Hatch em Rio De Janeiro Quilometragem Até 38,985 km com Banco do motorista com ajuste de altura

Hatch em Rio De Janeiro Quilometragem Até 38,985 km com Banco do motorista com ajuste de altura

  • Saber como ajustar o banco do motorista é importante não apenas para o conforto, mas, principalmente para a saúde e segurança no trânsito.
  • Não importa se você é recém habilitado ou um motorista experiente, encontrar a posição correta para dirigir é essencial para pegar a estrada.
  • Esse ritual vai te poupar esforço, tornar sua direção mais confortável e ainda garantir mais saúde e segurança no seu trajeto.

Mas, e você? sabe como ajustar o banco do motorista para chegar na postura ideal?

  1. Se você não faz ideia por onde começar, ou ainda, quer aprimorar suas técnicas sugerimos que você leia esse artigo até o final.
  2. Vamos explicar sobre a importância dessa prática e dar dicas práticas sobre como ajustar o banco do motorista para você guiar com mais conforto e segurança.
  3. Vamos lá?

Por que é importante dirigir na posição correta?

  • Mais do que garantir o conforto de quem está no volante, dirigir na posição correta envolve a saúde e a segurança dos ocupantes do veículo.
  • Afinal, quando o banco do carro está bem ajustado, o motorista tem a estrutura necessária para que ele possa contornar com segurança uma possível adversidade.
  • E ainda, fazendo isso ele garante uma ajuda extra para reduzir o cansaço do corpo, as dores musculares e até se prevenir doenças na coluna.
  • Portanto, vale prestar atenção nas dicas a seguir e aprender como ajustar o banco do motorista corretamente.

Saiba como ajustar o banco do motorista

Para encontrar a posição ideal cada motorista deve encontrar a sua zona de conforto, por conseguinte, ajustar o assento aos pedais, de forma que os alcance sem esforço, e depois ao volante.

Nesse ritual, a coluna do condutor merece um cuidado especial. A lombar precisa estar bem apoiada no assento, de forma que impeça qualquer sobrecarga para os músculos ou articulações.

Além destes detalhes gerais é possível aprimorar ainda mais essa tarefa.

Tudo é uma questão de ajuste na altura, distância e profundidade entre o corpo e os componentes do veículo. Veja a seguir:

Encontre a altura ideal

Regule a altura dos bancos de forma que a cabeça permaneça alinhada com o painel. Dirigir com o banco muito baixo, de forma que a cabeça fique inclinada pode causar pressão no pescoço e nos ombros, além de fadiga visual.

Caso possa ajustar o assento, procure também não deixá-lo muito alto, para evitar pressão na parte de trás dos joelhos.

Além disso, o apoio da cabeça também precisa estar no lugar certo. Neste caso, o meio do encosto deve ficar na altura da linha dos olhos do condutor. Deixe se possível, uma folga de três dedos do apoio.

Regule a distância

Para saber se você está na distância correta, o motorista deve sentar com as costas esticadas. E nesta posição, conseguir pressionar a embreagem até o fim. No caso do quadril levantar, a distância está mais longe do que deveria.

O joelho neste caso, deve ficar levemente flexionado. E quando em descanso, a planta do pé deve ficar totalmente em contato com o piso.

Posicione o encosto corretamente

Saber como ajustar o banco do motorista preconiza que a coluna deve ficar totalmente em contato com o encosto. O melhor ângulo é entre 100 e 120 graus. Isso porque, o encosto mais reto pode deixar os músculos tensos, causando desconfortos.

Cheque também a posição correta dos seus braços. Ao segurar o volante seus cotovelos devem ficar levemente flexionados, sem que seja necessário deslocar os ombros do banco.

Para concluir

Para além das dicas anteriores, preste atenção também na posição do retrovisor. Eles devem estar mais abertos o possível, mostrando apenas uma pequena parte do seu carro. Fazendo isso, você vai ampliar o seu campo de visão e diminuir os pontos cegos.

E para finalizar, é importante lembrar que não existe apenas uma posição ideal. Com diferentes ajustes você muitas vezes consegue os mesmos efeitos em conforto e segurança.

E isso é até bom, uma vez que a mudança de postura se faz necessária para motoristas que permanecem um longo tempo ao volante. Assim como uma pausa de alguns minutos a cada duas ou três horas e a prática de exercícios físicos regulares.

