Como andar em uma escada rolante: 10 passos (com imagens)

Escalada de sucesso do empresário escada de sucesso

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Conjunto de ícones de escada

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Visão de uma nova ideia de sucesso

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Visão de uma nova ideia de sucesso

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Labirinto 3d com personagem de desenho animado

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Mulher fazendo selfie na escada rolante

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Mulher na escada rolante

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Conjunto realista de escadas de madeira

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Palavras opostas lentas e rápidas

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Seta da escada ascendente

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Conceito de negócio seguir em frente

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Escada de carreira

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Pessoas em escadas rolantes no shopping

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Cortar as pernas correndo no andar de cima

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Escada

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Postura plana de bloco de madeira em escadas

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Cortar o homem saltando no andar de cima

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Adjetivos opostos para baixo e para cima

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Mulher em cima de uma escada

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Luva pequena em cima da pilha de livros

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Banners verticais de pessoas do metrô

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Saiba como usar a escada para emagrecer e tonificar os músculos

Se você está sem tempo ou dinheiro para incluir a malhação na rotina, saiba que a solução pode estar na escadaria do seu prédio ou da sua casa.

Especialistas garantem que basta subir três lances de escada por dia, com cerca de 20 degraus cada, para deixar para trás a turma dos sedentários e se beneficiar com a lista interminável de ganhos proporcionados pelas atividades físicas.

E de quebra você ainda gasta muita energia, já que subir um degrau consome cerca de 0,15 caloria, número que cai para 0,05 na hora de descer. Agora faça as contas de quantas calorias você está deixando de torrar optando pelo elevador ou pela escada rolante.

Como Andar em uma Escada Rolante: 10 Passos (com Imagens)

No entanto, as opções de exercícios oferecidas pelas escadas vão muito além do sobe-e-desce convencional.

Com imaginação, elas podem ser usadas para realizar séries inteiras e para estimular muitas variantes, como a coordenação motora, o trabalho cardiovascular e a tonificação da musculatura.

O Terra pediu para o educador físico Diego Zanon, pós-graduado em fisiologia do exercício de Vitória, no Espírito Santo, e eleito personal trainer do ano pela Sociedade Brasileira de Personal Trainers, criar uma sugestão de treino para uma semana.

“Se a ideia é perder peso e tornear o corpo, o tempo mínimo de malhação é de 30 minutos e o ideal é que ela seja feita diariamente, alternando o tipo de estímulo. Mas três vezes por semana já é uma boa quantidade”, diz Zanon. No entanto, antes de se entregar aos exercícios, alguns cuidados são essenciais para garantir bons resultados e a segurança do praticante:

– Use um tênis com amortecimento e verifique se ele está bem amarrado antes de começar. – Ao subir, sempre posicione o pé no centro do degrau, apoiando toda a sola. – Na descida, pise com a ponta do pé e espere até o calcanhar chegar ao chão para movimentar a outra perna.

– Use os braços e o resto do corpo para obter equilíbrio. – Quem não está acostumado a se exercitar deve respeitar o seu ritmo e, se sentir qualquer dor, precisa parar imediatamente e procurar um médico. – Fazer alongamentos antes de começar a realizar os exercícios é imprescindível.

– O ideal é que todo mundo passe por uma avaliação médica e física antes de começar, mas, para quem está sedentário ou tem algum problema no joelho, esta recomendação é fundamental.   – Escolha um local onde não haja um grande fluxo de pessoas para evitar esbarrões e quedas.

– Faça uma planilha para anotar os exercícios realizados no dia e a quantidade de repetições para poder acompanhar a sua evolução e acrescentar novos movimentos depois de um tempo, mudando o estímulo oferecido ao corpo a cada dois meses, em média, o que garante resultados mais eficazes.

  – Coloque uma música animada durante o treino para dar um estímulo extra. 

Como Andar em uma Escada Rolante: 10 Passos (com Imagens)

Os treinos
DIA 1 Característica principal do treino: desenvolvimento de força muscular. – Suba todos os degraus com o pé direito, levando o esquerdo em seguida.

