Como ajustar adequadamente a posição do assento do carro

Como Ajustar Adequadamente a Posição do Assento do CarroImagine que no volante tenha um ponteiro de relógio. Você deve colocar as mãos na posição 10h10.

O ato de dirigir exige atenção e concentração total do motorista. A postura correta, nesse caso, auxilia o condutor a reagir mais rápido diante de imprevistos e a manter o controle do veículo.

Depois de anos de direção, muitos vícios se tornam frequentes e acabam mudando o comportamento do condutor, como é o caso de dirigir com os braços totalmente esticados, o que não é o ideal para a segurança.

Então, você sabe a postura correta na direção? O Portal do Trânsito te explica em seis passos.

1º passo: O assento

O primeiro passo é sentir-se confortável. Corrigir a posição do assento até que as pernas fiquem ligeiramente dobradas.  A perna esquerda esticada deve acionar todo o curso do pedal da embreagem. A coluna deve ficar totalmente em contato com o encosto.

2º passo: A altura

Em carros com regulagem de altura no volante ou no assento, o condutor deve manter suas coxas afastadas do volante para que não interfira na hora de mudar de direção. Além disso, o volante deve ficar numa posição em que o condutor enxergue todo o painel do veículo.

3º passo: Mãos em 10 e 10

Ao sentar-se, o condutor deve estender o braço acima do volante. Depois disso, imagine que no volante tenha um ponteiro de relógio. Você deve colocar as mãos na posição 10h10. Naturalmente em alguns momentos as mãos irão mudar de posição, mas nunca se deve segurar o volante por baixo.

4º passo: Encosto de cabeça

O encosto de cabeça tem um papel importante na segurança do condutor e passageiros, pois evita uma movimentação exagerada do pescoço e cabeça em caso de colisão, prevenindo assim lesões na coluna cervical. A recomendação é que a altura do encosto deve estar regulada no centro posterior da cabeça ou até 3 cm acima.

5º passo: Retrovisores

O retrovisor é utilizado para ampliar a visibilidade dos motoristas. Normalmente os veículos possuem três espelhos retrovisores: o espelho central, que garante visibilidade traseira durante a condução e os laterais, que tem como função ajudar o condutor a enxergar fora de sua visão periférica.

O retrovisor interno deve estar bem centralizado e visualizar todo ambiente da parte de trás do carro. O ajuste deve ocorrer somente após a regulagem do banco do motorista e ele deve estar acertado de modo que não haja necessidade de mover a cabeça para enxergá-lo, apenas de desviar o olhar.

6º passo: Cinto de segurança

O uso do cinto, além de obrigatório, é muito importante para a segurança de todos os ocupantes do veículo.

Em primeiro lugar é preciso analisar se os cintos não têm cortes e se não existem dobras que impeçam a elasticidade. Testar o travamento para ver se está funcionando perfeitamente importante.

Verifique também se os cintos dos bancos traseiros estão disponíveis para a utilização dos ocupantes.

Para usar o cinto corretamente o motorista e passageiros devem ajustá-lo firmemente ao corpo, sem deixar folgas. O cinto nunca deve passar pelo pescoço e sim pelo ombro e meio do peito. A faixa inferior deverá ficar abaixo do abdômen (passando pelos ossos do quadril).

    Como Ajustar Adequadamente a Posição do Assento do Carro

Coluna e postura correta na direção

25|09|2017 Como Ajustar Adequadamente a Posição do Assento do Carro

O trânsito é um dos lugares onde passamos por mais estresse e tensão. Por esse motivo, a coluna acaba sofrendo bastante depois de algumas horas na direção. Para evitar dores nas costas e até problemas mais graves, ajustar o banco corretamente e manter a postura adequado ao dirigir é essencial para qualquer motorista.

Saúde e Segurança

Ajustar o banco do carro corretamente é a primeira lição que aprendemos na autoescola. Mais do que conforto, o posicionamento acertado pode evitar acidentes e prevenir problemas de saúde.

Isto porque, na posição adequada, o motorista consegue desviar agilmente de um buraco ou evitar um atropelamento. Também temos a garantia de que o cinto de segurança vai funcionar com eficácia numa colisão.

Sentar corretamente auxilia na redução do cansaço do corpo e dores musculares.

Assim, por mais que a postura acertada, a princípio, não pareça tão confortável, é primordial que tentemos mantê-la ao volante.

Ajustando o assento

Se o assento de seu carro for ajustável, evite deixá-lo muito alto. O ideal é que existam pelo menos 3 dedos de distância entre o banco e os joelhos. Isso evita a compressão de nervos e veias que podem comprometer a circulação.

Em relação a distância do painel, o condutor deve apertar a embreagem até o fundo sem afastar as costas do encosto. Nesta posição, os joelhos devem ficar levemente flexionados. Quando os pés não estiverem nos pedais, devem estar com a planta inteiramente no chão.

