Sedan em Mato Grosso Do Sul com Air bag com final da placa 7,8

A convocação acontece 8 dias depois de a Polícia de Sergipe concluir que o motorista de um Celta 2014 morreu em um acidente após ser ferido no pescoço por um objeto metálico projetado do airbag”. Esta é a primeira morte no Brasil em decorrência dos “airbags mortais” da Takata.

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Chevrolet Celta 2015 — Foto: Divulgação

Chevrolet Celta 2015 — Foto: Divulgação

Veja abaixo os detalhes da campanha de recall:

  • Número de unidades: 91.573
  • Data de produção: entre 22 de agosto de 2012 e 15 de abril de 2015
  • Modelos: 2013 e 2016
  • Chassis: entre DG124288 e GG100849
  • Número de unidades: 144.272
  • Data de produção: entre 04 de julho de 2012 a 10 de junho de 2016
  • Modelo: 2013 e 2016
  • Chassis: entre DB186193 a GR160004

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Chevrolet Classic também foi chamado para recall por airbags defeituosos — Foto: Divulgação

Chevrolet Classic também foi chamado para recall por airbags defeituosos — Foto: Divulgação

De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, os proprietários desses veículos devem entrar em contato a rede Chevrolet para agendar a substituição do airbag do lado do motorista.

O atendimento terá início a partir de 5 de agosto, será gratuito e tem o tempo estimado de até 1 (uma) hora.

O G1 procurou a Chevrolet, que confirmou o recall. A empresa disse que não fará outros comentários sobre o caso.

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Acidente com o Chevrolet Celta — Foto: Reprodução

Acidente com o Chevrolet Celta — Foto: Reprodução

O acidente com o Celta 2014 em Aracaju aconteceu em 20 de janeiro. Só que as investigações só foram concluídas na última semana. De acordo com o laudo da polícia sergipana, o Celta utilizava airbags da fabricante japonesa Takata.

A empresa está envolvida em um escândalo que provocou a morte de dezenas de pessoas no mundo e a convocação do maior recall da história, envolvendo mais de 100 milhões de veículos.

Só no Brasil, 4 milhões de exemplares já foram chamados pelas suas fabricantes para corrigir a falha.

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Airbag da Takata do Celta envolvido em um acidente que matou o motorista em Aracaju — Foto: Reprodução

Airbag da Takata do Celta envolvido em um acidente que matou o motorista em Aracaju — Foto: Reprodução

Sobre o Celta, a GM não respondeu se o modelo saía de fábrica com as bolsas da empresa japonesa. No entanto, a loja oficial da empresa no Mercado Livre chegou a oferecer a peça da Takata.

A fabricante já havia convocado quase 300 mil veículos dos modelos Sonic, Tracker, Cruze, Agile e Montana para recall por este defeito. Mas nunca Celta e Classic.

Após o caso ser publicado, na quarta-feira da última semana, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) afirmou há uma semana que iria investigar se o modelo deveria passar por recall.

Segundo o Ministério da Justiça, a GM “alegou que teve conhecimento a respeito do acidente ocorrido em Aracaju, em 15 de julho de 2020, decorrente de falha no airbag, que resultou na morte do consumidor que conduzia o veículo Celta”.

O órgão disse ainda que “a GM afirmou que entrou em contato com os proprietários do veículo, mas não teve sucesso até a presente data. Além disso, comunicou o início das investigações sobre a relação do acidente com o recall dos airbags Takata, mas ainda não possui conclusões a serem apresentadas”.

Por fim, a pasta ainda afirma que “não há pronunciamento do fornecedor acerca de eventual relação entre o acidente ocorrido no Estado de Sergipe e a campanha de recall”.O processo aberto pelo MJ está “em fase de averiguação preliminar”, quando “são levantadas provas e informações”.

Caso o órgão encontre indícios de infração por parte da GM, é “possível que seja aplicada sanção de multa em eventual decisão, se infrações aos direitos dos consumidores forem confirmadas. Neste caso, a sanção poderá chegar superar R$ 10 milhões”.

