Como calçar sapatos em um bebê de um ano: 13 passos

Como Medir?

Calçados

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 Passos

É necessário que a criança esteja com os pés apoiados no chão para uma medição mais específica. E no caso dos bebês de colo, segure delicadamente os pezinhos de forma que fiquem bem esticados.

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 Passos

No caso de sapatos que serão utilizados com meias, faça a medição com meias.

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 Passos

Com a ajuda de uma régua comum, ou a que disponibilizamos, meça ambos os pés da criança, do calcanhar até o dedão.

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 Passos

Observação: Às vezes os pés variam de tamanho entre si, portanto, escolha sempre a maior medição dos dois pés.

Número do Calçado Idade (menino) Idade (menina) Medida
1 ou 13 0 a 2 meses 0 a 2 meses 9 cm
2 ou 14 2 a 3 meses 2 a 4 meses 10 cm
3 ou 15 3 a 4 meses 4 a 6 meses 10,5 cm
4 ou 16 4 a 6 meses 6 a 8 meses 11 cm
17 6 a 8 meses 8 a 10 meses 11,5 cm
18 8 a 10 meses 10 a 12 meses 12,5 cm
19 10 a 12 meses 1 ano 13 cm
20 1 ano 1 ano a 1 ano e meio 13,5 cm
21 1 ano a 1 ano e meio 1 ano e meio a 2 anos 14 cm
22 1 ano e meio a 2 anos 2 ano a 2 ano e meio 15 cm
23 2 anos 2 anos e meio a 3 anos 15,5 cm
24 2 anos a 2 anos e meio 3 anos a 3 anos e meio 16 cm
25 3 anos a 3 anos e meio 3 anos e meio a 4 anos 16,5 cm
26 3 anos e meio a 4 anos 4 anos 17 cm
27 4 a 5 anos 5 anos 18 cm
28 5 anos e meio 5 anos e meio 19,5 cm
29 5 anos e meio a 6 anos 5 anos e meio a 6 anos 20 cm
30 6 anos 6 anos 21 cm
31 7 anos 7 anos 22 cm
32 8 anos 7 anos e meio a 8 anos 22,5 cm
33 9 anos 8 anos 23 cm
34 9 anos e meio a 10 anos 9 anos 23,5 cm
35 10 anos em diante 10 anos 24 cm
36 Acima de 11 anos Acima de 10 anos 24,5 cm

Roupas

Para medir a altura

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– A criança deve estar descalça e sem roupa volumosa ou acessórios de cabelo.
– Evite locais onde tenham algum tipo de volume ou tapete. É importante que a parede seja lisa e sem rodapés.
– Todo o corpo da criança deve tocar a parede, os pés devem estar juntos, as pernas devem estar direitas, os braços ao lado do corpo e os dois ombros ao mesmo nível. Peça à criança que olhe para frente.
– Encoste um objeto reto como uma régua ou um livro no topo da cabeça da criança.
– Marque o ponto na parede correspondente à altura (parte de baixo do objeto reto encostado à cabeça da criança).
– Utilize a fita métrica para medir desde a base do chão até ao ponto marcado na parede.
– Anote a altura. Por exemplo, 98 centímetros (cm).

– Para os bebês, quando eles estiverem bem retinhos meça dos pezinhos à cabeça.

Para medir o tórax

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– Levante os braços da criança ou bebê e passe a fita métrica na dobra abaixo das axilas.
– Coloque a fita na parte mais larga e puxe firmemente.

– Abaixe os braços para uma medida mais precisa.

Para medir a cintura

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– Passe a fita métrica ao redor da cintura do bebe ou da criança no ponto mais fino, acima do umbigo.

Para medir o quadril

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– Passe a fita métrica ao redor da parte mais larga do quadril da criança ou do bebê e puxe firmemente.

Tamanho Idade Altura (menino) Altura (menina)
RN Recém Nascido 50 cm 49 cm
P 0 a 3 meses 50 a 63 cm 49 a 62 cm
M 4 a 6 meses 63 a 66 cm 62 a 65 cm
G 7 a 10 meses 66 a 72 cm 65 a 71 cm
GG 11 a 12 meses 72 a 75 cm 71 a 73 cm
1 1 ano 75 a 82 cm 73 a 80 cm
2 1 a 2 anos 82 a 87 cm 80 a 86 cm
3 2 a 3 anos 87 a 95 cm 86 a 95 cm
4 3 a 5 anos 95 a 107 cm 95 a 108 cm
6 4 a 5 anos 101 a 107 cm 102 a 108 cm
8 5 a 7 anos 107 a 120 cm 108 a 119 cm
10 7 a 9 anos 120 a 131 cm 119 a 130 cm

* As medidas indicadas no guia de tamanhos referem-se às medidas do corpo, e não das peças de vestuário/calçado;
* Lembramos que este guia é somente referência com medidas aproximadas, uma vez que cada marca tem seu própria medida.