Agora que você já sabe como ajustar o banco do motorista, é só dar a partida e seguir sua viagem com atenção.

Saiba como calcular a distância correta do volante

Para muitos é algo pouco importante ou pior, uma forma de demonstrar seu ‘estilo’ de dirigir, mas a correta posição ao volante é fundamental não apenas por conforto, mas sobretudo segurança.

Ao contrário do que possa parecer, estar bem posicionado no banco e com o volante de direção na distância correta influi diretamente na hora de manobrar o veículo em situações mais exigente. Uma posição muito próxima reduz o ângulo de esterço dos braços, já o inverso, com o volante distante das mãos, certas manobras tornam-se impossíveis.

No mundo ideal todos os carros teriam ajustes de distância e altura dos bancos e volante – alguns modelos de luxo ajustam até mesmo a distância dos pedais -, mas na maioria dos carros o motorista tem apenas como recurso encontrar a melhor posição do banco e do encosto. Nesse caso, muitas vezes as pernas podem não estar na distância ideal, porém, pelo projeto de qualquer veículo, há sempre um cálculo mediano capaz de permitir uma direção segura.

O segredo de uma postura correta ao volante está essencialmente na distância dos braços em relação ao volante. O ideal é que as mãos passem dele. Para medir essa distância é simples, basta esticar os dois braços por cima do volante e apoiar os pulsos nele. Assim o motorista terá condições de levar o volante em qualquer direção com segurança.

Para chegar nesse ponto é preciso deixar o encosto mais vertical (mas não a 90º) para apoiar as costas perfeitamente.

Após media a distância dos braços do volante, caso seu veículo tenha ajuste de profundidade do volante, você pode medir a distâncias das pernas dos pedais. Da mesma forma, elas não podem estar muito esticadas nem muito encolhidas.

A altura do volante e do banco do motorista também precisam evitar que você perca a visão do painel de instrumentos.

Não esqueça também de ajustar os retrovisores caso a mudança seja muito grande. Embora para alguns essa nova posição cause estranheza, vale um pouco de esforço para se acostumar. O ganho em conforto e segurança certamente virá.

Hatch em Rio De Janeiro Quilometragem Até 38,985 km com Banco do motorista com ajuste de alturaBraços e pernas precisam estar flexionados

Como ajustar corretamente o banco do motorista

Hatch em Rio De Janeiro Quilometragem Até 38,985 km com Banco do motorista com ajuste de altura

Grande parte dos motoristas considera o ato de dirigir como algo extremamente desgastante e penoso. Atribuem a causas externas, como o trânsito, a má conservação das vias e o comportamento de outros motoristas, tamanho sofrimento ao conduzir veículos.

Por outro lado, não percebem que algumas causas de tamanho estresse advêm de atitudes pessoais. Tampouco compreendem porquê outros motoristas chegam descansados após longas viagens e se colocam a curtir imediatamente, situação na qual eles terminariam em farrapos e necessitariam de várias horas para se recuperar. Qual o segredo?

Dentre tantos, pode-se afirmar que o fator mais importante consiste na regulagem correta do banco do motorista. Veja como fazê-lo nos tópicos abaixo, os quais detalharão cada uma em separado.

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A figura abaixo mostra as principais regulagens do assento:

1 – Altura – Nos dias, a maioria dos automóveis são equipados com bancos do motorista com regulagem de altura. Este ajuste tem grande importância, pois aumenta a sensação de fadiga se feito de forma incorretas.

Os parâmetros de referência para a regulagem de altura são a altura dos olhos em relação à altura do painel, a qual deve permitir que a cabeça permaneça em posição reta.

O condutor não deve dirigir com o banco muito baixo, afundado, o que deixa seu pescoço “olhando para cima” para enxergar por cima do painel. Esta prática causa pressão no pescoço e ombros e fadiga visual.

Outra consequência consiste na falta de apoio para as coxas e o quadril, resultando em dor lombar.

No campo oposto, estão os motoristas que regulam o assento em posição muito elevada, estilo “boleia de caminhão”, sob o pretexto de “enxergar melhor o trânsito”.

Estes também ficarão com o pescoço inclinado, “olhando para baixo”, levando à fadiga de pescoço e ombros, da mesma forma do condutor o qual faz um ajuste muito baixo.

