Como alterar a resolução da tela no mac: 15 passos

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Muitas pessoas, principalmente Produtores, acabam precisando fazer tutoriais que ensinem a seus clientes como usar seus produtos. Nessas horas, uma grande vantagem da internet é poder criar um passo a passo em vídeo, por exemplo, e disponibilizá-lo no YouTube para que os usuários tenham acesso a esse material.

  • Essa é mesmo uma ideia muito boa, afinal, você não ajuda apenas seu cliente, como também pode acabar sendo visto como um especialista em seu nicho.
  • Porém, você sabe como gravar a tela do PC para poder criar um tutorial bem completo?
  • No post de hoje, vamos falar um pouco sobre os screencasts, esse tipo de conteúdo digital que tem se tornado cada vez mais comum na internet e que, definitivamente, possui grande potencial de vendas.

O que são screencasts?

Os screencasts são vídeos filmados a partir da tela do computador.

Algumas pessoas chamam esse tipo de conteúdo de vídeo onscreen ou vídeos capturados da tela. No entanto, o nome mais usado atualmente é screencast.

A grande vantagem dos screencasts é que eles permitem que você crie vídeos com custo baixíssimo, sem precisar de nenhum tipo de estúdio ou equipamentos especiais. Afinal, tudo o que você precisa para aprender como gravar a tela do PC é de um microfone e, principalmente, seu computador (de preferência, um notebook, para ficar ainda mais fácil).

Com os screencasts, você pode gravar tudo que está se passando em sua tela e, depois, expor isto para qualquer pessoa que esteja assistindo os vídeos. Consequentemente, é possível gerar muito conteúdo interessante utilizando essa técnica.

Veja alguns exemplos:

  • Você poderia criar um screencast que ensina as pessoas a utilizarem algum site ou serviço online;
  • Ensinar as pessoas a utilizarem um software, como, por exemplo, programas para edição de imagem, edição de vídeos, recursos avançados de processadores de texto;
  • Fazer uma palestra ou curso sobre determinado assunto. Você cria a apresentação no seu software de apresentações favorito (ex: Power Point e Keynote) e filma a tela enquanto percorre seu roteiro;
  • Criar demonstrações ou apresentações sobre seus produtos, aumentando muito a chance dos compradores se interessarem por eles e, então, adquiri-los.

Como criar um screencast?

Para aprender como gravar a tela do PC, o primeiro passo que você precisa tomar é escolher um software de captura de tela.

Existem vários no mercado, alguns gratuitos, muitos com versão trial, e vários pagos. Se você tem interesse em utilizar screencasts seja em sua estratégia de marketing, ou estratégia de produtos, vale a pena dar uma pesquisada mais a fundo a respeito de suas opções de software.

No entanto, aqui vão algumas dicas.

Software para captura de tela:

  • Open Broadcaster Software (OBS): o OBS é uma ótima ferramenta gratuita para quem deseja transmitir vídeos na internet e é muito fácil de usar, o que é uma vantagem para quem não tem conhecimentos profissionais sobre a área de vídeos.  
  • CamStudio: uma boa ferramenta para screencasts, porém, não possui muitas opções de customização, nem edição do vídeo. A boa notícia é que ela é 100% gratuita.
  • Webnaria: outra ferramenta gratuita e muito boa. Bem simples de se usar.
  • Camtasia: o melhor de todos os softwares de screencasts na opinião de muitos. Possui uma versão trial gratuita, porém, a versão completa é paga.
  • Microsoft Expression Encoder 4: muito bom software, também possui uma versão gratuita que permite gravação de screencasts de até 10 minutos de duração. Mas, assim como o software anterior, sua versão completa é paga.

Para efeitos didáticos, escolhemos ter ensinar como gravar a tela do PC com o OBS, uma ferramenta fácil de encontrar e te usar.

Passo a passo para gravar a tela do PC

  1. A partir de agora, você aprenderá o caminho para fazer screencasts.
  2. Em nosso canal no YouTube, temos um vídeo completo apresentado pela Stefânia, videomaker da Hotmart, mostrando todo o processo sobre como gravar a tela do PC, que você pode assistir a seguir.
  3. Mas se você preferir, pode acompanhar, a seguir, o passo a passo aqui mesmo.
  1. O primeiro passo, depois de escolher o software que você utilizará, é baixar o programa. Como vamos ensinar como gravar a tela do PC com o OBS, você só precisa acessar o site https://obsproject.com/ e clicar no botão verde que tem seu sistema operacional.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Feito o download, basta clicar no programa e instalá-lo em seu computador.

Não se esqueça de aceitar os termos de uso para começar a utilizar o OBS.

  1. Assim que o programa abrir, você receberá uma mensagem de ajuda do Assistente de configuração automática. Clique em Não e, em seguida, clique em OK.

Essa escolha deve ser feita para que você consiga configurar o programa manualmente e de acordo com suas preferências.

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  1. Perceba que o OBS funciona com um esquema de Cenas e Fontes de imagem. Assim que você abrir a interface do programa, veja, no canto inferior esquerdo, que você já terá uma cena pronta.

Para criar uma nova cena, basta clicar no símbolo + (mais) localizado no canto inferior esquerdo. Ao criar uma nova cena, é possível renomeá-la da maneira que preferir.

