Como calcular a pressão arterial média: 14 passos

Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos
  • Campanha
    Medida Correta da Press�o Arterial
  • Promo��o:
ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIR�O PRETO – USP O.P.E. / D.E.G.E.
FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIR�O PRETO – USP
HOSPITAL DAS CL�NICAS DE RIBEIR�O PRETO – USP
LIGA DE DIAGN�STICO E TRATAMENTO DA HIPERTENS�O ARTERIAL DA REGI�O DE RIBEIR�O PRETO
SUDS – R-50
O QUE � A PRESS�O ARTERIAL?
Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos A press�o que o sangue exerce sobre as paredes das art�rias, dependendo da for�a da contra��o do cora��o, da quantidade de sangue e da resist�ncia das paredes dos vasos � chamada Press�o Arterial.0  ponto mais alto da press�o nas art�rias � chamado de press�o sist�lica. O ponto mais baixo, ou a pressao que est� sempre presente sobre as paredes arteriais � chamada de press�o diast�lica.

  1. O instrumento utilizado para medir a press�o arterial � o esfigmoman�metro, e os tipos mais usados s�o os de coluna de merc�rio e o ponteiro (aner�ide), possuindo ambos um manguito infl�vel que � colocada em torno do bra�o do paciente.
  2. O estetosc�pio � o instrumento que amplifica os sons e os transmite at� os ou vidos do operador.
  3. A s�rie de sons que o operador ouve, ao verificar a press�o sang��nea, s�o chamados de sons de Korotkoff.

O primeiro som claro, quando o sangue flui, atrav�s da art�ria comprimida, � a press�o sist�lica. A press�o diast�lica ocorre no ponto em que o som muda ou desaparece.

VARIA��O NORMAL DA PRESS�O ARTERIAL
A Press�o Arterial de um indiv�duo varia de acordo com v�rios fatores tais como a idade, o estado emocional, a temperatura ambiente, a posi��o postural (em p�, deitado, sentado), estado de vig�lia, ou sono e com uso de drogas (fumo, �lcool, etc … ). A medida da press�o arterial � simples e o m�todo � f�cil, mas certos cuidados e recomenda��es devem ser levados em considera��o para que se evitem erros; observar no anexo 1. A medida incorreta da press�o arterial pode trazer conseq��ncias graves, tanto por levar pessoas normotensas a serem tratadas sem necessidade ou, ao contr�rio, deixar de tratar pessoas hipertensas. As fontes de erros mais comuns s�o apresentadas no anexo 11. Um cuidado especial deve ser tomado quanto � escolha adequada do manguito quando as pessoas s�o muito gordas ou muito magras. O problema da press�o alta (hipertens�o arterial) � de extrema gravidade no mundo. No Brasil, sabe-se que essa doen�a � respons�vel direta ou indiretamente por 19% de todas as mortes ocorridas no pa�s e 3%   de todas as interna��es, al�m de se constituir na terceira causa de afastamento do trabalho (Iogo depois das doen�as mentais e tuberculose). Seu diagn�stico � muito f�cil mas exige algumas considera��es como veremos adiante.
� fundamental o uso de Normas PADRONIZADAS para se determinar corretamente o valor da press�o arterial
  • PROCEDIMENTOS PARA A MEDIDA DA
    PRESS�O ARTERIAL
Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos 1.  Colocar o indiv�duo em local calmo com o bra�o apoiado a n�vel do cora��o e deixando-o � vontade, permitindo 5 min tos de repouso. Usar sempre o mesmo bra�o para a medida; 2.   Localizar o man�metro de modo a visualizar claramente os valores da medida;
3.  Selecionar o tamanho da bra�adeira para adultos ou crian�as. A largura do manguito deve corresponder a 40% da circunfer�ncia braquial e seu comprimento a 80%; Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos
Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos 4.  Localizar a art�ria braquial ao longo da face interna superior do bra�o palpando-a;
5.  Envolver a bra�adeira, suave e confortavelmente, em torno do bra�o, centralizando o manguito sobre a art�ria braquial. Manter a margem inferior da bra�adeira 2,5cm acima da dobra do cotovelo. Encontrar o centro do manguito dobrando-o ao meio; Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos
Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos 6.  Determinar o n�vel m�ximo de insufla��o palpando o pulso radial at� seu desaparecimento, registrando o valor (press�o sist�lica palpada) e aumentando mais 30 mmHg; 7.  Desinsuflar rapidamente o manguito e esperar de 15 a 30 segundos antes de insufl�-lo de novo;
8.  Posicionar o estetosc�pio sobre a art�ria braquial palpada abaixo do manguito na fossa antecubital. Deve ser aplicado com leve press�o assegurando o contato com a pele em todos os pontos. As olivas devem estar voltadas para frente; Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos
09. Fechar a v�lvula da pera e insuflar o manguito rapidamente at� 30 mmHg acima da press�o sist�lica registrada; 10.   Desinsuflar o manguito de modo que a press�o caia de 2 a 3 mmHg por segundo;
11.  Identificar a Press�o Sist�lica (m�xima) em mmHg, observando no man�metro o ponto correspondente ao primeiro batimento regular aud�vel (sons de Korotkoff); Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos
Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos 12. Identificar a Press�o Diast�lica (,m�nima) em mmHg, observando no man�metro o ponto correspondente ao �ltimo batimento regular aud�vel. Desinsuflar totalmente o aparelho com aten��o voltada ao completo desaparecimento dos batimentos; 13. Esperar de 1 a 2 minutos para permitir a libera��o do sangue. Repetir a medida no mesmo bra�o anotando os valores observados;
14.  Registrar a posi��o do paciente, o tamanho do manguito, o bra�o usado para a medida e os menores valores de press�o arterial Sist�lica e Diast�lica encontrados em mmHg. Retirar o aparelho do bra�o e guarda-lo cuidadosamente afim de evitar danos.