Bebês devem usar sapatos? Não. E antes que você se assuste: não devem, mas se quiser até pode. Vem cá!

Sapatos de bebês talvez sejam as coisas mais fofas de todo o mundo. Aqueles mini-tênis, mini-sandálias e mini-botinhas são, sem dúvida, irresistíveis. Entrando em qualquer loja de enxoval ou de roupas para crianças, você encontra uma variedade ótima exposta, quase pedindo para ser comprada. Mas bebês devem usar sapatos?

Pois é, não deveriam. Existem muitos artigos por aí que condenam o uso de sapatos por crianças pequenas. E aparentemente eles estão “conquistando” cada vez mais adeptos. Eu sou dessas que não acha que bebês devem usar sapatos e, olha, desde que eu fiquei grávida isso é uma questão familiar complicada.

Enquanto a (minha) família diz que o bebês devem usar sapatos, especialistas dizem que não. Kevin Geary, autor do livro Revolutionary Parenting, disse ao Washington Post que bebês não devem usar sapatos porque ficar descalço torna pés e pernas mais fortes, torna o corpo mais ágil e menos suscetível a lesões/machucados.

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“Mas nem um chinelinho nesse chão frio?”

Não, tia Cátia. É até importante que o bebê sinta o chão mais frio. Segundo o mesmo especialista, pés descalços aumentam a propriocepção (a captação de informação sobre a localização e o movimento do corpo através dos sistemas de sentido). Ou seja, é extremamente importante para a consciência corporal do bebê e da criança.

Além disso, pés são uma das partes mais sensíveis de todo o corpo humano. São mais de 200 mil terminações nervosas que nós cismamos em cobrir com sapatos duros e manter longe do chão. Não é à toa que a medicina oriental tem tratamentos milenares que envolvem os pés.

A pediatra Kacie Flegal também responde não à pergunta “bebês devem usar sapatos?”. Segundo ela, enquanto os pézinhos de bebês sentem, se movem e se equilibram nas superfícies que eles estão explorando, eles mandam informações para o cérebro. Isso cria foco e consciência sobre o andar e sobre se mover no espaço.

“Mas o bebê vai pegar doenças!”

Olha, tio Robson, provavelmente não. Nossa pele e nossos pés são feitos para nos proteger de organismos indesejáveis. Existem muito mais germes e doenças que estão ao alcance das mãos do que dos pés. Para infecções “subirem” pelo pé, as condições tanto do pé quanto do chão devem ser próximas de calamitosas em termos de sujeiras e feridas.

E a verdade é que essa insistência para eu vestir os pés do bebê vem desde que ele era recém-nascido. Muito antes de ele pensar em colocar os pés no chão, eu já ouvia que bebês devem usar sapatos porque sapatos são fofos, lindos e quentinhos. Mesmo o bebê tendo nascido no final de setembro e não usando mais do que um bodyzinho.

Não sei quantas vezes eu expliquei que não era pra dar sapatos para o bebê. Que sapato era pesado, quente e atrapalhava. Fui lida como louca quando disse que sapatos mudavam a forma dos pés em adultos (é real!), imagina só o que faz com um pé que é basicamente cartilagem?

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Porque sapato de bebê é tão bonitinho…

Ok, tia Cleide, são mesmo. Mas eu sinceramente não acho que vale a pena sacrificar tantos benefícios por causa de um enfeite. Sim, para bebês sapatos não passam de enfeites. Pior. Podem ser enfeites perigosos.

Sandálias e chinelinhos com tiras aumentam muito o risco de tropeçar, principalmente em bebês que estão aprendendo a andar. Sapatos fechados e tênis favorecem o aparecimento de fungos. Se tiver um micro saltinho que seja, já é um risco enorme para torções e quedas. Já pensou?

