Suv Ford Ecosport a Gasolina com final da placa 9,0

Desde que a direção da Ford mundial resolveu concentrar sua estratégia de produto em SUVs e picapes, em meados de 2018, a filial brasileira só viu sua linha encolher.

Entre modelos fabricados aqui e importados, a fábrica disse adeus a Fiesta (hatch e sedã), Focus (hatch e sedã) e, mais recentemente, Fusion (sedã). Sem falar da divisão de caminhões, que era uma área de atuação em que a matriz já não investia havia anos, mas ainda resistia no Brasil.

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Agora, com o SUV que você vê aqui ao lado, as coisas começam a mudar. O Territory é o primeiro produto da nova fase da marca a desembarcar por aqui.

De lateral, ele é quase igual ao Yusheng S330, vendido na China há quatro anos Fernando Pires/Quatro Rodas

Até o fim do ano, a Ford do Brasil deve apresentar outra novidade. E, na sequência, chegam a nova geração do EcoSport, prevista para 2021, e pelo menos mais dois SUVs, que serão desenvolvidos no Brasil, devendo estrear nos anos seguintes: um deles em 2022 e outro em 2023.

Tem também uma picape intermediária, mais conhecida como Ford Anti-Toro. Mas esse ainda é um segredo guardado a sete chaves.

Lanternas traseiras diferem no desenho interno em relação às mostradas em 2018 Fernando Pires/Quatro Rodas

O Ford Territory chega às lojas este mês em duas versões, SEL (R$ 165.900) e Titanium (R$ 187.900), as quais nós já testamos e apresentamos a seguir.

O Territory é conhecido nosso. Ele foi anunciado pela Ford às vésperas do Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, quando as notícias vindas da matriz ainda estavam sendo digeridas por aqui.

A amplitude da cabine não é apenas impressão pelas cores claras Fernando Pires/Quatro Rodas

De fato, ele é uma versão ocidentalizada do chinês Yusheng S330, feito pela Jiangling Motor Corporation, parceira da Ford há 25 anos e que produz veículos de passeio desde 2010. Ele estreou no Salão de Pequim de 2016, com linha 2017.

Como outros chineses, em diferentes segmentos, o SUV aposta em duas frentes para conquistar o consumidor. Uma delas é o porte superior à média da categoria. A outra é uma lista de equipamentos recheada.

O acabamento usa bons materiais, ainda que algumas peças destoem Fernando Pires/Quatro Rodas

Enquanto o líder do segmento, o Jeep Compass, mede 4,41 m de comprimento, por 1,82 m de largura e 1,63 m de altura; o Territory tem, respectivamente, 4,58 m x 1,94 m x 1,67 m. Como resultado, o novo Territory oferece espaço suficiente para três adultos viajarem na segunda fileira sem esbarrarem os ombros.

Para você ter ideia, eu, com 1,78 m de altura, cruzo as pernas sem nenhum sofrimento (para quem estiver no meio, o túnel central é baixo e largo). Pena que o assento seja um pouco curto, como uma picape média. Já os bancos dianteiros tratam ainda melhor quem estiver ali, com aquecimento e ventilação sob o revestimento perfurado, além de ajustes elétricos para motorista.

Quadro de instrumentos e central multimídia são vistosos, mas também confusos ao mexer Fernando Pires/Quatro Rodas

Entre os equipamentos, o Territory estreia central multimídia com Apple CarPlay e carregador para celular, ambos sem fio, assim como o serviço de conectividade que permite controlar funções por meio de um aplicativo, e há comodidades como saídas de ventilação na traseira, porta USB e teto solar panorâmico.

Se você dirigiu algum Ford feito no Brasil, sabe que, por alguns anos, o acabamento não era tão bom, né? Tudo bem que EcoSport e Ka já melhoraram, mas o chinês está um passo à frente, com superfícies macias e bom encaixe das peças.

Fernando Pires/Quatro Rodas

Só que alguns detalhes deixam a desejar, como difusores de ar com aspecto frágil, manopla de câmbio feita de plástico rígido e hastes atrás do volante inspiradas nos Mercedes (sem ser Mercedes).

Também poderiam melhorar a ergonomia, já que o ajuste de altura dos fachos dos faróis fica escondido sob o painel e existem poucos porta-objetos na cabine.

