Suv cor Prata Quilometragem Até 38,985 km com Freios abs

Após pelo menos cinco anos de argumentos e decisões e uma tentativa de adiamento na reta final, desde janeiro deste ano, carros zero-quilômetro nacionais e importados vendidos no Brasil precisam obrigatoriamente sair de fábrica equipados com bolsas frontais duplas (airbags para motorista e passageiro) e freios com sistema ABS (antitravamento).

UOL Carros foi ao autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), participar de uma sessão de testes de frenagens com instrutores do Centro Pilotagem Roberto Manzini para descobrir o quanto freios equipados com ABS são mais eficientes que freios comuns. O resultado pode ser visto em vídeo e comprova os números citados por Rubens Manzini.

Na videorreportagem, usamos um carro modificado, que tem freios com ABS, mas que permite desativar o sistema eletrônico para simular a ação de um carro com freios convencionais. Como o carro é o mesmo, as situações de comparação são menos díspares.

Freios comuns: rodas travam, motorista perde controle e distância percorrida é maior

Imagem: Reprodução

SEGURANÇA NA PRÁTICASegundo especialistas, os freios com ABS têm importância fundamental no pacote de segurança.

Os airbags são “apenas” equipamentos de restrição secundária: ou seja, agem após o acidente para conter o movimento involuntário dos ocupantes contra partes do carro (volante, painel, para-brisa e colunas, por exemplo), evitando maiores ferimentos; além disso, são ineficientes se os ocupantes não usarem cintos de segurança. Freios com ABS, porém, são equipamentos de ação primária, ou seja, podem evitar acidentes.

O sistema antitravamento (também chamado popularmente de “antiblocante”, embora o termo seja evitado por técnicos) impede que as rodas travem durante a frenagem.

Com isso, o motorista mantém o controle da direção do carro, podendo fazer movimentos para escapar do obstáculo. Além disso, como as rodas não derrapam, aproveita-se melhor a força da frenagem tornando o processo mais eficiente.

Resultado: o espaço percorrido até que o carro pare é menor.

“Na velocidade padrão em pistas rápidas de centros urbanos, com o carro até 70 km/h, ao se acionar totalmente o freio de um carro comum, as rodas serão travadas e você vai levar 45 metros ou mais até parar completamente”, afirma o instrutor Rubens Manzini, especialista em direção defensiva e ofensiva. “Quando o carro está equipado com ABS, este tempo até a parada pode cair em um terço, talvez mais, dependendo das condições”.

No registro do teste de frenagem retilínea — feita com o carro lançado em velocidade de 70 km/h, com acionamento do pedal de freio após o fechamento do semáforo –, a distância percorrida até a parada total do carro, sem ABS, foi de 48 metros. Usando o sistema ABS, a distância caiu para 30 metros — tudo bem próximo do que previu Manzini.

Além disso, foi possível mudar a trajetória do carro ao usar o ABS, algo impossível de se fazer com as rodas travadas.

Freio ABS (à direita) mantém carro sob controle mesmo em frenagens bruscas; sem ABS (à esquerda) as rodas travam e continuam deslizando mesmo esterçadas

Imagem: Reprodução MUDANÇA DE HÁBITOÉ preciso notar que ter uma lei determinando o uso mandatório de equipamentos de segurança não basta. O consumidor precisa exigir seus direitos e cobrar soluções e novos movimentos das montadoras, exercendo seu maior poder: a decisão de comprar ou não comprar.

UOL Carros mostrou em reportagem de abril que ainda há carros novos à venda sem equipamentos de segurança. Eles não burlam a lei: são sobras de produção de 2013 e podem ser encontrados com descontos. Cabe ao comprador decidir o que importa mais: o orçamento doméstico ou sua segurança.

Além disso, também é preciso saber usar corretamente os equipamentos.

“É preciso sentar direito no carro, se posicionar corretamente no banco, com os joelhos levemente arqueados e nada de perna estendida, senão o motorista não consegue fazer a alavanca correta com o pé direito no freio, caso preciso”, aponta o instrutor de pilotagem. “Além do freio, é preciso acionar também a embreagem com força”, avisa.

Ao volante, o motorista tem de se acostumar com outra característica comum do freio com ABS: como o sistema aciona e libera o freio do carro diversas vezes em frações de segundo (e é este movimento automático que impede as rodas de travarem), acaba sendo normal que o motorista perceba um tremor no pedal, seguido por um som característico, quase um clique repetido. “Se sentir o pedal tremendo, não tire o pé”, alerta Manzini. “Não alivie e siga freando totalmente, até o carro parar”.

