Como apresentar o namorado para as crianças: 10 passos

A apresentação oficial do novo namorado aos filhos é sempre um momento importante e que marca uma nova etapa na vida de todos. Para que tudo seja o mais natural possível, deixamos algumas dicas, anotem tudo.

Como Apresentar o Namorado Para as Crianças: 10 PassosMarta Cabral Photo

Apresentar o novo namorado aos filhos e à restante família é sempre marcante – e até determinante – para todos os envolvidos.

Por norma, este evento requer muita cautela, já que simboliza a entrada de uma nova pessoa na família e um período de adaptação para todos – sobretudo para os mais pequenos.

Se a relação é séria e já pensam em trocar alianças de casamento, é muito importante dar os passos corretos, com imensa calma e flexibilidade, especialmente quando existem crianças de relações anteriores na equação. 

Se esta é a vossa situação e querem oficializar a vossa relação com um anel de noivado, está mais que na hora de formalizar as apresentações. Descubram neste artigo como fazer esta aproximação da melhor forma possível.

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Respeito pelas rotinas de família

Quando uma nova pessoa chega a uma família, é normal perceber que já existem rotinas estabelecidas das quais não faz parte. No inicio, é importante não querer meter-se ou fazer de conta que sempre fez parte daquele núcleo, já que isso pode causar alguma rejeição.

É importante ter paciência e encarar este momento tal como é: uma primeira aproximação e um primeiro contacto, onde não vale a pena parecer mais do que é. A simpatia e a humildade serão a chave de uma aproximação natural, que poderá levar a uma boa relação no futuro.

Quem sabe se os filhos não chegam a participar na elaboração das vossas prendas de casamento originais num futuro. Tudo depende de vocês!

Simpatia e amabilidade

O primeiro encontro é quase como uma primeira prova quando escolhes usar um romântico vestido de noiva com renda. Não tem que sair perfeito, mas tem que impactar pela positiva.

No primeiro contacto com a família, é importante mostrar simpatia e amabilidade,assim como interesse nas rotinas familiares e dos mais pequenotes.

Tentem não ter qualquer reserva ou pensar que estes não vão aprovar a nova realidade. Em vez disso, atuem de forma positiva e tudo correrá pelo melhor!

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Ambiente descontraído

Um ambiente leve e descontraído ajuda muito a que este primeiro encontro corra bem. Como tal, podem organizar um jantar ao ar livre, por exemplo, ou um piquenique seguido de uma tarde num parque.

Este ambiente familiar e acolhedor ajudará a que todos se sintam mais à vontade e se aproximem naturalmente.

Podem surgir momentos chave e que determinem o futuro desta nova realidade, como conversas, momentos de entreajuda, partilha de opiniões ou até jogos. 

Como tomar a iniciativa

Sabem aquele momento em que calha ficar a sós com os filhos? Se o ambiente for favorável, é importante deixar que o outro tome a iniciativa de criar algum laço e se aproximar deles. Com uma conversa, com uma brincadeira ou um jogo, tudo depende das idades e do momento.

É importante perceber que, do outro lado, existe um apoio e um incentivo a que a situação seja o mais natural possível, assim que deem esse espaço à vossa cara-metade para agir de forma individual.

Num futuro, e se tudo correr bem, poderão vir a falar dos vossos convites de casamento personalizados e de como serão uma família unida e feliz.

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Descontraiam os dois

Não vale a pena ficarem excessivamente nervosos – até porque os nervos podem atrapalhar bastante! Por mais ansiosos que estejam – e por mais que queiram que este momento corra bem para ambos os lados – não vale a pena sofrerem por antecipação ou estarem tensos. Tentem ser o mais naturais e descontraídos possível, mostrando que estão felizes e contentes por terem oficializado este importante passo. Se trabalharem como uma equipa, não cabem dúvidas que, com calma e espontaneidade, tudo acabará por correr bem! 

E se correr mal..

Antes de tudo, não tenham preconceitos: refazer a vida amorosa é legítimo. Posto isto, a vossa preocupação deve ser estruturar a vida a dois de modo a que as experiências das crianças envolvidas não sejam traumáticas, desconfortáveis ou inusitadas.

É normal que, inicialmente, estas se possam sentir desconfortáveis e até demonstrar um comportamento hostil. Tentem ser flexíveis e compreensivos, dando-lhes espaço para que se adaptem ao seu ritmo.

O tempo vai estar do vosso lado, por isso confiem que, eventualmente, todos os involucrados vão sentir-me mais cómodos e abertos à ideia. 

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Preparados para este grande encontro? De certeza que tudo irá correr pelo melhor e verão que em breve estarão, como uma grande família, a escolher em conjunto vestidos de cerimónia para as damas de honor do vosso dia ou a preparar os convites de casamento para enviar aos convidados. Já sabem: descontração acima de tudo e o resto virá naturalmente. 

