N/d Volkswagen em São Paulo a Gasolina

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    Veja 10 coisas que precisa saber da Kombi

    N/d Volkswagen em São Paulo a Gasolina

    A Volkswagen Kombi pode ressurgir das cinzas. Recentemente, o presidente do conselho da montadora, Dr. Heinz-Jakob Neusser, revelou que engenheiros da marca já trabalham em um protótipo elétrico para a nova “Velha Senhora”, ainda sem previsão de estreia. O modelo saiu de linha em dezembro de 2013, quando deixou de ser produzido no Brasil.

    Até que a fabricante decida relançar um dos carros mais emblemáticos de todos os tempo, separamos dez fatos sobre a trajetória do modelo que você precisa saber. Confira!

    N/d Volkswagen em São Paulo a Gasolina

    Seu criador é um holandês – A Kombi foi idealizada na década de 40 por Ben Pon. A ideia do holandês era utilizar o conjunto mecânico do Fusca em um veículo leve de carga.

    Mas modelo “nasceu” na Alemanha – A produção da Kombi começou no país europeu em 1950. Na época, a “Velha Senhora“ tinha a carroceria em monobloco e suspensão reforçada. E o motor traseiro, refrigerado a ar, tinha apenas 25 cv.

    E se “naturalizou” brasileiro – Em 1957 foram fabricadas as primeiras unidades no Brasil, saídas da planta de Anchieta, em São Bernardo do Campo, em São Paulo. Na época, o índice de nacionalização era de 50%, e a Kombi tinha motor de 1.200 cm³ de cilindrada.

    Teve várias carrocerias – No início dos anos 60, chega ao mercado brasileiro uma versão de seis portas, nas configurações “luxo” e standart. A Kombi Pick-Up cabine simples surge em 1967. Só em 1981 o modelo ganha uma variante “estendida”, chamada de Kombi Pick-Up Standart Cabine Dupla, e uma configuração furgão.

    Ganhou um dia de comemoração – No Brasil, entusiastas do modelo elegeram o dia 2 de setembro como o Dia Nacional da Kombi, estabelecido por iniciativa do Sampa Kombi Clube de São Paulo em conjunto com o Kombi Clube do Brasil. Na mesma data, em 1957, o utilitário começou a ser produzido na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo.

    Foi equipada com motores de vários tipos – Quando foi lançada na Alemanha, em 1950, a Kombi tinha motor 1.2 de quatro cilindros com refrigeração a ar e 25 cv. No Brasil, o mesmo propulsor tinha 30 cv. Com o lançamento da configuração picape, em 1967, veio o 1.5 de 52 cv.

    Já em 1975, a Kombi recebeu motor 1.6l de 58 cv e, três anos mais tarde, a adoção da dupla carburação gerou 65 cv. A opção com motor 1.6 a diesel surgiu em 1981, refrigerado a água, e com 60 cv, oferecido apenas para as carrocerias picape e furgão.

    Um ano depois, em 1982, foi lançada a versão movida a etanol. O 1.6 tinha potência de 56 cv e coletor de admissão. Tempos depois, ao final de 2005, a Kombi ganhou motor 1.4 de quatro cilindros flexível.

    Na ocasião, a Volkswagen informou que o modelo havia se tornado até 34% mais potente e cerca de 30% mais econômico que o antecessor, ainda refrigerado a ar.

    Saiu de cena em dezembro de 2013 – A última unidade da Kombi foi produzida em 2013.

    O governo decretou oficialmente o “funeral” da Kombi quando o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) recusou o pedido da Volkswagen e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC para que a indústria continuasse a fabricar por mais dois anos o modelo sem incluir airbag e freio ABS.

    No País, desde janeiro de 2014, é exigido por lei que todos os carros fabricados a partir da data devem ser equipados com air bag e ABS. Além dos entusiastas, o fim da produção da Kombi deixou aproximadamente mil pessoas desempregadas.

    Teve campanha premiada de “deslançamento” – A campanha “Últimos desejos da Kombi”, que marcou o fim da produção do veículo, recebeu sete prêmios no Festival de Cannes em 2014.

    Criados pela Volkswagen em parceria com a AlmapBBDO, os anúncios receberam dois Leões de Ouro na categoria Branded Content & Entertainment, que avalia a criação e a integração de conteúdos originais de uma marca.

    Outros cinco Leões de Bronze ficaram divididos nas seguintes categorias: dois na Direct (comunicação dirigida com o intuito de gerar respostas ou ações específicas, construindo e prolongando relacionamentos) e três em PR (Relações Públicas), Film e Cyber (comunicação online, digital e tecnológica).

    A campanha se tornou a mais premiada da Volkswagen do Brasil no festival de Cannes. Entre as ações da campanha de despedida da Kombi, um site reuniu histórias do público sobre o seu relacionamento com o veículo (foram recebidos mais de 300 relatos, que se tornaram um livro) e o lançamento da série especial Last Edition, com edição limitada a 1.200 exemplares numerados.

    Último modelo produzido foi parar em museu na Alemanha – A última unidade da Kombi saiu de São Bernardo do Campo, em São Paulo, e foi parar no museu de veículos comerciais do Grupo Volkswagen, na cidade de Hannover, na Alemanha.