Encosto na posição correta

O encosto do banco do condutor deve estar em um ângulo entre 95º e 110º graus de inclinação.

Se o encosto estiver muito deitado, o corpo ficará apoiado sobre o sacro e o cóccix, quando deveria estar sobre os ísquios. Esta postura pode levar a hérnia de disco e dor no cóccix.

O motorista também estará mais suscetível em caso de colisões, pois o banco não absorverá o impacto do efeito chicote.

Por outro lado, se o encosto ficar muito reto, o motorista sentirá dores na coluna dorsal e cervical, causadas pela tensão muscular.

O encosto de cabeça deve ser ajustado de acordo com a altura do condutor, devendo regular com a altura dos olhos, dando base de sustentação para o pescoço.

Volante

A direção não deve tampar o painel. Todas as informações devem estar a vista do motorista. Outra coisa importante é que o volante não esteja colado as pernas do condutor, deve ter à distância de, pelo menos, um punho.

As mãos devem ser colocadas na parte superior da direção, correspondentes aos ponteiros de um relógio apontando 10h10 ou 09h15. Os braços precisam fazer um ângulo próximo a 120º graus. Se possível, tenha apoio para os braços.

Estas dicas não são fórmulas prontas. A combinação dessas posturas pode oferecer a posição ideal.

Lembre-se também que, em viagens longas, é necessário fazer pausas para alongar e modificar a posição do condutor.

O cinto de segurança deve estar confortável, porém firme, para não machucar o motorista. O passageiro também deve ter cuidados com o ajuste do banco para evitar problemas de coluna.

Como ajustar corretamente o banco do motorista

Como Ajustar Adequadamente a Posição do Assento do Carro

Grande parte dos motoristas considera o ato de dirigir como algo extremamente desgastante e penoso. Atribuem a causas externas, como o trânsito, a má conservação das vias e o comportamento de outros motoristas, tamanho sofrimento ao conduzir veículos.

Por outro lado, não percebem que algumas causas de tamanho estresse advêm de atitudes pessoais. Tampouco compreendem porquê outros motoristas chegam descansados após longas viagens e se colocam a curtir imediatamente, situação na qual eles terminariam em farrapos e necessitariam de várias horas para se recuperar. Qual o segredo?

Dentre tantos, pode-se afirmar que o fator mais importante consiste na regulagem correta do banco do motorista. Veja como fazê-lo nos tópicos abaixo, os quais detalharão cada uma em separado.

A figura abaixo mostra as principais regulagens do assento:

1 – Altura – Nos dias, a maioria dos automóveis são equipados com bancos do motorista com regulagem de altura. Este ajuste tem grande importância, pois aumenta a sensação de fadiga se feito de forma incorretas.

Os parâmetros de referência para a regulagem de altura são a altura dos olhos em relação à altura do painel, a qual deve permitir que a cabeça permaneça em posição reta.

O condutor não deve dirigir com o banco muito baixo, afundado, o que deixa seu pescoço “olhando para cima” para enxergar por cima do painel. Esta prática causa pressão no pescoço e ombros e fadiga visual.

Outra consequência consiste na falta de apoio para as coxas e o quadril, resultando em dor lombar.

No campo oposto, estão os motoristas que regulam o assento em posição muito elevada, estilo “boleia de caminhão”, sob o pretexto de “enxergar melhor o trânsito”.

Estes também ficarão com o pescoço inclinado, “olhando para baixo”, levando à fadiga de pescoço e ombros, da mesma forma do condutor o qual faz um ajuste muito baixo.

No caso das coxas, ocorre o oposto, com o mesmo resultado: a posição muito elevada causa pressão excessiva na parte inferior do corpo ao movimentar os pedais, causando dores de coluna e má circulação.

Em suma: a correta regulagem de altura deve deixar a cabeça do motorista em linha reta ao visualizar a via, evitando dores no pescoço e ombros; e as coxas corretamente apoiadas, sem pressão excessiva ou falta de suporte do assento. O parâmetro depende do biótipo do motorista e este deve deixá-lo livre de tensão muscular nos pontos citados, especialmente ao pressionar o pedal de embreagem e acelerador até o fundo.

2 – Distância – Atua em conjunto com a regulagem de altura. Em modelos mais antigos, os quais não possuem a primeira, se mostram ainda mais essenciais para o conforto do condutor ao dirigir, pois interferem no esforço ao pressionar os pedais.

Da mesma maneira da regulagem de altura, a distância deve respeitar o biótipo do motorista, sem ficar próximo ou afastado demais.

O assento posicionado muito próximo aos pedais, no estilo “mordendo o volante”, pode trazer (falsa) sensação de segurança, mas causa grande tensão nos membros inferiores por deixar as pernas muito dobradas e sem apoio da parte inferior do assento, resultando em grande fadiga.

