Como ajudar alguém que está tendo um ataque de asma

Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de Asma

A asma brônquica é uma inflamação crônica nos pulmões, causada por uma alergia que traz dificuldade para respirar. A doença não tem cura, não é transmitida de pessoa para pessoa, nem passa de pai para filho — no entanto, os filhos de um asmático têm maiores chances de desenvolver a condição.

O tratamento da asma consiste no uso de remédios corticoides e broncodilatadores que devem ser usados diariamente, por toda a vida. A bombinha, medicamento tradicional, deve estar sempre perto do paciente para ser utilizada sempre que haja dificuldade de respirar.

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  • Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de AsmaAs alergias respiratórias tendem a piorar com a baixa umidade e o frio
  • Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de AsmaDados do Ministério da Saúde apontam que, no Brasil, já são 6,4 milhões de indivíduos acima de 18 anos com a doença

Em casos de crise, é importante que a pessoa fique calma, em uma posição confortável, e use a bombinha. No entanto, caso o dispositivo não esteja por perto, acione imediatamente ajuda médica. As crises de asma se caracterizam por sintomas como intensa dificuldade para respirar e lábios roxos.

Primeiros socorrosComo proceder durante uma crise de asma :

. Acalme a pessoa e ajude-a a sentar em uma posição confortável;

. Peça que se incline ligeiramente para a frente, colocando os cotovelos repousados nas costas de uma cadeira, se possível, para facilitar a respiração;. Verifique se o paciente possui algum remédio para asma, ou bombinha, e dê o medicamento;. Chame uma ambulância rapidamente, caso a pessoa deixe de respirar ou não possua uma bombinha por perto.

No caso de um desmaio, no qual o paciente não esteja respirando direito, deve-se iniciar a massagem cardíaca para manter o coração funcionando enquanto não chega a ajuda médica.

O que fazer quando a bombinha não está por pertoNesses casos, é aconselhado ficar parado na mesma posição até à chegada da ajuda médica, para que o corpo não gaste rapidamente o pouco oxigênio que está entrando nos pulmões. Além disso, afrouxe as roupas para evitar a obstrução da respiração, mantenha a calma e tente respirar lentamente, inspirando pelo nariz e soltando pela boca, até que a ambulância chegue.

Como evitar uma crise de asmaÉ importante identificar os fatores pioram os sintomas e tentar evitá-los: os mais comuns são poluição, alergias, ar frio, poeira, cheiros fortes ou fumaça. Além disso, situações de resfriado, gripe ou sinusite, por exemplo, também podem causar o surgimento de sintomas mais intensos, facilitando as crises.

Mesmo quando os sintomas já não aparecem há muito tempo, é fundamental manter o tratamento indicado pelo médico. Outra boa dica é manter sempre uma bombinha extra por perto, mesmo que ela já não seja mais necessária.

(Com informações do portal Tua Saúde)

Asma: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção

Asma: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção

Asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns, juntamente com a rinite alérgica e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

As principais características dessa doença pulmonar são dificuldade de respirar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida.

Os sintomas pioram à noite e nas primeiras horas da manhã ou em resposta à prática de exercícios físicos, à exposição a alérgenos, à poluição ambiental e a mudanças climáticas.

Vários fatores ambientais e genéticos podem gerar ou agravar a asma.

Entre os aspectos ambientais estão a exposição à poeira e barata, aos ácaros e fungos, às variações climáticas e infecções virais (especialmente o vírus sincicial respiratório e rinovírus, principais agentes causadores de pneumonia e resfriado, respectivamente).

Para os fatores genéticos – característicos da própria pessoa -, destacam-se o histórico familiar de asma ou rinite e obesidade, tendo em vista que pessoas com sobrepeso têm mais facilidade de desencadear processos inflamatórios, como a asma.

 A doença pode ser controlada e o Sistema Único de Saúde (SUS) oferta o tratamento. Para isso, a orientação é que o paciente procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Lá, o profissional de saúde terá todas as orientações relacionadas ao tratamento e à prevenção de crises, o que inclui entender os sintomas e sinais de agravamento da doença.

Veja também:

A asma tem cura?

A asma não tem cura, mas com o tratamento adequado os sintomas podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo. Por isso é fundamental fazer acompanhamento médico correto e constante, a maioria das pessoas com asma pode levar uma vida absolutamente normal. 

A asma pode matar?

Sim, a asma pode matar em casos extremos e raríssimos. Quando a crise está muito intensa e não é feito o tratamento correto, a asma pode levar à morte. Se a pessoa tiver alguma outra complicação clínica (problema de saúde), o corpo pode ficar ainda mais debilitado. No surgimento dos primeiros sintomas, procure um médico imediatamente.

Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de Asma

Quais são os sintomas da asma?

