Como alimentar guppies: 13 passos (com imagens)

Assistir tevê demais não faz bem. Isso todo pai e mãe sabe, mas uma análise cuidadosa revela que muitos dos desenhos animados produzidos nas últimas décadas têm enorme potencial educativo.

Comparados às atrações infantis mais populares das décadas de 90 ou 80, programas como Team Umizoomi, BubbleGuppies, O Show da Luna e a Casa do Mickey Mouse são bastante superiores quando se julga a capacidade desses desenhos de contribuir para aquisição de competências e habilidades normalmente trabalhadas no ambiente escolar. E a melhor parte é que eles têm feito isso de modo divertido e atraente às crianças.

O Sempre Família ouviu pais, pedagogas e jornalistas e preparou uma lista com os melhores desenhos educativos do momento. A maior parte deles passa apenas em canais de tevê por assinatura. Outros têm temporadas inteiras disponíveis na internet, via Netflix.

Team Umizoomi

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A série produzida pela Nickelodeon Animation Studios mostra um trio de pequenos super-heróis que se envolvem em diversas aventuras, resolvendo problemas com seus poderes matemáticos.

A personagem Milli, por exemplo, tem o poder da medida, o que lhe permite usar suas marias-chiquinhas como uma espécie de trena para medir todo tipo de objeto, ensinando ao pequeno telespectador a noção de comprimento e cálculos básicos, motivados por perguntas como “quantas unidades faltam para a ponte chegar ao outro lado?”.

Já seu irmão Geo possui o poder da figura, habilidade que lhe permite criar qualquer objeto a partir das formas geométricas geradas por seu cinto. Para fazer um barco, por exemplo, ele cria um círculo, o divide em duas partes e obtém a “meia lua” que se transformano casco do barco.

Por último, há o robô Bot, que cumpre o papel mais cômico na série. Ele recebe os pedidos de ajuda das crianças, que são representadas por atores de verdade, moradores da fictícia Umi Cidade, onde vivem os heróis.

Segundo a Nickelodeon Brasil, Team Umizoomi, ou apenas Umizoomi, como também é chamada, foi projetada para fazer mais do que ensinar conceitos matemáticos. A ideia é “ajudar as crianças a desenvolverem suas habilidades e sua confiança na solução de problemas”.

A série estreou no Brasil em abril de 2010, no Nick Jr., e no bloco infantil do Nickelodeon, em maio do mesmo ano. Até o momento tem quatro temporadas e 65 episódios.

Bubble Guppies

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A série interativa em 3D se passa num mundo aquático e é protagonizada por seis crianças com caudas coloridas como as de sereias. O grupo de amigos se reúne no que parece ser uma sala de aula, embora em momento algum o desenho se refira ao ambiente como uma escola. Eles são orientados pelo Senhor Garoupa, um grande peixe falante que faz o papel de professor.

Cada episódio trata de áreas de conhecimento diferentes, como ciências, geografia e matemática.

O enredo mostra que os assuntos são abordados espontaneamente, conforme se desenrolam os diálogos das crianças entre si ou com o Senhor Garoupa, e não ensinados como conteúdos rígidos a serem vistos no dia.

Em determinado episódio, por exemplo, as crianças passam em frente de uma área de construção e começam a falar sobre os tipos de tratores, o que eles fazem, de quais materiais as casas são feitas etc.

Além de tratar de assuntos escolares de modo muito divertido, Bubble Guppies se destaca pela qualidade musical. Nada de trilhas sonoras simples e repetitivas. Os ritmos mudam a cada episódio e os arranjos impressionam, sendo bem mais trabalhados do que aquilo que se costuma ver num desenho animado.

Bubble Guppies chegou ao Brasil em janeiro de 2011, tanto no Nick Jr. como no bloco infantil do Nickelodeon.  Até o momento tem três temporadas e 52 episódios.

Dora, a Aventureira

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A Nickelodeon chama Dora, a Aventureira de fenômeno global e com razão. No ar desde 2000, a série é transmitida em 151 países e foi traduzida para 30 idiomas. Números impressionantes, especialmente para os olhos de um adulto leigo que tende a julgar o desenho animado como sendo esteticamente bastante simples.

Para os pais, o bilinguismo da série é o principal atrativo. Na versão brasileira, Dora fala português e ensina as crianças que a assistem a falar palavras e breves frases em inglês. Mas, na versão original, Dora fala inglês e ensina seus telespectadores a falar espanhol. Esse aspecto, aliás, é o que justifica a aparência e nome latino da personagem – seu nome completo é Dora Marques.

