Como avaliar a credibilidade de uma fonte (com imagens)

Como já se sabe, a informação é um elemento imprescindível à vida humana. Até pouco tempo atrás, predominavam os formatos impressos de disseminação de conteúdo.

  • Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte (com Imagens)Atualmente, com a consolidação da internet e a difusão das tecnologias de informação e comunicação, muitas fontes e recursos estão disponíveis na web; no entanto, da mesma forma que isso facilita o acesso, dificulta a busca mais pontual, qualitativa e fidedigna por informações.
  • A rápida dinâmica com que surgem novas fontes de informação aumenta exponencialmente o volume de conteúdo que, muitas vezes, não é avaliado de forma adequada.
  • Este cenário, de questões complexas impostas pela internet, tais como volatilidade, mutabilidade e dinamismo, evidencia a necessidade de se selecionar criteriosamente os diversos recursos disponíveis em rede.
  • Pensando nisso, damos algumas dicas para ajudar você a avaliar as fontes de conteúdo na internet:

Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte (com Imagens)

  1. 1- Credibilidade das informações: observe a existência de instituição e/ou pessoa física responsável pelo conteúdo disponibilizado, além de credenciais e formas de contato, caso necessite sanar quaisquer dúvidas;
  2. 2- Atualização do conteúdo: verifique quando a página foi atualizada pela última vez, certificando-se de que o conteúdo é atual e, também, teste os links (uma fonte atualizada não apresenta links quebrados);
  3. 3- Qualidade intrínseca da informação: avalie fatores como a coerência com as normas cultas, se existe foco do conteúdo e a consistência estrutural com que a informação é apresentada em toda fonte;
  4. 4- Acessibilidade: atente-se para a facilidade de localizar e obter a informação;
  5. 5- Suporte aos usuários: veja se é possível algum auxílio, caso precise, durante sua consulta à fonte;
  6. 6- Segurança: analise as questões de acesso restrito e a proteção contra aqueles não autorizados;
  7. 7- Usabiblidade: atente para a facilidade de uso e navegação e ao design, se é apropriado ao propósito da fonte;
  8. 8- Organização: fique alerta à estruturação dos conteúdos, pois as informações devem estar apresentadas em categorias adequadas;
  9. 9- Sistema de busca: certifique-se de que existem recursos que possibilitam acessar e recuperar rapidamente a informação, tais como índices, opções de refinamento, entre outros;
  10. 10- Consistência e relevância: considere a coerência na abordagem do conteúdo, se há referências a fontes pesquisadas, se a cobertura (temporal e temática) está de acordo com a que se propôs a fonte;
  11. 11- Estabilidade: verifique se a informação pode ser recuperada tantas vezes forem necessárias.
  12. Essas são algumas dicas, com o tempo e a atenção necessária você saberá avaliar as fontes de informação rapidamente e sem dificuldade.

Lembre-se que no nosso site são disponibilizadas várias fontes já avaliadas por profissionais da informação. Caso precise de auxílio para utilizá-las, peça ajuda aos bibliotecários – diretamente nas bibliotecas, através do chat, e-mail e/ou telefone.

Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte (com Imagens)

Boas pesquisas em boas fontes!

Referências:

TOMAÉL, Maria Inês et. al. (…). Fontes de informação na internet: critérios de qualidade. In: TOMAÉL, Maria Inês (Org.). Fontes de informação na internet. Londrina: EDUEL, 2008. cap. 1.

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Como avaliar a credibilidade do que se lê online

Todos que, em algum momento da vida, se viram obrigados a carregar uma grande enciclopédia para pesquisas no colégio perceberão o valor da internet e do mundo de informações que está à nossa disposição com um clique.

Mas tamanha praticidade também traz seus percalços, e os jovens estudantes de hoje são os mais sujeitos a caírem nas armadilhas da pesquisa fácil.

Sobram informações na rede, mas como saber quando elas são confiáveis? O blog Edutopia publicou diretrizes para que os professores ajudem seus alunos a navegar com segurança sem correr riscos de adotar versões tendenciosas como fatos. São orientações tão relevantes que servem para todo mundo. Afinal, quem hoje não recorre diariamente aos mecanismos de busca?

  • A tecla de detetive não existe, mas a investigação também está a um clique de distância
  • [FONTE: Kellé Campbell]

Avaliação crítica
Desconfiar é a palavra de ordem na hora de considerar a validade de uma informação na internet.

Uma recente pesquisa nos Estados Unidos indicou que mais de 70% dos adolescentes não questiona o que lê online.

Via de regra, os jovens estão mais preocupados com o impacto do conteúdo do que com a credibilidade dos dados e da fonte. Mas há maneiras e ferramentas para transformar essa realidade.

Critérios
Não existe uma receita passo a passo para a avaliação crítica, mas, compreendendo os elementos que a compõem, os estudantes poderão criar seu próprio método de leitura e interpretação.

O primeiro elemento é a relevância das informações. Que importância determinados dados têm para o assunto em questão? Em seguida, é interessante avaliar a precisão do texto.

As informações nele contidas podem ser verificadas em outras fontes?

Ainda, é essencial considerar a perspectiva de quem escreve.

Ninguém é imparcial, e, quando conhecemos a autoria de um texto, podemos investigar se o autor não está trabalhando em prol de interesses próprios. Isso nos leva à avaliação da credibilidade.