A asma tem sintomas bem característicos, mas alguns deles podem ser confundidos com os de outras doenças. Para um diagnóstico adequado ou seguro, o ideal é procurar um profissional de saúde assim que sentir qualquer desconforto.

Os principais sintomas são:

  • Tosse seca.
  • Chiado no peito.
  • Dificuldade para respirar.
  • Respiração rápida e curta.
  • Desconforto torácico.
  • Ansiedade.

Quais são as possíveis complicações da asma?

A asma pode desencadear uma série de processos que podem resultar em complicações, algumas graves.

As principais complicações da asma são:

  • Capacidade reduzida de se exercitar ou fazer outras atividades.
  • Insônia.
  • Alterações permanentes no funcionamento dos pulmões.
  • Tosse persistente.
  • Dificuldade para respirar, a tal ponto que precise de ajuda (ventilação).
  • Hospitalização e internação por ataques severos de asma.
  • Efeitos colaterais de medicações usadas para controlar a asma
  • Morte.

Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de Asma

Como é feito o diagnóstico da asma?

O diagnóstico da asma é principalmente clínico, obtido após consulta e avaliação pelo médico, mas também é confirmado pelo exame físico e pelos exames de função pulmonar (espirometria).

 Sempre que possível, o médico solicitará a prova de função pulmonar para confirmar o diagnóstico e classificar a gravidade de cada caso.

Em crianças de até os cinco anos, o diagnóstico é somente clínico, tendo em vista a dificuldade de realizar outros exames funcionais e complementares.

Na consulta, o médico vai perguntar, entre outras coisas, se a pessoa tem ou teve episódios recorrentes de falta de ar e chiado no peito; se já usou broncodilatador oral ou inalatório para aliviar os sintomas; se há episódios de tosse persistente, principalmente à noite e no início da manhã; se acorda com frequência à noite por causa de falta de ar ou acessos de tosse; se nota algum dos sintomas após exposição a mofo, poeira, animais, fumaça de cigarro, perfumes ou após resfriados, riso e choro; e se alguém da família tem ou teve asma, alergias ou outros problemas respiratórios.

O pulmão de uma pessoa asmática é mais sensível, o que faz com que fatores externos, como a poeira, causem falta de ar, o que normalmente não aconteceria em alguém que não tem a doença.

Classificação da gravidade da asma

A asma tem diferentes graus de gravidade, que podem evoluir ou regredir. O grau mais brando tem sintomas leves e com pausa. Manifesta-se em até dois dias por semana e até duas noites por mês. Ela pode evoluir até a um grau 4, onde ocorrem sintomas graves persistentes ao longo do dia, frequentemente durante a noite e várias vezes por semana.

Intermitente Persistente leve Persistente moderada Persistente grave
2x/semana ou menos Mais de 2x/semana, mas não diariamente. Diários Diários ou contínuos
Despertares noturnos 2x/semana ou menos 3-4x/mês Mais de 1x/semana Quase diários
Necessidade de agonista beta-2 adrenérgico para alívio 2x/semana ou menos Menos de 2x/semana. Diários Diária
Limitação de atividades Nenhuma Presente nas exacerbações Presente nas exacerbações Contínua
Exacerbações Igual 1/ano ou nenhuma/ano Igual ou mais de 2/ano Igual ou mais de 2/ano Igual ou mais de 2/ano
VEF1 ou PFE Igual ou maior que 80% previsto Igual ou maior que 80% previsto 60%-80% previsto Igual ou menor que 60% previsto
Variação VEF1 ou PFE Menor que 20% Menor que 20%-30% Maior que 30% Maior que 30%

Como é feito o tratamento da asma?

O objetivo do tratamento da asma é melhorar a qualidade de vida da pessoa, por meio do controle dos sintomas e pela melhora da função pulmonar. O tratamento medicamentoso é realizado junto com medidas educativas e de controle dos fatores que podem provocar a crise asmática.

A definição do tratamento é feita a partir dos sintomas, do histórico clínico e da avaliação funcional conforme cada caso. São utilizados medicamentos para alívio rápido dos sintomas e para manutenção do controle da crise.

A base do tratamento da asma persistente é o uso continuado de medicamentos com ação anti-inflamatória, também chamados controladores, sendo os corticosteroides inalatórios (bombinha) os principais.

Pode-se associar também medicamentos de alívio, com efeito broncodilatador.

Em todos os casos, é preciso reduzir a exposição aos fatores desencadeantes/agravantes da asma. A cada consulta, o paciente deve receber orientações para o autocuidado –  identificação precoce dos sintomas, como proceder em caso de crise, controle e monitoramento da asma -, e ser agendado para reconsulta conforme a gravidade apresentada.

O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece tratamento gratuito desde 2011 aos asmáticos por meio do Programa Farmácia Popular. Medicamentos como brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol podem ser obtidos, gratuitamente, com a apresentação do CPF e da receita médica.