A maioria dos 178 episódios, distribuídos em oito temporadas, possui a mesma estrutura. Ela e seu amigo Botas, um macaco, se apresentam ao telespectador. Em seguida um deles fala sobre problema que terão de solucionar. Para fazê-lo é preciso passar por três lugares apontados num mapa.

Dora, Botas e os outros amigos envolvidos comemoram a cada missão cumprida e seguem para a etapa seguinte, até conquistarem seu objetivo, no fim do episódio.

Há conversas com o telespectador durante quase todo o desenho, inclusive com pausas para que a criança que a assiste possa repetir as palavras em inglês que Dora diz.

Go, Diego, Go!

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Trata-se de um derivado de Dora, a Aventureira. Diego Márquez, o protagonista, é primo de Dora, que inclusive participa de alguns episódios de Go, Diego, Go! As duas séries são bastante parecidas em muitos aspectos.

O bilinguismo está presentes nas palavras e frases que Diego ensina aos telespectadores, o estilo de desenho é o mesmo, a trilha sonora semelhante e até os demais personagens lembram as características dos amigos de Dora.

No que diz respeito aos conhecimentos trabalhados na série, a diferença mais evidente fica por conta da ênfase dada por Go, Diego, Go! ao mundo animal. A maior parte das cenas de interatividade se refere à identificação de espécies, fatos sobre seu habitat e outras informações sobre os animais que precisam de resgate.

A latinidade está também presente na série, seja na etnia de Diego e de sua irmã Alícia, ou na escolha do ambiente onde se passam as histórias. Na maior parte dos episódios, Diego está numa floresta tropical, interagindo e salvando animais típicos da América Latina, como onças, sucuris (ou anacondas), chinchilas, lhamas e iguanas.

Go, Diego, Go! estreou em outubro de 2005 nos canais Nickelodeon e Nick Jr. A série tem cinco temporadas e 75 episódios. As temporadas 1 e 4 também estão disponíveis no Netflix.

Show da Luna

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Luna é uma garota de seis anos que ama ciências e é muito curiosa. A cada episódio há uma descoberta a ser realizada, o que pode acontecer no seu próprio quarto, no quintal de casa ou em qualquer lugar onde esteja brincando. Ela sempre envolve seu irmão menor, Júpiter, de 4 anos, em suas aventuras, e junto dele vêm o furão de estimação da família, chamado Cláudio.

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A série é uma produção nacional e o foco está claramente na iniciação científica voltada à crianças em idade pré-escolar. Etapas básicas do método científico, como a observação, a experimentação e a formulação de hipóteses, são apresentadas em praticamente todos os episódios.

O Show da Luna esteou no Discovery Kids em 2014 e a série também é transmitida na tevê aberta pelos canais TV Brasil e TV Aparecida.

Agente Especial Urso

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A série incentiva os pequenos telespectadores a resolverem problemas do cotidiano, estabelecendo etapas a serem cumpridas para se alcançar um objetivo.

O protagonista é um urso amarelo que trabalha como agente especial, ajudando crianças a solucionar pequenos desafios domésticos.

Na dublagem original, o nome do urso é Oso (Special Agent Oso), mas o nome foi substituído por apenas Urso na versão brasileira.

Em todos os episódios, quem estabelece as etapas a serem cumpridas é um computador de voz feminina chamada Guia Palm.

Quando o problema é identificado, como a dificuldade de uma menina em não sujar o vestido ao comer espaguete, é ela quem traça uma estratégia em três etapas: pegar o espaguete com o garfo, girar o garfo para pegar o espaguete em volta dele e virar o garfo para cima e o levar até a boca. Tudo simples até demais para crianças com mais de cinco anos, mas bastante adequado a meninos e meninas em idade pré-escolar.

O Disney Channel passou a transmitir a série em abril de 2009. Em 2011, ela foi inclusa no Disney Júnior, mas recentemente foi tirada da programação. Apesar disso, os 61 episódios das duas temporadas de Agente Especial Urso estão disponíveis no Netflix. Alguns episódios podem ser assistidos diretamente pelo site do Disney Júnior. Clique aqui e assista para conhecer.