Eu entendo que, em algumas famílias, o andar de sapatos (mesmo dentro de casa) é um hábito que passa de geração para geração. Um tipo de hábito difícil de desconstruir. Então, se você quiser colocar sapatos no seu bebê, aqui vão algumas dicas de como fazê-lo de forma segura.

se você for calçar o seu bebê…

  • Evite sapatos pesados e cheios de detalhes fashion.
  • Se está frio, meias anti-derrapantes fazem o serviço muito bem.
  • Tente deixá-los sem sapatos pelo menos no ambiente controlado de casa, no chão que você sabe que está limpo e sem objetos cortantes.
  • Veja se o sapato tem solas flexíveis que acompanham o desenho dos pais. Melhor ainda se deixarem os dedinhos se espalhar, sem apertar.
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No fim, é uma escolha dos pais sobre o que é melhor para cada bebê, como quase sempre.

Mas não esqueçam de pesar os prós e contras antes de tomar a decisão – e antes de gastar os tubos numa mini galochinha de unicórnio.

referências:
https://www.bellybelly.com.au/baby/babies-should-go-barefoot-while-learning-to-walk/
https://www.washingtonpost.com/news/parenting/wp/2016/02/29/why-kids-should-go-barefoot-more-and-probably-adults-too/?noredirect=on&utm_term=.a9f02d91c629

Guia de tamanhos

Uma dúvida que muitos papais, mamães, titios e vovós demonstram com frequência em nosso Facebook e Instagram é: “qual o tamanho de sapatinho para o meu bebê?”

A escolha errada pode trazer consequências

É muito importante usar o tamanho correto de calçado no pimpolho porque, além de poder machucar o pezinho dele, um sapato inadequado ainda pode prejudicar o crescimento do pé e comprometer o desenvolvimento de suas curvaturas, ocasionando problemas de postura, entre outros.

Qual o tamanho certo para cada idade?

O tamanho pode variar e nem sempre o indicado para a idade do seu pequeno é a melhor opção para ele, já que alguns têm o pé mais gordinho; outros, mais magrinho; etc.

Por isso, é importante ter em mente as medidas de cada numeração. Para te ajudar, montamos uma tabela orientadora, que você pode imprimir ou consultar por aqui sempre que quiser fazer umas comprinhas:

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 PassosTabela orientadora com meses e numeração do calçado.

*Medidas de calçados da Colorê pode sofrer pequenas alterações nos centímetros (para mais).

Idade Tamanho cm
00 a 02 meses 13 9
02 a 04 meses 14 9,6
04 a 06 meses 15 10,4
06 a 07 meses 16 11
07 a 08 meses 17 11,6
08 a 09 meses 18 12,3
09 a 10 meses 19 13
10 a 12 meses 20 13,6
13 a 15 meses 21 14,3
16 a 18 meses 22 15
19 a 24 meses 23 15,6
2 anos e 5 meses 24 16,3
3 anos 25 17
3 anos e 5 meses 26 17,6
4 anos 27 18,4

Como medir o pé da criança?

Você pode medi-lo com uma régua ou utilizar a palmilha do calçado como parâmetro. Algumas lojas também disponibilizam um medidor próprio para isso.

Como saber se o sapato está apertado ou folgado?

O ideal é que, com meia, fique uma sobra de 1 a 2 cm na parte da frente do sapato escolhido.

Como Calçar Sapatos em Um Bebê de Um Ano: 13 Passos

Tudo o que queremos é garantir conforto para os nossos pequenos. Por isso, se você gostou das dicas, compartilhe com seus amigos e vamos espalhar carinho para os pezinhos dos nossos pimpolhos por aí. ♥

Como escolher o sapatinho do bebê

Os sapatos certos podem fazer muito pelo desenvolvimento da criança. Além de deixá-las mais bonitas, estilosas e completar o visual, o calçado ideal a ajudará a andar melhor e sentir mais segura na hora dos passeios e brincadeiras. Para orientar você nesta escolha, confira as dicas dos especialistas:

Idade da criança: até os 12 meses, que é quando o bebê geralmente começa a dar os primeiros passos, o sapato é basicamente um acessório que acompanha a roupinha. Até esta idade, o aconselhável é que o pé fique bem confortável.

Então, priorize materiais como lã e tecidos leves e com solado pouco resistente. Já quando o bebê vai para o chão e começa a andar, priorize os calçados que dão firmeza aos pés da criança. Assim, ela se sentirá segura para dar os primeiros passos.

Conforme a criança cresce, os modelos podem ir variando: tênis, sandálias e papetes sempre têm espaço na sapateira dos pequenos.

Flexibilidade: esta característica é essencial para todos os calçados.

