Hatch Peugeot 2020 em São Paulo com Freios abs

Fazer carros bonitos é a especialidade da Peugeot. Alguns vão lembrar do 406 Coupé desenhado por Pininfarina, enquanto outros podem citar o 307 ou até a geração mais recente do 3008.

Fato é que o design novamente será o chamariz do 208. Mas ele não será o único: o carro traz muitas outras virtudes para seduzir quem está acostumado a olhar tanto para compactos mais baratos quanto para os modelos um pouco mais refinados.

A tecnologia está entre as qualidades do hatch. Na versão topo de linha Griffe, o 208 traz um bom pacote de assistências de condução. Há alerta de colisão frontal, assistente de permanência em faixa de rolagem e frenagem autônoma de emergência.

Tudo isso, porém, tem um preço, e infelizmente ele não é barato. Pela configuração mais completa a Peugeot pede R$ 94.990. Vale a pena assinar o cheque? É isso que você vai saber a partir de agora.

ENTENDA AS NOTAS DA REDAÇÃO

Números apenas regulares, algo esperado em relação a um motor já conhecido

Nada de turbo: o motor 1.6 16V flex é o mesmo do antigo 208; não é ruim, mas poderia ser melhor

Estilo é com o 208 mesmo: as linhas esportivas e modernas agradam praticamente a todos

Recheado de itens de série na versão Griffe, o hatch traz tecnologias inéditas no segmento, como o painel 3D

Apesar de ser maior do que o antigo 208, a impressão é que ele parece até mais apertado, especialmente no banco de trás

Peugeot aposta em custos de revisão fixos e plano de financiamento balão com recompra para conquistar clientes

6 airbags, frenagem autônoma e alerta colisão fazem do 208 um dos carros mais seguros do país

Pontos Positivos

  • Itens de segurança
  • Design

Pontos Negativos

O novo 208 é mais do que um rostinho bonito na multidão. Feito sobre uma inédita e moderna plataforma modular, o hatch tem um rodar suave e refinado como nunca se viu nos compactos da marca por aqui.

Além disso, ele incorpora tecnologias de ponta, como frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal e alerta de permanência em faixa de rolagem. Só que tudo isso tem um preço, e no caso da versão Griffe ele é bem alto: R$ 94.990. Outro problema está no motor 1.6 16V flex, que não é ruim, mas poderia ser melhor.

Se para você as virtudes falam mais alto que as deficiências, pode ficar com o 208. Ele é uma das melhores opções à venda no mercado nacional.

Linhas esportivas e modernas devem encantar muitos clientes Imagem: Murilo Góes/UOL

Vai ser difícil achar quem não se encante pelas linhas do 208.

O hatch combina traços esportivos com toques de sofisticação. Na frente, os faróis com LEDs que se esticam até a parte inferior do para-choque dão personalidade ao carro.

Nas laterais, as linhas mais arredondadas seguem o padrão dos compactos da marca.

Atrás, os três refletores horizontais inspirados nas garras de um leão e a faixa preta interligando as lanternas são claras referências ao 3008.

Por dentro, o estilo futurista de seu antecessor foi aprimorado. Destaque para o painel digital com efeito 3D, obtido graças a uma segunda tela que reflete as informações do quadro de instrumentos. Causa um pouco de estranheza no começo, mas depois você se acostuma – e logo estará encantado com a mais útil das inutilidades que se pode ter no carro.

O volante de diâmetro reduzido repete o conceito i-Cockpit do antigo 208. A posição de dirigir continua boa como na geração anterior, assim como a ergonomia. O estilo do console central também parece com o do 3008 e na versão Griffe existe um bonito aplique imitando fibra de carbono que invade os painéis das portas.

Embora tenha crescido pouco mais de 8 cm no comprimento e 4 cm na largura, o novo 208 não parece tão maior do que seu antecessor. O espaço interno continua acanhado no banco de trás e o acesso é dificultado pelo tamanho das portas traseiras. Pequenas demais, elas também possuem um formato curvado, e isso dificulta muito o “entra e sai” de pessoas de alta estatura.

Motor 1.6 16V flex é o mesmo do antigo 208 Imagem: Murilo Góes/UOL

Debaixo do capô está um dos maiores alvos de críticas do novo 208. O motor 1.6 16V flex é o mesmo do antigo 208, entregando 118 cv / 115 cv e torque máximo de 15,2 kgfm. Todas as versões vêm com câmbio automático de seis marchas.