Doki

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Um grupo de amigos aventureiros viaja pelo mundo e aprende sobre artes, astronomia, costumes locais, geografia e uma variedade de conhecimentos gerais. Ao lado de Doki, um cão curioso e líder da turma, estão o tamanduá Otto, a joaninha Mundi, a flamingo Anabela, a lontra Fico e a cabra Gabi.

A série do mascote do Discovery Kids estreou no Brasil em abril de 2013, tem duas temporadas e 52 episódios. Em cada um deles o grupo sai em busca de respostas às dúvidas que aparecem no cotidiano do clube de expedições do qual fazem parte.

Eu um deles, por exemplo, Otto está preparando sorvete quando percebe que acabou a essência de baunilha.

A turma então passa a se perguntar de onde vem a baunilha e viaja até a Madagascar, na África, para conhecer a planta que a origina e entender o processo de obtenção do sabor de que tanto gostam.

Assista trechos da série no site do Discovery Kids:

Aventuras com os Kratts

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Mais uma série com foco na vida selvagem. Os irmãos Chris e Martin Kratt viajam com sua equipe em busca dos segredos de animais exóticos, como impalas, peixes achigãs, dragões de Komodo, dingos e tubarões-tigre.

A cada encontro com um novo animal, os Kratts ativam seus trajes especiais que lhes permitem copiar as habilidades dessas criaturas.

Assim eles analisam e entendem para que servem determinadas características das espécie, como a habilidade do lagarto basilisco de andar sobre as águas.

Diferente de outras atrações pré-escolares, o desenho destina-se claramente a um público um pouco mais velho, pois trata da elaboração de hipóteses a partir da observação, de conclusões derivadas de experimentos e outros conceitos típicos de iniciação científica.

Uma curiosidade que poucos brasileiros conhecem sobre a série é o fato de que os protagonistas são versões animadas dos criadores da série, os verdadeiros Chris e Martin Kratt, que também são irmãos na vida real.

Aventuras com os Kratts estreou no Discovery Kids em maio de 2011 e atualmente é transmitida apenas de madrugada, às 1h28. Apesar disso, a primeira temporada, com seus 40 episódios, está disponível no Netflix. A série toda tem até agora três temporadas divididas em 92 episódios.

Assista a um trecho de Aventuras com os Kratts no site do Discovery Kids:

A Casa do Mickey Mouse

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Os personagens clássicos da Disney, em estilo 3D, resolvem pequenos enigmas usando raciocínio lógico. Na série, destinada a crianças em idade pré-escolar, os protagonistas são Mickey, Minnie, Donald, Margarida, Pateta e Pluto.

A cada capítulo, um deles se depara com questões do cotidiano que exigem, principalmente, algum tipo de cálculo, leitura de códigos e conhecimentos básicos em geometria.

Ao surgir a dúvida, o personagem se volta para o telespectador e o convida a ajudar na solução.

No capítulo em que a turma resolve andar de trem, por exemplo, a missão dos personagens é buscar outros amigos, sendo que cada um está numa estação diferente.

As crianças são encorajadas a interpretar o itinerário do trem, que revela onde cada personagem está e a que horas deve ser buscado.

No decorrer do trajeto, é preciso pagar o “pedágio” em bolinhas de gude. É aí que entra o desafio dos cálculos.

Bem diferente das antigas animações de Mickey e seus amigos, desenvolvidas para entreter mais do que educar, A Casa do Mickey Mouse tem preocupações pedagógicas do começo ao fim. Vale destacar, contudo, que como as questões envolvidas no programa são bastante simples, adequadas para a primeira infância, telespectadores um pouco mais velhos tendem achar os desafios fáceis demais.

A Casa do Mickey Mouse começou a ser transmitido no Brasil em 2006, tem 105 episódios distribuídos em quatro temporadas. A última delas está disponível no Netflix.

Assista a um episódio de A Casa do Mickey Mouse no site do Disney Júnior.

Blaze and the monsters machine

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Numa cidade onde pessoas e veículos falantes convivem juntos, a turma de Blaze, um monster truck, tem de lidar com as trapaças do Destruidor, uma enorme carreta que vive criando confusão.

Essa é a história de fundo, mas o que chama a atenção mesmo é o foco que o desenho dá à resolução de problemas de física.

São trabalhados conceitos como atrito, força e velocidade e até mesmo alguns cálculos são propostos de forma bastante atraente.

