Como alimentar papagaios: 7 passos (com imagens)

Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

Imagem: revistameupet.com.br

O papagaio é um dos mascotes mais divertidos e simpáticos que você pode ter.

Graças à facilidade que ele tem para aprender e repetir palavras e frases diferentes, ele é uma excelente companhia e oferece uma excelente oportunidade para conviver com ele ao treiná-lo.

No entanto, também exige muitos cuidados e atenção especial se você deseja que ele lhe responda e converse com você. A seguir, em umComo damos alguns conselhos para que você ensine o papagaio a falar.

Passos a seguir:

1

Paciência. Nem todos os papagaios aprendem a falar com a mesma facilidade. Isto não depende tanto da inteligência do animal como de seu próprio caráter, mas também do tratamento que ele recebe e de como ele se sente em sua casa.

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Primeiro verifique se o papagaio já é grande, e se já teve um dono que lhe ensinou algo antes. Se for assim, é conveniente saber quais técnicas foram usadas para não confundir o animal. Caso contrário ou se o papagaio ainda for pequeno, melhor, já que se acostumará só com você.

Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

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Em segundo lugar, você deve lhe proporcionar um espaço agradável. Você consegue isso com uma gaiola de bom tamanho, onde tenha a possibilidade de se mover. Faça com que se acostume cedo a um tipo de comida, mas compartilhe também um pouco de comida humana. Nas lojas virtuais você pode encontrar tudo o que for necessário para fazê-los se sentir em casa.

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Deve colocá-lo em um lugar transitado da casa para que se habitue às pessoas e logo possa ser considerado como um membro a mais do grupo. Isto é, mais ou menos à altura de seu rosto, nem muito acima nem muito abaixo, isto facilitará para que ele aprenda a falar e você se esforçará menos para ensiná-lo.

Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

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Dedique-lhe pelo menos quinze minutos, duas vezes ao dia para ensiná-lo a falar. Comece com palavras breves e fáceis, como “olá”, repita seu próprio nome ou o seu. Se você lhe ensinar frases longas ou difíceis, só conseguirá confundi-lo e tornar mais difícil a aprendizagem.

6

É importante fazê-lo se sentir como um membro a mais da casa. Trate-o com carinho e não como um acessório já que eles são muito inteligentes e podem se sentir incomodados e tristes se só o procura para entretenimento.

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Finalmente, acrescentaremos que é boa ideia dar comida ao papagaio com a mão quando quiser lhe dar uma recompensa. Com certeza, eles respondem favoravelmente a estes estímulos, se sentirão felizes e vão gostar de falar com você com frequência.

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Se pretende ler mais artigos parecidos a Como ensinar um papagaio a falar, recomendamos que entre na nossa categoria de Animais de estimação.

Papagaio: Filhotes, Características e Curiosidades

Dentro da espécie que engloba todos os pássaros, os papagaios constituem uma ordem própria, os Psitasiformes, os quais dividem-se em 12 famílias, apesar de isto ser variável dependendo do autor. Alguns apenas reconhecem uma família com várias subfamílias.

O nome correto do popular Papagaio é Amazona de Testa Azul, também conhecida como Papagaio Verdadeiro ou Papagaio Baianinho. Alguns dos nomes comuns dos Papagaios estão diretamente relacionados com o seu padrão de cores, como por exemplo, o Papagaio-de- peito-roxo, ou o Papagaio-de- bochecha-azul.

Reside no interior da América do Sul, do nordeste do Brasil, leste da Bolívia, Paraguai, até o norte de Argentina. Presente no interior do Brasil, no Nordeste (Piauí, Pernambuco e Bahia), Centro-oeste, Sudeste (Minas Gerais) e no Sul, Santa Catarina (inclusive litoral) e Rio Grande do Sul.

Infelizmente, o número de aves diminuiu consideravelmente, devido principalmente à importação e exportação ilegal. Outros fatores são a redução e destruição dos habitats naturais. Hoje em dia, é considerada uma espécie ameaçada segundo o CITIES (Convenção Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Selvagens).

