Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica

A Toyota lança no Brasil as versões com motor flex da nova geração da picape Hilux e de sua respectiva versão SUV, o Hilux SW4. Os preços começam em R$ 111.700 reais na Hilux, e de R$ 159.600 reais no caso da SW4.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica A linha Flex da picape Hilux e do utilitário esportivo SW4, equipados com a motorização Dual VVT-i Flex 2.7L 16V DOHC desenvolvida para o mercado brasileiro. Serão incorporadas três versões com este propulsor ao portfólio da picape Hilux, nas configurações SR 4×2, SRV 4×2 e 4×4, todas com transmissão automática de seis velocidades. Para o utilitário SW4, foram adotadas outras três opções em versão única – SR de cinco e sete assentos com câmbio automático e uma de cinco lugares com câmbio manual, voltada apenas a vendas diretas, todas com tração 4×2.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica A introdução do motor 2.7L Dual VVT-i Flex complementa a linha diesel da nova Hilux, lançada em novembro de 2015, e do novo SW4, apresentado em fevereiro deste ano. Com a adição da tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), os veículos obtiveram performance superior em relação à geração anterior de motor flex.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica Para a linha Flex 2017, tanto Hilux como SW4 seguiram a evolução apresentada nas versões diesel, adquirindo os atributos de suas respectivas novas gerações.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica A linha Flex 2017 da Hilux e SW4 estará disponível na rede de concessionárias da marca em todo o Brasil a partir de 04 de agosto, a preços que variam de R$ 111.700,00 a R$ 131.200,00, para a Hilux, e de R$ 159.600,00 a R$ 164.900,00, para a SW4. A versão para vendas diretas da SW4 com câmbio manual tem preço de R$ 146.550,00.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica A nova picape Hilux Flex 2017 será ofertada em três versões cabine dupla: SRV com tração 4×4, SRV 4×2 e SR de tração 4×2. Todas são equipadas com transmissão automática de seis velocidades sequencial.

Hilux Flex 2017: itens de série das versões

A versão de entrada SR 4×2 Flex traz, como principais itens: ar-condicionado manual, banco do motorista com ajuste de distância, inclinação e altura, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, chave tipo canivete, computador de bordo monocromático, controle de velocidade de cruzeiro, direção hidráulica progressiva, farol alto de halogênio com nivelamento manual, faróis de neblina dianteiros, modos de condução ECO e Power, protetor de caçamba, retrovisor externo na cor preta com regulagem elétrica e indicador de direção, rodas de liga leve aro 17”, Sistema Multimídia Toyota Play com tela de 7” touchscreen com sistema de navegação (GPS) integrado, sistema de entretenimento de vídeo integrado ao painel com TV Digital e leitor de DVD, rádio com CD Player/MP3, câmera de ré, Bluetooth®, conexão USB e AUX, quatro alto-falantes, volante com comandos integrados, airbags frontais, airbag de joelho (para motorista), freios ABS com EBD, sistema de alarme perimétrico e sistema universal para cadeira de criança ISOFIX.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica

As versões SRV 4×4 e SRV 4×2 incorporam todos os itens relacionados no modelo SR, mais arcondicionado automático/digital com saída de ar central para os bancos traseiros, banco do motorista com ajuste elétrico de distância, inclinação e altura, computador de bordo com tela de 4,2” de TFT, estribos laterais na cor preta, retrovisor externo cromado, revestimentos dos bancos de couro e material sintético, seis alto-falantes, Assistente de Reboque (TSC), Assistente de Subida (HAC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC) e sistema de alarme volumétrico.

Toyota Hilux SW4 2017 Flex: itens de série

A nova linha Flex do utilitário esportivo SW4 chega ao mercado brasileiro com duas opções: SR 4×2 de cinco assentos e SR 4×2 de sete assentos, com lista de equipamentos de série que contempla, nas duas versões, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e computador de bordo monocromático. A isso, somam-se o Sistema Multimídia Toyota Play com tela de 7” touchscreen, com sistema de navegação (GPS) integrado, sistema de entretenimento de vídeo integrado ao painel com TV Digital e leitor de DVD, rádio com CD Player/MP3, câmera de ré, Bluetooth®, conexão USB e AUX e seis alto-falantes. No volante, ambas configurações possuem comandos integrados de telefone, áudio, vídeo e computador de bordo.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica A linha SW4 Flex 2017 também está equipada com ar-condicionado integrado analógico, que atua sobre todas as fileiras de bancos, incluindo saídas específicas para a segunda e terceira (para a versão de sete assentos), com capacidade de ajuste da intensidade para os bancos traseiros.