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Tratamento não medicamentoso

A educação do paciente é parte fundamental da terapêutica da asma e deve integrar todas as fases do atendimento ambulatorial e hospitalar.

Deve-se levar em conta aspectos culturais e abranger aspectos de conhecimento da doença, incluindo medidas para redução da exposição aos fatores desencadeantes e adoção de plano de autocuidado baseado na identificação precoce dos sintomas.

A cada consulta, o paciente recebe orientações de autocuidado, plano escrito para exacerbações e reagendamento para nova consulta conforme a gravidade apresentada.

Tratamento medicamentoso

A base do tratamento da asma persistente é o uso de anti-inflamatório, sendo corticosteroides inalatórios os principais deles, associados a medicamentos de alívio com efeito broncodilatador. O ajuste da terapêutica visa o uso das menores doses necessárias para a obtenção do controle da doença, com isso reduzindo o potencial de efeitos adversos e os custos. 

Como prevenir a asma?

A asma é uma inflamação dos brônquios sem uma causa aparente, mas é possível controlar as crises e até prevenir que elas aconteçam com algumas medidas simples.

  • Mantenha o ambiente limpo.
  • Evite acúmulo de sujeira ou poeira.
  • Tome sol. A vitamina D está relacionada a uma série de doenças do aparelho imunológico, como a asma.
  • Evite cheiros fortes.
  • Tome a vacina da gripe.
  • Não fume.
  • Se agasalhe, principalmente na época de frio.
  • Pratique atividades físicas regularmente.
  • Tenha alimentação saudável.
  • Beba bastante líquido (água).
  • Mantenha o peso ideal.

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Fatores de risco

Os fatores de risco podem ser divididos em ambientais e próprios do paciente, como é o caso dos aspectos genéticos, obesidade e sexo masculino (durante a infância).

Os fatores ambientais são representados pela exposição à poeira, infecções virais, alérgenos como ácaros, pólen, pelo de animais, fumaça de cigarro, irritantes químicos e poluição ambiental, mudanças climáticas, exercícios físicos vigorosos, estresse emocional e até mesmo alguns tipos de medicamentos.
Quando não houver como evitar a exposição, o paciente pode seguir alguns cuidados, como:

  • evitar atividades físicas ao ar livre, especialmente em dias frios;
  • evitar baixa umidade ou exposição em dias com muita poluição;
  • não fumar e evitar ambientes fechados com pessoas fumando.

Alguns estudos apontam que a redução de peso em pacientes obesos com asma demonstra melhora na função pulmonar, nos sintomas, morbidade e na condição de vida.

Crise de Asma: o que fazer (primeiros socorros)

Para aliviar as crises de asma, é importante que a pessoa fique calma e numa posição confortável e faça uso da bombinha. No entanto, quando a bombinha não está por perto, é recomendado que seja acionada ajuda médica e a pessoa permaneça calma e na mesma posição até que a respiração seja controlada e a ajuda médica chegue.

Para fazer os primeiros socorros adequados é recomendado que:

  1. Acalme a pessoa e ajude-a a sentar-se numa posição confortável;
  2. Peça para que a pessoa se incline ligeiramente para a frente, colocando os cotovelos repousados nas costas de uma cadeira, se possível, para facilitar a respiração;
  3. Verifique se a pessoa possui algum remédio para asma, ou bombinha, e dê o medicamento. Veja como aplicar uma bombinha de asma;
  4. Chame uma ambulância rapidamente, ligando para o 192, caso a pessoa deixe de respirar ou não possua uma bombinha por perto. 

No caso de a pessoa desmaiar e não estiver respirando, deve iniciar a massagem cardíaca para manter o coração funcionando e ajudar a salvar a vida. Veja como fazer corretamente a massagem cardíaca.

  • As crises de asma podem ser identificadas por meio de alguns sintomas, como intensa dificuldade para respirar e lábios roxos, podendo ser evitada por meio da alimentação, por exemplo.
  • Como Ajudar Alguém que Está Tendo um Ataque de Asma
  • Nos casos em que não existe uma bombinha de asma por perto, é aconselhado ficar parado na mesma posição até à chegada da ajuda médica, para que o corpo não gaste rapidamente o pouco oxigênio que está entrando nos pulmões.
  • Além disso, é recomendado afrouxar as roupas que poderiam causar obstrução da respiração, manter a calma e tentar respirar lentamente, inspirando pelo nariz e soltando pela boca até que a ajuda médica chegue.

Como evitar uma crise de asma

Para evitar as crises de asma é importante identificar quais os fatores que pioram os sintomas e depois tentar evitá-los durante o dia-a-dia. Alguns dos fatores mais comuns incluem poluição, alergias, ar frio, poeira, cheiros fortes ou fumaça. Veja outros truques fundamentais para evitar as crises.

Além disso, situações de resfriado, gripe ou sinusite, por exemplo, também podem causar o surgimento de sintomas mais intensos de asma, facilitando as crises.