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  1. Assim que você criar uma nova cena, é possível adicionar uma fonte clicando no símbolo + (mais), localizado logo abaixo do quadrado com o nome Fonte, também no canto esquerdo inferior da tela.    

Dentre as diversas opções que serão oferecidas, escolha Captura de tela e clique em Ok.

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  1. Na tela que abrir, você terá a resolução de tela de seu monitor. Salve esse número, pois você precisará dele mais tarde.

(Como estamos usando duas telas, o programa nos oferece 2 valores. Vamos utilizar, aqui,  o 1366 x 768.)

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Pronto, o programa já está gravando a tela de seu PC.

  1. Antes de começar a realmente gravar, vá em Arquivo > Configurações, no canto superior esquerdo da interface do programa, e clique em Vídeo.   Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos
  2. Coloque o número da resolução de seu monitor (aquele que anotamos lá atrás) tanto na Resolução de base como na Resolução de saída.Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos
  3. Clique em Saída e, em seguida, na parte de Gravação, escolha: Caminho da gravação: em qual pasta você quer que seus vídeos sejam salvos;Qualidade da gravação: selecione a opção Alta qualidade, tamanho médio;Formato de gravação: escolha mp4;

E então, clique em OK.

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  1. Para iniciar a gravação da tela, clique em Iniciar gravação, que está no canto inferior direito da interface do programa.

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Depois disso, você pode minimizar o OBS, abrir um outro programa, fazer a demonstração que você precisa e voltar ao OBS para Parar gravação, localizado no mesmo local que você clicou para iniciar a captura de tela.

Ao terminar a gravação da tela, vá à pasta que você escolheu para salvar seus vídeos. Você terá acesso a tudo que foi gravado pelo programa, que estará salvo com a data e a hora de cada gravação.

Ao abrir os arquivos, você perceberá que eles vão começar com a tela do OBS. Então, é preciso editar o vídeo para cortar esse pedaço.

  • Você ainda não sabe como editar vídeos?
  • Veja, também, outras dicas que a Stefânia deixou para você no Hotmart Tips:
  • Com esse programa, é possível também:
  • mostrar apresentações de slide;
  • apresentar fotos;
  • capturar uma janela (para escolher uma tela já aberta em seu computador para mostrar);
  • colocar seu rosto e sua voz junto com a apresentação de slides;
  • e várias outras opções que você pode escolher clicando em Fontes (para escolher o tipo de arquivo que você quer mostrar em seu screencast).

O importante é você mexer bastante no programa para ver todas as possibilidade que ele tem para te oferecer.

Como ganhar dinheiro com screencasts?

  1. Agora que você já sabe como gravar a tela do PC, a próxima pergunta é:
  2. Como ganhar dinheiro com eles?
  3. Existem duas formas:
  • Você cria screencasts para vender, com conteúdo em forma de cursos ou ensinando pessoas a fazerem algo em seu computador;
  • Você cria screencasts para usar como ferramenta de marketing, e divulga seus vídeos gratuitamente no YouTube, por exemplo, fazendo apresentações ou promovendo algum produto.

Se você pretende vender screencasts, a Hotmart é a ferramenta ideal para você! Você pode associar a um mesmo produto quantos arquivos desejar, de até 250 MB e com isso aproveitar todos os recursos de infra-estrutura e automatização que a Hotmart provê para suportar suas vendas.

Além disso, você poderá contar com os benefícios de ter um programa de afiliados, no qual várias pessoas poderão vender seus cursos online em troca de comissões que você definir.

Quer criar um curso em screencasts ou vídeo, mas não sabe como começar? Conheça o Desafio 30 Dias, um curso gratuito com tudo o que você precisa para entrar no mercado de produtos digitais.

* Este post foi originalmente publicado em abril de 2011 e atualizado para conter informações mais completas e precisas.

Fazer screencasts é uma ótima opção para quem está criando um curso online. Porém, utilizar essa ferramenta para gravar cursos de terceiros e comercializá-los é proibido e considerado pirataria. Por isso, só crie screencasts se for com seu próprio conteúdo.

4 motivos para não usar Mac

Para finalizar a nossa série de motivos para não utilizar determinado sistema operacional, a qual começamos com o GNU/Linux e demos continuidade com o Windows, agora chega a vez do OS X, sistema operacional dos Macs e MacBooks da Apple.

Assim como os outros dois sistemas, o OS X tem as suas qualidades e um público fiel, mas não é a prova de críticas – e este artigo apenas mostra suas principais desvantagens.

Isso não faz dele um sistema pior do que o Windows e o Linux, mas sim um sistema bom que, como qualquer outro, possui lados negativos em relação a esses dois. Hora das críticas!

Como o OS X só pode ser utilizado em Macs e MacBooks, nossos argumentos incluem o hardware da Apple também. Afinal, tirando o legalmente questionável Hackintosh, o OS X não é um sistema que simplesmente pode ser baixado e instalado em qualquer máquina como o Windows e o Linux, tendo obrigatoriamente que vir com um Mac.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

É caro… por quê?

Processadores, memória RAM, HDs e praticamente quaisquer componentes internos de qualquer PC ou laptop seguem a regra de ouro da tecnologia: os processos de fabricação ficam mais avançados, o custo cai, ficando mais acessível para o consumidor, e eles ficam mais rápidos e confiáveis. E isso acontece desde que tecnologia é tecnologia. Lembra da primeira geração de MP3 players? Custavam cerca de R$ 400 e tinham a impressionante capacidade de 128 MB, mas hoje são vendidos com vários GB de armazenamento por valores bem mais acessíveis. É mais ou menos por aí.