    A edição brasileira Last Edition foi escolhida justamente pelo fato de o Brasil ser o último país do mundo a encerrar a produção da “Velha Senhora”. O modelo que “repousa” no museu tem pintura especial em duas cores azul e branco no estilo “saia e blusa” como ficou conhecido pelo público.

    O interior conta com cortina nas janelas laterais e traseira e bancos com forração em vinil com faixas azuis e brancas. Nas portas o acabamento é azul. O motor é o 1.4 flexível com 78 cv quando abastecido com gasolina e 80 cv com etanol. O torque é de 12,5 mkgf e 12,7 mkgf, respectivamente.

    O câmbio é manual de quatro marchas e os pneus têm medida 185/80 R14.

    Foi vendida em mais de 100 países – A trajetória internacional da Kombi brasileira se inicia com a história das exportações da Volkswagen do Brasil nos anos 70.

    Os principais mercados externos da Kombi foram Argélia, Argentina, Chile, Peru, México, Nigéria, Venezuela e Uruguai. Até dezembro de 2014, a fabricante exportou 94.

    334 unidades da Kombi, que foi produzida ainda no México e na Alemanha. (Atualizada às 14h30)

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    Volkswagen T-Cross 1.0 turbo se destaca por baixo consumo de combustível

    Desde que chegou às lojas, o Volkswagen T-Cross tem feito a concorrência se mexer. A Honda tratou de lançar a versão turbo do HR-V, a Hyundai trouxe novos itens tecnológicos para o Creta e a Nissan apresentou a série especial UEFA Champions League do Kicks. São formas de reconhecer o valor do novo rival.

    Para saber se o recém-lançado jipinho urbano é digno de tanta preocupação, a versão intermediária Comfortline 1.0 TSI passou pelo teste Folha-Mauá.

    Seu preço sugerido pela fabricante parte de R$ 99.

    990, valor que inclui câmbio automático, seis airbags, controles de estabilidade, ar-condicionado digital e sistema de som com tela sensível ao toque, entre outros itens.

    Ao entrar na cabine, vem a sensação de se estar em um utilitário médio devido ao espaço disponível. Mas basta observar o acabamento simples, semelhante ao do hatch Polo, para entender que se trata de um compacto.

    O T-Cross testado trazia interior com detalhes em bronze e forrações semelhantes a couro, que harmonizavam com a carroceria azul-marinho. Essa combinação elevou o preço em R$ 3.350.

    O motor turbo flex de 128 cv, combina bem com o carro. O desempenho foi equivalente ao de concorrentes com motores 1.6 ou 1.8, mas as médias de consumo foram melhores no Volks. Na estrada, com gasolina, o veículo atingiu a marca de 18,6 km/l.

    O convívio com o carro revelou pontos fortes como a posição ao volante e a suspensão, cuja firmeza compensa a altura do modelo. O T-Cross também se destaca por ser silencioso e ter direção leve, pontos que aumentam a percepção de conforto na cidade.

    N/d Volkswagen em São Paulo a Gasolina

    Contudo, pelo preço cobrado, o acabamento desse Volkswagen deveria ser mais caprichado. O Hyundai Creta 2.0 Prestige (R$ 105 mil) e o Honda HR-V 1.8 EXL (R$ 111,9 mil) conseguem transmitir melhor a impressão de se estar em automóveis que custam mais de R$ 100 mil.

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    Mas falta aos concorrentes um motor tão eficiente quanto o 1.0 TSI. O Creta 2.0 flex, que tem 38 cv a mais de potência, foi apenas um segundo mais rápido que o T-Cross na prova de aceleração e perdeu em consumo, com média de 14,4 km/l na estrada, com gasolina.

    As qualidades do Volkswagen esbarram na demora em chegar às lojas. A marca alemã foi a penúltima entre as grandes fabricantes a entrar no segmento de utilitários compactos. Agora só falta a Toyota lançar seu jipinho urbano, o que ainda não tem data para acontecer.

    Por ter estreado depois, o T-Cross tem de disputar a atenção com rivais consolidados no mercado. O efeito novidade não é suficiente para torná-lo o mais vendido da categoria, embora tenha qualidades para figurar no topo do ranking.

    Os líderes dosegmento em 2019 são os Jeep Renegade e Compass. O Nissan Kicks aparece na terceira posição, seguido por Honda HR-V e Hyundai Creta.

    Quanto custa para encher o tanque

    Divulgação N/d Volkswagen em São Paulo a Gasolina A Hilux, cujo tanque de 80 l é completado com quase R$ 300 de gasolina

    De R$ 133 a R$ 296 – este R$ 30 a mais do que o dobro do primeiro. Essa é a diferença para encher o tanque de dez dos automóveis mais vendidos do mercado brasileiro em março.

    A lista dos “top five” entre carros de passeio é integrada por Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Ford Ka, Chevrolet Prisma e Volkswagen Gol. Entre os comerciais leves, estão Fiat Strada, Fiat Toro, Toyota Hilux, Volkswagen Saveiro e Chevrolet S10.

    Embora o Carpress já tenha realizado uma reportagem semelhante pouco mais de três anos atrás, muita coisa mudou – uma das exceções é o carro líder, o Onix, há três anos o mais vendido do mercado. Mas encher o tanque do modelo passou de R$ 135,54 para R$ 143,64 com etanol e de R$ 186,84 para R$ 199,80 com gasolina.