No caso das coxas, ocorre o oposto, com o mesmo resultado: a posição muito elevada causa pressão excessiva na parte inferior do corpo ao movimentar os pedais, causando dores de coluna e má circulação.

Em suma: a correta regulagem de altura deve deixar a cabeça do motorista em linha reta ao visualizar a via, evitando dores no pescoço e ombros; e as coxas corretamente apoiadas, sem pressão excessiva ou falta de suporte do assento. O parâmetro depende do biótipo do motorista e este deve deixá-lo livre de tensão muscular nos pontos citados, especialmente ao pressionar o pedal de embreagem e acelerador até o fundo.

2 – Distância – Atua em conjunto com a regulagem de altura. Em modelos mais antigos, os quais não possuem a primeira, se mostram ainda mais essenciais para o conforto do condutor ao dirigir, pois interferem no esforço ao pressionar os pedais.

Da mesma maneira da regulagem de altura, a distância deve respeitar o biótipo do motorista, sem ficar próximo ou afastado demais.

O assento posicionado muito próximo aos pedais, no estilo “mordendo o volante”, pode trazer (falsa) sensação de segurança, mas causa grande tensão nos membros inferiores por deixar as pernas muito dobradas e sem apoio da parte inferior do assento, resultando em grande fadiga.

No caso de distância excessiva dos pedais, as pernas ficarão muito esticadas. O resultado consiste na necessidade de maior força para pressionar os pedais de embreagem e acelerador e pressão excessiva da parte inferior das coxas na parte inferior do assento. Este ajuste fará o condutor se cansar em poucos minutos e causará grande tensão nas pernas e coluna.

Para fazer a correta regulagem de distância do assento, pressione os pedais de embreagem e acelerador até o fundo de forma a não fazer força ao esticar as pernas (muito distante) ou deixa-las muito flexionadas (muito próximo); e a manter apoio correto na parte inferior das coxas, sem pressão excessiva (muito distante) ou falta de apoio (muito próximo).

Para obter o ajuste correto, o condutor deve pressionar os pedais com ambas as pernas sem tensão muscular excessiva ou dificuldade de movimentos.

3 – Inclinação do encosto – Este ajuste se mostra fundamental para o conforto ao dirigir, pois influencia o conforto visual, a facilidade ao virar o volante e o apoio das costas no encosto, os quais aumentam ou diminuem significativamente a tensão muscular.

Para regular o encosto, o parâmetro mais importante consiste no ângulo entre braço e antebraço, o qual deve ser em torno de 120°. Ou seja, os braços não devem ficar muito esticados (inclinação excessiva) nem muito dobrados (encosto muito vertical).

Outro ponto muito importante é o apoio das costas no encosto do banco, a qual não deve ficar sem apoio (inclinação excessiva) ou muito comprimida contra o banco (muito vertical).

Posicionar o encosto de forma muito vertical, “mordendo o volante”, causa tensão na coluna e dor nas costas.

Em conjunto com um ajuste de distância muito próximo e altura excessivamente elevada, com posição muito próxima ao volante, dificulta manobras de emergência e de estacionamento em lugares apertados, pois os braços muito dobrados tolhem os movimentos rápidos de esterçamento, prejudicam os reflexos e aumentam a tensão nos braços e coluna. A grande pressão da coluna contra o encosto também causa fadiga.

No outro extremo, inclinar demais o encosto, no estilo “piloto de corrida”, traz o mesmo resultado de tensão, fadiga e movimentos prejudicados. Os braços muito esticados, os famosos “braço duro”, atrapalham manobras de emergência e exigem grande esforço de braços e coluna, prejudicados pela falta de apoio das costas no encosto do banco, fazendo o condutor se cansar em poucos minutos.

4 – Altura e profundidade do volante – Infelizmente, poucos veículos possuem os dois ajustes, os quais auxiliam o correto posicionamento do assento. Boa parte possui regulagem apenas de altura, a qual auxilia bastante.

A regulagem de altura do volante permite que o motorista visualize melhor a via por cima do painel ao abaixá-lo, mantendo o pescoço e a coluna em posição reta. Deve apenas manter a distância de um palmo entre a base do volante e as coxas, a fim e não prejudicar o movimento das pernas ao acionar a embreagem, acelerar e frear.

Para os modelos com ajuste de profundidade, encontrar o melhor ângulo entre braço e antebraço fica mais fácil. Nos modelos sem esta opção, o condutor faz um ajuste de altura, distância e encosto confortáveis, mas pode ficar com os cotovelos muito esticados. Ao puxar o volante mais próximo, encontra a posição ideal de dirigir e o conforto fica favorecido.