10 comentários em “Como apresentar o novo namorado aos filhos”

10 passos para salvar o casamento antes mesmo de conhecer seu cônjuge

Como Apresentar o Namorado Para as Crianças: 10 Passos

Em uma das pregações realizada no Acampamento Revolução Jesus, em 2015, o pregador internacional, Jason Evert, deixou 10 passos para salvar o matrimônio antes mesmo de encontrar seu cônjuge.

Primeiro passo:

Em vez de ficarmos olhando para fora procurando o amor, olhemos para dentro de nós. Antes do casamento, há muitas coisas que precisam ser curadas em nós, como raiva, ciúmes e pornografia.

Pensamos que a pornografia não pode nos causar mal nenhum, mas o que estamos alimentando dentro de nós? Se nos treinarmos por anos a encontrarmos mulheres por meio da luxúria, não saberemos o que fazer no dia em que amarmos de verdade.

Muitas mulheres têm dificuldades com a modéstia. Quando Adão viu Eva pela primeira vez, ele a viu nua, e louvou a Deus, porque viu a coisa mais bela do mundo! Nosso corpo é um convite para o amor, mas o pecado tenta nos tirar isso, ele quer nos apresentar o corpo como um convite à luxúria. Então meninas, nos ajudem!

Quero dizer de uma roupa específica: o biquíni. Havia um francês que gostava de ver as roupas íntimas das mulheres e queria fazer com que elas as usassem em público. Ele criou uma roupa de banho parecida com as roupas íntimas, mas as mulheres não queriam usá-la. A primeira mulher que usou o biquíni em público foi uma stripper.

É difícil, hoje, dizer para as mulheres não usarem biquínis, mas às vezes, precisamos dar passos para trás, se quisermos viver a santidade.

Segundo passo:

Comece seu relacionamento com a amizade. As meninas podem fazer esta pergunta: Quem é esse rapaz? Como ele trata a sua mãe? O que as “ex” dele pensam a seu respeito? Como ele trata as meninas que não o atraem?

Os homens podem se perguntar: Quem é essa menina? Eu gosto dela ou ela me atrai somente? Quero que meus filhos cresçam como ela?

Terceiro passo:

Encare seus medos. O maior medo dos homens é começar um relacionamento. Temos medo de nos doarmos e nos comprometermos, mas a nossa liberdade existe para o amor.

A melhor homilia que já ouvi foi a de um padre que perguntou quantas das meninas ali haviam sido convidas para sair. Ele passou a homilia toda encorajando os rapazes a dar passos em um relacionamento. Ele dizia que se os rapazes se sentiam chamados a namorar, que tivessem essa coragem.

As meninas têm medo de ficar sozinhas e, por isso, baixam sua moral. Chegam até a pensar que se forem puras, os rapazes não vão querer nada com elas. Assim, mudam o jeito de se vestir, de dançar. Mas a luxúria não satisfaz os homens.

Algumas mulheres perdem a esperança; no entanto, o que elas precisam fazer é gastar tempo para serem curadas. Mulheres são ótimas em esconder seus problemas atrás da maquiagem, das roupas novas.

Muitas têm medo de chorar e vão se contentando com falsas consolações.

Para curar uma dor, uma ferida, você precisa encarar as causas delas. Busque uma direção e tente curar-se, Deus escuta sua oração.

Quarto passo:

Quando namorar, você precisa pensar se este namoro é para casar; se não for, termine-o.

Se você não tem valores para casar, nem comece! Faça uma lista das características que você quer que seu esposo (a) tenha.

Uma das coisas mais importantes na lista da minha esposa, era que o rapaz amasse a Deus e desejasse, realmente, viver a castidade. Se você sabe o que quer, não vai aceitar qualquer coisa.

Quinto passo:

Fique conectado com a sua família. Quando entramos num relacionamento, vamos com toda a nossa esperança, e se a pessoa demonstrar um pouco de qualidade, nós a vemos muito melhor do que ela é, principalmente se estivermos envolvidos com ela fisicamente.

Quando praticamos sexo com uma pessoa, liberamos uma química que faz com que fiquemos apenas com o que é positivo nela. Isso nos atrapalha, nos impede de vermos realmente como ela é.

Essa substância é liberada durante o sexo, a amamentação e o parto. Pense nisso durante o namoro: o cérebro assimila que você está casado e tudo parece estar bem. Mas nem sempre está.

Quando é amor verdadeiro, quanto mais perto da pessoa você estiver, mais você será você mesmo.

Sexto passo:

Faça compromissos claros. Há pessoas que estão se relacionando com outras, mas não sabem exatamente o que está acontecendo, não sabem se estão namorando ou não. E esse é um trabalho do homem. A menina não precisam ficar se perguntando, é o homem que precisa deixar isso claro para ela, se estão namorando ou não.

