Como ajudar seu filho a gostar de esportes: 10 passos

A prática de atividade física na infância traz vários benefícios à saúde das crianças. O futebol é o esporte preferido dos pequenos e, por ser um exercício coletivo, consegue potencializar o desenvolvimento físico e social.

Nessa fase da vida, o plano de treino no futebol deve ser bem estruturado e pensado, para que a criança fique motivada e não desista do esporte. Para ajudar os treinadores a elaborarem uma rotina adequada, criamos este post com 10 dicas de treino de futebol para crianças.

O futebol para crianças

Existem alguns fundamentos básicos que devem ser trabalhados nos treinamentos de futebol para crianças. Para facilitar o entendimento do que traremos neste post, vamos dividir as dicas de treino de acordo com cada um desses fundamentos. São eles:

  • domínio;
  • condução;
  • passe;
  • chute;
  • cabeceio;
  • marcação;
  • drible;
  • tática;
  • velocidade.

Pronto para as dicas? Então vamos lá!

10 dicas de treino para crianças

1. Treino de domínio

Divida o time em duplas e coloque-as de frente para uma parede. Peça a um jogador para chutar a bola em direção à parede, e informe ao outro colega que ele deve dominá-la e devolvê-la. É permitido dar dois toques na bola: um para dominar e o outro para chutar novamente em direção à parede.

Caso não tenha uma parede disponível para o exercício, é possível adaptá-lo fazendo com que cada jogador passe a bola diretamente ao seu colega. Para aumentar o nível de dificuldade, eleja partes do corpo para realizar o domínio: primeiro só vale de cabeça e posteriormente peito, coxa e pé.

2. Treino de condução

Separe a equipe em duas colunas e posicione-as de maneira que fique uma em cada ponta da área. Dentro da área, espalhe cones. A atividade consiste em conduzir a bola por entre os cones até chegar à coluna que está do outro lado, entregando a bola para o próximo jogador fazer o caminho inverso.

Após um tempo de treinamento, é interessante formar mais do que duas colunas e criar uma competição entre os atletas para ver qual coluna termina o exercício primeiro. Essas variações nas atividades contribuem para deixar as crianças mais entretidas e motivadas.

3. Treino de passe

Durante o treino, o treinador pode determinar que os jogadores deem apenas um toque na bola durante a partida. Para facilitar o aprendizado, divida a equipe em pequenos times e diminua o tamanho do campo.

Conforme a habilidade vai sendo aprimorada, aumente o espaço e o número de jogadores até que todos estejam participando da atividade. Gradualmente, aumente o número de toques na bola.

Uma maneira interessante de incentivar as crianças é aumentar o número de passes conforme a equipe vai marcando gols. Ou seja, quando o time faz um gol, passa a poder dar dois toques na bola e assim sucessivamente.

4. Treino de chute

Faça uma fileira com todos os atletas em um dos lados do campo frente à linha da área e posicione um jogador na marca do pênalti. O primeiro atleta da fileira deve fazer um passe para o jogador que estará posicionado na marca do pênalti, que dominará a bola e devolverá para o colega realizar um chute a gol.

O atleta que chutou fica posicionado na marca do pênalti para fazer o domínio para o próximo colega, e o que estava posicionado ali anteriormente vai para o final da fila.

Essa atividade é muito interessante pois, mesmo que a finalidade principal seja o chute, ela trabalha outros dois fundamentos ao mesmo tempo: o passe e o domínio.

5. Treino de cabeceio

Para desenvolver o fundamento do cabeceio, forme duplas entre os jogadores e determine que eles troquem passes de cabeça, sem deixar a bola cair ao chão. Para estimular os atletas, faça competições entre as duplas para ver qual jogador deixa a bola cair por último.

Outro treino interessante é modificar o jogo conhecido como “três dentro e três fora”, em que só vale gol de dentro da área. Nesse caso, separe a equipe em grupos de três times e estabeleça que, para marcar gol, o atleta terá que, obrigatoriamente, fazê-lo de cabeça.

6. Treino de marcação

Nessa atividade, divida o time em pequenos grupos, que podem variar de quatro a seis jogadores. Determine um espaço pequeno para que cada grupo possa jogar.

O treino consiste em metade do grupo marcar e a outra metade defender. Para marcar ponto, o time precisa ficar com a posse da bola durante um minuto. Quando a equipe perde a bola, zera o cronômetro e o outro time passa a atacar.

7. Treino de drible

Separe o time em duas equipes e posicione uma em cada linha da lateral. Deixe a bola exatamente à mesma distância dos dois lados e numere os jogadores.

Ao chamar um número, os dois atletas que correspondem a ele devem sair correndo em direção à bola, sendo que o primeiro a alcançá-la será o atacante e o outro o defensor.

O objetivo de quem está atacando é driblar o defensor e fazer o gol. Este é um bom exercício para colocar em seu plano de treino no futebol.

