecer o ponto máximo de otimização possível com a estrutura atual e cada vez que houver uma necessidade de ampliação dos gastos fixos, o ponto de equilíbrio econômico deve ser recalculado.

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100% aprendizagem – 100% de aprendizagem nos cálculos percentuais

No início da Educação Básica, os alunos são apresentados às primeiras noções de porcentagem, conhecem os exemplos simples, como 50%, e não lidam com situações em que o todo é maior que 100%.

Para fazer cálculos, lançam mão da proporcionalidade e da decomposição. Sabendo calcular 10%, para chegar a 30%, por exemplo, multiplicam o resultado por 3.

E, em uma questão que pede 35% de 80, raciocinam que, se 100% é 80, 10% é 8 e 5% é 4. Então somam 10% + 10% + 10% + 5%.

Resolva o problema

Um bolo possui a quantidade média de 0,8 grama de fibra alimentar em uma porção de 60 gramas. O Ministério da Saúde recomenda que cada pessoa adulta consuma 25 gramas por dia de fibra. Qual percentual da necessidade diária de fibra há nessa porção de bolo?

Mas o conteúdo é muito amplo e deve ser aprofundado no 6º ou 7º ano. “O tema permite enriquecer os números racionais em várias direções, como pensar em proporções como parte de um inteiro e frações”, diz Héctor Ponce, membro da equipe da Direção de Currículo da Secretaria de Educação da Cidade de Buenos Aires, na Argentina.

Por que trabalhar o conceito além da regra de três

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) VÁRIAS ESTRATÉGIAS No Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina, a turma propõe resoluções. Fotos: Roberto Scola.  Clique para ampliar

Um dos primeiros passos para garantir a aprendizagem e avançar é validar o que já foi aprendido, usando esses saberes para explicar que existem diferentes formas de representar um inteiro ou a metade, por exemplo.

A fração ½ é equivalente a 50% e ao número decimal 0,5 e essa quantidade pode ser representada graficamente. Então, para indicar a metade de 80, pode-se dividir por 2, multiplicar por 0,5 ou pintar a metade de uma área que represente esse número.

Outra atitude importante é planejar vários tipos de exercício. Conforme explica Antonio José Lopes, autor de livros didáticos, não existe uma única fórmula para ensinar porcentagem (veja a sequência didática). O conceito envolve ideias distintas, com vários graus de complexidade.

Assim, também não é correto mostrar estratégias associadas a apenas um tipo de problema, como a regra de três.

Aliás, se essa forma de resolução for apresentada simplesmente como uma multiplicação, não fará sentido – a garotada pode até chegar ao resultado, mas não vai entender o processo. Antes de falar da regularidade, proponha à turma uma questão como a seguinte: “Uma cidade tem 2.400 habitantes e 37% torcem para o time local.

Isso representa quantos torcedores?” Compare as diferentes estratégias de resolução que serão apresentadas pelas crianças. Algumas optam por calcular 10% de 2.400 (240), multiplicar por 3 (720) para depois descobrir 1% de 2.400 (24), multiplicar por 7 (168) e somar a 720, obtendo 888. Outros vão preferir buscar 1% de 2.400 (24) e multiplicar por 37.

É possível ainda que um estudante prefira encontrar 25% do total (600), depois 10% (240) e 1% (24), multiplicar esse resultado por 2 (48) e somar tudo. Somente depois de pôr as propostas em discussão, sistematize: 2.400 = 100% e N = 37%; N x 100 = 37 x 2.400; N = 37 x 2.400 : 100; N = 888.

A turma precisa compreender que a resposta nada mais é que uma comparação proporcional entre os dados.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens) VÁRIOS SABERES Depois, o conhecimento é sistematizado, com destaque para a relação entre as proporções. Clique para ampliar

No Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, Elenira Vilela, professora da 6ª série, trabalha com questões que ajudam a entender o conteúdo como proporção e esta, por sua vez, como uma relação multiplicativa (veja o problema proposto por ela no primeiro box e as resoluções dos alunos e a sistematização nas imagens).

Estratégias adequadas para ir além de 100%

É importante também explicitar para a turma que existem inteiros diferentes.

Proponha que os estudantes resolvam a situação: “Se Léo gastou 40% da mesada com um presente para Ana e Pedro comprou um presente para Sara gastando 10% da quantia que recebe, será possível Pedro ter gasto mais que Léo?” A resposta é sim porque, como os valores gastos dependem do quanto cada um recebe de mesada, fica claro que nem sempre 10% é menos do que 40%.

Isso pode ser discutido ao estabelecer o valor que cada um ganha. Se Pedro recebe 250 reais (e, portanto, gastou 25 reais) e a mesada de Léo for 50 reais (ele terá desembolsado 20 reais), mesmo tendo gasto menos de sua mesada, Pedro comprou um presente mais caro. Léo teria gasto mais se ambos recebessem o mesmo valor.

Margem de lucro: saiba como calcular e descubra como aumentar

O que você vai encontrar neste artigo sobre como margem de lucro:

  Aqui no blog, o lucro da sua empresa está sempre na pauta! Tanto que nós já falamos sobre o lucro real, índices de rentabilidade e precificação de serviços. Agora, nós vamos falar sobre um outro dado fundamental para a sua empresa: a margem de lucro.

