Como animar um amigo depois de um fora: 13 passos

A vida a dois começa e aí nós ouvimos: Como salvar o meu casamento?  É difícil, nos dias de hoje, não cair na rotina.

Não que ter uma rotina ao lado de quem você ama seja ruim, mas quem é que não curte uma surpresa, um passeio não planejado, uma declaração de amor inesperada? Eu amo de paixão ter a rotina de acordar todo dia ao lado do homem que amo e vê-lo preparar o nosso café da manhã.

Mas também gosto de fazer um jantar surpresa ou até mesmo mandar um email dizendo o quanto o amo bem no meio de um dia de trabalho. São atitudes assim que podem salvar o casamento da rotina.

Como sair da rotina no casamento?

Se você está sentindo que a rotina pode estar pesando demais no seu relacionamento, talvez dar uma sacudida no dia a dia seja necessário, não é? Depois que passa aquele período de recém-casados, a lua-de-mel dos casais, é fácil cair no marasmo das contas e da casa pra cuidar.

Mas olha, há muitas maneiras de manter a chama da paixão acesa e elas nem precisam ser caras ou tão fora dos seus planos.

Encontramos um desafio de 30 dias sobre como tirar o casamento da rotina, preparado para ajudar os casais a transformarem seus dias em dias deliciosamente doces, como dois namorados que acabaram de se apaixonar.

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

Você pode separar um mês do ano (que tal o mês de aniversário de casamento) ou até mesmo fazer duas coisinhas da lista para salvar o casamento da rotina por mês.

De qualquer forma você vai surpreender o seu bem e garanto que vocês vão se divertir.

E isso serve pros dois, viu, meninos? Vocês também podem ser inspirar com essa listinha salvar o casamento da rotina e começar logo esse fim de semana, ein?

Não importa se você já está junto há anos ou se acabaram de começar uma vida a dois. É sempre tempo para surpreender com amor e carinho.

Então bora anotar os itens salvar o casamento da rotina??

Dia 1: Matriculem-se para uma aula a dois, como uma aula de dança, de culinária, algo que seria gostoso aprender junto.

Dia 2: Dêem aquela namoradinha caprichada em um lugar diferente, mesmo que seja apenas um quarto diferente da sua casa. Ou quem sabe a cozinha. 😉

  • Dia 3: Descubra um lugar lindo para verem um pôr-do-sol juntos.
  • Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos
  • Dia 4: Coloque uma roupa bem provocante e tenham uma super noite cheia de fantasias picantes!

Dia 5: Deixe um recadinha doce, sexy, romântica em algum lugar onde seu amor vá encontrar no meio do dia. Você pode colocar escondido no bolso da calça ou na bolsa!

Dia 6: Separe um tempinho para fazer sexo de manhã.

Dia 7: Fique acordado até tarde conversando. Mas conversando mesmo, sinceramente, ouça com calma o que seu amor tem a dizer, não importa o assunto

Dia 8: Vejam uma peça de teatro ou show juntos.

Dia 9: Tirem fotos um do outro. É muito bacana guardar momentos únicos do seu amor. Depois vocês podem até fazer um álbum: Como nos vemos. Procure tirar fotos dos momentos mais banais.

Dia 10: Faça uma viagem de carro por uma estrada bonita e preparem uma lista de músicas deliciosas para cantar juntos a todo vapor!

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

Dia 11: Passem um tempo se curtindo no sofá ou vendo um filme romântico juntos. Procurem estar conectados nestes momentos. Ler juntos também é um programa relaxante para se fazer ao lado do seu amor.

Dia 12: Faça uma coisa espontânea para o outro – não importa se vai ser no quarto ou em qualquer outro lugar. Surpreenda!

Dia 13: Elogie o seu amor ao longo do dia. Diga como se sente em relação a ele e o quão lindo, sexy e amoroso ele é. Aliás, quanto mais elogios picantes, melhor!

  1. Dia 14: Faça demonstrações públicas de afeto!
  2. Dia 15: Faça experimentos na cozinha e inventar algo novo para um jantar a dois.
  3. Dia 16: Tome um banho de espuma ou só um delicioso banho juntos.

Dia 17: Desafie um ao outro em jogos de tabuleiro ou até mesmo no video-game. Mas não vale brigar pra ganhar, viu?

  • Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos
  • Dia 18: Tente algo novo na cama.
  • Dia 19: Marque encontros com os amigos do seu amor para que vocês possam ir juntos e conhecer melhor as pessoas que fazem parte da vida um do outro.

Dia 20: Escolha roupas íntimas bacanas para uma noite gostosa. Isso serve não só para as moças e seus espartilhos lindos, mas nós, meninas, também gostamos de cuecas bonitas, viu, rapazes?