    Contudo muitas outras coisas mudaram. O Fiat Palio saiu de linha – vencendo o Prêmio Carpress 2018 na categoria Destaque Saudade. Outros que sumiram da lista foram Renault Sandero, Jeep Renegade e Honda HR-V. Os combustíveis também subiram – o litro da gasolina passou de R$ 3,46 para R$ 3,70, enquanto o do etanol, de R$ 2,51 para R$ 2,66. Vale ressaltar ainda que os preços considerados nesta reportagem tentem a ser os mais em conta do Brasil (praticados no estado de São Paulo). O tanque que custa R$ 133 para encher é o do HB20 com etanol. O que requer desembolsar R$ 296 é o da picape Hilux com gasolina. Só foram levados em conta automóveis na versão flex, embora alguns veículos da lista tenham motor diesel.

    • Confira quanto custa encher o tanque do seu carro
    • Chevrolet Onix
    • Hyundai HB20
    • Ford Ka
    • Chevrolet Prisma
    • Volkswagen Gol
    • Fiat Strada
    • Fiat Toro
    • Toyota Hilux
    • Volkswagen Saveiro
    • Chevrolet S10

    Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 199,80 Etanol: R$ 143,64 Tamanho do tanque: 54 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 185 Etanol: R$ 133 Tamanho do tanque: 50 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 192,40 Etanol: R$ 138,32 Tamanho do tanque: 52 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 199,80 Etanol: R$ 143,64 Tamanho do tanque: 54 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 203,50 Etanol: R$ 146,30 Tamanho do tanque: 55 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 214,60 Etanol: R$ 154,28 Tamanho do tanque: 58 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 222 Etanol: R$ 159,60 Tamanho do tanque: 60 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 296 Etanol: R$ 212,80 Tamanho do tanque: 80 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 203,50 Etanol: R$ 146,30 Tamanho do tanque: 55 litros Quanto custa encher o tanque Gasolina: R$ 281,20 Etanol: R$ 202,16 Tamanho do tanque: 76 litros

    Fonte: levantamento realizado em São Paulo pelo Carpress, com os dados cruzados com os da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Preço médio por litro: R$ 3,70 a gasolina e R$ 2,66 o etanol.

    Volkswagen apresenta Jetta Hybrid no Salão de São Paulo

    N/d Volkswagen em São Paulo a GasolinaVolkswagen apresenta Jetta Hybrid no Salão de São Paulo 

    Primeiro modelo híbrido com motor quatro cilindros 1.4 TSI e transmissão DSG com sete marchas. Modelo se locomove apenas com eletricidade ao toque de um botão. Sedã é capaz de percorrer 19 quilômetros por litro de combustível em circuito combinado cidade/estrada.

    A Volkswagen está apresentando no Salão do Automóvel de São Paulo 2012 um dos automóveis mais eficientes do mundo: o Jetta Hybrid. O carro é movido por um motor a gasolina de alta tecnologia (TSI com 110 kW / 150 cv) e um motor elétrico sem emissões (20 kW).

    Esta associação oferece um desempenho marcante (0-100 km/h em menos de 9 segundos), ao mesmo tempo em que permite ao Jetta Hybrid atingir um índice de consumo igualmente impressionante, de 19 quilômetros por litro em circuito combinado cidade/estrada.

    Isto significa que o sedã esportivo consome cerca de 20% menos combustível que um carro com potência equivalente com propulsão tradicional.

    No trânsito urbano, a vantagem na economia sobe para 30%! Além disso, o novo Jetta Hybrid pode ser utilizado no modo elétrico puro, consequentemente sem emissões, em velocidades de até 70 km/h, por distâncias de até dois quilômetros (dependendo do terreno e condições de operação). O Jetta Hybrid será lançado em novembro de 2012, começando pela América do Norte. 

    Extremamente silencioso

    Após o Touareg Hybrid, o Jetta Hybrid é o segundo modelo criado pela fabricante de automóveis de maior sucesso da Europa a contar sob o capô com um módulo de propulsão constituído por um motor a gasolina e um motor elétrico, combinados para atingir os menores índices de consumo possíveis e excelente desempenho em todas as áreas. Um ponto alto é o conforto: o refinado motor TSI, um sistema de escapamento reprojetado, o uso de para-brisa acústico, vidros mais espessos nas janelas dianteiras e várias outras medidas resultaram no carro mais silencioso que a Volkswagen já ofereceu nesta categoria. O sedã, que é tão esportivo como econômico, chegará ao mercado em novembro de 2012, inicialmente nos Estados Unidos e Canadá. 

    TSI – um dos motores a gasolina mais avançados do mundo

    Pura eficiênciaPela primeira vez na América a Volkswagen está usando um motor a gasolina 1,4 litro turbo no Jetta Hybrid. Os motores TSI da Volkswagen já receberam vários prêmios, inclusive um dos mais prestigiosos nesta área, o “Engine of the Year Award” 2011. 

    Testado na prática nas Autobahn alemãs

    O quatro cilindros “downsized”, com deslocamento de exatos 1.395 cm3, já vendeu milhões de unidades na Europa. Ele tem torque máximo de 250 Nm, disponível já pouco acima da marcha lenta (a partir de 1.400 rpm) e é extremamente durável, mesmo usado as velocidades das autoestradas alemãs. A potência máxima deste TSI ultrapassa a do motor 2,5 litros com cinco cilindros do Jetta convencional vendido nos Estados Unidos. O mais importante é que este motor pode manter o torque máximo constante até 3.500 rpm. Juntamente com o motor elétrico, o sistema de propulsão mostra as características de desempenho que fazem do novo Jetta Hybrid um automóvel realmente esportivo. O motor TSI é uma unidade de baixo peso, com apenas 98 kg. 

