Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionado

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    Toyota SW4 SRV seminovo atrai por robustez e espaço interno

    O SW4 é aquele exemplo clássico de como a marca Toyota está acima até mesmo do modelo. Não que o SUV grande da marca japonesa seja ruim. Mas há rivais melhores, mais equipados e baratos.

    Assim mesmo, geralmente, o modelo da marca japonesa vende mais. E não estamos falando da atual geração, e sim da anterior, linha 2013. Nessa época, o Toyota SW4 superava até utilitários menores nos emplacamentos.

    Avaliamos o Toyota SW4 SRV 3.0 4×4 2013 que tem preços entre entre R$ 112 mil e R$ 125 mil.

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    Mistérios do mercado automotivo à parte, o fato é que o SW4 tem no conforto seu maior apelo. Acomoda muito bem cinco pessoas e ainda há as configurações para sete passageiros – embora os banquinhos extras sirvam mais para crianças de até 10 anos. Motorista tem sobras para pernas, ombros e joelhos e ainda se vale de ajustes elétricos nos bancos.

    A ergonomia só não é melhor porque o carro é grande. Alguns comandos ficam fora do alcance dos olhos e requerem aquela esticada do corpo, como os comandos do ar-condicionado. A visibilidade é boa na maior parte do tempo e na hora de estacionar há a bem vinda câmera de ré na SW4 SRV.

    Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoGeração do Toyota SW4 fabricada em 2012 e 2016

    Toyota SW4 SRV
    Nota
    Desempenho 3 ★★★☆☆
    Espaço interno 5 ★★★★★
    Equipamentos 2 ★★☆☆☆
    Segurança 3 ★★★☆☆
    Liquidez 2 ★★☆☆☆
    Pós-venda 2 ★★☆☆☆
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    Contudo, faz falta um sensor de estacionamento dianteiro devido ao capô retão e ao para-choque generoso. A propósito, em termos de equipamento desta que é a configuração topo de linha, o SW4 SVR, outras ausências são sentidas.

    São seis airbags, controles de estabilidade e tração, bloqueio do diferencial central, faróis de xenônio e retrovisor eletrocrômico. Deve assistente à partida em rampas e Isofix.

    Bom pacote de equipamentos

    Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoToyota SW4 é opção para quem precisa de SUV espaçoso

    Na parte de conforto, destaque para o ar-condicionado automático bizona na frente e com saída ajustável para o banco traseiro. Também traz retrovisores rebatíveis eletricamente, sensores de luminosidade e chuva e central multimídia com GPS, entrada USB e DVD.

    Os bancos em couro melhoram o requinte a bordo. Também há imitação de madeira no aro superior do volante e alguns detalhes com costuras aparentes. Contudo, o plástico rígido domina bastante o painel. O design também é meio que uma confusão de estilos.

    • Legal: conforto, espaço, desempenho off-road e posição de dirigir
    • Ruim: acabamento interno e equipamentos

    Desempenho do motor diesel do SW4

    No rodar, o SW4 agrada a maior parte do tempo. O motor 3.0 turbodiesel da linha 2013 já tinha a potência elevada para 171 cv (eram 163 cv). Para um SUV com mais de 2 toneladas, é apenas o suficiente – e dosado pela caixa automática de cinco marchas.

    Mesmo assim, é fácil alcançar os 110 km/h na estrada e as retomadas são asseguradas pelo torque de 36,7 kgfm, que aparece nas 1.400 rpm.

    A tração 4×4 reforça a robustez no fora de estrada. Com estrutura sobre longarinas, o SW4 é um SUV que encara bem trechos off road de dificuldade média. Mesmo lama excessiva ou buracos são páreos para o jipão, que tem reduzida e bloqueio do diferencial.

    Mas como é derivado de uma picape e tem dimensões generosas, não deixa de ser desengonçado na estrada. Os controles de estabilidade dão uma aliviada, mas nas curvas a carroceria torce bastante e a suspensão sente cada ondulação de buraco do asfalto – ainda mais com o robusto eixo rígido no jogo traseiro.

    Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoToyota Hilux SW4 2012 a 2016: opção de 4×4 e motor dieselPicape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoBom espaço interno é destaquePicape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoTerceira fileira de bancos: toyota Hilux SW4 2012 a 2016 Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoToyota Hilux SW4 2012 a 2016: interior em couro cinzaPicape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionadoToyota Hilux SW4 2012 a 2016: interior em couro bege

    • Picape Toyota Hilux Sw4 em São Paulo com Ar condicionado
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    Custo de manutenção

    Na manutenção, deve-se lembrar que o SUV grande não tem revisão preço fixo acima dos 60.000 km. Além disso, é bom ter atenção especial aos freios do SW4 usado desta geração, que costumavam apresentar problemas. Os preços das peças são normais, mas os componentes externos são bem caros.

