Carros Volkswagen em Mato Grosso Do Sul com Sensor de estacionamento com final da placa 1,2

O 'SUV do Polo' é o primeiro carro da marca com desenvolvimento totalmente digital. Isso significa que empresa não precisou construir nenhum protótipo durante sua criação. Até então, para cada novo projeto, eram necessários até 70 modelos físicos.

Segundo a montadora, isso representou uma economia de até 65% nessa etapa. No entanto, a Volks não informou a quantia que deixou de gastar.

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Volkswagen Nivus teve desenvolvimento 100% digital — Foto: Reprodução

Volkswagen Nivus teve desenvolvimento 100% digital — Foto: Reprodução

A tecnologia também ajudou na simulação de etapas da montagem. Com isso, os movimentos que os trabalhadores devem fazer na linha de produção foram estudados e otimizados.

Além do desenvolvimento digital, a produção em si foi modernizada. Foram instalados 90 novos robôs, principalmente nas áreas de estamparia e armação da carroceria. A automatização das linhas, aliás, é cada vez maior, não só na montadora alemã.

O G1 acompanhou, com exclusividade, visitou a linha de montagem do Nivus na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), uma das mais antigas do país. Nos últimos 60 anos, saíram dali mais de 14 milhões de veículos, incluindo clássicos como Fusca e Kombi.

Hoje a unidade produz outros 3 modelos, além do Nivus: Polo, Virtus e Saveiro. Todos na mesma linha de montagem.

Coronavírus exige mudanças

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Medição de temperatura de funcionário da Volkswagen — Foto: Divulgação

Medição de temperatura de funcionário da Volkswagen — Foto: Divulgação

Durante a visita do G1, uma semana antes do lançamento do carro, apenas um dos turnos estava operando. A restrição na produção foi adotada por diversas montadoras e faz parte das ações de retomada após o início da pandemia do coronavírus, em 1º de junho.

Logo na entrada, os funcionários que chegam às 6h têm a temperatura aferida. Eles só têm o acesso liberado se o termômetro marcar menos de 37ºC.

Além disso, todos devem usar máscaras. Nos postos de trabalho onde não é possível ficar a uma distância mínima de 1 metro, os funcionários também usam protetores faciais de acrílico.

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Em postos onde os funcionários ficam a menos de 1 metro de distância, uso de protetor facial é obrigatório na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

Em postos onde os funcionários ficam a menos de 1 metro de distância, uso de protetor facial é obrigatório na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

Refeitórios e ônibus fretados tiveram as capacidades reduzidas. Mesmo na linha de produção, em pequenas “ilhas”, onde funcionários fazem as pausas durante o expediente, foram fixados adesivos, mostrando onde cada trabalhador pode sentar, respeitando uma distância de pelo menos 1 metro. É possível encontrar álcool em gel em diversas mesas.

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Local para pausas na linha de produção da Volkswagen também recebeu álcool em gel e adesivos para que funcionários mantenham o distanciamento — Foto: Celso Tavares/G1

Local para pausas na linha de produção da Volkswagen também recebeu álcool em gel e adesivos para que funcionários mantenham o distanciamento — Foto: Celso Tavares/G1

Atualmente, o ritmo de produção na fábrica é de 55 veículos por hora. No dia da visita, a expectativa da Volks era montar pouco menos de 400 veículos.

A montadora propôs que a reportagem conhecesse na prática alguns passos da montagem mas, no dia da gravação, só foi permitido participar de uma delas: a colocação dos emblemas.

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Prateleira na linha de montagem reúne todos os gabaritos e adesivos com emblemas dos veículos — Foto: Celso Tavares/G1

Prateleira na linha de montagem reúne todos os gabaritos e adesivos com emblemas dos veículos — Foto: Celso Tavares/G1

No caso do Nivus, como o logotipo da Volkswagen já vem montado na tampa do porta-malas, então restam apenas três peças a serem colocadas: uma com o nome do carro e outras duas com a motorização.

Diferente de outras tarefas que podem ser executadas por robôs, esta é totalmente manual.

O processo é bastante simples, e começa com a colocação das placas em moldes. Na sequência, já junto ao veículo na linha, o funcionário fixa os gabaritos na carroceria na posição correta, usando ímãs.

