Como ajudar gatos a se tornarem amigos: 14 passos

Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 Passos

Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 Passos

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Muita gente pensa que os gatos, devido à natureza mais independente deles comparativamente aos cachorros, não precisam de muita coisa para serem felizes. Porém, todo o mundo que tem um ou mais felinos sabe o quanto eles precisam de nós, embora nem sempre assim o pareça.

Basta dar água, comida e casa para ele? Não! Os gatos precisam de muito mais para serem felizes nas nossas casas.

Se você ama incondicionalmente o seu felino e ele já faz parte da família, com certeza que você já se questionou sobre como fazer um gato feliz! O PeritoAnimal escreveu este artigo resumindo 10 dicas essenciais para garantir que o seu pet tem tudo aquilo que precisa para ser feliz ao seu lado! Continue lendo!

Passos a seguir:

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Tal como nós e todos os outros animais, os gatos precisam estar bem nutridos para se sentirem bem. Uma alimentação adequada às necessidades nutricionais do gato é essencial para prevenir uma série de doenças comuns nos felinos.

Se optar por uma ração comercial, escolha as de melhor qualidade. Existem diversos estudos científicos que comprovam que uma boa alimentação melhora o estado geral do gato, qualidade do pelo, etc.

Por vezes, podem parecer demasiado caras algumas opções comparando com outras de qualidade inferior no mercado.

Porém, se você tem essa possibilidade, que investimento pode ser melhor do que o que fizer na saúde do seu melhor amigo de quatro patas? Para além disso, a largo prazo, é vantajoso economicamente se pensar nas idas ao veterinário que você vai evitar se a saúde do seu gato estiver imelhorável!

Lembre-se de adequar a quantidade de comida diária às necessidades específicas do seu felino. Um dos principais problemas nos gatos de apartamento é a obesidade. A dieta adequada é um dos pontos principais para evitar esse problema.

Não se esqueça do ponto principal na prevenção das doenças renais tão comuns nos gatos: a água! Tenha água fresca sempre à disposição. O ideal é distribuir vários potes de água pela casa.

Quanto mais você motivar o seu gato para beber água, melhor! Alguns gatos são muito peculiares no que diz respeito à água e se recusam a beber do pote e pedem o tempo todo para beber da torneira.

Comprar uma fonte de água própria para gatos é um bom investimento na saúde do seu felino se ele é dos difíceis na hora de beber água.

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Visitas periódicas ao seu médico veterinário de confiança são imprescindíveis para prevenir as doenças mais comuns nos gatos.

Você deve respeitar o calendário de vacinação definido pelo médico veterinário, assim como a desparasitação interna e externa. Nunca utilize produtos que não sejam específicos para gatos e sem o conselho do veterinário.

Muitos tutores, sem maldade, optam por desparasitar os gatos em casa com produtos para cachorros.

Infelizmente, muitos produtos são altamente tóxicos para gatos e podem inclusivamente causar a morte do animal se não receberem atenção médica a tempo.

Para além das visitas periódicas ao médico veterinário para garantir a vacinação e desparasitação, consulte sempre o veterinário se notar alguma alteração no seu felino. Por vezes, uma pequena alteração comportamental pode ter como origem um problema fisiológico que à primeira vista você não detecta mas que o médico veterinário está treinado e tem os meios para o fazer.

Se não pretende reproduzir o seu felino, quer seja macho ou fêmea, opte por castrar! A castração tem inúmeros benefícios. Por exemplo, nas gatas, para além de evitar gravidezes indesejadas, diminui a probabilidade de vir a ter câncer de mama em cerca de 95%.

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Você com certeza já reparou na quantidade de horas que o seu gato passa se lambendo. A limpeza é essencial para o bem-estar do gato. Os felinos não suportam sujeira no pelo deles nem uma pelagem desorganizada.

O mesmo se aplica à caixinha de areia deles.

Tem de estar sempre limpa! Se você chega no banheiro e a sanita está suja qual é a primeira coisa que você faz? Puxa o autoclismo! O gato não pode fazer isso e para estes animais, a caixa de areia suja pode ser a principal causa para começarem a fazer as necessidades por toda a casa. Para o seu bem e o dele, mantenha a liteira limpa!

Relativamente à higiene do pelo do gato, escovar o gato diariamente é muito benéfico também, principalmente se for um gato de pelo longo. A escovagem é a maneira mais eficaz de evitar bolas de pelo em gatos.

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Os gatos têm personalidades distintas. Existem gatos mais sociáveis e outros mais solitários que, por exemplo, se escondem quando vem gente. Você não deve forçar o gato quando ele está com medo! Respeite o espaço dele e espere que seja ele a vir até você!

