Carros usados Quilometragem 40,474 km a 65,068 km com Vidro elétrico Não blindado

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Preço

Sem mínimo R$2.000R$4.000R$6.000R$8.000R$10.000R$12.000R$14.000R$16.000R$18.000R$20.000R$22.000R$24.000R$26.000R$28.000R$30.000R$35.000R$40.000R$45.000R$50.000R$60.000R$70.000R$80.000R$90.000R$100.000R$500.000R$600.000R$700.000R$800.000R$900.000R$1.000.000R$1.100.000R$1.200.000R$1.300.000R$1.400.000R$1.500.000R$1.600.000R$1.700.000R$1.800.000R$1.900.000R$2.000.000

Até

Sem máximo R$2.000R$4.000R$6.000R$8.000R$10.000R$12.000R$14.000R$16.000R$18.000R$20.000R$22.000R$24.000R$26.000R$28.000R$30.000R$35.000R$40.000R$45.000R$50.000R$60.000R$70.000R$80.000R$90.000R$100.000R$500.000R$600.000R$700.000R$800.000R$900.000R$1.000.000R$1.100.000R$1.200.000R$1.300.000R$1.400.000R$1.500.000R$1.600.000R$1.700.000R$1.800.000R$1.900.000R$2.000.000

Marca

  • BMW  13
  • Honda  9
  • Volkswagen  6
  • Audi  5
  • Ford  5
  • Toyota  5
  • Mercedes  4
  • Mitsubishi  4
  • Land Rover  3
  • Porsche  2

Modelo

  • Série 3  6
  • Corolla  4
  • Fusion  4
  • CR-V  3
  • Tiguan  3
  • City  2
  • Civic  2
  • Fit  2
  • Pajero  2
  • Série 1  2

Cidades

  • São Paulo  33
  • Fortaleza  7
  • Belém  4
  • São Caetano do Sul  3
  • Osasco  2
  • Curitiba  1
  • Goiânia  1
  • Itupeva  1
  • Juazeiro do Norte  1
  • Jundiaí  1

Estados

  • São Paulo  40
  • Ceará  8
  • Pará  4
  • Rio de Janeiro  2
  • Amazonas  1
  • Bahia  1
  • Espírito Santo  1
  • Goiás  1
  • Minas Gerais  1
  • Paraná  1

Ano

Sem mínimo 1990199519972000200220052006200720082009201020112012201320142015201620172018

Até

Sem máximo 1990199519972000200220052006200720082009201020112012201320142015201620172018

Quilometragem

Sem mínimo 2500 Kms5000 Kms10000 Kms20000 Kms30000 Kms40000 Kms60000 Kms80000 Kms100000 Kms120000 Kms140000 Kms160000 Kms180000 Kms200000 Kms250000 Kms300000 Kms400000 Kms500000 Kms

Até

Sem máximo 2500 Kms5000 Kms10000 Kms20000 Kms30000 Kms40000 Kms60000 Kms80000 Kms100000 Kms120000 Kms140000 Kms160000 Kms180000 Kms200000 Kms250000 Kms300000 Kms400000 Kms500000 Kms

Tipo de combustível

  • Álcool
  • Diesel
  • Elétrico
  • Flex  14
  • Gasolina  45
  • GNV

Tipo

  • Jipe  6
  • Sedã  6
  • Utilitário  3

Transmissão

Número de portas

Sem mínimo 2345

Até

Sem máximo 2345

Data de publicação

  • Último dia  7
  • Última semana  12

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Carros blindado baixa km usados

Seminovo blindado

Carros usados Quilometragem 40,474 km a 65,068 km com Vidro elétrico Não blindado

Comprar um carro blindado ou mesmo mandar blindar um 0 km está longe de ser uma solução suportável para o bolso. Mas, se você está determinado a dirigir um automóvel com essa proteção extra gastando menos, é possível adquirir um usado com essa couraça e por um valor bem mais em conta em relação ao que seria pago por um novo.

Atualmente, as blindagens ficam mais modernas a cada ano.