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Funcionário treinado leva menos de 1 minuto para a colocação dos emblemas de um carro na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

Funcionário treinado leva menos de 1 minuto para a colocação dos emblemas de um carro na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

Depois, é só passar a mão sobre a plaqueta para que ela seja colada. O último passo é remover os moldes. Um funcionário costuma levar menos de um minuto para completar a tarefa. Mas para quem não tem experiência não é tão fácil assim.

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Carros chegam na montagem da Volkswagen e seguem de elevador até o nível térreo do galpão — Foto: Celso Tavares/G1

Carros chegam na montagem da Volkswagen e seguem de elevador até o nível térreo do galpão — Foto: Celso Tavares/G1

O setor de montagem é dividido em 6 grandes corredores, chamados internamente de “braços”. Cada um deles é subdividido em diversos outros postos, estes batizados de “tactos”. A colocação dos emblemas, por exemplo, fica no tacto 16 do braço 1.

Tudo começa quando a estrutura chega do galpão da pintura, no chamado tacto 1. Antes de os elevadores abaixarem as carrocerias para o nível térreo, as portas são retiradas – elas só vão se juntar novamente ao resto do carro mais adiante.

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Na primeira parte da montagem, carro chega sem portas e recebe parede corta-fogo, pedais e vedações — Foto: Celso Tavares/G1

Na primeira parte da montagem, carro chega sem portas e recebe parede corta-fogo, pedais e vedações — Foto: Celso Tavares/G1

No primeiro “braço”, os trabalhadores ainda precisam instalar todas as vedações de portas, passar os chicotes com dezenas de metros de cabos, fixar as hastes de abertura do capô e do porta-malas, a parede corta-fogo e os emblemas.

Para auxiliar os trabalhadores, há telas que mostram as especificações do modelo que está passando por aquele ponto da linha, além de uma grande folha, impressa com diversos códigos, que identificam acessórios que o veículo deve ter.

Nos passos seguintes, onde não foi possível fazer qualquer imagem, os carros começam a receber painéis e a parte eletrônica. Configurar essa parte em um Nivus, por exemplo, exige mais tempo do que em uma Saveiro ou um Polo.

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Folha impressa com códigos ajuda os funcionários com as especificações exatas daquele modelo na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

Folha impressa com códigos ajuda os funcionários com as especificações exatas daquele modelo na Volkswagen — Foto: Celso Tavares/G1

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Mas, nos demais processos, os passos são bem semelhantes – principalmente com Polo e Virtus, “vizinhos” de linha do Nivus, e que compartilham a mesma plataforma.

No “casamento”, etapa onde o chassi com motor e câmbio é acoplado à carroceria, o maquinário é o mesmo.

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Etapa do 'casamento' na linha de produção da Volkswagen, quando a carroceria é unida ao chassi com conjunto mecânico — Foto: Celso Tavares/G1

Etapa do 'casamento' na linha de produção da Volkswagen, quando a carroceria é unida ao chassi com conjunto mecânico — Foto: Celso Tavares/G1

Só há uma maior diferenciação já quando os veículos já rodam com suas próprias forças e chegam aos ajustes finais. Ali, além de acertar o alinhamento das rodas e dos faróis, os Nivus equipados com controle de cruzeiro adaptativo passam por um acerto nos sensores e radares.

Com a montagem concluída, um profissional com os olhos bem treinados ainda faz uma checagem final, em uma cabine com iluminação especial. As luzes ajudam na busca por imperfeições na carroceria. Caso haja alguma, ele devolve o veículo para a linha.

Se estiver tudo certo, o carro toma um belo “banho”, para validar a vedação da carroceria e segue para o pátio.

Apesar de dividir a linha com mais 3 modelos, a Volks disse que instalou 90 novos robôs para poder fazer o Nivus. Muitas dessas máquinas ficam em outro galpão, e são usadas nas fases de armação e estamparia.

Além de plataforma, conjunto mecânico, componentes eletrônicos e peças de acabamento, Nivus e Polo também compartilham portas dianteiras, teto e para-brisa – solução também adotada por outros modelos de fabricantes diferentes.

A Fiat Strada, por exemplo, usa portas dianteiras e para-brisa do Mobi.