Leia também:  Como aprender mais rápido (com imagens)

Por que a Apple não segue essa regra? Tudo bem que ela desenha seus modelos, mas o processador não é ela quem faz (atualmente só há modelos com Intel), nem a memória RAM, nem o disco rígido, ou SSD, nem a placa de vídeo (com exceção do novo Mac Pro, que possui placas Radeon HD customizadas, mas ainda assim são desenhadas pela AMD). O MacBook Pro mais barato da Apple custa R$ 4.799 (na data de publicação deste artigo), um modelo com processador Intel Core i5 de terceira geração (já estamos na quarta geração) dual-core de 2,5 GHz, 4 GB de memória RAM e 500 GB de disco rígido.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

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Estamos falando somente do hardware, que é exatamente o mesmo que equipa notebooks e PCs com Windows e Linux. Então o usuário paga o preço de uma excelente máquina com qualquer outro SO e leva para casa um hardware básico. É a mesma coisa que cobrar R$ 120.

000 por um Fiat Uno e tentar justificar com “bom, é fabricado pela Apple…”.

Se isso não faz sentido com carros, porque faria com um computador? Aliás, já viu a tela desse modelo? Tem resolução de 1280×800, a mesma de um tablet médio de 7 polegadas de alguns anos atrás, sendo que mesmo os notebooks com Windows mais básicos já trazem 1366×768 por um quarto do preço.

“Ah, mas tem o MacBook Retina, com excelente configuração e uma das melhores telas entre os notebooks atuais”. Sim, é uma máquina muito boa, mas só serve de preço de lastro. Provavelmente é possível contar nos dedos os usuários que compraram um no Brasil.

E outra: o Retina de 13″ mais básico custa R$ 5.999, com a mesma configuração do Macbook Pro mais básico e somente 128 GB de SSD. Máquina de verdade é o MacBook Retina de 15 polegadas, que começa por singelos R$ 9.999 (não é R$ 10.000, é R$ 9.

999), mas nem placa de vídeo dedicada ele tem.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Quer uma placa de vídeo para trabalhar com edição de imagens e vídeos com velocidade? Então a brincadeira começa em R$ 12.999. Detalhe, a configuração dele é tão boa quanto a de um notebook de R$ 3.

000, mas pelo menos a tela é Retina.

Então vale a pena agora? Outro argumento de resposta ao “custo-Apple” é que o Mac OS X é um sistema melhor e mais leve do que o Windows, mas isso é assunto para outro item.

Upgrade de fábrica? Tem algo errado nessa conta

Os preços que citamos acima são para as versões de referência, mas a Apple, como uma boa empresa que permite o conveniente upgrade de fábrica, deixa o usuário customizar a sua compra. Legal, né? Novamente vamos dar uma olhada mais crítica nisso.

Cobrar um pouco mais por um upgrade de fábrica é natural, já que o usuário paga pela conveniência de receber a sua máquina com a configuração desejada, algo que a Dell costuma fazer há algum tempo com os seus modelos.

Agora o que a Apple faz é praticamente punir o usuário pelo incoveniente de modificar a máquina. Vamos entender o motivo em três exemplos.

O MacBook Pro comum ainda usa disco rígido e memória RAM convencional, não sendo soldados como no Retina ou Air.

Então alguém tem alguma boa explicação para um disco de 1 TB custar R$ 450 mais caro do que um de 500 GB? Ou de um SSD de 128 GB custar R$ 700 mais caro do que um disco de 500 GB? Afinal, eles trocam um pelo outro, então esse é o valor da diferença (Preço médio de um disco rígido de 2,5 SATA II de 5400 rpm: R$ 400, SSD de 128 GB: também R$ 400).

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Ou então o motivo de 2 pentes de 4 GB custarem R$ 350 a mais do que dois pentes de 2 GB (preço médio de um par de memória de 4 GB: R$ 380)?

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Vamos ao MacBook Retina. R$ 900 a mais por 300 MHz de clock? Que conta é essa? Não dava para ser mais atencioso com o consumidor que paga R$ 13.000 em um notebook? Sério, pessoal, é praticamente impossível perceber essa diferença no dia a dia, já que o ganho de performance está longe de ser proporcional. Mesmo se fosse, ainda assim seria mínimo.

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Exemplos dentro da Apple Store não faltam. Desde cobrar R$ 4.999 por um Thunderbolt Display até R$ 159 por um cabo Thunderbolt de 2 metros. Mas, ei: pelo menos é um MacBook, certo? Roda o OS X e tem o nível de qualidade Apple, como se fabricantes de alto nível como Dell, Asus e Lenovo fossem diferentes. Por falar no OS X, vamos conversar um pouco sobre ele.

Há um princípio muito bom para avaliar um sistema operacional: quanto melhor e mais avançado ele é, menos ele interfere no trabalho do profissional e mais ele automatiza tarefas para que o usuário faça o que tem que fazer sem se procupar com manutenções ou bugs.

Nesse ponto é inegável que o OS X é um excelente sistema e realmente tira mais proveito do hardware, extraindo mais performance em relação a uma máquina com Windows.

Outro ponto inegável é que ninguém liga um computador para ficar olhando para a tela inicial da máquina.