Assim, é fundamental manter o tratamento indicado pelo médico mesmo quando os sintomas já não aparecem há muito tempo, pois ajudam a evitar o surgimento de novas crises. Uma boa dica é manter sempre uma “bombinha” extra por perto, mesmo que já não seja necessária, de forma a que possa ser utilizada em momentos de crise ou emergência.

O que comer

As crises de asma também podem ser evitadas através da alimentação, por meio do consumo de alimentos anti-inflamatórios que ajudam a controlar a inflamação do pulmão e aliviar os sintomas de asma. Confira no vídeo a seguir como deve ser a alimentação para a asma:

8 maneiras de controlar a asma

Quarta causa de internação hospitalar no Brasil, a asma atinge 20 milhões de brasileiros, entre crianças e adultos. Mas é possível que esse número seja bem maior, aponta uma pesquisa encomendada pela farmacêutica Boehringer Ingelheim do Brasil ao Ibope.

É que de 2 010 pessoas entrevistadas entre maio e junho de 2015, 44% disseram ter sintomas respiratórios, como tosse, chiado no peito e falta de ar – que podem ser sinais de doenças como asma, bronquite e doença pulmonar obstrutiva crônica (a DPOC).

Durante a investigação, 35% dos indivíduos disseram ter “asma” e 37% mencionaram a “bronquite crônica”.

A questão é que a bronquite é bem menos frequente e costuma dar as caras após anos de tabagismo. Logo, para o médico José Eduardo Delfini Cançado, professor da Santa Casa de São Paulo e diretor da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, que analisou os dados, é possível que, na verdade, essa parcela sofra mesmo é de asma.

Outro dado preocupante, agora do Instituto de Asma da Grã-Bretanha, é que nem metade dos portadores da doença reconhece a gravidade da condição – e um ataque de asma pode ser fatal. A boa notícia é que, de acordo com a pesquisa, 75% das internações de emergência seriam evitadas com atitudes simples no dia a dia. Conheça algumas e coloque-as em prática.

1. Pratique exercícios

Em um estudo conduzido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), 58 pessoas com a forma moderada ou grave da doença, na faixa dos 30 aos 50 anos, foram convidadas a caminhar em ritmo acelerado na esteira por 30 minutos, duas vezes por semana.

Ao final de três meses, os pesquisadores observaram uma redução nos sintomas e na gravidade do quadro — ou seja, os asmáticos ficaram mais dias livres de episódios de falta de ar. Além disso, tornaram-se mais tolerantes a fatores que irritam o sistema respiratório, como ácaro e fumaça.

Uma notícia e tanto se pensarmos que, às vezes, um mínimo contato já dispara o maior sufoco.

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2. Coma peixes, verduras e legumes

Depois de analisar mais de 32 mil voluntários, um estudo da Universidade do Porto, em solo português, identificou esses alimentos como aliados na prevenção das crises — e no descanso das bombinhas.

A razão por trás disso estaria na abundância de antioxidantes detectados nos vegetais, além do ômega-3, a gordura boa dos pescados.

Por outro lado, os estudiosos portugueses viram que exagerar na gordura saturada, no sal e no açúcar tornava a asma mais grave.

3. Invista em alimentos ricos em fibras

Pesquisadores do Hospital Universitário Lausanne, na Suíça, perceberam que doses caprichadas de fibras — como soja, grão-de-bico, ervilha, feijão-carioca, cereal à base de trigo — induzem a uma reação menos intensa aos alérgenos que provocam crises.

Tudo leva a crer que as fibras modificam a flora intestinal, culminando na multiplicação de bactérias boas. Essas, por sua vez, desempenham várias funções, como ajudar na formação de ácidos graxos capazes de reduzir processos inflamatórios.

O que resultaria, em última instância, em menos muco nas vias aéreas.

4. Deixe o cigarro de lado

Ele favorece inflamações nas vias respiratórias. Atenção: o fumo passivo também leva à piora dos sintomas. Ou seja, mesmo se o asmático não fumar, ele pode ser prejudicado pelo fumacê dos outros.

5. Cuidado com animais de estimação

Não é apenas o pelo do bicho que pode deflagrar o surto. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), a descamação natural da pele do animal, além de sua saliva e urina são capazes de atuar como gatilhos para a doença.

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6. Perca peso

Acredite: os quilos extras atrapalham quem tem a doença respiratória. Pesquisas mostraram que a leptina, hormônio conhecido por controlar a fome, também dilata as vias aéreas. Só que o excesso de gordurinhas pelo corpo faz com que essa substância não trabalhe direito.

7. Evite ficar em ambientes sujos, empoeirados e cheios de ácaros

Esses bichinhos microscópicos e seus excrementos pioram a asma e a inflamação dos brônquios, segundo a SBPT. Eles também são encontrados em locais como colchões, travesseiros, carpetes, bichos de pelúcia, estantes e papéis, de acordo com informações da SBPT.