É bom ressaltar, porém, que os haters de plantão questionam o motivo de não haver motorização 1.2 turbo – como acontecerá na Argentina, de onde vem os veículos vendidos no Brasil. O motivo é simples: a PSA preferiu esperar a fusão com a FCA para aproveitar a linha de motores Firefly turbo, que serão trazidos para cá pelo grupo ítalo-americano em 2021.

Além disso, a PSA se defende dizendo que pesquisas mostraram que o consumidor do 208 não se incomoda com o motor 1.6 aspirado. De qualquer maneira, o conjunto não decepciona como alguns poderiam imaginar.

Entretanto, as respostas poderiam ser mais ágeis, principalmente nas acelerações. Falta um pouco de fôlego em baixas rotações, algo que não acontece em motorizações turbinadas. Pelo menos a transmissão de seis marchas foi recalibrada para entregar um comportamento mais suave.

A dirigibilidade, aliás, é bastante refinada, fazendo com que o 208 pareça ser um veículo de categoria superior. Méritos vão para a moderna plataforma modular CMP, que servirá a outros modelos da PSA.

  • Pela primeira vez o hatch parece totalmente adaptado às terríveis condições das estradas brasileiras: além da suspensão com calibragem mais firme do que o antigo 208, o carro dificilmente raspa a frente em valetas e buracos – algo que donos de Peugeot se acostumaram a sofrer.
  • Os números de consumo são apenas regulares: 7,7 km/l na cidade e 9,3 km/l na estrada com etanol e 11 km/l em perímetro urbano e 13,2 km/l em rodovias com gasolina no tanque.
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Interior tem visual futurista e painel em 3D Imagem: Murilo Góes/UOL

  1. Desde a versão de entrada o hatch oferece 4 airbags, controles de estabilidade e de tração, central multimídia com tela de 7 polegadas e suporte a Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado digital, direção elétrica e luzes diurnas em LED.
  2. A lista de itens de série da configuração Griffe inclui 6 airbags, teto solar panorâmico, painel digital com efeito 3D, bancos revestidos em Alcantara, destravamento das portas sem chave, partida do motor por botão, câmera com visão traseira em 180 graus, sensor de chuva, faróis full LED, sensor crepuscular e carregador de celular por indução, entre outros equipamentos.

O 208 vem também com seis airbags e um pacote de assistências de condução. Falaremos dele a seguir.

208 Griffe tem 6 airbags e frenagem autônoma de emergência Imagem: Murilo Góes/UOL

Segurança é um dos pontos fortes do 208.

Desde a versão de entrada Active ele vem com 4 airbags e controles de estabilidade e de tração. A configuração Griffe ainda traz airbags do tipo cortina e um pacote de assistências de condução.

Chamado de Peugeot Driver Assist, ele inclui assistente de permanência em faixa de rolagem, alerta de colisão frontal, leitura de placas de trânsito, farol alto automático e câmera com visão traseira em 180 graus.

A Peugeot investirá pesado nos custos de pós-venda. Destaque para o plano de compra do veículo “Just Drive It”.

No caso da versão Griffe, a marca propõe uma entrada de R$ 33.385,80 com financiamento em 30 parcelas fixas de R$ 1.235,10 e o valor residual em 12 parcelas de R$ 2.040,50. Ao final deste período, a Peugeot promete pagar 100% do valor do carro de acordo com a tabela Fipe.

  • Será possível diluir no financiamento o pagamento das três primeiras revisões, serviço de despachante (inclusive o IPVA), seguro e plano de estética automotiva, com direito a reparos de pequenos amassados (funilaria de até 20 cm) e danos superficiais (pintura de até 50 cm)
  • Os valores das revisões ainda não foram divulgados pela montadora.

Polo, Yaris e Fit são principais rivais do 208 Imagem: Murilo Góes/UOL

A Peugeot aponta três modelos como principais rivais do 208: Toyota Yaris, Honda Fit e Volkswagen Polo.

O Yaris XLS sai por R$ 89.990 e vem com o motor 1.5 de 110 cv / 105 cv e torque máximo de 14,9 kgfm / 14,3 kgfm. A transmissão é do tipo CVT simulando sete marchas.

O Fit EXL custa R$ 88.200 e é movido por um motor 1.5 que entrega 116 cv / 115 cv e 15,3 kgfm / 15,2 kgfm. Assim como o rival Yaris, o câmbio é do tipo CVT.