8. Treino tático

Na infância, o treino tático deve ser passado de maneira mais leve, para não entediar as crianças. A regra é: quanto mais jovem, menos teoria e mais prática.

Para facilitar, elaboramos um pequeno guia de treinamento tático por idade:

  • Entre cinco e sete anos: o jogo se dá sem posicionamento definido. Procure explicar apenas divisões básicas do campo em ataque, meio e defesa.
  • Entre oito e 10 anos: comece a introduzir as posições do futebol em forma de rodízio, para que todas as crianças possam experimentar todas as posições.
  • Entre 11 e 13 anos: o aluno já definiu em qual posição prefere jogar e, provavelmente, terá desenvolvido habilidades que o coloque como destaque em alguma posição. Ao completar 14 anos, já estão liberados treinos táticos mais teóricos e com posições bem definidas.

9. Treino de velocidade

Escolha a raposa e o esquilo. Em seguida, peça que as outras crianças formem pares e segurem as mãos, ficando uma em frente à outra. Os braços devem estar erguidos. As crianças com os braços erguidos são denominados árvores e são distribuídos no campo.

A raposa deve correr atrás do esquilo e tentar apanhá-lo. Para fugir, o esquilo pode se esconder em uma árvore. Após encontrar o esconderijo, a pessoa de frente para as costas do esquilo toma o seu lugar.

O treino termina quando cada membro da equipe já tiver sido a raposa ou o esquilo.

10. Treino de recreação

Os clubes de futebol terminam a semana com esse treinamento. Os atletas jogam em uma posição diferente da sua origem, ou seja: o goleiro joga no ataque ou o lateral na defesa. Há situações em que os membros da comissão técnica participam da atividade, que tem como missão deixar o “ambiente” mais descontraído para a próxima partida. O ideal é dedicar 20 minutos para essa atividade.

O desafio de criar um plano de treinos

O primeiro passo é entender profundamente o seu time para criar um plano de treino de futebol. Descubra quais são as qualidades e os seus defeitos. Depois disso, anote quais são os exercícios aos quais você precisa dar prioridade. Se a velocidade é um ponto negativo, invista no treino da raposa e do esquilo.

Outra dica importante é conhecer as principais tendências do mercado. Análise como alguns cursos e a tecnologia pode ajudar você a criar planos de aula mais modernos e que incentivem os seus alunos. Um bom professor precisa ficar atento para surpreender as crianças ou terá uma equipe desmotivada e sem produtividade.

Os benefícios do futebol para as crianças

O futebol traz diversos benefícios para as crianças. Engana-se quem pensa que ele é responsável somente por garantir a diversão dos pequenos. Claro, esse é um item muito importante, mas existem outras vantagens.

Disciplina

O futebol é um esporte recheado de regras. Isso é muito bom, pois mostra às crianças que não adianta ter autoridade para vencer em campo ou fora dele. Além disso, esses limites ajudam o atleta a entender até onde pode correr, até quando a sua reclamação pode surtir efeito e como ouvir o seu treinador e professor corretamente.

Tomada de decisão

O futebol é um esporte dinâmico. O raciocínio tem que ser rápido antes que o adversário tome a bola em um momento importante da partida. O jogador precisa definir situações complicadas, que vão impactar em seus resultados como: “se eu chutar a bola forte o meu professor ficará feliz?”; “será que eu chuto a bola para a direita ou faço um cruzamento para o meu companheiro?”.

Essas decisões vão se complicando conforme a atividade se torna um esporte de fato e, a cada novo desafio, a criança vai conquistando mais habilidade para chegar a uma conclusão.

Trabalho em equipe

O trabalho em equipe é essencial na escola, na vida e em futuros trabalhos. O futebol incentiva bastante esse tipo de comportamento, pois coloca a criança para interagir com outras que têm o mesmo objetivo: ganhar a partida. Quanto maior a interação, a criança terá menos dificuldades para fazer novos amigos.

Percebeu o quanto o futebol pode transformar a vida das crianças? O professor precisa sempre mostrar que o treinamento na infância deve ter um caráter lúdico, sem deixar a competição de lado. É importante que o profissional de Educação Física cuide para não exigir demais das crianças a ponto de fazer com que elas não queiram mais praticar o esporte.

Adicionar brincadeiras em meio ao treinamento de futebol para crianças é uma tática excelente para manter o interesse e a atenção dos jogadores, ao mesmo tempo em que os fundamentos são treinados.

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Como Ajudar seu Filho a Gostar de Esportes: 10 PassosPowered by Rock ConvertComo Ajudar seu Filho a Gostar de Esportes: 10 PassosPowered by Rock Convert

10 formas de estimular a autoconfiança do seu filho

Você sabia que a autoconfiança é um fator importante para a qualidade e sucesso na vida das crianças? Ela aumenta a capacidade de socialização, adaptação e reação positiva frente às diversas situações que enfrentamos na vida.

