Como ajustar a altura das cordas de um baixo: 10 passos

Melhores marcas de violão | Quem é apaixonado por música e toca há muitos anos – ou mesmo está aprendendo a tocar – sabe o quanto a qualidade do instrumento é essencial para produzir um bom som e encantar as pessoas.

Se está pensando em trocar o seu violão ou comprar o primeiro instrumento e está em dúvida, esse post é para você! Reunimos as melhores marcas de violão, tanto para profissionais quanto para quem está começando, e, claro, aquelas que são consideramos as melhores do mundo.

Também trouxemos algumas dicas de como escolher um bom violão e os cuidados para garantir sua durabilidade. Continue a leitura e confira!

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Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Melhores marcas de violão – Como fazer uma boa compra?

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

A escolha de um instrumento musical envolve vários fatores, inclusive o gosto pessoal. O músico é quem vai saber o tipo de timbre que prefere, desenho do corpo do violão e qual o tamanho é mais confortável para seu tipo físico.

Mas algumas dicas podem te ajudar na hora da compra, para que você leve para casa uma das melhores marcas de violão do mercado e um modelo que atenda às suas demandas. Um violão pode ser considerado, também, como um dos melhores presentes para se dar, tanto para homens, quanto para mulheres!

1 – Corda de nylon X corda de aço

Os violões contam com duas versões de corda: as de aço e as de nylon. Cada uma tem sua própria sonoridade, sendo que uma não é melhor do que a outras – apenas diferente.

Cabe ao músico escolher a que mais lhe agrada. Mas, para iniciantes, recomenda-se os violões com cordas de nylon. Elas são mais macias, fáceis de apertar e vão agilizar o processo de aprendizagem.

2 – Altura das cordas e tipo de rastilho

Quanto mais altas forem as cordas, mais esforço o músico precisará fazer para tocar cada nota, correndo o risco de deixar o instrumento musical desafinado mais depressa. Por isso, o ideal é optar por aqueles que tenham as cordas mais baixos.

Dê preferência, também, ao violão que possua rastilho ajustável, possibilitando ainda mais controle sobre a altura dessas cordas.

3 – Tarraxa de afinação

Esse é um elemento muito importante ao fazer suas considerações. A tarraxa de afinação é bastante utilizada e, por isso, deve ser macia e de fácil ajuste. Se a peça estiver agarrando e demandar muito esforço para sua rotação, não compre o violão.

4 – Tensor

O tensor é a haste de ferro que fica dentro do braço, evitando que ele empene. Se possível, invista em um violão que tenha tensor ajustável, assim, você consegue regular o braço de acordo com as suas preferências. Evite instrumentos que não tenham essa peça.

5 – Acabamentos

Verifique se os traços estão lisos e sem pontas, se a madeira e pintura estão lisas e sem manchas e só as partes do violão estão bem ajustadas e sem sinais visíveis da cola. Isso é importante para ver o padrão de fabricação do instrumento e, consequentemente, sua qualidade.

Melhores marcas de violão de 2018

Agora sim, apresentamos as melhores marcas de violão para você comprar seu instrumento em 2018.

Tagima Memphis MD18

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Esse violão tem modelo folk e, por isso, é bastante versátil. O som é grave e com timbre brilhante, proporcionando toques bem limpos. O corte na madeira permite alcançar até as notas mais agudas facilmente.

Possui afinador, botão de volume e equalizador e é eletroacústico, então pode ser usado em diferentes ocasiões. O custo-benefício também é interessante, em torno de R$ 400.

Takamine GD11MCE

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Outro violão com modelo folk, esse é feito quase todo com a mesma madeira: mogno. Apenas as escalas são feitas com rosewood – um padrão na maioria dos violões.

Takamine é uma das melhores marcas de violão do mercado, utilizada por muitos músicos de vários estilos, como Gath Brooks e Avril Lavigne e esse modelo segue o mesmo nível de qualidade. O som é encorpado e alto, mantendo o timbre natural das notas.

A preço varia em torno de R$ 1700.

Yamaha APX1000

Com corpo fino e braço anatômico esse violão da Yamaha – marca referência na fabricação de instrumentos – e uma ótima opção para quem precisa tocar durante várias horas.

O som é limpo e seu desenho dispensa o uso de anti feedback, não emitindo apitos mesmo com volume mais alto. As notas são bem balanceadas e o acesso aos agudos é facilitado pelo modelo do corpo.

O investimento começa na casa dos R$ 4 mil.