Sedan em Mato Grosso Do Sul com Air bag com final da placa 7,8

Peça de airbag causou morte de motorista em acidente na Orla da Atalaia, diz SSP

O acidente que matou o motorista do Celta é o primeiro caso de morte no Brasil em decorrência dos “airbags mortais” da Takata. O caso aconteceu em 20 de janeiro, em Aracaju.

Sete dias depois, no Rio de Janeiro, o motorista de um Honda Civic 2008 também morreu com ferimentos causados pelo airbag. Na ocasião, quem divulgou a ocorrência foi a própria Honda, que tem feito repetidas campanhas de conscientização para o defeito, além de estimular seus clientes a realizarem o recall.

No total, há 41 casos conhecidos de explosão de airbags no Brasil, 39 da Honda, 1 da Toyota e 1 da Chevrolet, com 16 feridos e 2 mortos.

Em todo o mundo, há ao menos 25 mortes e 300 feridos relacionados à falha, de acordo com agência Reuters.

O problema está em uma peça defeituosa chamada insuflador. Ela é um tipo de caixa metálica que abriga o gás que faz a bolsa de ar inflar.

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Vítima de airbag da japonesa Takata — Foto: Gary Cameron/Reuters

Vítima de airbag da japonesa Takata — Foto: Gary Cameron/Reuters

O defeito nessa peça causa uma abertura forte demais quando o airbag é acionado. Além disso, a falha gera trincas no insuflador e, com a explosão do airbag, ele se estilhaça, atirando pedaços de metal contra os ocupantes, causando ferimentos que podem ser fatais.

A quebra do insuflador e a forte explosão do airbag resultam de uma combinação de 3 fatores.

Os airbags da Takata usam nitrato de amônio para fazer a bolsa de ar abrir. O nitrato, por si só, é relativamente pouco explosivo. Ele se apresenta como um pó branco e é seguro, desde que não aquecido. O risco é maior após longa exposição do carro ao calor ou a ambientes úmidos.

A montagem do dispositivo da Takata permite que a umidade penetre no airbag e corrompa partes metálicas, que se quebram na explosão, rompem a bolsa e atingem os ocupantes.

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Entenda o caso dos 'airbags mortais' da Takata; Brasil tem recalls

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Após acidente em Aracaju empresa manda fazer recall de airbag

Mitsubishi Galant

For the Mitsubishi Galant Fortis, see Mitsubishi Lancer.

Motor vehicle
Mitsubishi Galant2004 Mitsubishi GalantOverviewManufacturerMitsubishi MotorsProduction1969–20122007–2017 (Galant Fortis)Assembly

  • Japan:Nagoya Plant, Okazaki, Aichi (1969–2006)Mizushima Plant, Kurashiki (2007–2017)
  • Port Melbourne, Australia (1971–1972)[1]
  • Tonsley Park, Australia[2] (1972–2008)
  • Normal, United States (1993–2012)
  • Jakarta, Indonesia (1977–2005)
  • Petone, New Zealand (1972–1975)
  • Porirua, New Zealand (1975–1998, Todd Motors/Mitsubishi Motors NZ)
  • Cainta, Philippines (1973–2006; MMPC)
  • Laem Chabang, Thailand (1992–1998; MMTh)
  • China: Fuzhou (Soueast Motors)

Body and chassisClassCompact car (1969–1987, 2007–2017)Mid-size car (1983–2012)LayoutFR layout (1969–1987)Transverse front-engine, front-wheel drive / Transverse front-engine, all-wheel drive (1987–2006, 2007–2017)FF layout (1983–2017)ChronologyPredecessorMitsubishi Colt 1500

The Mitsubishi Galant is an automobile which was produced by Japanese manufacturer Mitsubishi from 1969 to 2012. The model name was derived from the French word galant, meaning “chivalrous”.[3] There have been nine distinct generations with total cumulative sales exceeding five million units.[4] It began as a compact sedan, but over the course of its life evolved into a mid-size car. Initial production was based in Japan, but from 1994 the American market was served by vehicles assembled at the former Diamond-Star Motors (DSM) facility in Normal, Illinois.