O que é margem de lucro?

  Margem de lucro é: a porcentagem que mede o quanto uma empresa ganha em cima de suas vendas.

Antes de prosseguirmos para os cálculos, vale entendermos a diferença entre lucro de produtos ou de uma empresa de serviços e margem de lucro. Porque, imagine: sua empresa pode ter muito lucro com a venda de determinado produto, mesmo que a margem de lucro em cima de cada unidade seja baixa – bastaria vender um grande volume desses produtos.

Então, retomando as aulas de finanças: lucro é o valor total que você ganha em cada venda. Ou seja, é “o que sobra” da venda de cada produto ou serviço depois que você paga todas as contas envolvidas na produção e comercialização desses itens. Então, se uma empresa de SaaS vende a licença de um software a R$ 100 e tem um custo de R$ 90 para produzi-lo, seu lucro é de R$ 10.

Leia também:  Como aplicar o tratamento de silêncio em alguém

>> Leitura recomendada: Índice de lucratividade: descubra como calcular

Confira como automatizar o timesheet da equipe e aumentar sua margem de lucro

Como calcular?

  •   Já a margem de lucro, como dissemos, é o índice que mostra quanto uma empresa ganha em cima de cada venda, e é um valor embutido no preço final para o consumidor.
  • Sigamos o exemplo acima, de uma empresa de SaaS. A margem de lucro é a porcentagem do lucro sobre o preço (ou receita) final:
  • Margem = lucro / preço final
  • É o que sobre para a empresa, mas em porcentagem.
  • Margem de lucro = 10 / 100 = 10%

Margem de lucro bruta x margem de lucro líquida

  O cálculo acima é o da margem de lucro bruta. Agora, vamos achar a margem de lucro líquida. Neste caso, além dos custos para a execução dos serviços, é preciso abater também:

  • Impostos sobre faturamento;
  • Tributação e encargos sobre folha e outros;
  • Aluguel ou manutenção da sede;
  • Telefone, água, luz, Internet etc.
  • Despesas com pessoal administrativo.

Isso tudo deve ser deduzido do lucro bruto (menos tributação e despesas fixas e variáveis). Então, voltando à nossa empresa de SaaS: assumindo que num mês ela tenha vendido R$ 10.000 (100 licenças x R$ 100), com custo de produção de R$ 9.000 (100 x R$ 90) mais R$ 500 de gasto fixo.

Margem líquida = (10.000 – 9.500) / 10.000 = 5%

>> Leitura recomendada: Break even: calcule o ponto de equilíbrio da sua empresa e saiba quando ela vai começar a dar lucro

Dicas para aumentar a margem de lucro

  Pode guardar a calculadora! Agora, vamos falar do que é mais importante: reunimos algumas dicas que podem aumentar a margem de lucro do seu negócio!

1. Revise seus custos e processos

Um dos primeiros passos para você aumentar a sua margem de lucro é revisar os seus custos e processos.

É importante que você não se afobe e saia cortando itens que vão afetar a sua produção ou o seu serviço no futuro. Por isso, a palavra de ordem é revisão.

Entenda como os seus processos funcionam, o fluxo que eles percorrem na empresa, se ele é burocratizado, se faltam etapas que podem melhorar o fluxo, se existem custos que podem ser flexibilizados, outros fornecedores que podem ser consultados, se você possui múltiplas ferramentas – quando poderia estar usando apenas uma, etc.

Dessa forma, com os resultados dessa revisão você, como gestor, será capaz de fazer uma gestão de custos eficiente, assim como distribuir melhor as demandas dos projetos e clientes.

2. Maior controle = maior margem de lucro

Que o tempo é um recurso escasso e precioso no dia a dia de um gestor, todo mundo sabe. A questão é: você está fazendo tudo o que é possível para otimizá-lo?

Existem ferramentas, como o Runrun.it, que foram criadas exatamente para isso! Elas permitem que você e seus colaboradores trabalhem em harmonia, já que as informações ficam centralizadas e é possível visualizar o que está acontecendo em tempo real. Assim como obter dados e informações estratégicas, com poucos cliques.

Ou seja, você não vai mais ficar soterrado debaixo de uma pilha de e-mails, procurando aquele documento importante, a imagem para a campanha, ou a formalização da data de entrega de um projeto. Só esse fato já traz mais produtividade, e uma consequente melhora na margem de lucro dos clientes.

>> Leitura recomendada: Como gerenciar uma equipe por e-mail? Veja as dicas e os riscos

3. Timesheets podem ser grandes aliados. Ou grandes inimigos

Como um bom gestor de produtos e serviços, você também precisa estar de olho nas famosas planilhas de P&L (“Profits and Losses”, ou “Lucros e Perdas”). São elas as responsáveis por apresentar a margem de lucro bruta de um produto, de uma linha de produto ou de um serviço prestado pela sua empresa. São elas que mostram o que dá e o que não dá certo.