O cérebro do homem e da mulher são muito diferentes. A mulher não para de pensar o dia todo, já os homens nem sempre estão pensando. Para a mulher, os homens não pensarem em nada é impossível! Mas vocês precisam compreender esta realidade.

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Sétimo passo:

Torne seu relacionamento puro. A proposta da castidade é nos fazer livres para amar, ela também nos dá a liberdade para sabermos se estamos sendo amados ou usados.

Imagine que você conheça a mulher dos seus sonhos e tenha uma filha com ela. Essa criança é o seu coração fora do corpo. Então, ela cresce, começa a namorar. O rapaz tem uma van com uma cama atrás. Pense, agora, até onde ele vai com sua filha!

Por que guardamos a inocência dos nossos filhos, mas não guardamos a nossa nem da filha de Deus, que é nossa namorada?

No dia do casamento, toda vestida de branco, que sua alma seja tão branca quanto seu vestido. A beleza de fora não entra em você, mas a sua beleza reflete seu exterior.

Quanto mais amamos uma pessoa, mais temos de nos preocupar com sua alma. Pense que se seu namorado morrer, você deve estar apto a entregá-lo nas mãos de Deus. “Aqui está ele, eu cuidei dele para você!

Você não sabe o futuro, só Deus sabe! Então traga-O para seu namoro, não O deixe apenas na Igreja.

Oitavo passo:

Não more com a pessoa antes de se casar. Imagine que você comece a namorar com alguém e saia com essa pessoa pela primeira vez. É fácil terminar o namoro. Mas, depois de seis meses, fica mais difícil. Agora, se você dorme com ela, ainda que perceba que ela não é para você, não vai conseguir terminar tão fácil.

Alguns pensam: se vamos comprar um carro, faremos um test drive antes. Por isso, queremos transar com a namorada para fazer também um test drive. Pense, no entanto, que, depois de alguns anos, você vai querer trocar de carro da mesma forma vai querer fazer trocar sua esposa. Test drive se faz com coisas, não com pessoas!

Nono passo:

Se você quer ter uma família, não use anticoncepcional. O corpo da mulher é perfeito, não é preciso drogas para controlá-lo. Use métodos naturais; eles são 99% confiáveis. Desse modo, poderemos planejar nossa família inteira.

Décimo passo:

Não entre no namoro procurando um amor que só Deus pode lhe dar. Corra atrás de Deus e olhe para a direita e para a esquerda, veja as pessoas que continuam correndo com você, alguma delas será um bom cônjuge.

Cresça na perfeição com o Senhor para amar a pessoa que Ele lhe dará. Deixe-O escrever sua história. Deus nos dá um papel, pegamos a caneta e queremos escrever nele nós mesmos. Erramos, tentamos apagar nossos erros e o texto torna-se uma bagunça.

Deus quer pegar o papel e Ele mesmo quer escrever nossa história.

Tenha bons amigos, leia bons livros, preencha sua mente com boas coisas. Desta forma, você não terá espaço para o demônio invadir sua vida. Aquele que pode estar com você para sempre está no tabernáculo.

Jason evertJason Evert tem falado com mais de um milhão de pessoas em seis continentes sobre a virtude da castidade. Depois de trabalhar com Respostas a Católicos em San Diego por mais de uma década, Jason e sua esposa, Crystalina Evert, mudaram-se para Denver, e começaram um novo ministério focado exclusivamente na promoção da castidade: Chastity Project.

Neuropsi – Como namorar uma pessoa com filhos?

Como Apresentar o Namorado Para as Crianças: 10 Passos

1-Como namorar uma pessoa com filhos?

“A namorada do pai”, “o namorado da mãe“. Até a expressão pode fazer confusão, apesar de todos reconhecermos que a família tradicional há muito tempo deu lugar a novas formas de família.

Atualmente, com o número cada vez maior de pessoa que querem ter filhos sem terem uma relação estável, é muito provável encontrar um namorado/namorada que tenha filhos de outro relacionamento. A presença de mãe ou pai solteiro se torna cada vez mais comum e as que pessoas que não tem filhos estão interessadas em namorar alguém com filhos.

Se você entrou em um novo relacionamento com uma pessoa que tem filhos, não é necessário sentir qualquer receio, entretanto, será fundamental considerar o impacto que as crianças ou adolescentes terão no namoro. É comum que os filhos estranhem a nova dinâmica da relação dos pais com um novo parceiro, pois existe certo territorialismo nessa fase de transição: eles têm a sensação de que os pais são apenas seus.

Mas nenhum filho deve ter o poder para decidir sobre a vida afetiva dos pais,independentemente da sua idade.