  • Resultados de carros brasileiros no Latin NCAP

TRÂNSITO AINDA MATADe acordo com dados do Sistema de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, divulgados esta semana e relativos à última década, o número de mortos em acidentes de trânsito no país cresceu quase 40% no período de 2002 a 2012. Com a podenração feita pelo aumento populacional no período, o crescimento foi de 24,5%, ainda expressivo demais.

A conta é bem lógica: mais montadoras ofereceram seus carros no mercado, que estão mais potentes; e, com renda maior, mais brasileiros puderam comprar carros a cada ano.

Se demanda e oferta cresceram, o mesmo não pode ser dito da segurança, porém: segundo especialistas, apenas 23% dos carros novos vendidos no Brasil em 2010 — último ano com dados disponíveis — estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que só 4% destes eram dos chamados “carros populares”, mais baratos.

A obrigatoriedade do uso de freios com ABS e airbags deve ajudar a mudar um pouco o quadro nos próximos anos. Mas é preciso cobrar, agir e também dirigir com mais segurança.

3 dúvidas que todo motorista possui sobre freio ABS – Blog

A tecnologia de freio ABS é mais uma das alternativas na qual a indústria automotiva investiu para garantir maior segurança aos veículos.

O Anti-lock Braking System ou, em português, sistema de freios antitravamento, possibilita maior poder de frenagem sem que haja o travamento das rodas, além de mais estabilidade em situações de frenagem de emergência.

Por meio dessas condições, o motorista consegue desviar de obstáculos na hora de frear, com redução de distância de parada em até 30%. E mesmo diante de condições adversas, como estradas de terra, tempestades ou até gelo, os freios ABS proporcionam o controle adequado do veículo.

Todos os carros fabricados no Brasil a partir de 2014, devem obrigatoriamente contar com essa tecnologia, mas há muitos motoristas que ainda carregam algumas dúvidas sobre ela. E é por isso que preparamos esse artigo que irá trazer alguns esclarecimentos sobre esse importante sistema de segurança. Acompanhe!

Como funciona o freio ABS?

O ABS trabalha com um sistema de sensores que monitoram a rotação de cada roda, comparando-as com a velocidade do veículo. Esse monitoramento indica se alguma delas está na iminência de travar.

Por sua vez, o módulo eletrônico recebe e avalia essa informação em milésimos de segundos e realiza a intervenção, modulando a pressão de frenagem. Isso irá garantir que a roda não trave e oferecer condições para uma frenagem mais segura.

Por que os freios ABS são mais seguros?

  • Esses freios são comprovadamente mais seguros porque em situações de imprevisto ou em pistas sem a aderência adequada, sua tecnologia será suficiente para não deixar o motorista em uma situação de perigo.
  • Algumas pesquisas já comprovaram que ele reduz de maneira considerável os acidentes de trânsito em todo o mundo. Os freios ABS oferecem como principais benefícios as seguintes condições:
  • – Não travamento das rodas, mesmo em pistas com baixa aderência;
  • – Redução de até 30% na distância percorrida durante a frenagem;
  • – Controle total da direção, mesmo nos casos em que os freios forem acionados ao extremo.

Quais são os cuidados na manutenção do freio ABS?

Apesar de toda a tecnologia envolvida, os freios ABS precisam passar por uma checagem preventiva, por meio de uma revisão, uma vez por ano ou a cada 10.000 km rodados.

  1. É preciso ter atenção redobrada quanto ao fluido de freio, que pode danificar a unidade hidráulica, caso esteja velho, com água em excesso, contaminado ou se estiver com a especificação errada, faça esta checagem gratuitamente no Posto 214 Sul.
  2. Sobre a manutenção dos freios de veículos com ABS, é preciso seguir alguns cuidados, já que até mesmo uma troca de pastilhas pode causar danos nos componentes se não for feita da maneira apropriada.
  3. Por isso, é importante levar o carro a uma oficina de confiança, com mecânicos experientes e habilitados para o serviço.

Considere também que sempre que você verificar um comportamento estranho do carro no momento em que for frear, é preciso procurar um mecânico imediatamente. Situações como travamento das rodas, aumento na distância percorrida durante a frenagem, muita trepidação no pedal, luz de alerta do ABS acessa, ruídos incomuns, entre outras coisas, merecem atenção.

Gostou das dicas? Então não deixe de sempre acessar nosso blog para ter acesso a outros artigos com informações importantes sobre cuidados com o seu carro. Aproveite e leia também: e entenda a importância de trocar o óleo do carro frequentemente.