Carros Volkswagen em Mato Grosso Do Sul com Sensor de estacionamento com final da placa 1,2

Volkswagen Nivus tem plataforma de Polo, mas deve roubar clientes do T-Cross; G1 conheceu

Só que o Nivus tem a “proeza” de ser o primeiro carro da Volkswagen que foi desenvolvido no Brasil e será produzido e vendido também na Europa no ano que vem.

Até hoje, o mais próximo disso que a engenharia local conseguiu foi o Fox, criado pelo time local e exportado para a Europa. Só que o hatch não fez muito sucesso por lá.

O Nivus também vai inaugurar a nova identidade da Volkswagen, com o logotipo atualizado –lançado em setembro, no Salão de Frankfurt.

Outra novidade é a central multimídia de 10 polegadas, também criada pela equipe brasileira. Ela tem armazenamento interno de 10 gb, e pode receber diversos aplicativos, como em um tablet.

O modelo será vendido em duas versões, Comfortline e Highline. Ambas trazem motor 1.0 turbo de 128 cavalos e 20,4 kgfm e câmbio automático de 6 marchas. Veja abaixo os equipamentos de cada uma.

Assistente de partida em rampas, 6 airbags, freios a disco nas quatro rodas, câmera de ré, controles de tração e estabilidade, direção elétrica, ar-condicionado, faróis e lanternas em LED, controle de velocidade, rodas de 16 polegadas, central multimídia com tela de 6,5 polegadas, sensores de estacionamento traseiros e volante multifuncional.

Como opcional, a versão tem o pacote VW Play & Tech, por R$ 3.520, com piloto automático adaptativo, sistema autônomo de frenagem de emergência e volante multifuncional de couro com aletas para troca de marchas.

Mesmos itens da versão acima, mais ar-condicionado digital, faróis de neblina em LED, acesso e partida com chave presencial, controle de velocidade adaptativo, frenagem automática de emergência, central multimídia de 10 polegadas, bancos de couro, quadro de instrumentos digital, rodas de 17 polegadas, sensores de luz, chuva e estacionamento dianteiro, sistema de alerta de fadiga e alavancas de trocas de marcha no volante.

Carros brasileiros terão placas do Mercosul a partir de setembro

O levantamento da Fipe, baseado nos valores de mercado de setembro de 2015, identificou maior queda de preços de venda para caminhões usados, que apresentaram recuo de 3,76%.

Os automóveis tiveram redução de 3,40%, seguidos dos utilitários, com redução de 3,28%. Os preços de venda dos ônibus e micro-ônibus ficaram 3,15% mais baixos e os de motocicletas fecharam 2,72% abaixo do valor apurado no ano anterior.

A tabela completa do IPVA 2016 poderá ser consultada a partir de 28/11 pelo endereço www.imprensaoficial.com.br.

As alíquotas do imposto permanecem inalteradas. Os proprietários de veículos movidos a gasolina e os bicombustíveis recolherão 4% sobre o valor venal.

Veículos que utilizam exclusivamente álcool, eletricidade ou gás, ainda que combinados entre si, têm alíquota de 3%. As picapes cabine dupla pagam 4%.

Os utilitários (cabine simples), ônibus, micro-ônibus, motocicletas, motonetas, quadriciclos e similares recolhem 2% sobre o valor venal. Os caminhões pagam 1,5%.

A frota total de veículos no Estado de São Paulo é de aproximadamente 23,5 milhões.

Destes, 17,5 milhões estão sujeitos ao recolhimento do IPVA, 5,7 milhões estão isentos por terem mais de 20 anos de fabricação e cerca de 250 mil são considerados isentos, imunes ou dispensados do pagamento (taxistas, pessoas com deficiência, igrejas, entidades sem fins lucrativos, veículos oficiais e ônibus/micro-ônibus urbanos).

A Fazenda prevê arrecadar R$ 14,4 bilhões com o IPVA em 2016.

Deste total, descontadas as destinações constitucionais, o valor é repartido 50% para os municípios de registro dos veículos, que devem corresponder ao local de domicílio ou residência dos respectivos proprietários, e os outros 50% para o Estado.

