Como agir durante uma simulação de incêndio: 13 passos

Como Agir Durante uma Simulação de Incêndio: 13 Passos

1) NÃO FIQUE DE BOBEIRA
Se um incêndio começar na sua casa, saia o quanto antes. Muita gente fica presa e até morre porque não acredita que um pequeno foco pode se alastrar com rapidez. Se você mora em prédio, vá pelas escadas, fechando todas as portas que atravessar, para retardar a propagação das labaredas. Nunca use o elevador.

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2) UM TOQUE DE PRECAUÇÃO
Durante a fuga, antes de abrir qualquer porta, coloque a mão nela para sentir a temperatura. Se ela estiver quente, não abra. Se estiver fria, abra bem devagar, mantendo seu corpo protegido atrás da porta (e não diante da passagem). Se você sentir calor ou pressão vindo do outro cômodo, feche e procure outra rota.

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3) ONDE HÁ FUMAÇA…
Caso fique preso em um lugar com muita fumaça, respire pelo nariz, com fungadas rápidas. Se puder, molhe um pedaço de tecido (como uma camisa) e use-o como uma máscara, protegendo nariz e boca. Além disso, fique abaixado e rasteje para procurar uma saída, pois o ar é mais limpo junto ao chão.

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4) SEM SAÍDA
Se não der para sair, fique atrás de alguma porta, que pode servir como uma couraça. Você também pode procurar um local próximo de uma janela, onde o socorro pode chegar. Se possível, abra a janela na parte de cima, para o calor e a fumaça saírem, e na parte de baixo, por onde você conseguirá respirar.

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5) EM BUSCA DE SINAIS
Prédios comerciais são obrigados a sinalizar as saídas de emergência. Procure pelas lâmpadas de emergência – abaixo delas pode haver uma porta corta-fogo. Edifícios têm várias opções de salvamento, como hidrantes e chuveiros automáticos, então não se desespere e jamais pule pela janela.

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6) SIGA O MESTRE
Prédios residenciais e comerciais precisam ter uma brigada de incêndio: um grupo de moradores ou funcionários treinados para combater incêndios, evacuar ambientes e realizar primeiros socorros. Vários edifícios também contratam bombeiros civis, com treinamento semelhante ao do bombeiro militar. Siga a orientação dessas pessoas.

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7) COMO USAR UM EXTINTOR

  • Os extintores ficam em locais sinalizados, no piso ou a 1,6 m do chão. O suporte de parede é um gancho simples: para tirar o extintor, levante-o e puxe para a frente.
  • Mantenha o extintor sempre na posição vertical e confira a compatibilidade dele com o tipo de fogo. Gire a trava para romper o lacre de plástico.
  • Depois, puxe esse pino para destravar a alavanca. Aponte a mangueira para o fogo e aperte o gatilho.
  • Se o incêndio for em material sólido, como madeira ou tecido, mire o jato na base do fogo. Em líquidos inflamáveis ou equipamento elétrico, use o jato para envolver as chamas.

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  • TIPOS DE EXTINTOR

    A) Conteúdo: Água pressurizada
    Este extintor é indicado para incêndios em materiais sólidos, como madeira ou papel, que queimam na superfície e no interior. A água extingue o fogopor resfriamento e abafamento
  • B) Conteúdo: Pó químico seco
    Usado em líquidos inflamáveis (como gasolina), que queimam só na superfície. Ou em materiais sólidos e equipamentos com energia elétrica
  • C) Conteúdo: Gás carbônico (CO2)
    Para apagar fogo em equipamentos energizados. Também pode ser usado em fogo das classes A e B, mas sem grande eficácia, pois o gás se dispersa rapidamente
  • ABC) Conteúdo: Pó químico seco
    O mais moderno do mercado, indicado para todas as classes de incêndio (A, B ou C), exceto em produtos químicos. É o modelo presente nos carros fabricados a partir de 2010

D) Conteúdo: Pó químico
Utilizado em químicos inflamáveis, como alumínio em pó e magnésio. Nesses casos, água ou CO2 causariam reações violentas nas chamas.

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FONTES Escola Superior de Bombeiros de São Paulo e Corpo de Bombeiros de São Paulo e do Distrito Federal; sites Pierce, E-One, Magirus, Iturri, Iveco e Holmatro

CONSULTORIA Capitão Diógenes Martins Munhoz, tenente Diego Assunção Verde, sargento Hélio Pires Braz Filho, Marco Mello, diretor da Iveco para veículos de combate a incêndio, e Cassio Rockenbach, gerente comercial da Mitren

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  • CORPO DE BOMBEIRO
  • Cotidiano
  • extintor
  • incêndio
  • infográfico

Curso de Brigada de Incêndio NR 23 Instrução Técnica CBM

Detalhes

Treinamentos Segurança do Trabalho

Como Agir Durante uma Simulação de Incêndio: 13 Passos

Curso de Brigada de Incêndio NR 23 Instrução Técnica CBM – Veja abaixo os detalhes tais como, normas, objetivos, conteúdo programático e publico alvo.