No caso de distância excessiva dos pedais, as pernas ficarão muito esticadas. O resultado consiste na necessidade de maior força para pressionar os pedais de embreagem e acelerador e pressão excessiva da parte inferior das coxas na parte inferior do assento. Este ajuste fará o condutor se cansar em poucos minutos e causará grande tensão nas pernas e coluna.

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Para fazer a correta regulagem de distância do assento, pressione os pedais de embreagem e acelerador até o fundo de forma a não fazer força ao esticar as pernas (muito distante) ou deixa-las muito flexionadas (muito próximo); e a manter apoio correto na parte inferior das coxas, sem pressão excessiva (muito distante) ou falta de apoio (muito próximo).

Para obter o ajuste correto, o condutor deve pressionar os pedais com ambas as pernas sem tensão muscular excessiva ou dificuldade de movimentos.

3 – Inclinação do encosto – Este ajuste se mostra fundamental para o conforto ao dirigir, pois influencia o conforto visual, a facilidade ao virar o volante e o apoio das costas no encosto, os quais aumentam ou diminuem significativamente a tensão muscular.

Para regular o encosto, o parâmetro mais importante consiste no ângulo entre braço e antebraço, o qual deve ser em torno de 120°. Ou seja, os braços não devem ficar muito esticados (inclinação excessiva) nem muito dobrados (encosto muito vertical).

Outro ponto muito importante é o apoio das costas no encosto do banco, a qual não deve ficar sem apoio (inclinação excessiva) ou muito comprimida contra o banco (muito vertical).

Posicionar o encosto de forma muito vertical, “mordendo o volante”, causa tensão na coluna e dor nas costas.

Em conjunto com um ajuste de distância muito próximo e altura excessivamente elevada, com posição muito próxima ao volante, dificulta manobras de emergência e de estacionamento em lugares apertados, pois os braços muito dobrados tolhem os movimentos rápidos de esterçamento, prejudicam os reflexos e aumentam a tensão nos braços e coluna. A grande pressão da coluna contra o encosto também causa fadiga.

No outro extremo, inclinar demais o encosto, no estilo “piloto de corrida”, traz o mesmo resultado de tensão, fadiga e movimentos prejudicados. Os braços muito esticados, os famosos “braço duro”, atrapalham manobras de emergência e exigem grande esforço de braços e coluna, prejudicados pela falta de apoio das costas no encosto do banco, fazendo o condutor se cansar em poucos minutos.

4 – Altura e profundidade do volante – Infelizmente, poucos veículos possuem os dois ajustes, os quais auxiliam o correto posicionamento do assento. Boa parte possui regulagem apenas de altura, a qual auxilia bastante.

A regulagem de altura do volante permite que o motorista visualize melhor a via por cima do painel ao abaixá-lo, mantendo o pescoço e a coluna em posição reta. Deve apenas manter a distância de um palmo entre a base do volante e as coxas, a fim e não prejudicar o movimento das pernas ao acionar a embreagem, acelerar e frear.

Para os modelos com ajuste de profundidade, encontrar o melhor ângulo entre braço e antebraço fica mais fácil. Nos modelos sem esta opção, o condutor faz um ajuste de altura, distância e encosto confortáveis, mas pode ficar com os cotovelos muito esticados. Ao puxar o volante mais próximo, encontra a posição ideal de dirigir e o conforto fica favorecido.

Veículos sem ajustes de volante se mostram mais cansativos de dirigir, especialmente se também não estarem equipados com bancos com regulagem de altura. Este item aparentemente supérfluo ajuda muito a melhorar a ergonomia ao volante. Se puder, compre e o valorize.

5 – Altura do encosto de cabeça – Um ajuste muito importante, mas negligenciado pela maioria. Em caso de acidentes, principalmente impactos na traseira, o encosto de cabeça pode salvar vidas e deve ser feito pelo motorista e todos os passageiros.

O apoio de cabeça deve ficar na altura da parte de trás da cabeça, acima da nuca. Ao colocar a cabeça em linha reta em relação ao para-brisa, ela deve encostar levemente no encosto, sem ficar pressionada contra ele.

Olhando pela parte de trás do veículo, o correto ajuste mostra a parte de baixo do pescoço por baixo e poucos centímetros do topo da cabeça. O ajuste incorreto muito baixo esconde pescoço e ombros e mostra a parte de trás da cabeça, ao passo que outro, muito alto, exibe toda a nuca. Estes ajustes se mostram perigosos, pois expões os ocupantes a lesões no pescoço em impactos traseiros.

Reiterando: o encosto de cabeça deve ser ajustado por todos os ocupantes do veículo.

6 – Altura do cinto de segurança – Este ajuste é obrigatório em todos os veículos fabricados a partir de 2014 e contribui para o conforto e a segurança, especialmente das pessoas de menor estatura.