A sola do sapatinho terá de seguir os movimentos do pé durante o andar, principalmente na hora em que a criança deposita seu peso sobre os dedos.

Calçados com solado muito resistente podem prejudicar o desenvolvimento dos pequenos. Opte por aqueles que possuem solas de borracha e evite as fabricadas em couro pouco flexível ou madeira.

Tamanho: para que o sapato dure alguns meses a mais, muitos pais acabam escolhendo um par com a numeração maior que o pé da criança. Mas esqueça isso! Se o calçado estiver largo ou grande para o bebê, ele terá dificuldades para se equilibrar, deixando-o inseguro nas primeiras passadas, o que pode causar tropeços e quedas.

Solado: é importante que a sola do calçado tenha ranhuras. Essa textura cria atrito entre o calçado e o solo, evitando que a criança escorregue.

Até os 12 meses, o ideal é que essa sola seja quase imperceptível, já que até esta idade, o sapato funciona como um adereço ou simplesmente está ali para deixar o pé aquecido.

 Já do primeiro ao terceiro ano, o ideal é que a sola seja fina, para que se torne o mais flexível possível e seja capaz de acompanhar os movimentos do pé do bebê. Quando a criança completa seus três anos, o pé está um pouco maior e o solado já pode ser mais grosso, porém, é essencial que continue confortável.

Material: os sapatinhos em couro resistente e verniz podem ser usados em ocasiões especiais. No dia a dia, os pais devem optar por calçados feitos em lona, nylon, camurça, tecido e alguns tipos de plástico, que não incomodem o pé da criança.

Esses materiais, além de super práticos na hora da limpeza, são mais leves e mais flexíveis, deixando o pé da criança mais confortável. Além disso, avalie se o calçado escolhido tem uma boa sustentação no calcanhar. O pé da criança deve ficar sempre junto da palmilha.

Se há esta movimentação, sinal de que o calçado não é o ideal.

Modelo: para escolher o modelo, nada melhor que avaliar o ambiente. Se a criança vai ao parquinho ou à escola, ela precisará se sentir segura para aproveitar as brincadeiras.

Nos dias mais quentes, as sandálias e papetes estão liberadas, desde que contenham fechamentos para assegurar que o pé da criança fique sempre em contato com a palmilha. Os sapatos com velcro são a melhor opção para os pés pequeninos, já os sapatos com cadarço podem ser usados quando a criança estiver maior, por volta dos quatro anos.

Os saltos estão proibidos. Durante a infância, a criança ainda não tem coordenação para se equilibrar sobre saltinhos. Então, o modelo deve ter a sola uniforme e baixa. Os tênis são ótimas opções para os dias de frio, já que eles sustentam o pé da criança e dão segurança no andar.

Só evite que a criança se apegue aos calçados usados especificamente para praticar esportes, como as chuteiras. Já, quando o assunto são as botas, melhor mesmo é usá-las eventualmente, respeitando sempre a flexibilidade e o conforto da criança.

Noeh no programa Bem-Estar: sapato para bebê que cuida dos pezinhos

Noeh no programa Bem-Estar: sapato para bebê que cuida dos pezinhos.

Sapato para bebê, criado por pesquisadora mineira, simula solo natural, como areia, terra e grama. O objetivo é cuidar do desenvolvimento dos pezinhos estimulando a musculatura e auxiliando o correto posicionamentos dos pés. O resultado disso é uma caminhada mais equilibrada e mais segura desde os  primeiros passos e uma base forte para o resto da vida.

Veja a matéria em que a Noeh foi convidada pelo programa Bem Estar da rede Globo de Televisão para falar sobre os cuidados com os pezinhos de apartamento.

Sapato ideal para bebês urbanos

Os bebês urbanos já podem contar com uma tecnologia de ponta para auxiliar o desenvolvimento correto e saudável da caminhada e dos pés desde os primeiros passos, fase que dura, em média, entre os 9 e 30 meses de vida. Essa tecnologia é a base do Noeh, um calçado biomimético que é melhor sapato para o bebê andar. É uma solução para os bebê que têm menos oportunidades para andar descalços em solo natural com segurança.

Durante estudos para desenvolvimento do sapato de bebê biomimético, um sapatinho infantil adequado para a primeiríssima infância, a pesquisadora e designer mineira, Dra.

Ana Paula Lage, se deparou uma pesquisa que aponta que mais 70% das crianças chegam aos 7 anos com alguma anormalidade nos pés em decorrência de um desenvolvimento aquém do necessário resultando em uma base mal desenvolvida, geralmente uma base que cresce fraca.