2-Como tratar os filhos do namorado (a)?

Não se preocupe em simular um papel ou agir muito diferentemente do que você costuma ser. Uma grande dica, no entanto, é ter cuidado para não confrontar o papel da ex-mulher.

“A mãe é realmente sagrada, mesmo que tenha conflitos com os filhos e será sempre vista como prioridade pelas crianças.

O que não quer dizerque a nova namorada não possa ser carinhosa e cuidadosa se a situação for confortável para todos.

Além disso, é importante que o pai também contribua para um relacionamento saudável e respeitoso da nova namorada com os filhos e que construa uma ponte entre os dois lados. Quanto à mulher, deve olhar para a criança como se fosse parte do parceiro, isso facilitará a interação.

Nessa situação, é fundamental também que a mulher entenda que o homem terá de priorizar os filhos em determinados momentos.

Diferente de um homem que nunca se casou e não teve filhos, um parceiro com esse histórico também carrega o grande e indispensável papel de pai. A mulher deve considerar que um tempo exclusivo com os filhos é saudável para a relação.

Enquanto isso, ela pode também se dedicar a coisas pessoais. Nem mesmo em um relacionamento com filhos, nem em qualquer outro é bom ser totalmente dependente do parceiro.

3-Quais são os primeiros passos para se dar bem na relação com uma pessoa que tem filhos?

O primeiro passo para se dar bem na relação com uma pessoa que tem filhos é aceitar o seu papel de companheira. Muitas mulheres cometem o erro de desejar prioridade absoluta e exclusiva na vida do parceiro sem considerar o passado dele. Para evitar o confronto, é importante respeitar a história da pessoa, que a levou a ser o que é hoje.

As crianças podem trazer complicações para um relacionamento, mas também podem adicionar muito amor em torno de seu romance. Se o seu namorado/a tem filhos, é vital respeitar os interesses dos filhos em primeiro lugar. Aqui estão as regras para namorar alguém com as crianças quando você não tem seus próprios filhos:

– as crianças são prioridade: a regra fundamental quando namorar alguém com crianças é saber que os filhos vêm sempre em primeiro lugar. Isso não quer dizer que a pessoa não seja uma prioridade na vida de seu namorado/a ou não se importe profundamente com você.

Porém, uma pessoa que tem crianças deve colocar as necessidades de seus filhos em primeiro lugar. Este é um sinal positivo indicando que eles valorizam a família e estão emocionalmente saudáveis. A pessoa que namora também deve colocar as crianças em primeiro lugar, priorizando o que eles precisam acima e além de todo o resto para a harmonia da nova família que irá se formar.

– não competir com as crianças: a pessoa jamais deve se colocar em uma relação na qual o seu namorado/a deva escolher entre ela e as crianças. O casal pode aproveitar o tempo juntos, separado dos filhos, mas reforçando sempre o amor pelo namorado /a e também pelos seus filhos.

4- O que acontece quando a relação conjugal (segundo casamento) é aparentemente prejudicada pelo fato de o membro do casal que tem filhos de outra relação colocar os seus interesses acima de tudo? 

A insegurança cresce, bem como os problemas: cobranças, discussões, ressentimentos.

Como não há uma fórmula universal para lidar com estes desafios, e, sobretudo, porque dificilmente existirá uma vítima e um culpado nestas histórias, importa cada um procurar empatizar com as necessidades e vulnerabilidades do outro, olhando para lá do óbvio.

Se uma mulher se sentir insegura porque o seu marido (ou namorado) não é capaz de valorizar na medida certa os eventos que, para ela, são significativos, mas não arrisca ausentar-se nos compromissos que assume com os filhos, é possível que sinta que, para o companheiro, aquela relação não é assim muito importante.

No entanto, muitas vezes, aquilo que está em causa é a insegurança daquele pai que, vendo os seus filhos apenas de 15 em 15 dias, não constrói uma ligação tão segura quanto o faria numa família tradicional.

De resto, é precisamente isso que acontece com muitos progenitores que se sentem forçados pelo tribunal a resumir o contato com os filhos a estas visitas esporádicas – a pessoa passa a dar tudo para que aqueles momentos sejam especiais, mesmo que, para isso, tenha de cometer alguns erros, como não ser capaz de dizer não às crianças, por exemplo.

Neste exemplo prático, como em muitos outros, bastará que os membros do casal invistam no diálogo sincero e procurem aceder àquilo que está por detrás da aparente negligência/ desvalorização da relação.

Na medida em que uma mulher perceba que o companheiro se sente inseguro no papel de pai, ser-lhe-á mais fácil apoiá-lo, elogiá-lo e, claro, condescender num ou noutro episódio. Claro que isso não deve implicar em anular as suas próprias necessidades.