Já o Polo Highline é mais caro do que Fit e Yaris (R$ 90.690). É o único deles a vir com motorização turbo – no caso um 1.0 que entrega 128 cv / 116 cv e 20,4 kgfm de torque máximo. A transmissão é automática de seis velocidades.

É importante considerar ainda outros modelos compactos como rivais diretos nas versões mais baratas do 208. Chevrolet Onix Premier (R$ 77.090) e Hyundai HB20 Diamond Plus (R$ 77.790) surgem como fortes concorrentes da versão de entrada Active, que custa R$ 74.990.

Guia de usados: Peugeot 208 não é tão valorizado quanto deveria

Versão Griffe traz luzes diurnas de leds e rodas aro 18 Marco de Bari/Quatro Rodas

A categoria dos hatches compactos premium continua sendo uma das mais disputadas do mercado.

É o habitat do Peugeot 208, que há cinco anos cativa sua clientela pelo estilo singular, acabamento caprichado e uma boa dose de desempenho e equipamentos.

A versão de maior sucesso é a Active com motor 1.5 flex de 8 válvulas e  93/89 cv.

  • Ágil, é rápido nas acelerações e retomadas e traz duplo airbag, ABS, cinto de três pontos para todos, lanternas com leds, direção elétrica e computador de bordo.
  • Logo acima há a Active Pack, que adiciona faróis de neblina, rodas de liga, espelhos elétricos, volante de couro e central com Bluetooth e tela touch.
  • São os mesmos itens da Allure, que se diferencia pelo teto panorâmico.

Bom espaço para quatro e um porta-malas de 265 litros Marco de Bari/Quatro Rodas

O câmbio automático sequencial AL4 de quatro marchas também fez sucesso, sempre com o 1.6 16V de 122/ 115 cv.

Até 2014 foi exclusivo da versão top, Griffe, caracterizada por rodas de liga aro 16, luzes diurnas de led (DRL), ar digital bizona, sensores de faróis, chuva e de ré e piloto automático.

Todas as versões agradam pelo quadro de instrumentos elevado, espaço adequado a quatro adultos (graças aos 2,54 m de entre-eixos) e 285 litros de porta-malas.

Integrante da frota de Longa Duração, o 208 encarou bem o desafio de rodar 60.000 km, merecendo ressalvas apenas nos componentes da suspensão.

A linha 2017 trouxe uma grade mais robusta e lanternas com máscara negra. A central recebeu espelhamento para celular e o motor 1.5 deu lugar ao econômico Pure Tech 1.2 flex de três cilindros de  90/84 cv.

Com exceção do Active, todas as versões ganharam airbags laterais.

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Quem gosta de acelerar não deve se iludir com o Sport 1.6 Flex 16V. Desempenho, só no 208 GT, com o 1.6 THP flex e o câmbio manual de seis marchas.

São 173 cv para ir de 0 a 100 km/h em 8,2 s e 218 km/h de máxima.

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  1. Tem seis airbags, rodas aro 17, suspensão recalibrada e freios a disco nas quatro rodas.
  2. O maior problema do 208 continua sendo as autorizadas, muitas vezes incapazes de seguir seu plano de manutenção.
  3. Mas é inegável que também elas progrediram, com uma nova política de revisões a preços fixos, mão de obra mais barata para veículos fora da garantia de três anos e baixo custo das peças de reposição.

Onde o bicho pega

A transmissão de quatro marchas requer cuidados Marco de Bari/Quatro Rodas

Câmbio automático – A transmissão de quatro marchas (AL4) requer cuidados: verifique se não está travada em terceira marcha (modo de segurança), se funciona sem trancos, retenção indevida de marchas ou avisos de erro no painel. O fluido deve ser trocado a cada 80.000 km.

Turbo – Negligência na manutenção do motor 1.6 THP pode resultar em excesso de fumaça em marcha lenta ou no intervalo entre as trocas de marcha.

Pode indicar uma turbina danificada ou no fim de vida útil, reparo que vai de R$ 3.000 a R$ 6.500.

  • Suspensão – É o ponto mais criticado do modelo: verifique se não há indícios de vazamento nos amortecedores e danos em itens como buchas de bandeja, batentes e bieletas, facilmente identificados em ruas de piso irregular.
  • Freios – As versões com transmissão automática são conhecidas pelo elevado desgaste dos freios.
  • A boa notícia é que esses discos e pastilhas são encontrados a bons preços tanto na rede autorizada quanto no mercado paralelo.
  • Recalls – Foram três convocações para veículos fabricados entre maio de 2013 e outubro de 2015.
  • Envolvem buchas dos braços da suspensão dianteira, rebites nos braços da suspensão dianteira e chicote elétrico do limpador de para-brisa. 