    Cesta de peças
    Preços
    Kit com 2 amortecedores traseiros R$ 798,00
    Jogo com 4 pastilhas de freio dianteiras R$ 540,00
    Farol dianteiro esquerdo R$ 3.895,52
    Lanterna traseira direita R$ 1.395,99
    Retrovisor externo esquerdo R$ 1.608,04

    SOBRE

    SW4 – Toyota

  • Tração

    4×2, 4×4 e 4×4 reduzida com acionamento eletrônico, VSC (controle eletrônico de estabilidade) e A-TRC (controle eletrônico de tração), com bloqueio do diferencial.

  • Acabamento interno

    Acabamento em padrão madeira no console central e volante, console entre os bancos dianteiros com porta-copos, porta-objetos e descansa-braços, revestimento dos bancos em couro e material sintético4 preto, maçanetas internas cromadas, luz de leitura em LED, porta-objetos com porta-garrafas nas portas, porta-copos no painel, porta-luvas com chaves e amortecedores, terceira fileira de bancos rebatíveis, saída de ar central com difusores no teto e controle de intensidade para os bancos traseiros, tomadas de energia (12 V) para acessórios no painel, console central e no porta-malas, compartimento refrigerado no painel.

  • Acabamento externo

    Rodas de liga leve aro 18″, aerofólio, faróis (alto e baixo) de LED, lanternas traseiras em LED, moldura lateral dos vidros cromada, estribos laterais na cor prata, maçanetas externas cromadas, para-choques dianteiro e traseiro pintados na cor do veículo, retrovisores externos eletrorretráteis na cor do veículo com regulagem elétrica e indicadores de direção e iluminação de boas-vindas, para-barros dianteiro e traseiro, faróis de neblina de LED, grade cromada do radiador, 2ª e 3ª colunas pretas, limpador do para-brisa com temporizador de velocidade intermitente, luz de condução diurna em LED, barras longitudinais no teto.

  • Principais equipamentos

    Computador de bordo com tela de 4,2″ de TFT, Smart Entry + Push Start, Paddle Shift, modos de direção: Power / Eco / Sport, abertura elétrica do porta-malas com função de memória para ajuste da altura da tampa, volante com comandos integrados: telefone, áudio, vídeo e computador de bordo, ar-condicionado com display digital e regulagem de intensidade independente para as saídas de ar dos bancos traseiros, bancos dianteiros com ajuste elétrico de distância, inclinação, altura e com sistema de ventilação, compartimento refrigerado no painel, sistema multimídia sensível ao toque com tela de 8″: com falantes e subwoofer JBL, GPS8, TV Digital5, MP3, conexão auxiliar, USB e Bluetooth®, conectividade Android Auto e Apple CarPlay e câmera de ré. Airbags frontais (dois), de joelho para motorista, laterais (dois) e de cortina (dois), retrovisor interno eletrocrômico, controle eletrônico de estabilidade do veículo (VSC?) e de tração (A-TRC?), assistente de descida (DAC?), de subida (HAC?) e de reboque (TSC?), sistema auxiliar EBD nas quatro rodas, assistência em frenagem de emergência nas quatro rodas (BAS?), assistente de pré-colisão (Pre-crash System – PCS) com alerta sonoro e visual e frenagem automática, sistema de alerta de mudança de faixa (Lane Departure Alert – LDA), sistema universal Isofix® para fixação da cadeirinha para crianças no banco traseiro, sistema one touch para rebatimento dos bancos traseiros (disponível nas versões sete lugares), sensores de estacionamento dianteiros e traseiro, controle adaptativo de velocidade de cruzeiro (ACC), faróis dianteiros (alto e baixo) em LED com ajuste automático de altura e temporizador (follow me home).

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  • Teste: Toyota Hilux SW4 Diamond – sempre dá para ficar mais caro

    Rodas novas, apliques no para-choque e R$ 8.300 a mais: eis a SW4 Diamond Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

    O Corolla é um exemplo de sucesso no Brasil, mas o sedã não é o Toyota mais dominante em seu segmento. Este é o papel da SW4, que acaba de ganhar a nova versão topo de linha Diamond, que custa R$ 264.990.

    Em 2018 o SUV da Hilux vendeu quatro vezes mais que seu rival direto, o Chevrolet Trailblazer – como comparação, o Corolla vendeu duas vezes mais que o Civic no mesmo período.