Melhores marcas de violão profissional

Para os profissionais, comprar uma das melhores marcas de violão é primordial para um trabalho de qualidade. Confira as nossas sugestões.

Violão Clássico Takamine P7NC

Ideal para acompanhar o alcance vocal, o Takamine P7NC é um dos melhores violões para profissionais. Possui equalizador de três bandas, afinado e entrada turbo de baixa pressão, com um desempenho de excelência garantido pelo pescoço assimétrico.

Possui corpo em rosewood e escala em ébano e custa a partir de R$ 17 mil.

Violão Fender Eletroacústico CD60

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Com um custo relativamente menor, cerca de R$ 1800, o músico consegue um violão da renomada marca Fender, sem precisar gastar tanto. O CD60 é um modelo eletroacústico de alta qualidade, que emite sons ricos e encorpados.

Em estilo Dreadnought, possui controle de volume, grave, médios e agudos, afinador embutido.

Gibson J200

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Esse modelo é raro e de valor elevado – cerca de R$ 20 mil. O J200 é tão sofisticado, que chegou a virar peça de museu, em uma exposição que marca fez com violões únicos que chegavam a R$ 50 mil.

Com sonoridade excelente e um visual muito bonito, há apenas um alerta sobre esse violão: os músicos devem tomar cuidado e só comprar em locais de confiança, para não levar para casa um produto falsificado.

Melhores marcas de violão para iniciantes

Para quem está começando, o ideal é investir em instrumentos com valor mais baixo (mas com bom custo-benefício), cordas de nylon e com corpo mais leve. Confira nossas recomendações de melhores marcas de violão para iniciantes:

Di Giorgio Nº 18

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A marca Di Giorgio já foi usada por grandes ícones da música brasileira, como Gonzaguinha e Baden Powell. O modelo N° 18 é ótimo para estudantes, porque possui braço achatado, ajudando na postura na mão esquerda.

As cordas em nylon de baixa tensão facilitam a realização dos primeiros acordes e a afinação é de alta qualidade. A média de valor é de R$ 700.

Giannini Nª 14

Esse violão acústico em formato clássico tem ótimo custo para quem está começando: cerca de R$ 300. Com tampo, faixa e fundo em Lindem possuem bom equilíbrio de som e suas cordas de nylon facilitam os acordes,

Os 19 trastes propiciam notas precisas, sem trastejar. Aliado a tudo isso, o acabamento é bonito e o violão possui boa qualidade de som.

Eagle DH69

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Muito recomendado por professores, é um excelente modelo para o músico que está iniciando sua jornada com o instrumento. Com corpo em mogno e duas versões de acabamento (verniz ou acetinado).

As cordas também são de nylon, ideais para quem está começando e é um produto altamente recomendado por consumidores. O custo gira em torno de R$ 500.

Melhores marcas de violão do mundo

Por fim, apresentamos as melhores marcas de violão do mundo. Mais do que falar de modelos, reunimos nomes que são reconhecidos em todo o planeta por músicos dos mais variados estilos e que são o sonho de consumo de muita gente.

Ibanez

Com modelos profissionais e também para iniciantes, a Ibanez produz, além de violões, guitarras e contrabaixos. Os produtos são reconhecidos por sua alta qualidade, mesmo nos modelos mais simples.

A maioria dos seus violões é feito à base de madeira de mogno e de jacarandá, criando modelos bonitos e com boa sonoridade.

Takamine

Dois modelos da Takamine já apareceram na nossa lista de melhores marcas de violão. Logo, ela não poderia deixar de estar aqui. A empresa é japonesa e se destaca por criar modelos ousados e com inovações tecnológicas.

Músicos de bandas como Angra tocam com instrumentos da marca, que possui modelos de vários custos para inciantes e profissionais. Vale a pena o investimento.

Fender

Muito famosa no universo dos músicos, a Fender é uma marca top de linha, com alto valor de mercado. Os produtos demandam um pouco mais de investimento, mas os benefícios acompanham os custos.

Alguns modelos vão te acompanhar a vida toda com som limpo e de qualidade. A marca também é conhecida por seus baixos e guitarras.

Gibson

A Gibson é uma das marcas mais cobiçadas – e caras – do mundo. É a escolha de músicos renomados, como o Slash (conhecido por sua carreira no Guns ‘n’Roses). Seus produtos são de altíssima qualidade e o sonho de consumo de músicos amadores e profissionais.

