Como agir de forma feliz: 15 passos (com imagens)

  • Reconhecer que estamos entrando em depressão é desafiador, já que muitos sintomas dessa doença, tida como uma das mais incapacitantes do mundo pela OMS (Organização Mundial de Saúde) são confundidos com uma persistente tristeza.
  • O autodiagnóstico, entretanto, é um primeiro passo fundamental, já que é a partir dele que compreendemos o quanto necessitamos do apoio dos entes queridos e de orientação psicológica para tratar o distúrbio.
  • Quer saber como descobrir se você está entrando em depressão? Então confira os 9 sinais que separamos para você entender definitivamente tudo por trás dessa doença:

Conhecendo a depressão – Será que estou entrando em depressão?

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Só no Brasil, cerca de 17 milhões de pessoas estão com depressão, cuja origem habita em alterações nos neurotransmissores do cérebro (como a serotonina, a noradrenalina e a dopamina), mas também em diferentes situações, tais como:

  • Frustrações (dependência financeira, desemprego desilusões e etc.);
  • Fatores genéticos;
  • Traumas (como acidentes ou o falecimento de um amigo ou familiar);
  • Abuso de substâncias (bebidas alcoólicas, remédios e drogas ilícitas);
  • Efeito colateral de medicamentos.

Tudo isso pode gerar um quadro debilitante e difícil de se livrar sem ajuda. Por isso, aprenda a identificar os sinais de que você está entrando em depressão:

1. Cansaço constante e indisposição frequente

É difícil lidarmos com a própria motivação se a rotina em si é baseada em eventos estressantes, mas a depressão torna até mesmo atividades prazerosas em algo banal.

Com isso, as atividades são substituídas por períodos de inatividade e o isolamento se torna a melhor companhia. Caso não haja uma explicação para essa transformação no comportamento, convém buscar orientação psicológica para compreender a mudança.

Como Agir de Forma Feliz: 15 Passos (com Imagens)

2. Sensação contínua de tristeza

O que difere a tristeza habitual da depressão, segundo especialistas, são a frequência e a intensidade do sentimento: caso ela persista por mais de 15 dias, sem intervalos, é possível que a melancolia tenha um diagnóstico.

No entanto, é necessário investigar a origem desse desamparo. Primeiramente, um diálogo aberto com pessoas de confiança pode facilitar a busca por uma explicação, mas o diagnóstico e ajuda psicológica são mais que fundamentais nesse processo.

A mudança de humor, não só a tristeza, mas também aquela irritabilidade constante, onde tudo se torna motivo de aborrecimento e de reações às vezes agressivas pode ser um sinal que merece atenção.

3. Alterações no apetite e no sono

Dormir demais (ou muito pouco) e sentir nenhuma (ou muita fome) são quadros sintomáticos comuns na pessoa deprimida.

É importante se atentar se existe algum motivo revelador por trás disso — transtornos como a ansiedade, por exemplo, podem alterar a qualidade do apetite e do sono — ou se essas dificuldades surgiram junto aos outros sinais que apontamos aqui.

4. Dores pelo corpo

Além dos sinais psicológicos, a depressão ataca, indiretamente, o corpo, que reflete a angústia generalizada em dores ou disfunções, como:

  • Tensão acumulada nos músculos, ombros e pescoço;
  • Cólica, diarreia ou azia;
  • Pressão no peito;
  • Dores de cabeça.

Por ter relação indireta com a doença, muitos ignoram os sintomas físicos, quando, na verdade, eles podem nos ajudar no diagnóstico.

5. Redução da capacidade de experimentar o prazer

Aos poucos vai sumindo o interesse pelas atividades, inclusive por coisas que a pessoa gostava. Tudo vai se tornando sem gosto, sem prazer, chegando a perda do interesse por qualquer atividade prazerosa, inclusive a atividade sexual. 

6. Isolamento social

Uma luzinha vermelha se acende quando aos poucos você percebe que não tem vontade de participar das reuniões de família, das atividades sociais, do convívio familiar até com as pessoas mais próximas criando uma vida solitária, com contatos sociais cada vez mais restritos.

E uma vida solitária vai se instalando, podendo chegar ao ponto de não sair mais de casa.

7. Falta de concentração e dificuldade de tomar decisões.

Aquela sensação de cabeça vazia, com dificuldade de concentrar-se, de indecisão, de prestar atenção. Às vezes, os próprios pensamentos se tornam confusos dificultando a tomada de decisões diante das situações.