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First generation (A50; 1969)

Motor vehicle
First generationOverviewAlso calledChrysler Valiant Galant[5]Colt GalantDodge Colt[6]Mitsubishi Colt Galant[7]Production1969–1973Body and chassisClassCompactBody style2-door hardtop coupé4-door sedan5-door station wagonLayoutFR layoutRelatedMitsubishi Galant GTOMitsubishi Galant FTOPowertrainEngine1.3 L 4G30 I4 (A51)1.4 L 4G33 I4 (A54)1.5 L 4G31 I4 (A52)1.6 L 4G32 I4 (A53)1.7 L 4G35 I4 (A55)DimensionsWheelbase2,420 mm (95.3 in)Length4,080 mm (160.6 in)Width1,560 mm (61.4 in)Height1,370 mm (53.9 in)

The first generation of the car, initially known as the Colt Galant, was released in December 1969 at a new Mitsubishi Japanese dealership called Galant Shop. The design was dubbed “Dynawedge” by Mitsubishi, referring to the influence of aerodynamics on the silhouette.[4] Three models were available, powered by the new 'Saturn' engine in 1.3- (AI model) or 1.5-liter (AII and AIII) configurations. 1.4- and 1.6-liter versions (14L and 16L) replaced these in September 1971. A larger 115 PS (85 kW) 1.7-liter arrived for the top GS model in January 1973.[8] Initially only available as a four-door sedan, five-door estate and two-door hardtop (A53) variants were added in 1970. The hardtop was Mitsubishi's first production passenger car with full side windows and no side pillars. In March 1973, with only two months of production left, the cleaner “MCA-II” version of the 1.6 arrived. With 97 PS (71 kW) it was three horsepower down on the regular version.[8]

The Galant was offered as a competitor to the Toyota Corona, Nissan Bluebird, Honda Accord, and Mazda Capella.

It became Mitsubishi's first car to be sold in the United States in 1971 when the Chrysler Corporation, the company's new partner and stakeholder, began importing the car as the Dodge Colt.

It was also produced by Chrysler Australia and sold alongside the larger Chrysler Valiant models as the Chrysler Valiant Galant.[2] In South Africa, the A53 Colt Galant arrived in late 1972 as the Dodge Colt 1600 GS (AY series).

The car had already been rallied there, in 1300 and 1600 forms, and only the Hardtop GS version was sold to capitalize on the car's sporty image. Gross power claimed was 97 PS (71 kW) at 6700 rpm and the car was fitted with Rostyle wheels as also used on locally assembled Hillman Vogues.[9]

From 1970, a fastback coupé model was developed, the Galant GTO. Fashioned after contemporary American muscle cars, the hardtop GTO was available with a choice of two “Saturn” engines and the 2-litre Astron 80, and was available until 1975. The nameplate was sufficiently highly regarded in Japan for it to be resurrected for the 1990 Mitsubishi GTO coupé.

A third, more compact coupé was introduced on a chassis shortened by 12 cm in 1971, the Galant FTO. Powered by the 4G41 1.4 L engine, it too would leave a legacy for the company to return to in the 1990s with the Mitsubishi FTO.

New Zealand

Although the earlier Colt had been imported in limited numbers, this generation, in 1.

6-litre coupé form only, was the first model to establish the Mitsubishi brand in New Zealand from 1971 when newly appointed distributor Todd Motors, which also imported and assembled Chrysler and Hillman, started selling a small number of Japanese-assembled cars to supplement its mainstream Hillman Avenger and Hunter models.

The coupé was assembled in New Zealand from 1972, firstly at Todd's Petone factory, on the Avenger/Hunter line and, from 1974, at the brand-new purpose-built factory in Porirua (closed in 1998).