Veículos sem ajustes de volante se mostram mais cansativos de dirigir, especialmente se também não estarem equipados com bancos com regulagem de altura. Este item aparentemente supérfluo ajuda muito a melhorar a ergonomia ao volante. Se puder, compre e o valorize.

5 – Altura do encosto de cabeça – Um ajuste muito importante, mas negligenciado pela maioria. Em caso de acidentes, principalmente impactos na traseira, o encosto de cabeça pode salvar vidas e deve ser feito pelo motorista e todos os passageiros.

O apoio de cabeça deve ficar na altura da parte de trás da cabeça, acima da nuca. Ao colocar a cabeça em linha reta em relação ao para-brisa, ela deve encostar levemente no encosto, sem ficar pressionada contra ele.

Olhando pela parte de trás do veículo, o correto ajuste mostra a parte de baixo do pescoço por baixo e poucos centímetros do topo da cabeça. O ajuste incorreto muito baixo esconde pescoço e ombros e mostra a parte de trás da cabeça, ao passo que outro, muito alto, exibe toda a nuca. Estes ajustes se mostram perigosos, pois expões os ocupantes a lesões no pescoço em impactos traseiros.

Reiterando: o encosto de cabeça deve ser ajustado por todos os ocupantes do veículo.

6 – Altura do cinto de segurança – Este ajuste é obrigatório em todos os veículos fabricados a partir de 2014 e contribui para o conforto e a segurança, especialmente das pessoas de menor estatura.

Lamentavelmente, boa parte dos condutores desconhece sua existência e dirige com a fita do cinto de segurança machucando seu pescoço (pessoas muito baixas) ou seu antebraço (pessoas mais altas). O ajuste correto deve posicionar a fita do cinto de segurança na altura da clavícula, a qual fica entre o pescoço e o braço.

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Em veículos com essa opção de ajuste, os passageiros também devem fazê-lo.

Extra 1: ajuste de ângulo de coxa – Alguns veículos mais sofisticados, geralmente de marcas premium, permitem ajustar o ângulo de coxa da base do assento.

Sempre lembrando do princípio do apoio das coxas, as quais devem exercer leve pressão contra a base do assento, evitando tensão excessiva com o excesso de inclinação ou a falta de apoio, ao posicionar a base do banco de forma muito horizontal, como uma cadeira.

A primeira causa tensão nas pernas e a última fará o motorista escorregar do assento em freadas.

Extra 2: ajuste de apoio lombar – outro ajuste pouco comum e restrito a modelos mais caros. Se resume a reduzir a tensão lombar e melhorar o apoio da coluna, adaptando a curvatura do encosto ao biótipo do motorista. O princípio norteador continua sendo a pressão e o apoio na coluna, reduzindo tensões musculares e aprimorando o suporte.

Outras práticas contribuem para melhorar o conforto ao dirigir e melhorar o bem-estar do condutor:

1 – Estar atento às posições corretas de segurar o volante – A simetria se mostra o princípio norteador ao segurar o volante. Sempre deve ser feito com as duas mãos, na posição “nove e quinze”, evitando levantar ou abaixar os braços em excesso e por muito tempo, pois estas práticas causam tensão muscular nos membros superiores.

Deve-se evitar segurar o volante com uma só mão. Esterçá-lo com apenas uma delas causa grande tensão na coluna e tal prática deve ser evitada a todo custo, mesmo em modelos com direção assistida e muito leve – em longo prazo, conduzir e esterçar o volante com uma só mão pode causar problemas ortopédicos.

Conduzir com ambas as mãos no volante e em posição “nove e quinze” reduz a fadiga e riscos de problemas ósseos e musculares, além de se mostrar mais seguro.

2 – Variar as posições de pernas e braços conforme for possível – no caso de o motorista permanecer muito tempo em congestionamentos ou em longas viagens, esticar braços e pernas por curtos períodos ajuda a reduzir a tensão muscular. Sempre observando as regras de segurança.

Dobrar a perna esquerda por um curto período algumas vezes ajuda a reduzir a tensão muscular, caso o acionamento da embreagem não seja necessário. Em engarrafamentos, no qual o veículo permanece parado, pode-se fazer o mesmo com a direita.