A voz do dono

  • Nome: Fillipe Vivas
  • Idade: 25 anos
  • profissão: engenhero civil 
  • Cidade: Lauro de Freitas (BA)

O que eu adoro – “O que mais agrada é o baixo consumo do motor 1,2, realmente econômico. É um carro bonito e bem equipado: piloto automático, ar-condicionado digital de duas zonas e teto panorâmico fazem a diferença.”

O que eu odeio – “Falta fôlego ao motor em baixas rotações. A suspensão é frágil e transmite as irregularidades do piso. O pós-venda não chega a ser ruim, mas é preciso brigar para que o serviço seja satisfatório.” 

Nós dissemos

Acervo/Quatro Rodas

Abril de 2013 – “O 208 supera seu antecessor sob diversos aspectos. A começar pelo porte – ele é 10 cm maior no comprimento e no entre–eixos. (…) O painel de instrumentos obriga o motorista a olhar para os mostradores por cima do volante e não através do aro, como de costume. (…) A direção elétrica é direta e precisa, com respostas rápidas.”

PREÇO MÉDIO DOS USADOS (FIPE)

MODELO 2013 2014 2015 2016 2017
Active/Active Pack 1.5 Flex 8V 31.964 33.903 37.618
Active 1.2 Flex 12V 41.752 45.121
Allure 1.5 Flex 8V 35.262 37.223 40.613 45.652
Allure 1.2 Flex 12V 51.530
Griffe 1.6 Flex 16V manual 37.888 39.504 43.754 50.546
Griffe 1.6 Flex 16V automático 38.486 41.721 45.622 54.543 60.026
Active 1.6 Flex 16V automático 39.907
GT 1.6 THP 64.938 70.898

Preço das peças

PEÇAS ORIGINAL PARALELO
Para-choque (dianteiro) 705 550
Farol completo (cada um) 1.399 950
Pastilha de freio (par dianteiro) 259 150
Disco de freio (par dianteiro) 399 315
Amortecedores (jogo) 976 950

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Novo Peugeot 208 é lançado partir de R$ 74.990: veja preços, versões e equipamentos

A espera acabou. Para quem esperava o novo Peugeot 208 nas lojas em maio, conforme plano inicial da PSA antes da pandemia, a segunda geração do hatch francês enfim faz sua estreia no mercado brasileiro. E, como Motor1.

com adiantou ao avaliar uma unidade pré-série na Argentina, país que ficará responsável pela produção do modelo “Mercosul”, ele chega apenas com motor 1.6 e câmbio automático de 6 marchas, em quatro versões: Active, Active Pack, Allure e Griffe.

Por sua vez, o 208 e-GT, variante 100% elétrica que virá da França, pode ser encomendada desde já, mas não teve preço divulgado e suas entregas só começarão no início de 2021.

Primeiro modelo da PSA na América Latina a usar a plataforma modular CMP, o novo 208 se destaca pela tecnologia embarcada.

Dispõe, por exemplo, de alerta de colisão com frenagem autônoma de emergência, assistente de manutenção de faixa (com alerta e intervenção no volante), leitor de placas de velocidade e farol alto automático, além de painel digital com efeito 3D, carregador de celular por indução e faróis full-LED.

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Desde a versão de entrada, já conta com DRL em LED no para-choque (que a Peugeot chama de “dente de sabre”) e detalhes cromados no interior, como maçanetas e saídas de ar. Os preços, porém, são dos mais elevados do segmento: vão de R$ 74.990 a R$ 94.990 (sem contar a versão elétrica, que deverá superar os R$ 200 mil). 

Por fora, o novo 208 contraria a concorrência e praticamente mantém o porte do anterior.

Cresceu apenas um pouco no comprimento (4,055 metros contra 3,975 m) e na largura (1,738 m contra 1,708 m), enquanto a altura foi reduzida (de 1,472 m para 1,453 m) e o entre-eixos perdeu alguns milímetros (2,538 m ante 2,541 m).

O resultado é um espaço interno OK na dianteira, mas acanhado na parte traseira, especialmente para as pernas. Já o porta-malas encolheu de 285 para 265 litros, enquanto o tanque do combustível diminuiu de 55 para 47 litros. 