Leia também:  Hatch 2018 em São Paulo com final da placa 7,8

Honda XRE 300 ganha novas cores na linha 2017

1 de 4
A linha 2017 da Honda XRE 300 ganhou apenas novos tons (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A linha 2017 da Honda XRE 300 ganhou apenas novos tons (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A Honda tem poucas mudanças para a trail XRE 300, que ganhou apenas novas cores na linha 2017. A versão básica parte de R$ 16.190 e pode vir nos tons preto ou verde perolizados. Mas se você desejar a cor Branco Rally, terá que partir para a trail equipada com freios ABS e frenagem combinada entre dianteira e traseira (C-ABS), com preço sugerido de R$ 17.990.

É justamente a pintura mais bela, combinação inspirada nos tons usados pelo Time HRC (Honda Racing Corporation), uma mescla de azul branco e vermelho espalhado pelas laterais da moto, cujo desenho não passou por nenhum facelift.

2 de 4
A cor Branco Rally está disponível apenas na Honda XRE 300 equipada com o C-ABS (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A cor Branco Rally está disponível apenas na Honda XRE 300 equipada com o C-ABS (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A opção pelo modelo C-ABS vai além do lado estético.

Afora o sistema de freios antitravamento (ABS), a Honda se vale do seu consagrado sistema de frenagem combinada, capaz de modular eletronicamente a força de frenagem entre a frente e traseira.

Assim, mesmo uma frenagem pesada terá um efeito bem menor de mergulho da suspensão dianteira, situação na qual é comum o travamento da roda de trás por conta do deslocamento de peso.

3 de 4
Sem ser a cor dominante, o tom verde fica bem discreto na Honda XRE 300 (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Sem ser a cor dominante, o tom verde fica bem discreto na Honda XRE 300 (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

O motor refrigerado a ar continua a ser o mesmo, com duplo comando no cabeçote e 291 cm³. Com injeção eletrônica flex, o monocilíndrico rende 25,6/25,4 cv de potência a 7.500 rpm e 2,80/2,76 kgfm de torque a 6.000 giros, respectivamente com etanol e com gasolina. A transmissão é por corrente e o câmbio um manual de cinco marchas.

4 de 4
A mescla de cores é inspirada no time de competições da própria Honda (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

A mescla de cores é inspirada no time de competições da própria Honda (Foto: Divulgação) — Foto: Auto Esporte

Nissan March 2015

  • Primeiro produto do novo Complexo Industrial da Nissan em Resende (RJ)
  • Qualidade japonesa de construção, design moderno e equipamentos que atendem ao gosto dos brasileiros
  • Tecnologia de ponta para um hatch completo com conteúdo inédito no segmento
  • O compacto mais econômico do Brasil de acordo com o Inmetro
  • Rede social e site de buscas a bordo com o NissanConnect™
  • Menor custo de revisão do Brasil entre os compactos

Rio de Janeiro O consumidor brasileiro está cada vez mais maduro e, assim, exigente, desejando produtos modernos, tecnológicos, bonitos, seguros e bem equipados com muita personalidade. Atenta a esta realidade, a Nissan lança este mês um carro que incorpora estes anseios e é sucesso em todo o mundo: o Nissan New March. Produzido no Brasil, no novo Complexo Industrial da marca em Resende (RJ), o modelo chega com estilo marcante, adaptado ao gosto dos brasileiros e com muitas novidades em tecnologia e conectividade, com preços entre R$ 32.990,00 e R$ 42.990,00.

Apresentado mundialmente no Salão de Frankfurt de 2013, o Nissan New March traduz de forma clara o DNA japonês da empresa, com alto nível de qualidade, atenção minuciosa aos detalhes, inovação, e uma ampla lista de equipamentos de série.

Com design arrojado e conjunto mecânico moderno, que inclui os motores 1.0 16V e 1.6 16V flexfuel com nível máximo de eficiência energética, é um carro perfeito para o ritmo da cidade e apresenta uma tecnologia surpreendente com conteúdos inéditos em seu segmento.

Projetado no Japão, com a participação de equipes de vários países do mundo, inclusive do Brasil, e utilizando a versátil plataforma 'V', o compacto da Nissan é vendido – e aprovado – em mais de 100 países, tendo mais de 6,7 milhões de unidades comercializadas em sua história.

E, a partir de 23 de maio, chega às concessionárias da marca no Brasil.

“Com o Nissan New March, produzido em nosso Complexo Industrial brasileiro, os consumidores terão um automóvel com qualidade japonesa, design moderno, interior bem-acabado, ótima lista de equipamentos com tecnologias inéditas no segmento, desempenho, economia e menor custo de manutenção. Ele reflete a nova fase da Nissan no Brasil, uma fabricante rumo à liderança entre as marcas japonesas no país”, afirma François Dossa, presidente da Nissan do Brasil.