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Características

Monogâmicas, atingem a maturidade sexual aos 3 anos, e botam de 2 a 4 ovos por gestação. Na natureza, podem ser encontradas em bandos em florestas tropicais. Sua alimentação deve ser à base de sementes e frutas com o objetivo de evitar a obesidade. Muito inteligentes, as Amazonas de Testa Azul desenvolvem rapidamente a capacidade de imitar a voz humana.

São aves muito conhecidas em todo o mundo, e têm características bem definidas.  A cor predominante da plumagem é verde. Outras cores (vermelho, amarelo, laranja, azul, roxo) distribuem-se pelo corpo em diversas combinações dependendo de cada uma das espécies.

Os papagaios têm o corpo compacto com pescoço, asas, e pernas curtas. A cauda também é curta, quando comparada a de seus parentes mais próximos – Periquitos e Araras. Eles medem entre 32 cm e 40 cm, sendo o Papagaio-da- serra o menor, e o Papagaio-moleiro o maior entre as espécies.

Machos e fêmeas não têm dimorfismo sexual, ou seja, não apresentam características físicas que os diferenciem nitidamente.  Quando o casal está próximo é possível identificar o macho porque ele é um pouco maior, e tem o bico mais largo do que a fêmea, mas quando estão em  bando é praticamente impossível  para saber quem é macho e quem é fêmea.

Os papagaios são conhecidos como “aves de bico redondo” – o bico é alto, curvo e muito forte, capaz de quebrar sementes bem duras. A língua é grossa, sensível e com muitas papilas gustativas (entre 300 e 400), o que indica que o  paladar é bem desenvolvido.

  Os papagaios têm “papo”, onde o alimento pode ser armazenado durante horas para, por exemplo, levar para a fêmea que está chocando, ou para os filhotes. A sua alimentação baseiam-se em sementes, raízes, tubérculos, e fruta principalmente.

Em relação à água, não tem muita necessidade.

A visão dos papagaios é outro sentido bem desenvolvido. Não deve ser criado juntamente com outras raças, e também não tolera mudanças bruscas de temperatura.

Peso: Aproximadamente Macho e Fêmea 400 g
Altura Aproximadamente Macho e Fêmea de 32 cm a 40 cm
Grupo: Família Psitasiformes
Cor A cor predominante da plumagem é verde. Outras cores (vermelho, amarelo, laranja, azul, roxo) distribuem-se pelo corpo em diversas combinações dependendo de cada uma das espécies
Nome de Origem: Papagaio
Pais de Origem: Interior da América do Sul, do nordeste do Brasil, leste da Bolívia, Paraguai, até o norte de Argentina. Presente no interior do Brasil, no Nordeste (Piauí, Pernambuco e Bahia), Centro-oeste, Sudeste (Minas Gerais) e no Sul, Santa Catarina (inclusive litoral) e Rio Grande do Sul

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Temperamento

Normalmente são animais sociáveis, de temperamento dócil.

Curiosidades

Os papagaios são animais fascinantes, especialmente pela capacidade que têm de falar. Esta aptidão é algo que se encontra presente nas espécies de maior tamanho. São capazes de repetir e imitar palavras ditas pelas pessoas.

Existem alguns que podem chegar a dizer frases inteiras. Também podem piar facilmente. Isto não quer dizer que entendam o que dizem as palavras não faz sentido para eles.

Ainda assim são capazes de, através da observação, relacionar palavras com feitos concretos.

Os papagaios conseguem usar os pés para segurar os alimentos, e levá-los até a boca, como se fossem “mãos”. Isto porque possuem 2 dedos voltados para frente e 2 dedos voltados para trás, ou seja, eles têm pés conhecidos como pés zigodáctilos.

Em sua maioria, são canhotos – seguram o alimento com o pé esquerdo, e equilibram-se com o direito. Ás vezes boceja – hábito comum em mamíferos, mas raro em aves.

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Podem usar os bicos para ajudar no deslocamento entre galhos, e ramagens, como se fosse um terceiro membro.

Em cativeiro, os papagaios, consideram seu dono como um companheiro, podendo inclusive oferecer-lhe comida do papo. Em natureza isto serve para alimentar o companheiro ou o filhote.

São comuns os sinais de emoção identificados pelos seus criadores.

Reproduzem comportamentos que indicam satisfação ou raiva, e são consideradas aves sensíveis, chegando a demonstrar “ciúmes” de outros animais de estimação.