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8. Previna infecções virais

Elas podem causar sintomas de asma. Por isso, proteja-se da gripe e do resfriado comum.

E não se esqueça: existem medicamentos para aplacar os sintomas e trazer maior qualidade de vida para os pacientes. O tratamento é distribuído gratuitamente aos usuários pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Para ter acesso aos remédios, é necessário apresentar um documento de identidade com foto, o CPF e uma receita médica dentro do prazo de validade (120 dias) — a receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico da rede privada.

Ataque de asma: o que fazer e como ajudar em casos de emergência

Umas das situações mais estressantes para uma família é o ataque de asma em uma criança. Sendo uma doença que não tem cura, o problema atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e é a quarta causa de internações nos hospitais.

Os primeiros socorros são fundamentais para acalmar o asmático e ajudar a normalizar o quadro. Inclusive, as ações iniciais tomadas logo após uma crise, em muitos casos, são suficientes para que a pessoa melhore e fique estabilizada.

Neste post, vamos ensinar o que você deve fazer ao presenciar um ataque de asma, mostrar a importância dos inaladores, falar sobre a doença no Brasil, as complicações e como preveni-la. Boa leitura!

Aprenda o que fazer em caso de ataque de asma

A primeira dica pode parecer inviável, mas é preciso se esforçar para colocá-la em prática. Mantenha a calma, pois se você estiver nervoso dificilmente vai conseguir ajudar quem está na mesma condição. Seria como alguém que não sabe nadar tentando salvar um familiar que esteja se afogando. Ambos, certamente, enfrentarão problemas.

Portanto, acalme o asmático, mantenha-o em uma posição confortável e ofereça um pouco de água. Nesse momento, tenha cuidado. Tem que ser em pequenos goles para evitar possíveis engasgos.

Incline ligeiramente a pessoa, se for preciso, deixando os cotovelos repousados em uma cadeira. Trata-se de uma ação que objetiva a melhoria da respiração. Vá conversando e acalmando a criança ou adulto.

Em seguida, faça uma inalação com os medicamentos próprios para asma, dê a bombinha e fique ao lado de quem sofreu a crise. O acompanhamento é essencial para evitar possíveis contratempos que possam piorar a situação.

Caso essas ações não amenizem o quadro, a orientação é procurar o hospital mais próximo. Isso porque a crise é perigosa e pode despertar outros problemas, inclusive uma parada cardíaca.

Se você estiver com alguém na rua e a situação se apresentar, siga essas dicas:

  • faça de tudo para controlar a angústia e a ansiedade da pessoa, transmitindo palavras positivas e com calma;
  • procure um local arejado e que não contenha pó, cheiros ou fumaça no ar;
  • informe rapidamente à família, caso seja um amigo ou conhecido;
  • dê água em pequenos goles;
  • procure a bombinha;
  • ligue para uma ambulância, se não houver melhora no quadro.

Veja a importância dos inaladores

Quem tem asma não pode se descuidar. Um dos procedimentos básicos é sempre contar com as bombinhas e inaladores. Tem que levar, seja para onde for.

Isso porque quando uma crise acontece dentro do lar, em um sítio ou em uma casa de praia é extremamente importante a família sempre estar acompanhada dos aparelhos, pois eles vão garantir um alívio frente à crise.

No caso dos inaladores, são importantíssimos porque auxiliam na absorção dos principais medicamentos que combatem as crises, os quais devem ser indicados por um profissional especializado. Portanto, é fundamental você sempre buscar auxílio médico.

Além disso, ajudam na melhora da respiração em qualquer momento, sendo bem úteis no tratamento da asma, amenizando os sintomas que podem se agravar, caso não sejam devidamente combatidos.

Conheça a realidade da asma no Brasil

A asma é uma doença crônica (sem cura) que inflama os brônquios pulmonares, causando, ainda, chiado e aperto no peito. Como a medicina ainda não descobriu uma cura para o problema, quem é asmático não pode se descuidar quanto aos procedimentos para combater as crises.

São 20 milhões de casos existentes no Brasil, com um registro anual de duas mil mortes em razão de complicações, sempre advindas após um ataque de asma. A informação é do Datasus. Trata-se de um quadro alarmante que requer cuidados especiais tanto por quem tem a doença quanto dos seus familiares. Contar com os inaladores é essencial.

Somente nos hospitais, pelo menos 350 mil internações são registradas anualmente no país em razão de crises mais graves. A situação é delicada e merece mais investimentos, além de atenção redobrada por parte dos asmáticos.