Lamentavelmente, boa parte dos condutores desconhece sua existência e dirige com a fita do cinto de segurança machucando seu pescoço (pessoas muito baixas) ou seu antebraço (pessoas mais altas). O ajuste correto deve posicionar a fita do cinto de segurança na altura da clavícula, a qual fica entre o pescoço e o braço.

Em veículos com essa opção de ajuste, os passageiros também devem fazê-lo.

Extra 1: ajuste de ângulo de coxa – Alguns veículos mais sofisticados, geralmente de marcas premium, permitem ajustar o ângulo de coxa da base do assento.

Sempre lembrando do princípio do apoio das coxas, as quais devem exercer leve pressão contra a base do assento, evitando tensão excessiva com o excesso de inclinação ou a falta de apoio, ao posicionar a base do banco de forma muito horizontal, como uma cadeira.

A primeira causa tensão nas pernas e a última fará o motorista escorregar do assento em freadas.

Extra 2: ajuste de apoio lombar – outro ajuste pouco comum e restrito a modelos mais caros. Se resume a reduzir a tensão lombar e melhorar o apoio da coluna, adaptando a curvatura do encosto ao biótipo do motorista. O princípio norteador continua sendo a pressão e o apoio na coluna, reduzindo tensões musculares e aprimorando o suporte.

Outras práticas contribuem para melhorar o conforto ao dirigir e melhorar o bem-estar do condutor:

1 – Estar atento às posições corretas de segurar o volante – A simetria se mostra o princípio norteador ao segurar o volante. Sempre deve ser feito com as duas mãos, na posição “nove e quinze”, evitando levantar ou abaixar os braços em excesso e por muito tempo, pois estas práticas causam tensão muscular nos membros superiores.

Deve-se evitar segurar o volante com uma só mão. Esterçá-lo com apenas uma delas causa grande tensão na coluna e tal prática deve ser evitada a todo custo, mesmo em modelos com direção assistida e muito leve – em longo prazo, conduzir e esterçar o volante com uma só mão pode causar problemas ortopédicos.

Conduzir com ambas as mãos no volante e em posição “nove e quinze” reduz a fadiga e riscos de problemas ósseos e musculares, além de se mostrar mais seguro.

2 – Variar as posições de pernas e braços conforme for possível – no caso de o motorista permanecer muito tempo em congestionamentos ou em longas viagens, esticar braços e pernas por curtos períodos ajuda a reduzir a tensão muscular. Sempre observando as regras de segurança.

Dobrar a perna esquerda por um curto período algumas vezes ajuda a reduzir a tensão muscular, caso o acionamento da embreagem não seja necessário. Em engarrafamentos, no qual o veículo permanece parado, pode-se fazer o mesmo com a direita.

Caso seu automóvel esteja equipado com piloto automático e as condições de velocidade e tráfego da via o permitam, pode-se dobrar a perna direita com muito cuidado e atenção com a estrada, em caso de grande fadiga. Esta prática não é recomendada e deve ser usada apenas em casos de muito cansaço e com toda a atenção, retornando a perna direita aos pedais o mais rápido possível.

O mesmo vale para as mãos ao volante. Para reduzir a tensão nos braços, o motorista pode variar a posição “nove e quinze”, no meio da peça, para “dez para as duas”, segurando a parte superior, e “vinte para as quatro”, na parte inferior, por curtos períodos, sempre com as duas mãos na direção. No trânsito parado, soltar o volante por alguns momentos também contribui para reduzir a fadiga.

Em suma: a variação periódica das posturas de braços e pernas se mostra fundamental para o bem-estar ao conduzir, contanto que as condições de tráfego e do veículo o permitam.

3 – Se sentar com a coluna reta – em modelos sem regulagens de altura do volante e assento, motoristas de menor estatura apresentam alguma dificuldade de enxergar por cima do topo do volante. A saída que encontram reside em enxergar a via um pouco para o lado, deixando a coluna inclinada para um dos lados. Enfim, o motorista “senta torto” no banco, causando fadiga e problemas ortopédicos.

  • Outros motoristas podem sentar “tortos” no assento por diversos motivos, o que deve ser evitado a todo custo, pois compromete a segurança e aumenta o cansaço ao dirigir.
  • 4 – Fazer paradas a cada duas horas, nó máximo – Independentemente de o percurso ser realizado na cidade ou rodovia, nãos e recomenda conduzir o veículo por mais de duas horas ininterruptas, pois a fadiga visual, a redução da quantidade de oxigênio no interior do veículo e a pouca variação de postura causam sono e cansaço visual, reduzindo os reflexos e aumentando a sensação de fadiga.
  • Se a pessoa estiver cansada por conta de outras atividades e/ou apresentar problemas de saúde, as paradas deves ser feitas em intervalos menores.