Convém verificar a reputação do veículo no qual a informação foi publicada, uma revista científica sempre terá mais confiabilidade que um blog pessoal.

Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte (com Imagens)
[FONTE: Santa Clara]

Exercícios
Com os critérios de avaliação em mãos, os estudantes estarão prontos para colocar o conhecimento em prática. O professor pode fazer treinamentos na sala de aula.

Apresentando um texto, os jovens devem ser incentivados a verificar e refutar as informações de um texto, investigar o currículo do autor, identificar possível tendências desse autor e propor novas perspectivas ao tema em estudo.

Mais desafiante será inserir essas práticas na vida cotidiana dos alunos. Todos nós, nativos da era digital ou não, tendemos a prestar mais atenção nas informações que confirmam nossas crenças, diminuindo a relevância daquelas que contradizem o que queremos comprovar.

Romper esse hábito exige concentração e disciplina. Uma das estratégias é conscientizar o processo, buscando em um texto os dados que se opõem às nossas opiniões. Depois de fazer uma listagem de todas as informações que não nos agradam, podemos avaliá-las criticamente com os critérios aqui apresentados.

Não se surpreenda se você acabar mudando de ideia.

  1. Se os jovens já usam diversos dispositivos, por que não consultar várias fontes?
  2. [FONTE: twoday]

Ceticismo
Manter uma postura crítica é, essencialmente, manter uma constante descrença naquilo que se lê.

Ensinar essa saudável desconfiança aos jovens é importante não apenas para a leitura de informações online, mas para a abordagem de discursos em todos os meios: seja na imprensa, nas publicações científicas ou na fala de figuras públicas.

E meio à velocidade da vida digital, é sábio tomar um tempo para reflexão. Entre seus alunos, como você incentiva o posicionamento cético?

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Como aumentar a credibilidade da comunicação da sua marca na internet

Em 2016, “pós-verdade” foi eleita pela Oxford Dictionaries como a palavra do ano, como um reflexo da descrença e da falta de parâmetros de informação objetiva na sociedade contemporânea.

A pós-verdade advém de uma época em que fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que suas emoções e crenças pessoais.

Essa dinâmica envolve algo como “acredito, então existe”.

Vimos crescer assustadoramente o número de notícias falsas na internet. Elas se espalharam a uma velocidade enorme e se tornou difícil saber o que merece nossa atenção.

Mas o problema não se resume ao falso. Há muito conteúdo com informações deturpadas, incompletas, plagiadas e tantas vezes levadas adiante sem checagem de informações, seja de propósito ou não.

Uma pesquisa do Instituto Reuters e da Universidade de Oxford trouxe à tona as características associadas pelos leitores às notícias falsas.

Dentre elas estão reportagem pobre, superficial e sensacionalista; textos com conteúdo político e partidário; conteúdos patrocinados, propagandas e pop-ups; notícias maliciosas, fabricadas visando lucro ou promoção política; e textos satíricos, humorísticos e paródias, como aqueles com mais potencial de serem falsos.

Responsabilidade na criação de conteúdo

Em uma era de excesso de conteúdo e de leitores confusos sobre em qual informação pode confiar, a comunicação e o marketing das empresas nas mídias sociais deve ser cuidadosa. Nas mãos de cada produtor de conteúdo está a decisão de não colaborar com o cenário caótico das fake news e dos dados não checados.

>> Leitura recomendada: Formas de driblar a hiperconectividade

Como fazer isso? Entendendo a responsabilidade que se tem ao criar um novo conteúdo para a marca, analisando as informações que serão veiculadas, datas, fontes, especialistas consultados, traduções de versões estrangeiras que podem ter deixado algo errado, entre outros. É bem comum vermos conteúdos criados a partir de citações como “estudos indicam que”, mas é preciso dizer de onde a informação realmente vem e quem a disse, se quisermos ter credibilidade na comunicação.

Fontes de informação confiáveis

Outro estudo, da Edelman Trustbarometer 2017, revelou que, pela primeira vez, 60% das pessoas disseram que “uma pessoa como você é confiável” como fonte de informação como especialista.

Além disso, 61% disseram que as redes sociais de uma empresa são mais confiáveis do que as suas publicidades. Ao ver dados como esse podemos entender que é interessante trabalhar a humanização nas ações de comunicação.

Pode-se trazer, por exemplo, colaboradores da empresa para falarem sobre assuntos relacionados ao negócio, emprestando sua imagem como profissional especialista em um determinado assunto.

As empresas podem e devem continuar fazendo publicidade, mas o conteúdo em suas mídias sociais e o que as pessoas estão falando sobre seus produtos e serviços são o que tem garantido a confiança de seus consumidores. No entanto, não basta apenas sair produzindo.

Para aumentar a credibilidade da comunicação de sua marca/empresa na internet é necessário adotar algumas medidas. Veja algumas delas:

Plágio

Infelizmente, muita gente acredita que copiar um conteúdo na internet é algo normal, comum. Que se está ali pode ser usado da maneira como se desejar. O plágio pode estar presente em artigos escritos por outras pessoas que foram copiados e publicados em blogs e mídias sociais de empresas, citando a fonte original ou não. Pode estar nas imagens usadas indevidamente em seus conteúdos.

