Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

Diz o ditado popular que beleza não se põe à mesa. Mas, para além dele, as pessoas, ao comprar um carro, nem sempre têm uma visão racional/utilitarista.

O que é prioridade para um consumidor pode não ser para outro.

No caso deste novo Peugeot 208, alguns sentirão falta de uma nova mecânica turbo, outros verão mais relevância na beleza e na tecnologia embarcada, no estilo e na beleza da cabine. Vamos lá.

Quando se fala em beleza, os carros franceses sempre se destacaram pelo design, pela ousadia e pela inovação – e claro que com esta nova geração do Peugeot 208 não poderia ser diferente.

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0Na dianteira do novo Peugeot 208, chamam a atenção as DRLs em formato de “dentes de sabre”, presentes em todas as versões do hatch. De lateral, o 208 agora tem a coluna e o vidro traseiro mais inclinados, como em um cupê, enquanto as lanternas em forma de garras são interligadas por um elemento que “alarga” o carro, e, na dianteira, o capô ficou mais comprido.Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

A cabine

Ao me aproximar do novo Peugeot 208 com a chave no bolso, as portas se destravam (e, ao sair de perto, travam sozinhas: muito prático). E se o exterior já agrada, entrar no carro é uma surpresa. O que já era bom melhorou, e não há hoje carro similar no segmento.

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0O maior destaque do 208 é o painel bem acabado e inovador: o cluster é visto por cima do volante de raio reduzido
Hatch usados 2020 com final da placa 9,0
Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

Galeria: Peugeot 208 Griffe (interior)

A central multimídia é a mesma, o que não é um demérito, pois já era ótima (só falta um botão giratório de volume). Abaixo dela, práticos atalhos para as funções mais usadas, com “teclas”, como no 3008. Mais abaixo, guardo o celular na área de carregamento sem fio – mas para Android Auto e Apple CarPlay ainda é preciso conectar o cabo.

Já na lista de equipamentos, só sentimos falta de um som premium e de um retrovisor eletrocrômico – mas neste Griffe há faróis e DRLs de LED, seis airbags, sensor de chuva, ar-condicionado automático digital com três diferentes intensidades de atuação, regulador e limitador de velocidade com indicação no painel e muito mais – incluindo sistemas semiautônomos de manutenção em faixa (ativo), farol alto automático, leitor de placas de trânsito (mesmo que seja meio distraído, você pode sempre conferir o limite da via no painel) e, ainda, alerta de colisão com frenagem automática.

Sem turbo

Me acomodo no confortável e belíssimo banco revestido de Alcantara – por enquanto exclusividade das primeiras unidades, estes assentos deveriam voltar em alguma série especial.

É preciso um tempinho para achar a posição ideal de dirigir, ajustando banco e volante – com amplos ajustes de altura e profundidade – para que este último, menor do que a média, não acabe obstruindo a visão do painel.

Dou a partida, chegou hora de ver como anda o carro. Muitos esperavam o motor 1.2 turbo do 208 europeu, mas a Peugeot optou por manter aqui o conhecido 1.6 16V acoplado ao câmbio automático de seis marchas.

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Para quem torce o nariz para a onda de downsizing, com motores três cilindros turbinados, uma boa notícia. O motor aspirado pode não ter o torque sempre disponível dos turbinados ou ser tão econômico, mas tampouco apresenta o turbo lag e as vibrações e ruídos típicos dos tricilíndricos.

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

As respostas agradam pela progressividade, mas a aceleração de 0-100 km/h leva longos 12 segundos – então este não é um carro para quem coloca o desempenho no topo das prioridades.

O conjunto mecânico pode não ter mudado, mas, ao volante, dá para ver que muitas outras coisas mudaram. A começar pelas respostas deste conjunto: os modos Eco e Sport estão mais extremos.

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

No Sport, o novo Peugeot 208 ganha vida e fica espertinho e divertido de guiar, também graças ao volante de raio pequeno e de formato peculiar (o sistema de direção, porém, poderia ser mais direto).

As trocas de marcha são feitas em rotações altas e, nas frenagens, ele reduz para “segurar” mais o carro (útil antes de curvas, por exemplo).