De resto, estas têm de continuar a ser atendidas, para que o papel parental não anule o papel conjugal, sob pena de a relação não subsistir, apesar da empatia.

5-Quais são as recomendações finais para as pessoas com namorado(a) com filhos?

Não tenha pressa em conhecer o filho/filha da pessoa amada: mesmo que o namorado/ namorada esteja ansioso para apresentar o seu filho/filha logo no início do relacionamento amoroso, a pessoa deve esperar algum tempo antes que isto realmente venha a acontecer.

A pessoa precisa ter certeza de que você /o namoro é sério e seu parceiro/ sua parceira tem intenções de ficar juntos para sempre antes de trazer o filho para a relação. Não é justo para as crianças se a pessoa de repente for embora porque o namoro acabou.

Uma boa recomendação é esperar pelo menos três meses antes de apresentar o filho ao novo namorado/namorada. Mesmo que a pessoa tenha conhecido as crianças apenas de vista, deve aprofundar a relação com elas somente quando o relacionamento ficar realmente sério e os dois tiverem a certeza que querem ficar juntos realmente.

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12 dicas para apresentar o namorado ao filho

Por MADSON MORAES

Você conheceu uma pessoa e começou a sair com ela. Papo vai, intimidade vem e ambos percebem que a relação, sim, pode engatilhar! Então, é hora de oficializar essa união e namorar.

Mas você tem filhos pequenos e se pergunta: como eu devo “apresentar” o meu namorado aos meus filhos? Há um jeito adequado de fazer isso? E se eles o rejeitarem? Ou se ficarem com ciúme com essa nova rotina e com um “novo” homem em casa?”A maneira como a criança reage depende muito de cada dinâmica familiar, do tipo de relacionamento mãe-filho. Mas há, sim, possibilidade de ciúmes, sentimentos de medo de perda da atenção e rivalidades. Sem contar a chance de mudança no comportamento dos pequenos mostrando agressividade, regressão, tristeza e ansiedade”, explica Cristiane Pertusi, psicóloga e psicoterapeuta de casal e família.

Outra observação da especialista é considerar a idade da criança e tratá-la de acordo tanto na maneira afetiva como nas conversas, como na hora de explicar e se relacionar.

Cristiane avalia que o temor inconsciente dos filhos é de exclusão, rejeição ou mesmo perda do amor, entre outros sentimentos.

Mesmo que pareça sem sentido, é preciso compreender que, no universo da criança, esses temores são significativos e devem ser tratados com o devido valor infantil.

“Procure fortalecer o vínculo com momentos entre vocês e jamais deixe em evidência que a criança ficará em outro lugar para não atrapalhar o namoro. Além disso, não exagere em querer que a criança fique abruptamente o tempo todo junto com o novo casal.

Muito menos exija que o namorado passe a ocupar papel de pai substituto. Esses comportamentos podem piorar os temores infantis”, aconselha.

A observação do mestre em psicologia da Infância e Adolescência, Caio Feijó, é que duas pessoas separadas que decidem se envolver numa nova relação conjugal não devem, de maneira nenhuma, projetar essa relação como se fosse algo “só a dois”.

Issto, claro, se houver filhos deles ou de um deles ainda criança. Essa nova relação deverá ser projetada, portanto, a três, quatro, cinco, etc., ou seja, de acordo com o número de filhos de ambos.

“Estes filhos deverão fazer parte do novo casamento e serem aceitos incondicionalmente por ambos. Do contrário, essa nova relação têm fortes possibilidades de fracasso”, avalia Feijó.

O especialista também é autor de livros sobre o tema como “Pais competentes, filhos brilhantes”, “Preparando alunos para a vida” e “Os 10 erros que os pais cometem”.Na opinião da psicóloga clínica Triana Portal, alguns fatores podem acentuar ou atenuar a reação das crianças quanto ao novo namorado da mãe.

Entre eles o fato da mãe já ter tido outros namorados antes desse, o tempo de separação dos pais, a idade do filho, a postura do namorado em relação à criança e mesmo a forma como esse homem trata a mãe.

“A maioria dos filhos apresenta reações negativas quando sente que seu espaço está sendo tomado de alguma forma ou quando o novo casal faz demonstrações de carinho – como beijos e abraços – na frente deles”, opina Triana.

Uma estratégia para o novo namorado ser aceito pelos filhos é evitar impulsividade e disputas sem sentido entre o namorado e eles. “É importante ainda compreender que tanto o namoro quanto a relação afetiva com os enteados deve ter um tempo de maturação, este que é variável e depende do estilo e maturidade de cada um”, aconselha Cristiane. Quer mais dicas? 