  • 1969 Mitsubishi Colt Galant A II Custom L sedan

  • 1971 Mitsubishi Colt Galant Estate V 16L GL

  • Chrysler Valiant Galant (GB) GL (Australia)

  • Mitsubishi Colt Galant Hardtop 16L

Second generation (A112, A114, A115; 1973)

Motor vehicle
Second generationOverviewAlso calledColt GalantChrysler Colt (South Africa)[10]Chrysler Valiant GalantChrysler GalantDodge ColtPlymouth ColtPlymouth CricketProduction1973–19761974–1977 (Australia)Body and chassisClassCompactBody style2-door hardtop coupé (H)4-door sedan (A)5-door station wagon (V)LayoutFR layoutPowertrainEngine

  • 1597 cc 4G32 I4 (A112)
  • 1855 cc 4G51 I4 (A114)
  • 1995 cc 4G52 I4 (A115)

DimensionsWheelbase2,420 mm (95.3 in)Length

  • 4,200 mm (165 in)
  • 4,215 mm (166 in) (Estate)

Width1,600–1,615 mm (63–64 in)Height1,360–1,395 mm (54–55 in)Curb weight

  • 940 kg (2,070 lb) (Sedan)
  • 925 kg (2,039 lb) (Hardtop)
  • 970 kg (2,140 lb) (Estate)

The second generation Mitsubishi Colt Galant A11* series was built from 1973 and received a replacement in 1976. Introduced on 24 May 1973 (on sale 1 June) in the Japanese domestic market, the second generation Galant was more widely exported as Mitsubishi's ambitions grew. It was again sold by Chrysler in many different guises; as the Dodge Colt in the United States, as the Plymouth Colt and Plymouth Cricket in Canada (from 1974), as the Chrysler Valiant Galant and as the Chrysler Galant in Australia, and in Europe as the Colt Galant. Transmissions were now all floor mounted and include a four-speed manual and a five-speed unit for sportier models. A three-speed automatic transmission was also available. The smaller 1600 engine was also available in the cleaner “MCA-II” version right from 1973, a model which met Japan's 1975 emissions standards. This version was marginally less powerful, with 97 PS (71 kW) rather than the 100 PS (74 kW) engine seen in the previous model.

SedanWagonHardtop

This new Galant model was more curvaceous, influenced by contemporary “coke bottle styling”, and featured a range of larger 'Astron' engines developing up to 125 PS in 2000 cc form to complement the 'Saturn' units.

During the second generation, the first Astron 80 engines were introduced in some markets using Mitsubishi's newly developed “Silent Shaft” balance shaft technology for reduced vibration and noise.

Body styles remained the same as the first generation Colt Galants offered in sedan, wagon, pillar-less two-door hardtop coupé with the addition of a fixed post coupé for some markets. New models were added to the line up, including GL-II, SL-5, GT and GS-II.

The Estate (A112V, sold as a commercial vehicle in Japan) was only available with the 100 PS 1600 engine, in Custom, GL, or SL-5 (with a five-speed manual transmission). It had vestigial wood panelling, featuring a narrow strip on the tailgate only.

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In New Zealand the hardtop, now with an 1855 cc engine was again assembled by Todd Motors at Porirua. The sedan was not offered as Todd was planning to assemble the larger Galant Sigma sedan and wagon range from late 1977 and they were still importing the British Avenger and Hunter models.

In South Africa, the Dodge Colt 1600 GS arrived in late 1975 (YB series) to replace the earlier AY. Aside from the new body, with wider wheels and improved handling, it also benefitted from a new five-speed gearbox.[11] In August 1976, the name was changed to Chrysler Colt, and the new GS II received a 2.0-liter engine with 85 kW (116 PS; 114 hp).

The 1600 also became available in less sporty GL trim, and a set of four-door models complemented the earlier hardtop. This new range signalled a move away from British and Australian sourced Chrysler products, with the four-door replacing the locally built Chrysler Vogue.[12] Only three months later, Chrysler South Africa ceased operations.