“Apenas 2% dos bebês nascem com alguma anormalidade, ou seja, os problemas surgem no decorrer do desenvolvimento. A maioria dos pais ainda desconhecem os problemas que um calçado inadequado pode gerar no desenvolvimento motor dos seus filhos a curto, médio e longo prazo.” Exemplos desses problemas são: pé plano, o famoso pé chato; pisadas tortas; dedos em garra e etc.

Pés fracos prejudicam o desenvolvimento motor

A pesquisadora explica que as crianças urbanas, que crescem em apartamentos, aprendem a andar e andam majoritariamente em pisos planos, sem os estímulos do solo natural (areia, grama, terra). Porém esses estímulos são necessários para a formação de pés com a musculatura forte suficiente para a sustentação do corpo ao longo da vida.

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De acordo com ela, “Caminhar descalço em terreno irregular ajuda os pés a desenvolverem sua musculatura interna. Isso significa que quando pisamos em um terreno natural, essa superfície se modifica, precisamos fazer força para equilibrar para depois dar o próximo passo.

É como se fosse um exercício de musculação. O chão pavimentado, por ser reto e duro, não cria desafios para que o pé necessite usar toda a musculatura.

No terreno irregular,  essa instabilidade natural estimula os pezinhos internamente, favorecendo o equilíbrio e, consequentemente, um desenvolvimento motor mais saudável.”

Andar descalço em terreno natural é a melhor opção

Por isso, andar descalço em solo natural é, com certeza, a melhor opção para o desenvolvimento motor infantil saudável. Nós, seres humanos, evoluímos para andar descalço em terrenos irregulares.

Sendo assim, respeitar nossa natureza favorece a saúde em qualquer idade, principalmente na fase de rápido desenvolvimento quando os bebês estão aprendendo a andar (geralmente dos 9 aos 30 meses, variando para cada bebê).

Dessa forma, ao sentir o chão descalço, despertamos nosso sistema vestibular (responsável pelo equilíbrio), que estimula o cérebro para fazer novos mapeamentos e conexões neurais, favorecendo o equilíbrio.

Por isso, Dra. Ana Paula desenvolveu esse sapatinho de bebê biomimético. O Noeh simula o solo natural trazendo a irregularidade e dinamismo às crianças que crescem em apartamentos ou sem a oportunidade de experimentar a caminhada descalça em terrenos naturais.

Para você que está buscando a melhor experiência para seu bebê, essa alternativa de tênis para bebê pode contribuir para minimizar interferências no desenvolvimento normal dos pés.  Essas interferências podem se transformar em anormalidades nas articulações, tornozelos, joelhos e até coluna, ainda na infância e/ou que impactam na saúde motora e ortopédica na idade adulta.

O Noeh é um sapato para bebê ortopédico?

Um sapato ortopédico é um calçado que auxilia no tratamento de alguma anormalidade. Conceitualmente, um sapato ortopédico para bebê seria indicado para algum tratamento específico.

Por esse motivo, o Noeh não é um sapatinho ortopédico para bebê! No entanto, é um sapatinho funcional, um sapatinho biomimético (pois imita o comportamento da natureza quando a gente pisa).

Um sapatinho que cuida dos pezinhos do seu bebê dando as condições necessárias para que ele se desenvolva de maneira plena prevenindo anormalidades futuras, prevenindo a necessidade de usar um sapatinho ortopédico.

O produto inovador, que conta com tecnologia de ponta e design moderno foi pensado para garantir os benefícios da caminhada em solo natural, com conforto e segurança. O sapatinho também contribui para aspectos do desenvolvimento cognitivo, a começar pelas cores, estampas, brilhos e texturas, que têm a mesma relação dos brinquedos infantis para estimular a visão do bebê.

Portanto, as famílias de bebês urbanos que moram em apartamentos ou não contam com espaços de solo natural para que suas crianças possam caminhar descalças, já têm uma solução para cuidar dos pezinhos contribuindo para o desenvolvimento motor saudável. Assim como àquelas que brincam em espaços públicos, expostos aos riscos de machucar os pés e sujeiras, também podem usar o Noeh, garantindo proteção, conforto e os benefícios da caminhada em solo natural mesmo estando calçadas.

Por que sapato de bebê Noeh é tão diferente?