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A autoconfiança está diretamente relacionada à capacidade de superar medos, à capacidade de experimentar o novo e à segurança relacionada à nossas próprias potencialidades, o que pode ser um grande desafio, tanto para o adulto, quanto para a criança insegura.

Quando pensamos nesse assunto, vale lembrar que existem características individuais bastante importantes no comportamento autoconfiante, no entanto, ele também é resultante das relações que estabelecemos durante a infância, especialmente com os pais. Normalmente, o senso de confiança da criança é moldado e nutrido (ou não) por aqueles que cuidam dela.

Dessa forma, desenvolver a confiança e a autoestima em seus filhos desde cedo é essencial para que eles se tornem adultos cientes de suas capacidades.

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Confira 10 formas de estimular a autoconfiança das crianças

Com pequenas atitudes, podemos incentivar e ajudar a criança a desenvolver uma imagem positiva de si mesmo, enxergando dentro dela a capacidade para realizar atividades diversas.

1. Demonstre interesse por suas atividades

A criança se sente valorizada e útil, capaz de realizar atividades importantes e ser reconhecida por elas.

2. Dê espaço para que ela experimente novas atividades

A criança se sente segura, livre e incentivada para testar seus limites e potencialidades e, assim, aprender com as próprias experiências.

3. Ajude a criança a falar sobre os próprios sentimentos

O autoconhecimento é um fator extremamente importante para a autoconfiança. Quando se conhece intimamente, a criança pode se permitir ir além.

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4. Elogie suas conquistas

Esse é um ponto bastante importante. A criança deve ser elogiada de acordo com seus esforços e resultados, aprendendo que suas ações podem trazer benefícios ao ambiente e às pessoas à sua volta.

5. Não faça críticas à criança, mas sim aos seus comportamentos inadequados

É muito importante evitar qualquer tipo de rótulo. Ao invés de dizer “você não é legal”, diga “isso o que você fez agora não foi legal”.

6. Seja um bom modelo

A criança aprende muito quando está observando. A forma como lidamos com nossas frustrações, tristezas e raiva influenciam diretamente a maneira como ela desenvolverá essas características e então moldar a sua própria persistência e autoconfiança.

7. Respeite o tempo da criança

Cada criança é única, tem um ritmo e se desenvolve de determinada maneira. Ao invés de apressar novas conquistas, curta cada uma das fases.

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8. Dê responsabilidades à criança

Sentir que os pais confiam nela pode estimular sua autonomia e independência, dando a segurança necessária para a autoconfiança.

9. Desafie a criança

É importante encorajar os filhos a superarem seus limites, testarem novidades e irem além.

10. Demonstre amor e confiança

Isto é importante para a autoestima da criança. Quem se sente amado e valorizado, certamente acredita mais em si mesmo e no seu potencial.

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Como Ajudar seu Filho a Gostar de Esportes: 10 Passos

10 passos para ajudar seu filho a comer melhor – Pais&Filhos

Como Ajudar seu Filho a Gostar de Esportes: 10 Passos(Foto: iStock)

Poucas coisas preocupam tanto pais e mães quanto uma criança que não come bem e, portanto, não tem o desenvolvimento tão positivo. Se você faz parte do grupo dos adultos que sofrem com isso, a boa notícia é que existem caminhos – simples e eficazes – para driblar a falta de gosto dos petizes pelas refeições saudáveis. E, o melhor, são dicas divertidas para você seguirem juntos!

1 – Criança gosta de novidade:

Todo dia é dia de experimentar novos alimento.

Conte uma boa história sobre a couve (que tal algo sobre o José Roceiro que plantou, regou, depois colheu e trouxe lá do sítio só para você?) ou sobre o peixe (imagine se esse é o peixe que engoliu o anel?) e apresente a gostosura.

E vale a pena servir a novidade junto com algum alimento que ela goste bastante. Não insista demais e não obrigue a criança a comer. Provar é o grande desafio. Boas surpresas podem acontecer.

2 – Festa na cozinha:

Criança adora cozinhar e, mais ainda, adora comer a refeição que ela preparou. O orgulho de ter conseguido abre o apetite e a disposição para experimentar. Existem vários livros de receitas para os menorzinhos se aventurarem entre as panelas. Mas o ingrediente principal é você estar juntinho, cozinhando em família.

3 – Comer é uma festa:

Um prato colorido é muito mais convidativo que aquela monotonia de sempre. Em vez do feijão marronzinho de sempre, uma explosão de cores quando se junta lentilha e cenoura. No lugar do arroz básico, vale cozinhá-lo caldo de legumes caseiro para ganhar um sabor especial.

4 – Refeições controladas:

Três refeições maiores (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches entre elas são mais que suficientes para qualquer criança. Beliscos fora de hora podem comprometer o apetite.