A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo O ideal é que o primeiro encontro dos filhos com o novo namorado não seja realizado no lar deles. A casa é o lugar e a intimidade de vocês. Escolha um lugar onde os filhos se sintam à vontade. Um parque ou mesmo um shopping são uma boa pedida. Diga que você quer que eles conheçam alguém sem ainda o apresentar como namorado. Nada de alardes, encare como se fosse um encontro entre amigos. Após alguns encontros, onde todos estarão mais íntimos, você pode contar que ele é o novo namorado da mamãe. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo As trocas de carinho entre a mãe e o novo namorado devem ser feitas na frente da criança ou não? Dá para driblar os ciúmes dos pequenos? “O casal não deve extrapolar os carinhos na frente do pequeno e muito menos exigir que o namorado passe a ocupar papel de pai substituto. É importante cautela, preservar os momentos do novo casal e poupar a criança de perceber seu mundo com abruptas mudanças”, avalia a psicoterapeuta Cristiane Pertusi. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo Para a psicóloga clínica Triana Portal, essas trocas de carinho entre a mãe e o novo namorado devem ser evitadas na frente do filho, principalmente, quando a criança deixa claro seu descontentamento. “Driblar o ciúme é difícil, mas dá para amenizar se você reservar essas trocas de carinhos para a intimidade ou quando a criança não estiver presente. Tem que dar tempo ao tempo. Uma hora o filho se acostuma, mas o ciúme vai existir sempre”, esclarece Triana. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo A criança pode se sentir rejeitada quando a mãe a “despacha” para a casa do pai ou da avó para poder namorar um pouco? “Com certeza”, defende Cristiane Pertusi. Essa atitude pode reforçar nos pequenos seus temores inconscientes diante de posturas desse tipo.”Por esse motivo, a criança não pode deixar de ter seu espaço e seu momento de afeto com a mãe e nem sentir-se excluída. Pois, com certeza, demonstrará mudanças em seu comportamento que explicitarão sua angústia, tristeza e temores, caso isso seja percebido”, recomenda a psicoterapeuta. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo Para Triana Portal, há alguns sentimentos que não têm como evitar que os filhos sintam, e é até bom! Pois se trata de um treinamento para a vida, esta que sempre traz desafios! E a criança tem de saber que ela não é a única prioridade na vida da mãe.”A mãe tem o direito de se divertir e de tentar um novo relacionamento. Mas, para isso, precisa de tempo para si, principalmente no início de um namoro”, diz a psicóloga. No entanto, ressalta a psicoterapeuta, a mãe deve conversar muito com o filho e deixar claro que seu lugar está assegurado, que ela vai sair, mas volta… e sempre voltará! Que não vai deixar de amá-lo.”Parece óbvio, mas não é. A insegurança invade o coração e a cabecinha dos filhos nessas horas e o conforto das palavras da mãe pode ser um bálsamo para a alma. Isso deixa o filho mais seguro e menos ansioso”, aconselha. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo A mãe deve impedir ou não o filho de chamar o namorado de “pai”? “Sim. É importante esclarecer à criança os papéis do novo namorado e procurar não confundi-lo com os afetos do pequeno”, observa Cristiane Pertusi.Para Triana Portal, isso depende da situação. “Se a criança tem um pai e esse, apesar de separado da mãe, participa da vida do filho e exerce seu papel de forma plena, é recomendado que, definitivamente, a criança não chame o pretendente a padrasto de pai”, avalia a psicóloga.Já se o pequeno não tem um pai, essa situação é aceitável desde que esse homem pretenda, de fato, desempenhar essa função paterna para a criança. Vale ainda se a relação estiver indo bem e o casal pretende realmente continuar junto. “Mas, se for um relação que começou há pouco tempo, não é nada sério ou não sabe se vai dar certo, evite! Pois é um desrespeito com os sentimentos da criança”, opina Triana. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo Para Cristiane, não dá para dizer que há um único perfil de homem que costuma “fugir” de uma mulher quando ela conta que tem filhos de outra relação. “Mas podemos dizer que se encaixam nessa categoria os homens com maior dificuldade de estabelecer vínculos afetivos, ou mesmo os que já são pais e sabem o quanto uma criança pode envolver-se afetivamente”, opina a psicoterapeuta e psicóloga Cristiane Pertusi. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo A observação do mestre em psicologia da Infância e Adolescência, Caio Feijó, é que os filhos devem fazer parte da nova relação da mãe desde o namoro. “Na verdade, ainda na fase do namoro, das descobertas e das conquistas, os filhos também devem fazer parte da equação, bem como serem descobertos, cortejados, namorados e conquistados”, defende Feijó. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo O pedido de casamento ou a comunicação deverá ser feito para a mulher e os filhos dela ou para o homem e os filhos dele, concomitantemente. Mãe e filhos, e pai e filhos deverão dar o “sim” de forma uníssona. Caso contrário, os dois deverão manter o namoro por mais tempo até conquistarem o aval dos filhos mais tarde. “Com a relação projetada de acordo com as crianças de cada lado e a comunicação afiada entre o novo casal e filhos, as possibilidades de sucesso da nova união estarão seguramente ampliadas”, explica Caio Feijó. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo As estratégias, tanto para a mãe como para o novo namorado ganharem a confiança do filho do parceiro, passam pelo afeto e pacîência. “Tente conquistar a criança com afeto e demonstre interesse genuíno nos seus feitos. Os pequenos percebem falsidade, cuidado! Isso é um processo que leva tempo, portanto, exige calma, paciência e requer constantes ajustes”, aconselha Triana Portal.Não queira disputar espaço com os filhos ou terá de fazer a 'coitada' da mãe ter que mediar conflitos entre filhos e parceiro o tempo todo. Isso é lamentável! “Evite impor regras diferentes das que eles estão acostumados: vá com calma, não queira parecer um intruso. Deixe claro que veio para somar, para trazer felicidade para a família e não problema”, recomenda. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo O passo seguinte é o planejamento sobre as rotinas no lar da nova família. É importante que as regras sejam claras e que o casal discuta detalhes como, por exemplo, quais as responsabilidades de cada um em relação aos filhos e enteados; além dos limites nas ações disciplinares do padrasto ou da madrasta para com o enteado. “E, principalmente, que comunguem valores e que sejam cúmplices no que diz respeito ao papel de cada um na relação com o filho do outro”, diz o psicólogo Caio Feijó. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo Os conflitos que forem surgindo ao longo da nova experiência deverão ser discutidos em família com muita tolerância e respeito às diferenças, além do humor, diálogo e igualdade para todos no quesito tratamento. “Lembrem-se: as crianças são fieis aos pais biológicos, portanto, o tratamento à mãe ou ao pai delas deverá sempre ser de respeito, independentemente da existência de conflitos entre o antigo casal”, ressalta Caio Feijó. A Microsoft pode ganhar uma comissão de afiliado caso você compre algo recomendado nos links desse artigo