O sapatinho infantil foi desenvolvido com base em estudos teóricos e testes científicos práticos feitos no laboratório de Análise do Movimento da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Os testes foram coordenados pela fisioterapeuta, Pós Doutora Líria Okai Nóbrega. Líria é especialista em neurociências e análise de movimento. Também estivemos amparados por uma equipe formada por médicos ortopedistas infantis, fisioterapeutas e engenheiros.

Até 2020, o Noeh era o único calçado testado e certificado no mercado.

“O mercado de calçados não tem regulamentação. Por isso, qualquer um pode produzir qualquer sapatinho infantil e comercializar para seu bebê calçar. A grande maioria dos calçados infantis são uma miniatura daqueles feitos para os adultos, portanto, não respeitam a fisiologia do pé do bebê.

O pé do bebê tem características próprias, diferentes de um pé adulto. Portanto, uma calçado miniatura altera o formato normal do pezinho e o padrão da caminhada da criança prejudicando o desenvolvimento motor e o bem-estar das crianças a curto, médio e longo prazo”, ressalta a pesquisadora.

Em janeiro de 2020, surgiu outra pesquisa de calçados, já existentes no mercado, que se dizem testado e comprovado, porém de acordo com a Dra. Ana Paula Lage, “é uma pesquisa com características pouco científicas pois a análise de marcha tem como fundamento um sistema de informações, é necessário entender todo o movimento para dizer se um calçado altera ou não”, diz.

Por que o Noeh foi desenvolvido?

O Noeh foi criado com a finalidade de contribuir para o desenvolvimento motor saudável e a formação de pezinhos deixando-os mais fortes e bem preparados para sustentar a criança acompanhando o crescimento saudável dela.

Por isso, é o calçado ideal para o bebê que esta começando a andar.

Foi projetado para promover a melhor experiência para as crianças nos seus primeiros passos pois, a partir de pesquisas sobre as necessidades de um pezinho em desenvolvimento, foi possível cobrir essas as necessidades resultando em um calçado!

Foi desenvolvido para calçar durante a primeiríssima infância pois é a fase mais importante para investir no cuidado com os pés com consequências por toda a vida.

Essa fase coincide com a primeira fase de desenvolvimento dos pés, chamada de rápido desenvolvimento.

Por isso é preciso se preocupar com o sapato infantil para crianças que estão começando a andar até quando já está bem equilibrado e com controle fino de movimentos (primeiríssima infância), por volta dos 3 aninhos.

O Noeh é um resultado de uma pesquisa acadêmica. A pesquisadora que criou a Noeh não tinha marca de calçados infantil. Ela é uma especialista em desenvolvimento de produtos para saúde que, ao se deparar com o problema dos pés mal desenvolvidos chegou a conclusão que um sapato seria a melhor solução. Mas, o resultado poderia ter sido um colchão, um parquinho, etc.

Por isso, o Noeh oferece benefícios que nenhum outro calçado oferece e, mesmo assim, tem um preço compatível com as  marcas existentes no mercado mas com diferenciais que nenhuma outra tem: a certificação científica, o conforto, a segurança e, acima de tudo o desenvolvimento motor saudável do seu bebê! Os modelos são desenvolvidos pelo tipo de pezinho, tem sapatos específicos para pé bisnaguinha, aqueles bem gordinhos ou magrinhos, e etc. Cuide dos pezinhos do seu bebê: use Noeh! O sapato que não é só um sapato!

Onde encontrar o Noeh?

O sapatinho está no mercado desde 2017 e foi o primeiro tênis do mercado com microesferas, com pérolas, mini bolinhas, na palmilha. Depois do Noeh, duas gigantes multinacionais esportivas lançaram calçados com microesferas.

Pode ser comprado pela loja online, clicando aqui. O showroom da marca funciona em Belo Horizonte, no bairro Serra.

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10 passos para fazer o seu filho dormir na cama dele

Há muitas razões pelas quais a criança não gosta de ficar na sua cama e não faltam motivos para ela querer procurar os pais quando acorda de forma abrupta no meio da noite. Encontrar uma solução que funcione na sua família requer um pouco de tentativa e erro, mas com alguma dedicação, você vai ter sucesso.

É importante mostrar à criança que dormir em seu próprio quarto lhe garante autonomia e mostra que vocês, pais, estão confiantes nela. Mostre que agora ela será mais responsável, que terá mais independência e que ganhará ali um espaço todo para se desenvolver e fazer suas atividades – sob supervisão, claro.