5 – Já pra fora:

Praticar atividade física é fundamental. Não apenas esportes e aulas de educação física na escola. Correr no parque, andar de bicicleta e patins, mergulhar no mar. Gastar energia aumenta o apetite e essa é a meta.

6 – Juntos é mais gostoso:

A refeição não começa quando sentamos à mesa. Começa bem antes, na escolha da receita, no planejamento do cardápio, na compra dos ingredientes e na preparação dos pratos.

As crianças adoram fazer parte de todos esses processos, junto com o pai e com a mãe.

Envelver os pequenos em cada uma das etapas vai deixá-los menos resententes a provar a comida, afinal eles mesmos ajudaram a produzir a refeição.

7 – Os pais nunca estão sozinhos:

Se a dificuldade na alimentação persistir, peça ajuda. Pediatras e nutricionistas são especialistas que podem identificar problemas e propor as soluções adequadas.

8 – Nada de belisco:

Mas nem um biscoitinho? Nada. Merendinhas fora de hora prejudicam muito o apetite para as cinco refeições recomendadas para as crianças. Seja firme com isso para garantir que os meninos cheguem com fome à mesa.

9- Barriga cheia:

Acredite, a criança sabe quando está satisfeita. Não obrigue seu filho ou sua filha a limpar o prato. É importante que eles descubram o limite da saciedade, para que comam exatamente o que o corpo precisa. Qualidade é mais importante que quantidade.

10 – Comida não é prêmio:

Nunca use guloseimas para recompensar uma boa ação da sua filha ou do seu filho. Se, a cada brócolis que a criança provar, você der um chocolate, ela vai achar que aquilo é tão ruim que merece até prêmio para quem comer. Ou seja, mensagem errada. O legal é motivar os pequenos a experimentar e continuar descobrindo novos sabores.

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Como preparar seu filho para conquistar os próprios sonhos?Tempo de leitura estimado: 11 min

Dicas do que você deve fazer desde cedo para educar seu filho a ser determinado e capaz de conquistar o que ele deseja

Quais são os sonhos do seu filho? Independente da sua resposta, uma coisa é certa: determinação, foco e disciplina são habilidades essenciais para realizar qualquer objetivo. São elas que diferenciam aqueles que se comprometem até o fim dos que desistem no primeiro fracasso.

A psicóloga Angela Lee Duckworth, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontrou dois indicadores de sucesso na vida estudantil e profissional: autocontrole (capacidade de controlar impulsos e emoções) e determinação (capacidade de ter paixão e seguir um objetivo por um longo período de tempo). Ela descobriu que, sem determinação, é mais difícil alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional, mesmo com talento. “Existem muitos indivíduos talentosos que simplesmente não vão até o fim com seus compromissos”, disse na palestra “A chave para o sucesso? Determinação!”.

Veja porque estimular competências como sociabilidade, curiosidade e dedicação no seu filho. Você deve conhecer histórias de pessoas que conseguiram superar suas dificuldades com esforço e histórias de pessoas que tinham tudo para dar certo, mas se acomodaram com o que tinham e não sonharam alto ou não tiveram disciplina suficiente para chegar lá.

Determinação se aprende

A boa notícia é que todas essas características, como determinação, foco e disciplina podem ser aprendidas em casa, desde cedo. “A Educação deve capacitar as crianças para que possam aprender a realizar seus sonhos”, diz a educadora e doutora em Educação pela PUC-Rio Andrea Ramal.

  • Mesmo que não possam conquistar os sonhos pelo filho, os pais podem educar para que ele tenha as melhores condições de conquistá-los, como ter “um espírito empreendedor, proatividade e capacidade de enfrentar as adversidades da vida sem desanimar”, descreve Andrea Ramal.
  • Veja como você pode incentivar no dia a dia o desenvolvimento de habilidades necessárias para que seu filho conquiste os próprios sonhos:
  • Incentive que seu filho tenha sonhos

O primeiro passo para conquistar algo é acreditar que é possível. Se não, a pessoa desiste antes mesmo de tentar e o sonho não sai do plano da imaginação.

“O sonho é um motivador para os nossos esforços pessoais, como o estudo”, explica Andrea Ramal, doutora em Educação pela PUC-Rio.

“Os pais não precisam exigir que o filho mude a história do mundo, mas podem estimulá-lo a ter coragem de sonhar e de pensar grande”, diz.

Muitos pais, por exemplo, tentam convencer o filho de que é importante estudar para que ele tenha um bom emprego e possa comprar bens materiais, mas para a educadora, a criança precisa perceber que se estudar vai ser mais feliz e poderá escolher uma carreira que transforme o mundo. “Cabe aos pais estimular nas crianças sonhos altruístas e não consumistas”, explica.