REFERÊNCIAS NORMATIVAS:

CURSO DE COMBATE A INCÊNDIO NR 23 está amparado pela Lei federal nº 6514/77, da Portaria nº 3214/78 através da NR 23; NBR 14276/2006 da ABNT;  e Decreto Lei Estadual nº 56.819/11 através da IT 17 do Corpo de Bombeiros.

  • CURSO DE COMBATE A INCÊNDIO NR 23 estabelecem os procedimentos que todas as empresas devem possuir para a correta proteção contra incêndio, saídas de emergência para os trabalhadores, equipamentos suficientes para combater o fogo e pessoal treinado no uso correto.
  • OBJETIVO DO CURSO:
  • TREINAMENTO DE COMBATE A INCÊNDIO NR 23 consiste em preparar pessoas para atuarem em situações emergenciais, transmitir aos participantes, informações teóricas e práticas dos princípios básicos de prevenção e combate a incêndios, bem como estabelecer um padrão de comportamento visando uma atitude adequada, rápida, segura e isenta de pânico em situações de emergência.
  • Operar equipamentos de combate a incêndios, auxiliando no plano de abandono, identificando produtos perigosos e reconhecendo seus riscos ou prestando os primeiros socorros, visando preservar a vida e o patrimônio.
  • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CURSO DE COMBATE A INCÊNDIO NR 23:
  • Introdução;Legislação pertinente;
  • Teoria do fogo;
  • Meios de propagação do fogo;
  • Classificação do fogo;
  • Equipamentos de combate ao fogo;
  • Técnicas de combate ao fogo;
  • Abandono de área;
  • Técnicas de prevenção de incêndios;
  • Reconhecimento, utilização de extintores de incêndios e hidrantes;
  • Procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança;
  • Análise primária;
  • Manobras de reanimação;
  • Ferimentos e hemorragias;
  • Fraturas e imobilização;
  • Queimaduras;
  • Emergências clínicas;
  • Realização de manobras de reanimação cardíaca em manequim de treinamento.

OBS: Demais conteúdo poderão ser adicionados conforme normas e variação de treinamentos

CURSO DE COMBATE A INCÊNDIO NR 23 – Público-alvo

Pessoas que atuam nas mais diversas empresas e funções, que se interessem em fazer parte de uma brigada de incêndio.

CARGA HORÁRIA:Básico: 4 horas.Intermediário: 8 horas.

Avançado: 24 horas.

  1. EPI:Capacete, óculos e luvas, exceto calçados.
  2. ATESTADO E CERTIFICADO:Individual e para a empresa.

VOCÊ SABIA 

Simulação de emergência na empresa: como fazer e conceitos básicos

Qualquer falha de segurança em empresas pode acarretar prejuízo de difícil ou impossível reparação. Com o objetivo de evitar esse problema, deve ser realizada a simulação de emergência na empresa.

Trata-se de um procedimento obrigatório por lei, que visa a reduzir os danos causados em um eventual acidente. Mas, de modo que seja possível avaliar se o procedimento adotado é seguro e eficaz, todo o processo deve seguir um rito planejado e supervisionado.

Com o intuito de educar o leitor quanto a este assunto, trazemos este guia que ensinará, de forma rápida e informativa, como realizar uma simulação, qual a sua importância, como analisá-la e, no fim, daremos diversas dicas de segurança. Acompanhe!

O que é uma simulação de emergência na empresa?

Consiste em um treinamento que simula, de forma realista, uma situação de risco na empresa, fazendo com que todos funcionários sigam os mesmos passos — que devem ser seguidos em um caso real.

Todas as instruções são designadas pelos responsáveis pela segurança predial. Deve-se utilizar as saídas de emergência e equipamentos de segurança disponíveis, verificando suas utilidades e funcionamentos.

Para os colaboradores, também é essencial entender quais são os conceitos básicos das terminologias utilizadas ao tratar do tema.

No que consistem situações emergenciais?

As definições estão discriminadas na ABNT NBR (norma brasileira) nº 15.219:2005, principal norma que dispõe sobre o assunto — mais especificamente, ela trata de planos de emergência contra incêndios. Quanto à emergência, a norma a conceitua como:

“situação crítica e fortuita que representa perigo à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio, gerando um dano continuado que obriga a uma imediata intervenção operacional”.