Alguns gatos não gostam de ser pegos no colo, por exemplo, para quê forçar ele? Quanto mais você forçar, pior ele se vai sentir ao seu lado, pois irá começar a associar você a sentimentos negativos. Os gatos têm uma excelente memória, tanto para o bom como para o mau!

Comece por tentar perceber aquilo de que o seu gatinho mais gosta. Alguns gatos preferem carinhos na cabeça, outros no final das costas. Com tempo e paciência você estará conquistando o seu gato, evitando aquilo que ele não gosta. Você vai ver que com o tempo ele se aproximará cada vez mais de você!

Você deve respeitar também o sono dele. Você sabe quantas horas um gato precisa dormir por dia? Cerca de 15 horas! É isso mesmo que você está lendo, por isso as sestinhas que ele faz ao longo dia são essenciais para ele e para que ele seja feliz!

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Os gatos têm uma linguagem corporal específica que utilizam para comunicar entre eles e com os humanos também. Infelizmente, ainda não sabemos falar “gatês”. Por isso, esta é a única forma de conseguirmos comunicar com os nossos felinos.

Leia o nosso artigo completo sobre a linguagem corporal dos gatos e aprenda a interpretar aquilo que o seu pet está sentindo ou tentando dizer para você! Como em qualquer relação, a comunicação é a base de um bom relacionamento e com certeza se você aprender a compreender o seu gato conseguirá fazer com que ele seja muito mais feliz!

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O enriquecimento ambiental é muito importante para garantir o bem-estar psicológico do seu gato. Ou seja, se o seu gato vive num apartamento, ele precisa de ter brinquedos que o estimulem física e psicologicamente.

Os gatos, caçadores por natureza, precisam de poder expressar esse comportamento natural deles, através de brinquedos que simulem a caça. Você não precisa de gastar rios de dinheiro para fazer o seu gato feliz e para o manter entretido! Você pode fazer brinquedos com papelão, pode reciclar materiais. Existem inúmeros brinquedos fáceis de fazer e econômicos!

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A maioria das pessoas julga que basta colocar a liteira e a areia e que nem precisam pensar mais no assunto. Mas isso não é bem assim! Alguns gatos têm preferências bastante particulares, até em relação ao tipo de caixa e ao tipo de areia.

Afinal qual é a melhor caixa de areia para gatos? Não existe uma reposta linear a essa pergunta.

O que os especialistas aconselham é que esta tenha pelo menos 1,5 vezes o tamanho do gato, permitindo que ele dê aquelas voltinhas sobre ele próprio antes de urinar o defecar.

Para além disso, segundo os especialistas, as melhores caixas de areia são as descobertas! Leia o nosso artigo completo sobre essa matéria!

A escolha da areia também é muito importante! Você sabia que alguns gatos se recusam a urinar e/ou defecar em certos tipos de areia? O seu gato pode não se estar recusando, mas a areia que você está utilizando pode não ser a melhor para ele. Leia o nosso artigo sobre qual a melhor areia higiênica para gatos e escolha uma areia que deixe o seu gato mais feliz na hora de ir fazer as necessidades dele!

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Você tem mais do que um felino? Sabia que devia ter mais do que uma caixa? É isso mesmo. Segundo os especialistas em comportamento felino, o ideal é ter n+1 caixas, sendo n o número de gatos. Ou seja, se você tem dois gatos, o ideal seria ter 3 caixas de areia.

Leia o nosso artigo completo sobre quantas caixas de areia por gato, para saber tudo o que dizem os especialistas a esse respeito.

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Os gatos também podem ser adestrados! O reforço positivo nos gatos é o método ideal para você ensinar o seu gato a ter determinados comportamentos.

O reforço positivo consiste em premiar o gato com guloseimas apropriadas ou carinho sempre que ele demonstrar determinadas atitudes que você considere positiva.

Através do reforço positivo, você pode ensinar ele a dar a patinha, a utilizar o arranhador e evitar que ele destrua os seus sofás! Para além disso, o adestramento é uma excelente maneira de aumentar os estímulos do gato, contribuindo para o bem-estar psicológico dele, para além de melhorar a relação de vocês os dois!

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Por fim, não poupe nos carinhos! Mime muito o seu gato sempre que ele tiver atitudes positivas. Não o ignore quando ele o procura.

Por vezes, estamos muito ocupados com os nossos problemas e envolvidos nas nossas tarefas do dia-a-dia e, sem querer, menosprezamos as tentativas de interação dos nossos pets.