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Não transfira seus sonhos para seu filho

Muitos pais têm a expectativa de que os filhos realizem aquilo que eles não puderam fazer por falta de oportunidades. Mas muitas vezes, os filhos não possuem os mesmos sonhos.

“Todos temos frustrações na vida, mas o pai não pode cobrar que o filho resolva isso por ele”, explica a doutora em Educação pela PUC-Rio Andrea Ramal. O resultado? Mais frustração.

Tanto para os pais, que não veem seu sonho realizado, quanto para o filho, que se sente culpado por ter seus próprios sonhos e mais ainda por decepcionar os pais.

Quando os filhos não trilham seus próprios caminhos, seu processo de desenvolvimento e crescimento pessoal fica prejudicado. “A criança pode desacreditar em seu próprio potencial em vencer obstáculos e se sentir insegura”, explica a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira.

Converse com seu filho para conhecer o que ele pensa, seus gostos, suas habilidades e seus sonhos. Assim, é mais fácil respeitar a individualidade dele.

Estimule o espírito empreendedor e criativo

Digamos que uma criança venha com alguma ideia nova.

Se os pais a ridicularizam dizendo “que ideia besta”, “isso é uma maluquice” ou “isso você nunca vai conseguir”, estão passando, sem querer, a mensagem de que a criança não deve ter ideias, porque elas não são boas.

Em vez disso, os pais devem aproveitar a oportunidade para transformar o interesse em aprendizado, como pesquisar experimentos relacionados na internet. “Isso mostra às crianças que ter ideias é bom e leva a descobertas de coisas legais”, diz Andrea.

Uma atitude empreendedora é fundamental para quem quer realizar sonhos. “Alguém com proatividade, capacidade de planejamento, de enfrentar adversidades sem desanimar tem mais chances de chegar lá”, explica a educadora Andrea Ramal.

Outra dica é aproveitar as perguntas de seu filho. Em vez de dar a resposta pronta, que tal estimular que a criança reflita sobre as possíveis respostas ou propor que descubram juntos?

Não proteja demais o seu filho

Quem ama quer proteger do sofrimento. Isso é natural e compreensível! Porém, colocar o filho em uma redoma de vidro é tirar a oportunidade de ele, desde cedo, aprender a lidar de forma positiva e equilibrada com as frustrações, inevitáveis ao longo da vida.

Para que possa aprender a ser determinado e a não desistir facilmente, a criança precisa encarar frustrações. Com o apoio dos pais, ela é, sim, capaz de enfrentar situações como perder um jogo, tirar uma nota baixa ou não ser convidada para alguma festinha de aniversário.

“Se não aprende desde cedo, essa criança pode se tornar um adulto mimado, egoísta e com dificuldade de perceber a necessidade do outro”, alerta a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira.

“Quando tiver sua vontade contrariada, pode reagir negativamente, com comportamento deprimido e sofrer por não entender que os outros não estão aí para servi-lo”, diz.

Qual é a postura ideal, então? “Não dourar a pílula. Se o filho chega com nota baixa e você sabe que ele não estudou, não mascare a realidade”, explica a doutora em Educação pela PUC-Rio Andrea Ramal. Dizer que a professora é uma carrasca, que a matéria é chata ou que ninguém consegue entender esse conteúdo permite que a criança se isente da sua responsabilidade como aluno.

Os pais devem acolher o filho com afeto e fazê-lo encarar a realidade. “Os pais devem cobrar dedicação e dizer que acreditam na capacidade do filho de melhorar, se estudar, claro”, complementa Andrea.

Eduque para o comprometimento

Desistir no primeiro obstáculo impede que se chegue onde se quer. Explique a importância do comprometimento e da dedicação no dia a dia, mostrando histórias em que a perseverança fez a diferença – use o exemplo de ídolos do esporte para mostrar que é o sucesso não cai do céu e é preciso persistir e superar obstáculos.

Os pais precisam intervir se o filho começa tudo, mas não termina nada. É comum a criança começar cursos e desistir depois das primeiras semanas. “É válido que ela experimente coisas diferentes até encontrar algo de que goste, mas não pode não gostar de nada”, orienta a educadora Andrea Ramal.

Os pais devem escolher as atividades com as crianças – o que também desenvolve a autonomia e capacidade de fazer escolhas – e combinar metas claras com ela, como cursar até o fim do semestre.

“Isso educa porque faz a criança perceber as consequências das decisões que toma e a torna mais responsável”, diz Andrea.

Ensine a não ter medo de errar

Jamais reprima algum erro de seu filho.

Não diga coisas do tipo “Como você pôde errar isso na prova?”, “não acredito que você ainda não entendeu isso” ou outras acusações que fazem seu filho sentir-se menor por conta das suas limitações.

Isso dá a impressão de que ele tem obrigação de saber tudo – o que não é verdade – e faz ele se acanhar por medo de represálias, desistindo de tirar suas dúvidas em aula, por exemplo.