Dia 21: Alugue um quarto de hotel para ficar longe de sua rotina normal por uma noite. Se for no meio da semana, melhor ainda!

Dia 22: Faça uma lista das razões porque você o ama e entregue ao seu amor

  1. Dia 23: Passem um dia juntos sem mexer em internet ou celular.

  2. Dia 24: Procure fotos antigas da época do namoro e revisite esta fase de lua-de-mel!
  3. Dia 25: Saiam para correr juntos, fazer uma caminhada, yoga ou qualquer tipo de exercício juntos, nem que seja só uma voltinha de bicicleta.

Dia 26: Faça uma playlist de músicas um para o outro. Escolha músicas que signifiquem muito para vocês dois e explique o porquê.

Dia 27: Passe um dia fazendo algum trabalho voluntário juntos. Pode ser desde ir a um orfanato ajudar as crianças como visitar um lar de bichinhos desabrigados.

Dia 28: Façam massagens um no outro.

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

Dia 29: Reorganize um cômodo da casa. Mude os móveis de lugar, compre algo legal para mudar a decoração, pintem as paredes, transformem um lugar com as próprias mãos e juntos!

Dia 30: Coloque uma música lenta e dancem sem pressa. Aproveitem um ao outro.

E aí, prontos para colocarem em prática? Depois contem pra gente se deu certo ou se quiserem sugerir mais itens, comentem na matéria!!

Via Pop Sugar.

[contact-form-7 404 “Not Found”]

Sete passos para controlar seu ego. Saiba o que ainda te prende na terceira dimensão!

O que ainda te prende na terceira dimensão?

Você sabia que a única coisa que ainda nos prende na terceira dimensão é o nosso ego inferior?

Cheio de artimanhas contra a nossa Divina Essência e contra os nossos mais elevados propósitos, este ego inferior nos boicota e nos estimula o que eu chamo de “o nosso lado negro“, trazendo à tona emoções e sentimentos que se mostram como raiva, ódio, mágoas, ressentimentos, tristezas e angústias, entre tantos outros e, especialmente, nos preenche de medos. Isso sem contar os pensamentos severos de críticas e julgamentos, a nós mesmos e aos outros.

O ego inferior é o maior causador das confusões que vivemos e que vemos ao redor, pois nos impulsiona à ações desequilibradas, desajustadas e desarmoniosas, que tiram a nossa Paz, por dentro e por fora.

O ego inferior é bem contrário à Harmonia, ao Amor e à Perfeição que pleiteamos atingir na 5ª. dimensão.

  • Por este motivo, os nossos Amigos dos Planos Superiores “batem tanto nesta mesma tecla”, alertando-nos incansavelmente sobre a importância de controlarmos e dissolvermos nossos egos inferiores.
  • Os Ensinamentos e Decretos de Saint Germain, assim como as instruções de Jesus, são muito inspiradores e nos ajudam muito na dissolução do ego inferior.
  • O livro “Um Curso em Milagres“, por exemplo, com seus 365 exercícios, é também um excelente recurso para nos ajudar a lidar de forma adequada com nossos egos inferiores.
  • Quem estuda o UCEM, “Um Curso em Milagres“, sabe que é um livro de mais de 700 páginas cujo tema principal é o controle do ego inferior e colocá-lo “em seu lugar”.
  • >> Ficam aqui as dicas: Na agenda Ensinamentos de Saint Germain Instruções de Jesus
  • E enfim, se você procurar bem, vai encontrar algo que possa te ajudar a “dar conta” do seu próprio ego e suas ardilosas artimanhas, pois diversos são os trabalhos disponíveis hoje na Terra para nos ajudar a dissolver esse “inimigo da Paz”.

Mas qual é o lugar do ego inferior?

O lugar certo do ego inferior é onde ele fica submetido à nossa Mente Superior. A Mente Superior é quem deve “dar o tom” das nossas emoções, sentimentos, pensamentos e ações.

E reativar a Mente Superior e colocá-la no comando é um exercício que deve ser diário. O “orai e vigiai” 24 horas por dia, todos os dais da semana, já que estamos tão habituados a dar ouvidos às artimanhas do ego inferior.

A meu modo de ver, o primeiríssimo passo é tomar consciência do seu ego inferior e conhecer quais são as suas armadilhas contra sua própria Essência Divina e seus propósitos mais elevados.

É olhar para dentro de si mesmo, observando-se com a mais pura honestidade, buscando perceber como, onde e porque o seu ego inferior atua e qual é o domínio dele sobre você.

Sete passos para controlar o ego?