A maioria dos gatos, ao contrário dos cachorros, não estão nos procurando o tempo todo. Temos de aproveitar sempre que eles querem a nossa companhia e carinho.

Não tenha vergonha de mostrar o seu amor pelo seu felino. Amar os nossos pets é tudo de bom mesmo! Afinal de contas, existe melhor companhia que a deles?

Se deseja ler mais artigos parecidos a Como fazer um gato feliz? 10 passos imprescindíveis!, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Cuidados básicos.

Leia também:  Como amarrar uma camisa: 11 passos (com imagens)

Saiba como ajudar animais de rua mesmo sem poder adotar um – Especiais – iG

É comum muitas pessoas serem fãs de carteirinha de cachorros e gatos, mas não terem condições para adotá-los.

Além disso, até quem adota, várias vezes, opta por cães comprados e de raças, enquanto animais de rua só precisam de um pouco de carinho e atenção.

Embora nem sempre seja possível levá-los para casa ou à alguma ONG que possa ajudar, dá para oferecer um ombro amigo de outras maneiras – menos custosas e mais acolhedoras.

+Filhote de Chiahuahua abandonado em aeroporto comove a internet

Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 Passos Reprodução

7 maneiras de ajudar animais de rua

Estudos comprovam que a relação animal-humano é muito bem-vinda para saúde de ambos. Mesmo sem dinheiro para comprar uma ração cara aos animais de rua
, um simples abraço ou uma cobertinha que seja já ameniza o frio e o desconforto do pet.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem a segunda maior população de cães do mundo. Os que já têm uma família e um lar representam 52 milhões, aproximadamente, e são mais 22 milhões de gatos. Não se sabe ao certo quantos vivem nas ruas, mas acredita-se que 70% desses animais sejam semi-domiciliados e 10% são totalmente abandonados.

Quer fazer mais por esses bichinhos e não sabe como? Confira essa lista com alguns passos simples para fazer o bem a vários deles!

1. Tire o pet do meio da rua

Se você perceber que o cachorro ou gato está no meio da via, correndo perigo de vida, tente tirá-lo de lá o mais rápido possível. Muita gente fica desesperada e sai à procura de alguma ajuda, mas pode ser tarde e é comum esses pets serem atropelados.

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Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 Passos shutterstock/Reprodução

7 maneiras de ajudar animais de rua

2. Leve-o até o veterinário mais próximo

Esses bichinhos estão expostos a inúmeros agentes infecciosos e corpos estranhos. O ideal é que pelo menos sejam vacinados e tomem vermífugos. Várias clínicas veterinárias fazem esse serviço de graça ou oferecem um bom desconto. Se for possível, leve o animal ao médico mais próximo!

3. Procure ONGs 

Há muitas ONGs que fazem trabalhos maravilhosos com os amiguinhos abandonados. Você pode tanto se candidatar para ser um voluntário, como procurar essas instituições para resgatar os animais. Um dos problemas dessa ação é que essas ONGs recebem pedidos de ajuda diariamente e muitas não dão mais conta.

4. Divulgue nas redes sociais e aos amigos

As mídias sociais e a internet têm um poder incrível para o bem. Assim como muitos postam fotos e acontecimentos cotidianos, é possível usar esse meio para divulgar casos de animais de rua e inclusive chamar atenção de instituições e pessoas dispostas a ajudar.

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Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 Passos Reprodução/ Redes Sociais

7 maneiras de ajudar animais de rua

5. Apadrinhe um animalzinho 

Também dá para ser padrinho ou madrinha de um pequeno amiguinho. Isso nada mais é do que apadrinhar um pet enquanto ele não ganha um lar. Inclusive, se você tem condições de manter o animalzinho por um tempo na sua casa, pode ser um tutor temporário, até alguém de fato querê-lo. O difícil é não se apegar ao bichinho enquanto ele vive junto!

6. Dê comida e água

Em algumas cidades e bairros específicos existem bebedouros e comedouros perto dos animais de rua. Assim, quando a pessoa tiver um pouco de ração para oferecer é só colocar lá. Muitos desses pets ficam desnutridos e, além de precisarem de carinho, necessitam do básico para sobreviver.

+Esses cachorros grandes têm o tamanho compatível com a fofura

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10 Dicas sobre como apresentar um gato a outro

Dizem que ter um gato é pouco, dois ainda não é o suficiente, três ou mais é maravilhoso! Mas o que muita gente tem dificuldade é na adaptação dos gatinhos.

Hoje vamos dar várias dicas de como realizar o processo de adaptação dos gatos novos aos antigos moradores felinos. Não fique de fora e confira todas as nossas idéias.