5 – Fique atento ao dirigir nos horários de lusco-fusco (nascer e pôr-do-sol) – Ao contrário do que prega o senso comum, dirigir à noite não se mostra a condição mais perigosa. o horário com maior índice de acidentes são os da 5:30  às 7:00 e das 17:30 às 19:00.

Percebeu a coincidência? São os horários de nascer e pôr-do-sol. Neles, há grande variação de luminosidade, o que resulta em cansaço visual, principalmente para portadores de miopia e astigmatismo, e variação rápida de incidência da claridade, causando desconforto e aumento da sensação de estresse. Redobre a atenção nesses horários críticos.

CONCLUSÃO

Muitos motoristas se queixam de que o ato de dirigir se mostra muito desgastante, mas desconhecem atitudes simples para torná-lo mais confortável.

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Conhecer o próprio corpo e seus limites, assim como a correta utilização das regulagens de assentos, volante e demais acessórios de seu veículo ajudam a melhorar a sua relação com o mundo automotivo.

Isso não nos foi ensinado na autoescola, mas agora está acessível a todos.

Condução Inteligente, Educação Automotiva

Qual é a melhor postura para dirigir?

Manter uma postura saudável ao volante nem sempre é fácil. Nosso corpo vai se acostumando ao mau posicionamento e acaba ficando “preguiçoso”, o que aumenta o risco de sobrecarregar os músculos, causar tensões e provocar dores.

Nos tempos de autoescola, aprendemos que a primeira coisa a fazer ao entrar no carro é ajustar o assento e os espelhos.

No começo, sentávamos no banco como um lord inglês na hora do “chá das cinco” com a Rainha Elizabeth II. Após alguns meses (ou dias), já parece que estamos no sofá da mãe Joana.

É claro que isso não acontece com todos, felizmente. Mas se acontece com você, está na hora de mudar!

Mesmo sendo uma tarefa trabalhosa, é fundamental ser persistente e educar o corpo para a postura correta, pois ela também está ligada à segurança no trânsito. Em caso de imprevistos, isso ajuda o motorista a reagir mais rápido e a manter o controle da direção.

Para que você conheça a melhor postura ao dirigir, separamos algumas orientações essenciais que devem ser aplicadas em seu dia a dia. É hora de saber como o posicionamento adequado ao volante pode ser peça-chave para uma rotina mais saudável!

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Posição correta para dirigir

Cabeça

Posicionar a cabeça corretamente no encosto do banco previne dores musculares no tronco e evita a ocorrência do “efeito chicote”. Esse efeito ocorre em caso de colisões traseiras, quando sua cabeça é movimentada de forma brusca para trás e para frente, provocando torcicolo e até mesmo luxações nas vértebras.

Uma dica importante é se acostumar a manter a cabeça no encosto. Por que vale a pena fazer isso? A cabeça pesa em média 6 quilos. Mas o peso que ela exerce sobre a coluna pode passar de 10 quilos a depender da inclinação. Ao posicionar a cabeça no encosto você estará “entregando” a ele parte do peso que iria apenas para a coluna.

Braços

O ideal é que os cotovelos estejam dobrados em um ângulo de cerca de 120°. Como você provavelmente não usará um transferidor para ver a angulação exata, basta mentalizar uma abertura de 90° e ampliá-la um pouco. Braços muito esticados por muito tempo podem causar dores no pescoço e nos ombros.

Para ver se sua postura ao dirigir nesse quesito está correta, confira se seus ombros estão encostados no banco enquanto suas mãos estão sobre o volante — o ajuste é feito por aproximar ou afastar o banco do volante.

Mãos

Segure o volante com as mãos na posição 9h15 ou 10h10, como se elas fossem o ponteiro de um relógio. Isso proporciona liberdade para movimentar o volante com rapidez em casos de emergência e evita flexionar as mãos de forma incorreta, o que pode causar dores nos braços.

Você conhece outros motoristas que têm o costume de dirigir apenas com uma das mãos? A prática é considerada uma infração média e pode resultar em multa e pontos na CNH.

Retirar as mãos do volante também é algo proibido e só pode ser feito em casos específicos ou necessários, como trocar a marcha.

Coluna

O mais indicado é que a parte de baixo das costas (lombar) esteja apoiada totalmente no encosto do banco. No entanto, é preciso respeitar a curvatura lombar de cada pessoa, pois nem toda coluna se alinha completamente ao encosto.

Nesses casos pode ser usada uma almofada ou uma toalha para preencher o espaço natural da coluna e fazer com que o corpo fique totalmente em contato com o banco. Assim, é possível evitar a compressão de órgãos e problemas de circulação.

Pernas

Com os joelhos levemente dobrados, alcançar os pedais do veículo com os pés deve ser uma tarefa feita sem esforço. Dessa forma, você não precisa esticar totalmente as pernas na hora de acionar os pedais, evitando dores tanto nas pernas quanto na região inferior das costas.