Desça a escada normalmente e repita o movimento dando início com o pé esquerdo.  – Suba a escada de 2 em 2 degraus – Suba a escada carregando algo pesado.

Se não tiver halteres em casa, pode ser 1 saco de 5 kg de arroz, por exemplo.

  • DIA 2
  • DIA 3
  • – Com o corpo de lado, coloque o pé direito sobre o degrau e eleve a perna esquerda bem esticada para o lado, abrindo os braços simultaneamente. 

Característica principal do treino: desenvolvimento do condicionamento aeróbio. – Suba toda a escada rapidamente e marque o tempo gasto. Desça os degraus normalmente e tente diminuir o seu tempo na próxima subida. Anote a quantidade de vezes que você consegue subir e tente melhorar essa marca a cada treino. 
Característica principal do treino: desenvolver a coordenação motora e trabalhar os músculos, especialmente os estabilizadores do quadril e as partes interna e externa da coxa. – Suba a escada de lado cruzando os pés na frente do corpo. Inicie o movimento no primeiro degrau, subindo com o pé direito, e passe para o próximo, iniciando com o esquerdo. Tente aumentar a velocidade quando sentir confiança nos movimentos. Outras opções de exercício: – Coloque o pé direito sobre o primeiro degrau e, em seguida, o esquerdo. Apoie o direito no chão novamente e faça o mesmo com o esquerdo. Repita o movimento. – Coloque o pé esquerdo sobre o primeiro degrau. Eleve a perna direita flexionada à frente do corpo três vezes. Em seguida, troque o lado. – Apoie o pé esquerdo sobre o degrau. Em seguida, eleve a perna direita flexionada para trás.

Fonte: Thais Szegö Thais Szegö

Rubinho resiste

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ANDRÉS SANDOVAL_2018

Corre, na 47ª Vara Cível do Rio de Janeiro, uma pendenga judicial entre um condomínio – o Conjunto Cidade de Copacabana – e um gato.

“O animal de estimação, carinhosamente batizado de Rubinho, em homenagem ao piloto brasileiro de Fórmula 1, já se encontra no condomínio há mais de oito anos”, diz o texto da ação impetrada em setembro por seu dono, o comerciante Pedro Duarte Correia, que tem uma loja no 1º andar do conjunto. No requerimento de vinte páginas, Correia defende o direito de ir e vir do felino. Alega que Rubinho é manso, está vacinado e sempre circulou pela área comum da galeria comercial “para esticar suas patas, não tendo sido nunca importunado”. O parágrafo seguinte dá o tom do drama: “Entretanto, essa paz expirou-se na reunião de condôminos e, pior, por reclamação de uma única pessoa.”

A origem da briga remonta ao fim de abril, quando o Conselho de Administração do condomínio baixou uma norma proibindo “o trânsito de animais e pessoas sem camisa” pelas áreas comuns da galeria.

Dez dias depois, Correia recebeu uma notificação da administração com imagens da caminhada ilegal de Rubinho, feitas por uma câmera de segurança; no mês seguinte, a transgressão foi punida com uma multa de um salário mínimo.

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Houve quem visse no endurecimento do condomínio a influência da administradora Ede Lamar Silveira Carvalho Passos, que assumiu a vice-presidência do Conselho em fevereiro. “A Ede resolveu se vingar do seu Pedro em cima do gato dele”, alegou a advogada e ativista Patrícia von Kap-Herr, que organizou uma manifestação em defesa de Rubinho.

O Condomínio Conjunto Cidade de Copacabana ocupa quase um quarteirão na Zona Sul do Rio e reúne galeria, hospital, teatro, igreja, supermercado e mais seis prédios residenciais. A governança funciona num regime parlamentarista. Primeiro, os condôminos escolhem seus respectivos gerentes.

Os moradores do bloco A elegem o síndico daquela unidade, os lojistas do 2º andar apontam seu representante e assim por diante.

Depois, os nove síndicos (seis dos edifícios e três da galeria) se reúnem para decidir quem vai ocupar a presidência do Conselho – uma espécie de primeiro-ministro do conjunto.