Para trabalho ou lazer, o usuário usa aplicativos. O computador é uma ferramenta onde navegadores, editores de imagem e vídeo, players de música e vídeo são utilizados, um gerenciador onde conteúdo é produzido e consumido, e não algo que por si só acrescenta algo na vida do usuário.

O GNU/Linux também extrai mais performance do hardware do que o Windows, não sendo um mérito só do OS X.

Mas vamos fazer uma conta: se o Mac extrai mais desempenho para um mesmo hardware, e esse hardware custa muito mais caro para justificar essa diferença, onde o consumidor sai ganhando?

No caso do Pro Retina de 15 polegadas (aquele de R$ 13.000), é sim uma excelente máquina, mas há alternativas muito mais interessantes para quem precisa de performance. De computadores de altíssimo desempenho até workstations móveis, há opções bem melhores por aí.

Alguns usuários preferem o OS X pela interface, com recursos bacanas e um visual com DNA Apple. Não podemos argumentar contra isso, já que preferência por interface é algo bem subjetivo (que diga o Windows 8 e 8.1, que ainda penam para cair no gosto do usuário).

E outra: há interfaces para GNU/Linux e temas para Windows tão bonitas e funcionais quanto.

E os usuários pagam mesmo assim

A Apple divulga com frequência seus resultados financeiros, trazendo lucros impressionantes e deixando seus acionistas felizes.

Possui um público bastante fiel à empresa que não considera mudar de plataforma, mas assim como o iPhone fez sucesso entre o público mais exigente enquanto o Android estava nos seus primeiros dias, é difícil justificar o preço de um Mac atualmente com opções consideravelmente superiores com Windows ou Linux, algumas delas bem mais baratas.

Este artigo, por mais que tenha 4 itens, gira basicamente em torno de um ponto: o preço. Não há nada de luxuoso em um computador. Ele é apenas uma ferramenta de trabalho ou diversão, e comprar uma máquina de R$ 13.

000 com recursos de uma de R$ 5.000 ou R$ 6.000 (preços já superfaturados, diga-se de passagem) mostra que… você pagou R$ 13.000 em uma máquina.

Andar de carro de luxo não faz um motorista mais habilidoso, e o mesmo vale para computadores.

Enquanto usuários sustentarem margens de lucro exorbitantes, empresas farão pouco para serem competitivas. E isso afeta o setor como um todo, já que o famoso “preço de lastro” afeta todos os modelos mais baratos.

O preço de lastro é bastante simples: há um modelo de R$ 13.000, então, de repente, um que custa R$ 4.000 parece um excelente negócio, já que é um valor cerca de 3 vezes menor. Mas ainda assim, quatro vezes mais caro do que um que custa R$ 1.

000 – sem necessariamente ser 4 vezes melhor.

CURA 3D: aprenda os primeiros passos desse fatiador 3D!

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

O CURA 3D Ultimaker é um dos softwares mais utilizados na impressão 3D. Ele permite uma gama de ajustes e configurações interessantes. Vamos te mostrar como usar, desde a instalação até a impressão. 

O Cura 3D é um dos principais softwares utilizados na impressão 3D. Com uma interface bastante amigável, seu uso se popularizou entre a comunidade. Como um software fatiador, basicamente a função do Cura é gerar a preparação da sua peça para a impressora 3D.

Além de ser totalmente gratuito, o software ainda é de código aberto. Ou seja, melhorias e ajustes podem ser feitos por toda a comunidade.

Se você compará-lo a outros softwares de fatiamento 3D, tudo parecerá muito simples, com opções e ajustes ilimitados. Mas as configurações mais complexas do Cura estão lá, se você precisar delas: ele foi projetado para ser organizado e fácil de usar.

Quer entender todo o passo a passo para utilizar o Cura 3D? Então continue lendo este conteúdo!

Qual a principal função do Cura

O Cura 3D é um software fatiador para impressoras 3D. Ele transforma um modelo 3D em camadas que quando sobrepostas formam o objeto que será impresso.

O arquivo gerado é conhecido como G-Code, que é o código que uma impressora 3D entende.

Ou seja, o fatiador é responsável por transformar um arquivo do modelo criado em 3D para um formato de leitura da impressora, com as configurações de impressão.

Como preparar os arquivos 3D

Antes de explicarmos o passo a passo para você saber tudo sobre o Cura, vamos entender um pouco mais de todo o processo de impressão.

Existem basicamente três estágios na preparação de arquivos para impressão 3D:

  • modelagem: para modelar um objeto 3D você precisará de um aplicativo de modelagem, como por exemplo o TinkerCad, AutoCad ou StetchUp;
  • exportação de arquivo 3D: depois de ter seu modelo 3D, você precisará exportá-lo como um um arquivo STL, OBJ ou 3MF. Esses são os formatos de arquivo reconhecidos pelo Cura;
  • exportação do arquivo fatiado: o arquivo STL ou OBJ pode ser importado para o software Cura, fatiado e produzido como código G. Esse código G é um documento com uma lista de comandos para a impressora 3D ler e seguir, como as configurações da temperatura, movimentação etc.

Como fazer o download e instalação do Cura 3D

Atualmente a última versão do software é a 4.4 (Fevereiro/2020). Ela funciona em todas as principais plataformas de sistema operacional: Windows, MAC e Linux.

Leia também:  Como aguentar as dificuldades do ensino médio

Para instalar o Cura, primeiro faça o download para o seu computador. Assim o que download for feito, conclua a instalação.