Um papagaio “deprimido” apresenta comportamento autodestrutivo como, por exemplo, arrancar as penas do próprio corpo, e até ferir-se com o bico. Isto pode ser desencadeado por situações de estresse no cativeiro, como por exemplo, má alimentação, falta de atenção do seu dono, solidão, falta de passeios, ou de novidades, entre outras.

Dicas

É fundamental no treinamento ter paciência, ser persistente, conhecer o temperamento do papagaio, e nunca usar técnicas violentas. As etapas do treinamento acontecem gradativamente, sendo necessários vários dias, ou semanas para atingir-se a meta.

A primeira dica é ser paciente. Não deve-se querer ter o papagaio na mão já no primeiro dia, ou na primeira semana. É preciso que ele primeiro acostume-se ao novo lar e com as pessoas.

Depois será necessário ganhar sua confiança, e para isso é fundamental que você tenha tempo disponível para a ave, todos os dias. Lembre-se que são aves inteligentes. Inicialmente aproxime-se apenas da gaiola ou do poleiro-T e converse com ela, dizendo palavras de forma carinhosa.

A entonação da voz e a forma gentil que você trata-o serão percebidas. Se você sentir que está próximo demais e ela está nervosa, recue alguns passos.

Aos poucos, você estará ao lado do seu papagaio sem que isso o aborreça. Ao aproximar-se, forneça alimentos que ele goste. Quando a ave estiver confiante e adaptada a você, ofereça alimentos gostosos e faça com que ela venha buscar na sua mão. Após ganhar a confiança da ave – isso pode levar semanas ou meses – você passará para a etapa seguinte que é manter contato físico.

Inicialmente faça com que a ave suba num poleiro (cabo de vassoura). Não faça gestos bruscos que a faça sentir-se ameaçada. Quando você aproximar o poleiro ao peito da ave, ela tenderá a agarrá-lo, subindo no poleiro. Daí é só repetir o procedimento algumas vezes. Passeie com ele pela casa para que acostume-se, e mantenha o equilíbrio.

A etapa seguinte é aproximar sua mão lentamente (porém, sem demonstrar medo) para acariciá-lo na cabeça. Aproxime a mão lateralmente de forma que o papagaio veja o que você está fazendo. Repita esse procedimento até você sentir-se confortável, e conseguir acariciá-lo. Quando o papagaio permitir o contato e estiver confiante em você, não será difícil colocá-lo no seu braço.

Nesse estágio, deve-se ter cuidado para o risco de bicadas, que são doloridas. Já vi casos de pessoas que arremessaram seus papagaios contra a parede ou contra o chão ao serem bicadas.

Ao tentar colocar o papagaio na mão, deve-se ter em mente, que se ele bicar, não devemos reagir violentamente, pois isso prejudicaria todo o treinamento, criando ainda mais medo na ave ou pior ainda, seu amigo empenado acabaria numa clínica veterinária.

É comum que os donos cortem as asas de seus papagaios, para evitar que eles voem. Porém não é recomendado que isto seja feito de maneira a cortar demais as asas, uma vez que o animal pode ficar ferido. O ideal é levar o animal para que um veterinário faça a poda adequada.Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

Saúde

A família é famosa por sua longevidade. Em boas condições físicas, o animal pode viver até 50 anos.

Fonte:Super Interessante

Parque Nacional das Araucárias devolve 7 papagaios-de-peito-roxo à natureza

Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

Soltura de Papagaios do peito roxo no parque nacional das Araucária em SC. Foto: ©Jorge Cardoso/MMA

O Parque Nacional das Araucárias (SC) comemorou o Dia Mundial da Vida Selvagem, 03 de março, com a reintrodução de sete papagaios-de-peito-roxo (Amazona vinacea) à natureza. As aves, três fêmeas e quatro machos, foram resgatadas de cativeiro e readaptadas graças ao projeto de reintrodução de  iniciativa da ONG Instituto Espaço Silvestre em parceria com o ICMBio.