Correia era presidente do Conselho, oito anos atrás, quando adotou Rubinho. “Eu ia todo dia visitar o terceiro pavimento, para acompanhar uma obra na igreja”, contou. “E o gato, que morava lá, ficava me seguindo.

” À época, o 3º andar era quase todo tomado por estoques de lojas e oficinas de marcenaria – que contavam com uma pequena brigada felina para combater roedores. Um dia, durante uma vistoria, Correia reparou que Rubinho estava espirrando. “Peguei, levei ao veterinário, dei remédio e vacina. Castrado ele já era.

” O animal passou a morar em sua loja de artesanato, a Arte e Palha. “Ele sabe de onde veio”, disse o proprietário. “Se quisesse, voltava pra lá.”

Rubinho é um gato sem raça, branco e cinza, que passa a maior parte do tempo deitado sobre a bancada da loja, numa caixa de papelão acolchoada e decorada com adesivos de Jair Bolsonaro. À tarde, frequenta a Foto Tikara Revelações e Ampliações, que, apesar do nome, só vende material elétrico e de construção.

Todo dia, caminha cerca de 50 metros por entre os passantes até chegar ao balcão da loja. “O Rubinho é uma pessoa muito especial”, disse a proprietária da Foto Tikara, Tereza Torres, que ultimamente tem levado o gato para sua casa, também em Copacabana, nos fins de semana. “Foi um pedido do seu Pedro”, contou.

“O condomínio o acusou de maus-tratos.”

Por dezessete anos, Correia foi síndico do primeiro piso da galeria – o térreo, que abriga o supermercado, armarinhos, salões de beleza, restaurantes por quilo e lojas de traquitanas que vendem de chave de fenda a Papai Noel inflável.

Passos, sua antagonista no caso Rubinho, era síndica de dois blocos residenciais e do 2º andar da galeria, que abriga o teatro, as galerias de arte e os antiquários que deram fama ao local, conhecido popularmente como Shopping dos Antiquários.

Em fevereiro, Correia alegou idade avançada – ele tem 84 anos – para não tentar a reeleição. O momento coincidiu com a chegada de Passos, de 64 anos, à vice-presidência do Conselho de Administração.

Dois meses depois, surgiu a norma contra a circulação dos animais. “Bicho passeando sozinho é no mínimo preocupante”, concordou o comerciante Eduardo Fuks, de 60 anos, sucessor de Correia na sindicância do primeiro piso.

“Mas não gostei da forma como tudo foi feito. O gato está aqui há anos, e nunca ninguém se importou.”

Depois da multa, Correia passou a respeitar a norma. Tentou fazer Rubinho caminhar com coleira e guia, mas, dada a dificuldade, viu-se obrigado a prendê-lo em sua loja. Noticiado, o caso atraiu a atenção de protetores dos animais. Houve um protesto com cartazes em frente à galeria (“Copacabana inteira ama o gato Rubinho”; “Sra.

Síndica, deixe o gato Rubinho em paz”) e uma petição online assinada por 7 400 pessoas. Em paralelo, Correia conseguiu um laudo veterinário que atestava uma possível depressão do felino – o que acabou contribuindo para que uma decisão em caráter liminar, expedida em setembro, garantisse o livre trânsito de Rubinho pela galeria.

“Quero que provem onde tem perseguição”, reclamou Passos, enquanto mostrava uma notícia da extinta Veja Rio intitulada “Gato feroz obriga loja de Copacabana a colocar avisos na entrada”.

O texto, de 2017, contava que Rubinho havia atacado um chihuahua no corredor do shopping, o que obrigara Correia a imprimir um aviso alertando para o risco que correriam outros cães que entrassem em sua loja. “Claro que ele é arisco”, continuou Passos. “Ficava preso na loja de sexta a segunda.” Ela disse agir em defesa dos condôminos e do próprio animal.

“O bicho pode ser esmagado na escada rolante, ou pode atacar alguém, já que aqui passam 10 mil pessoas por dia. E, se houver um processo contra o condomínio por causa do gato, não é o seu Pedro, e sim os proprietários que vão pagar.”