Quando os importados começaram a invadir o mercado brasileiro, no início dos anos 1990, a blindagem (incluindo vidros e parte opaca, a lataria) deixava um sedã grande uma tonelada mais pesado.

Hoje, esse peso foi reduzido para, no máximo, 200 kg. É ainda menor em modelos que estão entre os mais blindados do Brasil, como sedãs médios e utilitários esportivos.

É por isso que comprar um blindado com dois ou até três anos de uso pode ser um ótimo negócio, ao passo que um modelo mais antigo, que atrai compradores sobretudo pelo preço baixo, tem tudo para ser uma enrascada. Tenha em mente, porém, que sempre haverá riscos em adquirir um blindado usado: a proteção faz com que tudo se desgaste mais rapidamente – do motor elétrico do vidro à suspensão.

“Os proprietários de carros blindados têm pouca cultura de fazer manutenção periódica.

Com a blindagem, o automóvel fica mais pesado, comprometendo a vida útil dos componentes mecânicos, exigindo maior cuidado. Por isso, a inspeção deve ser feita regularmente.

O ideal é realizá-la, ao menos, uma vez por ano”, afirma André Vieira, responsável pelo segmento de inspeção veicular do grupo Dekra no Brasil.

Ao procurar um blindado usado, as primeiras questões que devem ser colocadas são: que empresa instalou a blindagem, quando essa proteção foi feita e qual é a marca do vidro? Dependendo das respostas, a negociação deve ir ou não em frente.

O primeiro bom sinal é se a empresa que fez a blindagem for renomada e atuar até hoje no mercado.

É bom saber que os vidros começam a delaminar (formar bolhas) em aproximadamente cinco anos, perdendo a capacidade de suportar projéteis, por exemplo.

O carro não deve ter menos de 100 cv
Ninguém costuma testar a capacidade de absorver impactos dando tiros no vidro de um usado.

Mas, dependendo do negócio a ser proposto, é possível levá-lo a uma blindadora, que desmontará parte do veículo e verificará o estado geral da aramida e se o overlap (a sobreposição de blindagem nas partes mais vulneráveis, como a junção entre o vidro e a carroceria) está em ordem.

Para fazer isso, algumas empresas cobram entre R$ 3.000 e R$ 5.000. Também vale a pena tentar descobrir em quais condições o automóvel era usado e se ele ficava guardado longe de fatores que o deterioram, como umidade constante e temperaturas elevadas.

Comprar um seminovo e mandar blindá-lo é outra alternativa aos preços cobrados pelo 0 km protegido. Mas primeiro você precisa se certificar de que o veículo adquirido está em ordem. Os especialistas em segurança desaconselham blindar veículos com mais de 40.000 km rodados, com potência abaixo de 100 cv ou que não estejam em dia com as revisões periódicas.

  • Os passos seguintes são reforçar itens que são mais exigidos por conta da blindagem, como o mecanismo de acionamento do vidro elétrico (que deve ser checado e reforçado) e os amortecedores (pode ser necessária a instalação de componentes especiais).
  • De resto, é preciso ter cuidado com a documentação da mesma forma que com um carro 0 km: exigir que a blindadora apresente o Certificado de Registro (CR) do Exército, sem o qual ela não pode trabalhar no segmento, pois carros blindados integram listas de produtos controlados.
  • É preciso ainda questionar se os materiais empregados foram aprovados em testes que também são realizados pelo Exército e se isso pode ser comprovado por uma cópia do Relatório Técnico Experimental (Retex), emitido também pelo próprio Exército.
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“Toda blindadora deve ostentar a autorização do Exército brasileiro para atuar e usar materiais recomendados pelo órgão, pois ele é o regulamentador oficial. É o Exército que fiscaliza o setor. Se o preço da blindagem for muito abaixo do de mercado, desconfie”, afirma Cláudio Truffi, gerente comercial da W.Truffi Blindados.

Na hora de passar o carro adiante, a blindagem nem sempre chega a ser um argumento de venda. A tendência é que o possível comprador faça de tudo para depreciá-lo, alegando que ele não está mais com suas características originais. Do mesmo modo, no entanto, há quem considere um usado blindado um achado e tanto para andar com mais segurança no trânsito.