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 PassosEm outubro de 2008, Wayne W. Dyer, autor e palestrante de temas em  desenvolvimento, escrevia os “Sete passos para superar o controle do ego sobre você“, um dos melhores textos que já li sobre o controle do ego.

Leia também:  Como aprender a ser um engenheiro de software de graça

Wayne W. Dyer é também um grande apreciador e estudante do livro “Um Curso em Milagres“, onde com certeza inspirou-se para escrever o seu texto.

Copio aqui o texto em sua íntegra, certa de que o mesmo irá te ajudar a refletir e a conhecer o seu ego inferior.

Para mim, os sete passos citados pelo autor, são as frequentes armadilhas e boicotes do ego inferior. E se você se determinar a estar atento a cada um dos destes passos, vai perceber que a sua Mente Superior começará a assumir o comando e seu ego inferior começará a “perder sua força”, permitindo que você viva uma vida muito mais feliz.

Porque viver uma vida mais feliz é estar o mais livre do ego inferior possível!

Divirta-se com o texto! Tania Resende

Sete passos para superar o controle do ego

Por Wayne W. Dyer

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender ideias arraigadas sobre a própria importância. Todas estas são concebidas para ajudar a impedi-lo de se identificar falsamente com a auto importância do ego.

1 – Deixe de ficar ofendido.

O comportamento dos outros não é motivo para ficar retido. Aquilo que o ofende somente o enfraquece. Se estiver procurando ocasiões para ficar ofendido, você as encontrará a cada oportunidade.

Este é o seu ego operando, convencendo-o de que o mundo não deveria ser assim. Mas você pode se tornar um apreciador da vida e se equiparar ao Espírito universal da Criação.

Você não pode alcançar o poder da intenção ao ficar ofendido. De qualquer modo, aja para erradicar os horrores do mundo que emanam da identificação massiva do ego, mas fique em paz.

Como “Um Curso em Milagres” nos lembra: “A Paz é de Deus, você que é parte de Deus, não está no lar, exceto em sua paz. O Ser é de Deus, você que é parte de Deus não está no lar, exceto em sua paz”.

Ficar ofendido cria a mesma energia destrutiva que o ofendeu em primeiro lugar e leva ao ataque, ao contra-ataque e à guerra.

>> Quer saber mais sobre Grupos de Estudos do “Um Curso em Milagres”? [email protected]

2 – Libere a sua necessidade de vencer.

O ego adora nos dividir em vencedores e perdedores.

A busca da vitória é um meio infalível de evitar o contato consciente com a intenção.

Por quê? Porque em última instância, a vitória é impossível o tempo todo. Alguém lá fora será mais rápido, mais afortunado, mais jovem, mais forte e mais inteligente, e novamente você se sentirá inútil e insignificante.

Você não é o seu prêmio ou a sua vitória. Você pode curtir a competição, e se divertir em um mundo onde a vitória é tudo, mas você não tem que estar lá em seus pensamentos.

Não há perdedores em um mundo onde todos compartilham a mesma fonte de energia. Tudo o que você pode dizer em um determinado dia é que você realizou em um determinado nível, em comparação aos níveis de outros neste dia. Mas hoje é outro dia, com outros competidores e novas circunstâncias a considerar.

Você está ainda na presença infinita em um corpo que está em outro dia, ou em outra década, mais velho. Deixe ir a necessidade de vencer, sem concordar que o oposto de vencer é perder. Este é o medo do ego.

Se o seu corpo não está atuando de modo a vencer neste dia, ele simplesmente não se importa quando você não está se identificando exclusivamente com o seu ego.

Seja o observador, notando e apreciando tudo isto sem precisar ganhar um troféu. Esteja em paz, e corresponda com a energia da intenção.

E, ironicamente, embora você quase não o perceba, mais vitórias se apresentarão em sua vida quando menos as perseguir.

3 – Deixe ir a sua necessidade de estar certo.

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

  1. O Espírito Criativo é bondoso, amoroso e receptivo; e livre da raiva, do ressentimento ou da amargura.
  2. Liberar a sua necessidade de estar certo em suas discussões e relacionamentos é como dizer ao ego: “eu não sou um escravo para você, eu quero aceitar a bondade e rejeitar a sua necessidade de estar certo“.
  3. Realmente, eu oferecerei a esta pessoa uma oportunidade de se sentir melhor, dizendo que ela está certa, e lhe agradecer por me apontar na direção da verdade.

Quando você deixa ir a necessidade de estar certo, é capaz de fortalecer a sua conexão com o poder da intenção. Mas tenha em mente que o ego é um combatente determinado.