O erro não é sinal de falta de talento. Ao contrário, deve ser visto como uma oportunidade de aprender e acertar na próxima vez. Quem não lida bem com os erros e frustrações evita situações desafiantes, mais propícias ao erro, e geralmente não gosta de arriscar e experimentar – duas ações importantíssimas para o desenvolvimento pessoal e profissional.

O próprio mundo corporativo está transformando sua maneira de encarar o erro. O lema central das startups, novas empresas de tecnologia, é “fail fast, succeed faster” (algo como “falhe logo e alcance o sucesso mais rápido”, em português). “O erro passa a ser o meio para se atingir um objetivo, faz parte da trajetória para o sucesso”, explica a educadora Andrea Ramal.

Os pais devem entender que o erro é essencial no processo de aprendizagem e, por isso, evitar broncas e críticas exageradas, mas sem deixar de cobrar, claro. O ideal é acolher o erro e impedir, por exemplo, que vire motivo de ridicularização na família. Sempre transmita confiança no potencial do filho para superar o erro.

Valorize o esforço

Você já percebeu que damos mais valor para nossas vitórias na medida em que elas exigem esforço e dedicação? Mostre a seu filho que o esforço traz recompensas!

Uma pesquisa mostrou que o sucesso profissional de alguém depende de como essa pessoa encara características como inteligência e criatividade. Foi a conclusão da renomada psicóloga Carol S. Dweck, da Universidade de Stanford.

Se acreditamos que cada um nasce com uma quantidade fixa de inteligência e criatividade, o fracasso nada mais é do que a constatação de que não temos esse talento.

Esse comportamento faz com que as pessoas evitem desafios (para continuar parecendo inteligentes), se acomodem e não lidem bem com críticas e erros.

Se, ao contrário, acreditamos que inteligência e criatividade podem ser desenvolvidas a partir do esforço, cada desafio será abraçado como uma chance de aprender coisas novas e o fracasso nada mais será do que um indicativo de se estar mais próximo do sucesso.

“A convicção de que é possível desenvolver as qualidades desejadas cria uma paixão pelo aprendizado.

Por que buscar o que já é sabido e provado, em vez de experiências que o farão desenvolver-se?”, escreveu a pesquisadora no livro “Por que algumas pessoas fazem sucesso e outras não” (Editora Fontanar).

Elogie o esforço do seu filho mesmo que ele não obtenha sucesso em algo. Se perder uma competição, por exemplo, conversem para descobrir os motivos da derrota e encoraje-o, explicando que na próxima vez ele estará mais preparado, se continuar treinando e se esforçando.

Cuidado com frases do tipo “como você é inteligente! Tirou dez e nem estudou!”. Apesar de parecer um elogio, a criança entende que quem não se esforça é inteligente.

“O ideal é valorizar o esforço, independente do resultado”, diz Andrea Ramal. “Reconheça o trabalho.

Assim você ajudará seu filho a desenvolver uma mentalidade de autossuperação, a ter persistência e não desistir quando as coisas não forem bem”, completa.

Cobre na medida certa

Os pais precisam ter cuidado para não cobrar além do que a criança pode dar. Se a criança não tem facilidade para esportes, exigir medalhas de ouro só vai trazer frustrações improdutivas.

Uma reprovação mal comunicada pode fazê-la sentir que os pais não gostam dela ou que ela não tem valor para eles.

“Isso resulta em uma pessoa insegura nos relacionamentos, nos trabalhos”, explica a educadora Andrea Ramal.

Ao mesmo tempo, cobrar “de menos” também é um problema, pois não estimula a melhorar.

Se, por exemplo, seu filho tira uma nota 6 e você responde “tudo bem, essa matéria é chata mesmo, nem eu conseguia tirar mais do que isso”, a mensagem comunicada é que ele pode continuar como está.

“Só se esforça quem quer melhorar, se o filho não tem esse estímulo em casa, ele se acomoda”, diz a educadora.

  1. A exigência na medida certa ajuda a formar uma criança com boa autoestima e determinada a melhorar, pois ela sabe que deve se esforçar para conquistar seus objetivos, mas tem o constante apoio dos pais caso falhe.
  2. Texto: Iana Chan
  3. Fonte: Educar para crescer

Esportes para crianças: confira 7 opções que ajudam no desenvolvimento

Qual a importância dos esportes para crianças? A prática esportiva é uma necessidade em todas as fases da vida e nada melhor do que iniciá-la na infância para criar um hábito saudável. Esse tipo de atividade contribui para o desenvolvimento do corpo e da mente, assim como estimula a socialização.

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Crianças têm uma energia enorme para ser gasta. Por isso, inseri-las em atividades físicas regulares auxilia no desenvolvimento cognitivo — já que o excesso de energia é bem direcionado e elas ficam mais focadas — e, ao final do dia, melhora a qualidade do sono.