Como configurar o software para a sua impressora 3D

Ao iniciar o software pela primeira vez, será solicitado que você selecione a impressora que utiliza.

Encontre o modelo da sua máquina na listagem que o Cura apresentará.  Caso não o apareça você terá que personalizar os detalhes para adicionar a impressora.

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Basta digitar as configurações da sua impressora 3D na janela de configurações do Cura Machine.

Como importar um modelo para o Cura 3D

Depois de configurar o Cura para sua impressora, chegou a hora de importar um modelo para o software. Para isso acompanhe os seguintes passos:

  • clique no ícone da pasta flutuante à esquerda ou selecione Arquivo > Abrir arquivos (no menu superior);
  • escolha um arquivo STL, OBJ ou 3FM do seu computador e o selecione para fazer a importação;

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Como alterar o modo de exibição do modelo

Depois que o arquivo for carregado ele aparecerá no software. Você pode alterar o aspecto de exibição da peça das seguintes formas:

  • navegue pela área de construção do software: mantenha pressionada a tecla Shift e clique com o botão esquerdo para mover a área de construção pela tela. Isso geralmente é útil se você quer ampliar o modelo para verificar alguns detalhes mais refinados;
  • ver todos os ângulos do modelo: Pressione e segure o botão direito do mouse para girar em torno da área de construção;
  • amplie a área de construção: use a rolagem do mouse para ampliar e reduzir o modelo.

Além disso, há três formas básicas de visualização do modelo. Cada uma é adequada para diferentes necessidades, especialmente quando surgem problemas nas peças impressas:

  • sólido: é a a visualização padrão do Cura. Permite que você tenha uma boa ideia de como o modelo ficará depois de pronto;
  • raio-X: basta clicar em visualizar para ativar esse modo. O recurso é recomendado quando as peças não saem do jeito que você deseja. Ele permite que você analise o que precisa ser retrabalhado;
  • camadas: se uma impressão falhar repetidas vezes em determinado ponto, ou se você tiver programado algo diferente e quiser verificar se a impressão está correta, recomendamos o modo de visualização em camadas. À medida que você avança no Cura, esse recurso é útil para identificar camadas nas quais você deseja alterar as configurações no código G, como aumentar a velocidade do cooler, a altura ou o fluxo da camada.

Quais são as configurações fundamentais de impressão no Cura 3D

Altura da camada

É o que determinará a resolução de sua impressão. Define a altura de cada camada de filamento depositada durante a impressão. Como já dissemos em outro conteúdo, quanto maior a altura da camada, menos detalhado será seu objeto.

Velocidade da impressão

Diz respeito à velocidade que o extrusor se move enquanto está depositando o filamento. A otimização da velocidade de impressão está diretamente ligada ao nível de detalhes do objeto e ao material que está sendo utilizado.

A velocidade de impressão altera o nível de aderência das camadas. Uma dica para você que quer uma impressão mais rápida é aumentar a temperatura. Dessa forma você garante que as camadas manterão uma boa adesão.

Espessura da parede

Está ligado a parede externa da peça. Logo, se você quer uma peça com parede mais grossa (objetos mais rígidos), configura uma maior espessura da parede.

Densidade ou infill da peça 3D

É medido de acordo com porcentuais, por isso, peça com infill de 100% é um objeto sólido. Por outro lado, com infill zero você terá um objeto oco.

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Retração

Durante a movimentação do carro extrusor de um ponto a outro pode acontecer vazamento do material que está aquecido. Para evitar isso usa-se o retract.

Na prática, o sistema alimentador retorna um pouco do filamento e evita o escorrimento.

Como usar as configurações básicas, intermediárias e avançadas

O Cura é um dos softwares mais completos em termos de configurações possíveis. Porém, no seu desenvolvimento foi pensado no público iniciante até o mais experiente.

Por isso, é possível habilitar ou desabilitar conjunto de recursos. Por exemplo, se você ainda está começando a trabalhar com a impressora 3D, pode deixar habilitado somente as configurações iniciais. Já para os mais experientes há o conjunto de experimentações e testes mais complexos.

Para alterar esse padrão basta acessar o menu superior > Preferences > Configure Cura > Settings e escolher a opção na lista suspensa que aparecerá, entre o Basic, Advanced e Expert.

Portanto, vimos que o Cura 3D é um software bem completo e útil para a impressão 3D. São muitas as possibilidades de configuração que o software nos proporciona.

Sua interface e usabilidade foram desenvolvidas para facilitar o trabalho dos usuários. Porém, sabemos que é necessário ter um conhecimento detalhado caso você queira aprimorar suas técnicas de impressão.

Por isso, estamos preparando um material completo com todas as técnicas, dicas e funções do Cura. Se gostou deste conteúdo, preencha o formulário abaixo e vamos te mandar em primeira mão o nosso Manual Cura 3D de A à Z.

Monitor externo no Mac: apps para quem usa 2 monitores

Trabalhar com 2 (ou mais) monitores pode ser um grande impulso à produtividade e ao foco. Por exemplo, deixando maximizado em um monitor o seu material de referência, e no outro o arquivo no qual está trabalhando.