Motores

O novo motor Dual VVT-i Flex 2.7L 16V DOHC, comum nas versões flex de Hilux e SW4, foi projetada para o mercado brasileiro. O destaque é a adoção da tecnologia de duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i), que atua no gerenciamento dos sistemas de
admissão e escape da câmara de combustão, além da adição do sistema de partida a frio, eliminando a necessidade do subtanque
auxiliar. Segundo a Toyota, houve ganho de 7% em eficiência de consumo. As versões flex da picape média e do SUV apresentam 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina. O torque máximo é de 25 kgfm (com álcool e gasolina), sempre a 4.000 rpm.

Transmissão

As versões das linhas Hilux e SW4 Flex 2017 dispõem de nova transmissão automática sequencial de seis velocidades, com controle eletrônico (Super ECT), enquanto a SW4 SR 4×2 conta com câmbio manual de cinco velocidades.
Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica Esta transmissão foi desenvolvida para aproveitar o potencial do motor. O alcance de relações é mais amplo e atinge melhor aceleração em primeira marcha, além de reduzir o consumo de combustível na sexta, diminuindo a velocidade do motor. O sistema é capaz de adequar o desempenho do veículo ao estilo de condução, inclinação do terreno e nível de carga, atingindo, simultaneamente, desempenho e durabilidade.

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica Sobre a tecnologia aplicada à performance, possui os modos de direção ECO, para uma condução mais suave, com consumo de combustível eficiente, e POWER, que garante uma direção mais emocionante e esportiva.

Segurança

A picape média da Toyota foi aprovada nos testes independentes de segurança do Latin NCAP, tendo atingido a nota máxima (cinco estrelas) para passageiros dos bancos dianteiros e traseiros. Na linha 2017, a versão bicombustível SR 4×2 acompanha freios ABS com distribuição eletrônica (EBD), cintos de segurança dianteiros e traseiros com três pontos, airbags frontais (para motorista e passageiro) e um de joelho, além de oito alças de segurança, imobilizador por código eletrônico na chave e sistema de alarme perimétrico. A versão também recebe sistema ISOFIX para fixação de cadeirinha para crianças no banco traseiro.
Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica As versões SRV 4×2 e SRV 4×4, acrescentam Assistente de Frenagens Emergenciais (BAS), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC), Assistente de Reboque (TSC) e Assistente de Subida (HAC), além de sistema de alarme volumétrico.
A SW4 também recebeu nota máxima em segurança nos testes realizados pelo Latin NCAP. O modelo da Toyota recebeu cinco estrelas, a nota máxima, tanto para passageiros adultos quanto para crianças, no Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e Caribe.
Fazem parte dos itens de série ligados à segurança desta versão Flex: freios ABS com distribuição eletrônica (EBD), Assistente de Frenagens Emergenciais (BAS), Controle Eletrônico de Tração (ATRC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), sensor de estacionamento traseiro, Assistente de Reboque (TSC) e de Subida (HAC), três airbags, sendo dois frontais (motorista e passageiro) e um para joelho (motorista), seis alças de segurança, apoios de cabeça dianteiro e traseiros com regulagem de altura, cintos de segurança dianteiros de três pontos com regulagem de altura, pré-tensionador e limitador de força e cintos de três pontos na segunda fileira de assentos (também incluídos na terceira fileira na versão de sete assentos).

Consumo de etanol e gasolina

Segundo o INMETRO, a Toyota Hilux 2017 Flex apresenta os seguintes indicadores de consumo.