Além de não ser bacana fazer isso, há outro problema: os buscadores sabem de onde veio o conteúdo original publicado. Ou seja, quem copia e republica acaba prejudicando a si mesmo no ranqueamento das buscas. É importante alinhar com todos os envolvidos na produção de conteúdo na empresa sobre boas práticas neste sentido.

Leia também:  Como bloquear no vôlei (com imagens)

Reescrita

Algo comum na produção de conteúdo é reescrever algo já pronto, assim, o resultado não será uma cópia, mas algo inspirado que entrega as mesmas informações de um jeito diferente.

O problema é que, às vezes, ao reescrever um conteúdo, informações podem ficar erradas sem perceber. Uma vírgula mal usada pode mudar tudo.

E assim acabamos levando adiante informações que não eram bem daquele jeito.

>> Leitura recomendada: Veja como desenvolver uma comunicação eficaz na sua empresa

Checagem de informações

Hoje em dia, parece que existe um estudo que endossa qualquer coisa que se queira levar adiante. É preciso ser cuidadoso na checagem de informações que compõem um conteúdo. Será mesmo que era aquilo mesmo? Dou um exemplo.

Outro dia, eu vi o site de uma revista dedicado a pais com uma notícia que dizia assim: “pais bonitos têm filhas mulheres, indica estudo”. A notícia trazia a foto de um homem segurando sua filha. Ao ler o estudo, eu fiquei me perguntando se aquilo era verdade mesmo e decidi escrever ao autor do estudo.

Recebi a resposta de que estava tudo certo, mas eu não me dei por satisfeita. Encontrei o estudo em inglês e percebi que na tradução para o português um erro foi cometido.

Na verdade, “beautiful parents” era necessário para que houvesse mais chances de nascer uma filha mulher. Em português, “pais” é a tradução para “parents”, mas também se refere apenas à figura masculina. E, endossada por uma imagem contendo apenas um homem segurando uma criança, a impressão é que o estudo dizia que bastava o pai ser bonito para isso acontecer, não os dois.

Provavelmente a revista não percebeu esses problemas na matéria. Mas quem garante que não há veículos ou empresas que, na ânsia de serem vistos e terem seus conteúdos amplamente disseminados, não usem títulos ou demais estratégias sensacionalistas para conseguirem seus objetivos?

Outras colunas de Flavia Gamonar: >> O futuro do marketing é contextual, humano e real >> 8 coisas que podem prejudicar a comunicação e o marketing do seu negócio >> Como criei uma cultura ágil e uma equipe de marketing motivada >> Marketing e inovação: o que sua empresa tem feito? >> 6 dicas para organizar sua rotina como profissional de marketing

Crie checklists

Para garantir a qualidade de conteúdos criados por você ou sua equipe, é legal criar checklists. À princípio, eles ajudarão na autonomia, porque, alinhando as expectativas sobre o conteúdo com os envolvidos nele, o time conseguirá caminhar sozinho.

Mas os checklists também vão ajudar a garantir a qualidade e a educar em relação ao que se espera do conteúdo antes de ele ser publicado.

Isso inclusive ajudará a evitar crises, como aquelas que as pessoas vão logo dizendo: “como assim ninguém mais viu esse conteúdo antes de ele ser publicado?”.

Os checklists podem incluir tamanho de título ideal, tamanho do conteúdo, temas que podem ser abordados, padrões de qualidade e também tópicos que relembrem sobre a necessidade de checar informações e incluir fontes. Tudo isso vai ajudá-lo a produzir conteúdo cada vez melhor para a comunicação de sua empresa, com mais qualidade e mais confiável.

Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte (com Imagens)

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Saiba como encontrar fontes de pesquisa confiáveis

Que a internet auxilia e facilita muito os projetos, pesquisas e trabalhos acadêmicos, ninguém tem dúvida.

Mas justamente por ter uma infinidade de conteúdos facilmente à disposição é que ela também se torna uma grande armadilha para quem está pesquisando e buscando fontes de pesquisa confiáveis. Afinal, ninguém quer comprometer a confiabilidade e qualidade do resultado final.

Como o objetivo dos trabalhos acadêmicos, sejam projetos, pesquisa ou trabalhos de conclusão, dissertações e teses, é sempre obter informações embasadas cientificamente sobre um assunto, o estudante ou pesquisador precisa estar atento para avaliar a veracidade, checar as fontes e ter um olhar crítico sobre o conteúdo encontrado, para então utilizá-lo.

Para auxiliar o trabalho de encontrar e filtrar fontes entre tantas disponíveis, separamos neste post algumas orientações.

5 dicas para encontrar fontes de pesquisa confiáveis

1. Palavras-chave

Para começar sua busca, verifique quais palavras-chave podem trazer os melhores resultados.

Você pode começar de maneira mais ampla, como por exemplo “humor e publicidade”, e ir refinando para “humor na publicidade década de 90”. Se ao refinar a busca o resultado for incorreto, avalie as palavras-chave utilizadas.

Quanto mais você conseguir refinar, mais irá encontrar fontes específicas sobre seu tema, e menor será a chance de fugir do assunto.

2. Envolvimento com o tema

Depois de encontrar algumas fontes, o próximo passo é descobrir quais delas possuem maior envolvimento com o tema. Isso fará com que você diferencie o que é opinião e o que é informação confiável.