É obvio que existe muita diferença entre cães e gatos. Os cães normalmente apresentam um bom humor constante, nada os chateia e estão sempre sorrindo. Já os gatos, eu costumo dizer que tem o temperamento quase humano, exceto pela maldade que só os humanos são capazes.

Os gatos nem sempre querem conversa, as vezes gostam de ficar sozinhos, carinho é algo que apreciam mas não a todo tempo. Por mais que tenhamos feito o processo de domesticação dos pequenos, eles ainda trazem traços fortes de sua natureza primitiva. Uma prova disso é que ainda gostam de caçar individualmente.

No meio de tantas singularidades, como adotar um novo gato? Como fazer com que o gatinho que já esta em casa, dono da situação, seja amigo do recém chegado?

Antes das dicas, quero deixar claro que isso é um processo. Pode levar dias, semanas, até que todos se deem bem. Pode ser até que não briguem mais, mas não sejam amigos. Como aquele colega chato do trabalho, você não fica sem falar, mas não vai ao happy hour com ele, entende?

Eles são muito territorialistas e um novo membro é imediatamente considerado intruso, por isso calma, paciência e amor!

Dica 1- Gato extra, gasto extra

Antes de adotar um novo gato, certifique-se que tem espaço para dois ou mais gatos em casa. Pense nas despesas que um novo felino vai trazer:

  • Aumento da ração;
  • Mais areia (saiba sobre os tipos de areia e quais rendem mais aqui);
  • Mais caixas de areia (veja modelos com funcionalidade aqui);
  • Gasto extra com medicamentos de uso periódicos (anti-pulgas e vermífugos) ou medicamentos eventuais em caso de doença;
  • Gasto com veterinário;
  • Vacinas;
  • Cama e brinquedos para o novo membro.

Se não pode arcar com tudo, pare no primeiro gatinho. É melhor ter um gatinho lindo e fofinho do que dois ou mais em situação complicada. Podendo arcar com todas as despesas, vamos rumo ao novo membro! ????

Dica 2- Gatos são gatos e vão agir como gatos

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Sim, parece tão óbvio mas tem gente que não entende. Não pode agregar um novo membro em casa e achar que seu gatinho vai aceitá-lo assim sem mais ou menos. Não adianta conversar e explicar a situação, ele não vai entender. Imagina só um belo dia você acordar e dar de cara com um estranho na mesa do café?

Por serem tão territorialistas, a primeira coisa que provavelmente farão é negar o novo futuro amigo.

Será preciso que toda a família queira um novo gatinho e que todos tenham empenho na adaptação. Eles se adaptarão e serão grandes amigos no futuro, acredite.

Dica 3- Um cômodo para cada gato

A princípio, deixe os gatinhos em cômodos separados. Não mexa com o gatinho mais antigo, deixe as coisas dele onde sempre estiveram.

Coloque a caixa de areia, cama,  água e comida do novo amigo em um lugar separado. Mas não o abandone nesse cômodo, vá visitá-lo a todo momento, faça carinho, brinque. Deixe que ele perceba que essa é sua nova casa. Eles vão se adaptando aos poucos.

Isso é claro, caso tenha espaço. Isso é uma das soluções, caso não possa separá-los, vá tentando as outras.

Dica 4- Olfato felino

Os gatos se adaptarão melhor se se acostumarem com o cheiro um do outro. Faça o seguinte, peque uma flanela limpa ou um par de meias, passe no gatinho recém chegado e deixe com o gatinho “antigo” da casa. Coloque a flanela em um local que ele goste de dormir, assim, ele vai se acostumando com o cheiro do novo gatinho. Faça o mesmo com o outro gato.

Depois de uns três dias, o deixe uns instantes dentro da caixa de transporte para que o gatinho anfitrião possa cheirá-lo. De acordo com o clima, abra a caixa e deixe que o gatinho saia. Mesmo se houve um fuzz, não brigue com ninguém, não eleve a voz. Faça carinho e converse com ele. Se houver menção de uma briga, recolha o gatinho e os separe. Em outro momento tente novamente.

Dica 5- Brinquedos e alimentos

O momento da brincadeira e da alimentação formam dois dos melhores momentos para fazer a adaptação dos pequenos.

Brinque com os dois, faça carinho igualmente, ofereça petisco cada vez que os dois aceitarem as brincadeiras de forma natural. Ter um arranhador, ratinhos e bolinhas ajuda muito.

Dê um alimento bem gostoso quando os dois estiverem juntos, tente uma comidinha em sachê. A ideia é que associem a presença um do outro com coisas boas, como seu alimento favorito.