Com essa soltura, já são 83 aves reintroduzidas no Parque. A maioria dessas aves passou muito tempo com humanos e esqueceu como conviver com outras de sua espécie, bem como viver em seu ambiente natural. A reintrodução é um processo que demora entre quatro e seis meses durante o qual, a ave é submetida treinamentos comportamentais, como o de voo, alimentação e reconhecimento de predadores. 

A espécie era visão comum nos municípios de Ponte Serrada e Passos Maia, que abrigam o parque nacional. A perda de habitat, em função do desmatamento, e a coleta para abastecer o tráfico de animais silvestres, resultaram na extinção dessas aves na região por quase 20 anos. Ameaçados de extinção, estima-se que existam atualmente 2.500 indivíduos no mundo inteiro.

Os papagaios agora são vistos com maior frequência na região. O projeto também  tem provocado um grande impacto na comunidade local. A ONG incentiva que moradores anotem ou fotografem quando virem um papagaio.

Com isso, quando os técnicos precisam ir a campo, fica mais fácil encontrar alguma ave. “Dessa maneira eles são parte do projeto. E acabam ajudando a preservar e fiscalizar.

As pessoas estão mais atentas ao seu ambiente”, destaca Vanessa.

Com 12.841 hectares, o Parque Nacional das Araucárias também é um importante espaço de preservação de outras espécies ameaçadas como a jaguatirica, bugio e o macuco.

Como Alimentar Papagaios: 7 Passos (com Imagens)

Soltura de Papagaios do peito roxo no parque nacional das Araucária em SC. Foto: ©Jorge Cardoso/MMA

*Com informações Assessoria de Comunicação do MMA

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A rádio da família!

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Na manhã de hoje, 10 de junho, o Papa Francisco transferiu o Dom Francisco Cota, bispo auxiliar de Curitiba-PR e filho da Diocese de Divinópolis-MG, para a Diocese de Sete Lagoas-MG. Dom Francisco Cota, que foi nomeado bispo no dia 7 de junho de 2017 e ordenado no dia 26 de agosto do mesmo ano, irá substituir Dom Aloísio Vitral, que teve seu pedido de renúncia aceito pelo Papa Francisco. A posse de Dom Francisco Cota será no dia 1º de agosto, data que ele celebrá seus 21 anos de ministério presbiteral.

Dom Francisco Cota:

Natural de Onça do Pitangui-MG, é filho de Francisco Teixeira de Oliveira Sobrinho e Carmelita Cota Teixeira. Nasceu no dia 05 de agosto de 1969, sendo o 4º filho entre 9 irmãos. Tem a mãe e um dos irmãos falecidos.

Estudou o Primário no povoado rural de Colônia, na Escola Estadual da Fazenda do Capão, no mesmo Município, onde, ainda hoje, reside sua família. Completou o Ensino Fundamental, então 8ª série, na Escola Estadual Manoel Batista, na Cidade de Pará de Minas. Fez o Ensino Médio no Instituto Sagrado Coração, na Cidade Divinópolis.

Cursou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Belo Horizonte (1992-1994) e Teologia no Instituto Dom João Rezende Costa (1995-1998). Enquanto cursava Teologia, foi professor de Filosofia e Sociologia na Escola Estadual de Azurita, Município de Mateus Leme-MG.

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Também fez estágio pastoral na Paróquia São Joaquim, em São Joaquim de Bicas-MG; na Pastoral Vocacional Diocesana; na Comunidade São José de Serra Azul, Município de Mateus Leme; e na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Itaúna-MG.

Ordenado sacerdote no dia 1º de agosto de 1999, pela imposição das mãos de Dom José Belvino do Nascimento.

Nos 18 anos de sacerdócio, Dom Francisco trabalhou em três paróquias da Diocese de Divinópolis, sendo: de 1999 a 2009, na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Cajuru-MG; de 2010 a 2017, na paróquia de Sant’Ana, em Itaúna-MG; e, a partir do dia 29 de janeiro de 2017, iniciou os trabalhos na Paróquia Nossa Senhora do Pilar, em Pitangui-MG.

Além dos trabalhos paroquiais, Dom Francisco sempre colaborou em outras atividades em favor da Diocese, Pastorais e Movimentos. Foi Coordenador Diocesano da Pastoral da Juventude.