Yahama

A marca japonesa também é consagrada entre os músicos, fabricando instrumentos que agradam até o consumidor mais exigente. A confecção é feita com madeiras nobres e o acabamento é primoroso. Todo o processo de produção é orientado por profundos conhecimentos sobre a madeira, resultando em violões com excelente sonoridade.

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Manutenção de Baixos: faça você mesmo

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

  • Olá pessoal, tudo “grave”?
  • Falamos bastante das guitarras em nossas mídias sociais, aqui no blog e em muitos eventos que participamos.
  • Porém, seria um erro colossal de nossa parte não falar dos baixistas, aqueles que sofrem bullying o tempo todo (inclusive esse humilde músico que vos escreve), mas que, se não estivéssemos lá para dar o suporte, faríamos uma falta e tanto (já falamos sobre isso em um post anterior).
  • E para prestigiar essa “low class” que é indispensável para qualquer banda, deixo, na sequência do post anterior sobre guitarras, as dicas revisadas para uma regulagem básica dos baixos (em adição ao nosso ebook “Só para Baixistas”).
  • Estar preparado para uma regulagem rápida não faz mal a ninguém, certo?
  • Assim como já disse aos guitarristas, seria muito bom se os baixistas soubessem regular bem seus instrumentos para não passarem por eventuais apuros quando estiverem em algum lugar sem acesso fácil a um bom luthier.

E pela “Lei de Murphy”, esta situação certamente acontecerá quando você estiver prestes a entrar no palco para tocar no show da sua vida. Duvida?

Por isso chamamos novamente os posts anteriores do Dr. Alexandre Berni e que, devidamente atualizados pelo Renato Moikano , trazem muitas dicas para enfrentar esses dias tão difíceis de queda no nosso poder de compra.

  1. Vamos lá?
  2. Olá, aqui é o Renato Moikano e mais uma vez estou aqui para ajuda-los, sem me esquecer de agradecer à equipe da SANTO ANGELO pela oportunidade.
  3. Sugiro que leiam o meu post anterior sobre manutenção de guitarras porque as ferramentas para a regulagem são as mesmas que relacionei para quem deseja fazer por si mesmo essas pequenas regulagens e manutenção do Baixo.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Vale lembrar que ferramentas de boa qualidade são fundamentais neste processo porque, caso contrário, além de não conseguir o resultado desejado no ajuste, você ainda poderá danificar, sem querer, o seu tão querido instrumento musical.

E por falar em danificar seu instrumento, só siga adiante se estiver seguro de que consegue fazer. Se não estiver, procure a ajuda de um bom luthier conhecido, combinado?

Limpeza – A limpeza, na regulagem simples, consiste em usarmos algum produto a base de extrato de limão, hoje, mais fáceis de encontrar no mercado nacional.

É o ideal para as escalas escuras (tipo Rosewood) porque além do perfume característico, também hidrata e não engordura como as soluções caseiras com óleos de cozinha ou azeites com suco de limão.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Nas escalas claras, envernizadas, pode ser usado o mesmo produto utilizado para limpar o corpo do instrumento.

Muitos músicos usam palha de aço para limpar os trates e lhes devolver o brilho. Apesar de comum, recomendo uma esponja abrasiva que traz ótimos resultados sem o resíduo ingrato que a palha de aço deixa no instrumento e no meio ambiente.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

E para finalizar, utilize uma flanela ou algodão embebidos em produtos encontrados nas lojas de instrumentos musicais, arrematando com uma flanela ou algodão seco para tirar o excesso.

Ajuste do tensor – Após efetuar a limpeza e a troca das cordas, inicie o ajuste pressionando a primeira e a última casa do braço do baixo com o dedo, ou ainda, usando um capotraste em uma delas. Dessa forma, a corda do baixo vai se tornar uma régua precisa para se avaliar o alívio do braço.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Esse alívio é medido na metade da distância entra a primeira e a ultima casa da escala, ou seja, por volta do 7o traste. A altura entre a corda e esse traste vai definir um alívio maior ou menor. Uma boa forma caseira de medi-lo é utilizando um cartão de crédito e um cartão de visitas.

Os baixistas que gostam de uma ação mais alta, a melhor regulagem recomenda que o cartão de crédito deve passar com facilidade no espaço entre a corda e o traste. Quem prefere uma ação mais baixa deve ajustar o tensor até que a distância fique justa para um cartão de visitas.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Para “folgar” o tensor e mover o braço no sentido da tensão das cordas, você deve girá-lo no sentido anti-horário com a chave Allen (a maior).