CUIDADOS E RECOMENDA��ES

OBSERVAR CORRETO DESVIOS
MAN�METRO de merc�rio ou ponteiro (aner�ide) estar no zero e ter movimentos livres mais ou menos lento oscila��o
MANGUITO borracha, tubos e conex�es bra�adeira fixadores �ntegros �ntegra �ntegros com vazamento, colabados, frouxos estragada soltos, ausentes ou desgastados
PERA E V�LVULA pera de borracha v�lvula de metal �ntegra �ntegraabre e fecha livremente com vazamento. colabada ou frouxa com vazamento, dura, solta
OBSERVAR CORRETO DESVIOS
OLIVAS presentes e �ntegras ausentes, trincadas, soltas ou sujas
TUBOS E CONEX�ES �ntegros trincados, furados ou desiguais
CABE�OTE conex�o e diafragma �ntegras solta ou furada
OBSERVAR CORRETO DESVIOS
POSI��O deitado, sentado ou em p� conforto e respouso desconforto e stress
MEMBRO superior ou inferior di�metro posi��o do membro despido e apoioado manguito apropriado n�vel do cora��o e afastado 45� do corpo com roupas, sem apoio manguito inadequado abaixo ou acima do cora��o
COLOCA��O DA BRA�ADEIRA dist�ncia da prega do cotovelo parte infl�vel (manguito) ajuste da bra�adeira tubos 2,5 cm acima cobrir a face interna do bra�o estar bem ajustada deixar livres maior ou menor cobrir a apenas a face externa frouxa ou apertada presos, entrela�ados ou retorcidos
MAN�METRO visibilidade posi��o bem v�sivel coluna de merc�rio ao n�vel dos olhos m� ilumina��o posi��o inadequada
  1. CAUSAS DE ENGANO DA MEDIDA DA PRESS�O
    ARTERIAL

  2. ENGANOS DEVIDOS AO EQUIPAMENTO
1. Sistemas inadequadamente calibrados ou testados; 2. Defeitos do esfigmoman�metro aner�ide ou de coluna de merc�rio: or�ficio de ar obstru�do, calibra��o alterada, manguito incompletamente vazio, tubula��o defeituosa, sistema de fla��o ou v�lvula de escape, merc�rio, insuficiente no reservat�rio ou indicador zero errado; 3. Tamanho da bra�adeira em desacordo com o do bra�o; 4. Circunfer�ncia do membro em rela��o � varia��o da largura da bra�adeira maior ou menor que 2,5 produz leituras de press�o indireta falsamente altas ou baixas respectivamente.