Se torna um sobre-esforço para conseguir dar conta de suas atividades cotidianas e por isso as coisas vão ficando para outra hora, e tudo vai ficando para depois, o que deixa a pessoa ainda mais desanimada.  

8. Sentimentos de culpa e perda da autoestima

Outro sinal de alerta da depressão é aquela vozinha negativa sobre você mesmo, de se sentir menos importante, de se sentir incapaz e inútil.

Aquela sensação de que a “vida está sem sentido”, de que ninguém se importa com você ou de se sentir um “peso na vida dos outros” e de que tudo que “dá errado é por sua culpa”.

Como é feito o diagnóstico

Existem dezenas de sintomas que ajudam a reconhecer a doença, mas, em geral, especialistas apontam que o quadro depressivo é melhor identificado quando há a presença de pelo menos 5 deles — sendo que nem sempre todos os sinais se revelam.

Por exemplo: nem todos sofrerão de azia, como um sintoma relacionado à depressão.

É por isso que o autoconhecimento é crucial para saber se estamos entrando em depressão. Identificar a súbita mudança comportamental é significativo para buscar ajuda. Nesse processo, o auxílio de um psicólogo é muito importante para a descoberta e a prescrição de um tratamento adequado.

Não seja refém das emoções

Aprender a se conhecer, a perceber os gatilhos mentais que causam essas mudanças no próprio comportamento é um processo importante para que a pessoa não seja refém de suas próprias emoções, mas aprenda a lidar e enfrentar os desafios cotidianos de forma assertiva.  

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Vale ressaltar que ignorar os sintomas — e a doença em si — não vai fazê-los desaparecer. Pelo contrário: há grandes chances de agravar o quadro, levando a problemas graves, como a depressão crônica e o aprofundamento da tristeza – que por sua vez pode aumentar o desamparo, desenvolver pensamentos mórbidos e levar até mesmo ao suicídio.

Depressão pode acontecer com qualquer pessoa

Embora exista fatores de risco determinantes, a depressão pode acometer qualquer pessoa em qualquer idade, e por isso você não deve ter nenhum receio para se sentir culpado e não buscar ajuda caso perceba esses sintomas.

Prevenir é cuidar da saúde mental

  1. Importante saber que a depressão é uma doença que tem cura como qualquer doença, a prevenção ainda é o melhor remédio.
  2. Quando diagnosticada e acompanhada de forma correta evita-se inúmeros prejuízos decorrentes da condição incapacitante que o transtorno depressivo pode trazer a própria pessoa e ao seu convívio social.
  3. O cuidado com a saúde mental é fundamental nesse processo de prevenção da depressão.
  4. Se você acha que está entrando em depressão, ou percebe que pessoas do seu círculo familiar apresenta esses sintomas assine a nossa newsletter e conheça mais sobre esse distúrbio e as múltiplas formas de encarar essa e outras doenças!
  5. Como Agir de Forma Feliz: 15 Passos (com Imagens)

Como Agir de Forma Feliz: 15 Passos (com Imagens) Ana Vilma Fernandes MoreiraSentir-se escutado e compreendido profundamente é uma necessidade do ser humano.Recorrer a um profissional que nos ajude a nos escutar e nos compreender é um investimento em nossa própria saúde mental, física e psicológica. É nesta perspectiva que a psicóloga Ana Vilma Fernandes Moreira, CRP 04/31454 trabalha, acreditando no potencial de superação que cada ser humano carrega dentro de si. Acolhimento, respeito, consideração positiva incondicional, escuta empática, ética e sigilo profissional são pilares que orientam o seu trabalho para ajudar as pessoas no seus momentos de dificuldades e buscas de crescimento pessoal. Ana Vilma Fernandes Moreira atua com atendimento individual de crianças, adolescentes, adultos e idosos e também terapia em grupo. Ministra palestras e orientação de pais em escolas. Como Agir de Forma Feliz: 15 Passos (com Imagens)

5 passos para o Diagnóstico do Autismo

Uma das medidas mais importantes na condução e na observação de crianças é interpretar como vai seu desenvolvimento e seu comportamento. Detectar desde cedo problemas ou anormalidades pode ser decisivo para seu futuro, especialmente no que tange sua vida afetiva, social e escolar.

No Autismo ou nos Transtornos do Espectro Autista esta lógica não é diferente.