Caso seu automóvel esteja equipado com piloto automático e as condições de velocidade e tráfego da via o permitam, pode-se dobrar a perna direita com muito cuidado e atenção com a estrada, em caso de grande fadiga. Esta prática não é recomendada e deve ser usada apenas em casos de muito cansaço e com toda a atenção, retornando a perna direita aos pedais o mais rápido possível.

O mesmo vale para as mãos ao volante. Para reduzir a tensão nos braços, o motorista pode variar a posição “nove e quinze”, no meio da peça, para “dez para as duas”, segurando a parte superior, e “vinte para as quatro”, na parte inferior, por curtos períodos, sempre com as duas mãos na direção. No trânsito parado, soltar o volante por alguns momentos também contribui para reduzir a fadiga.

Em suma: a variação periódica das posturas de braços e pernas se mostra fundamental para o bem-estar ao conduzir, contanto que as condições de tráfego e do veículo o permitam.

3 – Se sentar com a coluna reta – em modelos sem regulagens de altura do volante e assento, motoristas de menor estatura apresentam alguma dificuldade de enxergar por cima do topo do volante. A saída que encontram reside em enxergar a via um pouco para o lado, deixando a coluna inclinada para um dos lados. Enfim, o motorista “senta torto” no banco, causando fadiga e problemas ortopédicos.

  • Outros motoristas podem sentar “tortos” no assento por diversos motivos, o que deve ser evitado a todo custo, pois compromete a segurança e aumenta o cansaço ao dirigir.
  • 4 – Fazer paradas a cada duas horas, nó máximo – Independentemente de o percurso ser realizado na cidade ou rodovia, nãos e recomenda conduzir o veículo por mais de duas horas ininterruptas, pois a fadiga visual, a redução da quantidade de oxigênio no interior do veículo e a pouca variação de postura causam sono e cansaço visual, reduzindo os reflexos e aumentando a sensação de fadiga.
  • Se a pessoa estiver cansada por conta de outras atividades e/ou apresentar problemas de saúde, as paradas deves ser feitas em intervalos menores.

5 – Fique atento ao dirigir nos horários de lusco-fusco (nascer e pôr-do-sol) – Ao contrário do que prega o senso comum, dirigir à noite não se mostra a condição mais perigosa. o horário com maior índice de acidentes são os da 5:30  às 7:00 e das 17:30 às 19:00.

Percebeu a coincidência? São os horários de nascer e pôr-do-sol. Neles, há grande variação de luminosidade, o que resulta em cansaço visual, principalmente para portadores de miopia e astigmatismo, e variação rápida de incidência da claridade, causando desconforto e aumento da sensação de estresse. Redobre a atenção nesses horários críticos.

CONCLUSÃO

Muitos motoristas se queixam de que o ato de dirigir se mostra muito desgastante, mas desconhecem atitudes simples para torná-lo mais confortável.

Conhecer o próprio corpo e seus limites, assim como a correta utilização das regulagens de assentos, volante e demais acessórios de seu veículo ajudam a melhorar a sua relação com o mundo automotivo.

Isso não nos foi ensinado na autoescola, mas agora está acessível a todos.

Condução Inteligente, Educação Automotiva

Arraial do Cabo: como chegar, hotéis, restaurantes, passeios

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Atualizado em junho de 2020

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Arraial do Cabo costuma ser destino de visitantes de um dia, vindos principalmente de Búzios e Cabo Frio, mas tem atrativos que justificam uma estada maior. O forte, aqui, é o litoral belo e preservado.

As famosas praias do Pontal do Atalaia impressionam com mar azul-clarinho e areia limpíssima, enquanto a do Farol, na Ilha de Cabo Frio, tem dunas e uma areia branquinha – o acesso até ela é por um passeio de barco, onde também se conhece a Gruta Azul, um dos melhores pontos de mergulho livre no Brasil.

COMO CHEGAR

Há duas formas de ir do Rio de Janeiro até Arraial do Cabo. Pelo caminho normal (164 km), pegue a Ponte Rio-Niterói (pedágio na ida), seguindo pela BR-101 até Rio Bonito (pedágio volta) e Via Lagos/RJ-124 (pedágio ida e volta), passando por São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.