Mas, apesar de todo o otimismo, sabemos que este será um momento delicado a todos, portanto, separamos aqui dez passos para ajudá-los nessa transição:

1. Encontre a raiz do problema

O primeiro passo é descobrir por que o seu filho está tendo problemas com isso. Algumas crianças saem da cama à noite porque têm medo de monstros imaginários e outras simplesmente porque algo as acordou e elas não conseguem pegar no sono sozinhas.

2. Comece uma rotina nova

Mudar um pouco a rotina da hora de ir para a cama pode ter um bom impacto, sobretudo se o motivo pelo qual o problema acontece são os pesadelos ou o medo. Mostre que não há perigo nenhum no quarto e tire um tempo para lhe contar uma história. Isso vai fazer vocês atingirem o objetivo sem tanta pressão.

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3. Estimule o seu filho a pegar no sono sozinho

Se você costuma passar um tempo no quarto do seu filho até que ele pegue no sono, pode ser bom repensar a estratégia.

Se a criança depende de você para dormir, é natural que ela procure por você quando desperta durante a noite e não consegue adormecer sozinha.

Se você trabalhar para que ela se acostume a pegar no sono sozinha, possivelmente vai perceber que o grosso do problema já está resolvido. Neste caso, o tempo de leitura sugerido acima deve ser limitado.

4. Saiba chegar ao objetivo acontecerá de forma gradual

Você não vai conseguir dormir em uma cama “livre de crianças” na primeira noite em que estiver trabalhando nesse projeto – e talvez nem mesmo na primeira semana. É importante manter o foco no objetivo final, mas lembrando que o resultado não será imediato. Afinal, você quer uma solução definitiva, e não algo temporário.

5. Mantenha uma linguagem positiva

Quando você conversar com o seu filho sobre dormir sozinho, assegure-se de que a sua linguagem é otimista e positiva, e não severa e autoritária. Faça com que passar uma noite inteira na própria cama pareça para ele uma grande conquista, e não algo que ele precisa fazer para não ser castigado ou para não desapontar você.

6. Envolva o seu filho no processo, claro

É importante dar ao seu filho um pouco de autonomia sobre a situação, deixando-o escolher lençóis novos, um bicho de pelúcia especial para dormir junto com ele ou até mesmo deixando ele falar um pouco com você antes de dormir. Faça com que seu pequeno saiba que você quer que ele esteja empolgado com esse novo capítulo na sua vida de “gente grande”.

  • 7. Invente um jogo
  • Estabelecer um sistema de recompensas após cada noite passada com sucesso na própria cama faz a coisa parecer divertida e desafiadora.
  • 8. Seja firme

Quando você ouve passinhos se aproximando do seu quarto no meio da madrugada, pode parecer mais fácil simplesmente dar espaço, em vez de se levantar e encarar o desafio. Porém, consistência é a chave, porque você não quer enviar mensagens confusas para o seu filho. Simplesmente levante-se, leve o seu filho de volta para a cama dele, evitando confrontos no caminho.

9. Seja paciente

Não é fácil manter a calma quando você se vê privado do sono e frustrado, mas perder a paciência e o controle é uma maneira infalível de fazer as coisas darem errado. Quando você estiver levando a criança de volta para o quarto dela, se esforce para ser compreensivo, em vez de expressar raiva e insatisfação.

10. Recompense o sucesso e não castigue os retrocessos

Em vez de castigar o seu filho ou fazê-lo ficar envergonhado quando ele está se esforçando, procure recompensar as suas vitórias. Entenda que ele quer que você se sinta orgulhoso dele, mesmo se a mudança que você está pedindo é grande e um pouquinho assustadora.

  1. ***
  2. Recomendamos também:
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De olho nos primeiros passos de seu filho

Tropeçar, cair, chorar, recomeçar. É o desafio natural das crianças nessa fase do seu desenvolvimento.

Perninhas afastadas, bracinhos abertos como se estivesse se equilibrando numa corda bamba, e lá vai ele: tropeçando, cambaleando, caindo. Dar os primeiros passos é um grande desafio e, ao mesmo tempo, um momento fascinante na vida dos bebês — e de seus pais. Mas os tombos são inevitáveis, o que faz com que alguns pais percam noites de sono.

“Muitas mães chegam ao meu consultório reclamando de que o filho cai demais. Mas isso é perfeitamente normal”, diz o médico Henrique Sodré, chefe da disciplina de ortopedia pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele explica que, quando a criança está aprendendo a andar, em geral entre 11 meses e 1 ano e 2 meses, sua coordenação motora é precária.