Infelizmente, o Autismo não tem “cara”, forma física, sinais na pele ou no rosto da criança e não aparece em exames de imagem ou de sangue… Esta condição só pode ser identificada por meio de observação do comportamento da criança e por informações coletadas por meio de relatos de seus cuidadores, até que se preencham os critérios necessários para se confirmá-lo ou descartá-lo.

Desta forma, é muito importante saber quais passos tomar para descobrir se uma criança tem Autismo ou não. Cinco passos são indicados como caminho e diretriz para se chegar ao diagnóstico adequado:

1) Entrevista detalhada com os pais/cuidadores

Colher informações sobre o comportamento social e como se comunica socialmente a criança, além de verificar se ela apresenta atitudes e intenções repetitivas e fora do contexto, é essencial! Nessa entrevista, é importante que quem a conduz conheça os sinais e sintomas de Autismo e seus aspectos clínicos mais sugestivos. Muitas vezes, os pais não sabem relatar direito ou não se lembram ou ainda querem verificar mais. Neste caso, acione os passos 2 e 3.

2) Reunir fotos e vídeos

Muitas vezes, na entrevista, as informações são frágeis e pouco definidas. Neste caso, pode-se investigar observando diretamente a criança por meio de vídeos e fotos em plena atividade compartilhada com os amiguinhos ou com a família; ou o profissional pode também visitar a escola para ver a criança diretamente em ambiente social e lúdico.

3) Depoimentos de profissionais e escolas

A visão e a análise de profissionais que lidam com crianças podem ser decisivos para um maior e mais amplo esclarecimento acerca de seu comportamento.

Devido ao maior preparo profissional e por estarem isentos emocionalmente, tais relatos podem ser cruciais e definir com mais certeza a suspeita.

Além disto, a comparação silenciosa e sistemática com outras crianças no ambiente em tempo real dá maior clareza ao se perceberem as diferenças entre a criança observada e as demais.

4) Uso de escalas de avaliação

O uso de escalas de avaliações confiáveis e desenvolvidas a partir de muitas pesquisas e sistematizações são úteis, pois dão maior objetividade à observação e nos faz lembrar do que deve ser perguntado e observado sem correr risco de esquecer detalhes ou se perder durante a entrevista.

Além disso, ajudam a demarcar melhor os sintomas mais severos e que precisam de maior intervenção.

Quem avalia ou trabalha com estas crianças, deve conhecer pelo menos as escalas de triagem, como o ATA (Escala de Traços Autísticos) ou o M-CHAT (Modified-Checklist Autism in Toddlers), ambas já traduzidas para nossa língua.

5) Dados de história familiar

Verificar se na família existem casos de Autismo ou de outros transtornos de desenvolvimento ou neuropsiquiátricos, pois está consolidada na literatura científica a evidência de que existem estreitas associações entre estas condições.

As idades materna e paterna acima de 40 anos também se correlacionam com risco maior de ter filhos com TEA.

Além disto, neste histórico, pode-se também averiguar suas condições de parto, peso ao nascer e se houveram problemas significativos naquele momento, como prematuridade e baixo peso.

Como conquistar qualquer pessoa em 15 passos

O olhar é a sua maior arma na hora da conquista. Então, foque no contato visual, mas sem olhar para as áreas “restritas”, isso deixará a pessoa desconfortável. Invista em um “olhar 43” e de canto, terminando com um sorriso “maroto”.

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Para conseguir chamar a atenção de alguém para você, demonstre sempre confiança. Isso com certeza é muito atraente e vale para ambos os sexos.

Na hora da paquera, é preciso tomar cuidado com o contato físico. Mas se você perceber que está na hora dessa investida, faça com que seja atraente, sem exageros. Fique atento ao lugar que vai tocar e como fazer isso.

Se está em dúvida sobre como começar, use de “pequenas desculpas”, por exemplo, tire o cabelo do rosto, retire um possível “resíduo” da cabeça ou até mesmo um fiapo da roupa da pessoa, mesmo que não tenha nada nesses locais.

O tempo ideal para suas mãos permanecerem em contato físico com a pessoa, vai depender do clima. Aproveite para fazer um contato físico ao falar, encostando a sua mão, mas sem tocar lugares privados.

Nada como um sorriso tímido e sexy, não acha? Essa é uma forma de demonstrar que você está interessada e acha a outra pessoa atraente. Sorria várias vezes e, de preferência, com olhares significativos. Só não se esqueça de fazer tudo sutilmente, sem exageros, apenas sugerindo para a pessoa um objetivo a seguir.