FOCO NA QUALIDADE

Um dos pilares da Nissan é fabricar produtos de qualidade elevada, que satisfaçam os clientes em todo o mundo.

Por isso, a produção do Nissan New March em Resende (RJ) segue os processos e padrão de fabricação mundial da marca (Nissan Production Way) para garantir a mesma qualidade que o modelo traz em todos os países nos quais é vendido. Afinal, ser japonês é pensar no carro em todos os detalhes.

A preocupação da empresa com a qualidade e segurança originou a moderna plataforma V, na qual o Nissan New March é fabricado.

Concebida sob um novo e extenso processo de desenvolvimento e produção, com novo ferramental em relação ao modelo anterior, ela cria um conjunto inédito de padrões para a indústria por conta da avançada engenharia aplicada.

Além disso, se integra a uma estrutura projetada para absorver as forças dos impactos graças às sofisticadas zonas de deformação, que mantêm a integridade da cabine por conta de uma carroceria altamente reforçada, com novos materiais no assoalho, painéis laterais e frontais e mais pontos de solda.

As soluções adotadas na plataforma e estrutura colaboram para o modelo da Nissan ter peso reduzido, entre 956 kg e 982 kg, de acordo com a versão. Esta característica foi possível também pelo uso de softwares de última geração, que permitiram desenvolver soluções de construção mais eficientes.

O Nissan New March segue as premissas atuais de produção, qualidade, tecnologia, segurança e conforto. O processo de manufatura é mais enxuto, com a entrega de conjuntos completos de componentes. Uma solução que torna mais inteligente o trabalho na linha de montagem.

É uma nova forma de pensar a produção na indústria automobilística – mais qualidade com menor complexidade.

DESIGN CONTEMPORÂNEO E ÊNFASE NOS DETALHES

A frente 100% nova do Nissan New March traz muito das opiniões dos clientes da marca no Brasil, ouvidas em pesquisas. As informações colhidas aqui ajudaram o departamento de design no Japão, responsável pela nova cara do compacto, a desenhar o renovado modelo, que está chegando ao mercado brasileiro. E também está disponível em outros mercados como Canadá, México e Europa.

O novo design conta com uma grande entrada de ar inferior e grade cromada em forma de 'V', que refletem ainda a assinatura atual do design mundial da Nissan.

Ressaltado pelo parachoque dianteiro encorpado, é robusto e elegante, conferindo ao modelo característica única. As maçanetas e retrovisores, de acordo com a versão, podem ser pretos, da cor da carroceria ou cromados.

O frontal do veículo é todo novo, da coluna A até o fim do para-choque.

Visto de lado, o Nissan New March chama a atenção pelas linhas arqueadas das janelas. O departamento de design da Nissan quis preservar a forma clássica das gerações anteriores no desenvolvimento do novo modelo. Os para-lamas proeminentes iniciam a marcante e baixa linha de cintura.

Além da sensação de robustez, a solução permitiu à engenharia posicionar as caixas das rodas nas partes mais extremas da carroceria com o objetivo de conferir maior estabilidade e dirigibilidade, além de ampliar o espaço e o conforto interno, obtendo excelente entreeixos de 2,45 m para um carro com 3,83 m de comprimento (4,7 cm a mais em relação ao March), 1,68 m de largura (+1 cm) e 1,53 m de altura. Dessa forma, o Nissan New March surpreende no espaço interno mesmo sendo um veículo compacto.

No teto há dois vincos acentuados em forma de “V”, que lembram bumerangues e não são meros detalhes estéticos. Eles têm a importante função de conferir maior robustez à carroceria e ganho acústico, pois o nível de ruídos do impacto do vento baixou sensivelmente.

Por falar em redução de ruídos, o Nissan New March fabricado em Resende recebeu um tratamento acústico reforçado para ampliar o conforto interno.

Houve aumento da densidade da manta acústica no painel corta fogo, de 1,2 para 1,8 kg/cm², e a adição de uma nova manta ao painel.

Os ocupantes do modelo sentem pouco a intereferência de sons externos, já que as modificações introduzidas no Nissan New March nacional reduziram em 1.3 dB o nível de ruído no habitáculo, em comparação ao seu antecessor.

O desenho da carroceria na extremidade traseira do teto é levemente elevado para ajustar o fluxo de ar para os lados, o que melhora a performance aerodinâmica do carro.

Leia também:  Carros Peugeot 2008 Quilometragem Até 38,985 km com Direção elétrica Não blindado

Além disso, dos espelhos retrovisores ao espoiler, cada elemento do Nissan New March foi projetado para reduzir a resistência ao ar.