    TSI, embreagem de desacoplamento e motor elétrico constituem o módulo híbrido

    Aliança de alta tecnologiaO TSI é parte do módulo híbrido juntamente com o motor elétrico e uma embreagem de desacoplamento, que fica posicionada entre os dois propulsores e desacopla totalmente o motor a gasolina do sistema ao ser usado o modo puramente elétrico ou no modo “velejar”, quando o carro se movimenta apenas pela inércia (desacelerações e frenagens). 

    Bateria com tecnologia estado-da-arte

    Uma bateria de íons de lítio fornece energia para movimentar o motor elétrico. O compacto sistema de baterias está integrado ao carro atrás do banco traseiro. Desta forma não há comprometimento algum do espaço interno. Em termos de construção, a bateria consiste de 60 células individuais, cada uma delas com 5 Ah de capacidade energética. Juntas, elas produzem uma voltagem nominal de 220 V e têm capacidade de 1,1 kWh. Peso: 35.8 kg. As frequentes mudanças entre os ciclos de descarga e carga durante a operação híbrida requerem um sistema de refrigeração de alta performance para a bateria. Para isso, é usado um ventilador montado no próprio sistema de armazenamento de energia.A bateria também tem seu próprio sistema de gerenciamento, que opera as funções de segurança, diagnóstico e monitoramento, assim como o controle da temperatura. O acionamento do ventilador, de acordo com a necessidade (relacionado a fatores como temperatura externa e consumo momentâneo de energia), permite a operação contínua da bateria dentro de uma faixa de temperatura otimizada. Sistemas de proteção especiais desconectam a bateria quando não está em uso ou em caso de acidentes. 

    Câmbio rápido com duas embreagens

    A transmissão de força para o eixo motor dianteiro acontece por meio de um câmbio com sete marchas e dupla embreagem (DSG), que funciona automática e eficientemente. A combinação de propulsão híbrida com transmissão DSG é única e resulta em prazer ao dirigir com sustentabilidade. A comprovada caixa de câmbio com sete marchas e dupla embreagem, muito popular na Europa, nesta fase de expansão cria novo padrão de referência em sua categoria de até 250 Nm de torque, por sua construção compacta e apenas 74 kg de peso.Graças ao baixo peso de seus componentes motores, o Jetta Hybrid pesa apenas 100 kg a mais que a versão a gasolina mesmo com o sistema de baterias. Juntamente com modificações adicionais de segurança na estrutura do veículo, o peso bruto do novo Jetta Hybrid permaneceu abaixo dos 1.500 Kg. 

    Modo de propulsão correto para cada situação

    Propulsão livre de emissões através do motor elétricoQuando a bateria do Jetta Hybrid está suficientemente carregada, o carro pode, como mencionado, percorrer uma distância de até dois quilômetros em modo elétrico puro, consequentemente com emissão zero. O Jetta Hybrid passa ao modo elétrico tanto automaticamente (a até 60 km/h) como ao comando de um botão (até 70 km/h). Para que isto ocorra, o motorista aperta o botão E-mode, à direita da alavanca de câmbio.Nos dois casos, o TSI é desconectado do trem de força por uma embreagem de desacoplamento, que reduz o consumo de energia e aumenta o alcance com propulsão elétrica. Cerca de um terço da economia de combustível potencial do novo Jetta Hybrid é obtido pela propulsão elétrica. 

    Carga da bateria por regeneração

    Durante a frenagem, o Jetta Hybrid passa a operar no modo de regeneração da bateria, que “captura” energia cinética, utilizando-a para alimentar a bateria com energia elétrica. Assim que o motorista tira o pé do acelerador para frear, a embreagem de desacoplamento se abre para liberar o motor a gasolina e reduzir as perdas por arrasto que normalmente ocorrem nessa situação. Se o motorista então ativar o pedal do freio, o poder de geração do motor elétrico aumenta – de acordo com o deslocamento do pedal – e a energia elétrica produzida dessa forma é armazenada na bateria. A energia armazenada pode ser utilizada, então, tanto para propulsão elétrica como para auxiliar o motor a gasolina. Os resultados da regeneração da bateria não podem ser subestimados: eles representam um terço do potencial de economia de combustível do Jetta Hybrid! 

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    Na cidade, o motor fica parado sempre que possível

    O motor a gasolina é imobilizado assim que o carro para nos semáforos ou no para-e-anda do trânsito, desde que o motorista pise no pedal do freio e a bateria esteja suficientemente carregada. Mesmo assim, os sistemas de aquecimento, ar condicionado, áudio e outros sistemas elétricos continuam em operação. Um ponto interessante nessa situação é que, diferentemente dos sistemas convencionais, no Jetta híbrido não apenas o motor a gasolina é desligado. A embreagem de desacoplamento também desconecta o motor do sistema de propulsão para permitir tração puramente elétrica quando o carro arrancar novamente – desde que a bateria esteja suficientemente carregada. Outro terço do potencial de economia de combustível do Jetta Hybrid acontece pela frequente desativação do motor a gasolina. 