O caso aguarda julgamento em primeira instância.

7 passos para andar melhor na rua

Tempo médio de leitura: 8 minutos

Quanto tempo faz que você não pensa no seu andar? Ou na sua capacidade de falar “mamãe”? Anos, décadas, não é? Ações básicas, como andar ou falar, se tornam mecânicas após o processo de aprendizagem. Natural – ou você está pensando na sua respiração nesse momento?

Ao mesmo tempo em que essa “automação” das atividades é crucial para que consigamos fazer mais, é importante parar um pouco e refletir se estamos fazendo aquilo que achamos tão básico da melhor forma possível.

Essa reflexão pode valer muito para uma ação simples como andar na rua. Além de útil, é necessária também.

Quer uma prova? Tente lembrar então da última vez que você andou na rua (de uma cidade grande) e não se irritou em algum momento.

Se você nunca se irritou, pode parar aqui, escrever um livro e compartilhar seu segredo com o mundo.

Eu me irrito, então procurei me atentar a erros que eu cometo, ou pensar em ideias que beneficiariam a todos nós que andamos na rua. Importante: essa não é uma lista de dicas de segurança.

São muitas, de fácil acesso, e prefiro evitar redundância. Nada de “olhe para o lado antes de atravessar a rua!” também.

1. Calçada ou asfalto?

Era uma vez uma época em que as pessoas mandavam na rua, e os carros que se adaptassem. Essa época se foi. Hoje os automóveis andam soberanos, e nós concorremos por espaço com pontos de ônibus, carros estacionados, bicicletas e nós mesmos. Uma das melhores formas de evitar colisões nos pequenos espaços de calçadas está no uso da lógica dos automóveis também ao andar.

Calma, você não precisará passar a marcha. Em passagens estreitas, no entanto, como escadas, escadas-rolantes, rampas, copiar o trânsito é a forma mais fácil de evitar encontrões. Como?

Bush esbarrando nele mesmo.

Fique à direita. Vai descer a escada? Vá pela sua direita. Subir a escada-rolante? Sua direita. Andar em uma passarela? Acho que você já pegou a ideia. Dessa forma, as passagens funcionam como uma estrada de mão-dupla, porém com menor gravidade nos acidentes.

Essa simples ideia já permite trazer mais cópias do trânsito.

Nem todos andam na mesma velocidade; você deve estar com pressa para não chegar atrasado ao trabalho, então por que não ir pela esquerda? É o que todos vão pensar, e o caos retorna.

Priorize a direita e faça as ultrapassagens quando necessário. É exatamente como o carro: esquerda, ultrapassagem, direita, e repete-se o ciclo até o destino.

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2. Celular

Eu prometi que não teríamos o “olhar na hora de atravessar a rua”. Não dá para escapar, contudo, da versão moderna. Pare de olhar o celular na hora de atravessar a rua!

De todos os passos da lista, esse é o que mais revolta, simplesmente porque eu já fiz isso. Várias vezes. Talvez eu tenha feito ontem, sem perceber. Já que preciso me lembrar constantemente, estendo a você. Guarde o celular no(a) bolso(a) antes de atravessar a rua, não vai doer.

3. Fone de Ouvido

Depois que a lei proibindo o som alto em serviços como o ônibus ou metrô entrou em vigor, pensei que teria mais dias de paz. Ledo engano. A utilização dos fones de ouvido teria tudo para ser uma salvação, desde que todos se lembrassem que fone de ouvido não é micro system.

Fone de ouvido ou som de boate?

Por que escutar uma música tão alto? Se eu estou escutando a sua música a dois corpos de distância (uma enormidade em um metrô lotado), além de causar o mesmo transtorno do radinho de pilha para quem está à volta, você também causa um mal danado aos seus ouvidos. Usar o volume até a metade do disponível costuma ser uma boa referência.

4. Mochila (e similares)

Essa pode causar muitos transtornos para quem anda na rua. A regra básica de uma mochila é: trate ela como parte do seu corpo.