Carros usados Quilometragem 40,474 km a 65,068 km com Vidro elétrico Não blindado

Mulheres em busca de mais proteção de seus carros
Dados da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin) mostram que cresceu o número de mulheres recorrendo à blindagem de seus automóveis.

Os homens ainda predominam, com 57% do total de usuários, mas o público feminino aumentou sua participação. Em 2011, elas representavam 35%, passando para 42,5% em 2012.

Em 2013, no último levantamento, já eram 43%.

Por faixa etária, os homens que mais procuraram a blindagem automotiva (23%) em 2011 foram os que tinham de 30 a 39 anos, mesma faixa e porcentagem do público feminino. Em 2012, a faixa etária masculina foi a mesma, mas, entre as mulheres, a blindagem se concentrava mais entre 40 e 49 anos.

Do universo total dos usuários, 70% são formados por executivos e empresários, 15% por artistas e cantores, 8% por juízes e 7% pela classe política. Em 2013, os automóveis mais blindados foram Volkswagen Tiguan e Jetta, Range Rover Evoque e Toyota Corolla.

A blindagem mais procurada pelos consumidores é a de nível III-A, que suporta até tiros de submetralhadoras (pistolas) 9 mm e revólveres .44 Magnum. Ou seja, está preparada para proteger o carro de ataques vindos de quase todas as chamadas armas de mão. É a “munição” dos motoristas para ter um pouco mais de segurança nas ruas.

Blindados são bem mais caros
Os seminovos protegidos pela blindagem são em torno de 55% mais caros que os modelos sem essa couraça. Veja três exemplos.

  • Volkswagen Golf 2012 – Preço: R$ 50.000 – Blindado: R$ 75.000
  • Toyota Corolla 2013 – Preço: R$ 55.000 –  Blindado: R$ 85.000
  • Range Rover Evoque 2011 – Preço: R$ 120.000 – Blindado: R$ 190.000

Vale a pena comprar um carro muito rodado?

Para o comprador, pode ser uma vantagem. Pagar menos que a tabela de referência por causa da quilometragem alta. Mas essa vantagem tem um risco. O barato pode sair caro, já que o preço mais em conta pode vir acompanhado da necessidade de reparos e revisões caras.

Antes de dispensar o candidato à vaga de sua garagem, vale a pena analisar caso a caso. Um veículo mais novo certamente dispensa grande parte das preocupações no que diz respeito à parte mecânica, principalmente por ainda estar dentro de garantia de fábrica. Já existem, inclusive, planos de manutenção estendida e garantia sem limite de quilometragem.

Na prática, os especialistas afirmam que não há necessariamente relação comprovada entre o estado do veículo e a sua quilometragem rodada.

“A qualidade de um carro seminovo não depende da sua quilometragem, mas sim da forma como ele foi utilizado nos seus anos anteriores”

Uma prova disso é o uso em rodovias, por exemplo. Nestes caso, a quilometragem será maior, mas o veículo circula em condições ideais, ou seja, com menos troca de marchas, menos tráfego urbano, menos desgaste de peças mecânicas.

Ou seja, um carro com alta quilometragem feita em rodovia é, na verdade, um excelente negócio. Na estrada, a velocidade constante e os longos trechos fazem com que o carro rode por grandes distâncias em sua condição ideal de funcionamento (isso inclui temperatura e regime de giro). Até a suspensão e carroceria sofrem menos nessa condição.

Os carros de uso urbano acabam ficando muito tempo no trânsito. E isso tem um peso que o hodômetro ignora: o tempo de funcionamento do motor em horas.

Por exemplo, em grandes cidades é possível levar até duas horas para concluir um trajeto de 20 quilômetros. O hodômetro irá registrar pouco, mas isso significa que o veículo andou por um tempo significativo a meros 10 km/h, no anda e para, e centenas de trocas de marcha e acionamentos de embreagem.

Essas condições são caracterizadas como “uso severo”. Como muitos usuários só trocam óleo olhando para a quilometragem, não para o tempo de uso, é possível que o fluido seja substituído muito além do prazo ideal. Ou seja, manutenção irregular e maior possibilidade de problemas mecânicos – apesar da quilometragem baixa.