Por conta disso, o modelo atingiu 0,33 cx de coeficiente de arrasto, medida mais eficiente do que a média do segmento dos carros compactos.

Com o objetivo de criar no interior a mesma sensação de modernidade do exterior, a Nissan também mudou o New March por dentro, incluindo novos materiais, painel e volante, seguindo estilo sofisticado, mas sem se esquecer da ergonomia.

A amplitude do interior é obtida pela altura do teto e pelo excelente ângulo de abertura das quatro portas, de quase 90º, que facilitam o acesso e a saída dos ocupantes, e por ideias simples, como ter a base da porta abaulada, que permite entrar e sair do modelo sem raspar os pés na região como em outros modelos.

Os ocupantes contam com 820 mm entre os limites internos das portas para dar acesso ao interior, medida superior a dos principais concorrentes.

O console foi concebido levando em consideração as necessidades do motorista durante a condução. Assim, os designers da Nissan garantiram que os controles de áudio e do sistema de climatização sejam fáceis de visualizar, acessar e utilizar.

O painel de instrumentos tem design inteligente, que facilita a leitura do velocímetro e o conta-giros tem instrumentos claros e brilhantes, que contribuem para a boa visibilidade.

Além disso, desde a versão de entrada o Nissan New March, conta com computador de bordo com funções importantes como autonomia, consumos instantâneo e médio, e abertura interna da tampa do tanque de combustível.

Ainda em relação à busca da melhor ergonomia para o motorista, os comandos mais acessados, como o do ar-condicionado, do aquecimento, do sistema de som, do acionamento elétrico dos vidros, entre outros, estão posicionados de forma a evitar o deslocamento do corpo do motorista e são fáceis de operar.

O Nissan New March traz detalhes prateados no painel central, nas saídas de ar-condicionado, na alavanca do freio de estacionamento e no apoio de braço da porta dianteira; revestimento dos bancos em tecido nas cores preto cinza e o novo volante de três raios, que dispõe de regulagem de altura e é exclusivo para o modelo brasileiro. Esse item, por sinal, confere ao modelo mais sofisticação com seu acabamento nas cores preto e prata. A versão topo de linha 1.6 SL tem, ainda, acabamento Piano Black com detalhes prateados no painel central.

Os bancos contam com costura dupla, que aumenta a qualidade do acabamento e amplia a percepção de cuidado com o produto para o cliente.

Outro ponto importante dos bancos é o sistema Comfort Seat, tecnologia de ponta empregada pela Nissan na confecção deste equipamento.

Assim, os bancos dianteiros contam com suportes laterais nos encostos, que ajudam a aumentar o conforto e a manter a posição estável, e tecido que evita o deslocamento do corpo para frente em frenagens.

Esta solução contempla também as extremidades alongadas em 20 mm na parte frontal do assento. Além disso, a espuma utilizada é de alta densidade para manter a firmeza do corpo sem prejudicar o conforto.

Um fornecedor mundial da Nissan veio do Japão para o Brasil apenas para cuidar dos novos bancos do Nissan New March, garantindo o padrão de qualidade e conforto, que são diferenciais do modelo.

A Tachi-S já está instalada no complexo industrial da empresa em Resende (RJ).

O motorista dispõe, ainda, de ajuste de altura, item de série desde a versão de entrada e não disponível em muitos concorrentes. Todos estes recursos colaboram para reduzir o cansaço na condução por horas contínuas, tornando o compacto da Nissan ainda mais confortável.

Complementando o design, o Nissan New March inova nas cores de lançamento, com duas novas opções perolizadas: Azul Pacific e Branco Diamond.

Com pequenos flocos de mica (material sintético) misturados na tinta base, a opção dá um efeito natural de brilho de pérola e, dependendo da incidência da luz e do ângulo, o tom da cor muda.

O New March é o primeiro compacto produzido no Brasil com essa opção de pintura, o que só é possível graças à avançada tecnologia disponível na unidade industrial de Resende.

A pintura segue o moderno e sustentável sistema '3 wet', onde a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável. Para isso também é fundamental o uso de água como base na pintura.

INOVANDO MAIS UMA VEZ

Quando foi lançado no país em setembro de 2011, o antecessor do Nissan New March destacou-se por ser o primeiro compacto japonês do mercado brasileiro e também por trazer itens de série desde a versão de entrada que, até então, estavam disponíveis nos concorrentes somente como opcionais.

Agora, a Nissan vai além novamente. O novo carro é o primeiro entre os hatches compactos a oferecer itens disponíveis apenas em veículos de segmentos superiores: câmera de ré, navegador por GPS integrado às redes sociais (na versão 1.