 3. Avaliando as fontes

Procure a fonte da fonte. Isso porque as fontes confiáveis sempre citam outras fontes. Essa é uma das formas mais eficazes de saber se o que você está lendo é confiável. Ao encontrar um artigo, pesquisa ou mesmo reportagens, verifique se há referência às fontes consultadas, data ou nome do jornalista responsável pela informação original.

4. Consulte fontes com reputação

Uma forma de garantir que sua pesquisa tenha credibilidade é utilizar como fonte instituições de estudos reconhecidas, centros de pesquisas e universidades ou grandes especialistas da área.

5. Use livros

O bom e velho livro. Seja impresso ou digital, eles presumem credibilidade, diferentemente da internet.

Além de não poder editar o conteúdo depois de publicado, fazendo com que a consulta possa apresentar resultado diferente numa segunda ocasião, os livros também podem ser mais facilmente encontrados e consultados, enquanto que o conteúdo online pode ser retirado do ar a qualquer momento.

Vale lembrar que com a Minha Biblioteca seus livros podem ir com você para qualquer lugar, a qualquer hora. Quer saber mais? Entre em contato conosco!

Fonte: Universia Brasil

Como Avaliar a Credibilidade de uma Fonte

  1. 1

    Entenda os critérios acadêmicos. Autores de textos acadêmicos têm que seguir regras de redação mais específicas e rígidas que autores de textos casuais e até jornalistas. Sendo assim, você também deve seguir esses critérios na hora de escolher fontes.

    • Citar informações de fontes que não são confiáveis pode invalidar o seu argumento, já que ele fica baseado em informações com integridade questionável.
    • Os acadêmicos têm memória de elefante: se você usar fontes não confiáveis com muita frequência, vai ficar com uma péssima reputação.
  2. 2

    Pense na reputação do autor acadêmico.[1] Cada campo possui os seus pensadores acadêmicos que são considerados “gênios” nas respectivas áreas. Por exemplo: Jacques Lacan, Jacques Derrida e Michel Foucault são três gigantes na teoria literária e suas obras dão a base da disciplina. Por isso, você pode citá-los a qualquer momento.

    • Isso não quer dizer que as obras de autores menos conhecidos não têm credibilidade. Às vezes, citar um autor que vai contra a maré do que já é conhecido é uma maneira excelente de provar ou contestar argumentos.
    • Na academia, esses argumentos podem ser mais valiosos do que os que são baseados em obras de autores famosos — já que indicam que quem os cita teve curiosidade de ir além do óbvio.
    • Fique atento aos escândalos de credibilidade que tenham afetado as suas fontes, sejam elas consagradas ou não. Por exemplo: a credibilidade e a reputação de Slavoj Žižek sofreram um baque depois de ele ser acusado de plágio em 2014.[2]
  3. 3

    Use fontes acadêmicas e que passam por revisão paritária. Essas deve ser as suas principais fontes em qualquer projeto acadêmico, já que têm um alto nível de credibilidade. Aqui, há algumas distinções interessantes, como entre “acadêmico” e “revisão paritária”.

    • As fontes acadêmicas são escritas por especialistas em um determinado assunto com outros especialistas em mente. O seu objetivo é informar, não entreter, e elas carregam bastante conhecimento — já que são feitas especificamente para pessoas que têm interesse profissional em informações técnicas.
    • As fontes que passam pela revisão paritária não só são escritas por especialistas, mas também são lidas e avaliadas por um painel de outros especialistas. Esse painel determina se as fontes usadas no artigo são ou não confiáveis, se as metodologias utilizadas têm embasamento e, por fim, decide se o texto é íntegro de ponto de vista acadêmico. Só depois disso o artigo é publicado em periódicos consagrados.
    • Quase todo periódico que funciona com o sistema de revisão paritária cobra taxas de envio de trabalhos. Contudo, quem tem uma conta de e-mail com o provedor .edu da universidade onde estuda ou trabalha pode usar bancos de dados para acessar esses arquivos.
    • Use o motor de busca do banco de dados da universidade para fazer uma pesquisa avançada de fontes confiáveis.
  4. 4

    Tenha bom senso ao usar fontes de sites. Se você for usar uma fonte virtual, mas não acadêmica, tenha bastante cuidado — afinal, qualquer pessoa pode publicar textos na internet, independentemente do mérito.

    • De forma geral, todos os sites que terminam em .gov.br são confiáveis, já que pertencem a instituições governamentais brasileiras.
    • Sites que terminam em .com.br e .org também podem ser confiáveis, mas nem sempre são. Nesse caso, pesquise sobre a instituição ou organização que produziu a informação. Pessoas individuais não têm credibilidade suficiente para escrever textos acadêmicos sozinhas, mas órgãos (governamentais ou não) mais robustos têm.
    • Também existem organizações famosas que não são imparciais. Por exemplo: uma instituição que defende os direitos dos animais pode trazer em seu site somente informações que deem suporte à causa.
    • Sites que terminam em .edu também são confiáveis de vez em quando. Eles podem incluir materiais colhidos de aulas em universidades e afins, o que confere certa credibilidade às fontes. Ainda assim, nem sempre é o caso. Tenha bastante cuidado.
    • Se possível, busque informações de fontes que passem pela revisão paritária, e não só estejam hospedadas em sites com .edu no endereço.
  5. 5

    Evite ao máximo usar materiais publicados de forma independente. Se o autor não conseguiu convencer uma editora a divulgar as suas ideias, é porque elas provavelmente não eram tão relevantes. Portanto, nunca cite obras autoeditadas ou independentes.