Dançar é uma boa tática para uma mulher seduzir um homem, onde é possível acentuar as curvas femininas, balançando os quadris. Mas, os homens também podem investir nesse estilo de sedução, onde ambos podem mostrar uma boa jogada e ter a sedução bem-sucedida.

Jamais descuide do seu visual. Se você sair de casa já pensando em conquistar alguém, tome um bom banho, use perfumes suaves, escove os dentes e coloque uma roupa que valoriza o seu corpo. Não se esqueça de cuidar dos cabelos e, se for mulher, uma maquiagem suave ajuda muito. Nada de muitos exageros, a menos que você só queira alguém para “ficar” e não ter um relacionamento mais sério.

Se já rolou uma química entre vocês, arrisque um pouco mais e toque intimamente a pessoa usando o pé. Mas, cuidado! Vale muito a total discrição nessa hora. Aproveite para correr o pé para cima e para baixo, percorrendo a panturrilha da pessoa, mas mantendo sempre a conversa como se nada estivesse rolando embaixo da mesa.

Todos gostam de receber elogios e você pode investir em elogiar os olhos ou um traço da personalidade da pessoa. Também vale fazer um elogio para a roupa, dando um ar bem sugestivo, é claro. Só não seja rude, mas você pode experimentar elogiar o quanto o vestido cai bem ou a camisa, por exemplo. Como a cor realça os olhos azuis, entre outros.

Se quiser ser um pouco mais sugestivo, vale dizer algo no sentido de “como esse vestido favorece as suas curvas”. Se você é mulher, que tal ser ainda mais ousada e dizer “como essa camisa fica bem em você, mas imagino o quanto você fica ótimo sem ela”.

Mostrar um pouco de pele não faz mal para a imagem de ninguém e se você é mulher, não precisa exagerar para chamar a atenção. Vale mostrar apenas uma parte sensual do seu corpo, como seios, pernas ou costas. Caso ele esteja olhando, sorria timidamente de forma a sugerir que você não está se importando.

Se você perceber que está tudo saindo conforme você quis, que tal convidar a pessoa para se sentar com você e então, ofereça um aperitivo. Dê o alimento diretamente na boca da sua paquera e aproveite para “limpar” o canto da boca dela, mesmo que não esteja sujo.

Faça este dia ser lindo atraindo boas energias para si

Agradeça àqueles que prolongam sua vida

Não importa o que você tem a dizer, aproveite a chance e fale sussurradamente no ouvido da pessoa. Essa é uma grande chance de ter mais intimidade e você ainda pode chegar mais perto para que a pessoa sinta a sua respiração. Quem sabe você não consegue até arrancar um arrepio?

Lembre-se que da paquera pode surgir um relacionamento mais sério, então, nunca finja ser uma pessoa que não é, isso é frustrante. Outra coisa muito importante, nada de ficar falando sobre coisas negativas, afinal, o mundo já está cheio de problemas e ninguém quer ficar ao lado de alguém que só sabe criticar os outros.

Se a pessoa por quem se interessou se mostrar desinteressada, não seja grudento para não a afastar. A dica é se mostrar descolado e ir falar com outras pessoas. Ao final, volte até a pessoa por quem você se interessou e convide-a para um evento. Quando a pessoa te ver conversando com outras do mesmo sexo, vai perceber que você tem outras opções e isso o tornará mais desejável.

Nada como iniciar um bom bate-papo e descobrir do que a pessoa mais gosta e seus interesses. Isso facilita bastante na hora da conquista e te ajuda a ser mais sedutor. Sem contar que nada como sair com uma pessoa que tenha conteúdo, não é mesmo? Afinal, vai chegar momentos em que vocês vão precisar conversar.

Se você já sabe que a pessoa que você quer conquistar é tímida, peça ajuda de amigos em comum. Marque um encontro entre amigos e invista em assuntos que ela possa participar. Aproveite para falar sobre coisas que a façam rir, para isso, nada melhor do que se informar antes com alguém que a conheça bem.

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10 passos para comprar a casa própria com mais tranquilidade

Comprar a casa própria é o sonho de consumo de muitos brasileiros. Mas, para realizá-lo, é necessário aprender a poupar e fazer um bom planejamento antes de entrar num financiamento que pode durar 30 anos e comprometer até 30% da renda durante esse período.