Se tomarmos o mesmo carro rodando duas horas seguidas, mas a 100 km/h, teremos no hodômetro 200 km adicionais. Porém, o percurso foi feito com refrigeração adequada, poucas trocas de marcha e rotação constante do motor.

Para o engenheiro mecânico e proprietário da Oficina Motor-Max, Rubens Venosa, um carro com quilometragem mais elevada não é necessariamente um carro velho e que desperte desconfiança: “um carro de alta quilometragem pode não ter sido usado por muito tempo. O motorista pode, apenas, andar muito em estradas”, explica. “Nas estradas, o motor trabalha em regime constante, tem menos acionamento do freio, menos troca de marcha.”

  • “A qualidade de um carro seminovo não depende da sua quilometragem, mas sim da forma como ele foi utilizado nos anos anteriores”, afirma o coordenador do MBA de Cadeia Automotiva da FGV, Antônio Jorge Martins.
  • Em linhas gerais, só vale a pena comprar um carro muito rodado quando a quilometragem for o fator de menor importância na avaliação geral do carro.

Para Venosa, se a manutenção preventiva no carro foi feita em dia e se há registros dos locais, datas e peças utilizadas, a quilometragem não é fator determinante. Mas se a idade do carro não interfere, qual é o grande critério de avaliação?

O histórico do seminovo conta, e muito. Aqui, há duas possibilidades: a primeira é quando o antigo (ou antigos) proprietários, apesar de circularem muito com o carro, realizaram as revisões em dia, manutenções preventivas e tiveram cuidado com o veículo. A outra, é quando o antigo dono não fez nenhuma dessas coisas e acabou descuidando do carro, independentemente de sua quilometragem.

Nesses casos, mais importante do que a rodagem é atentar-se ao estado de conservação do carro em linhas gerais, avaliando o interior e também o exterior, como a lataria e pintura.

Desconfie sempre: atente-se ao hodômetro e veja se a quilometragem apontada é compatível com a idade do carro. Tudo tem que coincidir: tempo de uso, a condição do acabamento interno, pintura e pneus. Um hodômetro “baixo” em um carro desgastado pode ser sinal de adulteração da marcação, embora a prática seja considerada crime. Atente-se ao desgaste de volantes, manoplas, bancos e pedais.

Um carro de alta quilometragem nem sempre está com seu primeiro dono. Por isso, é possível que já não tenha mais acesso aos registros originais, como os comprovantes de manutenção do carro, por exemplo. Para isso, a saída é levar o veículo em uma oficina de confiança para uma avaliação das condições mecânicas do carro e qualidade das peças.

Avalie o motor pelos ruídos, vazamentos, fumaça e também o câmbio. Para Venosa, carros acima de 150 mil km não devem ser comprados sem essa avaliação prévia: “A partir desse ponto, a quilometragem pouco importa, e sim as condições mecânicas”.

Outro detalhe importante é o preço. Vale lembrar que os valores base já são determinados pela tabela Fipe, que leva em consideração o estado de conservação, quilometragem e ano de fabricação do veículo. Mais uma vez, tudo isso deve estar em sintonia.

Dois modelos semelhantes fabricados no mesmo ano, mas com quilometragens muito diferentes devem ter preços diferentes também. Quando se trata de carros com maior rodagem, é aconselhável que se compare os preços com o mesmo modelo, e o mais rodado deve consequentemente ter menor preço, pela possibilidade de manutenções futuras.

De acordo com Martins, comprar um usado com alta rodagem não necessariamente representa um prejuízo financeiro, mas na maioria das vezes, é sinônimo de vantagem para o comprador. “Um seminovo é economicamente e financeiramente mais vantajoso, porque você deixa de contar com a alta depreciação que um carro novo possui em curtos períodos de tempo” explica.

Para ele, outra tendência do mercado automotivo que acaba se tornando um facilitador na compra de um seminovo é a extensão do prazo de garantia de fábrica. Com prazos maiores, o proprietário pode comprar um carro usado ainda dentro da garantia concedida pela montadora, e com isso sentir-se mais seguro com relação à possíveis problemas.