Saiba quais são as complicações da asma

Basicamente, quem sofre de asma tem uma respiração rápida e curta, desconforto no tórax e ansiedade. São sintomas que se agravam ao longo de um ataque. No entanto, além desses problemas, os asmáticos ainda convivem com várias complicações no dia a dia, inclusive, tendo algumas limitações. Entre elas, podemos citar:

  • queda na capacidade de se exercitar;
  • fôlego ofegante ao longo de várias atividades;
  • complicações recorrentes nos pulmões;
  • tosse constante;
  • dificuldade na respiração;
  • necessidade de internação em crises graves;
  • efeitos colaterais de alguns medicamentos;
  • morte.

Descubra como prevenir a asma

Apesar de não ter uma causa comprovada pela ciência, existem alguns indicativos que auxiliam na prevenção da asma. Entre eles, podemos citar a questão de higiene. É muito importante sempre manter os ambientes limpos, evitando o acúmulo de sujeira ou poeira.

Outra atitude recomendada pelos especialistas é sempre tomar sol na medida moderada e em horários corretos. Isso porque a vitamina D combate várias doenças que atingem a imunidade — e ela está presente nos raios solares.

Da mesma forma, é importante manter-se sempre agasalhado em dias frios ou nas manhãs que estejam com neblina ou sereno. Além disso, o estilo de vida também influencia. Portanto, priorize alimentos saudáveis e beba muito líquido. Água é essencial.

Faça atividades físicas, sempre com a indicação de um profissional e de forma moderada, não fume e mantenha o peso ideal. Assim, certamente você evitará que o ataque de asma seja uma constante em sua vida.

Fatores de risco

Quem é asmático também precisa ficar atento aos fatores de risco. Eles podem ser ambientais e oriundos dos hábitos do paciente ou, ainda, genéticos.

No caso dos ambientais, podemos citar a exposição à poeira, infecções virais, alergias, como de pelos de animais ou ácaros, fumaça de cigarro, poluição ou até mesmo mudanças climáticas bruscas.

O estresse emocional também contribui para piorar o quadro de quem tem a doença, inclusive, podendo ser a causa de um ataque de asma.

A obesidade é outro fator de risco que precisa que ser combatido. Assim, nada melhor do que praticar atividades físicas de forma moderada, sempre contando com uma avaliação médica antes de iniciar os exercícios.

Seguindo as nossas dicas, certamente você viverá melhor, evitando o ataque de asma. Lembre-se, porém, de ficar sempre de olho em possíveis sinalizadores que possam culminar em uma crise e solicitar uma ambulância rapidamente no 192, caso os primeiros socorros não surtam efeito.

Este post foi útil para você? Que tal aproveitar a visita ao blog para se informar mais? Entenda tudo sobre as principais doenças respiratórias e como se livrar das crises!

Asma e Exercícios

  • American Thoracic Society
    Série de Informações ao Paciente – Asma
  • A relação da Asma com  atividade física  em crianças e adultos.
  • O exercício é  bom para TODOS  e também para você.

O exercício físico regular é parte de um estilo de vida saudável.

Mas, o exercício físico pode desencadear  os sintomas da asma. Devemos evitar os fatores desencadeantes da asma, porém o  exercício é bom para você e não deve ser evitado.  Você não deve limitar sua atividade física quando a asma está bem controlada.

Ao consultar seu médico, você poderá fazer um plano que permitirá a você sentir-se bem e participar de todas atividades diárias bem como praticar exercício físico.

O que é a asma induzida por exercício?

A maioria das pessoas que têm asma mal controlada, terá sintomas durante o  exercício. Algumas pessoas podem ter sintomas de asma somente durante a atividade física, esta forma de asma é chamada de asma induzida por exercício (ou AIE).

Os sintomas comuns da asma que podem ocorrer também durante o exercício são tosse, chiado, falta de ar, dor ou aperto no peito, e cansaço.

Esses sintomas da asma podem ocorrer durante atividade física vigorosa, mas geralmente começam 5-10 minutos depois de parar a atividade. Por vezes, os sintomas da asma podem voltar horas mais tarde.

Se o exercício leva a sintomas da asma ou não, vai depender  de seu condicionamento físico, da intensidade da atividade e do ambiente em que você se exercita.

Esportes muito intensos, como natação, futebol e corrida de longa distância são mais susceptíveis a desencadear os sintomas de asma, mas nem sempre precisam ser evitados, pois  geralmente são de fácil controle.

O ambiente influencia o aparecimento destes sintomas. Por exemplo, uma pessoa pode respirar confortavelmente em ambientes fechados como uma quadra de basquete, mas vai ter sintomas de asma quando exercita-se em um campo gramado, climas frios ou secos.

Fatores desencadeadores podem ser um problema e sãos eles: temperatura e umidade climática, poluição do ar, pólens e fungos suspensos no  ar bem como vapores químicos dispersos , como aqueles encontradas em piscinas.

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Os fatores desencadeantes que afetam você podem ser diferentes daqueles que afetam outras pessoas.