Afinal, para dar entrada na maioria dos financiamentos é preciso ter 20% do valor do imóvel em mãos. Isso significa R$ 50 mil para um financiamento de R$ 250 mil, R$ 100 mil num financiamento de R$ 500 mil e R$ 150 mil para um financiamento de R$ 750 mil, o teto do valor aceito para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

“O ideal, o lindo, o maravilhoso, é juntar dinheiro para comprar à vista”, diz o educador financeiro Marcos Silvestre. Afinal, quem tem os recursos na mão consegue bons descontos. Porém, como essa é uma realidade para poucos, optar pelo financiamento imobiliário é um bom negócio, segundo o educador.

“Quem tem acesso ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH), consegue taxas de juros de cerca de 8% ao ano. Se descontar a inflação, na prática, o comprador vai pagar 2% de juros ao ano para comprar a casa própria. E, se puder usar o FGTS, melhor ainda.”

Mesmo quem não tem acesso ao SFH e recorre à carteira hipotecária consegue um negócio vantajoso, segundo o educador. “Os juros dessa carteira costumam girar por volta de 9% a 10% ao ano. Deduzindo a inflação, os juros ficariam em cerca de 3% a 4% ao ano, na prática”, diz.

  • Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, afirma que, mesmo sendo uma taxa de juros reduzida em relação a outras linhas de crédito, esse é um financiamento que irá durar um período muito longo e consumir parte importante da renda.
  • Por isso o ideal é juntar o máximo de dinheiro para dar entrada e assim diminuir o prazo do financiamento e, consequentemente, os juros.
  • Veja, a seguir, 10 dicas dos dois especialistas para se planejar financeiramente para a compra da casa própria:

1) Poupe até obter 20% do valor do imóvel. O primeiro passo é juntar dinheiro para dar a entrada no financiamento, já que a maioria das linhas de crédito permite financiar até 80% do valor do imóvel. O dinheiro deve ser guardado numa aplicação de pouco risco, como poupança ou fundos de renda fixa.

2) Poupe 30% da sua renda. Dessa maneira, o futuro comprador já se acostuma a viver sem essa parcela de seu orçamento, que estará comprometida por até 30 anos, dependendo do prazo do financiamento.

3) Quanto mais poupar, menos vai pagar de juros. Com uma boa entrada, o valor financiado será menor, reduzindo o pagamento de juros.

4) Cuidado se estiver em início de carreira. Marcelo Prata, do Canal do Crédito, diz que há momentos em que é melhor aguardar um pouco para comprar a casa própria. Um exemplo é o profissional em fase de ascensão, sujeito a viagens e mudanças de cidade ou até mesmo de país. “Nesse caso, comprar um imóvel pode limitar a capacidade profissional.”

5) Quem casa quer casa? Começar uma vida nova no casamento e assumir um financiamento alto por um longo período são duas situações muito estressantes, diz Marcelo Prata. Outro fator a ponderar é se o casal pretende ter filhos. Comprar um imóvel pequeno pode significar ter de se mudar em pouco tempo

6) Se mora com os pais, aproveite a folga financeira para poupar. Ainda que os pais não queiram, o jovem deve se planejar para dar entrada em um imóvel em três ou quatro anos. Marcos Silvestre recomenda que o jovem se ofereça para pagar algumas contas da casa dos pais, para ir se acostumando aos novos custos que terá quanto morar na casa própria.

7) Considere que a casa traz despesas adicionais. O financiamento do imóvel pode comprometer até 30% da renda. Porém, com uma casa chegam também as contas de água, luz, telefone, IPTU, seguro, condomínio, os gastos com alimentação. São muitas despesas para as quais o futuro proprietário precisa estar preparado financeiramente.

8) Poupe dinheiro para as despesas de escritura e documentação.

 Além dos papéis do banco, o comprador também terá de pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), cuja alíquota varia segundo o município; custos do cartório e do próprio financiamento, como avaliação do imóvel; análise jurídica da documentação, entre outros. Esses gastos costumam representar 4% do valor do imóvel, segundo Marcelo Prata.

9) Avalie o custo de vida da região que vai morar. A vizinhança influencia diretamente em seu orçamento. Viver na periferia ou numa região sofisticada resulta numa grande diferença de gastos com alimentação, vestuário e transporte. Considere esse custo.

10) Financiar costuma ser mais caro que alugar. Quem aluga deve se preparar para pagar mais pela casa própria.

Marcos Silvestre diz que a prestação típica de um financiamento de um imóvel costuma ser de 1% do valor da propriedade enquanto o aluguel custa, em média, 0,5% do valor do imóvel.

“Ou seja, quem paga aluguel não vai trocar seis por meia dúzia no financiamento, mas seis por uma dúzia”, diz.

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