Por outro lado, para apertar o tensor e mover o braço no sentido contrario ao da tensão das cordas, você deverá girá-lo no sentido horário.

Evite movimento excessivo da madeira através de ajustes bruscos: gire lentamente a chave cerca de ¼ de volta de cada vez. Sempre mantenha o instrumento afinado durante esta regulagem do tensor, para que a tensão adequada esteja sendo exercida ao braço do instrumento.

Ponte – O ajuste da ponte é complementar ao alívio do braço. Além de controlar também a altura da ação das cordas, é essa regulagem que vai garantir a curvatura das cordas em relação ao raio da escala.

Na regulagem de ponte usamos a chave Allen e sempre é feita por tentativas (apesar de existirem instrumentos e métodos para tal). É o famoso “olhômetro”. Recomendamos que você toque algumas frases para sentir o braço e a “pegada”.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

No contrabaixo, devido ao calibre das cordas, nós regulamos a ponte de tal maneira que as cordas fiquem o mais baixo possível dos trastes, mas sem trastejamento excessivo. O ideal seria um leve trastejamento que escutamos ao tocar, mas que não seja audível através do amplificador.

Oitavas – Para fazer o ajuste das oitavas, você deve usar um bom afinador (de preferência um da SANTO ANGELO). Toque a corda solta e depois pressionando a 12ª casa, ambas devem bater exatamente a mesma nota no afinador.

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Se a afinação da 12ª casa estiver com mais alta que a corda solta (ponteiro passando da nota), você deverá apertar o parafuso do carrinho (Saddle, já falamos deles), se estiver mais baixa, você deverá “folgar” o parafuso.

Um bom método também é usar os harmônicos da corda para conferir a o oitavamento, principalmente os do 7o E 19o trastes.

Altura dos captadores – O captador da ponte deve ficar um pouco mais alto que o captador do braço. Geralmente deixamos o polo do captador que recebe a vibração da corda Sol um pouco mais elevado.

  • O importante é ouvir os volumes que apresentam as cordas, pois, conforme o caso, distanciaremos ou aproximaremos os captadores para equilíbrio do som.
  • Os manuais de regulagem sempre aconselham 4mm a altura entre as cordas e os captadores, entretanto já ouvimos resultados ótimos com maior ou menos distância.
  • A altura ideal será determinada pelo seu gosto pessoal e timbre que desejar atingir.

Mais uma vez esperamos ter agregado conhecimento a todos, independente do instrumento que toquem. Caso tenham dúvidas ou comentários sobre o post, entrem em contato conosco pelas mídias sociais da SANTO ANGELO.

  1. E fiquem sempre ligados que traremos informações úteis, tanto para a carreira musical como para manutenção do seu instrumento musical.
  2. Um abraço!

Alexandre A. Berni é cirurgião geral, músico, produtor musical e apaixonado por guitarras. Escreve regularmente para o blog Santo Angelo com o pseudônimo de Dr. Santo Angelo.

Dan Souza é Relações Artísticas, Baixista e fissurado em tecnologia e música, além disso, é apaixonado por Publicidade, Propaganda, Literatura e Filosofia. Formado em Marketing pela Uninove/SP, atualmente é CMO da equipe de Marketing da Santo Angelo.

Renato Moikano é jornalista de formação e hoje é proprietário da Major Tone Guitars. Apaixonou-se pelo ofício no começo dos anos 90 quando comprou sua primeira guitarra e hoje se dedica full-time à luthieria.

Como saber se o braço do seu instrumento está empenado

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Como saber se o braço do seu instrumento está empenado? É sobre isso que falaremos no artigo de hoje.

Se o braço do seu instrumento não estiver em boas condições, estudar violão ou guitarra com o instrumento pode gerar desconforto. E tal desconforto pode ser confundido com uma má posição da mão ou mesmo com algum outro problema.

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  • É por isso que é sempre importante se certificar antes se o braço do seu instrumento está ok.
  • Mas como fazer isso?
  • Pode ficar tranquilo que vamos explicar passo a passo como descobrir se seu violão ou guitarra estão com o braço empenado.
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Como saber se o braço do seu instrumento está empenado: primeiros passos

A primeira coisa a se fazer é colocar o instrumento na altura dos olhos e ver se o braço apresenta alguma curvatura. Deixe o instrumento virado para cima, como se estivesse mirando com ele.