Há uma opção mais curta (153 km) e com menos pedágios, mas gasta-se um tempo maior. Nesse caso, após atravessar a Ponte Rio-Niterói (pedágio na ida), siga por dentro de Niterói pela Alameda São Boaventura e RJ-104 até Tribobó, prosseguindo pela Rodovia Amaral Peixoto/RJ-106.

A Viação 1001 opera a linha entre o Rio de Janeiro e Arraial do Cabo em diversos horários diários – a viagem dura três horas

COMO CIRCULAR

A cidade é relativamente pequena, fácil de circular. Para chegar nas praias na região do Pontal do Atalaia, que são as melhores, o carro se faz necessário: as praias estão a 4 km do Centro e ainda é preciso vencer uma escadaria. Nos feriados e fins de semana o trânsito pode ser caótico, evite. O passeio de barco dá uma paradinha por lá.

QUANDO IR

Em tese no verão, pois a água de Arraial do Cabo é gelada, devido a uma corrente de água fria proveniente da Antártida, que desemboca na região de Cabo Frio e Arraial do Cabo.

Mas nada impede que em outras épocas do ano a água não esteja trincando. Enfim, difícil de prever. Em qualquer época do ano, vá para praticar mergulho.

Evite feriados e fins de semana, o trânsito até as melhores praias pode ficar caótico e o estacionamento é escasso.

SUGESTÕES DE ROTEIROS

2 dias – Reserve os dois dias para conhecer as famosas praias do Pontal do Atalaia e a Praia Grande. A primeira é formada por duas pequenas enseadas, de areia fina e branca. A segunda é a preferida dos surfistas.

4 dias – Faça o passeio de barco que leva para a Praia do Farol, na Ilha de Cabo Frio. Em qualquer dia, aproveite o passeio de mergulho.

As águas de Arraial do Cabo são transparentes, de fauna marinha rica e com vários pontos para mergulho.

Com acesso pelo píer da Praia dos Anjos, caminhe por uma íngreme trilha de 15 minutos até a Praia do Forno, outro bom ponto de mergulho.

MERGULHO

Quem curte mergulhar encontra um terreno fértil em Arraial do Cabo durante o ano inteiro.

As águas são transparentes, há um bom número de pontos – cerca de 35, entre ilhas, enseadas e naufrágios – e a fauna marinha é das mais ricas por causa do fenômeno da ressurgência (correntes de diversas zonas que afloram nas praias e movem o fundo do mar, fazendo surgir nutrientes que alimentam várias espécies. As operadoras PL Divers, Arraial Sub e Sand Mar oferecem batismo e cursos de mergulho.

PASSEIO DE BARCO

Uma das melhores empresas para passeios de barco é a Saveiro Don Juan. O barco costuma sair mais cedo que os demais e é um dos primeiros a chegar à Praia do Farol, uma das mais perfeitas da região, mas que pode perder facilmente o encanto quando lota de barcos e sua diminuta faixa de areia fica lotada de gente.

ONDE FICAR

Central, a Praia dos Anjos está longe de ser a mais bonita da região, mas ganha em praticidade: tem restaurantes, é ponto de partida para os passeios de barco e tem fácil acesso à outras praias. Por lá ficam a Pousada Canto da Baleia, bem em frente à praia;  a Pousada Pilar, cuja campainha é um sino de 1907 e a Pousada do Capitão, com decoração náutica.

A 200 m da Praia Grande, a Pousada do Timoneiro tem um farto café da manhã e uma sauna que faz sucesso após um dia se refastelando na praia. Fugindo do perfil pousadeiro de Arraial, o Hotel Mediterranee faz uma linha quase executiva, com 80 apartamentos, piscina, sauna e sala de jogos.

A Pousada da Prainha, na entrada da cidade, fica um pouco afastada do Centro e muito próxima da dita Prainha.

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ONDE COMER

Em comparação com Búzios e Cabo Frio, a gastronomia de Arraial do Cabo está alguns degraus abaixo. Ainda assim, encontra-se boas casas. Pequeno, perto do inicio da trilha para a Praia do Forno, o Pimenta Rosa Gastronomia é bacana para curtir a dois.

Dentro da Pousada Caminho do Sol, o Sol na Cozinha tem um cardápio com receitas mediterrâneas. Peixes e frutos do mar são a especialidade do Meu Xodó, na Praia Grande e do Saint Tropez, na Praia dos Anjos.

No Bacalhau do Tuga, além das receitas portuguesas, faz sucesso o peixe com banana.

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