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A média percorrida anualmente por motoristas brasileiros é de 15 a 20 mil km, de acordo com Martins. Sendo assim, um número muito acima disso é considerado fora da média do mercado, o que faz com que os consumidores evitem de imediato.

Se tivermos carros com o mesmo ano de fabricação, mas diferentes quilometragens e ambos ainda com garantia de fábrica, a diferença virá pelo preço.

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Para ele, a análise técnica é o detalhe mais importante que antecede a compra: “você deve saber analisar, ou conhecer alguém que saiba analisar a sua compra de forma técnica , inclusive na questão de preço pedido pelo carro, mas certamente, se a mecânica está em boas condições, você só tende a ganhar”, conta.

O que saber antes de comprar o primeiro carro?

Comprar o primeiro carro vai muito além de chegar em uma loja e escolher o veículo que mais lhe apetecer, seja pelo design ou pelo acabamento sofisticado. É necessário fazer um planejamento financeiro, entender para quais finalidades você precisa de um carro e, claro, pesquisar muito. 

Pensando nas pessoas que estão em busca do tão sonhado primeiro carro e não sabem por onde começar, listamos 10 coisas que toda pessoa que está nesse processo precisa saber para fazer uma boa compra. 

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10 Coisas que você precisa saber antes de comprar o primeiro carro:

1. Carro 0 km, seminovo ou usado?

Carro 0 km: uma das maiores vantagens é que, por se tratar de um carro novo, o veículo certamente virá com peças preservadas, sem danos e garantia de fábrica. Uma desvantagem pode ser a alta desvalorização: o simples fato de tirar o carro da loja já faz com que ele perca boa parte de seu valor. 

Por se tratar do primeiro carro, presume-se que não há muita experiência ao volante e que possivelmente o carro venha a sofrer alguns arranhões inicialmente. Neste caso, pode não ser recomendado apostar em um carro novo. 

Seminovo: é o carro que teve apenas um dono e menos de três anos de uso. O preço e o bom estado do veículo são os pontos positivos. Alguns ainda estão até na garantia. 

Leia também: 5 Carros seminovos de até R$ 30 mil reais

Um dos pontos negativos é que já é um carro usado por outra pessoa, podendo ter alguns danos escondidos. E apesar da desvalorização ser menor que a de um modelo novo, ela ainda é maior do que a de um modelo com mais anos de uso. 

  • Usado: o valor e a desvalorização são menores que os de um modelo 0 km e um seminovo, mas um modelo usado tem mais marcas de uso, peças mais desgastadas e mais chances de apresentar problemas ou necessidade de troca de componentes, dependendo da quilometragem.
  • No entanto, com uma boa pesquisa, é possível achar boas opções de usados, e que são uma boa escolha para quem procura o primeiro carro.
  • Confira o valor do seu carro na Tabela Fipe

2. Defina o orçamento

Um dos primeiros pontos que devem ser definidos antes de comprar o primeiro carro (ou o décimo) é o orçamento. Muitos consumidores ficam frustrados por encontrarem o carro ideal, mas não poderem pagar por ele. Outros deixam de conhecer opções interessantes por não informarem um valor para o vendedor.

Também é importante respeitar o teto estabelecido. A exceção fica apenas para casos em que a oferta valha muito a pena, ou em que o comprador tenha reservas para subir o orçamento sem perder o controle financeiro.

Leia também: 5 Melhores carros usados de até R$ 20 mil

Outro ponto que merece atenção é a forma de pagamento. Caso não seja possível ou desejável pagar à vista, é necessário ter um teto não apenas para o valor total, mas para as parcelas de um eventual financiamento. 

Quem pretende financiar o valor do carro, aliás, deve pensar muito bem no valor e na duração das parcelas. Afinal, depois da compra, o carro acarretará outros custos, como combustível, seguro e manutenção. Também não esqueça de cotar o financiamento com diferentes bancos para escolher a melhor taxa de juros. 