Mitsubishi production was continued by the new Sigma Motor Corporation.[13]

Third generation (A120/A130; 1976)

Motor vehicle
Third generationMitsubishi Galant Sigma 1600SL Super (Japan; pre-facelift)OverviewAlso called

  • Mitsubishi Galant Sigma
  • Chrysler Sigma
  • Mitsubishi Sigma
  • Colt Galant
  • Colt Sigma
  • Dodge Colt (wagon; North America)
  • Mitsubishi Express (facelifted van; New Zealand)[14]

Production1976–1982Body and chassisClassCompactBody style

  • 4-door sedan
  • 5-door station wagon

LayoutFR layoutRelatedGalant Λ/Sapporo/ScorpionDodge ChallengerPowertrainEngine

  • 1597 cc 4G32/G32B I4 (A121/131)
  • 1850 cc 4G51 I4 (A122)
  • 1995 cc 4G52/G52B I4 (A123/133)
  • 1995 cc 4G52 turbo I4 (Australia)
  • 2555 cc 4G54 I4 (A125)

DimensionsWheelbase2,515 mm (99.0 in)[15]Length4,300–4,450 mm (169.3–175.2 in) (sedan)[16][17]4,340–4,490 mm (170.9–176.8 in) (wagon)Width1,655 mm (65.2 in)[15]Height1,360 mm (53.5 in) (sedan)1,385 mm (54.5 in) (wagon)Curb weight970–1,205 kg (2,138.5–2,656.6 lb) (sedan)1,055–1,270 kg (2,325.9–2,799.9 lb) (wagon)
Mitsubishi Galant Colt Sigma GLX (UK; pre-facelift)
Interior

The third generation of the car was introduced in 1976, and was known as Galant Σ (Sigma)

Detran-RJ

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Ao receber multa, verifique os seguintes dados:

  • A cor, a marca e o modelo registrados na notificação têm de ser os mesmos do seu veículo;
  • O intervalo entre a data em que foi cometida a infração e a data da postagem, indicada na notificação, não poderá exceder a 30 dias (vale para multas aplicadas depois da data da vigência do novo Código de Trânsito Brasileiro – 20 de janeiro de 1998). O prazo para a prescrição das infrações cometidas antes de 20 de janeiro de 1998, quando ainda vigorava o código antigo, não foi estabelecido naquele documento legal);
  • Se o veículo em questão ainda lhe pertence.

Se o usuário não concordar com as infrações que lhe foram imputadas na vigência do novo Código de Trânsito Brasileiro, tem o direito de impetrar recurso junto ao órgão autuador.

Até a data do vencimento, o pagamento poderá ser feito através da Notificação de Infração de Trânsito. Em caso de perda ou extravio, o pagamento da multa poderá ser efetuado por Guia de Recolhimento de Multas (GRM), extraída no site do Bradesco (www.bradesco.com.br) ou nos totens da instituição. Depois da data de vencimento, o pagamento só poderá ser feito através da GRM.

ATENÇÃO: a GRM só é válida se o pagamento for feito no mesmo dia.

Observação:

Os pagamentos de multas efetuados em dinheiro ou débito automático serão registrados no sistema do Detran-RJ on-line. Os pagamentos em cheque, em seis dias úteis.

Se for necessário agendar qualquer tipo de serviço junto ao Detran-RJ, tal como vistoria anual de veículo, o usuário deverá aguardar esses prazos.

Só depois que a quitação dos débitos for registrada no sistema de informática é que o serviço de teleatendimento estará liberado para fazer o agendamento.

Verifique sempre se há multas no Renavam e no CPF do proprietário (em caso de pessoa física) ou CNPJ (antigo CGC – no caso de pessoa jurídica).

Na GRM estão descritas as multas vencidas e a vencer. No caso das vencidas, o usuário pode escolher quais delas quer pagar, já que as multas vencidas podem ser quitadas separadamente.

Até a Data de Vencimento, o usuário tem 20% de desconto sobre o valor total, podendo o pagamento ser efetuado através da Notificação de Penalidade ou por Guia de Recolhimento de Multas (GRM), extraída no site do Bradesco ou nos totens localizados em suas agências.

Nada Consta de Multas

Se o usuário não possuir a Notificação de Infração de Trânsito com a descrição das multas (local, dia, hora e motivo), poderá requisitar o Nada Consta de Multas, onde constam essas informações.

Há duas maneiras de conseguir o Nada Consta: no prédio-sede do Detran-RJ, na Avenida Presidente Vargas, 817 – térreo, ou no Portal do Detran-RJ, em “multas » consultas » multas do veículo / nada consta”.

No caso de o usuário optar por ir à sede do Detran-RJ, levar o original do documento do veículo e do documento de identidade do proprietário. O Nada Consta não é válido para pagamento.