    Isso considerando um modelo que mesmo em seus pacotes mais caros não supera a maior parte dos equipamentos do rival da GM. Talvez isso explique porque a SW4 Diamond agrega mais à etiqueta de preço do que na lista de equipamentos.

    Carros que têm opção de dois sensores de ré: Renault Kwid e Toyota SW4 Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

    A nova opção é R$ 8.300 mais cara que o SW4 SRX, topo de linha até então. A diferença se justifica, basicamente, pelos bancos dianteiros ventilados, sistema de som da Pioneer com dez alto-falantes JBL (sendo um subwoofer) e apliques plásticos sobre o para-choque dianteiro.

    O interior com couro bege e apliques cromados no painel é exclusivo da Diamond Divulgação/Toyota

    Não houve mudanças no conjunto mecânico. O quatro cilindros 2.8 turbodiesel gera 177 cv e 45,9 mkgf (distante dos 200 cv e 51 mkgf da Trailblazer) e movimenta um câmbio automático convencional de seis marchas com tração 4×4 e reduzida.

    Além de ser mais fraca em relação à Trailblazer, a SW4 Diamond não tem sensor de estacionamento dianteiro, alerta de colisão, aviso de mudança inadvertida de faixa e alerta de colisão.

    Sistema de som com 10 alto-falantes JBL é um dos equipamentos exclusivos Divulgação/Toyota

    Isso sem falar de equipamentos da GM ainda mais exclusivos, como partida remota do motor e serviço de concierge OnStar. Então, por que raios a SW4 vende tanto, e por que fizeram a versão Diamond?

    SUV ostentação

    As rodas exclusivas de 18 polegadas também foram usadas na nova Hilux Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

    Um dos motivos está no olho dos pedestres e outros motoristas, que frequentemente precisam olhar para cima para ver quem está guiando um SUV de 4,79 m de comprimento e massivas 2,1 toneladas.

    Os bancos dianteiros têm ajuste elétrico e ganharam ventilação na versão Diamond Divulgação/Toyota

    • A SW4 se impõe no trânsito, favorecida pelo visual ousado da geração atual, que tem faróis com DRL, facho baixo e luz alta em led (uma das poucas exclusividades diante do Trailblazer).
    • As rodas de 18 polegadas receberam um desenho exclusivo que destaca os aros prateados com bordas pretas, enquanto os cromados na grade, maçanetas e régua sobre a tampa do porta-malas mantêm a solução típica de modelos luxuosos da virada deste século.
    • Os 1,83 m de altura fazem com que o enorme SUV fique acima até modelos de luxo, como BMW X5 (1,76 m) e Porsche Cayenne (1,70 m).

    Lado positivo dos quase 28 cm de altura livre do solo: chegar a lugares difíceis com facilidade Rodrigo Ribeiro/Quatro Rodas

    Ou seja, mesmo que não seja sua intenção, é impossível passar despercebido na maioria dos ambientes com o SW4 – especialmente se ele for pintado no bonito tom branco-pérola, exclusivo das versões SRX e Diamond.

    Quem também vai reparar bem nas características peculiares (e quase inerentes de modelos derivados de picapes construídos sobre chassi) são os passageiros.

    O motor 2.8 de quatro cilindros é esforçado, mas tem consumo elevado Divulgação/Toyota

    E nem será por conta dos ousados apliques em bronze no painel e na chave, ou nas saídas de ar-condicionado com controle no teto para os bancos de trás (apesar de ter uma só zona, comandada por quem estiver na primeira fileira).

    A macia suspensão de braços sobrepostos na dianteira e multibraço na traseira transmite boa parte das mudanças de carga na carroceria.

    O ar-condicionado digital tem uma só zona Divulgação/Toyota

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    Freie e a dianteira mergulha. Vire de forma mais intensa nas curvas e nem pneus supermacios de Fórmula 1 evitariam o acionamento do ESC e barulho e/ou o barulho da borracha perdendo aderência.

    Continua após a publicidade O acesso à terceira fileira é bom e os bancos adicionais possuem ajuste de inclinação do encosto Divulgação/Toyota

    Esse comportamento é ótimo em estradas de terra batida ou ruas esburacadas, mas qualquer coisa que fuja desse cenário exige cuidado redobrado do motorista para que seus passageiros não enjoem até em passeios curtos.

    Ao menos o conjunto combina com a direção desmultiplicada e com os freios de modularidade ruim. Não é uma experiência prazerosa andar rápido com a SW4, mas pelo menos ela não te instiga a isso em nenhum momento.