Consumo Etanol [Km/l] Consumo Gasolina [Km/l]
Cidade Estrada Cidade Estrada
TOYOTA Hilux 4X2
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Novo Toyota SW4 2021 chega ao Brasil; veja preços, versões e equipamentos

Exatamente uma semana depois de mostrar a Hilux 2021, chegou a vez de conhecer o Toyota SW4 2021, o utilitário baseado na picape média que também é feito na Argentina e recebe uma atualização. Além do novo visual, o SUV conta com o motor 2.8 turbodiesel revisado para entregar 204 cv e mais equipamentos, que vão desde a central multimídia atualizada até o piloto automático adaptativo.

Assim como na Hilux, o maior SUV da marca japonesa no Brasil recebeu dois estilos diferentes na Ásia, mas chegará ao mercado brasileiro neste momento com apenas uma opção visual.

A grade dianteira do Toyota SW4 2021 está mais larga e adota uma forma trapezoidal, enquanto os faróis ficaram mais finos, usando lâmpadas de LED e uma fina linha para iluminação diurna.

O para-choque acompanha as mudanças, adotando um visual mais robusto, caracterizado pelo entorno das luzes de neblina.

Galeria: Toyota SW4 2021 (Brasil)

Picape Toyota Hilux Sw4 com Ar condicionado, Direção hidráulica

16 Fotos

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A traseira é mais parecida com a do modelo atual, mantendo boa parte das linhas. As lanternas trazem novas lâmpadas em LED e o para-choque foi redesenhado. Por fim, está com uma barra cromada percorrendo a tampa do porta-malas. A cabine é praticamente igual, mudando somente a tela TFT de 4,2” do computador de bordo e a adoção da nova central multimídia de 8”, sem mudar a parte visual.

Compartilhando as motorizações com a Hilux, o SW4 2021 ganha o motor 2.8 turbodiesel revisado, com um turbo maior e alterações para reduzir o atrito, melhorando a eficiência térmica.

Passa a entregar 204 cv a 3.400 rpm e 50,9 kgfm de torque a 2.800 rpm, o que significa aumento de 15% na potência e 11% no torque.

Seguirá sendo vendido sempre com o câmbio automático de 6 marchas e tração 4×4 com reduzida.

O SUV manteve a versão flex, que não teve qualquer novidade. O motor segue o 2.7 de 163 cv a 5.000 rpm com etanol, ou 159 cv com gasolina, enquanto o torque é de 25 kgfm a 4.000 rpm, independente do combustível usado. A tração é somente 4×2 (traseira) e a única opção de transmissão é a automática de 6 marchas.

  • Equipamentos: Ar-condicionado auto/digital, direção hidráulica, sete airbags (frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista), computador de bordo, modo de condução Eco e Power, controle de velocidade de cruzeiro, display áudio de 8″ com rádio com MP3, câmera de ré, conectividade Android Auto e Apple CarPlay, controles de estabilidade e tração, assistente de reboque e de subida, retrovisor externo com regulagem elétrica, acendimento automático dos faróis com temporizador, rodas de liga leve 17”, faróis de neblina dianteiros de LED e luz de condução diurna e mais.
  • Equipamentos: Os mesmo da SR 4×2 Flex, adicionando rodas de liga leve de 18”, partida por botão, retrovisor eletrocrômico e banco do motorista com ajuste elétrico.
  • Equipamentos: Adiciona sistema de som JBL com oito alto-falantes e um subwoofer, assistente pré-colisão com aviso sonoro e frenagem automática, alerta de mudança de faixa, controle de cruzeiro adaptativo, e faróis e lanternas em LED.
  • Equipamentos: Os mesmos da versão SRX Diesel de 5 lugares, mas com a terceira fileira de assentos.