Um bom teste que pode ser feito é pressionar o pedal da embreagem até o fim, sem que seja preciso retirar os ombros do encosto do banco. Por outro lado, ficar com os joelhos muito perto do painel vai afetar a dirigibilidade.

Pés

O controle contínuo dos pedais demanda um grande esforço de seu corpo ao longo do dia. Para aliviar a tensão nos músculos, o mais indicado é apoiar os pés completamente no chão do carro, em intervalos regulares, para um merecido descanso.

Também é importante manter os calcanhares apoiados no assoalho quando estiver dirigindo, o que garante a estabilidade dos pés.

Posicionamento correto de equipamentos

Agora que você já sabe a melhor forma de posicionar seu corpo dentro do carro, é hora de conferir como adequar os equipamentos e itens do veículo com a sua postura. Confira!

Banco

O melhor ângulo do encosto do banco é entre 100 e 120 graus. Se você deixar o banco mais inclinado do que isso, aumentam as chances de você deslizar pelo cinto em uma colisão. Já encostos mais retos deixam os músculos tensos e podem provocar desconforto ao dirigir.

A distância ideal entre os joelhos e o painel do veículo é de pelo menos três dedos de distância, visto que isso evita que as veias sejam comprimidas e a circulação seja comprometida.

Para ajustar a distância do banco em relação ao painel, basta pressionar a embreagem ou o acelerador até que o joelho fique ligeiramente flexionado. Ao descansar os pés, a planta do pé deve estar totalmente em contato com o piso.

Apoio de cabeça

Não sabe como encontrar a melhor posição para o apoio de seu banco? Aí vai uma dica fácil: para definir a posição para o encosto de cabeça basta traçar uma linha imaginária horizontal na altura dos olhos. Essa linha deve estar no centro do encosto. Ao se olhar por trás, a parte de baixo do pescoço deve estar visível, no caso de pessoas com estatura mediana.

Além disso, é bom deixar uma folga de aproximadamente três dedos do apoio. Isso faz com que ele absorva o impacto em caso de acidentes.

Volante

Se o seu carro possui um volante ajustável, o ideal é posicioná-lo de forma que seja possível visualizar todos os instrumentos do veículo, e sem ser necessário mover a cabeça para isso. Não se esqueça de que o volante nunca deve encostar em suas coxas quando você estiver sentado.

Cinto de segurança

Todos os veículos fabricados a partir de 2014 tiveram a inclusão do ajuste de altura para o cinto de segurança. Porém, muitos ignoram sua presença e dirigem com o cinto machucando o pescoço (no caso de pessoas mais baixas) ou o antebraço (mais altas).

O certo é que o cinto fique justo ao corpo, mas nunca apertado. A faixa superior deve ser posicionada no meio do ombro e não no pescoço, evitando que o motorista se enforque em uma batida. Já a faixa inferior deve ficar bem firme ao abdome e nunca folgada.

Espelhos

Devem permitir uma boa visualização do ambiente atrás do carro sem que seja necessário inclinar ou girar o tronco e a cabeça. Basicamente, a movimentação deve ser apenas dos olhos.

Lembre-se de que é necessário, também, ajustar os retrovisores para garantir a maior visualização possível do trânsito ao redor. Para isso, faça com que apenas uma pequena parte do fundo do carro seja exibida nos retrovisores laterais. Isso vai reduzir bastante os pontos cegos e evitar acidentes.

Dicas para aliviar dores no corpo

Muitos motoristas reclamam de dores pelo corpo ao dirigir por longas distâncias, principalmente na região lombar. Se você seguir as dicas acima, não vai precisar se preocupar com isso. Mas se as dores aparecerem, confira algumas dicas para melhorar o conforto no carro e aliviar o incômodo:

  • dirija com a coluna totalmente apoiada no encosto;
  • evite conduzir o veículo com objetos no bolso de trás da roupa. Isso pode provocar um desalinhamento da coluna e atrapalhar a circulação;
  • mantenha os cotovelos o mais próximo possível do tronco para evitar dores nos ombros, pescoço e na parte de cima das costas;
  • ficar sentado por muito tempo dentro do carro pode enrijecer seus membros. Por isso, não se esqueça de parar para se alongar. Vale movimentar o pescoço, os braços e fazer movimentos simples com as mãos, ajudando a circulação;
  • quando houver uma pausa no trânsito, tente alongar os braços, as pernas e o pescoço;
  • visto que as dores, muitas vezes, surgem pela vibração excessiva, mantenha os amortecedores e pneus com devida manutenção;
  • use uma almofada ortopédica — consulte um médico para saber qual a ideal para você.