Nesse posição você tem a visão desde a ponte ou cavalete até a cabeça/mão do instrumento. Logo, será possível ver se existe algum abaulamento no braço.

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Outra forma de também verificar se o braço do seu instrumento está empenado é apertando a 6ª corda na primeira casa e na última casa. Em seguida veja a distância que existe entre a corda e escala na 9ª casa. A distância perfeita ali é a que permita passar um cartão de visitas.

Caso a distância na 9ª casa esteja maior do que isso, então significa que o seu instrumento, provavelmente, está empenado.

Você também pode saber se o braço do seu instrumento está empenado fazendo o seguinte:

  • Use uma régua e a apoie nos trastes a fim de verificar se há alguma diferença na distância entre o traste e as cordas. Faça isso ao longo do braço do instrumento. A régua que for utilizar precisa começar no marco zero (0)

A distância entre o braço do instrumento e a corda deve ser por volta de 1mm (um milímetro).

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O que fazer se o braço do seu instrumento estive empenado

Como Ajustar a Altura das Cordas de um Baixo: 10 Passos

Se você fez os teste acima e constatou que o braço do seu violão ou guitarra se encontra empenado, então há duas alternativas:

1 – Levar a um luthier: a primeira e mais indicada alternativa é levar o instrumento para que um luthier faça os devidos ajustes. Aproveite e peça para ele deixar as ações das cordas do modo que lhe for mais confortável (cordas com ação baixa são mais confortáveis, já cordas com ação alta são menos confortáveis mas proporcionam uma sonoridade mais “forte”);

2 – Fazer você mesmo a regulagem: se você entende do assunto e já fez isso antes, então pode fazer você mesmo a regulagem do braço para evitar o empenamento. Mas, é importante saber se o seu instrumento possui tensor no braço. Geralmente, no violão o parafuso do tensor ficar localizado no braço do instrumento, perto da base do braço. Na guitarra ele fica localizado na parte do headstock.

Posso eu mesmo ajustar o tensor do braço?

A maioria dos violões e guitarras vendidos atualmente possuem o que é chamado de “tensor” no braço.

O tensor é uma peça de metal que instalada na escala, dentro do braço do instrumento. Ele está por todo o braço do violão. Ele serve para ajustar o braço, servindo também para os casos em que ele se encontra empenado.

Mas é importante que a pessoa que vá fazer essa regulagem saiba o que está fazendo. Um movimento errado e essa pecinha pode se danificar e daí terá que fazer a substituição do braço.

  1. É por isso que, se você não souber como regular o braço do instrumento, contrate um luthier para isso.
  2. O tenso é um elemento muito importante e, basicamente evita que seu instrumento fique parecendo um “berimbau”.
  3. Como já explicado, o parafuso que serve para fazer a regulagem desse tensor fica localizado próximo a boca do instrumento, perto da base do braço.

Já na guitarra, por exemplo, além do tensor, possui a ponte que pode ser regulada para aumentar ou abaixar a tensão das cordas. Mas isso não tem a ver com o braço empenado.

Guia completo de regulagem de guitarra strato

Nota: Estas são especificações mínimas que servem como guia; elas não devem ser construídas como regras rápidas e rígidas, assim como sabemos que os requerimentos subjetivos de cada tocador frequnetemente diferem .

  • Set de lâminas de calibre (ou lâminas de folga de motor) automotivo (.002-.025) (0.05–1 mm)
  • Régua de Luthier 6″ (150 mm) (pode ser uma régua comum, contanto que meça corretamente, algumas réguas têm uma distância entre a extremidade e o “0”, essas não servem)
  • Lubrificante (Indico WD40 ou vaselina industrial)
  • Chave Phillips
  • Afinador Digital
  • Alicate de Corte
  • Encordoador
  • Polidor e pano (algodão ou preferencialmente microfibra)

Para as cordas permanecerem afinadas, elas devem ser trocadas regularmente. Cordas perdem a sua integridade ou ficam oxidadas, enferrujam e acumulam sujeira e não voltam à afinação adequadamente. Para conferir se suas cordas necessitam ser trocadas, passe o dedo por baixo da corda e sinta se está suja, enferrujada ou tem pontos que estão retos. Se você encontrou um destes deve trocar suas cordas. Depois de ter instalado um novo set e afinado, segure a corda no primeiro traste, uma de cada vez, e puxe a corda levemente com a outra mão movendo-a desde a ponte até o braço. Afine novamente e repita algumas vezes.
Como você enrola as cordas na tarraxa é muito importante, se estiver usanto tarraxas com trava, padrao ou vintage. Começe colocando todas as cordas através da ponte e então nas tarraxas da seguinte forma:

Tarraxas com trava: Imagine o Headstock como um relógio, com a ponta sendo 12:00 e o Nut 6:00. Alinhe os buracos das tarraxas como sendo o primeiro (e) em 1:00, o segundo em 2:00, o terceiro e quarto (G, D) em 3:00 o quinto (A) em 4:00 e o sexto (E) em 5:00 coloque a corda na tarraxa colocando tensão nela e aperte a rosca, travando a corda, agora afine-a.