ENGANOS DEVIDOS � T�CNICA DE EXAMINAR

1. Bra�os sem apoio d�o press�es falsamente altas;

  • 2. Examinador posiciona o instrumento ao n�vel acima ou abaixo do cora��o ou comprime o estetosc�pio demasiado frme sobre o vaso;
  • 3. Examinador apresenta prefer�ncia por n�meros pares;
  • 4. M�os do examinador e equipamento frios provocam aumento da press�o sangu�nea;
  • 5. Sistema ac�stico danificado;

6. Intera��o entre examinado e examinador pode afetar a leitura da press�o arterial.

  1. Elabora��o: Edmundo Oct�vio Raspanti (HCRP-SUDS)
  2. Eug�nia Velludo Veiga (EERP-USP)
  3. Marcia Caron Ruffino (EERP-USP)

Ivone Kamada (EERP-USP)
Jarbas Leite Nogueira (FMRP-USP)
Maria Manuela Rino Mendes (EERP-USP)
Maria Suely Nogueira (EERP-USP)
Maura Santesso Takakura (EERP-USP)

Miyeko Hayashida (EERP-USP)

Mozart Regis Furtado ((FMRP-USP)
Neide de Souza Sorci (CIHCFMRP-USP)
Sueli Paccagnella Corr�a de Ara�jo ((HCFMRP-USP)
Yussif Ali Mere Junior (HCRP-USP)

Formula da pa. Convert kPa to Pa

Como Calcular a Pressão Arterial Média: 14 Passos

Air Density is the mass per unit volume of the air. Example 2: at 1540 meters elevation, 35 deg C air temp, 997 hPa barometric pressure and a dew point of 19 deg C, the Density Altitude is calculated as 2821 meters. The symbol for millimeters of mercury is mmHg. What is millimeters of mercury mmHg? There are 1,000 pascals in a kilopascal. Caso suspeite que determinado problema ou medicamento está alterando seus valores, consulte um profissional imediatamente.

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Vejamos a sequência dos : Cada termo, iniciando com 0 a 1 é obtido somando 1 ao seu anterior. An increase in pressure increases air density, so it decreases density altitude. Se analisarmos os outros exemplos, vemos que elas possuem uma razão igual a 4. Qualquer termo de uma P. Look at table 1-6 and find the standard temperature corresponding to 2,000 feet.

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A pressão arterial mantém o sangue circulando no organismo. Density altitude results from the computer may be estimated to the nearest 10 feet between the marked increments of 100 feet. O coração bate em média de 60 a 100 vezes por minuto em situação de repouso.

Note: If the calculated air density is greater than the standard sea level air density, the calculator will show a negative altitude, that is, an altitude below sea level, which is merely the result of a mathematical extrapolation of the standard atmosphere, even though such an altitude may not exist in free-air. Então, somando novamente r, chega ao 3º termo e assim por diante.

Contudo, medidas até 140 mmHg para a pressão sistólica, e 90 mmHg para a diastólica, podem ser aceites como normais.

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Quando este volume de sangue passa através das artérias, elas se contraem como que se estivessem espremendo o sangue para que ele vá para a frente. Poder-se-ia pensar que seria realmente a média mas não é: aproxima-se mais da pressão diastólica.

Em uma sequência, finita ou infinita, nomeamos os termos em função de sua posição, ou seja, nos exemplos acima temos que o 1º termo de cada um são: 1994, 1990 e 0. Changes in pressure and temperature have the greatest effect on density altitude, and changes in humidity have the least effect. Em , um médico italiano, , substituiu a bolsa por um manguito de borracha e a água pelo ar.

Se você quer saber o somatório somente dos termos de a 6 até a 10, por exemplo, você vai ter que fazer a soma de a 1 até a 10 e subtrair da soma de a 1 até a 5.

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Vamos agora reescrever os termos da sequência em função de r razão. Se não entender as diferenças entre as pressões sistólica e diastólica, você pode realizar um exame rápido e simples. Tal pode ser um sinal de hipertensão pressão arterial alta ou pré-hipertensão, que podem provocar problemas mais sérios.

Air density is affected by the air pressure, temperature and humidity. Neste momento a pressão arterial nas artérias é baixa, e, como este período do ciclo cardíaco se chama diástole, é denominada pressão arterial diastólica. É por isso que usamos o valor da pressão do manômetro durante o primeiro batimento audível como a sistólica.

Saiba o que pode afetar a pressão arterial.

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Relative Density is the ratio of the actual air density to the standard sea level density, expressed as a percentage. Subtraia a diastólica da sistólica, divida o resultado por três e adicione a diastólica ao valor encontrado.

Por isso, aproveite os exercícios sobre e que o Stoodi disponibilizou para você! Comprimindo-se a bolsa de borracha sobre a artéria até ao desaparecimento do pulso obtinha-se a pressão sistólica. .

Next, let's look at an example showing the work and calculations that are involved in converting from millimeters of mercury to pascals mmHg to Pa.

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Além desta diferença, Variáveis diretas: São medidas obtidas diretamente do paciente. Tem início com o batimento do coração.