  6. 6

    Aprenda a distinguir textos acadêmicos de não acadêmicos. Se o manuscrito de um autor já foi aceito para publicação, é porque alguém acha que as ideias dele são válidas. Contudo, existe uma diferença enorme entre obras publicadas para fins acadêmicos e não acadêmicos.

    • Os livros acadêmicos têm como objetivo informar. Eles trazem ideias novas, criticam as mais antigas e apresentam dados e teorias relevantes para o público-alvo. Os livros não acadêmicos, por sua vez, podem abordar temas da academia (como sociologia ou política), mas têm como objetivo entreter os leitores, e não informar.
    • Quem publica livros acadêmicos são as associações e editoras universitárias, enquanto os livros não acadêmicos são publicados por editoras comerciais.[3]
    • Os livros acadêmicos trazem listas de referências que atestam a sua credibilidade, enquanto os não acadêmicos trazem informações sem qualquer suporte prévio.
  7. 7

    Use livros didáticos somente para consultar informações secundárias. Livros acadêmicos ajudam bastante quem quer estudar, já que condensam informações técnicas de forma compreensível e simples. No entanto, eles só incluem dados que são consensuais dentro dos seus respectivos campos — e, portanto, não é tão bom usar fontes tão óbvias para atestar ou contestar argumentos.

    • Só use livros didáticos para consultar informações secundárias e que ajudem a dar base para o seu argumento principal.
  8. 8

    Preste atenção às datas das fontes. A academia vive incorporando novos conhecimentos — e as informações deixam de ser úteis ou corretas em poucos anos ou até meses. Por isso, sempre preste atenção à data de publicação da fonte antes de determinar se ela é ou não válida.

    • Por exemplo: informações que eram válidas no campo da biologia na década de 1960 provavelmente já não são aceitas hoje, já que a ciência evoluiu e fez novas descobertas nos últimos 60 anos. Sendo assim, é melhor você buscar uma fonte mais atualizada e confiável para usar como base no seu texto.[4]
  9. 9

    Use fontes e métodos inaceitáveis de formas aceitáveis. Até o momento, discutimos uma série de fontes que não são aceitáveis para fins acadêmicos: sites, livros não acadêmicos etc. No entanto, existem formas de transformar essas fontes em algo útil sem citá-las diretamente.

    • Todo estudante ouve a frase “Não consulte a Wikipédia”. É verdade — nunca é bom citar a Wikipédia por uma série de motivos: o fato de que os autores são anônimos, a atualização constante no conteúdo, etc.
    • No entanto, se você encontrar informações que parecem úteis, faça uma pesquisa em fontes mais confiáveis e veja o que dá para incluir no seu texto. Nesse caso, a Wikipédia é a “base” para algo melhor.
    • O mesmo vale para qualquer site que não tenha tanta integridade acadêmica.
    • Se você não encontrar dados que que corroborem as informações que achou nesses sites, é porque elas não são confiáveis. Sendo assim, não as cite no seu texto.
  10. 10

    Busque segundas opiniões. Se você participa da comunidade acadêmica de alguma forma (como estudante, professor etc.), busque recursos na própria universidade que ajudem a atestar a confiabilidade das informações. Se possível, converse com os seus professores e veja o que eles pensam.

    • Sempre busque essa segunda opinião com bastante antecedência. Se alguma das suas fontes for problemática, você vai ter que excluir seções inteiras do texto e buscar informações para repor o que foi perdido de última hora.
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Como comprovar autenticidade de fotos

Fotografias são mais do que apenas um elemento estético: nos ajudam a contar melhor as histórias.

Fotos podem fornecer informações ao documentar eventos noticiosos, dar prova de descobertas científicas, evidenciar os terríveis efeitos de uma guerra, desastres naturais e outros.

As matérias com fotos atraem mais rapidamente a atenção do público. As fotos são processadas rapidamente e podem aumentar o engajamento das redes sociais. E porque as fotografias são uma fonte de informação visual, o público não enfrenta a barreira do idioma em imagens de notícias internacionais, como é o caso das notícias escritas ou faladas.

Talvez o mais importante, as fotografias podem gerar fortes reações emocionais no público e as fotografias podem ser lembradas e reconhecidas de forma a servir como marcadores icônicos coletivos de eventos historicamente significativos.

Mas as fotografias também podem enganar, deturpar e mentir. Embora algumas dessas imagens tenham sido alteradas digitalmente, também vemos exemplos em que fotos não manipuladas recebem uma narrativa politizada para suportar um ponto de vista particular.

Uma proliferação de fotografias manipuladas digitalmente, juntamente com propaganda política, ajudou a inaugurar a era da pós-verdade. E em relação à “notícia” fabricada, as evidências mostram que as próprias fotografias ajudam a alimentar a viralidade de narrativas falsas.

Na imagem acima, o rosto do homem foi virado, mudando a direção natural da sombra. Consegue notar a diferença? [Via Cognitive Research: Principles and Implications]

Sim, as imagens do fotojornalismo — como todas as notícias — são uma construção da realidade. Mas os jornalistas visuais atuais trabalham diligentemente para garantir que suas fotos sejam representações precisas.