O jovem telespectador também aprende sobre tipos de ferramentas e seus usos. Encanta principalmente meninos que amam desmontar coisas e carros potentes. Estreou no Brasil em março de 2015 e é transmitida pelo canal Nick Jr., na tevê a cabo, e pela TV Cultura, na tevê aberta.

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Doutora Brinquedos

Seguindo a temática bem-sucedida de Toy Story, Doutora Brinquedos mostra a relação de uma menina de seis anos com brinquedos que ganham vida, falam e têm personalidades bastante diferentes.

No decorrer das histórias que retratam situações comuns entre amigos e família, a série ensina a valorizar os cuidados com a saúde, bem-estar e higiene.

Em mais de um capítulo a pequena doutora – cujo nome real é Dottie, embora raramente seja mencionado – explica para seus brinquedos como é importante fazer um check-up e consertar o que não está funcionando bem, numa referência evidente às visitas ao médico, ocasião temida por muitas crianças.

Os elementos tirados da medicina não param por aí. A mãe da Doutora é médica de verdade e, além de ser o principal exemplo para a filha, ela a ajuda nos “diagnósticos” sobre os problemas de seus brinquedos. Em determinado episódio, uma bola de futebol murcha tenta evitar a todo custo a bomba de ar, por medo da agulha.

Cabe à Doutora mostrar a ela que aquela é a única forma dela melhorar, e que não seria tão ruim quanto pensa. Em outro momento, uma boneca de ação, que luta artes marciais, não consegue mais pular como deveria. Depois de algumas observações e testes, a doutora conclui que o problema é falta de alongamento.

A Disney informa ainda que especialistas da área de saúde da Universidade do Sul da Califórnia contribuíram na produção da série, como consultores.

Doutora Brinquedos chegou ao Brasil em março de 2012. Até agora tem três temporadas e 58 episódios. A primeira temporada da série está disponível no Netflix.

Assista a um episódio de Doutora Brinquedos no site do Disney Júnior.

Miles do Amanhã

Cómo cuidar un pez guppy correctamente paso a paso

Como Alimentar Guppies: 13 Passos (com Imagens)
Cómo cuidar un pez guppy paso a paso

Si te gustan los peces y deseas poder tener tu propio acuario en casa, quizás comenzar con los peces guppy sea una buena elección ya que este, es un tipo de pez bastante popular que además tiene unos cuidados muy sencillos. Veamos a continuación, una guía de pasos en la que te explicamos cómo cuidar un pez guppy.

El Poecilia Libestes Reticulata, pez comúnmente conocido como Guppy, es un pez de acuario muy popular. Es especialmente adecuado para los principiantes, ya que es fácil de mantener y no es agresivo.

El Guppy se origina en aguas frescas y salobres en América del Sur y Central, pero también se puede encontrar hoy en otros lugares del mundo.

Veamos qué cuidados necesita para que pueda vivir en nuestro acuario o pecera.

Pasos para cuidar un pez guppy

Los peces guppy a menudo se mantienen en acuarios comunitarios ya que son muy pacíficos. Sin embargo, prefieren ser mantenidos en acuarios de especies, ya que otros peces los asaltan ocasionalmente mordiéndoles sus largas aletas. De este modo, puedes comenzar a criarlo con otros peces de su misma especie siguiendo estos pasos.

Acuario

  1. Idealmente, un pez guppy no debe mantenerse solo y se prefiere un acuario más grande que pueda albergar varios guppys.
  2. También necesitarás un equipo básico: un calentador y un termómetro para mantener la temperatura del agua estable, un filtro para garantizar la buena calidad del agua, una red de pesca para usar cuando necesites mover tu guppy, un limpiador de algas para mantener limpio el acuario, y una piedra difusora o similar para mantener el agua con alto contenido de oxígeno.
  3. Decora el acuario con plantas, ya que los peces guppy se sentirán mejor y experimentarán menos estrés cuando se les provean escondites.
  4. El fondo del acuario debe estar cubierto de grava.
  5. En cuanto a la temperatura del agua es mejor si la mantienes entre 24 y 30 grados centígrados en el acuario, y con un pH entre 6.8 y 7.6.