Veja também:

Ficha técnica Toyota SW4 2021 SRX 4×4 Diesel 2021:

MOTOR dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, 2.755 cm3, duplo comando, turbo, diesel
POTÊNCIA/TORQUE 204 cv a 3.400 rpm; 50,9 kgfm de 1.600 a 2.400 rpm
TRANSMISSÃO câmbio automático de 6 marchas, tração 4×2 (traseira), 4×4 e 4×4 com reduzida
SUSPENSÃO independente braços sobrepostos na dianteira e eixo de rígido com molas helicoidais na traseira
RODAS E PNEUS liga-leve aro 18″ com pneus 265/60 R18
FREIOS discos ventilados nas quatro rodas, com ABS e ESP
PESO 2.130 kg em ordem de marcha
DIMENSÕES comprimento 4.795 mm, largura 1.855 mm, altura 1.835 mm, entre-eixos 2.745 mm
CAPACIDADES porta-malas 500 litros (180 litros com 7 lugares), tanque 80 litros
PREÇO  R$ 314.790

 

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Toyota Hilux – toyota hilux ar condicionado branca usado – Mitula Carros

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6 de fev de 2021 em Meucarronovo

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Toyota SW4 2021: TUDO o que já se sabe sobre o lançamento da nova geração no Brasil — GARAGEM 360

Toyota SW4 2021: TUDO o que já se sabe sobre o lançamento da nova geração no Brasil (Imagem: Toyota / Divulgação)

O Toyota SW4 2021 foi registrado no Brasil e deve chegar junto com a picape Hilux. Com retoques no desenho, novos faróis de LED, largas entradas de ar no para-choque com luzes diurnas e nova grade frontal, os apaixonados por automobilismo esperam que o lançamento aconteça até o fim deste ano.

Leia mais: Nova Toyota Hilux 2021 acaba de ser registrada no Brasil; veja TODOS os detalhesA parte interna do veículo também traz novidades, como o sistema multimídia atualizado e som de alta-fidelidade da JBL.

Espera-se que o Toyota SW4 também venha com sistema de frenagem automática e nova calibragem dos controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Parte interna do Toyota SW4 (Imagem: Toyota / Divulgação)

Já na parte mecânica, o destaque vai para a atualização do motor 2.8 turbodiesel, que chega mais potente com seus 204 cavalos e 51 kgfm.

O câmbio fica a escolha do dono, que pode optar entre automático e manual, sendo ambos de seis manchas. Em relação a suspensão, prevê-se que haverá uma revisão para oferecer um rodar mais confortável nas estradas.

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A parte que pesa no bolso ainda não foi definida. Porém, sabe-se que os preços de tabela do SUV variam entre R$ 195 mil até um pouco mais de R$ 309 mil. Assim como a picape, o novo Toyota terá sua produção na Argentina.

Parte traseira e lateral do Toyota SW4 2021. (Imagem: Toyota / Divulgação)

No Youtube, a Toyota liberou um vídeo que mostra detalhes do veículo na versão branca, dando destaque a itens como as luzes de LED, o sistema de ventilação, sistema de som JBL, ajuste de inclinação dos assentos e sistema pré colisão.

A palavra “Fourtner”, que aparece em diferentes formas do vídeo, faz referência a como o veículo é identificado em terras asiáticas.

Detalhes do Toyota SW4 que chega no Brasil em 2021. Preços ainda não foram divulgados (Imagem: Toyota / Divulgação)Câmbio do veículo pode ser escolhido entra automático e manual. Toyota SW4 2021 traz a possibilidade de aumentar o espaço com rebaixamento dos bancos (Imagem: Toyota / Divulgação)

Teste: Toyota Hilux SW4 Diamond – sempre dá para ficar mais caro

Rodas novas, apliques no para-choque e R$ 8.300 a mais: eis a SW4 Diamond Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

O Corolla é um exemplo de sucesso no Brasil, mas o sedã não é o Toyota mais dominante em seu segmento. Este é o papel da SW4, que acaba de ganhar a nova versão topo de linha Diamond, que custa R$ 264.990.

Em 2018 o SUV da Hilux vendeu quatro vezes mais que seu rival direto, o Chevrolet Trailblazer – como comparação, o Corolla vendeu duas vezes mais que o Civic no mesmo período.

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Isso considerando um modelo que mesmo em seus pacotes mais caros não supera a maior parte dos equipamentos do rival da GM. Talvez isso explique porque a SW4 Diamond agrega mais à etiqueta de preço do que na lista de equipamentos.