Embora tenha havido alguns lapsos éticos graves pelas mídias de notícias em relação à manipulação de imagens, estas são poucas e raras.

Além disso, os códigos de ética do jornalismo são claros em que as fotografias não devem “distorcer fatos” ou ser editadas de forma a “enganar o público ou deturpar o sujeito.”

Com fotografias, como com toda informação, o público deve ser cético e avaliar criticamente a credibilidade do conteúdo. No entanto, o questionamento do público é “muitas vezes ausente ou subdesenvolvido”.

Além disso, pesquisas recentes sugerem que o público geralmente não consegue identificar fotos manipuladas.

Isso é especialmente preocupante, já que os algoritmos de computador estão assumindo a tarefa de alteração digital, enquanto o software de edição de fotos torna-se cada vez mais sofisticado.

Então, sim, está se tornando mais desafiador detectar manipulação digital. Mas há passos que os jornalistas e o público podem e devem tomar.

Primeiro, os jornalistas visuais e os meios de comunicação devem estar atentos para garantir a autenticidade fotográfica, ao mesmo tempo em que são mais transparentes sobre a captura e o tratamento de uma imagem.

Por exemplo, as notícias digitais têm espaço para publicar tanto o arquivo editado como o “bruto” de uma imagem: os arquivos em bruto permitiriam que o público visse exatamente o conteúdo alterado, bem como as informações de captura da imagem fornecidas com um arquivo bruto (Como a velocidade do obturador e a abertura).

Essa transparência poderia ajudar a restaurar a confiança pública nos meios de comunicação.

Em segundo lugar, o público deve aprender a avaliar criticamente o conteúdo, especialmente fotografias. Embora existam muitos aspectos a serem considerados, esses conceitos básicos podem ajudar o público a determinar a manipulação digital e a representação falsa não digital.

Estude a estética fotográfica, procurando por detalhes como iluminação, ângulo e corte. Considere a narrativa fotográfica que vem acompanhada — o post nas redes sociais, a legenda ou o artigo — comparando a palavra escrita com a documentação fotográfica.

Reflita sobre a fonte, aprendendo a separar notícias tradicionais de fontes partidárias, bem como publicidade, relações públicas, paródias e propaganda. Reveja como outras organizações de notícias estão reportando a mesma história, e visite sites de verificação de fatos não partidários.

Finalmente, reconheça os preconceitos pessoais sobre um tópico e veículo de notícias.

Uma contínua integridade jornalística e reportagens transparentes, juntamente com consumidores de notícias bem informados, podem garantir que as fotografias funcionem como contadores de histórias verdadeiras.

Nicole Smith Dahmen é professora-assistente de comunicação visual da Universidade de Oregon.

credibilidade – Credibility

Credibilidade compreende os objetivos e subjetivos componentes da credibilidade de uma fonte ou mensagem.

Credibilidade tem dois componentes principais: confiabilidade e experiência, que ambos têm componentes objetivos e subjetivos. Confiabilidade é mais baseada em fatores subjetivos, mas pode incluir medidas objetivas, tais como confiabilidade estabelecida.

Experiência pode ser semelhante subjetivamente percebido, mas também inclui características relativamente objetivos da fonte ou da mensagem (por exemplo, credenciais, certificação ou qualidade da informação).

componentes secundários de credibilidade incluem dinamismo fonte (carisma) e atratividade física.

Credibilidade online tornou-se um tópico importante desde meados da década de 1990. Isso ocorre porque a web é cada vez mais uma fonte de informação.

A Credibilidade e Digital Media Project @ UCSB destaca trabalhos recentes e em curso nesta área, incluindo a recente consideração de meios digitais, juventude e credibilidade.

Além disso, a Persuasive Technology Lab na Universidade de Stanford estudou credibilidade web e propôs os principais componentes de credibilidade on-line e uma teoria geral convocada Destaque-Interpretação Theory.

credibilidade jornalística

De acordo com a Sociedade de Jornalistas Profissionais código de ética , profissional integridade é a pedra angular da credibilidade de um jornalista. Um jornalista número um dever é ser honesto.

  • De acordo com pesquisas do Instituto Gallup, a confiança dos americanos na mídia de massa tem sido consistentemente a diminuir a cada ano desde 2007.
  • Em 2013, uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisas Pew para a População ea Imprensa revelou que as classificações de credibilidade para as principais organizações de notícias estão em ou perto de seus pontos baixos de todos os tempos.
  • “Como o público perder a confiança em agências de notícias tradicionais, muitos vêem uma grande promessa na Internet como uma resposta a esta crise no jornalismo.”

O uso generalizado da internet tem ajudado a jornalistas motivar a tornar-se mais credível.

A razão para isso é porque a concorrência de fornecer notícias aumentou quando os consumidores tiveram a oportunidade e capacidade de escolher os meios que consomem através de fontes online.

A Internet tem proporcionado uma oportunidade para que todos possam relatar notícias. A fim de aumentar a credibilidade e, portanto, aumentar os leitores de seus artigos, os jornalistas devem ser objetivo, preciso, confiável e confiável.

Três aspectos da credibilidade: clareza (como facilmente o artigo pode ser entendido), precisão (como bem documentada a informação é), e confiabilidade (como crível a informação é).

credibilidade acadêmica

Os alunos percepção de instrutores tem grande importância e possíveis consequências.

credibilidade instrutor, que é definida como “a atitude de um receptor que faz referência o grau em que uma fonte é visto para ser crível”, consiste em três dimensões-, competência, caráter e carinho. Competência concentra-se em sua experiência ou conhecimento em um assunto.