Postura ao dirigir é uma questão de segurança

Além de evitar lesões e garantir um dia a dia mais confortável dentro do veículo, manter a postura corporal correta é uma importante forma de contribuir para a sua segurança ao volante. Vale lembrar que a maioria dessas dicas também valem para os demais ocupantes do carro.

Se você está desconfortável ao volante, ações como passar a marcha ou ter boa visualização de componentes do carro, como os retrovisores, podem ser comprometidas. Assim, sua atenção, que deveria estar focada no trânsito, vai estar voltada à falta de conforto.

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Percebeu alguma coisa que você precisa melhorar na sua postura ao dirigir? Comece a mudar hoje mesmo. Ter a postura de um lord inglês ao dirigir é uma questão de determinação para vencer maus hábitos.

“É mais fácil vencer um mau hábito hoje do que amanhã” — Confúcio.

Dicas sobre como ajustar o retrovisor e posicionar o banco do motorista tornam a viagem de carro mais segura

Como arrumar o retrovisor do carro para minimizar o ‘ponto cego’? Qual o jeito certo de colocar a cadeirinha das crianças no banco traseiro? Essas informações fazem toda a diferença para o motorista na hora de mudar de faixa ou fazer uma manobra. São medidas simples que podem evitar acidentes e tornar o trânsito mais seguro, como explica o professor de segurança veicular da Unicamp, Celso Arruda.

“O banco deve estar colocado para trás para que a perna fique esticada ao ponto que você consiga frear até o fim sem ter que esticar toda a perna.

Daí a gente checa a inclinação do banco colocando as mãos acima do volante. Já o encosto de cabeça deve ficar na posição dos olhos.

Depois o que é muito importante, o cinto de segurança, que deve ser regulado para não ficar no pescoço”, orienta Arruda. VEJA NO VÍDEO ACIMA.

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Saiba como encarar o trânsito e as rodovias com segurança — Foto: Reprodução/ TV Globo

Saiba como encarar o trânsito e as rodovias com segurança — Foto: Reprodução/ TV Globo

Mas como o motorista deve se posicionar no carro? Assento: posicione o banco numa distância que a perna fique quase toda esticada. Dessa forma, o motorista tem mais força para frear o carro pressionando o pedal até o fim.

Encosto: estique os braços até o punho alcançar a direção. Essa é a distância correta entre o corpo e a direção.

O braço não pode ficar muito flexionado ou muito esticado, pois impede girar o volante e atrapalha o campo de visão. Sempre deixe as duas mãos segurando o volante. Imagine que a direção é um relógio.

As mãos devem ficar em 9 horas (mão esquerda) e 15 minutos (mão direita).

Encosto de cabeça: o encosto deve ficar levemente inclinado para frente, de maneira que a cabeça encoste nele. Isso evita, em caso de acidente, que, no efeito chicote, quando a cabeça vai para frente e em seguida é jogada para trás, fique sem apoio.

Cinto de segurança: o cinto não pode ficar na altura do pescoço. Precisa ficar no peito. Mulheres grávidas devem passar o cinto entre os seios, deixando a barriga livre. Não use clip para deixar o cinto frouxo.

Espelho interno: deve ficar numa posição que seja possível ver toda a janela traseira.

Espelho externo: todo modelo de carro tem o ponto cego, mas posicionar o espelho retrovisor do jeito certo minimiza muito o risco do motorista não enxergar a moto ou o carro ao lado. Jamais deixe o espelho muito para dentro, vendo quase metade do carro.

Também não coloque totalmente para fora, de maneira que não consiga ver a lataria do carro. O jeito certo é virar o espelho para fora, mas que dê para ver o final da traseira do carro. Não coloque o espelho virado para baixo, visualizando muito o chão, nem muito para cima.

Posicione o espelho no meio.

Acessórios podem se tornar uma armadilhaQuem fica muito tempo sentado nos carros, como os motoristas de táxis, recorrem a alguns acessórios para driblar o desconforto. O uso não é proibido, mas requer atenção. O assento de bolinhas é bem popular, mas se o acessório não estiver bem fixado ao banco pode escorregar e atrapalhar o motorista.

As capas que protegem todo o banco também prejudicam a segurança em caso de acidentes. “Numa situação de colisão, uma batida lateral, esse airbag vai estourar e para proteger o ocupante, não é recomendado o uso de capas”, explica o supervisor técnico de pesquisa, Alessandro Rubio.

Existe lugar certo também para fixar o celular dentro do carro. “O recomendado é sempre colocar o aparelho em lugares que não obstruam a visão, ou seja, nos cantos ou na região do painel, mas sem cobrir nenhum botão de emergência”, completa Rubio.

Confira outras dicas para ter uma viagem de carro segura:

  • Não coloque nada decorativo pendurado no espelho retrovisor porque atrapalha a visibilidade;
  • Na hora de dirigir, tire qualquer objeto no painel que possa refletir no para-brisa. O cartão do idoso e crachá de estacionamento são dois exemplos;
  • Quem tem criança pequena, pode colocar um espelhinho acoplado no retrovisor que permite olhar o que acontece no banco de trás, sem ter que virar a cabeça.