    “Velejando” sem o TSI

    Assim que o condutor libera o pedal do acelerador em velocidades mais altas (até 135 km/h), o motor a gasolina é desligado e desconectado das rodas pela embreagem de desacoplamento, eliminando as perdas por arrasto que normalmente ocorrem nessa situação. Desta forma, o Jetta Hybrid “desloca” mais que o normal, sem consumir nenhum combustível. 

    Força dupla

    Quando o seletor da transmissão DSG é posicionado em “S”, ou em modo manual, o sistema de propulsão reage a uma movimentação mais vigorosa do pedal do acelerador com o máximo de força propulsiva. O mesmo se aplica à clássica manobra do “kickdown” (uma rápida pressão do acelerador até o fundo). Nesses casos, a força dos motores elétrico e a gasolina se somam para fornecer um pico de potência temporário de 125 kW / 170 cv, transferido para as rodas dianteiras pela transmissão DSG. No jargão automobilístico, esta combinação dos dois motores é chamada de “boosting”. Graças à potência extra, manobras de ultrapassagem podem ser feitas em tempos menores, um fator importante para a segurança nas estradas. 

    Andando a gasolina

    Em velocidades altas ou quando a capacidade da bateria estiver baixa, o Jetta Hybrid é movimentado apenas pelo motor TSI. Nessas fases, a calibragem do motor também é alterada para otimizar a eficiência e ele produz mais força do que o necessário apenas para movimentar o carro. Esta força adicional é usada de forma bem específica: dependendo do nível de carga momentâneo da bateria, a força adicional pode ser usada para carregá-la através do motor elétrico que, nesse caso, atua como um gerador. Essas fases, chamadas de carregamento ativo, são intercaladas com as fases de propulsão elétrica para alcançar o máximo possível de economia de combustível. 

    Ampla informação para maior sustentabilidade

    Novos instrumentosTodas as informações operacionais importantes são mostradas pelos instrumentos do Jetta Hybrid. O motorista pode acessar as informações através de menus. No menu “Híbrido”, o modo de propulsão momentâneo é apresentado num diagrama de fluxo de energia e a direção do fluxo é visualizada em forma de setas. O nível de carga da bateria é mostrado na mesma tela. Logo abaixo do diagrama de fluxo de energia fica o mostrador ePower. Ele indica a potência relativa do motor elétrico. O mostrador ePower só é ativado nos modos de operação “propulsão elétrica” (electric driving), “E-mode” e “Boost”. 

    Medidor de potência mostra a fonte de força na condução híbrida

    O chamado “Power meter” (medidor de potência) tem extrema importância (não confundir com o mostrador ePower). Ele é um mostrador multifuncional que substitui o conta-giros, integrado ao lado direito do painel de instrumentos. Ele informa ao motorista a situação operacional momentânea do Jetta Hybrid: se está pronto para rodar (Ready), regeneração da bateria (Charge), modo ecológico de condução (Eco), “boosting” (Boost) ou condução puramente a gasolina com o TSI (Off). Adicionalmente, a condução elétrica – seja automática ou selecionada pelo condutor – também é indicada nos instrumentos (E-mode). 

    Visualização divertida do modo de dirigir

    O display do sistema da som também tem seu papel nesta estratégia de informação. O objetivo é chegar a uma maneira de dirigir especialmente econômica. Para isto, o menu “Zero emissions” oferece um mostrador gráfico do tempo de utilização do carro com emissão zero. Os valores são mostrados como percentuais, num diagrama de barras onde os intervalos de cada barra representam um minuto de condução. Cem por cento significa que o Jetta Hybrid foi usado sem emissões no último minuto, isto é, com o motor a gasolina desligado. O tempo considerado é de 30 minutos.Segurança e conveniênciaEstabilização eletrônicaO equipamento de série do Jetta Hybrid inclui controle eletrônico de estabilidade (ESC), sistema de freios antibloqueio (ABS) e seis airbags (motorista e passageiro da frente, airbags laterais na frente e airbags de cortina na frente e atrás). O pacote pode ser ampliado, opcionalmente, com airbags laterais nas portas traseiras.SE – exterior especificadoVisualmente, até mesmo a versão básica SE do Jetta Hybrid se destaca pelas modificações aerodinâmicas, que incluem novo defletor de ar dianteiro, um difusor traseiro e um defletor traseiro harmoniosamente integrado ao design do carro. O resultado foi uma melhoria no coeficiente aerodinâmico do carro de 10%. Além disso, o Jetta Hybrid SE é equipado com lanternas traseiras com LEDs, com novo desenho, assim como rodas de liga leve especiais com 15 polegadas, com pneus otimizados para reduzir a resistência à rolagem. Logotipos “Hybrid” na frente, na traseira e nas laterais identificam a nova versão. Outros equipamentos importantes: a grade do radiador é especial, com o logotipo VW integrado pela primeira vez a um fundo azul. Uma nova cor é oferecida apenas para o Jetta Hybrid: “branco Oryx”.SE – interior aperfeiçoadoPor dentro, o carro tem forração dos assentos de alta qualidade com design “Titan black” ou “EcoTech” e novas faixas decorativas com o logo “Hybrid” em cromo, que identificam o modelo como Jetta Hybrid SE. O sistema de climatização Climatronic com duas zonas de controle, com novo compressor do ar condicionado de alta voltagem, assegura a refrigeração do interior da cabine mesmo quando o motor a gasolina está desativado. Comparado ao Climatronic usado até o presente, o sistema também dispõe de uma função “maxAC”, que refrigera o interior rapidamente, bastando apertar um botão.A tecnologia do Jetta Hybrid SE foi incrementada com instrumentos específicos, que incluem o diagrama de fluxo de energia no sistema de áudio Premium 8, computador de bordo, sistema de telefone viva-voz (Bluetooth) e conexões para iPod e outros recursos multimídia, assim como volante multifuncional com forração de couro.SEL1 e SEL2: sofisticaçãoNa versão intermediária de equipamento, o SEL1, o equipamento de fábrica do novo modelo da Volkswagen é ampliado, com detalhes como rodas de 16 polegadas de liga-leve, teto solar, sistema de navegação RNS 315, ajuste elétrico do banco do motorista, aquecimento dos bancos dianteiros e sistema de acesso Keyless para portas e partida do motor através do botão Start. Os compradores que optarem pela versão de topo de linha, o SEL2, poderão desfrutar de detalhes como rodas com 17 polegadas, novos faróis bi-xenônio com luzes de curva dinâmicas e iluminação diurna automática, faróis de neblina, câmera de ré e um novo sistema de som Fender com 400 watts de potência.Tudo como deve ser. Afinal, quem disse que o máximo em sustentabilidade não pode ser divertido também? 