Carros que têm opção de dois sensores de ré: Renault Kwid e Toyota SW4 Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

A nova opção é R$ 8.300 mais cara que o SW4 SRX, topo de linha até então. A diferença se justifica, basicamente, pelos bancos dianteiros ventilados, sistema de som da Pioneer com dez alto-falantes JBL (sendo um subwoofer) e apliques plásticos sobre o para-choque dianteiro.

O interior com couro bege e apliques cromados no painel é exclusivo da Diamond Divulgação/Toyota

Não houve mudanças no conjunto mecânico. O quatro cilindros 2.8 turbodiesel gera 177 cv e 45,9 mkgf (distante dos 200 cv e 51 mkgf da Trailblazer) e movimenta um câmbio automático convencional de seis marchas com tração 4×4 e reduzida.

Além de ser mais fraca em relação à Trailblazer, a SW4 Diamond não tem sensor de estacionamento dianteiro, alerta de colisão, aviso de mudança inadvertida de faixa e alerta de colisão.

Sistema de som com 10 alto-falantes JBL é um dos equipamentos exclusivos Divulgação/Toyota

Isso sem falar de equipamentos da GM ainda mais exclusivos, como partida remota do motor e serviço de concierge OnStar. Então, por que raios a SW4 vende tanto, e por que fizeram a versão Diamond?

SUV ostentação

As rodas exclusivas de 18 polegadas também foram usadas na nova Hilux Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

Um dos motivos está no olho dos pedestres e outros motoristas, que frequentemente precisam olhar para cima para ver quem está guiando um SUV de 4,79 m de comprimento e massivas 2,1 toneladas.

Os bancos dianteiros têm ajuste elétrico e ganharam ventilação na versão Diamond Divulgação/Toyota

  • A SW4 se impõe no trânsito, favorecida pelo visual ousado da geração atual, que tem faróis com DRL, facho baixo e luz alta em led (uma das poucas exclusividades diante do Trailblazer).
  • As rodas de 18 polegadas receberam um desenho exclusivo que destaca os aros prateados com bordas pretas, enquanto os cromados na grade, maçanetas e régua sobre a tampa do porta-malas mantêm a solução típica de modelos luxuosos da virada deste século.
  • Os 1,83 m de altura fazem com que o enorme SUV fique acima até modelos de luxo, como BMW X5 (1,76 m) e Porsche Cayenne (1,70 m).

Lado positivo dos quase 28 cm de altura livre do solo: chegar a lugares difíceis com facilidade Rodrigo Ribeiro/Quatro Rodas

Ou seja, mesmo que não seja sua intenção, é impossível passar despercebido na maioria dos ambientes com o SW4 – especialmente se ele for pintado no bonito tom branco-pérola, exclusivo das versões SRX e Diamond.

Quem também vai reparar bem nas características peculiares (e quase inerentes de modelos derivados de picapes construídos sobre chassi) são os passageiros.

O motor 2.8 de quatro cilindros é esforçado, mas tem consumo elevado Divulgação/Toyota

E nem será por conta dos ousados apliques em bronze no painel e na chave, ou nas saídas de ar-condicionado com controle no teto para os bancos de trás (apesar de ter uma só zona, comandada por quem estiver na primeira fileira).

A macia suspensão de braços sobrepostos na dianteira e multibraço na traseira transmite boa parte das mudanças de carga na carroceria.

O ar-condicionado digital tem uma só zona Divulgação/Toyota

Freie e a dianteira mergulha. Vire de forma mais intensa nas curvas e nem pneus supermacios de Fórmula 1 evitariam o acionamento do ESC e barulho e/ou o barulho da borracha perdendo aderência.

Continua após a publicidade O acesso à terceira fileira é bom e os bancos adicionais possuem ajuste de inclinação do encosto Divulgação/Toyota

Esse comportamento é ótimo em estradas de terra batida ou ruas esburacadas, mas qualquer coisa que fuja desse cenário exige cuidado redobrado do motorista para que seus passageiros não enjoem até em passeios curtos.

Ao menos o conjunto combina com a direção desmultiplicada e com os freios de modularidade ruim. Não é uma experiência prazerosa andar rápido com a SW4, mas pelo menos ela não te instiga a isso em nenhum momento.