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Há três maneiras de o usuário saber se há multas para o seu veículo ou o seu CPF: pela Internet, diretamente na sede do Detran-RJ ou nas agências do Bradesco.

Na página do Detran-RJ (www.detran.rj.gov.br), você vai encontrar o serviço de consulta a multas, através do qual pode-se saber o local, a data, o horário e o motivo da infração, basta acessar o ícone “C.N.H. – consulta Infração/Pontuação”, ou em “multas » consultas » multas do veículo / nada consta”, e digitar o Renavam do veículo e o CPF do proprietário.

Na sede do órgão, na Avenida Presidente Vargas, 817, térreo, acesso 6, o usuário pode pedir o Nada Consta de Multas e dispor das mesmas informações oferecidas pela home page do Detran-RJ. O proprietário do veículo deverá apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) ou o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e a carteira de motorista.

Também, pela Internet, você pode ter acesso à página do Bradesco (www.bradesco.com.br) e consultar a Guia de Recolhimento de Multas (GRM).

Depende da forma de pagamento: se em dinheiro, o sistema é on-line. Se em cheque, o sistema leva cinco dias úteis para pagá-la.

Na página do Detran-RJ (www.detran.rj.gov.br), você vai encontrar o serviço de consulta a multas, através do qual pode-se saber o local, a data, o horário e o motivo da infração, basta acessar o ícone “C.N.H. – consulta Infração/Pontuação”, ou em “multas » consultas » multas do veículo / nada consta”, e digitar o Renavam do veículo e o CPF do proprietário.

Na sede do órgão, na Avenida Presidente Vargas, 817, térreo, acesso 6, o usuário pode pedir o Nada Consta de Multas e dispor das mesmas informações oferecidas pela home page do Detran-RJ. O proprietário do veículo deverá apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) ou o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e a carteira de motorista.

Se você recebeu multas por infrações cometidas por outra pessoa que dirigia o seu veículo, pode transferir a pontuação negativa para a carteira de motorista do real infrator. A responsabilidade pelo pagamento da multa, no entanto, é do proprietário do veículo.

Você deve procurar a Junta Administrativa de Recurso de Infrações (Jari) do órgão autuador ou do município onde o veículo está emplacado, preencher o formulário para interposição de recurso – fornecido pela própria Jari – e anexar a documentação relacionada abaixo.

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O formulário terá de ser assinado pelo proprietário e pelo real infrator.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina que o proprietário do veículo multado tem prazo de 15 dias, a contar da data da notificação, para dar entrada no recurso para troca de real infrator no órgão autuador, independentemente de a multa estar paga ou não.

Se o recurso for impetrado no órgão autuador, o usuário poderá saber o resultado do julgamento no mesmo local onde entregou a documentação, a partir do 30º dia após a interposição do recurso. Se não houver o julgamento dentro desses 30 dias, o usuário tem o direito de pedir o efeito suspensivo da multa, para fins de vistoria.

Qualquer dúvida entre em contato com a Central de Atendimento: 3460-4040 / 3460-4041.

  • Cópia da Carteira de Identidade de quem está impetrando o recurso;
  • Cópia da carteira de motorista do infrator indicado;
  • Cópia do comprovante de residência do infrator indicado;
  • Cópia do CPF do infrator indicado;
  • Cópia de procuração, com firma reconhecida em cartório, no caso de o recurso ser impetrado por terceiros;
  • Notificação (original ou cópia do auto de infração ou Nada Consta).

Se a infração for cometida por veículo de empresa, o prazo para a indicação do real infrator também é o mesmo. Mas, atenção: se isso não for feito, será emitida mais uma multa para o proprietário do veículo (empresa), cujo valor será a da multa aplicada anteriormente, multiplicado pelo número de infrações iguais cometidas pelo veículo no período de 12 meses (Art. 257 §8º).

Para isso, você tem de ter cópia autenticada do Certificado de Registro de Veículo (CRV) totalmente preenchido (dados do comprador, data da negociação etc) e com firma reconhecida, por autenticidade, da assinatura do vendedor.