Lecionou Iniciação doutrinária (Catecismo da Igreja Católica) no Seminário Propedêutico da Diocese. Lecionou Iniciação à Lógica, no Curso de Filosofia da Diocese.

É Promotor de Justiça na Causa pela Beatificação do Servo de Deus Padre Libério.

Foi Assessor Diocesano do Movimento de Cursilhos de Cristandade e Diretor Espiritual Diocesano do ECC 3ª Etapa.

Foi Vigário Forâneo por 03 mandatos, sendo o primeiro na Forania Divino Espírito Santo e os outros dois na Forania Sant’Ana. Por fim, foi membro do Conselho Econômico Diocesano como Ecônomo Adjunto.

 No dia 7 de junho de 2017 foi nomeado bispo titular de Fiorentino e auxiliar de Curitiba. Sua ordenação episcopal ocorreu no dia 26 de agosto desse mesmo ano.

Novo Bispo Emérito:

Com a decisão do Papa, dom Aloísio Vitral torna-se agora bispo emérito de Sete Lagoas. Com a aceitação da renúncia pelo Papa, o bispo emérito fica, então, desobrigado das funções concernentes ao governo de sua diocese, mas permanece no exercício de seu ministério episcopal durante toda a vida.

 Dom Aloísio é natural do Rio de Janeiro (RJ), tendo nascido em 23 de abril de 1955. Sua entrada no seminário se deu aos 20 anos, em fevereiro de 1976, na congregação dos padres do Sagrado Coração de Jesus, em Jaraguá do Sul. Cursou Filosofia de 1977 a 1979, em Brusque, e Teologia de 1980 a 1983, em Taubaté.

Concluiu o curso de Teologia em 1985 na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Sua ordenação diaconal foi celebrada em 28 de junho de 1985, na Igreja Santo Antônio, em Belo Horizonte e a ordenação sacerdotal no dia 18 de janeiro de 1986. Padre Aloísio tomou posse na paróquia de Santo Antônio, em Nova Lima, em 26 de janeiro de 1986, onde permaneceu até 1990. 

Assumiu a reitoria do Seminário de Filosofia Emaús da Arquidiocese de Belo Horizonte, de 1991 a 1992. No ano seguinte, em 1993, tomou posse como pároco da paróquia Santa Efigênia dos Militares, onde permaneceu até outubro de 2005.

Nesta paróquia criou a Estação da Vida. Padre Aloísio foi também Formador Espiritual no seminário maior da arquidiocese. Antes de ser nomeado bispo, era pároco da paróquia Nossa Senhora das Dores, em Belo Horizonte. 

Aos 11 de fevereiro de 2006 foi nomeado bispo-auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte. Foi ordenado bispo no dia 25 de março do mesmo ano por dom Walmor Oliveira de Azevedo. No dia 25 de novembro de 2009, o Papa Bento XVI o nomeou bispo da diocese de Teófilo Otoni. Seu lema episcopal é “Revestido de profunda misericórdia”. No dia 20 de setembro de 2017, foi nomeado o quinto bispo da diocese de Sete Lagoas, pelo Papa Francisco, sucedendo a dom Guilherme Porto.

Diocese de DivinópolisFoto: CNBBS2 – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – Regional Sul 2

Bicos de papagaio – sintomas, tratamento e como prevenir

Os bicos de papagaio, como popularmente são conhecidos os osteófitos que surgem nas vértebras da coluna, causam intensa dor nas costas e formigamento, que pode surgir nos braços ou nas pernas.

A doença, cientificamente definida por osteofitose, é chamada de bico de papagaio porque quando se faz uma radiografia da coluna elas apresentam a forma de gancho que é semelhante ao bico dessa ave. A osteofitose vai piorando com o passar dos anos e não tem cura, porém existem tratamentos que pode incluir analgésicos e fisioterapia para aliviar a dor.

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Alguns dos sintomas que podem indicar a presença de 'bicos de papagaio' incluem:

  • Dor forte localizada nas costas ou que irradia até à coxa, principalmente quando se movimenta;
  • Sensação de formigamento nas pernas quando se desenvolve na região lombar ou nos braços caso se localize na cervical;
  • Diminuição da força muscular.