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Acessórios usados da maneira incorreta podem atrapalhar o motorista — Foto: Reprodução/ TV Globo

Acessórios usados da maneira incorreta podem atrapalhar o motorista — Foto: Reprodução/ TV Globo

O manual para encontrar a posição de dirigir correta

Em qualquer aula de autoescola, você aprende que a primeira coisa a fazer ao entrar no carro é ajustar banco e espelhos. Parece algo simples, não? Mas você sabe regular o assento da forma correta? Sabe qual é a ordem a seguir?

Mais do que o conforto, esse ritual envolve a saúde e a segurança dos ocupantes de veículo.

Com o banco bem acertado, o motorista tem a força necessária nos braços para desviar com rapidez de um buraco ou evitar um atropelamento, a garantia de que o cinto de segurança vai funcionar com eficácia numa colisão e uma ajuda a mais na redução do cansaço do corpo, de dores musculares e até de doenças da coluna.

Especialistas da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) explicam que a posição incorreta do condutor, aliada à vibração do veículo, provoca uma fadiga muscular intensa que pode levar a lesões vertebrais graves.

“O condutor deve encontrar sua zona de conforto, ajustando o assento aos pedais, que são fixos, de forma a alcançá-los sem esforço, e depois ao volante”, afirma o consultor em ergonomia João Bezerra de Meneses.

“O correto é não encostar nem a panturrilha nem a parte posterior do joelho no banco.”

É importante lembrar que não existe apenas uma posição ideal. Às vezes você consegue o mesmo efeito com diferentes combinações de ajustes.

Aliás, a mudança de postura é necessária durante um longo tempo ao volante, para que área de esforço seja trocada constantemente, sem sobrecarregar determinada parte do corpo.

Uma leve mudança na inclinação do encosto pode resolver. Assim como fazer uma pausa de alguns minutos a cada duas ou três horas.

Sempre que houver dúvidas sobre se está tudo no lugar, faça o teste. Sem tirar as costas do banco, verifique se os comandos do painel e a alavanca de câmbio estão à mão e são fáceis de usar, se os instrumentos podem ser visualizados com facilidade e se o cinto de segurança está justo e não causa incômodo. Tudo certo? Então é só dar a partida e seguir viagem.

Assento

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Se puder ajustar o assento, não o deixe muito alto, para evitar pressão na parte de trás dos joelhos. Deve haver pelo menos três dedos de distância, para que nervos e veias não sejam pressionados e não comprometam a circulação, causando dores e cansaço.

Encosto

A coluna deve ficar totalmente em contato com o encosto. O melhor ângulo é entre 100 e 120 graus. A inclinação excessiva aumenta o risco de deslizar sob o cinto numa colisão. O encosto mais reto deixa os músculos tensos, provocando desconforto.

Pernas

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Para regular a distância do banco em relação ao painel, pressione o acelerador ou a embreagem até o fundo, até que o joelho fique levemente flexionado. Quando em descanso, a planta do pé deve ficar totalmente em contato com o piso.

Volante

Se houver ajuste de altura ou distância, o volante tem de ser posicionado de maneira que se vejam todos os instrumentos, sem precisar mover a cabeça para ler alguma informação. A direção não deve tocar nas coxas – deixe a distância de cerca de um punho.

Mãos

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Segure o volante com as mãos correspondentes aos ponteiros de um relógio na posição 10h10 ou 9h15. Isso garante a liberdade de movimento para girá-lo com rapidez, no caso de um desvio de emergência.

Espelhos

O retrovisor interno é o primeiro a ser regulado e tem de visualizar todo o ambiente atrás do carro. Os externos devem manter a linha do horizonte no centro do espelho e mostrar o mínimo possível da carroceria, a fim de reduzir ao máximo os pontos cegos.

Cabeça

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Para encontrar a melhor posição do apoio de cabeça, levante-o até que a linha dos olhos fique bem na metade do encosto. Se possível, deixe uma folga de cerca de três dedos do apoio. Em caso de acidente, assim ele absorverá o impacto com maior eficácia.

Braços

Ajuste o encosto do banco depois da distância do assento. Ao segurar o volante, o cotovelo tem de ficar levemente dobrado (cerca de 120 graus). Para checar, veja se as mãos ficam juntas no alto do volante sem descolar os ombros do banco.

Cinto de segurança

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Posicione a faixa superior do cinto bem no meio do ombro. Assim, numa batida, não há risco de ele enforcar o motorista ou escapar do peito. Puxe a parte inferior para que não fique folgada sob o abdome, tornando-o mais eficaz. Ele deve ficar justo, mas nunca apertado.

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