Procure a Junta Administrativa de Recurso de Infrações (Jari) do órgão autuador e impetre recurso de Transferência de Responsabilidade, anexando a cópia do CRV. Não deixe de fazer imediatamente a comunicação de venda do veículo. A comunicação pode ser feita gratuitamente na sede do Detran-RJ, nos postos de vistoria, Ciretran ou Serviço Auxiliar de Trânsito (SAT).

O serviço também pode ser feito em qualquer agência dos Correios, que cobram ao usuário R$ 4,60 pelo formulário e remessa ao Detran-RJ.

Procure saber primeiramente qual o órgão que aplicou a multa (veja no primeiro quadro dessa página como obter a informação). No caso de a infração ter sido aplicada pelas prefeituras do Rio de Janeiro ou de Niterói, Departamento de Estradas de Rodagem (DER) ou Polícia Rodoviária Federal (PRF), procure diretamente aqueles órgãos. 

Ao atingir 20 pontos negativos em sua carteira, o motorista será submetido a processo administrativo, que poderá culminar na suspensão do seu direito de dirigir de um mês a um ano. O motorista também terá de matricular-se em curso de reciclagem e só receberá a carteira de volta se, além de cumprir o prazo de suspensão determinado pelo Detran-RJ, for aprovado no curso.

Os pontos negativos são contados em período de 12 meses. Exemplo: você cometeu uma infração em 30 de outubro de 1998, outra em 30 de novembro de 1998 e mais uma em 30 de dezembro de 1998.

Se em 30 de outubro de 1999 você não tiver completado 20 pontos negativos, a pontuação referente à primeira multa deixa de ser considerada e a data inicial para a contagem de pontos pula para 30 de novembro de 1998.

Se em 30 de novembro de 1999 você ainda estiver abaixo dos 20 pontos negativos, a pontuação daquela segunda multa (que agora se transformou na primeira) também é desconsiderada e assim sucessivamente.

Mas, se no período de 12 meses, a contar da data da primeira infração que estiver valendo, você completar 20 pontos, a pontuação negativa não cai mais e é iniciado automaticamente o processo de suspensão do direito de dirigir.

Verifique no verso da notificação o órgão que aplicou a multa. Cada orgão autuador tem sua própria Junta Administrativa de Recurso de Infrações (Jari), onde você deverá impetrar recurso. O Detran-RJ mantém uma Jari exclusiva para recursos impetrados contra as multas emitidas pela Polícia Militar. Veja aqui os endereços das Jaris: Onde Recorrer

Você deverá solicitar ao órgão onde foi impetrado o recurso que envie ao Detran-RJ ofício comunicando o cancelamento da multa.

Verifique se já decorreu o prazo para a informação sobre o pagamento da multa chegar ao Detran-RJ, até 48 horas.

Se o pagamento está além desse prazo, vá à sede do Detran-RJ, na Avenida Presidente Vargas, 817, térreo, acesso 6, ou em qualquer CIRETRAN, com o original e cópia do comprovante de pagamento da multa, da identidade e do CPF para que, após a comunicação do usuário através de instrumento administrativo próprio, sejam tomadas providências junto ao setor competente, a fim de que sejam atualizadas as informações no sistema.

A exceção são as multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit) e as multas parceladas pela PMRJ. Nesses casos, o usuário deve solicitar a esses órgãos que comuniquem ao Detran o pagamento das referidas multas, para a devida regularização.

Sim, é possível. A multa está vinculada ao Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e a responsabilidade pelo seu pagamento é do proprietário do veículo – quando chegar a época do licenciamento anual, o veículo só poderá ser licenciado se a multa for paga.

O Código de Trânsito Brasileiro diz que as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (Jari) têm 30 dias para julgar o processo.

Se o julgamento não for feito nesse prazo, o usuário tem o direito de pedir o efeito suspensivo da multa para que possa utilizar os serviços oferecidos pelo Detran-RJ.

Para isso, deverá apresentar o pedido à Jari onde o recurso foi impetrado. A concessão do efeito suspensivo fica a critério da autoridade de trânsito que aplicou a multa.

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