Eu tenho visto pessoas terminarem relacionamentos maravilhosos, apegando-se a sua necessidade de estar certo, interrompendo-se no meio de um argumento e se questionando: “Eu quero estar certo ou ser feliz?”

Quando você escolhe o humor feliz, amoroso e espiritualizado, a sua conexão com a intenção é fortalecida.

Estes momentos expandem no final das contas, a sua nova conexão com o poder da intenção. A Fonte universal começará a colaborar com você, criando a vida que você pretendia viver.

4 – Deixe ir a sua necessidade de ser superior.

A verdadeira nobreza não se refere a ser melhor do que outra pessoa.

Trata-se de ser melhor do que você costumava ser.

Permaneça focado em seu crescimento, com uma consciência permanente de que ninguém neste planeta é melhor do que outro. Todos nós emanamos da mesma força de vida criativa. Todos nós temos uma missão de compreender a nossa essência pretendida. Tudo o que precisamos para cumprir o nosso destino nos está disponível. Nada disto é possível quando você se vê como superior aos outros.

Há um velho provérbio, mas, entretanto, verdadeiro: “Somos todos iguais aos olhos de Deus“.

Deixe ir a sua necessidade de se sentir superior, vendo a revelação de Deus em todos. Não avalie os outros com base em sua aparência, em suas conquistas, posses e em outros índices do ego.

Quando você projeta sentimentos de superioridade, isto é o que você recebe de volta, levando a ressentimentos, e principalmente, a sentimentos hostis. Estes sentimentos se tornam o veículo que o distancia mais da intenção.

Um Curso em Milagres” trata desta necessidade de ser especial e superior. A pessoa que se julga especial sempre faz comparações.

5 – Deixe ir a necessidade de ter mais

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 PassosO mantra do ego é “mais“.

Ele nunca está satisfeito. Não importa quanto você consiga ou adquira, seu ego vai insistir que não há o suficiente. Você se encontrará em um estado perpétuo de esforço para obter, eliminando a possibilidade de nunca chegar.

Entretanto, na realidade, você já chegou, e como você optar por usar este momento presente de sua vida, é sua escolha.

Ironicamente, quando você deixa de precisar mais, mais do que você deseja parece chegar a sua vida. Desde que você se desligou da necessidade por isto, você achará mais fácil transmiti-lo aos outros, porque você compreende quão pouco você precisa a fim de ficar satisfeito e em paz.

A Fonte universal está contente com ela mesma, expandindo-se constantemente e criando nova vida, sem tentar se apegar as suas criações para seus próprios propósitos egoístas. Ela cria e libera.

Quando você libera a necessidade do ego de “ter mais”, você se unifica a esta Fonte. Você cria, atrai para si e libera, nunca exigindo que mais venha ao seu caminho.

Como um apreciador de tudo o que se apresenta, você aprende a poderosa lição de S. Francisco de Assis: “É dando que recebemos”

Ao permitir que a abundância flua para e através de você, você se equipara a sua Fonte e garante que esta energia continue a fluir

6 – Deixe de se identificar com base em suas realizações

Este pode ser um conceito difícil se pensar que vocês são as suas realizações.

Deus canta todas as músicas, Deus constrói todos os prédios, Deus é a fonte de todas as suas realizações.

Eu posso ouvir o seu ego protestando em voz alta. Entretanto, permaneça atento a esta ideia. Tudo emana da Fonte! Você e esta Fonte são um!

Você não é este corpo e as suas realizações. Você é o observador.

Observe tudo isto; e seja grato pelas habilidades que acumulou. Mas dê todo o crédito ao poder da intenção, que lhe trouxe à existência e da qual é uma parte materializada.

Quanto menos precisar assumir o crédito pelos seus empreendimentos e mais conectado permanecer às sete faces da intenção, mais estará livre para realizar, e mais se apresentará para você.

Quando você se liga a estas conquistas e acredita que apenas você que está fazendo todas estas coisas, você deixa a paz e a gratidão de sua Fonte.

7 – Deixe ir a sua reputação

Sua reputação não está localizada em você. Ela reside nas mentes dos outros.

Portanto, você não tem nenhum controle sobre tudo isto. Se falar para 30 pessoas, você terá 30 reputações.

Conectar-se à intenção significa ouvir o seu coração e se conduzir baseado naquilo que a sua voz interior lhe diz que é o seu propósito aqui.

Se estiver muito preocupado em como será percebido por todos, então você se desliga da intenção e permite que as opiniões dos outros o oriente. Este é o seu ego operando. É uma ilusão que se interpõe entre você e o poder da intenção.