Tarraxas padrão: Para reduzir a derrapagem da corda na tarraxa, nós recomendamos uma técnica de laço. Isto é feito puxando a corda através do furo da tarraxa depois puxando por baixo em sentido horário coloque a corda no outro lado do furo; criando um nó. Você precisará deixar um pouco de folga para a primeira corda para que você tenha pelo menos duas a três voltas em torno do pino.

Enquanto você progride para a sexta corda, você reduzirá a quantidade de folga e o número de voltas

Tarraxas Vintage: Para estas, você precisará cortar as cordas antes para obter o tamanho necessário e a quantidade desejada de voltas.

Puxe a sexta corda (lembre-se de tensionar) até a quarta tarraxa e corte-a;
Puxe a quinta corda até a terceira tarraxa e corte-a;
Puxe a quarta corda até entre a primeira e segunda tarraxas e corte-a;
Puxe a terceira corda até a ponta do headstock e corte-a;
Puxe a segunda corda até meia polegada após a ponta do headstock e corte-a;
Puxe a primeira corda até uma polegada e meia após a ponta do headstock e corte-a.
Insira cada corda dentro do buraco da tarracha e dobre-a, fazendo um ângulo de 90º, e enrole cuidadosamente em um padráo descendente tendo o cuidado de não sobrepor as cordas. Se sua tarracha tem um parafuso no fim do botão, cheque se está firme. Este controla a tensão dos equipamentos dentro da tarraxa. Não aperte muito estes parafusos. Eles devem ser apertados usando a ferramenta com os dedos.
Isto é muito importante, especialmente nas tarraxas com trava.
Guitarras Stratocaster podem ter diferentes tipos de pontes. A mais conhecida é a estilo vintage sincronizada. As outras três são a ponte da Série Americana , que é uma ponte moderna de dois pivôs; a ponte fixa sem tremolo; e a tremolo com trava, como as da American Deluxe ou Floyd Rose®. Se você tem uma ponte sem tremolo, prossiga para “Entonação (Ajuste Grosseiro)”. Primeiro, remova a tampa traseira da ponte. Cheque a afinação. Para a ponte vintage, um ótimo jeito de melhorar a sua performance é puxar a ponte com a alavanca até ficar rente ao corpo. Depois folgue todos os 6 parafusos localizados na frente da ponte, elevando-os a uma distância de 1.6mm acima da ponte. Depois aperte o primeiro e o ultimo parafuso até levemente encostar na ponte. Agora a ponte irá se apoiar nos dois parafusos das extremidades, deixando os outros quatro parafusos para manter a estabilidade da ponte.
Para o modelo de dois pivôs como a ponte da Série Americana, use a alavanca para deixar a ponte rente ao corpo e ajuste os dois pivôs para que a ponte assente totalmente ao corpo (sem estar levantada nem na frente ou atrás, totalmente rente).

Permitindo que a ponte flutue livremente (sem tensão na alavanca) usando os parafusos da garra na cavidade das molas, ajuste a ponte para o ângulo desejado. As especificações da Fender são 3,2mm de lacuna na parte de trás da ponte.

Você precisará afinar várias vezes para adquirir o balanço correto entre as cordas e as molas.

Se prefere a ponte rente ao corpo, ajuste a tensão das molas para uma tensão igual, enquanto a ponte fique encostada no corpo (talvez você queira dar meia volta extra de aperto nos parafusos da garra para ter certeza que a ponte permanecerá rente ao corpo enquanto se dá bends nas cordas).

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Cuidado: Não tensione demais as molas, para que não tenha que pôr uma tensão desnecessária na alavanca enquanto usa o tremolo. Finalmente, talvez você deseje pôr um pingo de lubrificante nos pivôs onde entram em contato com a ponte para uma operação mais suave.