(Am J Respir Crit Care Med Vol. 175, P5-P6, 2007. ATS Patient Education Series © 2007 American Thoracic Society )

  1. Como prevenir os problemas da asma com o Exercício?
  2. Para manter-se em boa forma física  quando se tem  asma, essas medidas podem ajudar: 1) identificar os fatores desencadeantes da sua asma, 2) ter disponível o  medicamento orientado pelo seu médico para uso antes do esforço, atividade física 3) fazer aquecimento antes do exercício, e 4) finalizar sua atividade com um exercício de relaxamento.
  3. Identifique os fatores desencadeadores da asma induzida por exercício.
  • Se o ar frio desencadeia  sua asma, você pode tentar usar lenço ou máscara sobre o nariz e a boca para aquecer o ar. Tente respirar pelo nariz durante o exercício.
  • Durante a primavera quando a quantidade de pólens está aumentada ou a precipitação de chuvas está muito baixa, tente evitar atividades ao ar livre.
  • Normalmente os níveis de poluição do ar estão mais elevados na metade ou final do dia. Quando esses níveis estão elevados, você deve evitar atividades ao ar livre.
  • Verifique as atualizações do Índice da Qualidade do Ar nos boletins meteorológicos no seu jornal local, televisão ou rádio.
  • Medicamentos preventivo da asma induzida pelo esforço.

Existem 2 tipos de medicamentos que podem ser dados antes do exercício para prevenir os sintomas da asma.

1) – Broncodilatadores (medicamentos que abrem as vias respiratórias, relaxando os músculos), classificados em de curta ou longa duração, ambos utilizados para a prevenção de sintomas induzidos por exercício.

Broncodilatadores de curta duração incluem o salbutamol, fenoterol e a terbutalina. Você deve usar o seu broncodilatador de curta duração de 15-30 minutos antes de começar a se exercitar e sua ação não dura mais do que 2-4 horas. Caso ainda persistam  os sintomas durante ou após o exercício, você poderá  usá-lo novamente como “medicamento de alívio”.

Broncodilatadores de longa duração incluem salmeterol e formoterol.  Se você for usar um  broncodilatador de longa duração, tome pelo menos uma hora antes do exercício, sua ação vai durar até 12 horas. Broncodilatador de longa duração não deve ser utilizado para alívio rápido dos sintomas, mas deve ser utilizado em conjunto com o  medicamento anti-inflamatório.

2) – Medicamentos antiasmáticos anti-inflamatórios (medicamentos utilizados para prevenir o inchaço das vias aéreas).

Estes incluem os corticosteróides inalatórios como a beclometasona, budesonida, fluticasona, mometasona, triancinolona e ciclesonida e os não-corticosteróides como o montelucaste.

Estes medicamentos são geralmente tomados em um horário regular para controlar a asma, e assim chamados “medicamentos de controle”.

Você pode  não sentir nenhuma melhora imediata ao usar estes medicamentos, pois eles necessitam de semanas para mostrar sua eficiência. Se você tiver sintomas frequentes de asma, mais de duas vezes por semana durante o dia ou mais de duas vezes ao mês durante a noite, você deveria conversar com seu médico sobre o uso de um medicamento preventivo.

Por que é importante fazer aquecimento e relaxamento para os exercícios?

Gastar 5 a 10 minutos para aquecimento antes do exercício,  pode ajudar a prevenir os sintomas da asma durante o exercício. Um exercício de aquecimento simples pode ser andar devagar e aumentar  lentamente a velocidade. Você também pode fazer polichinelos começando com os  braços e só então acrescentar o movimento de suas pernas.

O relaxamento por 5 a 10 minutos após o exercício pode  também a ajudar a prevenir os sintomas da asma. O relaxamento pode ser andar ou alongar-se.

O que fazer se os sintomas ocorrerem com o exercício?

Mesmo utilizando o  medicamento broncodilatador antes do exercício, os sintomas da asma podem aparecer. Se isto ocorrer,  você deve reduzir a intensidade de sua atividade física. Se mesmo assim, os sintomas persistirem, você  deverá utilizar   o medicamento de alívio rápido novamente,  por exemplo, salbutamol.

  • Se isto ocorre com você, não esqueça de informar a seu médico.
  • Buscando seu condicionamento físico!
  • Se você está acima do peso ou não faz exercícios físicos regularmente, você pode estar fora de forma.

Baixo condicionamento físico pode fazer uma pessoa sentir falta de ar e ser confundida, como portadora de asma de exercício.

A falta de preparo  físico faz qualquer atividade parecer mais difícil do que ele realmente é, e uma pessoa pode alcançar a fadiga mais facilmente. É preciso tempo e esforço para  entrar em forma.

Faça um plano para alcançar  um bom condicionamento físico, mas de forma gradual.