O ar-condicionado possui controle de intensidade no teto e saída para as duas fileiras traseiras Divulgação/Toyota

Mesmo no modo de condução Sport o motor de 177 cv se esforça dar agilidade ao modelo, ainda que o conjunto tenha força de sobra. Na prática, você pode subir uma ladeira carregado sem medo de passar vergonha, mas ultrapassagens requerem mais prudência do que se imagina.

Sofá ambulante

Os bancos rebatidos não geram ruído, mas limitam a movimentação da segunda fileira Divulgação/Toyota

A SW4 está longe de ser um primor no comportamento dinâmico, mas ao menos o que não lhe falta é espaço interno. A vastidão é tamanha que até a terceira fileira é reclinável e comporta com relativo conforto um adulto de 1,75 m.

A segunda fileira também inclui ajuste de distância do assento, além do encosto – desde que você não rebata completamente os assentos extras no porta-malas.

A tela de LCD colorida pode ser customizada, mas oferece um conteúdo limitado de informações Divulgação/Toyota

Isso porque a Toyota usou uma solução onde o sexto e sétimo banco ficam dobrados na lateral do porta-malas. Desse modo, os próprios bancos limitam a inclinação do encosto da segunda fileira.

Uma solução é rebater apenas o encosto dos bancos adicionais, o que atrapalha a arrumação da carga no porta-malas. Pelo menos a tampa do compartimento tem abertura elétrica.

A Toyota do Brasil não divulga o volume do compartimento de carga, mas dados da Toyota australiana (que vende a SW4 como Fortuner) indicam bons 716 litros com a terceira fileira rebatida. Com os assentos extras em uso o volume cai para 200 litros.

O câmbio de seis marchas tem três modos de condução: normal, econômico e esportivo Divulgação/Toyota

O acabamento é bom, mas poderia ter mais materiais macios nas portas e no painel – que continua com o indefectível relógio digital de regulagem à parte do computador de bordo –, levando em conta o preço da versão Diamond.

Já o som incrementado agrada, mas mesmo o subwoofer embutido na tampa do porta-malas não transmite a sensação de um sistema premium. Um dos motivos pode ser a potência modesta de 75W, ante os 44W da versão SRX.

Há pontos mais críticos onde a falta de refinamento se faz aparente na SW4. Um deles é o sensor de estacionamento, dotado apenas de dois sensores aparentes (em vez da solução embutida, mais elegante e comum em modelos populares, como o VW Up!) na traseira.

Os faróis baixo, alto e de neblina são de leds Henrique Rodrigues/Quatro Rodas

Ainda que a câmera de ré funcione como complemento, falta cobertura para manobras, sobretudo na dianteira. Ao menos a direção desmultiplicada, com 3,4 voltas de batente a batente, é leve em balizas.

O multimídia, lento e sem integração a celulares Android e iOS, é outro exemplo. O equipamento tem funcionamento confuso e destoa dos sistemas usados por outras marcas – e até pela Toyota. Yaris e Etios já contam com acessórios mais modernos, por exemplo.

Mesmo assim a SW4 parece literalmente passar por cima de seus problemas. E a chegada da versão Diamond só reforça isso.

Teste Toyota Hilux SW4 SRX Diamond

Aceleração de 0 a 100 km/h: 13,6 s
Aceleração de 0 a 1.

000 m: 34,5 s – 149,1 km/h
Retomada de 40 a 80 km/h: 5,7 s (em D)
Retomada de 60 a 100 km/h: 7,4 s (em D)
Retomada de 80 a 120 km/h: 9,9 s (em D)
Frenagens de 60/80/120 km/h a 0: 18,3/31,8/74,9 m
Consumo urbano: 8,9 km/l
Consumo rodoviário: 10,6 km/l

Ficha técnica

Toyota Hilux SW4 SRX Diamond

Preço: R$ 264.990
Motor: Diesel, dianteiro, longitudinal, 4 cil., 2.755 cm³, 16V, turbo, injeção direta, 92 x 103,6 mm, 15,6:1, 177 cv a 3.400 rpm, 45,9 mkgf a 1.