O importante é que quando os gatos estiverem juntos você promova situações de prazer para ambos.

Dica 6- Idade e temperamento

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Alguns especialistas vão dizer que a idade interfere e pode influenciar na adaptação.

Exemplo: se você tem um gatinho idoso e adotar um bebê pode ser difícil para o membro da casa encarar um bebê, pode até mesmo não ter paciência para as brincadeiras. Outros discordam dessa informação.

Se você tem um gatinho muito calmo e amoroso e adotar um muito arisco, a adaptação pode demorar um pouco mais, mas nada que o tempo não resolva.

Dica 7- Saúde

Antes de levar qualquer gatinho para casa e juntá-lo ao seu, certifique-se que sua saúde esta bem. Algumas doenças são contagiosas entre gatos como esporotricose, FIV/FELV ou rinotraqueíte.

Se você optar por adotar em algum abrigo ou ONG, provavelmente estarão bem, mas peça ao responsável o comprovante com as vacinas. Se pegar na rua, antes de levar para casa, leve ao veterinário por garantia.

Eu mesma ia adotar um gatinho e quando o levei ao veterinário, após exames, foi diagnosticado com FELV (leucemia felina) em estado muito avançado.

Leia também:  Como calcular a taxa do metabolismo basal: 7 passos

Dica 8- Baunilha

Algumas pessoas relataram que após inúmeras tentativas de adaptação sem sucesso, pingar umas gotinhas de essência de baunilha, dessas que usamos em bolos, resolveu.

Basta pingar umas duas gotinhas no pescoço de cada um, assim eles vão ficar com o mesmo cheiro, facilitando a adaptação.

Dica 9- Medicamentos naturais

Existe hoje no mercado alguns florais que são de composições homeopáticas naturais que auxiliam na adaptação. Basta pingar umas gotinhas na água e aguardar o resultado.

Outra coisa que pode ajudar muito é um feromônio natural chamado Feliway. Você coloca o difusor no ambiente mais frequentado pelos gatinhos e vão se acalmando, se acostumando com o cheiro um do outro. O feliway pode ser usado até antes mesmo da chegada do novo membro, ele serve como algo que já vai preparando o ambiente, “pré-acalmando” os ânimos.

Dica 10- Informações gerais

  • Você não precisa seguir todos esses passos, nem essa ordem, talvez eles se adaptem na primeira tentativa;
  • Essas dicas servem não só para os gatinhos recém chegados como para os gatinhos que vivem juntos há muito tempo e ainda não se dão bem;
  • Se você tentar e não der certo, talvez seja porque não tentou o suficiente. Comece tudo de novo e no fim, se realmente nada funcionar, procure um veterinário. Ele pode passar alguma medicação específica que ajude no processo;
  • Não favoreça o confronto, tenha brinquedos, cama, bebedouro, comedouro tudo em quantidade suficiente para todos os gatos;
  • Não desista. A adaptação pode levar um certo tempo, mas isso não significa que você deve desistir. Conheço vários casos onde a amizade entre gatos parecia impossível e hoje um não vive sem o outro.

A adoção é algo muito sério.

Você não pode prometer um lar quentinho, repleto de petisco, brinquedos, amor, carinho e de repente devolver o gatinho para um abrigo frio e impessoal, ou pior, jogar na rua como se fosse algo descartável.

A adaptação pode demorar porque normalmente esses gatinhos já sofreram muito. Alguns foram torturados, ficaram feridos, passaram fome, sede, viveram pelas ruas, é muito difícil para eles confiarem nas pessoas e em outros gatos.

  • E aí, gostaram do post de hoje?
  • Deixem suas dúvidas e opinião nos comentários!
  • Semana que vem a gente volta com mais dicas e cuidados para vocês, até lá! ????

O que fazer com nossos melhores amigos em tempos da pandemia da covid-19?

Como Ajudar Gatos a Se Tornarem Amigos: 14 PassosNatália Albuquerque – Foto: Arquivo pessoal
No último dia 20 de abril, um grupo de 13 pesquisadores do Laboratório de Etologia Canina (Leca) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) / Instituto de Psicologia (IP) da USP, coordenado pela professora Carine Savalli, docente da Unifesp e orientadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Experimental da USP, tornou público o documento intitulado “Cães e gatos domésticos em tempos da pandemia da covid-19”. Trata-se de um artigo cientificamente fundamentado, atualizado e de linguagem acessível, que conta ainda com o apoio de mais de 60 cientistas de diversas áreas e de outros nove laboratórios que endossam o documento.