Isso quer dizer que, se viramos para o lado, devemos levá-la em consideração, ou a jogaremos em cima de alguém. Pode parecer óbvio. Tão óbvio que todos esquecemos e esbarramos em mochilas e bolsas todos os dias.

Na hora de andar, leve-a presa aos dois ombros, ou a segure embaixo, com uma das mãos. Presa a um ombro não dá certo, você eventualmente baterá em alguém.

Vamos ver o que fazer em um lugar apertado, como o trem, com um pequeno exercício. Na imagem a seguir, imagine o homem, à esquerda, com a mochila na frente do corpo. A mulher, à direita, está (na nossa definição) com a mochila nas costas. Qual utilização está correta?

Nenhuma das duas.

“Mas a voz no trem avisa para usarmos a mochila à frente do corpo, por segurança!”.

Sim, é uma boa dica de segurança, mas não acrescenta nada em espaço. Na verdade, mochila e barriga cheias podem ocupar ainda mais espaço do que a configuração tradicional. No entanto, é difícil encontrar alguém que ocupe uma área, na altura das pernas, igual ou maior que a área ocupada por seu tronco. Esse espaço pode ser bem usado para o conforto de todos – segurando a mochila ali.

Não conheço essa galera antenada, mas eles sacaram “de boa”.

O peso da mochila pode ser um problema, para isso, procure revezar a mão que a segura. Se o lugar for favorável, apoiá-la no chão mesmo também é opção. Manter a mochila entre as pernas, ou bem em frente a elas, já proporciona bastante segurança se comparado a deixá-la nas costas.

Em ônibus, há também o outro papel, daquele que oferece o colo para mochilas e bolsas alheias. São claramente pessoas abençoadas. Além de aliviarem o peso do dono do carregamento, também promovem a criação de mais espaço para aqueles que estão apertados no corredor.

Se você é o desafortunado no corredor do ônibus, tire a mochila das costas. Coloque-a na frente do corpo.

As chances de a pessoa sentada à sua frente oferecer o colo para a sua mochila aumentam drasticamente (método comprovado por mim mesmo, mas apenas para a mochila!).

Pode parecer sujeira dar essa dica, mas lembre-se, você também está liberando espaço para os outros, não é só para benefício próprio (já pode dormir sossegado).

5. Pessoas não têm seta

Lembra que falamos da ultrapassagem enquanto estiver andando em corredores, escadas, etc? Esteja em uma dessas passagens, ou na própria calçada, é crucial lembrar que pessoas não têm seta, nem retrovisor. Vai fazer uma ultrapassagem, olhe para trás, veja se não vai bater em alguém ao mudar de direção.

O mesmo vale também quando estiver em uma calçada (ou corredor de shopping) e for simplesmente parar para olhar uma loja. Nosso corpo não conta com luzes auxiliares que avisem que freamos. A aproximação até a loja completa o quadro, como se saíssemos de uma estrada para pegar uma via transversal. Você não faria o segundo sem olhar, não é mesmo?

6. Assentos preferenciais

Esse item pode ser engraçado ou trágico. A iniciativa existe para que todos deem mais valor às necessidades de “pessoas idosas, gestantes, pessoas com crianças de colo, ou portadores de necessidades especiais”. Em um mundo utópico, qualquer lugar é preferencial.

Estando mais para distopia do que para utopia, acabamos invertendo todo o sentido. Os lugares preferenciais são interpretados como lugares exclusivos – e únicos. Metrô, ônibus, não importa, as pessoas evitam qualquer lugar com a cor indicativa de assento preferencial, ávidas por lugares onde podem se sentar sem o peso na consciência de se preocupar com levantar para alguém.

Parece que a ideia de perda ao “ter que” levantar para que alguém se sente é maior do que a possibilidade de conforto temporário. A escolha pelo desconforto completo é a regra.

Já vi, muitas vezes, lugares preferenciais vazios enquanto pessoas se entulhavam em pé.

Dá vontade de oferecer um lugar “comum” para alguém, e ir sentar em um preferencial, para permitir que mais uma pessoa viaje sentada.

Vamos simplificar? Quer sentar, sente. Alguém precisa mais, levante.