6 SL) e cintos de segurança com pré-tensionadores e exclusivo limitador de carga.

A câmera de ré traz mais segurança e comodidade já que dá mais confiança ao motorista ao melhorar a visibilidade na traseira, ajudando a evitar colisões com objetos ou pessoas não identificados pelo retrovisor.

E, em conjunto com a direção elétrica progressiva, deixa a tarefa de estacionar muito mais fácil. Afinal, a inovação tecnológica só tem razão de ser quando se traduz em facilidade e conforto para os consumidores.

Para acompanhar o ritmo da cidade e do mundo sem fios para se comunicar, o Nissan New March traz muita conectividade a bordo. Além das imagens captadas pela câmera de ré, o sistema multimídia (disponível na versão 1.6 SL) com tela de 5.

8 polegadas conta com sistema de navegação por satélite (GPS) com tela sensível ao toque e comandos de voz em português, mostra todas as informações de áudio e do telefone celular e, ainda, permite se conectar via Bluetooth a dispositivos móveis como smartphones e equipamentos de MP3.

O Nissan New March também traz diferenciais para o segmento, como o ar-condicionado digital automático. Inteligente, permite a escolha da temperatura desejada para que o sistema se adapte.

Com 22 graus selecionados, por exemplo, o ambiente interno ficará assim mesmo se o carro estiver passando por locais com variações sensíveis de calor e frio, pois sensores identificam a temperatura e fazem a troca de ar para deixar do jeito desejado.

O novo volante multifuncional, exclusividade mundial do Nissan New March brasileiro, concentra os controles de áudio e da função viva voz para o telefone. Já com o Bluetooth Streaming é possível sincronizar a agenda telefônica e os arquivos de música digital com o sistema para ampliar as opções de diversão durante a condução, sem a necessidade de cabos para conexão.

Na segurança passiva, o modelo conta com cintos de segurança dianteiros equipados com pré-tensionadores e o exclusivo sistema limitador de carga.

Com esses recursos, em caso de colisão, os cintos se retraem instantaneamente, restringindo rapidamente o movimento dos corpos dos passageiros e, quase que simultaneamente, liberando gradualmente a correia, amortecendo a força aplicada ao peito, reduzindo a possibilidade de lesões.

Cor branca é a preferida dos motoristas; veja tendências — GARAGEM 360

Em 2019, cerca de 40% de todos os veículos fabricados no mundo foram pintados de branco. Esta análise é um levantamento do BASF Color Report 2019 de Tintas Automotivas. Atualmente, a cor é predominante nos automóveis nas estradas das Américas, Europa e Ásia.

Quer ganhar um e-book exclusivo com dicas para cuidar melhor de seu veículo? Assine nossa newsletter neste link.

Preferência dos motoristas

Mesmo que o branco seja a cor mais popular em todas as regiões, há diferenças sobre sua distribuição regional. Enquanto na Ásia-Pacífico quase um em cada dois veículos está pintado com a tonalidade, na América do Norte e na região que compreende a Europa, Oriente Médio e África, apenas um em cada três carros está revestido com ela.

Outras três cores acromáticas (preto, cinza e prata) continuam populares. Juntas, elas revestem outros 39% dos veículos que saíram das montadoras em 2019. A tendência também afeta o segmento dos automóveis mais populares: os SUVs.

LEIA MAIS: Por a partir de RS 140 mil, Troller T4 2020 tem novas coresHonda Biz 125 2020 recebe novas rodas e cores

Dos novos veículos do mundo, 22% foram revestidos com cores cromáticas no ano passado. Aproximadamente 9% dos automóveis produzidos em nível global foram azuis e 7% foram pintados de vermelho.

Além do azul e do vermelho, o marrom e o bege estão começando a emergir, especialmente na Europa, Oriente Médio e África.

América do Sul

O branco é o favorito dos consumidores sul-americanos, abrangendo uma parcela de mercado de 39%. Essa tendência já é perceptível há alguns anos.

“A tonalidade reforça atualmente o aspecto de ‘cor ambiental’ relacionada com limpeza e pureza do ar e da água, bem como a conservação do meio-ambiente”, indica Marcos Fernandes, diretor do Negócio de Tintas Automotivas da BASF para a América do Sul.

Leia também:  Hatch usados a Flex com final da placa 9,0

Outros tons acromáticos estão entre as preferidas dos consumidores: 23% deles escolhem o prata e, 14%, o cinza. O preto, que soma um total de 11% da parcela de mercado, não é tão popular na América do Sul, comparada com 16% que ocupa a proporção global.