Os recursos do imposto são investidos pelo governo estadual em obras de infraestrutura e melhoria na prestação de serviços públicos como os de saúde e educação. Dados preliminares do IPVA 2015 mostram que foram arrecadados R$ 13,4 bilhões até outubro deste ano.

Calendário de pagamento

O calendário de pagamento do IPVA 2016 está definido (ver quadro). Os contribuintes podem pagar o imposto em cota única no mês de janeiro, com desconto de 3%, ou parcelar o tributo em três vezes (nos meses de janeiro, fevereiro e março), de acordo com o final da placa do veículo. Também é possível quitar o imposto no mês de fevereiro, sem desconto.

O prêmio do seguro obrigatório DPVAT deve ser recolhido de forma integral junto com a primeira parcela do IPVA ou juntamente com a cota única. No caso de parcelamento do prêmio em três vezes, o que somente é permitido para motos e similares, vans, ônibus e micro-ônibus, as parcelas do prêmio devem ser recolhidas de acordo com o calendário de vencimento do IPVA.

Os proprietários devem respeitar o calendário de vencimento por final de placa.

Para efetuar o pagamento do IPVA 2016, basta o contribuinte se dirigir a uma agência bancária credenciada, com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor) e efetuar o recolhimento no guichê de caixa, nos terminais de autoatendimento, pela internet ou débito agendado ou outros canais oferecidos pela instituição bancária.

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Avisos de Vencimento

A partir da segunda quinzena de dezembro a Secretaria da Fazenda enviará cerca de 18 milhões de avisos de vencimento aos proprietários de veículos automotores terrestres registrados no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo. Quem não receber o comunicado deve acessar o site da Secretaria da Fazenda (www.ipva.fazenda.sp.gov.br) para obter informações sobre o pagamento do IPVA 2016.

O aviso é apenas um lembrete, não é boleto e nem guia de pagamento. A quitação do imposto deverá ser feita respeitando o calendário, de acordo com a placa do veículo. O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito e, como consequência, a multa passará a 100% do valor do imposto, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.

Após o prazo para licenciamento, conforme calendário do Detran, a inadimplência do IPVA impedirá de fazê-lo. Como consequência, o veículo poderá vir a ser apreendido, com multa aplicada pela autoridade de trânsito e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Calendário de vencimento do IPVA 2016:

Automóveis, Caminhonetes, Ônibus, Micro-ônibus, Motos e similares
Mês Janeiro Fevereiro Março
Parcela 1ª Parcela ou Cota Única Com Desconto 2ª Parcela ou Cota Única Sem Desconto 3ª Parcela
Placa Dia do Vencimento Dia do Vencimento Dia do Vencimento
Final 1 11/1 11/2 11/3
Final 2 12/1 12/2 14/3
Final 3 13/1 15/2 15/3
Final 4 14/1 16/2 16/3
Final 5 15/1 17/2 17/3
Final 6 18/1 18/2 18/3
Final 7 19/1 19/2 21/3
Final 8 20/1 22/2 22/3
Final 9 21/1 23/2 23/3
Final 0 22/1 24/2 24/3
Caminhões e Caminhões-trator
Mês Janeiro Março Abril Junho Setembro
Parcela Cota Única Com Desconto 1ª Parcela Cota Única Sem Desconto 2ª Parcela 3ª Parcela
Placa Dia do Vencimento Dia do Vencimento Abril Junho Setembro
Final 1 11/1 11/3 15/4 15/6 15/9
Final 2 12/1 14/3
Final 3 13/1 15/3
Final 4 14/1 16/3
Final 5 15/1 17/3
Final 6 18/1 18/3
Final 7 19/1 21/3
Final 8 20/1 22/3
Final 9 21/1 23/3
Final 0 22/1 24/3
  • Relação dos maiores e menores valores venais registrados pela pesquisa FIPE em setembro de 2015
  • MAIOR valor para veículo tipo AUTOMÓVEL:
  • Marca/Modelo: 1108680 – I/PORSCHE SPYDER
  • Ano de fabricação: 2014
  • Frota: 2