Não há aletas no volante, mas as trocas manuais podem ser feitas puxando a alavanca para a esquerda, quando ela fica bem posicionada (com reduções para a frente e subidas para trás, como deve ser).

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

Já no modo Eco, o novo Peugeot 208 passa a priorizar o consumo, acima de tudo. Acelerando suavemente, a 50 km/h já se está em sexta marcha, com o motor sussurrando. Para curtir a cabine, sem pressa, e marcar médias de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada durante nossa avaliação: a 120 km/h, são 3.000 rpm, e ele raramente reduz marchas, para economizar ao máximo.

Se você não quer um carro arisco, nem “xoxo”, basta deixar no modo normal (que não é mais “indeciso” como era antes). Mas a principal diferença ao volante, obviamente, vem da adoção da nova plataforma, que, de fato, transformou bastante a dirigibilidade do carro.

Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

A julgar pelos Peugeot anteriores, nunca pensei que um dos principais destaques de um carro da marca seriam as suspensões. Mas são. Reconhecendo esta fraqueza anterior, a marca investiu pesado nisso – não só na origem do projeto, mas também na tropicalização do carro para nosso mercado.

Além de controlarem bem a carroceria – no limite há um discreto substerço, facilmente corrigido aliviando o pé direito –, elas estão muito mais bem isoladas, e mais robustas, sem batidas secas ou pancadas que incomodem os ocupantes. Parece que foram feitas para as sofríveis condições de rodagem da maior parte do território, urbano e rural, do Brasil.

Conclusão

Então, volto à pergunta do título: faltou um turbo? Depende do que você procura em um carro. Será a aceleração de 0-100 km/h tão essencial, ou mesmo o consumo um pouco melhor? Ou você está mais preocupado com a qualidade e o ambiente da cabine? O que importava era que, fechando as contas, o preço ficasse atraente.

Bem, com os valores entre R$ 74.990 e R$ 94.990, ficou mais barato que o Polo, seu alvo (e está sendo vendendo por até R$ 5 mil a menos). A plataforma é moderna, o rodar é bom, e a cabine, deslumbrante. Para quem prioriza estilo e acabamento, o novo Peugeot 208 é uma boa novidade. Mesmo sem ter o motor turbo.

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Hatch usados 2020 com final da placa 9,0

A história

Peugeot 208 Griffe
Preço básico
R$ 74.990
Carro avaliado
R$ 94.990

Motores: quatro cilindros em linha 1.6, 16V, duplo comando variável
Cilindrada: 1587 cm3
Combustível: flex
Potência: 115 cv a 5.750 rpm (g) e 118 cv a 5.750 rpm
Torque: 16,1 kgfm a 4.750 rpm (g) e a 4.

000 rpm (e)
Câmbio: automático sequencial, seis marchas
Direção: elétrica
Suspensões: McPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: discos ventilados (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões: 4,055 m (c), 1,738 m (l), 1,45 m (a)
Entre-eixos: 2,538
Pneus: 195/55 R16
Porta-malas: 265 a 1.163 litros
Tanque: 47 litros
Peso: 1.178 kg
0-100 km/h: 12,6 s (g) e12 s (e)
Velocidade máxima: 190 km/h
Consumo cidade: 10,9 km/l (g) e 7,5 km/l (e)
Consumo estrada: 13,1 km/l (g) e 9,0 km/l (e)
Emissão de CO2: 113 g/km com etanol = 0 g/km
Consumo nota D
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: D (Compacto)

Peugeot 208: divulgação

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  • ANO 2019 / 2019
  • KM58874
  • CORPrata
  • PORTAS4
  • Conservação: Usado
  • Combustível: Diesel
  • Final da placa:
  • Motor: 2.2
  • Transmissão: Manual

Mais informações

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Características do veículo

  • Airbag (Só motorista)
  • Airbags
  • Ar condicionado
  • CD Player MP3
  • Computador de bordo
  • Desembaçador Traseiro
  • Direção Hidráulica
  • Espelhos elétricos
  • Farol de Neblina
  • Freios ABS
  • Trava elétrica
  • Vidro Elétrico

Preço médio FIPE

164.573,00

Preço médio VRUM

198.450,00

Maior preço: 208.000,00

Menor preço: 188.900,00

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La versión XLS ofrece llantas de aleación diamantadas y faros oscurecidos que le dan una impronta más agresiva y robusta.