Continua após a publicidade Hastes atrás do volante imitam peças da Mercedes-Benz Fernando Pires/Quatro Rodas

Pelo menos há uma evolução em relação a outros projetos conterrâneos, como o Caoa Chery Tiggo 5X e o Jac T60, que não têm regulagem de profundidade da coluna de direção e seletor do ar-condicionado com precisão.

Outro reparo: a central multimídia é confusa. Se estiver com o celular conectado à tela, terá que retornar ao menu principal e acessar a aba da ventilação quando for mudar a temperatura.

Alavanca destoa dos bons materiais da cabine Fernando Pires/Quatro Rodas

O sistema também desabilitou funções por vontade própria – como o carregador por indução. Para reativar, apenas com o veículo parado.

Confesso que, desde quando surgiram as primeiras conversas sobre o Territory, ainda em 2018, minha maior preocupação era em relação ao motor 1.5 turbo. Isso porque, apesar das novas tecnologias, que incluem até injeção direta de combustível, esse motor é derivado de um projeto antigo da Mitsubishi, que existe desde 1977.

Há carregador para celular e Apple CarPlay, ambos sem fio Fernando Pires/Quatro Rodas

Para aumentar ainda mais as dúvidas, o ciclo Otto, mais comum, foi substituído pelo ciclo Miller, que privilegia a eficiência e, em troca, compromete o desempenho. Para minha surpresa, no entanto, o SUV se saiu relativamente bem em nossa pista de testes e foi melhor que, veja só, o Compass.

O Territory acelerou de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos, contra os 11,8 segundos conseguidos pelo Jeep, na configuração Sport Flex.

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Fernando Pires/Quatro Rodas

Já o consumo foi ruim, com as médias de 9,3 km/l, na cidade, e 11,5 km/l, na estrada. O Compass fez 9,7 km/l e 13,3 km/l, respectivamente. Por aqui, o novato manteve o apetite só para gasolina, já que, ao menos por enquanto, não será flex.

Mas não pense que os engenheiros brasileiros só assinaram embaixo do projeto chinês. Para o carro chegar ao nosso mercado, foram necessárias algumas mudanças. A suspensão, por exemplo, foi um dos sistemas que passaram por novo desenvolvimento. Foram trocados amortecedores, buchas e molas. E o resultado é impressionante.

Há ajustes elétricos para o motorista Fernando Pires/Quatro Rodas

Como já é comum (e elogiado) entre os carros da Ford, o ajuste é um pouco mais firme, ainda que não comprometa o conforto a bordo. Se quase não houve mudanças no motor, exceto pela adaptação para nossa gasolina batizada com etanol, a nova calibração do câmbio automático CVT também foi outro trabalho essencial para garantir mais disposição ao conjunto mecânico.

Concordo que o Territory não é rápido. E essa nem é a pretensão do SUV, que tem fôlego mais que suficiente para as situações que realmente importam: fazer ultrapassagens em segurança e retomar velocidade sem tanto sofrimento. E posso dizer que, considerando o peso (e o tamanho), a dinâmica merece elogios.

Fernando Pires/Quatro Rodas

Não se preocupe com a direção leve, porque é apenas para manobras e ela fica mais pesada à medida que a velocidade aumenta. Meu conselho: ignore o modo Sport quase figurativo para curtir o piloto automático adaptativo e o ótimo isolamento acústico.

A missão do Territory não é fácil. E ele chega brigando nas faixas de preços superiores, se posicionando acima da maioria dos rivais como VW Tiguan, Chevrolet Equinox e Mitsubishi Outlander, além do Compass.

Não falta espaço para três adultos viajarem com conforto na segunda fileira Fernando Pires/Quatro Rodas

Veredicto

O Territory tem bons pontos, como amplo espaço interno e lista de equipamentos recheada. O problema é que o preço acima do Jeep Compass, líder do segmento, acaba com qualquer racionalidade nessa escolha – que também sofre pelo consumo elevado, motor a gasolina. Por esse motivo, o SUV, não terá vida fácil em nosso mercado.