Divulgado em formato pdf, teve mais de 500 visualizações no Research Gate (repositório de trabalhos científicos) em menos de 48 horas de ter se tornado público, além das centenas de visualizações e compartilhamentos nas redes sociais. Frente à divulgação de informações equivocadas e dados inconclusivos que sugerem que cães e gatos possam ser agentes transmissores da covid-19, as taxas de abandono e de eutanásia de animais saudáveis vêm aumentando ao redor do mundo.

Por isso, o artigo foi elaborado com o intuito de esclarecer a situação e fornecer informações que vão garantir o bem-estar de todos: cães, gatos e pessoas. O contato com cães e gatos traz uma série de benefícios para nós, físicos, fisiológicos e psicológicos.

Até o momento, todas as evidências mostram que o meio de transmissão do vírus que gerou e vem sustentando a pandemia acontece entre humanos, ou seja, de pessoa para pessoa. Cães e gatos não desenvolvem a covid-19. Cães e gatos não transmitem a covid-19 para pessoas.

Segue trecho extraído do documento original:

Cães, gatos e seres humanos coexistem há milhares de anos. Apesar das prováveis diferenças nos caminhos evolutivos que percorreram até se tornarem cães e gatos domésticos como os conhecemos hoje, o certo é que muito aconteceu durante a domesticação e que as pessoas e esses animais tiveram que se adaptar para tornar a convivência pacífica, harmoniosa, vantajosa, funcional e tão próxima.

Só no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimou em 2013 uma população de 52,2 milhões de cães (a segunda maior do mundo em termos de cães domiciliados) e 22,1 milhões de gatos – podemos supor que atualmente esse número é muito maior.

Dados surpreendentes foram apresentados nessa pesquisa: há mais animais de estimação nas casas dos brasileiros do que crianças! E alguns estudos vêm mostrando que a grande maioria dos tutores consideram esses animais membros da família. Agora, em 2020, essa relação parece estar sendo colocada em xeque. E o motivo disso? A pandemia da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus  humano (Sars-CoV-2), que se alastrou pelo mundo inteiro.

Das evidências que existem até agora, o que pode ser concluído é que é preciso muito mais pesquisa para se entender o potencial que o Sars-CoV-2 possui de infectar animais não humanos.

Até o momento, podemos afirmar que cães e gatos não são fontes de infecção para outros animais nem para seres humanos.

Ou seja, não existe qualquer evidência científica de que cães e gatos possam contrair a covid-19 ou transmitir o novo coronavírus humano para pessoas. O que sabemos é que o vírus é transmitido de pessoas para pessoas.

O ideal é ficar em casa com seus animais de estimação. No entanto, se seu cão, por exemplo, precisa sair para urinar e/ou defecar, é necessário tomar alguns cuidados.

Primeiramente, para as pessoas, os cuidados de higiene (lavagem das mãos com sabão e uso de álcool em gel) e de proteção normais (uso de máscara e manter distância de, pelo menos, um metro de outra pessoa), indicados pelos órgãos de saúde nacionais e internacionais.

O máximo de cautela é necessário, como evitar lugares com aglomeração de pessoas, assim como períodos de maior movimentação.

Além disso, por mais que não possam ser infectados, os animais podem carregar o vírus nas patas, no pelo, na coleira, no focinho e na boca, se entrarem em contato com alguma superfície contaminada, assim como as pessoas podem carregar o vírus nos sapatos, nas mãos, na roupa, nos acessórios, no celular, na boca, nariz e olhos.

Por isso, para os animais, uma medida importante é limpar principalmente as patas antes de entrar em casa: lavar com água e sabão ou sabonete neutro e secar bem depois para evitar que as patas fiquem úmidas. A coleira também deve ser lavada, de preferência com sabão e produtos bactericidas.

Consulte seu veterinário para saber o que é mais apropriado para o seu cão ou seu gato. Por último, se você sai para passear com seu animal de estimação, precisa ter em mente que poderá se aproximar e/ou ter contato com alguma outra pessoa, que pode estar infectada – essa sim será um agente de transmissão ativo da doença.

Durante esta pandemia, além dos cuidados de higiene e distanciamento físico-social, é preciso cuidar do sistema imunológico, manter-se ativo e cuidar da sua saúde mental.

E você pode garantir tudo isso com seu animal de estimação! Brincar com seu cão e/ou seu gato pode ser uma ótima atividade, que não somente será benéfica para seu corpo, mas também produzirá hormônios que ajudarão na sensação de bem-estar.

Ainda, a interação com seu animal de estimação é uma importante fonte de contato social. Por exemplo, acariciar seu cão e/ou seu gato, auxiliará na produção de hormônios como a ocitocina, que é conhecida como o hormônio do amor, e na redução do cortisol, um hormônio do estresse.