Estes sintomas são comuns a outras doenças osteoarticulares principalmente da coluna e para confirmar o diagnóstico é fundamental ir ao ortopedista para realizar um raio X da coluna ou ressonância magnética.

Através destes exames de imagem o médico detecta o desgaste do disco intervertebral, aproximação entre as vértebras e a formação de proeminências na região lateral das vértebras semelhante ao bico de papagaio.

Como é o Tratamento 

Para aliviar a dor e desconforto que este problema causa o médico pode recomendar o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, como Diclofenaco.

No entanto, deve-se manter uma postura correta para evitar o agravamento da doença e, em alguns casos, também pode ser necessário fazer fisioterapia pelo menos 4 vezes por semana para melhorar a postura e diminuir a dor. Veja como não prejudicar a coluna.

Em casos mais graves, pode ser necessário fazer uma cirurgia para corrigir o desalinhamento da coluna.

Veja no vídeo algumas dicas que podem ajudar a aliviar a dor nas costas em casa:

Como se formam 

Devido ao envelhecimento e as más posturas ao longo dos anos acontecem desgastes no disco intervertebral que fazem as vértebras se aproximarem muito, levando a formação de novas estruturas ósseas que se forma nas bordas das vértebras. Estas novas estruturas são cientificamente chamadas osteófitos e são uma forma do corpo tentar se defender. 

Normalmente, os bico de papagaio resultam de má posturas ao longo de vários anos. Porém, também podem surgir devido a problemas como hérnias, artrose, escoliose, doenças autoimunes, como espondilite anquilosante e artrite reumatoide, por exemplo.

Este problema é mais comum partir dos 45 anos devido ao desgaste dos discos da coluna vertebral que ocorre com o envelhecimento. Além disso, é mais frequente quando se tem excesso de peso, não se pratica atividade física nem nunca praticou e já se sofreu traumas na coluna ou se tem uma doença reumática.

Como evitar 

Para evitar a formação de é importante ter alguns cuidados, como:

  • Manter uma postura correta ao sentar, andar e dormir;
  • Evitar pegar em cargas elevadas;
  • Ter um peso adequado e, se necessário emagrecer;
  • Praticar atividade física regulamente, principalmente exercícios com pouco impacto como hidroginástica, Pilates ou andar de bicicleta.
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Assim, para quem já tem bico de papagaio na coluna, a melhor dica é cuidar para que não piore e fazer fisioterapia para diminuir as dores nas costas.

Dicas Para Treinar e Domesticar Papagaios

Ter um papagaio que não fala e não consegue voar livremente sem sumir de casa é o mesmo que ter um peixe que não nada. Se você é apaixonado pelas cores da ave, pode não se importar. Mas a maior parte dos donos quer um papagaio falante e bem comportado e fiel, um dos principais atrativos para ter este animal em casa. Mas como fazer isso? Aprenda a seguir.

Coloque o Animal Na Gaiola Pela Primeira Vez

Se você acaba de levar para casa um novo papagaio, vai precisar levá-lo para a sua nova gaiola. Leve à caixa transportadora até a porta de sua gaiola. Feche todas as portas e janelas e abra a transportadora para a ave migrar para a nova casa.

O mais provável é que o papagaio está muito assustado para ser colocado na gaiola com as mãos, por isso é uma boa dica deixar o pássaro a sair por conta própria. Iscas não vão funcionar, pois um pássaro pode ficar sem comer por vários dias.

Você pode ter a sorte de ter um papagaio amigável que já sabe como ir para a sua nova casa. Se isso não acontecer, o melhor é unir porta com porta mesmo que não terá problemas para relocar o animal.

Coloque a mão na gaiola. Se o papagaio der um passo para você, o pássaro é, provavelmente muito manso e este contato básico será bem mais rápido.

Comece Seu Contato Com a Ave

Um dos passos mais importantes para começar o treinamento é firmar um laço de amizade com o animal. É muito importante não fazer o seu papagaio ter medo de você, por isso é essencial se aproximar da gaiola muito lentamente. Não faça ruídos repentinos e não fale alto ou derrube algo, ou isso vai aterrorizar o pássaro. As primeiras impressões são importantes.

Se você tem um pássaro com medo, comece o contato visual sem tentar tocar o animal. Aos poucos ele vai se sentir mais seguro e deve chegar perto, deixando que você o que ficará mais aberto ao treinamento.