Pode também ser uma solução para quem é mais criativo quando tem fontes de distração: a obra em produção fica maximizada no monitor à sua frente, enquanto no outro ficam o Twitter, MSN, iTunes, um vídeo, o Skype e outros geradores de dispersão.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Eu trabalho com múltiplos monitores (na foto acima você pode ver como eles ficam) sempre que preciso, e recomendo.

Seja qual for o seu caso, na maioria dos Macs a instalação de um segundo monitor frequentemente se resume a plugar o cabo ou adaptador de vídeo certo a uma saída já disponível no aparelho, e usar as Preferências do OS X para configurar as posições relativas deles, papel de parede, etc.

Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

Em casos especiais (como o de ativar um terceiro monitor) um adaptador de vídeo USB pode ajudar, e tendo o cabo certo dá até pra usar o iMac como monitor externo de um MacBook ou Mac Mini, como na imagem acima.

Apps para quem usa 2 monitores no Mac

Como mencionei acima, nos casos mais comuns basta plugar e usar.

Mas isso não quer dizer que não se possa enriquecer esta experiência de várias maneiras, e várias delas envolvem a instalação de aplicativos ou utilitários (incluindo vários gratuitos).

O Mac.AppStorm preparou uma lista de mais de 30 aplicativos que ajudam a usar melhor o seu monitor adicional no Mac. Não vou traduzi-la nem reproduzir a lista completa, mas aqui vai uma seleção de algumas funcionalidades interessantes que podem estar à sua disposição na lista deles:

    Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos

  1. Colocar o menu no segundo monitor: o menu do aplicativo que está com o foco fica sempre no topo da tela do monitor que o OS X reconhecer como o principal ou primário, mas isso pode não ser o que você deseja. Com apps como Secondbar, Multimon, MenuPop e MenuEverywhere você pode reproduzi-lo também no segundo desktop, ou mesmo dentro da janela de cada aplicativo, ou como um popup, etc.
     
    Como Alterar a Resolução da Tela no Mac: 15 Passos
  2. Mover janelas entre monitores: para mover uma janela qualquer, basta arrastá-la entre os 2 monitores, como se eles formassem um grande desktop contínuo. Mas às vezes o que você quer é empurrar de uma vez só todas as janelas (ou um conjunto delas) para o outro monitor de uma só vez, eventualmente ajustando seus tamanhos e posições. Apps como Swapp, Window Mover e Power Mover 2 podem ajudar.
     
  3. Manter organizadas as janelas: Plugar e desplugar monitores com o sistema em funcionamento pode bagunçar as suas janelas, mas apps como Stay, Window Magnet, Flexiglass, BetterSnapTool e Display Maid podem ajudar a manter as janelas organizadas do seu jeito.
     

  4. Usar outros aparelhos como se fossem monitores externos: um outro Mac, iPad, Apple TV ou mesmo um computador com outro sistema operacional podem ser usados como se fossem um monitor externo. Existe uma infinidade de apps para isso, mas o Mac App Storm escolheu estas para mencionar: AirPlay Mirroring (virá como um recurso do futuro OS X Mountain Lion, a ser lançado muito em breve), DisplayPad (iPad como monitor), Screen Recycler (Mac ou PC como monitor), Air Display (Mac, PC, iPad, iPhone, Android como monitor), Mirror Display (reproduz a mesma imagem de tela em até 10 Macs, Pcs ou iPads)
     
  5. Manter o mouse sob controle: as distâncias que o ponteiro tem que percorrer aumentam, e às vezes é frustrante passar a não localizá-lo instantaneamente, ou ter de deslocá-lo até a extremidade oposta do desktop conjunto. Apps como , EdgeCase e Mouse Warp lidam com a situação de várias maneiras.
     

  6. Outros: Algumas funcionalidades interessantes e variadas: o Sinergy permite usar o mesmo mouse e teclado para controlar vários computadores (Mac, PC, Linux) em conjunto; o Multi Monitor Wallpaper permite fatiar uma imagem grande nos tamanhos certos para ela virar um papel de parede contínuo entre seus monitores; e o ArraySync permite passar um vídeo formando um painel com múltiplos monitores.

Para ver os detalhes e os apps adicionais que eu não mencionei, visite o artigo do Mac Appstorm. E depois compartilhe conosco suas próprias dicas nos comentários!

Você sabia que existem diferentes formas de iniciar o seu Mac? – MacMagazine.com.br

Iniciar o Mac é uma tarefa das mais simples, afinal, basta apertar um botão.

Mas você sabia que, na verdade, existem diferentes formas de se iniciar um computador da Apple? Obviamente, cada uma delas tem uma finalidade diferente.

É bem provável que você conheça algumas, mas não custa nada ficar por dentro de todas elas e utilizar este artigo como base para futuras consultas, caso você precise. ????

Vamos às opções?

1. Modo de segurança

  • O QUE É?
  • No modo de segurança (também chamado de inicialização segura), o Mac realiza determinadas verificações e impede que certos softwares sejam carregados ou abertos automaticamente.
  • Além de verificar o disco de inicialização e tentar reparar problemas de diretório, se necessário, o modo carrega somente as extensões necessárias do kernel (núcleo do sistema), evita a abertura automática de itens de inicialização e itens de início de sessão, desativa fontes instaladas pelo usuário, e exclui caches de fontes, do kernel e outros arquivos de cache do sistema.
Leia também:  Como canalizar (com imagens)

Para que serve isso? Essas alterações em conjunto podem ajudar a resolver ou isolar determinados problemas relacionados ao disco de inicialização.