O mesmo texto legal dispõe classificações para o risco, que variam de acordo com a intensidade do incêndio que pode ser causado. Confira-as abaixo:

  • risco alto: planta com carga de incêndio acima de 1.200 MJ/m²;
  • risco médio: planta com carga de incêndio entre 300 e 1.200 MJ/m²;
  • risco baixo: planta com carga de incêndio até 300 MJ/m².

Em quais segmentos é viável aplicar?

A NBR nº 15.219/05 afirma que o plano emergencial deve ser elaborado em qualquer planta. Só não há necessidade de se aplicá-lo em plantas destinadas às residências unifamiliares, ou seja, propriedade destinada a uma única família.

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A simulação deve ser aplicada em todos os segmentos e setores da companhia —afinal, é importante prevenir o máximo de perdas possível.

Qual é a importância dos simulados?

Com o objetivo de prevenir riscos e que mais danos sejam causados à edificação, os exercícios são essenciais de modo a manter a ordem e reduzir os prejuízos em eventuais acidentes.

Todos os ocupantes do prédio devem ser treinados. Assim, em caso de perigo real, os envolvidos não ficarão perdidos ou atuarão com desespero, pois saberão para onde ir e como agir.

Afinal, o objetivo primordial das simulações é resguardar o bem mais precioso de cada indivíduo: a vida.

Como posso fazer uma simulação?

Há diversas legislações que dispõem sobre a realização das simulações de forma específica, mas possuem aplicação apenas estadual, como a Instrução Técnica 16 de 2011, expedida pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo.

A ABNT NBR nº 15.219:2005, é uma norma aplicada em todo território nacional. Além disso, ela é utilizada de forma a preencher todas as lacunas existentes nas instruções estaduais.

O texto dispõe sobre os requisitos mínimos para elaboração, realização manutenção e análise dos planos emergenciais contra incêndios. Para facilitar, estruturamos um passo a passo que traz todo o procedimento, de forma fácil e resumida. Confira:

Necessidade de divulgação

Primeiramente, deve-se informar todos os envolvidos quanto à existência do plano de emergência e, após, distribuir um manual básico sobre como agir durante sua execução.

Quanto aos visitantes sem acesso diário ao estabelecimento, devem ser notificados do projeto por meio panfletos, vídeos e outros meios educativos.

Período em que deve ser realizado

O prazo máximo para realização das simulações varia de acordo com a parcialidade do treinamento e a intensidade do risco simulado (alto, médio ou baixo). Confira abaixo os períodos mínimos que devem obedecidos para a realização das simulações:

  • risco médio ou baixo: período de seis meses para simulados parciais e 12 meses para completos;
  • risco alto: período de três meses para os parciais e seis para os completos.

Procedimento básico

Há uma série de passos que devem ser seguidos ao se realizar o treinamento. Veja em uma ordem lógica e de fácil entendimento a seguir:

Ao identificar a situação de perigo, alerte todos os ocupantes e acione os sinalizadores disponíveis no prédio. Analise a situação com cautela e confira os passos descritos no manual para planos emergenciais.

O Corpo de Bombeiros e outros órgãos — como a Polícia Militar — devem ser acionados imediatamente. Informe-os o endereço do local, nome do edifício e demais informações necessárias.

Caso haja vítimas, preste os primeiros socorros básicos ou peça a que alguém os faça até a chegada de um especialista.

Com o intuito de evitar que a situação se agrave, corte as fontes de energia e feche válvulas de tubulação e gás. Abandone a área e conduza todas as pessoas a um ponto seguro.

Após, isole fisicamente a área de forma a garantir que pessoas não autorizadas adentrem ao local. Se possível, confine e combata o incêndio com extintores até que profissionais cheguem ao local.

Revisão do plano de emergência

Após a realização do exercício, os responsáveis devem se reunir para avaliar sua eficácia, elaborando uma ata que conste, nos termos da NBR nº 15.219:2005:

  • data e horário do evento;
  • tempo gasto no abandono;
  • tempo gasto no retorno;
  • tempo gasto no atendimento de primeiros socorros;
  • atuação dos profissionais envolvidos;
  • comportamento da população;
  • participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada;
  • ajuda externa (por exemplo: PAM — Plano de Auxílio Mútuo etc.);
  • falhas de equipamentos;
  • falhas operacionais;
  • demais problemas levantados na reunião.

Quais são as boas práticas de uma empresa?

Além de realizar as simulações conforme a norma, a empresa pode tomar algumas providências que reduzirão ainda mais os danos causados.

Uma dessas medidas é manter os equipamentos de segurança funcionais e de fácil acesso. Os itens essenciais para amenizar os danos são:

  • extintores e mangueiras de incêndio;
  • detector e alarme de incêndio;
  • iluminação de emergência;
  • portas corta-fogo;
  • sinalização;
  • bombas hidráulicas.