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10 Passos para Trazer Deus para o seu Namoro – Por Jason Evert

Primeiro passo:

Em vez de ficarmos olhando para fora, procurando o amor, olhemos para dentro de nós. Há muitas coisas que precisam ser curadas em nós antes do casamento, como raiva, ciúmes e pornografia.

Pensamos que a pornografia não pode nos causar mal nenhum, mas o que estamos alimentando dentro de nós? Se nos treinarmos por anos a encontrar mulheres por meio da luxúria, não saberemos o que fazer no dia em que amarmos de verdade.

Muitas mulheres têm dificuldades com a modéstia. Quando Adão viu Eva pela primeira vez, ele a viu nua e louvou a Deus, porque viu a coisa mais bela do mundo! Nosso corpo é um convite para o amor, mas o pecado tenta nos tirar isso, ele quer nos apresentar o corpo como um convite à luxúria. Então meninas, nos ajudem!

Quero dizer de uma roupa específica: o biquíni. Havia um francês que gostava de ver as roupas íntimas das mulheres e queria fazer com que elas as usassem em público. Ele criou uma roupa de banho parecida com as roupas íntimas, mas as mulheres não queriam usá-la. A primeira mulher que usou o biquíni em público foi uma stripper.

É difícil, hoje, dizer para as mulheres não usarem biquínis, mas, às vezes, precisamos dar passos para trás se quisermos viver a santidade.

Segundo passo:

Comece seu relacionamento com a amizade. As meninas podem fazer esta pergunta: Quem é esse rapaz? Como ele trata a sua mãe? O que as “ex” dele pensam a seu respeito? Como ele trata as meninas que não o atraem?

Os homens podem se perguntar: Quem é essa menina? Eu gosto dela ou ela me atrai somente? Quero que meus filhos cresçam como ela?

Terceiro passo:

Encare seus medos. O maior medo dos homens é começar um relacionamento. Temos medo de nos doarmos e nos comprometermos, mas a nossa liberdade existe para o amor.

A melhor homilia que já ouvi foi de um padre que perguntou quantas das meninas ali haviam sido convidas para sair. Ele passou a homilia toda encorajando os rapazes a dar passos em um relacionamento. Ele dizia que se os rapazes se sentiam chamados a namorar, que tivessem essa coragem.

As meninas têm medo de ficar sozinhas e, por isso, vão baixando sua moral. Chegam até a pensar que se forem puras, os rapazes não vão querer nada com elas. Assim, mudam o jeito de se vestir, de dançar. Mas a luxúria não satisfaz os homens.

 Algumas mulheres perdem a esperança; no entanto, o que elas precisam fazer é gastar tempo para serem curadas. Mulheres são ótimas em esconder seus problemas atrás da maquiagem, das roupas novas.