Valor: R$ 3.173.023,00

  1. Valor de IPVA: R$ 126.920,92
  2. MAIOR valor para veículo tipo CAMIONETA / UTILITÁRIO:
  3. Marca/Modelo: 2232600 – I/M.BENZ G63 AMG
  4. Ano de fabricação: 2015
  5. Frota: 3
  6. Valor: R$ 634.789,00
  7. Valor de IPVA: R$ 25.391,56
  8. MAIOR valor para veículo tipo CAMINHÃO:
  9. Marca/Modelo: 3152420 – SCANIA/R 580 B6X4
  10. Ano de fabricação: 2008
  11. Frota: 2
  12. Valor: R$ 723.926,00
  13. Valor de IPVA: 10.858,89
  14. MAIOR valor para veículo tipo ÔNIBUS / MICROÔNIBUS:

Marca/Modelo: 4166380 – M.BENZ/M.POLO PARADISO DD

  • Ano de fabricação: 2013
  • Frota: 2
  • Valor: R$ 569.100,00
  • Valor de IPVA: R$ 11.382,00
  • MAIOR valor para veículo tipo MOTOS E SIMILARES:
  • Marca/Modelo: 46220 – I/DUCATI D16 RR
  • Ano de fabricação: 2008
  • Frota: 5
  • Valor: R$ 156.2012,00
  • Valor de IPVA: R$ 3.124,24
  • MENOR valor para veículo tipo AUTOMÓVEL:
  • Marca/Modelo: 1485010 – FIBRAUTOS RD SUPER
  • Ano de fabricação: 1996
  • Frota: 1
  • Valor: R$ 3.063,00
  • Valor de IPVA: R$ 123,72
  • MENOR valor para veículo tipo CAMIONETA / UTILITÁRIO
  • Marca/Modelo: 2188020 – IMP/ASIA TOWNER VBR
  • Ano de fabricação: 1996
  • Frota: 391
  • Valor: R$ 3.435,00
  • Valor de IPVA: R$ 137,40
  • MENOR valor para veículo tipo CAMINHÃO:
  • Marca/Modelo: 3088140 – GMC/6150 RONTAN AMB
  • Ano de fabricação: 1999
  • Frota: 1
  • Valor: R$ 9.103,00
  • Valor de IPVA: R$ 136,55
  • MENOR valor para veículo tipo ÔNIBUS / MICROÔNIBUS:
  • Marca/Modelo: 4094010 – VW/KOMBI ESCOLAR
  • Ano de fabricação: 1996
  • Frota: 1
  • Valor: R$ 7.060,00
  • Valor de IPVA: R$ 141,20
  • MENOR valor para veículo tipo MOTOS E SIMILARES:
  • Marca/Modelo: 181010 – I/HERO PUCH 65
  • Ano de fabricação: 1996
  • Frota: 213
  • Valor: R$ 470,00
  • Valor de IPVA: R$ 9,40

Quer personalizar a placa do veículo? Saiba como fazer e quanto pode custar — GARAGEM 360

Paixão por cachorros, gatos, ou até uma homenagem à marca podem motivar os motoristas a quererem personalizar a placa do veículo.

Entretanto, seja qual for o motivo, esse procedimento varia de preço e condições em cada unidade da federação.

Os departamentos de trânsito estaduais regulamentam quais são as opções de escolha alfanumérica, disponível apenas para os veículos zero km. Em alguns locais, também é necessário pagar uma taxa extra para tal.

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Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), anualmente, um intervalo sequencial de placas veiculares crescente é encaminhado aos departamentos estudais. A partir daí, os proprietários podem escolher três formas de personalização –letras, números ou placa completa, entre as opções fornecidas pelo órgão nacional.

De acordo com levantamento feito pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a região Sudeste é a que mais teve novos emplacamentos em fevereiro de 2018 – foram 52,9% do total nacional.

Em maio de 2016, São Paulo regulamentou a personalização do emplacamento. Na época, a taxa extra para a escolha estava em cerca de R$ 91. Para 2018, o valor é de R$ 99,51. Caso o motorista não opte pela personalização no momento do emplacamento, o sistema estadual oferece 20 opções alfanuméricas aleatórias, para escolha do proprietário, sem custo adicional para isso.

Outros Estados

O Sul do Brasil segue em segundo lugar no ranking de emplacamentos da Fenabrave, com 18,15%. Para escolher as letras e números de registro do automóvel, o processo é similar ao que ocorre nas outras regiões, o que difere é o preço. No estado de Santa Catarina, por exemplo, o departamento estadual de trânsito informa que o valor é de R$ 339,70.