Motor 1.5 turbo tem injeção direta de combustível Fernando Pires/Quatro Rodas

Teste

Aceleração
0 a 100 km/h (s) 10,8
0 a 1.000 m (s; km/h) 32,5/159,1
Velocidade Máxima (km/h*) n/d
Retomadas
D 40 a 80 km/h (s) 4,7
D 60 a 100 km/h (s) 5,8
D 80 a 120 km/h (s) 8,0
Frenagens
120/80/60 km/h – 0 (m) 57,8/24,7/14,1
Consumo
Urbano/rodoviário (km/l) 9,3/11,5
Ruído interno
PM/ Rot. Max/80/120 km/h (dBA) 44,6/66,3/62,4/68,3
Aferição
Velocidade indicada (km/h) 100
Velocidade real (km/h) 97
Rotação do motor (rpm) 1.750
Seu bolso
Preço (R$) 187.900
Garantia/assistência 24h (anos) 3 / 1
Revisões (3) (R$) 1.382
**Seguro (R$) n/d

*Dados de fábrica   **TEx/Teleport

Porta-malas tem capacidade para 420 litros Fernando Pires/Quatro Rodas

Ficha técnica

Preço: R$ 187.900
Motor:
gasolina, dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, turbo injeção direta, 16V, 1.490 cm³, 76 x 79 mm, 11,4:1, 150 cv a 5.300 rpm, 22,9 kgfm a 1.

500 rpm
Câmbio: automático, CVT, 8 marchas simuladas, tração dianteira
Direção: elétrica, 11,9 m (diâmetro de giro)
Suspensão: McPherson (diant.) / multilink (tras.)
Freios: disco ventilado (diant.) / disco sólido (tras.

)
Pneus: 235/55 R17 (SEL) / 235/50 R18 (Titanium)
Peso:
1.602 kg (SEL) / 1.

632 kg (Titanium)
Peso/potência: 10,7/10,9 kg/cv
Peso/torque: 69,9 / 71,2 kg/kgfm
Dimensões: comprimento, 458 cm; largura, 193,6 cm; altura, 167,4 cm; entre-eixos, 271,6 cm; vão livre do solo, 21,5; porta-malas, 420 l; tanque de combustível, 52 l

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Arte/Quatro Rodas
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Guia do IPVA 2020: datas e valores por estado

O Ano Novo nem chegou, a gente sabe, mas é bom já se planejar para os gastos de janeiro. No começo de 2020, os motoristas terão que pagar o IPVA (Imposto sobre Propriedade Veicular Automotiva) e já virou tradição: Autoesporte listou os sites das Secretarias da Fazenda de cada estado para que você possa consultar os valores e as datas de vencimento.

Os dias de pagamento são definidos de acordo com a região e o final da placa de cada veículo. O imposto pode ser dividido em até três vezes, com parcelas distribuídas entre os meses de janeiro e março. O contribuinte pode optar por pagar em uma única parcela com desconto.

O valor do IPVA é baseado em uma alíquota diferente em cada estado. As taxas variam de 0,5% a 4% sobre o valor venal do veículo, que é determinado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Os seguinte estados oferecem a isenção do IPVA para veículos com mais de 15 anos de fabricação: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe e Tocantins.

Alagoas, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul o tempo é após 20 anos de fabricação.

Veja abaixo as datas de vencimento para veículos, ônibus, micro-ônibus, caminhonetes e motos no estado de São Paulo:

  • Placa Janeiro Fevereiro Março1 9/01 11/02 11/032 10/01 12/02 12/033 13/01 13/02 13/034 14/01 14/02 16/035 15/01 17/02 17/036 16/01 18/02 18/037 17/01 19/02 19/038 20/01 20/02 20/039 21/01 21/02 23/03
  • 0 22/01 24/02 24/03
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IPVA 2020 fica 3,54% mais barato em São Paulo

A Secretária da Fazenda do Estado comunicou que, em média, o imposto será 3,5% mais barato para os motoristas de São Paulo em 2020. A redução tem um motivo: a queda nos preços de venda dos veículos no varejo, de acordo com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

As reduções foram: camionetas e utilitários (-4,17%), caminhões (-2,39%), motos ( – 2,27%), automóveis (-3,97%) e ônibus e microônibus (-3,8%).