  Ou seja, em tempos de incerteza e de crise, ter seu animal de estimação por perto, podendo você ficar em casa ou não, trará grandes benefícios para sua saúde física e mental.

O vínculo afetivo que criamos com nossos cães e gatos nos ajuda a manter nosso equilíbrio emocional nesse momento. Da mesma maneira, interagir positivamente com seu animal de estimação também ajuda na estabilidade emocional e saúde mental deles, reduzindo a ansiedade e estresse do seu cão e/ou gato juntamente com o seu.

Para gatos, é importante que a rotina continue sem muitas mudanças. Então, se você já brincava com seu gato nas manhãs e noites após voltar do trabalho, mantenha essa rotina. Durante a tarde, período naturalmente mais ocioso para eles, deixe-os descansarem e não os acorde.

Brinquedos que estimulem a parte cognitiva e alimentar são muito interessantes: caixas com petiscos, comedouros lentos; juntamente com brincadeiras ativas feitas pelas(os) tutoras(es) e que estimulem a caça, como bolinhas de papel, varinhas com penas etc.

Permitir arranhadura em locais adequados, escovação (se o gato gostar, claro), novas tocas de papelão e um local de descanso em sua mesa de trabalho são também aspectos importantes e que podem trazer mais bem-estar nessa época em que estamos muito em casa.

Esses detalhes na relação podem assegurar o bem-estar dos nossos animais.

Para cães, ensinar alguns truques novos é uma ótima forma de estimulá-los mentalmente, gastar energia e ainda aprender a se comunicar melhor com eles. Mantenha os treinos curtos e recompense com petiscos, brincadeiras e atenção.

Atividades envolvendo a parte alimentar, como brinquedos recheáveis ou “quebra-cabeças” com petiscos são muito interessantes, além de atividades que estimulem seus sentidos. Você pode, por exemplo, esconder alguns petiscos em panos, caixas ou ao redor da casa para seu cão farejar.

Leia também:  Como aplicar o tratamento de silêncio em alguém

Se vocês tinham um horário de passeio fixo, use esse momento para alguma dessas atividades ou brincadeiras!

Precisamos pensar nos nossos cães e gatos da mesma forma que pensaríamos nas pessoas da nossa família. Manter o bem-estar do seu animal de estimação também deve ser uma prioridade agora. É exatamente nas horas de crise que precisamos estar mais dispostos a cuidar daqueles que nos fazem tão bem.

Quando trazemos um animal para nossa casa e para nossa família, nos tornamos integralmente responsáveis por ele.

Isso quer dizer que não somos somente responsáveis por garantir alimento e abrigo, mas, especialmente, que somos responsáveis por assegurar que tenham um bom bem-estar.

Mesmo em tempos de dificuldade, você é responsável pela saúde física e mental do seu animal de estimação. Não se esqueça disso. E não se esqueça que abandono é crime, assim como eutanásia de animais saudáveis.

* Carine Savalli, Naila Fukimoto, Adriano Affonso Mariscal, Ana Paula Pupe, Ane Magi, Carolina Wood, Eliane Obata, Flavio Ayrosa Filho, Francisco Cabral, Juliana Werneck, Mariana Hess e Michaella Andrade, do Laboratório de Etologia Canina do Instituto de Psicologia da USP.

Se o seu gato desapareceu, estes passos vão ajudar a encontrá-lo

Felizes os casos em que após se partilhar incansavelmente fotos de um gato perdido, surge a notícia de que o mesmo voltou a casa.

Contudo, nem todos os casos contam com este sucesso e a forma de garantir que o gato é encontrado é diferente do processo a seguir no caso de cães já que os felinos são bem mais independentes e contam com maior tendência para se esconder e explorar locais inacessíveis.

Para garantir que o seu gato de estimação regressa a casa são e salvo o mais rápido possível, o site ‘Encontra-me’ (que foi especialmente criado para partilhar e divulgar animais desaparecidos em Portugal), reúne vários pontos a considerar assim que der por falta do seu gato.

Antes e qualquer alarme, comece por confirmar que o seu gato não está escondido dentro de casa. Pode passar anos até que o gato descubra o ‘novo’ esconderijo dentro de casa para onde vá quando quer sossego.