Se você quer saber mais sobre a importância do esporte na vida das crianças e receber algumas dicas das melhores opções para matricular seus filhos, continue lendo este texto.

A importância dos esportes para crianças

Os conceitos de esporte e atividade física parecem tratar do mesmo assunto, mas há diferenças. O desporto refere-se a uma atividade física organizada com regras, propósito e normalmente praticada em grupo. Isso significa que, ao praticar um esporte, a criança realizará uma atividade física, mas nem toda atividade física pode ser considerada uma atividade desportiva.

Portanto, quando falamos da importância do esporte no desenvolvimento, estamos tratando de uma atividade física que apresenta características de competição, socialização, esforço físico, habilidades motoras específicas, regras e espaços padronizados e a formação de grupos.

São quatro os desportos mais utilizados para o desenvolvimento motor infantil: handebol, futsal, vôlei e basquete. Eles trabalham as habilidades motoras, a socialização e a cooperação. Além desses, outras atividades, como natação e lutas (judô, karatê e esgrima), contribuem para a construção musculoesquelética e a melhoria do metabolismo.

Por ser uma atividade física organizada, o esporte melhora o desenvolvimento físico e social. Por meio das regras e condições, as crianças aprendem a lidar com as primeiras perdas e vitórias, passam a entender melhor sentimentos como a frustração, além de desenvolver competitividade — no bom sentido — e o relacionamento saudável com parceiros e oponentes.

A prática regular de atividades esportivas também pode prevenir o estresse, problemas respiratórios, cardíacos e de coluna. Isso acontece porque é na infância que se desenvolve a força óssea, muscular e as capacidades motoras.

É importante, porém, que essas atividades sejam realizadas com o auxílio de profissionais capacitados e que pais e professores também acompanhem o desenvolvimento da criança nesse sentido.

O tipo de exercício deve ser adequado à idade, ao peso e ao tamanho da criança. Por isso, antes de iniciar qualquer atividade física, um médico e um educador físico precisam analisar as condições do(a) jovem e definir o esporte mais adequado para ele(a).

Outro fator importante é variar as atividades de tempos em tempos. Crianças têm curiosidade e energia imbatíveis, por isso é quase impossível mantê-las focadas em uma única opção por um período muito longo. Além disso, essa variação fará com que seus filhos tenham contato com regras diferentes e protegerá o corpo de repetições que possam ser prejudiciais.

Alguns estudiosos do assunto sugerem a compensação, ou seja, trabalhar com dois tipos de esporte simultaneamente — como a natação e o balé, por exemplo — de forma que uma atividade desenvolva a força e a resistência respiratória, e a outra trabalhe o equilíbrio, postura e ritmo.

Os 7 esportes mais indicados para a infância

O esporte deve estar presente na vida das crianças desde cedo. Alguns autores da área defendem que o ideal é que as atividades esportivas comecem a partir dos seis anos, mas isso não impede que outras atividades motoras sejam desenvolvidas antes dessa idade.

Por exemplo, bebês podem fazer natação para desenvolver habilidades motoras e de respiração, mas o que estamos tratando aqui são atividades que prezam pela organização, competição e formação de grupos. Para que isso funcione, é preciso que a criança seja capaz de entender as regras e lidar com as consequências de um jogo.

A seguir, veja quais são as atividades esportivas mais indicadas para crianças.

1. Natação

A natação é um dos esportes mais praticados pelas crianças. É uma atividade completa que trabalha respiração, coordenação motora e ativação da memória, além de melhorar o sono e o apetite e auxiliar na flexibilidade e no desenvolvimento de noções de tempo e espaço.

Bebês podem começar na natação com seis meses de idade. Depois, a partir dos cinco anos, já é possível participar de competições.

2. Futebol e Futsal

O futebol e o futsal são esportes amplamente divulgados e praticados no Brasil. Eles auxiliam, principalmente, no desenvolvimento de habilidades motoras como locomoção, coordenação, domínio da bola e equilíbrio.

Como são atividades intensas, aceleram o metabolismo e mantêm a saúde cardiovascular e respiratória. Essas atividades podem ser introduzidas na vida da criança a partir dos cinco anos de idade.

3. Lutas

As lutas também são atividades importantes para a vida de uma criança. Seja karatê, judô ou capoeira, esse tipo de esporte melhora as habilidades motoras, reflexos e reações dos pequenos.

Além disso, é uma boa forma de descarregar a energia, aumentar a concentração, desenvolver velocidade, equilíbrio e disciplina. A partir dos quatro anos, esse tipo de modalidade já é recomendada.

4. Vôlei

O vôlei é uma atividade realizada em grupo e é indicada para crianças a partir dos sete anos. O esporte é bem versátil e ajuda a promover a interação.