Entre as cores cromáticas, o vermelho continua conquistando os corações dos sul-americanos, com 8% da fatia de mercado, seguido do azul e do bege.

“O vermelho tem uma presença tradicional nas vendas. É vibrante, vinculado com a esportividade e a beleza, além de manter seu valor na revenda”, comenta Fernandes.

América do Norte

  • Nas rodovias da América do Norte, as cores acromáticas continuam sendo as preferidas: branco, preto, prata e cinza revestem cerca de 75% do mercado, o que reflete as tendências globais.
  • No entanto, a distribuição de tons é mais equilibrada do que nas referidas tendências, já que o branco, mais popular, corresponde apenas a 29% da distribuição total.
  • O mercado norte-americano também lidera a mudança de brancos quentes (com tonalidades amareladas) para brancos mais frios (com tonalidades azuladas e efeito branco perolado), especialmente nos veículos elétricos e de luxo.

Além disso, a América do Norte é a região líder em nível global com relação à popularidade das caminhonetes pick-up. À medida que estas passam de ferramentas utilitárias a meios de transporte de luxo, a tendência evolui a cores que previamente apenas eram encontradas nos segmentos mais luxuoso, como os tons de preto, branco e vermelho.

Europa, Oriente Médio e África

Com um percentual de 77%, as cores acromáticas continuam dominando o panorama nas rodovias da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África), mesmo que a proporção de automóveis brancos tenha sido impactada com uma leve redução. Embora a popularidade do prata também esteja em declive, o cinza continua sua carreira de sucesso com uma fatia 20% do mercado.

O cromático aumenta levemente: quase um em cada quatro automóveis da Europa foi revestido com ele. Neste segmento, o azul continua liderando, com 11%. Esta cor também é líder com relação à diversidade de tonalidades, oferecendo um total de quase 160 matizes diferentes.

Com uma quota de 2%, o bege emerge significativamente pela primeira vez. “A necessidade de superfícies mais suaves e acessíveis tem como resultado uma crescente popularidade dos espaços com o tom”, comenta Mark Gutjahr, responsável pelo Design de Cores Automotivas da BASF na Europa, Oriente Médio e África.

Ásia-Pacífico

A maioria dos veículos na Ásia-Pacífico é acromática, com um percentual de cor que se mantém em 77%. No local, quase um em cada dois automóveis continua sendo branco, com uma predominância de 49%, a maior de todas as regiões.

O branco pérola é especialmente popular. Por outro lado, a cor preta continua pouco usada quando comparada com outras localidades, mas está sendo objeto de uma maior atenção como expressão esportiva e individual.

Os diversos matizes, tonalidades e efeitos de cor cromática são características da região Ásia-Pacífico. Entre elas, o azul ocupa a primeira posição, com um percentual de 7%, como se observa habitualmente nos veículos elétricos, seguido pelo vermelho, com 6%.

Carros com pinturas exóticas

Tornou-se comum ver carros pintados em cores mais sóbrias nas ruas. Basta dar uma olhada no trânsito para ver a quantidade de modelos pintados em preto, prata ou branco.

Quando há algum vermelho, ele até se destaca na multidão. Porém, às vezes as montadoras tentam emplacar tonalidades mais exóticas, principalmente durante o lançamento de alguns automóveis.

Tudo para se destacar na multidão e chamar a atenção de possíveis compradores.