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3. Não financie o valor total

Faz parte do planejamento do orçamento reservar ou juntar uma quantia para dar de entrada. Quanto maior a entrada, menores são as taxas de juros. Por isso, muitos especialistas indicam uma entrada de pelo 30% do valor para obter condições mais atraentes. 

Outro fator que impacta também é o período de financiamento. Quanto menos parcelas, mais vantagens. Mas também não é indicado apertar o orçamento a ponto de não conseguir honrar o compromisso. Nesses casos, o ideal é esperar mais um pouco ou arcar com juros maiores para parcelar em mais vezes.  

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4. Custos depois da compra

Os gastos depois da aquisição do carro também importam. Há modelos de marcas de luxo mais antigos sendo ofertados por valores realmente interessantes e até abaixo de veículos premium ou populares do mesmo ano.

Mas esses carrões sendo vendidos por valores tão atraentes têm um custo de manutenção absurdo. Até um simples farol quebrado pode custar metade do valor pago na compra do que parecia ser um verdadeiro “achado”. 

Outro fator que é preciso ser observado é o consumo de combustível, pois isso pode pesar muito mensalmente.

O mesmo vale para seguro, IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e revisões.

E se tratando do primeiro carro, muitos esquecem de colocar na conta os custos com estacionamento. É… Carro é quase uma segunda casa. 

Confira o valor do seu carro na Tabela Fipe

5. Liste as necessidades

Depois de definir o orçamento e planejar a forma de pagamento, chegou a hora de listar as suas necessidades e as principais coisas que você deseja em um carro. Mas saiba que esse é um momento tão racional quanto o de definir o orçamento. 

Quem tem uma família com filhos adolescentes ou adultos, por exemplo, deve optar por um carro mais espaçoso. Assim como quem viaja muito ou trabalha como motorista de aplicativo deve priorizar um amplo porta-malas. 

Os que não querem gastar muito com combustível precisam procurar carros mais econômicos, que consequentemente acabam sendo os menos potentes, a não ser que sejam turbinados ou híbridos.

Já os motoristas que gostam de um carro com motor mais “nervoso” e pegada esportiva esportiva devem estar preparado para gastar mais, tanto na aquisição como no seguro e com combustível. A propósito, é mais difícil encontrar carros esportivos em bom estado, devido às características de uso.

Outro ponto que ajuda quem não sabe muitas coisas sobre o assunto é entender as principais características de cada categoria de carro. 

Após escolher a categoria que mais se encaixa a sua lista, é hora de começar a fazer pesquisas mais direcionadas, como: sedans com maiores porta-malas, melhores carros com motor turbo, SUVs de até R$ 50 mil, carros automáticos de R$ 70 mil etc. 

6. Pesquise online

Orçamento estabelecido, necessidades listadas e já sabendo quais são os melhores carros que se encaixam dentro de tudo isso, é hora de pesquisar o modelo. 

Graças à tecnologia, não é preciso mais sair de loja em loja ou comprando todos os classificados de automóveis nas bancas de jornal. Há diversos portais de anúncios de carros online. O site da Mobiauto, por exemplo, conta com quase 150 mil carros anunciados. 

Basta selecionar marca, modelo e região para visualizar as centenas de ofertas, ver imagens do carro e informações mais relevantes do veículo. Depois é só entrar em contato com o vendedor, enviando uma mensagem pelo próprio site ou ligando para a loja. 

O classificado de carros online da Mobiauto também conta com muitos filtros, o que facilita a busca pelo carro ideal. É possível escolher modelos por limite de quilometragem, cor da carroceria, ano-modelo, final da placa, tipo de câmbio, equipamentos e preço. 

7. Visite lojas diferentes

Com a facilidade de encontrar os melhores carros pela internet e fazer quase todo o contato a distância, não é mais necessário visitar todas as lojas do seu bairro. Mas, das ofertas que mais te atraírem, escolha três lojas para visitar. Assim é possível comparar o estado do veículo, as condições de pagamento e até mesmo atendimento.

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8. Faça o test-drive 

Existem pessoas que se denominam “práticas”, e compram o carro sem sequer sentar no banco do motorista. Não faça isso: opte pelo test-drive para conhecer o carro em movimentom e escolha pelo menos dois modelos diferentes para isso. 