  1. COMO INICIAR?
  2. Após ligar/reiniciar o Mac e ouvir o som de inicialização, pressione e segure a tecla ⇧ (Shift) até aparecer o logo da Apple.
  3. ·   ·   ·

2. Gerenciador de inicialização

O QUE É?

Um disco de inicialização é um volume ou uma partição de uma unidade que contém um sistema operacional utilizável. Aqui no meu Mac atualmente eu tenho duas partições, uma com o OS X El Capitan e outra com o macOS Sierra.

Se eu iniciar a máquina normalmente (apenas ligando-a), o computador carregará a partição do El Capitan (padrão). Contudo, se eu iniciar o Mac pelo gerenciador de inicialização, poderei escolher qual partição quero utilizar.

Isso vale para quem utiliza também o Boot Camp, por exemplo.

Obviamente, isso vale para diversos casos (quem tem o Boot Camp com o Windows instalado, sistemas operacionais instalados em pendrives ou cartões SD, etc).

COMO INICIAR?

Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla ⌥ (Option) e segure-a. Depois de alguns segundos, o gerenciador de inicialização será exibido. Se você não vir o volume que deseja usar, aguarde um pouco até que a verificação dos discos conectados seja concluída.

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3. Inicialização por CD, DVD, pendrive, cartão SD, etc

  • O QUE É?
  • Aqui, você inicializa o Mac a partir de um CD, DVD, pendrive USB ou cartão SD inicializáveis (ou seja, como mídia de instalação do OS X/macOS).
  • COMO INICIAR?
  • Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla C até que as opções de inicialização apareçam.
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4. Apple Hardware Test ou Apple Diagnostics

O QUE É?

Tratam-se de duas soluções similares. Enquanto o Apple Hardware Test está disponível para computadores lançados até junho de 2013, o Apple Diagnostics é utilizado por máquinas mais novas.

Contudo, o intuito é o mesmo: uma ótima maneira de verificar o hardware do computador, ajudando a identificar a fonte potencial de um problema de hardware e fornecendo os primeiros passos para tentar corrigi-lo.

Antes de iniciar da Apple Diagnostics (vamos focar nele, já que é a atual solução da Apple), é importante desconectar todos os dispositivos externos (exceto teclado, mouse, monitor e/ou adaptador Ethernet).

É recomendável ter uma conexão com a internet antes de iniciar o Apple Diagnostics, pois isso permitirá a recomendação de recursos de suporte. Além disso, se o Apple Diagnostics não for encontrado no volume de inicialização interno, uma versão com base na internet será iniciada.

Você pode executar o Apple Diagnostics sem conexão com a internet, mas nenhum resultado será enviado à Apple e nenhuma conexão com páginas de suporte será feita.

  1. Se você estiver testando um notebook, ligue-o à fonte de energia e certifique-se de deixar a máquina em uma superfície dura, plana e estável, que permita a circulação de ar adequada sob e ao redor do computador.
  2. COMO INICIAR?
  3. Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla D até que a tela inicial do recurso apareça.
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5. Apple Hardware Test ou Apple Diagnostics pela internet

  • O QUE É?
  • Como o próprio nome indica, trata-se da mesma funcionalidade descrita acima — porém via internet.
  • COMO INICIAR?
  • Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌥ + D até que a tela inicial do recurso apareça.
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6. Servidor NetBoot compatível

O QUE É?

NetBoot é uma tecnologia da Apple que permite que Macs com firmware capazes sejam iniciados a partir de uma rede, em vez de pelo HDD/SSD local ou pela unidade de disco óptico (CD/DVD).

Uma imagem de disco com uma cópia do sistema operacional da Apple é criada usando a Imagem de Sistema (System Image) e é armazenada em um servidor. Os clientes então podem recebem esta imagem através da rede utilizando diversos protocolos (HTTPS, AFP, TFTP, NFS, ASR, etc.). Um NetBoot do lado do servidor, então, pode inicializar máquinas.

  1. Como podemos ver, não é um recurso comum entre usuários domésticos.
  2. COMO INICIAR?
  3. Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla N.
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7. Servidor NetBoot usando a imagem de inicialização padrão

  • O QUE É?
  • A diferença para o cenário supracitado é que, em vez de utilizar uma imagem de disco de rede, é utilizada a imagem de inicialização padrão.
  • COMO INICIAR?
  • Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌥ + N.
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8. Recuperação do OS X

  1. O QUE É?
  2. A partir do OS X Lion, a Apple implementou o recurso Recuperação do OS X, que inclui todas as ferramentas necessárias para instalar/reinstalar o OS X, reparar o disco e restaurar o backup do Time Machine — como não existem mais drives ópticos no Mac e os sistemas operacionais são distribuídos pela Mac App Store, se faz necessário uma ferramenta como essa.
  3. COMO INICIAR?
  4. Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌘ (Command) + R.
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9. Recuperação do OS X pela internet

O QUE É?

Os Macs mais novos têm a capacidade de iniciar diretamente de uma versão online da Recuperação do OS X — ideal para quando o Sistema de Recuperação no disco de inicialização não estiver disponível (se o disco de inicialização encontrar um problema ou se foi substituído/apagado). A recuperação via internet permite inicializar o seu Mac diretamente dos servidores da Apple. Após a inicialização, é executado um teste rápido da memória e do disco rígido/sólido para verificar se há problemas de hardware.