Assim que não puder mais ouvir os movimentos cardíacos pelo estetoscópio, anote o valor exibido pelo manômetro. For a more accurate answer please select 'decimal' from the options above the result.

Saiba que certos problemas médicos podem afetar a pressão arterial média. .

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Relaxe completamente, sente-se e sinta a parte de baixo do antebraço ou pulso até sentir a pulsação. The following is a list of definitions relating to conversions between pascals and mmHg. Ponha o estetoscópio nos ouvidos para avançar ao Passo seguinte. . The symbol for pascal is Pa. . É exercida uma pressão ao sangue na vasculatura e este valor representa a pós carga.

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Pulse pressure can predict mortality in advanced heart failure | Revista Portuguesa de Cardiologia

Introduction

Pulse pressure (PP) is the difference between systolic and diastolic blood pressure (BP). PP rises markedly after the fifth decade of life. High PP is a risk factor for the development of coronary heart disease and heart failure. The aim of this study was to assess whether PP can be used as a prognostic marker in advanced heart failure.

Methods

We retrospectively studied patients in NYHA class III–IV who were hospitalized in a single heart failure unit between January 2003 and August 2012. Demographic characteristics, laboratory tests, and cardiovascular risk factors were recorded.

PP was calculated as the difference between systolic and diastolic BP at admission, and the patients were divided into two groups (group 1: PP >40 mmHg and group 2: PP ≤40 mmHg).

Median follow-up was 666±50 days for the occurrence of cardiovascular death and heart transplantation.

Results

During follow-up 914 patients in NYHA class III–IV were hospitalized, 520 in group 1 and 394 in group 2. The most important difference between the groups was in left ventricular dysfunction, which was greater in patients with lower PP. On Kaplan-Meier analysis, group 2 had higher mortality (38 vs. 24 patients, log-rank p=0.002).

Conclusions

PP is easily calculated, and enables prediction of cardiovascular death in patients with advanced heart failure.

Left ventricular dysfunctionIntrodução

A pressão de pulso (PP) é a diferença entre os valores da pressão arterial sistólica e diastólica (BP). A PP sobe acentuadamente após a quinta década de vida, sendo considerada um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O objetivo do estudo foi avaliar se a PP pode ser usada como um marcador de prognóstico em doentes com insuficiência cardíaca avançada.

Métodos

Foram estudados, retrospetivamente, 914 doentes em classe III-IV de NYHA, que foram internados numa unidade de insuficiência cardíaca, entre janeiro de 2003 e agosto de 2012.

Foram recolhidos: características demográficas, análises laboratoriais e fatores de risco cardiovascular dos doentes incluídos. A PP foi calculada como a diferença entre a BP na admissão e os doentes foram divididos em dois grupos (PP > 40 mmHg e PP = 40 mmHg).

O tempo médio de follow-up foi de 666 ± 50 dias. Os endpoints considerados foram a morte por causa cardiovascular e o transplante cardíaco.

Resultados

Durante o follow-up foram internados 914 doentes, sendo divididos em dois grupos: grupo I: PP > 40 mmHg (520 pacientes); grupo II: PP = 40 mmHg (394 pacientes).

A diferença mais importante entre os grupos foi a depressão da função ventricular esquerda mais acentuada no grupo de doentes com PP menor.

Na análise KaplanMeyer, o grupo II (PP = 40 mmHg) apresentou maior mortalidade (38 pacientes versus 24 pacientes, log-rank P = 0,002).

Conclusões

A PP é um parâmetro facilmente calculado que se correlaciona com o prognóstico dos doentes com insuficiência cardíaca avançada.

Disfunção ventricular esquerda Introduction

Pulse pressure (PP) is the difference between systolic and diastolic blood pressure (BP) and is dependent on stroke volume and arterial wall elastic properties.1

In a young healthy person, each stroke volume received into the central vessels is accommodated by a stretching of these vessels in systole followed by subsequent elastic recoil in late systole and diastole.

This is known as arterial compliance and has the effect of maintaining central and peripheral BP within a relatively narrow range.

With aging, there is a disruption and fragmentation of the elastic lamellae of the central arteries, as well as alteration of the collagen-to-elastin ratio, leading to arterial stiffness, loss of compliance, and increased pulse wave velocity and therefore increased PP.2

An elevated PP consistently predicts increased cardiovascular (CV) risk, including for coronary heart disease, chronic heart failure (HF) and CV mortality.3,4

The prognostic value of PP in patients with chronic HF is less clear. The SOLVD investigators found that a high PP predicted adverse outcome, especially in patients in New York Heart Association (NYHA) class II or III.