Alimentación

  1. Los peces guppy deben ser alimentados una o dos veces al día. Es muy importante no sobrealimentar a tu guppy. Toda la comida debe ser consumida después de unos minutos. Si no, le estás dando demasiada comida a tus peces.
  2. Una dieta de alimentos con escamas es una buena base para el guppy, pero idealmente debe complementarse con alimentos vivos. El camarón de salmuera vivo o congelado es un alimento popular para el pez guppy, ya que el camarón de salmuera es muy fácil de producir en casa.
  3. Las lombrices, moscas de la fruta o larvas de mosquitos, son otros ejemplos de alimentos adecuados para tu pez guppy.

Reproducción

  1. Los peces guppy son fáciles de criar en acuarios y, a menudo, se reproducen sin ningún estímulo adicional por parte de su cuidador.
  2. Si deseas asegurar una mayor tasa de supervivencia para la descendencia, se recomienda que coloque a la hembra guppy en su propio acuario y deje que dé a luz allí. Una vez haya dado a luz, debes devolverla a su acuario con el resto de sus compañeros.
  3. Muchos de los criadores de peces guppy eligen incluir la llamada red de cría en su acuario. La red reproductora divide el acuario en dos áreas separadas, y solo los recién nacidos son lo suficientemente pequeños como para nadar a través de la red. Tan pronto como nazcan los peces podrán nadar en el área protegida.
  4. La calidad del agua en el acuario de los peces recién nacidos debe mantenerse en suprema condición. Debe mantenerse limpio, y los cambios de agua deben realizarse al menos tres veces por semana.
  5. Las crías de peces guppy deben ser alimentadas con mayor frecuencia que los peces guppy adultos y se recomiendan cuatro o cinco comidas al día. Espera hasta que los crías tengan al menos 2,5 cm de largo antes de dejarlos vivir con peces adultos.

Barrigudinho

Esta página cita fontes confiáveis, mas que não cobrem todo o conteúdo. Ajude a inserir referências. Conteúdo não verificável poderá ser removido.—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico) (Outubro de 2011)
As referências deste artigo necessitam de formatação. Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro. (Julho de 2013)
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Lebiste
Classificação científica
Nome binomial
Lebistes macho (à esquerda) e fêmea (à direita).
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Cyprinodontiformes
Género: Poecilia
Espécie: P. reticulata
Poecilia reticulataPeters, 1859

O Barrigudinho, também chamado de Guppy(se diz gâpi) ou lebiste (Pœcilia reticulata) é um peixe ornamental de comportamento pacífico, originário da América Central e América do Sul, com vida de aproximadamente 2 anos, usado em exposições aquarísticas. O guppy é da família dos poecilídeos,o comprimento do macho adulto é de aproximadamente 5 centímetros e o da fêmea, 7 cm (quando criado em condições adequada).

Pode ser facilmente encontrado em rios do Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil, mesmo poluídos, sendo muitas vezes confundido por leigos com girinos.

Em sua forma original, possui um tom cinzento,nadadeiras curtas e alguns pontos de cor, porém a partir de cruzamentos em cativeiro costuma adquirir cores fortes, dos mais variados tipos[1].

A partir daí, existem diversas “raças”, ou “matrizes”, que podem ser comercializadas por um preço considerável[2].

O barrigudinho em sua forma original não costuma ser utilizado para aquariofilia, sendo o guppy propriamente dito suas variantes coloridas.É um peixe muito prolífico e fácil de criar em aquário

Distribuição e diversidade

O guppy é um pequeno peixe muito resistente nativo do norte da América do Sul e América central, e foi introduzido no Brasil para combater à dengue e à malária.[3] No seu ambiente natural, na América do Sul e no Caribe, os lebistes são normalmente encontrados em populações isoladas, habitando pequenos riachos e lagos de diversos tamanhos.

Espalhadas por vários países de clima tropical ou subtropical, existem também populações de guppies, formadas a partir de peixes que escaparam para a natureza ou que foram deliberadamente introduzidos, para ajudar a combater a doença da malária (entre as principais fontes de alimento dos guppies encontram-se as larvas de mosquito).
Por ser um comedor de superfície e adorarem alimentos vivos como as larvas de mosquito, alguns municípios, como o Rio de Janeiro, estão usando para combater o mosquito da Dengue com muito sucesso[4].

Histórico da nomenclatura

Talvez devido à sua grande área de propagação, foi favorecida a formação de variedades de cores e outras pequenas diferenciações no Guppy.

Como, na época em que o Guppy foi encontrado primeiramente para a descrição e classificação, uma das características principais que determinavam o enquadramento na nomenclatura científica era a cor, torna-se compreensível que o Guppy passasse a adquirir uma sinonímia incomparavelmente grande.