Você pode pre-configurar a entonação básica pegando uma fita, meça do lado de dentro do nut até o centro do 12º traste (o traste em si, não a casa). Dobre esta medida para encontrar o tamanho da escala da sua guitarra. Ajuste o primeiro carrinho da ponte para este tamanho, medindo desde o lado de dentro do nut até o centro do carrinho (onde a corda encosta). Agora ajuste a distância do segundo carrinho atrás do primeiro carrinho, usando o calibre da segunda corda como medida. Por exemplo: Se a segunda corda for .011 (.03 mm), você poderia mover o segundo carrinho .011″ (.03 mm) para trás em relação ao primeiro. Mova o terceiro carrinho para trás em relação ao segundo, usando o calibre da terceira corda como medida. O quarto carrinho deve estar em paralelo com o segundo. Proceda com o quinto e sexto carrinhos usando o mesmo método usado no segundo e terceiro carrinho. Lubrificando todos os pontos de contato por onde corre a corda talvez seja o elemento mais importante em garantir a estabilidade da afinação durante o uso do tremolo e em reduzir a quebra das cordas. A causa principal da quebra de cordas é o acúmulo de umidade no ponto de contato no carrinho da ponte. Isto pode ser atribuído à acidez e umidade que vem das suas mãos ou pode ser um efeito direto da umidade no ar. Outro fator é a fricção e fadiga de metal com metal. Componentes de metal reagem um com o outro com o tempo por causa de suas diferenças e ajudam a acabar com a integridade da corda. Um metal mais duro vai sempre atacar um metal menos duro (por isso uma corda de aço inoxidável vai causar um sulco ou rebarbas em um carrinho estilo vintage). Você também vai encontrar diferentes tipos de cordas que quebram em diferentes pontos de tensão por causa da composição do metal e técnicas de fabricação. Um dos melhores jeitos de reduzir a quebra das cordas é lubrificar o carrinho/corda no ponto de contato com lubrificante (WD40 por ser anti-corrosivo ou vaselina industrial) toda vez que você trocar de cordas. O óleo protege contra a umidade e reduz a fricção e fadiga no metal. Rebaixadores de cordas são outro ponto de contato e devem também ser lubrificados; uma pequena quantidade aplicada com um palito de dentes finciona bem. Há dois tipos diferentes de tenssores encontrados nos instrumentos Fender “padrão” e “bi-flex”. A maioria dos intrumentos Fender (e a maioria de qualquer marca também) estão equipados com o padrão (que está dividido em dois tipos: um ajusta-se pelo braço (onde encaixa com o corpo ou com o braço já encaixado) e outro no headstock; ambos operam no mesmo princípio).
O tensor padrão pode compensar a curvatura côncava em um braço que possui muita folga, por exemplo, gerando uma força oposta à causada por tenssão excessiva das cordas.
A Fender também usa o tenssor exclusivo bi-flex em alguns instrumentos. Ao contrário dos padrões, que podem apenas corrigir um braço muito côncavo (sub-arqueado), o bi-flex, pode compensar a curvatura côncava ou convexa (sobre-arqueado) gerando uma força de correção em ambos os sentidos assim que necessária.

Nota do escritor: se você perceber que o seu tensor se comporta de forma inversa quando se gira a chave, é só seguir os passos invertendo a ordem dos giros.

 
Primeiro cheque a sua afinação. Coloque um capotraste na primeira casa e aperte a sexta corda na última casa. Com a lâmina de folga, cheque a lacuna entre o 8º traste e a corda, veja a tabela abaixo para a lacuna correta. Ajuste pelo Headstock/Inicio do braço (chave hallen): Olhe por baixo da borda da escala por trás do headstock, olhando para o corpo do instrumento. Se o braço estiver muito côncavo (ação muito alta), gire o parafuso do tensor em sentido horário, para remover a folga excessiva. Se o braço extiver muito convexo (cordas muito perto da escala), gire o parafuso do tensor em sentido anti-horário para permitir que a tenssão da corda cause uma folga maior no braço. Cheque sua afinação, e então cheque a lacuna com a lâmina de folga e reajuste quando necessário. Ajuste no encaixe do braço (chave phillips): Olhe por baixo da borda da escala por trás do headstock, olhando para o corpo do instrumento. e o braço estiver muito côncavo (ação muito alta), gire o parafuso do tensor em sentido horário, para remover a folga excessiva. Se o braço extiver muito convexo (cordas muito perto da escala), gire o parafuso do tensor em sentido anti-horário para permitir que a tenssão da corda cause uma folga maior no braço. Cheque sua afinação, e então cheque a lacuna com a lâmina de folga e reajuste quando necessário.