Além de ser bom para o corpo, proporcionando o desenvolvimento de movimentos rápidos, equilíbrio e precisão, o vôlei também desenvolve a parte cognitiva por meio da necessidade de concentração e do entendimento sobre as regras.

5. Handebol

O handebol é apontado como um dos esportes mais praticados nas escolas. Assim como os demais, também traz diversos benefícios, como auxílio no desenvolvimento da coordenação motora, melhoria na capacidade de respiração e aumento na tonificação da musculatura.

Pode ser praticado a partir dos oito anos e desenvolve o trabalho em equipe e a tomada de decisões rápidas e objetivas por ser extremamente dinâmico.

6. Balé

O balé e outras danças em geral melhoram a interação entre as crianças, aumentando o nível de confiança entre elas. Nesse tipo de atividade, é possível trabalhar a liderança e socialização, deixando-as mais extrovertidas e comprometidas com as instruções passadas.

Essa atividade consegue criar e desenvolver a disciplina e a concentração exigidas na primeira infância. Além disso, as atividades lúdicas e a interação ajudam a criança a superar desafios e vencer seus medos.

7. Basquete

Procurar por atividades ao ar livre também é importante para tirar a criança da zona de conforto. Pensando nisso, o basquete é uma ótima opção por ser um esporte que pode ser praticado tanto em uma quadra fechada quanto em áreas abertas.

Essa atividade pode ser introduzida a partir dos seis anos e ajuda na evolução da agilidade, concentração e coordenação motora. Além disso, também facilita o fortalecimento muscular e melhora a respiração.

Como escolher o melhor tipo de esporte para o(a) seu(sua) filho(a)?

Com tantas dicas incríveis, pode ter surgido a seguinte dúvida: “Como escolher a opção certa de esporte para os meus filhos?”. Esse questionamento é muito válido e faz todo o sentido. Por isso, a seguir, traremos algumas dicas para ajudá-lo no processo de escolha.

Pesquise bastante sobre cada um dos esportes

O primeiro passo para fazer uma boa escolha é pesquisar muito sobre cada uma das opções. Assim, você poderá eliminar aquelas que não têm nada a ver com o(a) seu(sua) filho(a) ou que não são viáveis no momento, independentemente do motivo pelo qual isso aconteça.

Saiba quais deles estão mais próximos

Com uma nova lista em mãos, chegou a hora de pesquisar a viabilidade geográfica de colocar seu(sua) filho(a) nesse tipo de atividade. Opte por aqueles cursos com acesso mais facilitado, em especial da sua casa ou da escola do(a) seu(sua) filho(a). Assim, você pode eliminar outras opções da lista e deixar apenas aquelas que sejam próximas e mais acessíveis.

Consulte a opinião de um médico

É sempre interessante consultar a opinião de um pediatra ou clínico geral, dependendo da idade de seu(sua) filho(a). Esse profissional pode informar quais são os esportes mais benéficos e qual das opções é uma candidata a trazer mais vantagens para o dia a dia de seu pequeno.

Conheça bem as características de seu(sua) filho(a)

Conhecer bem o(a) seu(sua) filho(a) é indispensável para essa escolha. Afinal, o perfil da criança ou do adolescente dirá muito sobre o tipo de esporte que pode ser mais interessante. Lembre-se de que há opções que envolvem times ou que são feitas de modo individual, o que pode ser um bom lugar para começar a refletir.

Não o(a) deixe de fora da escolha

Incluir a criança ou jovem na escolha é fundamental. Esse processo é muito importante para deixá-lo(a) familiarizado(a) com o esporte e evitar frustrações no futuro. Por isso, comunique-o(a) de todos os passos e mantenha o diálogo entre vocês sempre aberto.

Mostre muitas opções para ele(ela)

Uma das melhores maneiras de incluí-los na escolha é mostrar as opções selecionadas. Lembre-o de que há limitações (como distância, valores, entre outros) e que será necessário escolher uma atividade dentre aquelas, mas que esse processo será muito divertido para vocês dois. Com todas as informações sobre a mesa, seu(sua) filho(a) pode escolher a melhor alternativa.

Invista em métodos diferentes para ajudá-lo(a) a escolher

Seja criativo na hora de mostrar as opções para ele(ela) e não fique, em hipótese alguma, apenas na televisão ou nos vídeos do YouTube. Você pode, por exemplo, aprender as regras com sua família e montar um pequeno campeonato aos domingos, fazer quizzes sobre os regulamentos e muito mais. Utilize a criatividade para tornar esse momento muito interessante para todos!

Com tantos dispositivos eletrônicos disponíveis atualmente, é importante que a criança encontre no esporte um momento de lazer e integração.

Além disso, esse tipo de atividade deve ser apresentada com uma solução para vencer o sedentarismo e descarregar as energias.

Por isso, antes de tudo, os esportes para crianças devem ser incentivados e praticados de forma lúdica e agregadora.

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