“Ela ainda está imatura do ponto de vista neurológico”, diz Sodré.

Prevenção

O bebê, no entanto, pode ter certos problemas, principalmente de origem ortopédica, que tornam o aprendizado de andar mais complicado. Como é muito difícil para os pais identificar sozinhos essas alterações, sempre é bom marcar uma consulta com um especialista quando a criança estiver arriscando os primeiros passos. Segundo o ortopedista da Unifesp, algumas alterações posturais são consideradas normais e podem ser corrigidas com o tempo. O pé da maioria dos bebês, por exemplo, é plano, sem cava. Mas isso não é motivo para preocupação. Nem todos os bebês precisam usar sapatos ortopédicos e apenas 5% dos casos evoluem para um pé chato doente.

Marcha de periquito

Outras alterações posturais comuns nos bebês andarilhos são a “marcha de periquito” e o joelho em xis. No primeiro caso, a criança tem os pés voltados para dentro, e seu caminhar se assemelha ao de um periquito. No outro, os joelhos quase se tocam e as perninhas ficam abertas. Apesar da deselegância do andar, esses problemas tendem a se corrigir espontaneamente. Em situações mais graves, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica corretiva. São os casos de malformações congênitas nos pés, joelhos e pernas. ou da luxação do quadril, que ocorre quando a cabeça do fêmur (o osso da coxa) não encaixa direito na bacia da criança.

No caminho certo •O pé foi feito para andar descalço. Por isso, dentro de casa, tire os sapatos de seu filho. Isso dará mais estabilidade e equilíbrio à criança e fortalecerá os músculos dos pés.

•Nos passeios fora de casa, use sapatos flexíveis e que não apertem o pezinho da criança. Os tênis infantis são uma boa dica. •Sandálias também são aconselhadas, desde que fiquem bem presas ao pé, com uma tira no calcanhar, por exemplo, para não provocar tombos. •Botas e palmilhas ortopédicas devem seu usadas apenas sob orientação médica. •O andador não é recomendado, porque a criança fica sentada e não se mantém na posição ereta, que é a correta para começar a andar.

Os primeiro calçados do seu bebê

Há modelos modernos e coloridos. Cada vez temos mais alternativas para calçar o nosso bebê. Como escolher e quais fatores devemos levar em conta para não machucar os pezinhos do nosso pequeno.

Quando o nosso filho é apenas um bebê, não é necessário calçá-lo. Basta abrigar os seus pés com meinhas. Porém quando começa a anda podemos ajuda-lo escolhendo sapatos adequados para os seus primeiros passos.

Mitos

Às vezes, os pais acham que o bebê precisa ser calçado para formar os seus pezinhos. No entanto, especialistas concordam que o pé se forma sozinho e que a finalidade de calçar o nosso filho está relacionado com:

  • Evitar feridas.
  • Dar estabilidade para que se sinta seguro ao ficar de pé.

Para não esquecer

Além de escolher um calçado bonito, cômodo e durável é preciso analisar o material do sapatinho. Recomenda-se que seja flexível, suave e sem arestas duras. Escolha o que tenha uma sola resistente e suave na zona de flexão do pé para que se adapte aos movimentos do pequeno.

É importante que seja de borracha ou antideslizantes para evitar escorregões e quedas. A respeito do molde, não deve ser muito estreito, mas também não muito largo, pois causaria incômodos.

A forma tem que se adaptar ao pezinho da criança, e é preferível que a ponta seja mais redonda e amplia. Sobre o material do peito do pé, o melhor é que seja de coro ou algodão, e se recomenda evitar materiais sintéticos que não favorecem a transpiração e causam micose.

Sobre o tamanho

Quando o sapato escolhido é caro, pesamos na duração, e por isso, caímos na tentação de comprá-lo grande.

O ideal é que entre a ponta do dedo mais comprido e a ponta do sapato fique o espaço de um polegar longo.

É conveniente revisar com frequência o calçado do bebê porque é possível que o sapato já tenha ficado pequeno. Se aparecem pequenas zonas avermelhadas no pé da criança, significa que o calçado ficou pequeno.

Às compras!

O melhor momento para comprar sapatos é pela tarde, quando o pé está mais dilatado. É importante que a crianças prove o sapato para certificar que o número seja o correto. Também convém revisar o interior do calçado para detectar se há costuras que possam provocar futuras fricções.

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