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Fique atento ao dirigir: analise se o veículo em questão não é alto ou baixo demais para você, se a posição de dirigir agrada, se a visibilidade é boa, se balança muito e se tudo está funcionando bem. Depois, sente-se no banco de trás e veja se o espaço é confortável.

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Essa dica vele principalmente para aqueles que têm filhos. Acredite, você não vai querer um adolescente reclamando o tempo todo que o seu carro novo tem o banco muito duro, ou pouco espaço para as pernas, ou que a cabeça dele bate no teto toda hora. 

Aproveite para notar se não há nenhum dano no carro, como batidas, arranhões, nuances de tonalidade dentro ou fora da cabine e, inclusive, o estado do pneu. Esses detalhes podem render despesas inesperadas logo após a compra. 

E se estiver convencido de que aquele é o carro que você quer levar para casa, exija antes o laudo cautelar, pois é ele que valida a originalidade do carro, assim como a procedência e o estado das peças. 

9. Quilometragem 

Se a sua busca for por um carro usado, dê preferência para carros com menor quilometragem. É claro que isso influencia no valor. Quanto mais baixa a quilometragem, mas alto o preço. Mas, muitas vezes, vale a pena pagar um pouco a mais por um carro que rodou muito menos. 

Carros com menos de 100 mil km rodados costumam ser as melhores opções, pois o modelo provavelmente estará mais bem conservado, tanto por fora quanto sob o capô. Os custos com manutenção também costumam diminuir nesses casos, assim como a necessidade de troca de alguma peça.

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10. Loja vs pessoa física

Ambos têm suas vantagens e desvantagens. Ao comprar o carro diretamente de uma pessoa física, o preço costuma ser mais atraente. Mas há mais chances de cair em um golpe, pois o veículo não vem com nenhuma garantia e, feita a transferência, fica tudo por sua conta e risco. 

Já ao comprar o carro em uma loja ou concessionária, o valor é um pouco mais alto, por conta dos custos do espaço e funcionários (mas lembre-se que é possível negociar). A grande vantagem é que a maioria das lojas oferece garantia de um ano mesmo para carros usados, além de você não correr riscos de golpe.

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Mas lembre-se: mesmo ao comprar um carro de uma loja, é necessário ficar atento ao estado do veículo para não ter dores de cabeça. Afinal, dificilmente o vendedor vai te contar defeitos do veículo se você não perceber ou perguntar. Por isso, aqui também o laudo cautelar é indispensável.

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Fake news do hodômetro: como escapar de carro com quilometragem adulterada

Mauro Souza/Quatro Rodas

A desconfiança é comum no mercado de usados. E costuma recair naqueles seis dígitos no quadro de instrumentos. Então vem a dúvida: a quilometragem exibida no hodômetro é real ou fake news?

Para ter certeza do crime (está previsto no Artigo 171 do Código Penal), precisaríamos de um equipamento que se conectasse à central eletrônica, como as concessionárias têm.

Mas você pode ter uma ideia só com a inspeção visual. Afinal, com os hodômetros digitais ficou mais fácil burlar esses números – no analógico, era preciso desmontar a peça.

Estima-se que três em cada dez usados à venda tenham quilometragem falsa. Veja, então, como fugir desses seminovos “pouco rodados”.

Faça as contas

O brasileiro roda em média 15.000 km por ano. Na nota fiscal, confira a data da compra do carro quando zero-km e faça a conta. Se estiver muito abaixo dessa média, investigue. 

Mas lembre que motoristas de aplicativos rodam cerca de 10.000 km por mês.

“É uma média nacional e, claro, há casos em que se roda mais ou menos. Mas tudo que foge muito disso já é passível de desconfiança”, explica Bruno Daibert, dono da Peritos Automotivos, que faz avaliação e vistoria de compra e venda de carros em diferentes estados.

Revisões

É quase praxe os fabricantes indicarem as revisões obrigatórias a cada 10.000 km ou um ano. Então, confira o registro das manutenções que vêm com o Manual do Proprietário.