7. Peça desculpas ativamente

Seguir esses passos é uma forma de ajudar o andar na rua a acontecer de forma mais tranquila, ou mais eficiente se necessário, mas nada disso garante que não ocorrerão colisões e conflitos.

Acontece que brigar na rua é uma das maiores perdas de tempo possíveis. Queremos chegar a algum lugar, a pessoa em quem esbarramos também – quem sabe até ao mesmo lugar -, então por que não seguir? A maneira mais fácil de não deixar que uma colisão vire um conflito desnecessário é pedir desculpas de forma pró-ativa. Pode ser via fala, via mão espalmada, basta que comunique a mensagem.

Sempre pode haver alguém na rua mais estressado que nós, mas pouquíssimas pessoas não se desarmam com um pedido de desculpas. Ninguém precisa provar nada, ser pró-ativo e assumir a responsabilidade de não entrar em uma briga boba é um bom caminho para um dia mais tranquilo.

Existem muitas outras possíveis dicas para melhorarmos essa ou qualquer outra ação imersa no nosso cotidiano. Nunca conhecerei todas, então sinta-se à vontade para contribuir aqui embaixo e aumentar essa lista. Em caso de dúvidas do que fazer, a solução é clara (ainda que difícil). Colocar-se no lugar do outro.

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Escada rolante – Escalator

Escadas rolantes no Amagerbro estação no Metro Copenhagen , junho de 2007

Escada rolante em ação de 2011

escada rolante cedo, Luna Park, Coney Island de 1909.

Uma escada rolante é um tipo de verticais de transporte na forma de uma escada rolante que transporta pessoas entre andares de um edifício. É constituída por um motor de corrente -driven de passos ligados individualmente sobre uma faixa que de ciclo em um par de faixas, que as mantêm horizontal.

Escadas rolantes são usados ao redor do mundo em lugares onde elevadores seria impraticável. Principais áreas de uso incluem lojas de departamento , shoppings , aeroportos , sistemas de transporte (estações de trem / ferrovia), centros de convenções , hotéis , arenas , estádios e edifícios públicos.

Escadas rolantes têm a capacidade de mover um grande número de pessoas. Eles podem ser colocados no mesmo espaço físico como uma escada. Eles não têm nenhum intervalo de espera (exceto durante o tráfego muito pesado).

Eles podem ser usados ​​para orientar as pessoas para as saídas principais ou exposições especiais. Eles podem ser à prova d'água para uso externo.

A escada rolante não funcional pode funcionar como uma escada normal, enquanto que muitos outros métodos de transporte se tornam inúteis quando eles quebram ou perder o poder.

Design, componentes e operação

Operação e layout

Escadas rolantes tipicamente elevar-se a um ângulo de cerca de 30 graus a partir do solo.

Eles movem-se em 0,3-0,6 m (1-2 pés) por segundo (como tapetes rolantes ) e pode percorrer distâncias verticais em excesso de 18 metros (60 pés).

A maioria das escadas rolantes modernos têm uma única peça de alumínio ou de aço inoxidável passos que se movem sobre um sistema de faixas num ciclo contínuo.

Entrecruzamento disposição”

Multiple paralelo ” de layout

Escadas rolantes são normalmente configurados em uma de três maneiras: paralela (para cima e para baixo escadas rolantes adjacentes ou próximas, muitas vezes visto em estações de metro e de vários níveis cinemas ), múltiplas paralelas (bancos de mais de uma escada rolante que vão no mesmo sentido paralelo aos bancos que vão do outro sentido), ou entrecruzamento (escadas rolantes vão em um sentido “empilhados” com escadas rolantes em direção oposta orientada adjacente mas perpendicular, frequentemente utilizado em lojas de departamento ou centros comerciais ).

A maioria dos países exigem escadas rolantes para ter corrimãos que manter o ritmo com o movimento dos passos como uma medida de segurança em movimento. Isso ajuda os pilotos firmar-se, especialmente quando pisar as escadas móveis.