Não há nada que não possa fazer, a menos que se desconecte da fonte de poder e se torne convencido de que o propósito desta fonte de poder é provar aos outros como você é poderoso e superior, e assim você gasta a sua energia tentando ganhar uma gigantesca reputação entre outros egos. Permanecer no propósito, desligar-se do resultado, e assumir a responsabilidade pelo que fa z, reside em você: seu caráter.

Deixe que a sua reputação seja debatida por outros. Ela nada tem a ver com você. Ou como o título de um livro diz: “O que você pensa de mim, não é da minha conta.”

Leia também:  Como arrematar um ponto: 8 passos (com imagens)

Você gostou? Compartilhe!

Use os botões acima do post.

Cursos Anima Mundhy?

Consulte agenda

Outros interesses?

Novena de Kuan Yin Relato de uma experiência fora do corpo: auxílio em acidentes e catástrofes Afirmação de Luz para gerar movimento Shamballa: uma Cidade Sagrada Multimensional!

Como Ser Feliz em 25 Passos

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

Lá estava eu, dez para as oito numa manhã de terça-feira, preso na plataforma de embarque 171, sendo cotovelado por um cara vendo um vídeo de 96kbps no YouTube daquela música do Duke Dumont enquanto tomava uma lata de energético. Eu estava a caminho de mais um dia num porão sem janelas, vendendo Twix e água de coco para estudantes de intercâmbio cujos pais eram muito mais ricos do que eu jamais serei. Vendo os ônibus buzinarem entre a Elephant e a Castle, passando por brechós e bancas de chips de celular, percebi que fiquei olhando para o nada como um coadjuvante de um clipe da Dido por 20 minutos. Foi nesse momento que imaginei se algum dia experimentaria a felicidade novamente.

Foi aí que me deparei com uma pesquisa — encomendada, estranhamente, para coincidir com o lançamento em DVD de A Vida de Pi — que pediu a mais de “2 mil adultos entre 18 e 65 anos para compilarem uma lista de 50 coisas essenciais para uma vida completa”.

Isso com certeza ia me animar — esses conselhos crowdsourceados iam me encher de sentimentos positivos e esperança. Se eu conseguisse seguir esses 50 passos para a felicidade, meus problemas iam desaparecer como Citalopram efervescente e tudo ficaria bem para sempre.

Então li a coisa toda. Acontece que o tipo de pessoa que compra A Vida de Pi em Blu-Ray é inacreditavelmente otimista ou muito otária (provavelmente ambas as opções).

Decidi anotar os tais 50 passos recomendados para a felicidade para ver se eram mesmo viáveis (mas acabei fazendo só 25, porque 50 é muita coisa e eu sempre fui um cara que faz tudo pela metade).

É possível um homem cujo momento mais feliz do dia é quando está passando Videocassetadas na TV usar esses conselhos para mudar sua vida para melhor?

Veremos.

Como Animar um Amigo Depois de Um Fora: 13 Passos

PASSO 1 – PARE DE SE PREOCUPAR COM DINHEIRO Sendo um recém-formado que fugiu da vida no escritório depois de 15 dias para retornar ao zumbido reconfortante da sala de computação da pós-graduação, dinheiro é a única grande preocupação da minha vida. É uma praga. Isso me assombra.

Me sinto fisicamente doente tirando uma nota de dez libras do caixa eletrônico e entro escondido com minhas próprias latas de cerveja no Wetherspoons.

É provável que eu pare de me preocupar com dinheiro quando realmente for até o banco para confrontar minhas dívidas em vez de ficar fugindo eternamente delas.

CONSIGO FAZER ISSO? Não.

PASSO 2 – TIRE FÉRIAS DUAS VEZES POR ANO Se aquelas ofertas de final de semana por £9,90 ainda fossem publicadas na última página do The Sun, quem sabe? Caso contrário, o mais próximo que chego disso é assistir uma maratona de Club Reps usando minha calça de ressaca enquanto vomito um pint de Glen no aquário do meu peixinho dourado. Na minha casa, peixinhos dourados não duram muito. CONSIGO FAZER ISSO? Não.

PASSO 3 – DESFRUTE OS PEQUENOS CONFORTOS DA VIDA Essencialmente, não há grandes confortos, nenhuma revelação real de pura alegria e prazer que reforme seu caráter e altere sua vida. Aceite isso. Abrace a satisfação de encontrar um tiramisu em promoção no supermercado. Abrace a alegria de ver alguém que você odeia postar piadas sobre Made in Chelsea

9 formas de ajudar um amigo com depressão sem descuidar de si mesmo

A depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) referentes a 2015, o que faz da doença a maior causa de incapacitação do mundo.