    O ar-condicionado possui controle de intensidade no teto e saída para as duas fileiras traseiras Divulgação/Toyota

    Mesmo no modo de condução Sport o motor de 177 cv se esforça dar agilidade ao modelo, ainda que o conjunto tenha força de sobra. Na prática, você pode subir uma ladeira carregado sem medo de passar vergonha, mas ultrapassagens requerem mais prudência do que se imagina.

    Sofá ambulante

    Os bancos rebatidos não geram ruído, mas limitam a movimentação da segunda fileira Divulgação/Toyota

    A SW4 está longe de ser um primor no comportamento dinâmico, mas ao menos o que não lhe falta é espaço interno. A vastidão é tamanha que até a terceira fileira é reclinável e comporta com relativo conforto um adulto de 1,75 m.

    A segunda fileira também inclui ajuste de distância do assento, além do encosto – desde que você não rebata completamente os assentos extras no porta-malas.

    A tela de LCD colorida pode ser customizada, mas oferece um conteúdo limitado de informações Divulgação/Toyota

    Isso porque a Toyota usou uma solução onde o sexto e sétimo banco ficam dobrados na lateral do porta-malas. Desse modo, os próprios bancos limitam a inclinação do encosto da segunda fileira.

    Uma solução é rebater apenas o encosto dos bancos adicionais, o que atrapalha a arrumação da carga no porta-malas. Pelo menos a tampa do compartimento tem abertura elétrica.

    A Toyota do Brasil não divulga o volume do compartimento de carga, mas dados da Toyota australiana (que vende a SW4 como Fortuner) indicam bons 716 litros com a terceira fileira rebatida. Com os assentos extras em uso o volume cai para 200 litros.

    O câmbio de seis marchas tem três modos de condução: normal, econômico e esportivo Divulgação/Toyota

    O acabamento é bom, mas poderia ter mais materiais macios nas portas e no painel – que continua com o indefectível relógio digital de regulagem à parte do computador de bordo –, levando em conta o preço da versão Diamond.

    Já o som incrementado agrada, mas mesmo o subwoofer embutido na tampa do porta-malas não transmite a sensação de um sistema premium. Um dos motivos pode ser a potência modesta de 75W, ante os 44W da versão SRX.

    Há pontos mais críticos onde a falta de refinamento se faz aparente na SW4. Um deles é o sensor de estacionamento, dotado apenas de dois sensores aparentes (em vez da solução embutida, mais elegante e comum em modelos populares, como o VW Up!) na traseira.

    Os faróis baixo, alto e de neblina são de leds Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

    Ainda que a câmera de ré funcione como complemento, falta cobertura para manobras, sobretudo na dianteira. Ao menos a direção desmultiplicada, com 3,4 voltas de batente a batente, é leve em balizas.

    O multimídia, lento e sem integração a celulares Android e iOS, é outro exemplo. O equipamento tem funcionamento confuso e destoa dos sistemas usados por outras marcas – e até pela Toyota. Yaris e Etios já contam com acessórios mais modernos, por exemplo.

    Mesmo assim a SW4 parece literalmente passar por cima de seus problemas. E a chegada da versão Diamond só reforça isso.

    Teste Toyota Hilux SW4 SRX Diamond

    Aceleração de 0 a 100 km/h: 13,6 s
    Aceleração de 0 a 1.

    000 m: 34,5 s – 149,1 km/h
    Retomada de 40 a 80 km/h: 5,7 s (em D)
    Retomada de 60 a 100 km/h: 7,4 s (em D)
    Retomada de 80 a 120 km/h: 9,9 s (em D)
    Frenagens de 60/80/120 km/h a 0: 18,3/31,8/74,9 m
    Consumo urbano: 8,9 km/l
    Consumo rodoviário: 10,6 km/l

    Ficha técnica

    Toyota Hilux SW4 SRX Diamond

    Preço: R$ 264.990
    Motor: Diesel, dianteiro, longitudinal, 4 cil., 2.755 cm³, 16V, turbo, injeção direta, 92 x 103,6 mm, 15,6:1, 177 cv a 3.400 rpm, 45,9 mkgf a 1.

    600 rpm
    Câmbio: automático, 6 marchas, tração 4×4 com reduzida
    Suspensão: Duplo A (dianteira)/eixo rígido (traseira)
    Freios: disco ventilado (dianteira e traseira)
    Direção: hidráulica; 3,4 voltas
    Rodas e pneus: 265/60 R18
    Dimensões: comprimento, 479,5 cm; largura, 185,5 cm; altura, 183,5 cm; entre-eixos, 274,5 cm; altura livre do solo, 27,9 cm; peso, 2.130 kg; tanque, 80 l; porta-malas, n/d

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