A nova plataforma, porém, garantiu que o 208 ficasse mais leve mesmo considerando todos os equipamentos que agrega na versão topo de linha Griffe, agora pesando 1.178 kg contra 1.200 kg do anterior. Rodas e pneus seguem como antes: aros 16″ e 195/55, respectivamente.

Por dentro, o novo 208 refinou o conceito i-Cockpit com um range maior de ajustes para o banco e coluna de direção, adaptando-se melhor a motoristas de alturas diversas.

Continua com o esquema de enxergar o cluster por cima do (pequeno) volante, agora com direito a um visor com efeito 3D (a profundidade é dada por uma outra tela que reflete o painel) a partir da versão Allure.

Já a central multimídia de 7″ é basicamente a mesma do primo Citroën C4 Cactus, incluindo Apple CarPlay e Android Auto.  

Sob o capô, está o conhecido 1.6 EC5, que na última atualização passou a entregar 118 cv e 15,2 kgfm quando abastecido com etanol.

Deu trabalho para engenharia local adaptá-lo ao cofre do novo 208, que originalmente foi projetado para receber somente motores menores (de 3 cilindros ou elétricos).

O câmbio também foi mantido, é o Aisin automático de 6 marchas, porém com nova programação para trocas mais suaves. De acordo com a marca, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 12 segundos e tem velocidade máxima de 190 km/h. 

Já a versão elétrica conta com 136 cv e 26,5 kgfm para uma aceleração de 0 a 100 km/h em 8,1 segundos. A máxima, porém, fica nos 150 km/h, para preservar a carga da bateria.

Em uso normal, a Peugeot indica autonomia de 340 km pelo método europeu.

O modelo e-GT destaca-se também por alguns “extras” que foram suprimidos da versão “Mercosul”, como alavanca de câmbio eletrônica e freio de estacionamento elétrico, entre outros itens exclusivos. 

  • Veja a seguir a oferta de versões, preços e equipamentos do novo 208
  • DRL em LED no para-choque, rodas de liga aro 16″, central multimídia de 7″ com Apple CarPlay e Android Auto, revestimento do painel imitando fibra de carbono, cluster analógico com tela LCD para o computador de bordo, ar-condicionado digital, direção elétrica, controles de tração e estabilidade, 4 airbags (frontais e laterais).
  • Active + teto cielo (panorâmico), ar-condicionado automático e câmera de ré. 
  • Active Pack + i-Cockpit 3D, carregador de celular por indução, painel com faixa soft-touch, bancos e volante revestidos de couro, ar-condicionado digital e automático, rodas aro 16″ diamantadas, chave presencial e partida por botão, airbags do tipo cortina.  
  • Allure + sensor de chuva, sensor de luz, sensor de estacionamento, acabamento interno em black piano, faróis Full-LED e Peugeot Driver Assist (alerta de colisão com frenagem automática de emergência, assistente de manutenção de faixa de rodagem, leitor de placas, farol alto automático e câmera traseira 180º). 

Importada da França, versão elétrica tem freio de mão e alavanca de câmbio eletrônicas 

Com garantia de 3 anos, o novo 208 será vendido em cinco cores: Azul Quasar (carro das fotos), Branco Banquise, Cinza Aluminium, Preto Perla Negra e Branco Nacré; já a versão e-GT será ofertada somente na cor amarela (fotos). 

Motor1.com já dirigiu as versões Griffe 1.6 e e-GT elétrica na pista do Haras Tuiuti, no interior de São Paulo, e trará a avaliação completa do novo 208 a partir das 0h do dia 10 (virada de quarta para quinta feira). Fique ligado!  

Fotos: Motor1.com (proibida reprodução sem autorização prévia)

Ficha técnica: Peugeot 208 Griffe 2021 

MOTOR dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16 válvulas, 1.587 cm3, comando variável na admissão, flex
POTÊNCIA/TORQUE 115/118 cv a 5.750; 15,2 kgfm a 4.000 rpm
TRANSMISSÃO câmbio automático de 6 marchas, tração dianteira
SUSPENSÃO independente McPherson na dianteira, eixo de torção na traseira
RODAS E PNEUS  liga leve aro 16″ com pneus 195/55 R16
FREIOS discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS e ESP
PESO 1.178 kg em ordem de marcha
DIMENSÕES comprimento 4.055 mm, largura 1.738 mm, altura 1.453 mm, entre-eixos 2.538 mm
CAPACIDADES tanque 47 litros; porta-malas 265 litros
PREÇO R$ 94.990

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