Se você tomar uma abordagem desnecessariamente cauteloso, não há nenhuma maneira que vai prejudicar o seu relacionamento. Você será capaz de acelerar as coisas no futuro. No entanto, se você se apressar isso e assustar o pássaro, ele vai ser muito mais difícil de desfazer o medo que é desenvolvido.

Você deve ter em mãos uma vasilha bem grande com tudo o que o animal gosta para o premiar quando ele for bem. Papagaios gostam de sementes, nozes, frutas secas e frescas. Misture uma variedade desses mimos em uma tigela e sirva com o papagaio na gaiola.

Dê o papagaio alguns dias para familiarizar-se com esses alimentos e possa apreciar o seu mimo para poder prosseguir com o treinamento. Ele deve querer o que você tem a oferecer. É um processo semelhante ao cuidado com os cachorros na domesticação.

Mas nunca sirva seus mimos como parte das refeições diárias. Você deve dar como um brinque, por isso vez ou outra deve ir na gaiola, alisar o animal e enchê-lo com sementes saborosas. Fazendo isso algumas vezes ele vai ver isso como uma premiação, um mimo.

Como Ensinar Sua Ave a Sair Da Gaiola e Voltar

Tirar o animal da gaiola é importante para a saúde mental do papagaio, e também é importante para você limpar o interior da gaiola por dentro, com mais cuidado. Para isso comece fechando todas as janelas e abrindo a gaiola. Deixe-o fazer isso sozinho, mas tenha certeza que ele pode sair.

Quando ele se acostumar a sair, você pode colocar os mimos de alimentação na gaiola e o animal vai voltar bem rapidamente.

Ensine Seu Papagaio a Falar

Esta é a parte mais simples do treinamento, pois esta ave aprende muito fácil a repetir palavras. Mas para isso você precisa focar em algo e repetir por alguns dias. O poder da ave é de memorizar, e não de ter um vocabulário amplo, por isso ele repete frases e até palavras, mas não textos inteiros.

Dedique alguns minutos por dia para repetir a mesma palavra que você quer que ele diga. Neste processo, não deixe pessoas por perto para ele não se assustar. Você pode começar com palavras soltas, mas foque em uma palavra, como ‘amor’, ‘paixão’ e ‘casa’. A cada repetição, ele deve ganhar um brinde como sementes, algo que não seja sua alimentação do dia a dia. Vai funcionar muito bem.

Com o passar do aprendizado do animal, acrescente frases ou até músicas inteiras. Na internet há uma boa quantidade de animais que cantam refrões e até músicas completas. Só finalize o aprendizado quando ele começar a repetir uma frase completa.

Como Fazer Seu Papagaio Subir No Seu Braço

Os donos de papagaios adoram que os animais cheguem perto, mas para isso é preciso confiança. O primeiro passo é não ser um dono opressor, não gritando e nem fazendo movimentos bruscos ou o animal vai fugir de você com medo de ser abatido.

Seu próximo passo será colocar a mão dentro da gaiola. faça isso algumas vezes e não se movimente. Coloque a mão e deixe o animal ir se aproximando aos poucos. Quando ele se sentir realmente confiante, vai chegar perto.

Uma dica para acelerar o processo de aprendizado é colocar algumas sementes na sua mão para atrair o animal. Coloque no braço e deixe que ele ande até seu braço para buscar o alimento. Se sentir-se confortável com o ato, com ou sem sementes a ave vai chegar perto.

Como Fazer Seu Animal Ficar Fora Da Gaiola Sem Fugir

Não é apenas soltando o animal. Ele deve se sentir confiante e ter uma volta segura para a sua gaiola. Os animais mais jovens são tentados a fugir, por isso comece com esta parte do treinamento apenas quando o bicho estiver seguro mesmo. Feche as janelas e deixe seu animal solto em casa. Quando quiser que ele volte, coloque comida na gaiola.

Depois abra uma janela e observe seu comportamento, sempre ficando perto da janela. Faça cada passo aos poucos, sempre com limites, para poder ter certeza que ele não vai fugir. Instalar telas em casa é uma boa pedida.

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