Mantenha saídas com fácil acesso a deficientes físicos — eles necessitam de atenção especial principalmente em casos emergenciais.

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Além disso, é recomendável que a empresa realize uma investigação, levantando possíveis causas do acidente e tome as ações necessárias a preveni-las no futuro.

Com este post, pode-se concluir que fazer a simulação de emergência na empresa não é difícil, basta seguir os passos descritos neste guia. Ao fazê-lo, você poderá trabalhar com tranquilidade, pois saberá que todos estarão mais seguros e que as perdas patrimoniais serão mínimas.

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TRAGÉDIA ANUNCIADA: UNA Divinópolis realiza simulado de incêndio fora dos procedimentos básicos (veja vídeo) – DiviNews.com

quarta-feira, 9 de outubro de 2019, 10:28
– Atualizado ( quarta-feira, 9 de outubro de 2019, 11:19 )

Publicado por: Divinews

O Divinews ainda tenta apurar oficialmente junto ao comando do Corpo de Bombeiros de Divinópolis, se de fato eles foram comunicados previamente, e se o simulado de incêndio realizado pela UNA na noite desta última terça-feira (08), que foi um verdadeiro caos, criando perigo para os alunos e mesmo para as imediações,  seguiu o que preconizado na norma nacional a ABNT NBR 15.219/2005 – Existem diversas legislações que dispõem sobre a realização de simulações, porém todas devem seguir o escopo básico do âmbito federal – Pelas imagens dos vários vídeos enviados por alunos. O simulado serviu para demonstrar que em uma situação real, seria uma tragédia – Neste momento (10h) ocorre uma reunião interna no Corpo de Bombeiros de Divinópolis que está sendo discutido o assunto – A Prefeitura de Divinópolis precisa se pronunciar quanto a concessão de alvará para o estabelecimento de um curso em um prédio que inicialmente foi projetado para ser um conjunto de salas e não com capacidade para abrigar mais de 2 mil alunos. Com a discussão e aprovação da Mobilidade Urbana, nesta última terça-feira (09) na Câmara, a Secretaria de Meio Ambiente e Politica de Mobilidade Urbana, que é afeta à área também precisa se manifestar a respeito. 

  • Necessidade de divulgação
  • Primeiramente, deve-se informar todos os envolvidos quanto à existência do plano de emergência e, após, distribuir um manual básico sobre como agir durante sua execução – Quanto aos visitantes sem acesso diário ao estabelecimento, devem ser notificados do projeto por meio panfletos, vídeos e outros meios educativos.
  • Período em que deve ser realizado
  • O prazo máximo para realização das simulações varia de acordo com a parcialidade do treinamento e a intensidade do risco simulado (alto, médio ou baixo). Confira abaixo os períodos mínimos que devem obedecidos para a realização das simulações:
  • risco médio ou baixo: período de seis meses para simulados parciais e 12 meses para completos;
  • risco alto: período de três meses para os parciais e seis para os completos.

Procedimento básico

Há uma série de passos que devem ser seguidos ao se realizar o treinamento. Veja em uma ordem lógica e de fácil entendimento a seguir:

Ao identificar a situação de perigo, alerte todos os ocupantes e acione os sinalizadores disponíveis no prédio. Analise a situação com cautela e confira os passos descritos no manual para planos emergenciais.

O Corpo de Bombeiros e outros órgãos — como a Polícia Militar — devem ser acionados imediatamente. Informe-os o endereço do local, nome do edifício e demais informações necessárias.

Caso haja vítimas, preste os primeiros socorros básicos ou peça a que alguém os faça até a chegada de um especialista.

Com o intuito de evitar que a situação se agrave, corte as fontes de energia e feche válvulas de tubulação e gás. Abandone a área e conduza todas as pessoas a um ponto seguro.

Após, isole fisicamente a área de forma a garantir que pessoas não autorizadas adentrem ao local. Se possível, confine e combata o incêndio com extintores até que profissionais cheguem ao local.

Revisão do plano de emergência

Após a realização do exercício, os responsáveis devem se reunir para avaliar sua eficácia, elaborando uma ata que conste, nos termos da NBR nº 15.219:2005:

  • Data e horário do evento;
  • Tempo gasto no abandono;
  • Tempo gasto no retorno;
  • Tempo gasto no atendimento de primeiros socorros;
  • Atuação dos profissionais envolvidos;
  • Comportamento da população;
  • Participação do Corpo de Bombeiros e tempo gasto para sua chegada;
  • Ajuda externa (por exemplo: PAM — Plano de Auxílio Mútuo etc.);
  • Falhas de equipamentos;
  • Falhas operacionais;
  • Se mais problemas levantados na reunião.

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