    Foto: Divulgação VW

    Volkswagen do Brasil

    VW Gol GTI: 22 coisas que você talvez não sabia sobre o icônico esportivo

    O Gol GTi representou um marco para a indústria automotiva brasileira Marco de Bari/Quatro Rodas

    1 – No primeiro GTI, de 1989, o emblema com o símbolo Volkswagen na tampa do porta-malas era maior do que nos outros modelos da marca.

    2 – A cor do filete do para-choque cinza e dos apliques laterais do GTI 89 não é azul Mônaco como da carroceria, mas sim Azul Cobalto.

    3 – Além da injeção eletrônica o GTI foi o primeiro carro nacional a utilizar antena no teto rosqueável, que logo se tornou uma febre. A antena, aliás, assim como a injeção, era importada.

    Divulgação/Volkswagen

    4 – No GTI 1989 o símbolo VW na grade dianteira não era cromado, mas sim pintado em prata fosco.

    5 – O único opcional do GTI 1989 era o ar-condicionado.

    6 – O GTI 1989 só era disponível a gasolina porque não existia injeção eletrônica para carros a álcool em nenhum lugar do mundo, uma vez que o combustível era de uso 100% nacional. Na época inclusive alguns técnicos diziam que era impossível adaptar a injeção ao álcool.

    Gol GTI, modelo 1990 Acervo/Quatro Rodas

    7 – O GTI deveria ter sido lançado com freios a disco nas quatro rodas, mas em cima da hora ficou apenas com discos ventilados nas rodas dianteiras.

    8 – O consumo divulgado na época do lançamento pela fábrica veio apenas em uma média de uso misto, cidade/estrada: 14,6 km/l.

    9 – O GTI tinha duas bombas de combustível. Uma delas ficava dentro do tanque.

    Mostradores do Gol GTI, modelo 1989 Christian Castanho/Quatro Rodas

    10 – O sistema de injeção do GTI 1989 era multiponto.

    11 – O GTI 1989 não tinha sonda lambda. O sistema se baseava em métricas como posição da borboleta de aceleração, RPM e temperatura do motor e do ar.

    Os famosos bancos do GTI se chamam Ipanema Divulgação/Volkswagen

    12 – O nome do modelo do banco Recaro do GTI 1989 é Ipanema.

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    13 – Existe uma confusão enorme quanto à grafia correta da sigla, em especial para o ‘i”: maiúsculo ou minúsculo? Nos GTI de primeira geração a fábrica usava nos materiais do carro o nome GTI com o i em maiúsculo, apesar de no emblema do carro o i estar em minúsculo. No geração 2 foi o oposto: o emblema tinha o I em maiúsculo mas os materiais da fábrica chamam o carro de GTi, com o i em minúsculo. Do contra, eu?

    Divulgação/Volkswagen

    14 – Em 1995 o GTi, já em segunda geração, ganhou como opcional os freios ABS. O desenvolvimento do sistema foi realizado no Polo Norte, em Slagnas, cidade sueca da Lapônia, sobre a superfície congelada do lago Storavan.

    15 – O porta-malas do GTI quadrado era maior do que o do bolinha: 330 litros contra 279 litros.

    A bolha sobre o capô era exclusiva do Gol GTI 16V Marco de Bari/Quatro Rodas

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    16 – O lançamento do Gol GTI 16V à imprensa foi realizado no Hotel Estância Atibainha, no KM 55 da Rodovia Dom Pedro I, na cidade de Nazaré Paulista, em 31/8/95. O hotel existe até hoje.

    17 – Em 1995 o GTI respondia por 3% das vendas totais da linha Gol. O Gol 1000 era o líder com 54%.

    18 – Em 1995, aliás, a VW tinha três modelos GTI em oferta no Brasil: além do Gol em versões 8V e 16V, havia o Pointer GTI e o Golf GTI.