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El motor con sistema Dual VVT-i (doble sincronización variable de válvulas), se asocia a una transmisión manual de 6 marchas en las versiones X y XLS, y la versión automática de 4 marchas solo está disponible en la versión XLS.

Las versiones XLS están equipadas con pantalla táctil de 7”, con conectividad: Apple CarPlay® y Android Auto®.

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Onix x HB20 x Polo: veja qual hatch 1.0 turbo anda mais e consome menos

Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês Arte/Quatro Rodas

O Volkswagen Polo consolidou o motor 1.0 turbo flex de três cilindros no Brasil.

O carro foi o vencedor do Melhor Compra 2018 na categoria dos hatches compactos premium e é o oitavo carro mais vendido do Brasil entre janeiro e outubro deste ano, segundo ranking da Fenabrave (associação nacional dos concessionários).

Segunda geração do Onix chega para conviver com a primeira, que seguirá em linha como Joy Christian Castanho/Quatro Rodas

Entretanto, dois fortes competidores chegaram ao mercado este ano com nome e atributos para conquistar os adeptos da VW.

Apresentado em setembro, o novo Hyundai HB20 apresentou um visual diferente, que não agradou a gregos e troianos, mas o motor 1.0 turbo das versões topo de linha o tornaram o modelo mais ágil da categoria.

Outra novidade deste ano foi a nova geração do Chevrolet Onix. O modelo começou a ser vendido esta semana e tem novidades como seis airbags e wi-fi a bordo.

Segunda geração do Hyundai HB20 Fernando Pires/Quatro Rodas

Comparamos desempenho e consumo das versões topo de linha dos três hatches em nossos testes exclusivos em pista.

Vale destacar que na parte de consumo, colocamos também os dados do Inmetro, já que há divergência em relação aos dados de consumo do Onix disponibilizados pela Chevrolet.

Continua após a publicidade VW Polo já tem mais tempo de mercado e agora vai ter que lidar com novos concorrentes Divulgação/Volkswagen

No geral, o HB20 apresentou o melhor índice de aceleração de 0 a 100 km/h, enquanto Polo e Onix ficaram rigorosamente empatados nesse quesito.

Entretanto, os 128 cv do VW se mostraram superiores aos 116 cv do Chevrolet na prova de 0 a 1.000 metros.

Por outro lado, a leveza e o bom torque em baixas rotações do Onix o levaram a registrar as retomadas mais eficientes de 60 a 100 km/h e de 80 a 120 km/h.

  • Em consumo, o computador de bordo do Onix apresentou de maneira discrepante os melhores dados em nosso teste.
  • Como os dados são conflitantes inclusive em relação ao programa de etiquetagem veicular do Inmetro, preferimos usar este último como parâmetro para apontar que o compacto da Chevrolet apresenta dados superiores em ciclo rodoviário, enquanto o HB20 é o que se dá melhor na cidade.
  • Veja o resultado na tabela abaixo:
Chevrolet Onix Hatch Premier 1.0 Turbo Hyundai HB20 Diamond Plus 1.0 Turbo VW Polo Highline 200 TSI
Aceleração de 0 a 100 km/h 10,66 s 9,74 s 10,66 s
Aceleração de 0 a 1.000 m 32,35 s (163,7 km/h) 31,26 s (164,8 km/h) 32,04 s (164,43 km/h)
Velocidade máxima (dados de fábrica) n/d n/d n/d
Retomada de 40 a 80 km/h (em D) 4,58 s 4,35 s 4,70 s
Retomada de 60 a 100 km/h (em D) 5,45 s 5,84 s 5,95 s
Retomada de 80 a 120 km/h (em D) 7,26 s 7,42 s 7,41 s
Frenagem de 60/80/120 km/h a 0 m 13,99 m/24,73 m/55,78 m 14,24 m/24,46 m/55,06m 15,59 m/27,68 m/61,86 m
Consumo urbano (teste) 17,2 km/l (gas.) 12,6 km/l (gas.) 12,1 km/l (gas)
Consumo rodoviário (teste) 17,8 km/l (gas.) 15,3 km/h (gas.) 16,0 km/l (gas.)
Consumo urbano (Inmetro) 11,9 km/l (gas.) / 8,3 km/l (etan.) 12,2 km/l (gas.) / 8,6 km/l (etan.) 11,4 km/l (gas.) / 7,9 km/l (etan.)
Consumo rodoviário (Inmetro) 15,1 km/l (gas.) / 10,7 km/l (etan.) 13,9 km/l (gas.) / 10,6 km/l (etan.) 13,9 km/l (gas.) / 9,5 km/l (etan.)
Leia também:  Hatch 2018 em São Paulo com final da placa 7,8