  1. Autores: Marianna Sockrider, MD, DrPH, Chris Garvey, FPN, MSN, MPA, Margie Haggerty APRN, AE-C, Bonnie Fahy RN, MN, Sue Lareau, RN, MS
  2. Informações adicionais:
  3. Nacional do Coração, Pulmão e Sangue, Asma e Atividade Física na Escola
    Centros para Controle e Prevenção de Doenças
    Calgary Região de Saúde ican – asma controle agora
    Academia Americana de Asma, Alergia e Imunologia
    asthma UK
  4. Etapas da ação
  • Faça um plano para ser saudável com  uma atividade física regular.
  • Converse com seu médico antes de iniciar um programa de exercícios para ter certeza de que você está saudável e seu plano de exercício é ideal para você.
  • Faça aquecimento antes de exercitar-se e um relaxamento após finalizá-lo.
  • Pergunte sobre o uso de medicamentos para ajudar a prevenir a falta de ar  durante o exercício.
  • Verifique as condições ambientais antes de iniciar o exercício.
  • Se você fuma, converse com seu médico sobre  as maneiras de abandonar o fumo.
  • Telefone do Consultório Médico

A ATS Patient Information Series é um serviço público da American Thoracic Society e seu jornal a AJRCCM (www.atsjournals.org).

A informação que aparece nesta série é apenas para fins educacionais e não deve ser usado como um substituto para o conselho médico de um prestador de cuidados de saúde pessoal.

Para mais informações sobre esta série, entre em contato J.Corn em [email protected] / www.thoracic.org.

Autores: Marianna Sockrider, MD, DrPH, Chris Garvey, FPN, MSN, MPA, Margie Haggerty APRN, AE-C, Bonnie Fahy RN, MN, Sue Lareau, RN, MS
Tradução: Dr. Paulo Kussek – Coordenador do Departamento de Pneumologia Pediátrica da SBPT

Especialistas dão dicas para respirar melhor e evitar crises de asma

Basta mudar a temperatura, o ar ficar mais poluído, subir a poeira do chão para atrapalhar a vida do asmático. A asma é uma doença crônica, não tem cura, mas pode ser controlada. O Bem Estar desta quinta-feira (10) mostrou os tratamentos e os hábitos que podem ajudar a controlar as crises. Participaram do programa o pneumologista Rafael Stelmach e o alergista José Carlos Perini.

Muitas pessoas acham que a asma desaparece na adolescência, mas isso não é verdade. Segundo o pneumologista, de cada quatro pessoas, uma pode ter a redução dos sintomas na adolescência. “As pessoas podem deixar de ter sintomas, mas a asma continuará lá. Outras pessoas podem ter asma depois de adulto”, completa Stelmach.

A asma é uma das principais causas de internação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, foram mais de 116 mil em 2014. “A asma mata, muito por causa do tratamento inadequado”, explica o alergista José Carlos Perini.

Pessoas que têm chiado no peito, falta de ar ou tosse frequente mais de uma vez por semana devem usar diariamente medicação com corticoide para combater a inflamação nos brônquios.

Eles são mais seguros do que os medicamentos aplicados via oral, na forma de xarope, gotas ou comprimidos e os efeitos colaterais são menores. O correto é usar o remédio de prevenção da asma para que as crises não aconteçam.

Tratamento Quando a crise aparece, há duas formas de aliviar os sintomas: usando broncodilatadores ou nebulização/inalação. Para prevenção, o ideal é usar as bombinhas de asma com corticoide. Os broncodilatadores dilatam os brônquios, mas a inflamação permanece. Já o corticoide vai ate o interior dos brônquios, age neles e destrói a inflamação.

Remédios Alguns remédios para o tratamento da asma são distribuídos de graça nas farmácias populares. Só que muita gente não conhece ou não usa direito. Em 2012, o governo passou a fornecer gratuitamente três medicamentos básicos para o tratamento da asma – os broncodilatadores brometo de ipratrópio, sulfato de salbutamol e o corticoide depropionato de beclometasona.

Para retirar o medicamento é preciso levar RG, CPF e uma receita de um médico ou do SUS. A receita precisa ter nome e endereço do paciente e tem validade de 120 dias.

Para alguns medicamentos é necessário comprar um inalador, que custa de R$ 100 a mais de R$ 200. O espaçador que ajuda as crianças a usar as bombinhas também precisa ser comprado. Vale lembrar também que não são todos os remédios para asma que são distribuídos gratuitamente.

Exercícios Aumentar a capacidade pulmonar, aprender a controlar a entrada e saída do ar é importante para qualquer um, principalmente para quem sofre de asma. Por isso, o asmático precisa encontrar a atividade física que faz bem.

“Os exercícios desinflamam os pulmões. Na medida que o indivíduo melhora sua capacidade física, ele faz menos esforço para ventilar e assim tem menos broncoespasmo. A somatória desses fatores faz com que o individuo melhore”, explica o médico e professor da USP Celso de Carvalho.

Pneumologista explica a diferença entre bronquite e asma; VEJA O VÍDEO

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