Com design controverso, o Chevrolet Agile estreou com um tom de amarelo chamativo em 2009 |Foto: Divulgação Com design controverso, o Chevrolet Agile estreou com um tom de amarelo chamativo em 2009 |Foto: Divulgação A linha 2019 do Chevrolet Camaro surgiu em um tom nada discreto de laranja |Foto: Divulgação A linha 2019 do Chevrolet Camaro surgiu em um tom nada discreto de laranja |Foto: Divulgação Nos anos 90, o Chevrolet Corsa Piquet foi uma série especial com a carroceria pintada em amarelo |Foto: Divulgação A versão Sport da Chevrolet Montana atual foi apresentada em um verde chamativo durante o lançamento do modelo |Foto: Divulgação A versão Sport da Chevrolet Montana atual foi apresentada em um verde chamativo durante o lançamento do modelo |Foto: Divulgação Modelo aventureiro, o Chevrolet Onix Activ apostava em um tom laranja para se diferenciar das demais versões |Foto: Divulgação Modelo aventureiro, o Chevrolet Onix Activ apostava em um tom laranja para se diferenciar das demais versões |Foto: Divulgação Quando a Chevrolet Spin foi reestilizada, em 2018, a marca aproveitou para pintar a versão aventureira Activ na tonalidade Amarelo Stone |Foto: Divulgação Quando a Chevrolet Spin foi reestilizada em 2018, a marca aproveitou para pintar a versão aventureira Activ na tonalidade Amarelo Stone |Foto: Divulgação O Vectra GT não teve muito sucesso, mas recebeu uma pintura laranja durante seu lançamento, em 2007 |Foto: Divulgação Dois anos depois, em 2009, a leve mudança visual foi apresentada em um modelo pintado de azul |Foto: Divulgação A cor Plum Crazy se tornou um símbolo da Dodge desde os anos 1970. Atualmente, o Challenger e o Charger podem ser pintados neste tom |Foto: Divulgação Dodge Challenger |Foto: Divulgação Dodge Charger |Foto: Divulgação Além do roxo Plum Crazy, a Dodge tem outras cores chamativas em seu catálogo, como este verde do Challenger Hellcat |Foto: Divulgação Já o Dodge Charger Daytona pode receber uma pintura amarela |Foto: Divulgação Nos anos 90, o Fiat Uno Turbo podia ser comprado em um tom amarelo |Foto: Divulgação Em 2001, a reestilização do Palio foi lançada junto com o tom Amarelo Ímola |Foto: Divulgação Anos mais tarde, em 2007, o Palio recebia um novo desenho e um tom amarelo para a versão 1.8R |Foto: Divulgação Anos mais tarde, em 2007, o Palio recebia um novo desenho e um tom amarelo para a versão 1.8R |Foto: Divulgação Lançado em 2010, o Fiat Uno abusava das cores chamativas, como o verde-limão |Foto: Divulgação Lançado em 2010, o Fiat Uno abusava das cores chamativas, como o verde-limão |Foto: Divulgação O Fiat Mobi foi mais um carro que apostou em um tom de roxo para o lançamento do modelo, em 2016 |Foto: Divulgação O Fiat Mobi foi mais um carro que apostou em um tom de roxo para o lançamento do modelo, em 2016 |Foto: Divulgação A atual geração do Ford EcoSport foi lançada em um tom laranja bem chamativo |Foto: Divulgação A atual geração do Ford EcoSport foi lançada em um tom laranja bem chamativo |Foto: Divulgação Primeiro Fiesta feito no Brasil, este modelo apostou em várias cores chamativas, como este amarelo-mostarda e o roxo |Foto: Divulgação Primeiro Fiesta feito no Brasil, este modelo apostou em várias cores chamativas, como este amarelo-mostarda e o roxo |Foto: Divulgação A sexta geração do Ford Fiesta também foi apresentada em tons exóticos, como este verde-limão |Foto: Divulgação A sexta geração do Ford Fiesta também foi apresentada em tons exóticos, como este verde-limão |Foto: Divulgação O Ka foi outro modelo da Ford que apostou em cores exóticas |Foto: Divulgação O Ka foi outro modelo da Ford que apostou em cores exóticas |Foto: Divulgação Além do visual arrojado, cores exóticas também fazem parte do DNA da Lamborghini, como pode ser visto neste Muciélago |Foto: Divulgação Além do visual arrojado, cores exóticas também fazem parte do DNA da Lamborghini, como pode ser visto neste Muciélago |Foto: Divulgação A Peugeot 206 Escapade também foi lançada em nada discreto tom de amarelo |Foto: Divulgação A Peugeot 206 Escapade também foi lançada em nada discreto tom de amarelo |Foto: Divulgação O Renault Kwid apostou em um tom laranja para seu lançamento |Foto: Divulgação O Renault Kwid apostou em um tom laranja para seu lançamento |Foto: Divulgação Além do visual, o Renault Twingo de primeira geração ficou marcado por suas cores |Foto: Divulgação Lançado para ser o Fusca moderno, o VW New Beetle ficou marcado pela cor amarela |Foto: Divulgação Lançado para ser o Fusca moderno, o VW New Beetle ficou marcado pela cor amarela |Foto: Divulgação O VW Golf GTI de 2007 foi mais um modelo lançado em amarelo |Foto: Divulgação O VW CrossFox reestilizado trocava o amarelo pelo laranja |Foto: Divulgação O VW CrossFox reestilizado trocava o amarelo pelo laranja |Foto: Divulgação A VW Saveiro Cross foi outro modelo pintado em laranja |Foto: Divulgação A VW Saveiro Cross foi outro modelo pintado em laranja |Foto: Divulgação O VW Polo não foi vendido neste tom de amarelo, mas toda a campanha de divulgação do modelo foi feita com este tom |Foto: Divulgação O VW Polo não foi vendido neste tom de amarelo, mas toda a campanha de divulgação do modelo foi feita com este tom |Foto: Divulgação

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*