Uma outra informação relevante que existe nessas planilhas é: uma linha de custo que rateia o salário da mão de obra direta empregada durante o período apurado. E como já mencionamos acima, uma gestão eficiente do tempo é fundamental para melhorar a margem de lucro. E é aí que entram os timesheets ou planilha de horas trabalhadas.

Você sabe como funciona: ao final de um dia ou semana de trabalho, seus colaboradores devem discriminar o número de horas trabalhadas em determinados projetos, produtos ou clientes.

Não é uma tarefa fácil pedir que eles façam isso. Afinal, é provável que todo mundo esteja cansado, e que preencha de forma displicente.

E você sabe onde isso pode levar: valores distorcidos e margens diminuídas.

Com esses dados distorcidos, fica mais complicado para você, como gestor, entender a realidade do negócio e quanto tempo está sendo investido por projeto, ou por cliente.

A dica aqui é: não dependa de planilhas manuais para mapear dados tão importantes para o seu negócio. Um software com time tracking integrado, como o Runrun.it, é fundamental para entender quanto tempo foi gasto em um determinado projeto, um tipo de demanda, ou um cliente.

4. Faça uma pesquisa de mercado

  1. Uma pesquisa de mercado pode te ajudar a entender melhor quem é o seu público consumidor, quais são os interesses dele, as necessidades, qual é a imagem da marca perante o público, quais são ou como estão posicionados os seus concorrentes, entre outras informações.

  2. O importante é ter um objetivo definido em mente, escolher um público alvo, coletar informações e depois analisá-las.

  3. A partir das informações obtidas, você vai poder conhecer melhor o seu público, a concorrência, o nível de satisfação do consumidor, identificar oportunidades para, eventualmente, ampliar o leque de produtos/serviços oferecidos, o que pode aumentar a sua margem de lucro.

Você sabe se tem lucro com todos os clientes?

  Não é raro empresas terem clientes que acham que estão pagando demais por um serviço, mas é difícil provar que eles estão demandando mais horas do que o previsto em contrato. Portanto, para te ajudar a entender a situação financeira dos seus clientes assista ao nosso webinar abaixo e siga as nossas dicas:

Rentabilidade é o destino, Runrun.it é o caminho

  O Runrun.it concentra todas as informações que são fundamentais para você fazer a gestão do seu negócio, ou do seu time, com mais rapidez e eficiência.

Através do nosso Dashboard você acompanha em tempo real o que está acontecendo com os seus processos, dando mais autonomia para a sua equipe, além de tornar a comunicação mais transparente e segura.

E mais, você vai conseguir obter dados reais para fazer uma gestão de custos eficiente. Comece já: http://runrun.it

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Como calcular aumento percentual no Excel

O Excel permite calcular aumentos percentuais de forma rápida e prática. A partir da aplicação de fórmulas simples, o editor de planilhas da Microsoft elimina a necessidade de usar calculadora ou outro programa para chegar ao resultado.

O programa conta, ainda, com uma formatação específica para dados do tipo, evitando que o usuário precise multiplicar o resultado por 100 e inserir manualmente o símbolo de percentual (%). A dica é útil para quem trabalha com vendas, controla gastos mensais ou apura dados estatísticos, por exemplo.

Confira, no tutorial a seguir, como calcular aumento percentual no Excel.

Como Calcular Aumento Percentual: 8 Passos (com Imagens)

Como excluir todas as linhas em branco no Excel de uma vez

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Cálculo de aumento percentual

Passo 1. Para começar, é preciso criar duas colunas com os valores que serão comparados, além de uma coluna para exibir o resultado do cálculo. Neste exemplo, queremos encontrar a porcentagem de aumento nos gastos mensais de setembro em comparação a agosto;

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Crie uma coluna para o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Crie uma coluna para o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Passo 2. Para calcular a diferença percentual, subtraímos o valor deste mês do mês passado e, em seguida, dividimos o resultado pelo valor do último mês. Clique na coluna “Aumento %” e escreva a seguinte fórmula: “=(B3-A3)/A3” (sem aspas);

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Aplique a fórmula indicada para calcular o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Aplique a fórmula indicada para calcular o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Passo 3. O Excel mostrará o resultado do cálculo. Para exibir o valor como uma porcentagem, assinale o ícone “Estilo de porcentagem”;

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Clique sobre o botão “%” para exibir o valor no formato de porcentagem — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Clique sobre o botão “%” para exibir o valor no formato de porcentagem — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Passo 4. Neste caso, veremos que o aumento nos gastos foi de 72%.

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O Excel exibirá o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

O Excel exibirá o aumento percentual — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Aumentar o valor em um percentual específico

Passo 1. Neste exemplo, queremos aumentar o preço de um produto em 30%. Para isso, devemos clicar sobre a célula com o preço antigo e multiplicá-lo por 1,3. Basta seguir a fórmula “=A3*1,3” (sem aspas);

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Calcule o aumento de um valor em um percentual específico — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Calcule o aumento de um valor em um percentual específico — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

Passo 2. O Excel mostrará o resultado.

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O Excel indicará o novo valor — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

O Excel indicará o novo valor — Foto: Reprodução/Ana Letícia Loubak

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