Ocasionalmente, um corrimão se move a uma velocidade ligeiramente diferente dos passos, fazendo com que ele “creep” lentamente para a frente ou para trás em relação aos passos; é apenas derrapagem e desgaste normal que faz com que essas perdas de sincronicidade, e não é por design.

A direcção do movimento rolante (para cima ou para baixo) pode ser definida de modo permanente, controlados manualmente, dependendo do fluxo predominante da multidão, ou controlada automaticamente. Em algumas configurações, a direção é controlada por quem chega primeiro.

Design e layout considerações

fatores de design incluem requisitos físicos, localização, padrões de tráfego, considerações de segurança e estética.

Fatores físicos, como a distância a ser atravessado determinar o comprimento e passo da escada rolante, enquanto fatores como a capacidade da infra-estrutura para fornecer suporte e poder devem ser considerados.

Como cima e para baixo tráfego é separado e carregar / descarregar áreas são outras considerações importantes.

padrões de tráfego temporais deve ser antecipado. Algumas escadas rolantes só precisa de mover as pessoas de um andar para outro, mas outros podem ter necessidades específicas, tais como canalizar os visitantes em direção saídas ou exposições.

A visibilidade e acessibilidade da escada rolante ao tráfego é relevante. Designers necessário ter em conta os volumes de tráfego projetadas.

Por exemplo, uma escada rolante de largura única viajando a cerca de 0,5 metros (1,5 pés) por segundo pode se mover cerca de 2000 pessoas por hora, assumindo que os passageiros andar em fila única.

A capacidade de carga de um sistema de escada rolante é tipicamente combinado com a demanda de pico de tráfego esperado. Por exemplo, escadas rolantes nas estações de trânsito deve ser projetado para atender o fluxo de tráfego de pico descarregado de um trem, sem aglomeração excessiva na entrada escada rolante.

A este respeito, escadas rolantes ajudar a gerenciar o fluxo de pessoas. Por exemplo, em muitos aeroportos uma escada rolante não pareado oferece aos passageiros uma saída, sem meios para qualquer um entrar na saída para acessar o concurso.

Escadas rolantes são muitas vezes construídos ao lado ou em torno de escadas que permitem viagens alternativa entre os mesmos dois andares. Elevadores são necessárias para acesso dos deficientes às pisos servidos por escadas rolantes.

componentes

plataformas de pouso

plataformas de destino são as duas plataformas (nas duas extremidades) que abrigam os trechos curvos das faixas, bem como as engrenagens e motores que impulsionam as escadas.

A plataforma superior normalmente contém a montagem do motor e da engrenagem de accionamento principal, enquanto a parte inferior segura as rodas dentadas intermédias passo de retorno. Essas seções também ancorar as extremidades da treliça escada rolante. Cada plataforma também tem um chão e uma placa de pente.

A placa de piso oferece um lugar para os passageiros para ficar antes de pisar as escadas móveis, nivelada com o resto do chão e, geralmente, articuladas para permitir o acesso fácil manutenção, enquanto a placa pente fica entre a placa de piso estacionário e o passo em movimento, assim chamado por os grampos no seu bordo que engrenam com os grampos correspondentes em cada passo (e se assemelham a um pente). As presilhas de intertravamento ajudam a minimizar a diferença entre as escadas e desembarque, evitando objetos ou pessoas fiquem presas nele.

treliça

A treliça é a estrutura metálica oca que une os patamares superiores e inferiores, compostas por duas secções laterais unidas entre si com barras transversais através da parte inferior e, logo abaixo do topo. As extremidades da treliça estão associadas a superior e inferior plataformas de pouso através de aço ou de concreto. Ele carrega todas as seções de pista retas a ligação das partes superior e inferior.

Balaustrada

Feitos de metal, painel de sanduíche , ou vidro, a balaustrada suporta os corrimãos da escada rolante. Ele também fornece proteção adicional para o corrimão e os passageiros.

Algumas escadas rolantes têm setas de direção nas extremidades da balaustrada. Escadas rolantes on / off botões são freqüentemente localizados nas extremidades da balaustrada.

Esteiras rolantes frequentemente usam balaustradas da mesma forma.

Tracks

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