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IPVA 2021: calendário de pagamento e valores por estado

Vale lembrar que todos os veículos de transporte terrestre utilizado por proprietários particulares e empresas estão submetidos ao imposto: desde os automóveis comuns até motocicletas, veículos de carga, utilitários, caminhonetes, caminhões, ônibus e até meios de transporte alternativos como quadriciclos.

Para calcular o valor do IPVA é necessário saber as alíquotas de cada estado: no caso de São Paulo, por exemplo, determina-se o índice de 4% sobre o valor venal do veículo — estimativa de preço do bem, que é calculada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Dessa maneira, um automóvel que tem seu preço na Fipe tabelado em R$ 50 mil terá de pagar R$ 2 mil de IPVA em São Paulo (50.000 multiplicado por 0,04, a alíquota estadual).

Os governos estaduais podem realizar alterações anuais de eventuais benefícios, descontos e isenções e, por conta disso, é importante checar as informações da Secretaria da Fazenda de cada unidade da federação.

No caso de São Paulo, a legislação ficou mais desfavorável a novos proprietários de veículos movidos a energia limpa: automóveis elétricos ou movidos exclusivamente a álcool e GNV adquiridos a partir de 15/01/21 terão a alíquota de 4%, a mesma dos carros comuns. Aqueles que foram adquiridos antes dessa data serão cobrados com a alíquota de 3%.

Nem todos os governos estaduais anunciaram as datas para o pagamento do IPVA. Isso é definido, entretanto, de acordo com o final da placa de cada veículo.

Também é possível realizar o parcelamento do imposto em até três vezes na maioria dos estados. O número final da placa do veículo também determina a data limite para quitar as demais parcelas.

Veja a seguir as datas já anunciadas em cada estado, com os dias que vencem as parcelas:

Calendário IPVA Acre (pagamento em até três vezes)Finais de placas 1 e 2: 29 de janeiro, 26 de fevereiro, 31 de marçoFinais de placas 3 e 4: 26 de fevereiro, 31 de março e 30 de abrilFinal de placa 5: 31 de março, 30 de abril e 31 de maioFinal de placa 6: 30 de abril, 31 de maio e 30 de junhoFinal de placa 7: 31 de maio, 30 de junho e 31 de julhoFinal de placa 8: 30 de junho, 30 de julho e 31 de agostoFinal de placa 9: 30 de julho, 31 de agosto e 30 de setembroFinal de placa 0: 31 de agosto, 30 de setembro e 29 de outubro

Calendário IPVA Bahia (pagamento em até três vezes)Final de placa 1: 30 de março, 29 de abril e 28 de maioFinal de placa 2: 31 de março, 30 de abril e 31 de maioFinal de placa 3: 29 de abril, 27 de maio e 29 de junhoFinal de placa 4: 30 de abril, 28 de maio e 30 de junhoFinal de placa 5: 27 de maio, 29 de junho e 29 de julhoFinal de placa 6: 28 de maio, 30 de junho e 30 de julhoFinal de placa 7: 29 de junho, 29 de julho e 30 de agostoFinal de placa 8: 30 de junho, 30 de julho e 31 de agostoFinal de placa 9: 29 de julho, 30 de agosto e 29 de setembroFinal de placa 0: 30 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro

Calendário IPVA Paraíba (pagamento em até três vezes)Final de placa 1: 29 de janeiro, 26 de fevereiro e 31 de marçoFinal de placa 2: 26 de fevereiro, 31 de março e 30 de abrilFinal de placa 3: 31 de março, 30 de abril e 31 de maioFinal de placa 4: 30 de abril, 31 de maio, 30 de junhoFinal de placa 5: 29 de maio, 30 de junho, 30 de julhoFinal de placa 6: 30 de junho, 30 de julho e 31 de agostoFinal de placa 7: 30 de julho, 31 de agosto e 30 de setembroFinal de placa 8: 30 de agosto, 30 de setembro e 29 de outubroFinal de placa 0: 29 de outubro, 30 de novembro e 29 de dezembro

Calendário IPVA Pernambuco (pagamento em até três vezes)Finais de placas 1 e 2: 9 de fevereiro, 9 de março e 6 de abrilFinais de placas 3 e 4: 12 de fevereiro, 12 de março e 9 de abrilFinais de placas 5 e 6: 19 de fevereiro, 17 de março e 14 de abrilFinais de placas 7 e 8: 23 de fevereiro, 24 de março e 20 de abrilFinais de placas 9 e 0: 26 de fevereiro, 31 de março e 28 de abril

Calendário IPVA Sergipe (pagamento em cota única, mas se pode parcelar em até 10 vezes no cartão)Final de placa 1: 31 de marçoFinal de placa 2: 31 de marçoFinal de placa 3: 30 de abrilFinal de placa 4: 31 de maioFinal de placa 5: 30 de junhoFinal de placa 6: 30 de julhoFinal de placa 7: 31 de agostoFinal de placa 8: 30 de setembroFinal de placa 9: 29 de outubroFinal de placa 0: 30 de novembro

  • Calendário IPVA Mato Grosso (pagamento pode ser realizado em até 6 parcelas)Final de placas 1, 2 e 3: data-limite para o pagamento da 1ª parcela 31 de marçoFinal de placas 4, 5 e 6: data-limite para o pagamento da 1ª parcela 30 de abrilFinal de placas 7, 8 e 9: data-limite para o pagamento da 1ª parcela 31 de maio
  • Final de placa 0: data-limite para o pagamento da 1ª parcela 30 de junho
Leia também:  Hatch usados 2005 com Ar condicionado

Calendário IPVA Mato Grosso do Sul (pagamento pode ser realizado em até 5 parcelas)1ª parcela: 29 de janeiro2ª parcela: 26 de fevereiro3ª parcela: 31 de março4ª parcela: 30 de abril5ª parcela: 31 de maio

Calendário IPVA Espírito SantoProprietários de veículos convencionais e motocicletas terão desconto de 5% ao pagar em cota única, com vencimento em abril. Em caso de parcelamento, é possível dividir o valor em 4 vezes, com pagamento final em julho.

Calendário IPVA Minas Gerais (pagamento em até três vezes)Finais de placas 1 e 2: 18 de janeiro, 18 fevereiro e 18 de marçoFinais de placas 3 e 4: 19 de janeiro, 19 de fevereiro e 19 de marçoFinais de placas 5 e 6: 20 de janeiro, 22 de fevereiro e 22 de marçoFinais de placas 7 e 8: 21 de janeiro, 23 de fevereiro e 23 de marçoFinais de placas 9 e 0: 22 de janeiro, 24 de fevereiro e 24 de março

Calendário IPVA Rio de Janeiro (pagamento em até três vezes)Final de placa 0: 21 de janeiro, 22 de fevereiro, 24 de marçoFinal de placa 1: 22 de janeiro, 23 de fevereiro, 25 de marçoFinal de placa 2: 25 de janeiro, 24 de fevereiro, 26 de marçoFinal de placa 3: 26 de janeiro, 25 de fevereiro, 29 de marçoFinal de placa 4: 27 de janeiro, 26 de fevereiro, 30 de marçoFinal de placa 5: 28 de janeiro, 1º de março, 5 de abrilFinal de placa 6: 29 de janeiro, 2 de março, 6 de abrilFinal de placa 7: 1º de fevereiro, 3 de março, 7 de abrilFinal de placa 8: 2 de fevereiro, 4 de março, 8 de abrilFinal de placa 9: 3 de fevereiro, 5 de março, 9 de abril