O antigo museu da Academia de Ciências de Berlin recebera uma remessa de peixes (conservados), provenientes da Venezuela, que foram entregues ao funcionário da seção ictiológica, Wilhem C. h. Peters (1815-1883). Este publicou, no dia 9 de Junho de 1859, uma nota no boletim da Academia, descrevendo uma nova espécie, denominando-a Poecilia reticulata, proveniente do rio Guayre.

Vale a pena ressalvar que a remessa de peixes só continha, entre outras espécies, um exemplar feminino de Guppy, o que parcialmente vai explicar a confusão que em seguida surgiu em torno do nome científico do Guppy.

Em 1861, o Museu de Turim recebeu alguns exemplares e Filippi (1814-1867), baseado na formação do gonopódio, que divergia bastante dos demais Poecilídeos até então conhecidos, achou correto chamá-lo de Lebistes Poeciloides. Cinco anos mais tarde, Albert C.

Guenther (1830-1914) deu-lhe o nome de Gyrardinus Guppyi, numa homenagem ao remetente: reverendo Robert John Lechmere Guppy, que lhe mandara uma remessa coletada na Ilha de Trindade, pois achou que merecia classificação bem distinta das Poecilias.

Ao total foram três classificações independentes do mesmo peixe. Além disso, após esse período, tendeu-se a classificar o peixe ora como espécie, ora como uma subespécie, pertencendo a um ou outro gênero.

Ecologia e comportamento

A variedade de padrões e cores é enorme entre as várias populações, inclusive, em linhagens albinas.

Os que partilham o seu habitat com espécies de peixes predadores têm normalmente cores menos vívidas, enquanto que os que não têm de lidar com esse problema têm cores mais exuberantes.

Na reprodução, os genes de peixes mais ou menos coloridos são favorecidos de acordo com este tipo de fatores.

Pode acontecer que entre os machos da espécie haja comportamentos agressivos (por exemplo morder as barbatanas), como também acontece entre outras espécies como os platys e os cauda de espada, ou ocasionalmente com outras espécies de barbatanas vistosas como os escalares.

Alimentação

Os Guppies podem ser alimentados várias vezes ao dia desde que seja em pequenas porções, o cardápio pode ser variado e incluindo alimentos vivos como por exemplo artêmias salinas ou enquitréias.

Se acha também no mercado alimentos congelados tipo artêmias congeladas ou bloodworms congelados. Os alimentos industrializados também são bastante apreciados, mas sempre em pequenas porções, nunca deixe sobrar comida no fundo do aquário.

Os Guppies podem também alimentar-se de pequenos Annelideos, como minhocas pequenas, ou ainda o pão ralado.

Reprodução

Dentre os peixes ornamentais é o de mais fácil reprodução,Os guppys criam-se de uma forma fácil, basta colocar um trio (2 fêmeas e 1 macho) que logo o macho começará a cortejar as fêmeas e a fecundação ocorrerá.

Após algumas semanas (2 ou 3) a fêmea irá ficar bem inchadinha, sendo mais fácil de perceber ao olhar-la por cima, e ela fica com uma manchinha escura no oviduto, quando perceber estes sinais coloque-a em uma “criadeira” para quando os alevinos nascerem tenham logo local para poderem nadar seguros (o melhor mesmo é ter o aquário com muitas plantas para os filhotes se esconderem, assim evita-se que sejam devorados pelos pais). Os alevinos podem ficar até 2 dias sem alimento, pois nascem com um saco vintelino. Os guppys são ovovivíparos[5].

Referências

  1. ↑ http://www.agostinhomonteiro.com.br/Hereditariedade_do_Guppy.htm
  2. ↑ http://www.cleyson.com.br/guppy/matrizes.php
  3. ↑ «Post». Criar peixes. Consultado em 1 de novembro de 2019 
  4. ↑ «Prefeitura cria peixes em parque aquático abandonado para auxiliar combate à dengue». O Globo. 4 de agosto de 2015 
  5. ↑ Guppy ou Lebistes (exemplo de peixe ovovivíparo) em SaúdeAQnimal.com – Zoo virtual acessado a 29 de maio de 2009

Ligações externas

  • Show Guppy na Piscicultura Michel Bruno
  • Guppy no Aquahobby.com

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