600 rpm
Câmbio: automático, 6 marchas, tração 4×4 com reduzida
Suspensão: Duplo A (dianteira)/eixo rígido (traseira)
Freios: disco ventilado (dianteira e traseira)
Direção: hidráulica; 3,4 voltas
Rodas e pneus: 265/60 R18
Dimensões: comprimento, 479,5 cm; largura, 185,5 cm; altura, 183,5 cm; entre-eixos, 274,5 cm; altura livre do solo, 27,9 cm; peso, 2.130 kg; tanque, 80 l; porta-malas, n/d

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Lançamento: Toyota Hilux e SW4 2017 flex – Revista iCarros

Toyota SW4 e Hilux flex voltam ao catálogo na linha 2017

1/32

Hilux flex é vendida apenas com cabine dupla

2/32

Novidade chega às lojas do País dia 4 de agosto

3/32

Motor flex é o 2.7 que rende 163 cv com etanol e 159 cv com gasolina

4/32

Transmissão é sempre automática de seis marchas

5/32

A Hilux flex terá as configurações SR e SRV, 4×2 ou 4×4, com preços entre R$ 111.700 e R$ 131.200

6/32

Picape flex adota as mesmas mudanças visuais apresentadas nas versões a diesel lançadas no final do ano passado

7/32

Segundo a empresa, o modelo agora está 7% mais eficiente e econômico que o anterior

8/32

Picape faz 4,8 km/l na cidade e 5,6 km/l na estrada com etanol segundo dados do Inmetro

9/32

Bancos são revestidos de couro apenas na versão SRV

12/32

Central multimídia tem TV digital, GPS, DVD e câmera de ré

13/32

Computador de bordo com tela de 4,2 polegadas também só na SRV

15/32

SW4 flex terá apenas a opção de acabamento SR com cinco ou sete lugares

16/32

Valores variam entre R$ 159.600 e R$ 164.900

17/32

Motor é o mesmo 2.7 de 163 cv (etanol) da Hilux

18/32

Transmissão também é automática, mas há uma opção manual para venda direta

19/32

Visual é o mesmo apresentado na nova geração no início do ano

20/32

Central multimídia tem TV digital, GPS, DVD e câmera de ré

28/32

SW4 só tem opção de bancos de tecido

29/32

Quando a Toyota mudou a geração da Hilux no final do ano passado e do SW4 no início de 2016, lançou, inicialmente, apenas as configurações a diesel – e a gasolina no caso do SUV. Como prometido, no segundo semestre retornam ao mercado as opções flex de ambos os modelos com as mesmas atualizações apresentadas anteriormente.

Tanto a picape como o SUV serão vendidos a partir do dia 4 de agosto em três versões flex. A Hilux terá as configurações SR e SRV, 4×2 ou 4×4, com preços entre R$ 111.700 e R$ 131.200. Já o SW4 terá apenas a opção de acabamento SR com cinco ou sete lugares, custando de R$ 159.600 a R$ 164.

900 – há ainda uma versão de cinco lugares manual destinada apenas à venda direta por R$ 146.550.

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Assim como ocorreu com o propulsor diesel, o motor flex recebeu melhorias. Desenvolvido para o mercado brasileiro, ele conta com duplo comando de válvulas variável na admissão e no escape – antes era só na admissão – e perde o tanquinho auxiliar de partida a frio.

 Em ambos os modelos, trata-se de um 2.7 16V capaz de render 163 cv de potência com etanol (igual ao anterior) ou 159 cv com gasolina (apenas 1 cv a mais). O torque máximo é de 25 kgfm com ambos os combustíveis a 4.

000 rpm, também seguindo inalterado em relação à geração anterior.

Apesar das poucas mudanças, a Toyota afirma que esse motor está 7% mais eficiente e mais econômico que seu antecessor. Isso se dá graças ao comando duplo variável junto com a nova transmissão automática, que passa de quatro para seis marchas.

Há ainda os modos Eco e Power que podem ser usados de acordo com o estilo de condução desejado. Os dados do Inmetro apontam um consumo de 4,8 km/l na cidade e 5,6 km/l na estrada com etanol ou 6,9 km/l e 8,1 km/l, respectivamente, com gasolina na Hilux flex cabine Dupla.