Calendário IPVA São Paulo (pagamento em até três vezes)Final de placa 1: 7 de janeiro, 9 de fevereiro e 9 de marçoFinal de placa 2: 8 de janeiro, 10 de fevereiro e 10 de marçoFinal de placa 3: 11 de janeiro, 11 de fevereiro e 11 de marçoFinal de placa 4: 12 de janeiro, 12 de fevereiro e 12 de marçoFinal de placa 5: 13 de janeiro, 18 de fevereiro e 15 de marçoFinal de placa 6: 14 de janeiro, 19 de fevereiro e 16 de marçoFinal de placa 7: 15 de janeiro, 22 de fevereiro e 17 de marçoFinal de placa 8: 18 de janeiro, 23 de fevereiro e 18 de marçoFinal de placa 9: 19 de janeiro, 24 de fevereiro e 19 de marçoFinal de placa 0: 20 de janeiro, 25 de fevereiro e 22 de março

Calendário IPVA Rio Grande do Sul (é possível realizar o parcelamento em até três vezes)Final de placa 1: vencimento em 1º de abrilFinal de placa 2: vencimento em 5 de abrilFinal de placa 3: vencimento em 7 de abrilFinal de placa 4: vencimento em 9 de abrilFinal de placa 5: vencimento em 12 de abrilFinal de placa 6: vencimento em 14 de abrilFinal de placa 7: vencimento em 16 de abrilFinal de placa 8: vencimento em 19 de abrilFinal de placa 9: vencimento em 23 de abrilFinal de placa 10: vencimento em 26 de abril

O imposto pode ser pago em qualquer banco credenciado, de acordo com o estado. Para emitir o boleto, é possível acessar os sites do Detran local e da Secretaria da Fazenda estadual.

Instituições financeiras oferecem para clientes de alguns estados o pagamento por meio do serviço de internet banking.

Em Goiás, Roraima e no Rio Grande do Norte, veículos com mais de dez anos de fabricação estão isentos do IPVA. Os seguinte estados oferecem a isenção do imposto para veículos com mais de 15 anos de fabricação: Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Sergipe e Tocantins.

Em Mato Grosso, veículos fabricados há 18 anos estão livres do imposto. Já no Acre, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, o tempo para a isenção é de 20 anos de fabricação.

Em Santa Catarina, somente veículos fabricados antes de 1985 deixam de pagar o IPVA. Em Minas Gerais e Pernambuco, a cobrança é feita a partir de um cálculo progressivo de acordo com o ano de fabricação do veículo.

Por força de lei, certas categorias profissionais que utilizam o veículo como ferramenta profissional (como taxistas) estão isentos do pagamento. Mas é aconselhável verificar as condições em cada estado.

Pessoas com deficiência (PCD) também podem não pagar o imposto. Mas no caso do estado de São Paulo, cerca de de 80% das pessoas que pediram isenção em 2020 perderão esse benefício: agora, apenas motoristas com deficiência severa ou profunda ficarão livres do IPVA. Por conta dessas alterações anuais, é necessário verificar as regras de cada estado.

Os estados também definem descontos para quem realiza o pagamento com antecedência ou em menos parcelas: para isso, é necessário verificar as condições estabelecidas localmente.

2 de 2 (Foto: Oswaldo Corneti / Fotos Públicas ) — Foto: Auto Esporte

(Foto: Oswaldo Corneti / Fotos Públicas ) — Foto: Auto Esporte

Quando o pagamento não é registrado dentro do período determinado, há uma multa diária. Em São Paulo, por exemplo, a multa é de 0,33% por dia, e após o prazo de 60 dias, é fixada em 20% do valor do imposto.

Caso o motorista continue inadimplente após essa data, a multa será de 40% do valor do imposto e seu nome será enviado ao Cadin estadual e isso também pode impossibilitar o licenciamento do veículo.

Para onde vai o dinheiro do IPVA?

O imposto anual é considerado uma das arrecadações mais importantes para a maioria dos estados. Em São Paulo, 20% do total arrecadado vai para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Do valor restante, 40% vai para o estado e 40% para o município de registro do veículo, que deve corresponder ao local de domicílio ou residência de seu proprietário. Isso vale para as demais unidades da federação.

Mais do que ser utilizado no orçamento público de mobilidade, o IPVA também é aplicado em outras áreas da administração, como saúde, educação e segurança.

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