No continente americano, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos nesse quesito: 11,5 milhões de brasileiros sofrem com esse problema – 5,8% da população, ou uma em cada 20 pessoas. Certamente você conhece alguém que sofre de depressão.

Mas como é possível oferecer ajuda a essas pessoas?

O primeiro passo para ajudar alguém com depressão é entender a doença: a depressão, em termos médicos, é caracterizada por baixo humor persistente e “anedonia” (a incapacidade de sentir prazer) durante longos períodos. É uma condição séria e a pessoa vai precisar não só do apoio da família e dos amigos, que não devem subestimar o problema, mas de ajuda profissional. Confira algumas dicas para fazer a sua parte:

  1. Seja compreensivo e não subestime a depressão

Pessoas com depressão têm um transtorno mental grave que não pode ser superado apenas com força de vontade ou simplesmente mudando de perspectiva.

Se você estiver ajudando um amigo com depressão, não adianta dizer para ele “sair dessa”.

Depressão não é aquela tristeza que você estava sentindo em uma época e que você resolveu com um “pensamento positivo” ou com “muita fé”. Familiarize-se com o fato da depressão ser uma doença.

  1. Incentive a procurar ajuda

Uma das melhores coisas que você pode fazer para alguém com depressão é incentivá-lo a obter alguma ajuda séria. Seu trabalho como amigo não é tratá-los. Pessoas nessa condição precisam de psicoterapia e tratamento medicamentoso, conforme as recomendações de seu médico.

  1. Ajude a pessoa a cuidar de si mesma

Pessoas com depressão muitas vezes têm dificuldade para se cuidarem adequadamente e não comem direito, não dormem em horários corretos, nem mantêm seus ambientes organizados.

Preste atenção a isso e incentive-as a cuidarem de si mesmas.

Você pode fazer isso de forma discreta e amigável, com pequenas medidas práticas, como chamando-as para acompanhar você em alguma atividade de manhã, de modo a tirá-las da cama.

  1. Convide para uma caminhada

O exercício físico é muito bom para a depressão, assim como sair de casa. Insistir no convite para uma caminhada é uma boa maneira de tirá-los de casa, mas você não precisa inventar nenhuma conversa fiada e alegre se eles se sentirem exaustos e ficarem calados; apenas escute sem julgar, viva a comunhão no silêncio e deixe claro que você ama a sua companhia de qualquer maneira.

  1. Ajude a questionar seus pensamentos negativos

A depressão é caracterizada em muitos casos por padrões de pensamentos negativos graves sobre a autoestima. A psicoterapia ajuda a pessoa a reconhecer esses padrões e questioná-los, mas você também pode fazer a sua parte.

Na prática, isso significa que se o seu amigo diz coisas como “eu sou tão horrível”, “ninguém gosta de mim”, “eu me sinto inútil”, ou outras declarações depressivas, seja firme em contradizê-lo.

Pergunte por que ele se sente assim e procure mostrar-lhe que existem outras interpretações possíveis para os motivos que ele tem em mente.

  1. Não tente resolver as coisas com punições

Ser amigo de uma pessoa depressiva pode ser difícil. Mas as ameaças não ajudam em nada.

Dizer coisas como “se você não se animar, eu vou parar de falar com você” não é uma boa maneira de ajudar – as pessoas depressivas já têm pensamentos negativos suficientes sobre si mesmas. Isso só reforça a sua baixa autoestima.

Em vez disso, tente ser positivo: elogie quando ver que eles fizeram algo especial no cuidado de si mesmos, de maneira amiga e não condescendente.

  1. Não espere resoluções rápidas

Depressão não desaparece magicamente quando as pessoas começam a fazer psicoterapia ou a tomar remédios que alteram o humor. É, muitas vezes, uma condição de longo prazo que exige a administração frequente.

Quem inicia o tratamento se torna melhor em desafiar seus processos de pensamento e passa a se cuidar melhor quando está para baixo.

Mas ainda haverá períodos muito ruins, em que o apoio dos amigos continua sendo importante.

  1. Não deixe o seu amigo sozinho – principalmente nos dias ruins

Percebeu que o seu amigo está em um dia especialmente difícil? Faça um gesto simples, mas concreto, de proximidade. Mande uma mensagem, tague ele em alguma piada nas redes sociais, faça uma visita – qualquer coisa que mostre a ele que ele é importante e está sendo lembrado com carinho.

Não é seu trabalho tratar ou salvar um amigo depressivo e, às vezes, a experiência pode ser difícil e desgastante. Procure apoio e conselhos de especialistas e lembre-se de ter tempo para si mesmo quando você precisar.