Muitas têm medo de chorar e vão se contentando com falsas consolações.

Para curar uma dor, uma ferida, você precisa encarar as causas delas. Busque uma direção e tente curar-se, Deus escuta sua oração.

Quarto passo:

Quando namorar, você precisa pensar se este namoro é para casar; se não for, termine-o.

Se você não tem valores para casar, nem comece! Faça uma lista das características que você quer que seu esposo (a) tenha.

Uma das coisas mais importantes na lista da minha esposa, era que o rapaz amasse a Deus e desejasse, realmente, viver a castidade. Se você sabe o que quer, não vai aceitar qualquer coisa.

Quinto passo:

Fique conectado com a sua família. Quando entramos num relacionamento, vamos com toda a nossa esperança, e se a pessoa demonstrar um pouco de qualidade, nós a vemos muito melhor do que ela é, principalmente se estivermos envolvidos com ela fisicamente.

Quando praticamos sexo com uma pessoa, liberamos uma química que faz com que fiquemos apenas com o que é positivo nela. Isso nos atrapalha, nos impede de vermos realmente como ela é.

Essa substância é liberada durante o sexo, a amamentação e o parto. Pense nisso durante o namoro: o cérebro assimila que você está casado e tudo parece estar bem. Mas nem sempre está.

Quando é amor verdadeiro, quanto mais perto da pessoa você estiver, mais você será você mesmo.

Sexto passo:

Faça compromissos claros. Há pessoas que estão se relacionando com outras, mas não sabem exatamente o que está acontecendo, não sabem se estão namorando ou não. E esse é um trabalho do homem. A menina não precisam ficar se perguntando, é o homem que precisa deixar isso claro para ela, se estão namorando ou não.

O cérebro do homem e da mulher são muito diferentes. A mulher não para de pensar o dia todo, já os homens nem sempre estão pensando. Para a mulher, os homens não pensarem em nada é impossível! Mas vocês precisam compreender esta realidade.

Sétimo passo:

Torne seu relacionamento puro. A proposta da castidade é nos fazer livres para amar, ela também nos dá a liberdade para sabermos se estamos sendo amados ou usados.

Imagine que você conheça a mulher dos seus sonhos e tenha uma filha com ela. Essa criança é o seu coração fora do corpo. Então, ela cresce, começa a namorar. O rapaz tem uma van com uma cama atrás. Pense, agora, até onde ele vai com sua filha!

Por que guardamos a inocência dos nossos filhos, mas não guardamos a nossa nem da filha de Deus, que é nossa namorada?

No dia do casamento, toda vestida de branco, que sua alma seja tão branca quanto seu vestido. A beleza de fora não entra em você, mas a sua beleza reflete seu exterior.

Quanto mais amamos uma pessoa, mais temos de nos preocupar com sua alma. Pense que se seu namorado morrer, você deve estar apto a entregá-lo nas mãos de Deus. “Aqui está ele, eu cuidei dele para você!”

Você não sabe o futuro, só Deus sabe! Então traga-O para seu namoro, não O deixe apenas na Igreja.

Oitavo passo:

Não more com a pessoa antes de se casar. Imagine que você comece a namorar com alguém e saia com essa pessoa pela primeira vez. É fácil terminar o namoro. Mas, depois de seis meses, fica mais difícil. Agora, se você dorme com ela, ainda que perceba que ela não é para você, não vai conseguir terminar tão fácil.

Alguns pensam: se vamos comprar um carro, faremos um test drive antes. Por isso, queremos transar com a namorada para fazer também um test drive. Pense, no entanto, que, depois de alguns anos, você vai querer trocar de carro da mesma forma vai querer fazer trocar sua esposa. Test drive se faz com coisas, não com pessoas!

Nono passo:

Se você quer ter uma família, não use anticoncepcional. O corpo da mulher é perfeito, não é preciso drogas para controlá-lo. Use métodos naturais; eles são 99% confiáveis. Desse modo, poderemos planejar nossa família inteira.

Décimo passo:

Não entre no namoro procurando um amor que só Deus pode lhe dar. Corra atrás de Deus e olhe para a direita e para a esquerda, veja as pessoas que ainda continuam correndo com você, alguma delas será um bom cônjuge.

Cresça na perfeição com o Senhor para amar a pessoa que Ele lhe dará. Deixe-O escrever sua história. Deus nos dá um papel, pegamos a caneta e queremos escrever nele nós mesmos. Erramos, tentamos apagar nossos erros e o texto torna-se uma bagunça.

Deus quer pegar o papel e Ele mesmo quer escrever nossa história.

Tenha bons amigos, leia bons livros, preencha sua mente com boas coisas. Desta forma, você não terá espaço para o demônio invadir sua vida. Aquele que pode estar com você para sempre está no tabernáculo.

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