5 In contrast, in patients hospitalized with acute HF, low PP appeared to be an independent predictor of mortality.

A low PP (≤40 mmHg) may represent a decrease in cardiac output and reflect a reduction of stroke volume due to left ventricular dysfunction.

The aim of this study was to assess whether PP can be used as a prognostic marker in advanced HF (NYHA class III or IV).

Methods

  • We retrospectively studied 914 patients in NYHA class III–IV hospitalized in a single advanced HF unit between January 2003 and August 2012.
  • Detailed histories of the patients including demographic characteristics, CV risk factors and medication were recorded.
  • Serum lipid, glucose, creatinine, sodium, potassium, and brain natriuretic peptide levels were measured by routine laboratory methods.
  • PP was calculated as the difference between systolic and diastolic BP at admission, and the patients were divided into two groups (group 1: PP >40 mmHg and group 2: PP ≤40 mmHg).
  • Median follow-up was 666±50 days for the occurrence of CV death (sudden cardiac death or death due to decompensated HF, acute coronary syndrome or arrhythmia) and heart transplantation.

Statistical analysis

All analyses were performed with SPSS 16.0. Continuous variables were presented as mean ± standard error of the mean. Continuous variables according to NYHA class or PP group were analyzed by means.

The Student's t test or Mann-Whitney test was used for binary dependent variables. A p value

Differences between survival curves were calculated using univariate log-rank survival analysis.

Results

During follow-up 914 patients in NYHA class III–IV were hospitalized, 520 in group 1 and 394 in group 2. Median follow-up was nearly two years.

Patients’ baseline characteristics are presented in Table 1.

There were no significant differences between patients with lower and higher PP. Mean age was similar and most patients were male in both groups. There were also no differences in medication or CV risk factors.

The most important difference between the groups was in left ventricular dysfunction, which was greater in patients with lower PP. Length of hospital stay was greater in group 2, although without statistically significant difference.

On Kaplan-Meier analysis (Figure 1), group 2 had higher mortality (38 vs. 24 patients, log-rank p=0.002).

Discussion

Our study showed that low PP predicted CV death in patients with advanced HF. Furthermore, low PP was closely associated with worsening left ventricular ejection fraction (LVEF).3

PP has been previously correlated with arterial compliance and with hemodynamic factors such as stroke volume and peak aortic blood flow. Left ventricular systolic dysfunction reduces stroke volume and therefore also PP and systolic BP. Several studies have shown a positive correlation between low PP and diminished cardiac index (2

). Voors et al. reported a positive and independent association between low PP and low LVEF, and our results confirm these observations.4

There are well recognized factors that affect mortality in HF, such as older age, diabetes, renal failure, higher NYHA class, low LVEF, low peak oxygen consumption, low plasma sodium levels and high natriuretic peptides. In our study low PP and low LVEF were the most important predictors of CV death.4

The data on the relationship between PP and HF prognosis are limited and controversial. In two large trials, high PP predicted adverse CV outcomes in mild HF patients.

The SAVE investigators5 showed that higher PP predicted worse outcome in patients with asymptomatic LV systolic dysfunction, and the SOLVD investigators6 reported that high PP was an independent predictor of total CV death in patients with mild HF.

Other investigators showed that low PP independently predicted higher CV mortality in patients with advanced and decompensated HF, but not in patients with mild HF. Voors et al.4 proposed that low PP indicated decreased cardiac function. In another study PP only appeared to be an independent predictor of CV death in non-ischemic HF.

The differences between findings on the prognostic value of PP may be due to different characteristics of the study populations.

In mild HF, a high PP is probably the result of vascular stiffening or decreased aortic elasticity, which indicates atherosclerosis and therefore a poorer prognosis, whereas in advanced HF, low PP indicates decreased cardiac function and an associated worse prognosis, as demonstrated in our study.4,5

Conclusion

PP is easily calculated and can provide a clinical prognostic indicator in patients hospitalized for advanced HF.

Ethical disclosuresProtection of human and animal subjects

The authors declare that no experiments were performed on humans or animals for this study.

Confidentiality of data

The authors declare that no patient data appear in this article.

Right to privacy and informed consent

The authors declare that no patient data appear in this article.

Conflicts of interest

The authors have no conflicts of interest to declare.

Copyright © 2016. Sociedade Portuguesa de Cardiologia

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