Obviamente, é preciso ter acesso a uma rede Wi-Fi para que a recuperação via internet transfira e se inicialize a partir de uma imagem de recuperação do sistema. A partir desse ponto, você tem os mesmos utilitários e opções da sistema de recuperação local (no seu Mac).

  • No caso da recuperação local, a versão do sistema instalada é a última que estava rodando no seu computador; já na recuperação via internet, é instalada a versão do sistema fornecida originalmente com o computador (ou seja, se você adquiriu o seu Mac no fim de 2014, por exemplo, será instalado o OS X Yosemite).
  • COMO INICIAR?
  • Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌘ + ⌥ + R.
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10. Redefinir a NVRAM

O QUE É?

NVRAM é um acrônimo para non-volatile random access memory (ou memória não-volátil de acesso aleatório). Trata-se de uma pequena quantidade da memória do computador que armazena ajustes em um local que o sistema possa acessar rapidamente.

Os ajustes que estão armazenados na NVRAM dependem do tipo de Mac que está sendo usado e dos tipos de dispositivos conectados a ele, mas normalmente incluem: volume do alto-falante, resolução da tela, seleção de disco de inicialização, informações recentes de pânico de kernel (se houver), entre outras coisas.

Se você enfrentou problemas relacionados a esses recursos (por exemplo, se o Mac for iniciado a partir de um disco de inicialização diferente do especificado nas preferências do Disco de Inicialização ou se um ícone com “ponto de interrogação” aparecer brevemente enquanto o Mac é inicializado), talvez seja interessante redefinir a NRAM do Mac.

COMO INICIAR?

Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌘ + ⌥ + P + R. Após ouvir o som de inicialização novamente, solte as teclas.

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11. Modo de usuário único ou detalhado

O QUE É?

Trata-se de um recurso bem específico e útil para desenvolvedores e profissionais de TI. Usar o modo de usuário único (single-user mode) ou o modo detalhado (verbose mode) pode ajudar a isolar problemas relacionados à inicialização.

COMO INICIAR?

  • Modo de usuário único: ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌘ + S. Ao visualizar o texto em branco na tela, você terá entrado no modo de usuário único.
  • Modo de usuário detalhado: ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente as teclas ⌘ + V. Ao visualizar o texto em branco na tela, você terá entrado no modo de usuário detalhado.

Para sair dos modos, digite reboot e pressione Enter. Vale notar que no modo de usuário único, o layout do teclado é em inglês dos EUA.

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12. Modo de disco de destino

O QUE É?

O modo de disco de destino permite que você compartilhe arquivos entre dois computadores Mac com porta FireWire ou Thunderbolt. Ele é útil quando você precisa de transferências em alta velocidade. Além disso, ele também é útil caso a tela em um dos computadores não esteja funcionando e você precise dos arquivos deste computador.

  1. COMO INICIAR?
  2. Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla T.
  3. ·   ·   ·

13. Inicializar a partir de um volume de inicialização do OS X

O QUE É?

Esta opção é para quem tem, por exemplo, o Boot Camp como disco de inicialização padrão. Ao inicializar desta forma, você chamará o volume de inicialização do OS X mesmo que tudo esteja ajustado para que o computador inicie a partir de um volume de inicialização que não seja o OS X.

  • COMO INICIAR?
  • Ao ligar/reiniciar o Mac, pressione imediatamente a tecla X.
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Bônus: Redefinir o SMC

O QUE É?

SMC é um acrônimo para system management controller (ou controlador de gestão do sistema) e, como o próprio nome indica, controla diversos elementos do Mac, como:

  • Resposta ao pressionar o botão liga/desliga;
  • Resposta ao abrir e fechar a tampa da tela de Macs portáteis;
  • Gerenciamento da bateria;
  • Gerenciamento térmico;
  • Sensor de movimento brusco (SMS);
  • Sensor de luz ambiente;
  • Luz de fundo do teclado;
  • Gerenciamento da luz indicadora de status (SIL);
  • Luzes indicadoras do status da bateria;
  • Seleção de uma fonte de vídeo externa (não interna) para algumas telas do iMac.

Se você estiver enfrentando problemas relacionados aos itens acima, pode ser uma boa resetar o SMC.

COMO INICIAR?

  • Macs com a bateria não-removível: ligue o notebook ao carregador de parede e pressione as teclas ⇧ + ⌥ + ⌃ (Control) do lado esquerdo e o botão liga/desliga ao mesmo tempo; solte todas as teclas e, em seguida, pressione o botão liga/desliga novamente para ligar o Mac.
  • Macs com bateria removível: desligue o Mac e, depois, desconecte o adaptador de alimentação; remova a bateria; após a remoção, mantenha o botão liga/desliga pressionado por cinco segundos; reconecte a bateria e o adaptador de alimentação MagSafe e, depois, ligue o Mac — pode ser que o LED dos adaptadores de alimentação MagSafe mude de estado ou desligue temporariamente quando o SMC for redefinido.
  • Macs desktop: desligue o Mac e desconecte o cabo de alimentação; aguarde 15 segundos e conecte novamente o cabo de alimentação; aguarde mais cinco segundos e ligue o Mac.

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São muitas opções e a ideia não é que você decore ou conheça todos de cabeça. A proposta aqui é favoritar este artigo e, quando necessário, recorrer a ele para resolver algum problema ou tirar alguma dúvida. ????

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