Seguido do Sul, o Nordeste brasileiro segue como terceira região com mais emplacamentos no mesmo período, 14,74% do total no Brasil. Para os proprietários de veículos no Rio Grande do Norte, a escolha da combinação alfanumérica custa R$ 30 a mais no momento de registro do automóvel.

É possível consultar via sistema quais são as combinações disponíveis. Caso o proprietário não preencha algum número ou letra, a placa será completada automaticamente.

O Centro-Oeste foi a terceira região em novos emplacamentos em fevereiro, com 9,8% do total nacional. Atualmente, o Detran do Mato Grosso cobra a taxa de R$ 378,17 para escolha das letras e números nos veículos novos.

O Norte brasileiro foi a região que menos teve  novos emplacamentos, com 4,4%. No estado do Acre, para personalizar a placa é necessário desembolsar o valor de R$ 278,02 a mais. Ainda na localidade, no Amazonas, o desejo de escolher as letras (ou números) vai custar um pouco mais – R$ 445,70.

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Confira álbum com os modelos mais vendidos nas décadas de 70, 80 e 90:

O Volkswagen Fusca foi lançado oficialmente em 1959; neste mesmo ano foram vendidos 8.406 unidades e, em 1970, a montadora atingiu o primeiro milhão de veículos produzidos |Foto: Pixabay A Chevrolet iniciou as vendas do Opala em 1968 e, nos 10 primeiros anos, produziu 500 mil unidades; o modelo era equipado com câmbio de quatro marchas e pneus “tala larga”, para altas velocidades |Foto: Divulgação/Chevroletmore Em 1970 chegou ao mercado a Ford Belina; lançada nas versões Básica, Luxo e LDO, a perua contava com motor 1.3 e, em 1973, todas passaram a usar o 1.4 |Foto: Photo credit: Ale Ruoso via Visual Hunt / CC BYmore A Ford Rural Willys foi lançada em 1968, no 6º Salão do Automóvel de São Paulo, no Parque Ibirapuera |Foto: By Renzo Maia;cropped and adjusted by uploader Mr.choppers (DSCF1607.JPG) [CC BY 3.0], via Wikimedia Commonsmore Apresentado em 1962, o Volkswagen Karmann Ghia contava com motor de 1.200 cm³ e 30 cv; ele foi utilizado até 1967, quando chegou o 1.500 de 44 cv |Foto: By MaGioZal (Own work) [CC BY-SA 3.0 or GFDL], via Wikimedia Commonsmore Conhecido como Zé do Caixão, o Volkswagen 1600 teve suas vendas iniciadas em 1968; produzido até 1971, ele era capaz de atingir até 135 km/h de velocidade máxima |Foto: Divulgação/Volkswagen O Ford Corcel chegou ao mercado em 1969; nove anos depois, foi introduzido o Corcel II, baseado na versão anterior, porém modernizado|Foto: BKM_BR via VisualHunt / CC BYmore Lançado em 1957, a Volkswagen Kombi era equipada inicialmente com motor de 1.200 cm³ de cilindrada; com cinco anos de mercado, atingiu o marco de 41.083 unidades comercializadas no País|Foto: Divulgação/Volkswagenmore A Ford apresentou o LTD, versão mais luxuosa do Galaxie, em 1968; este foi o primeiro veículo nacional a contar com transmissão automática |Foto: By Bull-Doser at English Wikipedia – Public Domain, Linkmore A Volkswagen Variant foi lançado em 1969 e passou por reestilizações até chegar à nova geração, em 1977, chamada de Variant II; o modelo foi produzido até 1981 e teve mais de 293 mil unidades vendidas |Foto: By Bruno Kussler Marques from Uberlandia, Brazil;cropped and lightly adjusted by uploader Mr.choppers (VW Variant) [CC BY 2.0], via Wikimedia Commonsmore Em 24 de abril de 1970, a Chevrolet apresentou oficialmente o Chevette duas portas, e, em março de 1985, o veículo atingiu o marco de um milhão de unidades produzidas em São José dos Campos, no interior de São Paulo|Foto: Divulgaçãomore