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Personagem refere-se à “bem” (ou seja, honestidade, confiabilidade) de um instrutor. Cuidar incide sobre se o instrutor mostra preocupação ou empatia para o bem ou a situação dos alunos.

Embora um instrutor pode mostrar uma ou duas dessas qualidades, a melhor e mais respeitada exalam todas as três qualidades. Um estudo feito por Anders e Bronicki revelou que os alunos que são ensinados por um instrutor que eles percebem como credível, resulta em extrema fidelidade a esses instrutores.

Geralmente, os instrutores que são percebidos para ter credibilidade é tipicamente associada com habilidades de ensino eficazes.

Instrutores que demonstram competência, caráter e / ou cuidar são percebidos de se envolver em uma variedade de comportamentos de comunicação de instrução eficazes, tais como argumentativeness, imediatismo verbal e não verbal, buscando afinidade, e assertividade e capacidade de resposta.

Além disso, os instrutores credíveis são percebidos a ser baixa em agressividade verbal e menos propensos a usar comportamentos que interferem com a aprendizagem dos alunos.

Ao contrário de competência instrutor que gira em torno de instrutores experiência percebida, caráter instrutor e carinho estão enraizados em alunos a percepção de comportamentos de comunicação interpessoal dos seus instrutores.

Os estudantes podem se sentir mais conectado ao material a ser ensinado e têm a estadia informação em sua mente, se o instrutor compartilhar a informação tem credibilidade.

De acordo com estudos, quando os instrutores exemplificam as qualidades de caráter (ou seja, tipo, virtuoso, bom) e carinho (ou seja, empatia, compreensão, responsivo), os alunos relatam uma maior probabilidade de se comunicar com eles.

Os professores que estão preocupados com o fato dos alunos se comunicar com eles, seja na sala de aula ou fora da classe, pode querer reconsiderar o papel seus próprios comportamentos de comunicação in-class jogar na vontade ou a probabilidade de se comunicar com eles dos alunos.

Os instrutores que estão interessados ​​em como os estudantes percebem sua competência, caráter e carinho devem examinar como os seus comportamentos de comunicação in-class contribuir para essas percepções. Eles podem avaliar-se, volte para suas palestras, pontuação que os alunos dão-los no final do semestre, e buscar aconselhamento e formação de seus pares.

Ao fazer isso, os instrutores podem encontrar os estudantes estão mais dispostos, provavelmente, ou interessados ​​em se comunicar com eles.

credibilidade científica

Credibilidade científica tem sido definida como a medida em que a ciência em geral é reconhecida como uma fonte de informação confiável sobre o mundo.

O termo também tem sido aplicada de forma mais restrita, como uma avaliação da credibilidade do trabalho de um cientista individual ou de um campo de pesquisa. Aqui, a frase refere-se a quão perto a obra em questão adere aos princípios científicos, como o método científico .

O método mais comumente utilizado para avaliar a qualidade da ciência é revisão por pares e, em seguida, publicação como parte da literatura científica .

Outras abordagens incluem a avaliação colaborativa de um tema por um grupo de especialistas, este processo pode produzir comentários tais como os publicados pela Colaboração Cochrane , ou o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima .

O público em geral pode dar uma grande quantidade de peso para a percepção de autoridade científica em suas decisões sobre questões controversas que envolvem a pesquisa científica, como a biotecnologia .

No entanto, tanto a credibilidade ea autoridade da ciência é questionada por grupos com visões não-tradicionais, como alguns defensores da medicina alternativa , ou aqueles que contestam o consenso científico sobre um tema, como denialists de AIDS e de evolução.

credibilidade médica

As pessoas confiam na experiência dos médicos para responder a questões relativas à sua saúde.

Confiança no credibilidade de um médico é essencial para a saúde de um paciente: dependendo confiança do paciente no médico que será mais ou menos dispostos a procurar ajuda, revelar informações sensíveis, submeter-se a tratamento, e seguir as recomendações do médico.

De acordo com diversos estudos, realizados ao longo de 15 anos, podemos concluir que vemos a credibilidade de um médico como tendo cinco características que se sobrepõem: a fidelidade, que é cuidar e defender interesses ou o bem-estar do paciente e evitar conflitos de interesses; competência, que é ter boas práticas e habilidades interpessoais, a tomada de decisões corretas, e evitando erros; honestidade, que é dizer a verdade e evitar falsidades intencionais; confidencialidade, que é o uso apropriado de informações confidenciais; e confiança global, que é a “alma” irredutível de confiança, ou aspectos que combinam elementos de algumas ou todas as dimensões separadas.

Em geral, é fácil ver o que os pacientes estão procurando quando se trata de um médico de confiança ea melhor maneira que eles podem ter as suas necessidades satisfeitas.

Não parece ser um descontentamento crescente com a área médica, no entanto, por causa de empresas com fins lucrativos de drogas que estão influenciando o dinheiro por trás da área médica.

Em 2002, um médico assistiram às audiências de uma empresa de droga que estava sendo julgado pela morte de adolescentes que cometeram suicídio ao tomar suas antidepressivos. Antes dos estudos de audição tinha sido arquivado com a FDA nas melhores Pharmaceuticals para Children Act de 2002.