Já no SW4 são 4,9 km/l em uso urbano e 5,9 km/l em rodovias com etanol ou 7,1 km/l e 8,5 km/l na mesma ordem com gasolina.

  • Lista de equipamentos de série
  • Hilux SR Flex: ar-condicionado, banco do motorista com ajuste de altura, direção hidráulica, chave tipo canivete, volante revestido de couro com regulagem de altura e profundidade, computador de bordo, controlador de velocidade, trio elétrico, faróis de neblina, alarme, airbags frontais e de joelho para motorista e central multimídia com tela de 7″ sensível ao toque, GPS, TV Digital, DVD, câmera de ré, Bluetooth e conexões USB e AUX.
  • Hilux SRV Flex: todos os itens da SR mais ar-condicionado digital, banco do motorista com ajustes elétricos, bancos revestidos de couro, assistente de reboque, assistente de partida em rampa e controle de tração e de estabilidade.
  • SW4 SR Flex: ar-condicionado, direção hidráulica, volante com ajustes de altura e profundidade, chave tipo canivete, computador de bordo, controlador de velocidade, compartimento refrigerado no console, estribos laterais, trio elétrico, faróis de neblina, airbags frontais e de joelho para motorista, assistente de reboque, assistente de partida em rampa, controle de tração e de estabilidade, sensor de estacionamento traseiro e central multmídia com tela de 7″ sensível ao toque, GPS, TV Digital, DVD, câmera de ré, Bluetooth e conexões USB e AUX.
  • Impressões ao dirigir

O iCarros availou a picape Hilux flex na versão SRV, de R$ 131.2000. Por fora, traz as mesmas mudanças visuais vistas na nova geração apresentada no final do ano passado, o que agrada. O interior também conta com bom nivel de acabamento, com volante e bancos revestidos de couro e ajustes elétricos para o motorista.

Ao volante, contudo, essa primeira boa impressão se esvai ao pisar fundo no pedal do acelerador. O motor 2.7 de 163 cv (etanol) e 25 kgfm de torque não consegue oferecer respostas ágeis em arrancadas e retomadas à picape de 2.800 kg – lembrando que o 2.8 turbodiesel rende 177 cv e 45,9 kgfm.

Para fazer uma ultrapassagem, por exemplo, é preciso planejar, pisar fundo e aguardar o ruído dos giros subindo.

As seis marchas do câmbio automático são um avanço em relação ao anterior de quatro velocidades, sem dúvida, mas não servem para tornar a Hilux novamente competittiva frente às Chevrolet S10 e Ford Ranger renovadas.

Problemas como a suspensão que chachoalha demais em terrenos irregulares e a direção hidráulica – será preciso aguardar uma nova reformulação para talvez virar elétrica – ainda pesam na decisão.

Por outro lado, o apelo fora de estrada da Hilux parece imbatível, se você não se incomodar com o “pula-pula” na estrada de terra.

Veja os preços de Hilux e SW4 flex 2017:

Hilux SR flex 4×2: R$ 111.700 Hilux SRV flex 4×2: R$ 120.800

Hilux SRV flex 4×4: R$ 131.2000

SW4 SR flex 5 lugares automático: R$ 159.600 SW4 SR flex 7 lugares automático: R$ 164.900

SW4 SR flex 5 lugares manual (venda direta): R$ 146.550

Vai vender? – Mesmo com seus defeitos, a Toyota Hilux ainda vende mais que as rivais com quase 7.000 unidades a mais que a S10 e 10 mil a mais que a Ranger no acumulado de janeiro e julho deste ano. Foram 19.646 unidades da Hilux contra 12.907 da S10 e 8.797 da Ranger.

 Com a chegada das versões flex, essa diferença deve aumentar, ainda que elas representem menos do que as configurações a diesel. Imagine então o que ela poderia fazer com um novo acerto de suspensão e direção elétrica. Pena que essas alterações ficarão para um segundo momento. Por hora, a pespectiva é que a Hilux não precisa se preocupar com os concorrentes, pelo menos no número de vendas.

E o SUV SW4 vai pelo mesmo caminho, vendendo bem mais que seu rival direto, o Chevrolet Trailblazer.

Viagem a convite da Toyota

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