Nota: Em alguns casos, se voce encontrar resistência excessiva enquanto ajusta o tenssor, se seu instrumento precisa de ajuste constante, se ajustando o tensor não há efeito no braço ou simplesmente não se sente confortável em realizar este tipo de ajuste você mesmo, leve o seu instrumento para um profissional capacitado.

Raio da escala 7.25″
9.5″ to 12″
15″ to 17″
Folga .012″ (0.3 mm) .010″ (0.25 mm)
.008″ (0.2 mm)

Tocadores com um toque suave podem lidar com ações mais baixas; outros precisam de mais ação para evitar trastejamentos. Primeiro cheque a afinação. Usando a régua de luthier (pode-se usar uma régua comum), meça a distância entre a corda e o 17º traste. Ajuste a altura dos carrinhos de acordo com a tabela, depois afine. Experimente as alturas até que o som e a sensação do toque desejados sejam alcançados.
Nota: Para pontes flutuantes com trava dupla (na ponte e no nut) as alturas já são pre-configuradas. Use os dois parafusos pivôs para alcançar a altura geral das cordas.

Raio da Escala Altura das cordasLado Grave Lado Agudo
7.25″
9.5″ to 12″
15″ to 17″
5/64″ (2 mm)
4/64″ (1.6 mm)
4/64″ (1.6 mm)
4/64″ (1.6 mm) 4/64″ (1.6 mm)
3/64″ (1.2 mm)

 Captadores muito altos podem causar inúmeros fenômenos inexplicáveis. Aperte as cordas no último traste antes de medir. Usando a régua de luthier (ou uma comum), meça a distância entre a corda e o topo do polo nas primeira e sexta cordas. Uma boa regra de ouro é que a distância deve ser a maior na sexta corda captador do braço e a menor na primeira corda captador da ponte. Siga as medidas guia na tabela abaixo como um ponto de partida. A distância vai variar de acordo com a quantidade de força magnética do captador

Lado Grave Lado Agudo
Texas Specials 8/64″ (3.2 mm) 6/64″ (2.4 mm)
Estilo Vintage 6/64″ (2.4 mm) 5/64″ (2 mm)
Série Noiseless™ 8/64″ (3.2 mm) 6/64″ (2.4 mm)
Single-Coil Comum 5/64″ (2 mm) 4/64″ (1.6 mm)
Humbuckers 4/64″ (1.6 mm) 4/64″ (1.6 mm)
Lace Sensors Tão perto como desejado (permitindo a vibração das cordas)

Ajustes devem ser feitos depois de tudo acima ter sido cumprido. Selecione na chave de timbres o captador do meio e gire os botões de volume e tone até o máximo. Cheque a afinação. Cheque cada corda ao 12º traste, harmônico natural e pressionado (tenha certeza de estar pressionando até a corda encostar apenas no traste, não na escala). Se a nota estiver acima, alongue o tamanho da corda trazendo o carrinho para trás. se abaixo, encurte a corda trazendo o carrinho para frente. Lembre-se, guitarras são instrumentos temperados! Re-afine, toque e faça mais ajustes quando necessário. Há algumas outras coisas que você pode fazer para otimizar a sua estabilidade de afinação que têm mais a ver com tocar e hábitos de afinação.
Toda vez que for tocar na sua guitarra, antes da sua afinação final, toque por alguns minutos permitindo que as cordas aqueçam. Metal expande quando aquece e contrai quando esfria. Após ter tocado alguns riffs e feito algumas alavancadas, você pode fazer a sua afinação final. Lembre-se com a maioria das tarraxas é preferível afinar exatamente até a nota. Contudo, com tarraxas com trava, vá além da nota e depois volte até ela. Finalmente, limpe as cordas, braço e ponte com um pano de micro-fibra após ter terminado de tocar.
Quando transportando ou armazenando sua guitarra, mesmo que por um curto período, evite deixá-la em lugares que você mesmo não se sentiria confortável. Esse guia é um tradução direta feita da página disponível no site oficial da Fender disponível em: http://intl.fender.com/en-BR/support/articles/stratocaster-setup-guide/

Algumas partes foram modificados ou removidas para ficar melhor a compreenssão, visto que a tradução literal ficaria estranha para nós brasileiros e alguns textos julgo desnecessários.

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