Mas as alíquotas do imposto permanecem inalteradas. Portando, veículos movidos a gasolina bicombustíveis pagarão 4% sobre o valor venal.

Veículos que utilizam álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%.

Os utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%.

Para os demais estados, os valores e datas de vencimento podem ser consultados nos sites da Secretarias da Fazenda de cada estado nos links abaixo:

*Até a publicação desta matéria, os estados sinalizado com * ainda não haviam anunciado o calendário oficial de 2020. Quando oficializados, eles estarão disponíveis nas páginas linkadas acima.

Como pagarVocê pode pagar o imposto através de qualquer banco credenciado, como no Banco do Brasil e Bradesco, por exemplo. Os boletos, por sua vez, são emitidos através do site da Secretaria de cada estado.

Vale lembrar que quem optar por pagar o IPVA à vista em janeiro terá desconto no imposto. A redução varia de 3% em São Paulo a 10% no Acre e em Alagoas, por exemplo. Também é possível parcelar o valor total do IPVA em até 3 vezes.

IPVA vencidoQuando o pagamento não é registrado dentro do período determinado, há uma multa diária. Em São Paulo, por exemplo, a multa é de 0,33% por dia, e após o prazo de 60 dias, é fixada em 20% do valor do imposto.

Caso o motorista continue inadimplente após essa data, a multa será de 40% do valor do imposto e seu nome será enviado ao Cadin estadual e isso também pode impossibilitar o licenciamento do veículo.

IsençõesAlguns estados concedem isenção do imposto para carros com mais de 20 anos de fabricação. Há também isenção para veículos acima de 15 anos, como Alagoas.

Além disso, pessoas com deficiência e determinadas categorias, como taxistas, igrejas, entidades sem fins lucrativos, veículos oficiais e ônibus/micro-ônibus urbanos são isentos do pagamento.

IPVA 2020: valor do imposto para carros em São Paulo vai de R$ 60 a R$ 290 mil

A Secretaria da Fazenda e Planejamento do governo do Estado de São Paulo divulgou hoje as alíquotas e o calendário de pagamento do IPVA 2020, que ficará em média 3,54% mais barato para os proprietários de veículos, com base em estimativa dos preços praticados no varejo, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Além disso, a secretaria informou a relação dos maiores e menores valores do imposto a serem pagos no ano que vem, com base no valor venal.

Em 2020, o automóvel que vai recolher o maior IPVA no Estado é o McLaren Senna Coupe 2019, que tem apenas duas unidades registradas em São Paulo, cada uma com preço estimado pela Fipe em R$ 7.206.500. Os donos do superesportivo inglês, projetado em homenagem ao ex-piloto Ayrton Senna, terão de entregar aos cofres do governo estadual nada menos do que R$ 288.259,03.

Ou seja, só de IPVA, o custo a se desembolsar é suficiente para comprar um apartamento.

Ao mesmo tempo, no outro extremo, o automóvel com IPVA mais em conta a ser pago em 2020 é referente a um modelo artesanal, sem nome, registrado como “Antonio Carlos/Fabricação própria” – provavelmente, o nome do proprietário do veículo. Fabricado em 2004, o carro tem valor venal de R$ 1.510 e vai recolher apenas R$ 60,40 de IPVA em 2020.

Motos

Ducati 1299 Superleggera 2017 tem só um exemplar emplacado no Estado e preço é de R$ 374.796

Imagem: Divulgação

Considerando as motos, o IPVA mais alto em 2020 é da Ducati 1299 Superleggera 2017, com só um exemplar emplacado no Estado paulista. Com valor venal de R$ 374.796, o modelo esportivo tem imposto de R$ 7.495,92.

Moto com o IPVA mais em conta em São Paulo é uma “cinquentinha” com valor venal inferior a R$ 1 mil

Imagem: Reprodução

Já a motocicleta que vai recolher menos IPVA no ano que vem é do modelo Hero Puch 50 ano/modelo 2000, uma “cinquentinha” com preço estimado em R$ 584 e 22 unidades licenciadas no Estado. A Secretaria da Fazenda informa que a motoneta irá recolher somente R$ 11,68 do imposto.

Como pagar o IPVA?

Da mesma forma que em anos anteriores, as alíquotas do IPVA não foram alteradas. Os percentuais são aplicados sobre o valor venal de cada veículo, estimado pela Fipe.