Se ele já fez três revisões e o hodômetro aponta 15.000 km, há algo errado.

Na concessionária

Se o vendedor alegar que perdeu o registro das revisões, faça amizade com alguém da concessionária da mesma marca.

Isso porque a rede autorizada é interligada e, pelo número do chassi, é possível checar o histórico de manutenção: data, qual loja, o que foi trocado etc.

“O concessionário acessa quantas revisões foram feitas, pois os dados são integrados. Pelo chassi, ele checa as revisões e faz uma média de quanto o modelo rodou”, diz o engenheiro Erwin Franieck, da SAE Brasil.

Silvio Goia/Quatro Rodas

Pneus

É um termômetro do usado. Bateu o olho no pneu, é fácil avaliar o tempo de rodagem do automóvel. Pneus originais duram em média até 30.000 km. Importante descobrir quais eram os pneus que equipavam o modelo quando zero-km.

“Olhe a data dos pneus e cheque se são os originais ou  se foram trocados. Se um carro registrar 20.000 km, mas já trocou pneu, é motivo de questionamento”, diz Daibert.

Na cabine

Dê aquela conferida em partes muito gastas no interior. Carros com 20.000 ou 30.000 km rodados não podem apresentar desgaste em certas peças.

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Volante e alavanca descascados, bancos com tecido puído e soleiras e pedais surrados podem ser indícios de que o veículo é muito rodado.

Olho no carona

Pergunte sobre o cotidiano do dono do carro. Se for solteiro ou casado com um só filho e falar que roda sozinho, fique atento ao estado dos apoiadores de braço e assentos do carona e ao banco traseiro.

Se estiverem desgastados como o do motorista, podem indicar carro utilizado para o trabalho ou que roda por aplicativo, que costuma ter um entra e sai constante.

Sob o capô

No motor, verifique as mangueiras e borrachas aparentes. Caso estejam esbranquiçadas, com fissuras e muito desgastadas, abra o olho: são sinais de que o automóvel já rodou bastante.

Fernando Pires/Quatro Rodas

Mecânico amigo

Se tiver um mecânico de confiança, peça para pôr o carro no elevador. O bom profissional vai lhe dar os alertas, mas até você pode fazer a inspeção visual.

Bucha da suspensão, correia, pastilha de freios e parte do escapamento devem ter desgaste compatível com o que o carro rodou.

“O escapamento como um todo não apresenta uma mudança muito grande. Mas as conexões da peça, com o tempo, acumulam muito mais detrito e sujeira. E ninguém consegue lavar bem essas partes do veículo”, sugere Franieck.

Portas

O simples abrir e fechar das portas indica desgaste acentuado. Veja se há folga de portas e maçanetas, e se é preciso força para fechar bem a porta.

“Na dobradiça, com a porta aberta, veja o ferro onde o dente da trava encaixa. A cada abertura e fechamento, a peça vai ficando marcada. Dá para ver se o metal está desgastado demais, o que pode indicar veículo muito usado”, observa Franieck.

Itens elétricos

Verifique você mesmo os principais comandos elétricos: travas das portas, vidros e retrovisores. São itens que começam a apresentar falhas de funcionamento após os 60.000 km.

Test-drive

Ao volante, veja se a direção e o câmbio apresentam folgas. Passe por trechos de paralelepípedos e lombadas para ver se a suspensão faz barulhos ou dá fim de curso. Verifique também se os pedais estão baixos demais. São sintomas de veículos com quilometragem alta e falta de manutenção.

Histórico e vistoria

Há vários sites que levantam a procedência do usado. Com a nota fiscal de compra do veículo, dá para saber o histórico do modelo. Inclusive se já sofreu sinistro ou pertenceu a locadora ou frota.

Existem também empresas especializadas em vistoria cautelar. É um serviço feito por peritos treinados que custam de R$ 200 a R$ 500. Eles fazem uma pesquisa detalhada e emitem um laudo.

Verificam não só o estado de conservação e se a quilometragem confere como informam procedência, histórico, registro de sinistros, se é carro de leilão e até se foi adulterado ou clonado.

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