    Pointer GTi arquivo/Quatro Rodas

    19 – O Gol GTI 16V tinha uma cor exclusiva: Vermelho Dakar. As demais, comuns a outros modelos, eram Branco Geada, Vermelho Sport, Preto Universal, Verde light e Branco Nacar, perolizada. O Verde Light só vinha com acabamento em tecido: nessa cor não era oferecido acabamento interno em couro.

    20 – O acabamento interno em couro do GTI 16V Vermelho Dakar trazia manopla e coifa do câmbio em couro vermelho.

    Interior do GTI 16V Divulgação/Volkswagen

    21 – O GTI 16V foi o primeiro carro nacional a oferecer alarme com comando à distância, que controlava abertura e fechamento das portas, abertura do porta-malas e fechamento dos vidros.

    22 – O MIAU, Museu da Imprensa Automotiva, realizará em outubro uma exposição homenageando os 30 anos da chegada do GTI ao mercado.

    Os destaques serão os materiais de época, muitos deles inéditos até hoje para o público em geral, como comunicados de imprensa da fábrica, fotos originais de divulgação, catálogos de época e manuais do proprietário, abarcando as três gerações do modelo. A mostra tem o apoio da Bosch e da Volkswagen.

    Se você gostou dessa e curte outras histórias envolvendo carros, visite o Miau (Museu da Imprensa Automotiva): seu grande acervo conta essas e outras curiosidades por meio de revistas, fotos, livros e materiais de imprensa especializada.

    O museu fica na Rua Marcelina, 108, na zona oeste de São Paulo. O site é o www.miaumuseu.com.br e o telefone, (11) 98815-7467. O horário de funcionamento é de quarta-feira a sábado, das 11h às 19h, e aos domingos, das 11h às 17h. Ingressos custam R$ 30.

    Marcos Rozen

    É jornalista especializado em automóveis e fundador do Museu da Imprensa Automotiva.

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    Nivus entra para serviço de assinatura da Volkswagen — GARAGEM 360

    O VW Sign&Drive, serviço de assinatura da Volkswagen com contratação on-line, passa a oferecer mais um modelo, o Nivus.

    Além de T‑Cross, Tiguan, Jetta e Virtus, a marca, em parceria com a Volkswagen Financial Services e Assobrav, inclui o VW Nivus Highline.

    Atualmente, o serviço está disponível no estado de São Paulo, com planos para expandir para outras praças ainda este primeiro semestre.

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    “Incluir o nosso último grande lançamento neste serviço, que já é comprovadamente um sucesso, traz uma satisfação enorme pois atende uma demanda por parte dos nossos consumidores . Os clientes aprovaram esta nova opção moderna de mobilidade e conveniência, na qual conseguem assinar um VW de forma simples e digital”, afirma Ricardo Casagrande, diretor de Vendas da Volkswagen do Brasil.

    VW Sign&Drive: serviço de assinatura da Volkswagen

    O programa VW Sign&Drive permite que o cliente assine de forma digital, no website da VW, o serviço por um período de um ou dois anos (a depender do modelo escolhido). Estão inclusos na assinatura documentação (IPVA, licenciamento e emplacamento), seguro, manutenção preventiva e franquia de 1.800 km para rodar por mês.

    O programa é desenvolvido em parceria com a Assobrav e com a Fleet Solutions Brasil, empresa da Volkswagen Financial Services que atua na terceirização e gestão de frotas. Esta fase piloto do programa tem duração até o fim dos estoques.

    É possível contratar o serviço de duas formas: on-line ou presencialmente na concessionária. De forma simples, rápida e digital, em seis passos o cliente pode assinar seu VW no www.vw.com.br/signanddrive,

    Basta seguir esses passos:

    • Selecionar o modelo,
    • Customizar o plano,
    • Se cadastrar,
    • Fazer o upload dos documentos,
    • Confirmar os dados e escolher a concessionária de retirada e, por último,
    • Assinar digitalmente.

    Após a contratação, a retirada do veículo é feita na loja selecionada no final do pedido. O cliente também pode dirigir-se até uma concessionária Volkswagen do estado de São Paulo.

    Ele contará com a ajuda do vendedor para indicar os modelos disponíveis e auxiliá-lo a registrar seu pedido na plataforma VW Sign&Drive. As revisões periódicas poderão ser realizadas em qualquer concessionária da rede Volkswagen.

    Ao final dos 12 ou 24 meses, o concessionário pode oferecer um novo contrato de assinatura.

    LEIA MAIS: Artigo: Biden incentiva veículos elétricos

    Stellantis confirma novo carro no Brasil fabricado em Porto Real (RJ)

    “Estamos certos de que a chegada do Nivus ao programa atenderá o desejo de muitos clientes. A ampliação dos modelos disponibilizados é a prova de que o VW Sign&Drive já é um sucesso e, também, demonstra a necessidade das pessoas por diferentes ofertas de mobilidade”, conclui Ricardo Auricchio, superintendente de Marketing da Volkswagen Financial Services Brasil.

    Conheça os modelos que fazem parte do programa:

    Coding: como destravar funções escondidas no T-Cross e outros carros da VW

    Cada vez mais tecnológicos e parecidos com smartphones, os carros podem ser comparados com computadores ambulantes, considerando a quantidade de sistemas eletrônicos que eles trazem – necessários para viabilizar uma série de funções, das mais simples às mais sofisticadas.

    Talvez você não saiba, mas seu carro pode trazer vários recursos já programados de fábrica, mas que estão “escondidos”. Eles podem ser habilitados ou incrementados por meio de um serviço chamado “coding”.