Confirmado que não é o caso, faça um perímetro mental que inclua as zonas mais próximas e comece a procurar: se o animal não está habituado a sair de casa, é possível que se sinta desorientado e por isso não regresse a casa nem responda pelo seu nome, por isso, é importante que repita esta vistoria por vários dias, especialmente à noite de madrugada, já que é quando está tudo mais calmo que os gatos se sentem mais seguros a aparecer. Faça sons familiares ao chamá-lo (sem nunca se mostrar nervoso ou ansioso) ou leve um brinquedo que faça barulho, é importante que o gato reconheça que há um ambiente familiar, apesar de se encontrar num local estranho ao que está habituado.

Além do brinquedo para fazer barulho, ou mesmo a lata de comida do seu gato, é importante que leve uma lanterna, mesmo de dia, já que é grande a tendência para o gato se esconder em sítios o mais isolados possível e, por isso, escuros. Mas não se fique pelos sítios mais inacessíveis, o seu gato pode simplesmente estar em cima de uma árvore e há que estar atento a todas as possibilidades.

Pergunte aos moradores e comerciantes da zona. Principalmente se se estiver a falar de um bairro mais familiar, é bem provável que a presença de um ‘novo morador’ seja notada.

Uma imagem do gato ajuda bastante nestes casos.

Deixar cartazes com o seu contato a indicar que o gato está desaparecido em bares, cafés, supermercados e outros locais do género é outra forma de divulgar o caso e garantir ajuda.

Fora esta intensa pesquisa a pé, prepare um tapete de boas vindas: se o gato saiu de casa para explorar, mas não está perdido, irá certamente regressar a casa à procura de alimento. Esta poderá ser uma boa forma de o ‘apanhar’.

Ainda em casa, ligue para as clínicas veterinárias ou mesmo ao canil da zona. O gato pode ter sido lá entregue caso alguém o tenha encontrado apenas porque reparou que estava perdido ou, na pior das hipóteses, porque encontrou o animal com alguma lesão – é possível que este seja o motivo por que o seu animal de estimação ainda não regressou a casa.

O site de apoio a animais alerta para que se tenha cuidado com pessoas mal intencionadas. Infelizmente há quem se aproveite destes momentos de desespero para cobrar dinheiro ou fazer chantagem de outra forma através do seu contato. Caso se vá encontrar com alguém que alegue ter o seu gato, faça-o em local público e sempre acompanhado.

Por fim, não desista: muitos são os casos de gatos que regressam a casa após meses desaparecidos. Esta é uma realidade que deve servir de ânimo para quem está à procura do seu gato.

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“Aos meus amigos que não têm filhos”: um texto de emocionar qualquer pai ou mãe

Ter filhos é uma experiência incrível. Quem tem sabe disso. Quem não tem, deveria pensar na possibilidade.

É o que defende, com toda paixão, Bruna Estrela, que é mãe de dois meninos e consultora materno-infantil em Foz do Iguaçu, em um texto que é um sucesso nas redes sociais e nos blogs voltados ao tema da maternidade e da paternidade. Só na postagem original, em 2016, o texto recebeu mais de 13 mil compartilhamentos. Confira – e se emocione:

***

Se eu pudesse dar só um conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. Pelo menos um. Mas se possível, tenham 2, 3, 4… Irmãos são a nossa ponte com o passado e o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.

Filhos nos fazem seres humanos melhores.

O que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como um filho.

10 verdades sobre ter três filhos

Esqueça aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na Renner e não na Calvin Klein, porque, no fim, são só roupas. E o tênis do ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos… Você tem outras prioridades e só um par de pés.

Você passa a trabalhar com mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os limites.

Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo. Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico… Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais grandioso que isso.

Sua alimentação passa a importar. Não dá pra comer chocolate com Coca-Cola e oferecer banana e água pra ele. Você passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de longevidade.

Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar. Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os joelhos e pede a Deus que olhe por ele. E assim, seu filho te ensina sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi capaz.

Passar o tempo com os filhos ou trabalhar mais para lhes dar conforto?

Você confronta sua sombra. Um filho traz à tona seu pior lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo.

Você se vê agressivo, impaciente e autoritário. E assim você descobre que é só pelo amor e com amor que se educa.

Você aprende a respirar fundo, se agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de seus pequenos olhinhos.

Um filho faz você ser uma pessoa mais prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você não pode morrer (não tão cedo)… Quem é que criaria e amaria seus filhos da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca querer estar vivo.

Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.

Tenha filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela vozinha estridente.

10 fotos que mostram como a paternidade melhora os homens

Tenha filhos para receber aquele sorriso e abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos para ganhar beijos babados com um hálito que Listerine nenhum proporciona.

Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo mundo.

Tenha filhos para reaprender a delícia de um banho cheio de espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer manga sem se limpar.

  • Tenha filhos.
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