A Brasília, da Volkswagen, chegou ao mercado em 1973; desenvolvido a partir da plataforma do Fusca, o veículo teve, ao longo de nove anos de fabricação, mais de 930 mil unidades vendidas|Foto: WalterPro4755 via Visualhunt.com / CC BYmore Lançado em 1984, o Santana, segundo a Volkswagen, foi o primeiro carro nacional equipado com catalisador; o modelo também oferecia o sistema de freios ABS |Foto: Divulgação/Volkswagen Comercializado no Brasil desde 1980, o Gol se tornou o líder de vendas em 1987, posição que ocupou por 27 anos seguidos|Foto: Divulgação/Volkswagen Outro modelo que fez sucesso na década de 1980 foi o Ford Escort; lançado em 1983, ele era equipado com motor de 4 cilindros 1.6L CHT |Foto: Photo credit: Rob_sg via Visualhunt.com / CC BY-SAmore Lançado em maio de 1973 na Alemanha, o VW Passat começou a ser fabricado no Brasil no ano seguinte; sob o capô, ele trazia inicialmente o propulsor 1.5, 4 cilindros e 78 cv de potência |Foto: Divulgaçãomore O Chevrolet Opala chegou ao País em novembro de 1968 e também fez sucesso na década de 1980; vinte anos após ser apresentado, a GM introduziu o câmbio automático de quatro marchas |Foto: simenon via VisualHunt.com / CC BY-SAmore Com motor 1.3, o Fiat 147 foi um dos carros mais vendidos do País nos anos 80; ele foi lançado por aqui oficialmente em 1976|Foto: Divulgação Em 1892, ano em que foi lançado no Brasil, o Chevrolet Monza teve 53 mil unidades vendidas; na época ele era equipado com motor 1.6, direção hidráulica e câmbio manual de quatro ou cinco velocidades|Foto: Divulgaçãomore Lançado em 1981, a Panorama contava com motor de 1.300 cm³; um ano após sua estreia, a Fiat já havia vendido no País pouco mais de 12 mil unidades da perua |Foto: Divulgação Lançado em 1980, o Gol foi o primeiro veículo do País equipado com injeção eletrônica de combustível de série; em 1994, a VW lançou a segunda geração do modelo, apelidada de “bolinha”|Foto: Divulgaçãomore O Santana, em 1984, marcou a entrada da Volkswagen no segmento de luxo; em 1991, quando chegou a segunda geração, ele se tornou o primeiro veículo nacional a oferecer freios ABS |Foto: Divulgaçãomore Outro modelo de muito sucesso na década de 1990 foi o Fiat Uno; também apresentado em 1984, o compacto era oferecido nas versões S, CS e SX, todas com motor 1.3|Foto: Divulgação O Chevrolet Monza foi lançado em 1982 e, nove anos depois, a montadora comemorou a produção de 600 mil unidades |Foto: Divulgação A década de 1990 foi marcada pelos compactos com motor 1.0, e um dos que fez muito sucesso na época foi o Chevrolet Corsa – a versão Wind começou a ser vendida no Brasil em 1994 |Foto: Divulgação/Chevroletmore Derivado do Gol, o sedã Voyage foi totalmente projetado e desenvolvido no País; lançado em 1981, ele deixou de ser produzido em 1996, dando lugar ao Polo Classic |Foto: Divulgação A Parati teve as vendas iniciadas no mercado nacional em 1982; 14 anos depois, a Volkswagen apresentou a segunda geração da perua|Foto: Divulgação O Ford Escort foi lançado em 1983 e trazia motor de 4 cilindros 1.6L CHT; em 1989, o modelo passou a contar com propulsor 1.8 |Foto: Photo credit: Rob_sg via Visualhunt.com / CC BY-SAmore Lançada em 1982, a Ford Pampa recebeu uma versão 4×4 em 1984 e, em 1997, teve sua produção encerrada | Foto: Hugo90- via VisualHunt.com / CC BYmore O Fiat Prêmio começou a ser vendido no Brasil em 1985 e, inicialmente, contava apenas com a versão CS de duas portas e motor 1.5|Foto: MikeSense80 via VisualHunt / CC BYmore

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