Estes estudos reflete um esforço do Congresso para motivar as empresas farmacêuticas para estudar os efeitos dos medicamentos nas crianças. Desde que as crianças são um mercado muito menor de novos medicamentos, a indústria farmacêutica era suspeito de não estudá-los tanto.

Os Melhores Pharmaceuticals para Children Act de 2002 foi concebido para fortalecer as empresas farmacêuticas credibilidade, recompensando aqueles que realizaram estudos pediátricos. A lei, no entanto, não exigem que esses estudos pediátricos realizados a ser divulgado ou publicado

De acordo com a New England Journal of Medicine estudo, 94% dos médicos americanos têm algum relacionamento com uma droga ou dispositivo médico empresa, incluindo pagamentos, mas também amostras de medicamentos e almoços indústria, por exemplo.

Tal evidência alarmante é o que provocou uma desconfiança crescente em profissionais credibilidade médica. Apesar dos estudos realizados destina em descobrir como aumentar a credibilidade dos médicos, os resultados não são conclusivos.

É um forte consenso geral de que o aumento da visibilidade da relação entre médicos e empresas farmacêuticas é o primeiro lugar para começar.

Nós estamos vendo algum progresso no sentido da transparência. Os EUA Aberto Pagamentos Act (Médico Pagamentos luz do sol Act) tem a partir de outubro 2014 exigida empresas farmacêuticas para divulgar pagamentos a médicos, mas é ainda não dá transparência total.

Há um longo caminho a percorrer para estabelecer confiança e credibilidade por trás do que os médicos recomendam aos pacientes. Ser honesto e mostrando que eles estão agindo fora de sua perícia em vez de motivados por incentivos dados pelas empresas farmacêuticas.

credibilidade de rua

Rua credibilidade ou “street cred” é o grau em que a palavra de alguém pode ser acreditado pela pessoa na rua. Corporações passaram por suas próprias maneiras de obter credibilidade de rua; no entanto, ele vai por um nome diferente: marca.

Este é um processo em que as empresas gastam bilhões de dólares por ano e que se destina a transmitir informações sobre um produto, que está a usá-lo, e por isso você deve também. Eles são alvo certos indivíduos como para aumentar a sua capacidade de crescer o seu “street cred” de modo que o crescimento não termina.

De roupas a alimentos, branding é usado para ajudar as empresas a melhorar a sua credibilidade nas ruas e melhor vender um produto.

O CEO da empresa é a cara do que o público vê. A CEO ajuda ilustra acionistas internos e externos da organização. CEOs são porta-vozes que estão ativamente visível e moldar a imagem corporativa. O papel do CEO é influenciar atitudes, percepções e performances dos colaboradores através do exemplo da liderança e apoio.

credibilidade liderança empresarial

credibilidade CEO é composto essencialmente de dois factores importantes: saber o que você está falando, ou especialização; e ser capaz de ser confiável, ou a confiabilidade. Uma das maneiras que a perícia de um CEO é medido é pela forma como seus / suas empregados percebê-los.

Se o CEO é visto como alguém a quem os funcionários podem ir para o conhecimento e ajuda, este vai mostrar que eles têm confiança de que o CEO detém as competências necessárias para ajudar, e é, portanto, valorizada em sua posição como tal.

A medida em que o empregado dá a sua confiança ao CEO determina a confiabilidade do CEO. Um empregado pode totalmente abraçar ou silenciosamente de lado a mensagem do CEO, estes resultados medir o grau de confiança que existe no CEO.

Toda a reputação da organização representado pelo CEO é construído principalmente pela experiência dos funcionários como o tempo passa.

Esta reputação é cuidadosamente construída por muitos fatores vivenciados pelos trabalhadores, tais como os serviços reais ou produtos fornecidos, certos fabricantes de dinheiro, ambiente de trabalho, aspectos sociais relacionados ao trabalho e à previsão global ea capacidade de liderar de forma bem sucedida.

Há um elo de ligação natural entre o CEO ea organização. A credibilidade de um CEO afeta como os funcionários visualizar a imagem da organização.

Os funcionários que percebem o CEO quanto mais qualificado, competente, conhecimento, possuem mais experiência e habilidades tendem a ver a reputação organizacional de forma mais positiva.

Os funcionários que vêem o CEO como mais honesto e confiável tendem a avaliar a organização de uma maneira positiva.

A visão funcionários da organização intervém completamente a relação positiva entre a credibilidade CEO e envolvimento do funcionário de engajamento. Embora a credibilidade do CEO afeta positivamente o envolvimento dos funcionários, o impacto real é exercido pelo ponto de vista do empregado da reputação da organização.

modelo de duas fases de credibilidade

Jürgen Habermas em sua teoria da ação comunicativa desenvolveu quatro pretensões de validade ( verdade , sinceridade , adequação e compreensibilidade ), levando ao conceito de credibilidade .

Em diferentes pesquisadores do estudo empiricamente validados as reivindicações e derivada de um modelo de duas fases de “credibilidade de relatórios”, onde em primeiro lugar compreensibilidade precisa ser alcançado. Só então os outros três pretensões de validade fazer a diferença e pode levar a credibilidade no habermasiana sentido.

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Referências

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