Os melhores amigos para depressivos são aqueles que sabem o momento certo de se despedir e dar um espaço: caso contrário, pode-se correr o risco de deixá-los ainda mais para baixo ou de gerar um processo de dependência emocional nada saudável.

  • Com informações de Aleteia.
  • ***
  • Recomendamos também:
  • Como a religião ajuda os jovens a se manterem longe de tendências suicidas
  • Se você apresenta algum desses 7 sintomas pode estar com depressão
  • Como a sua depressão pode afetar o desempenho escolar dos seus filhos
Leia também:  Como ajudar um hamster com o olho grudado: 10 passos

***

Como superar um fora: veja dicas e levante o seu astral

Danielle Barg

Elas choram, se trancam no quarto, pensam em se vingar, mas, quando o lado emocional fala mais alto, algumas até aceitam um pequeno “flashback” para matar a saudade do ex que as dispensaram.

Já eles saem com os amigos e lotam as redes sociais de fotos onde aparecem rindo, curtindo a vida, e mostrando que o fora recém-tomado nem doeu tanto assim. De um modo geral, homens e mulheres agem de formas diferentes quando são abandonados.

No entanto, independente da reação, todos estão sentindo a mesma coisa: o peso da rejeição.

Caroline Chieppa, radialista, conta como se sentiu quando o seu último namorado a dispensou, depois de uma briga banal, via mensagem de celular. “Nos dias seguintes me senti muito confusa, a sensação depois do fora é de querer voltar no tempo e fazer tudo diferente”.

Ela afirma que, apesar do susto, existe sim uma parte boa em levar um fora: “o que me fez seguir em frente foi o quanto mulher eu sou para dividir a minha vida com um cara infantil que não teve hombridade suficiente para terminar um relacionamento olhando nos meus olhos.

Aprendi que quando existe amor, a gente quer estar junto independente de qualquer coisa”.

A autora do livro Levei um fora, e agora?, Vanessa Fagundes, passou por situação semelhante e resolveu compartilhar sua experiência no livro. Segundo ela, o grande erro das pessoas é querer acertar na loteria do amor sem sofrimentos. “Precisamos experimentar para ter certeza do que queremos e de que estamos escolhendo certo. E isso só acontece 'batendo a cabeça'”, afirma.

Para quem está se sentindo rejeitado ou sozinho, ela avisa: “todos estamos sujeitos a levar um fora, pois relacionamentos são feitos de pessoas diferentes que podem, de repente, perceber que não combinam mesmo. Não acho que o fato de levar um fora deva ser visto de maneira trágica, mas como ele realmente é, ou seja, aquela pessoa não combina comigo e pronto. Existem muitas outras que combinam.”

Começar de novo é preciso e tentar tirar a parte boa dessas experiências é um bom exercício de amadurecimento para as próximas relações. Confira dicas dos especialistas.

Chore, mas saiba a hora de parar Sofrer é preciso, mas, segundo a psicóloga Angela Costa, é preciso ter como objetivo superar o luto o mais cedo possível. “Não é possível falar com precisão sobre esse tempo, embora exista a necessidade de compreender o processo.”

Ela explica que ficar alimentando a dor por muito tempo torna-se um processo de autodepreciação. Por isso, é importante perceber que a dor vai diminuindo com o tempo.

“À medida que a pessoa começa a fazer novos envolvimentos, emerge a esperança de continuar a viver.

É possível perceber que, embora a pessoa que se foi jamais virá a ser esquecida, a vida pode e deve continuar a ser vivida”, explica.

“Mas ele era tão bom…” Ele tinha mil defeitos, mas bastou dar o “fora”, pronto: o sapo virou um príncipe. Angela explica que “endeusar” o outro é uma defesa do cérebro. “A pessoa nega que levou um fora para poder aliviar sua dor, e admirar o outro faz parte dessa defesa.”

Vanessa tem uma boa dica neste sentido: “o melhor a se fazer nesse momento é encarar o fato de que existe alguém no mundo que não está disposto a nos amar, mas em compensação, ainda restam outras milhares de pessoas que podem estar”, observa.

Ele me trocou por outra – e agora? Outro caso complicado é quando o motivo do fora foi uma terceira pessoa. Para Vanessa, tentar se comparar é o erro mais grave neste sentido. “O fato de ele preferir outra pessoa no seu lugar não quer dizer que a outra é melhor, mais bonita ou mais inteligente. Significa, somente, que vocês não combinam, e acredite, isso não é o fim do mundo.”

Quem procura acha Parece que as redes sociais foram a melhor invenção do mundo para buscar notícias sobre ex. Mas as especialistas avisam – evite, isso só piora as coisas. “A pessoa que perdeu continua vivendo essa relação ou até mesmo alimentando esse sofrimento”, alerta Angela.