Veículos movidos a gasolina e bicombustíveis recolherão 4%; veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%; picapes de cabine dupla pagam 4%; já utilitários de cabine simples, ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2%; caminhões pagam 1,5%.

Os contribuintes podem pagar o tributo em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%, ou parcelar em três vezes, de acordo com o final da placa.

O primeiro pagamento deve ser realizado em janeiro e as outras duas parcelas nos meses de fevereiro e março. Também é possível quitar o imposto no mês de fevereiro de maneira integral, sem desconto.

Caminhões, também contam com a opção de parcelamento em três vezes, com vencimento em março, junho e setembro.

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Em São Paulo, o IPVA é condição para que seja autorizado o licenciamento anual do veículo.

Para pagar o imposto, basta se dirigir a uma agência bancária credenciada, com o número do Renavam, e pagar a guia no guichê de caixa, nos terminais de autoatendimento, pela internet, via débito agendado ou por meio de outros canais oferecidos pelo banco. Também dá para fazer o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito.

Calendário

  • Confira as datas de pagamento para automóveis, caminhonetes, ônibus, micro-ônibus, motos e similares:
  • + Placa final 11ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 9/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 11/2
  • 3ª parcelaVencimento em 11/3
  • + Placa final 21ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 10/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 12/2
  • 3ª parcelaVencimento em 12/3
  • + Placa final 31ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 13/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 13/2
  • 3ª parcelaVencimento em 13/3
  • + Placa final 41ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 14/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 14/2
  • 3ª parcelaVencimento em 16/3
  • + Placa final 51ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 15/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 17/2
  • 3ª parcelaVencimento em 17/3
  • + Placa final 61ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 16/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 18/2
  • 3ª parcelaVencimento em 18/3
  • + Placa final 71ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 17/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 19/2
  • 3ª parcelaVencimento em 19/3
  • + Placa final 81ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 20/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 20/2
  • 3ª parcelaVencimento em 20/3
  • + Placa final 91ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 21/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 21/2
  • 3ª parcelaVencimento em 23/3
  • + Placa final 01ª parcela ou cota única com desconto
  • Vencimento em 22/1
  • 2ª parcela ou cota única sem descontoVencimento em 24/2
  • 3ª parcelaVencimento em 24/3
  • Confira as datas de pagamento para caminhões:
  • + Placa final 1Cota única com desconto
  • Vencimento em 9/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 11/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 2Cota única com desconto
  • Vencimento em 10/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 12/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 3Cota única com desconto
  • Vencimento em 13/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 13/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 4Cota única com desconto
  • Vencimento em 14/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 16/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 5Cota única com desconto
  • Vencimento em 15/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 17/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 6Cota única com desconto
  • Vencimento em 16/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 18/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 7Cota única com desconto
  • Vencimento em 17/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 19/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 8Cota única com desconto
  • Vencimento em 20/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 20/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 9Cota única com desconto
  • Vencimento em 21/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 23/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9
  • + Placa final 10Cota única com desconto
  • Vencimento em 22/1
  • Cota única sem descontoVencimento em 17/4
  • 1ª parcelaVencimento em 24/3
  • 2ª parcelaVencimento em 17/6
  • 3ª parcelaVencimento em 17/9

O que acontece se eu atrasar pagamento do IPVA?

Quem não recolher o imposto é penalizado multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Após 60 dias, o percentual da multa é fixado em 20%.

Mantida a inadimplência, a multa sobe 40% sobre o valor do imposto, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito da Nota Fiscal Paulista. Além disso, o devedor pode ser cobrado mediante protesto pela Procuradoria Geral do Estado.

Após o prazo para licenciamento, descrito no calendário acima, quem estiver inadimplente não poderá efetuar o pagamento. Como consequência, o veículo pode ser apreendido, com multa e sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Para onde vai o dinheiro do IPVA?

A Secretaria da Fazenda prevê arrecadar R$ 16,9 bilhões com o IPVA em 2020. Do total, descontadas as destinações constitucionais, o valor é repartido 50% para os municípios de registro dos veículos e os outros 50% são destinados ao Estado. Os recursos são investidos pelo governo estadual em obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos, como saúde e educação.

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