    Uma rápida pesquisa do termo demonstra que o serviço hoje contempla predominantemente veículos da Volkswagen, da Audi e da BMW. No entanto, também pode ser realizado em carros de outras marcas, inclusive modelos de entrada.

    De acordo com Nelson de Oliveira Junior, proprietário da VAG Coding BR, o coding consiste em “codificar” a programação de fábrica para “destravar” funções escondidas – disponíveis apenas em outros mercados ou em versões mais equipadas ou recentes de determinado veículo.

    Tudo é feito por meio da porta OBD, a mesma utilizada em concessionárias para diagnosticar eventuais falhas. Conecta-se um computador a essa porta, por meio de um cabo específico, que varia de acordo com a marca do automóvel.

    “Caso o cliente tenha acesso ao respectivo cabo e a um laptop, posso realizar o coding remotamente, em qualquer lugar do mundo. Entro na rede CAN [que conecta todos os módulos eletrônicos] para ativar funções previamente programadas de fábrica, mas que não estavam habilitadas”, explica Junior.

    Ele esclarece que os recursos liberados não envolvem a performance do veículo. Dependendo do modelo e das funções, o serviço custa de R$ 200 a R$ 1.000, informa.

    No caso do SUV compacto, em unidades equipadas com o motor 1.4 TSI, é possível ativar na central multimídia os mostradores do Modo Sport, que exibem força G, pressão do turbo e temperatura do óleo – disponíveis de fábrica no Polo e Virtus GTS e no Jetta GLI.

    Considerando versões equipadas com painel digital, independentemente do modelo, há outras modificações disponíveis, diz Junior.

    “No caso do T-Cross, o marcador de velocidade vai até 260 km/h. É possível aumentar para 320 km/h. Também dá para mudar a escala do velocímetro para que exiba intervalos de 10 km/h”, relata.

    Outra modificação popular em veículos da VW, independentemente do modelo, é alterar o indicador de autonomia no painel, seja analógico ou digital: em vez de mostrar apenas a quilometragem restante, dá para exibir a quantidade de litros que falta para encher o tanque, explica.

    Também é possível, em modelos dotados de painel digital, destravar o menu que permite escolher diferentes cores, em veículos nos quais a opção não é oferecida.

    Sem as mãos

    No caso do Volkswagen Tiguan Allspace R-Line e do Passat, que no Brasil trazem controle de velocidade de cruzeiro adaptativo de fábrica, o coding libera até a condução semiautônoma – que faz curvas por conta própria em rodovias, por meio da leitura das faixas, e agrega a identificação automática de placas de trânsito, mas não foi habilitada pela montadora para o mercado brasileiro.

    Isso inclui a função de piloto automático adaptativo em congestionamentos.

    “Esses carros vêm equipados com uma câmera no para-brisa, capaz de detectar pedestres e identificar placas. Consigo liberar a funcionalidade total dessa câmera, bem como um menu que permite escolher o tempo do alerta para que o motorista ponha novamente as mãos no volante”.

    O coding não está restrito aos veículos mais caros e sofisticados. Até o VW Up permite realizar personalizações.

    “Uma das funcionalidades mais pedidas no Up é habilitar ou desabilitar a confirmação sonora da ativação do alarme. Também é possível liberar as 'cornering lights', que acendem o farol auxiliar no mesmo lado para o qual você vira o volante. Outra mudança bastante requisitada é deixar a assistência de direção mais leve”.

    Nelson de Oliveira Junior destaca que já estuda a implementação do coding para marcas como Porsche, Mercedes-Benz e até Ford.

    “Ford Ka equipado com retrovisores elétricos, por exemplo, pode incorporar a função 'tilt-down', em que o espelho no lado do passageiro abaixa automaticamente ao engatar a ré, para não ralar a roda na guia. Também é viável instalar uma central multimídia Sync 3 em modelos antigos”, exemplifica.

    Dario Paes, da Bravus Performance, também executa o serviço e seu foco é maior em carros da BMW.

    “É possível alterar a configuração dos faróis de LED, ativar o controle de largada em modelos mais antigos, colocar central multimídia mais moderna e desbloquear o tocador de DVD com o carro em movimento”.

    Como fica a garantia?

    Golf 2014 pode ganhar multimídia mais recente 100% funcional graças ao coding

    Imagem: Reprodução

    UOL Carros questionou a Volkswagen se o coding compromete a garantia de fábrica, porém a marca não respondeu. Junior, por outro lado, diz que a cobertura não é comprometida.

    “Tenho parceria com oficinas e, inclusive, concessionárias, que oferecem o serviço como item 'opcional'. Clientes meus tiveram de recorrer à garantia, por conta de problemas alheios ao coding, e não houve qualquer problema. Você passa no scanner e não acusa nada, porque o coding só libera recursos originais de fábrica. Eu mesmo tenho VW e acionei a garantia tranquilamente”.

    Ainda assim, vale destacar que existem riscos.

    “Se não souber como fazer, pode danificar o módulo. Os carros da Volkswagen, por exemplo, têm configurações diferentes para os Estados Unidos, a Europa, o Reino Unido e o resto do mundo. Se fizer coding em um carro para o mercado brasileiro usando os parâmetros norte-americanos, pode estragar o veículo e a VW não vai cobrir o reparo em garantia”.

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