Vanessa acredita que é preciso “enterrar o ex”. “Se quiser faça até um enterro simbólico do seu passado.

Queime uma vela enquanto guarda no fundo da gaveta as fotos que tiraram juntos, apague o Orkut dele do seu computador, bloqueie o contato no MSN e simplesmente esqueça que um dia conheceu aquela pessoa.

Se você quer parar de sofrer, não se engane achando que podem ser amigos nesse momento de dor.”

À procura do ponto final Tem também aquele ex que termina, mas insiste em continuar fazendo parte da vida: seja dando uma ligadinha de vez em quando, seja forçando a barra em uma amizade.

A psicóloga Angela indica atenção nestes casos: “quando o namorado continua procurando, na maioria das vezes, é porque quer continuar no controle dessa relação.

Enquanto ela permitir, essa relação nunca vai ter fim.”

Livre-se da culpa Um dos primeiros passos rumo à libertação do ex é fazer sumir da cabeça a tal frase: “onde foi que eu errei?”. Para Vanessa, o fato é que ninguém é culpado quando uma relação chega ao fim. “Vocês simplesmente não combinavam tanto quanto você imaginava. É difícil pensar assim, mas em menos tempo do que você imagina, verá que tudo acontece para o seu melhor”, pontua.

Xô, carência! O ditado que diz que, para curar a dor de amor, é preciso encontrar um novo, nem sempre faz sentido. Segundo Vanessa, antes de começar a amar alguém, é preciso recuperar o amor próprio.

“Quando levamos um fora, nossa autoestima cai violentamente, acreditamos que somos a pior pessoa do mundo e que ninguém mais nos quer, então corremos o risco de nos envolver com o primeiro que demonstrar interesse, fazendo-nos lembrar que ainda somos atraentes”, indica.

Para não cair em roubadas, é preciso cautela. “O maior erro que cometemos é pensar que só seremos felizes se estivermos amando alguém. Eu digo que só seremos felizes se amarmos, antes de mais nada, a nós mesmos”, observa.

Autoestima alta, já! Trabalhar a autoestima continua sendo um dos principais conselhos dos especialistas. “Foque a sua atenção no que você tem de bom.

Faça o exercício de ignorar os pensamentos de culpa e de autoflagelação, pois eles não te levam adiante.

Exalte suas qualidades e procure aprimorá-las, então pense que você vai ficar irresistível e que o único a sair perdendo será seu ex”, indica Vanessa.

Mexa-se Cabeça vazia, cabeça no ex. Isso é o que acontece quando se leva um fora: ficar desocupado é um ótimo motivo para pensar no fim da relação.

Para curar a dor, as especialistas indicam o investimento pessoal. “Aproveite a oportunidade que a vida está te dando para melhorar como indivíduo, para então encontrar pessoas que realmente mereçam estar ao seu lado.

Já ouviu falar que a mudança começa com você?”, provoca Vanessa.

Buscar conhecer novas pessoas, lugares, restaurantes, novas oportunidades de trabalho ou viagens podem representar um recomeço.

“Várias opções de vida podem ser fantásticas, mas antes passavam despercebidas ou eram ignoradas, pois tudo que detinha sua atenção era o seu ex.

Perceba que a única certeza que temos é de que teremos a nossa própria companhia pelo resto da vida, então vamos investir para que essa companhia seja a mais agradável possível”, conclui.

Existe lado bom em levar um fora? A parte boa de um fora, as especialistas concordam, é o aprendizado. “A principal dica é se observar, olhar para si mesmo e verificar onde errou para começar novamente”, explica Angela.

“Descobrir quem é você, o que gosta e o que você quer como objetivo em sua vida faz parte deste recomeço e de todo o processo de perda. Apenas perdendo é que aprendemos quem realmente somos e a continuar buscando”, ela completa.

Para Vanessa, a única coisa ruim de levar um fora é a mudança de rotina, mas ela acha que é justamente isso que incita o lado bom da crise – a reflexão. “Eu encaro o término de um relacionamento como uma dádiva, pois dificilmente uma pessoa terá outro momento na vida que favoreça mais a reflexão. Temos medo do novo, mas o novo é sempre bom.”

Para ela “a vida é como uma gaveta de escritório, que de tempos em tempos precisa de uma limpeza para abrindo espaço para coisas novas e melhores”: “se a vida te mostrou que a limpeza precisava ser feita no seu relacionamento, então mãos à obra. Faça de você mesmo, tudo que basta para ser feliz! Depois disso, encontrar um novo amor será apenas consequência de seu novo estado de espírito”, finaliza.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*