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Vendo Toyota Rav4 2.0 4×4 16v Aut. 2014 Recife – PE | VRUM-3064131

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  • ANO 2014 / 2014
  • CORBranco
  • PORTAS4
  • Conservação: Usado
  • Combustível: Gasolina
  • Final da placa: Não informado
  • Motor: 2.0
  • Transmissão: Automático

Mais informações

Top, U.dono, extra zero. Dvd com USB e iPHONE e viva voz, com garantia: 2 anos de fábrica. Fone: 81 99336-2222. Direto com o dono.

Características do veículo

  • Alarme
  • Alarme
  • Alarme
  • Ar condicionado
  • Ar condicionado
  • Bancos de Couro
  • Bancos de Couro
  • CD Player
  • CD Player
  • Direção Hidráulica
  • Direção Hidráulica
  • DVD
  • DVD
  • Rodas de Liga Leve
  • Rodas de liga leve
  • Trava elétrica
  • Vidro Elétrico

Preço médio FIPE

90.205,00

Preço médio VRUM

84.226,15

Maior preço: 120.000,00

Menor preço: 72.900,00

Peru de carro: o que você precisa saber para planejar sua viagem

Atualizado em 23 de julho de 2020

Há alguns anos, ouvi falar da opção de viajar para o Peru de carro e, durante a minha visita a Rio Branco, aproveitei para verificar informações, preços, e para ouvir as histórias de quem fez esse trajeto pelas belas estradas que nos levam até Cusco, ponto de partida para Machu Picchu.

Eu já falei que o Peru é  um dos países mais fantásticos  e surpreendentes que já conheci. A cultura e as paisagens que conciliam o deserto, as montanhas e a floresta amazônica fazem desse cantinho da América Latina um empolgante destino, e um dos países mais ricos em biodiversidade de todo o planeta.

O roteiro da viagem

Quem vai nos acompanhar nessa viagem é o servidor público Antonio Oliveira Neto. Ele já fez o percurso entre Rio Branco e Cusco três vezes, e é ele quem vai nos conduzir até o Peru de carro.

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Para começar, Antonio apresenta três motivos que vão lhe impulsionar a planejar a sua viagem ao Peru de carro: essa é uma das opções mais baratas para conhecer o país vizinho, a paisagem ao longo do trajeto é fantástica e, somente de carro, você passa pelo Pico Abra Pirhuayani, a 4.725 metros de altitude.

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A viagem começa pela rodovia Interoceânica, em Rio Branco, capital do Acre. Também chamada de Estrada do Pacífico, ela nasceu com o objetivo de unir os oceanos Atlântico e Pacífico.

Depois de 40 anos de sonho e planejamento, a rodovia está pronta, mas ainda é muito pouco divulgada e explorada. A obra custou R$ 2 bilhões, demorou cinco anos e foi conduzida por um consórcio de empresas peruanas e brasileiras que, agora, começam a investir em novos negócios turísticos e comerciais.

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Condições da estrada

O trecho da Interoceânica que fica no território brasileiro começa na BR-364, em Porto Velho, no estado de Rondônia, e é identificado como BR-317. Ela passa por Rio Branco e vai até a fronteira com o Peru e com a Bolívia.

No Peru, a estrada é chamada de Carretera Interoceanica. Aqui, ela se divide em duas: um braço segue pela rodovia PE-030, até Nazca, passando por Cusco, e a outra rota segue em direção ao Sul, se subdividindo em duas, na região próxima ao Lago Titicaca.

Antonio orienta que, para a viagem não ficar muito cansativa, o ideal é fazer o trajeto Rio Branco a Cusco em dois dias, pernoitando em Puerto Maldonado, uma cidade pequena que serve mesmo como um ponto de descanso. Para facilitar a sua vida na hora de escolher um lugar para dormir em Puerto Maldonado, eu fiz uma lista com as melhores opções e hotel da cidade.

“De Rio Branco a Assis Brasil, na fronteira com Iñapari, são aproximadamente 330 quilômetros de estrada asfaltada, porém mal conservada. A partir da fronteira, são 230 quilômetros até Puerto Maldonado e depois, mais 474 quilômetros até Cusco.

O trecho peruano está em ótimo estado e é muito bem sinalizado. A conservação só é possível porque existem quatro postos de pedágios nesse percurso. Na semana passada, última vez que fui, o valor cobrado para cada pedágio era de PEN 5,10”, explica.

O viajante ainda alerta para que o condutor tenha atenção no trecho entre Iñapari e Puerto Maldonado, devido ao limite de velocidade ser de 60 km/h. Além disso, segundo ele, existem algumas lombadas ao longo do trajeto e muitos animais cruzam a pista, o que pode causar acidentes. Uma boa dica é viajar durante o dia.

Cuidados com a saúde

Em Puerto Maldonado, você pode – e deve – comprar o Gravol, o remédio para o mal de altitude, que é vendido normalmente em farmácias.

Compre também a folha de coca, que você deve mascar para evitar tontura, mal-estar, falta de ar e sono.

A folha pode ser encontrada no mercado municipal da cidade, mas não abuse da erva, pois ela pode causar taquicardia quando consumida em excesso.

Em boa parte da Interoceânica você será acompanhado por paisagens de tirar o fôlego, como conta o servidor público. Ao longo desse sinuoso trajeto, não deixe de observar alguns marcos que ele considera essenciais, como a Puente Iñambari, que divide a Carretera Interoceanica em duas.

Atravessando a ponte, na via da direita, você chegará a Urcos e a Cusco. Seguindo reto, você chegará a Juliaca e a Puno, regiões próximas ao Lago Titicaca”, orienta.

Na região do Pico Abra Pirhuayani, como falamos anteriormente, você pode encontrar neve acumulada na pista, depende da época do ano. Já no Pico Abra Cuyni, a 4.185 metros de altitude, a suaúnica preocupação será observar a paisagem exuberante da Cordilheira dos Andes.

Carros Toyota Hilux em Pernambuco cor Branco com final da placa 9,0
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Cruzando a Fronteira

Na fronteira, a fiscalização é precária. Brasileiros e peruanos vão e vêm de qualquer maneira, a qualquer hora. Raramente alguém vigia quem entra ou sai. O expediente da Polícia Federal brasileira vai somente até às 20h, mas a fronteira continua aberta a noite inteira.

Documentos indispensáveis

Para entrar no Peru de carro, a Constância Consular poderá ser exigida. Este documento é uma autorização para brasileiros trafegarem em território peruano com um veículo cujo documento não esteja em nome do motorista ou de um dos passageiros, ou seja, caso o veículo seja de uma empresa, emprestado, financiado por leasing, de consórcio ou de CDC.

A Constância Consular é expedida pela Embaixada ou pelos Consulados do Peru no Brasil e é exigido no momento de entrada no país. Isso significa que, sem ele, você não cruza a fronteira.

 Para solicitar a declaração, você deve apresentar cópias do documento do veículo, dos documentos pessoais do proprietário do carro e de quem será o condutor durante a viagem.

O prazo para emissão da Declaração Consular é de, aproximadamente, dois dias.

Estão aptos para emitir a Constância Consular a Embaixada do Peru em Brasília e os Consulados Gerais do Peru no Brasil localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Branco e Manaus. Também dá para fazer o pedido na fronteira, em Iñapari.

Outros documentos

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) permite que brasileiros dirijam no Peru por até seis meses depois da data de entrada no país. Cumprido esse período, você deve trocar a CNH pela carteira de habilitação peruana.

Para circular no Peru de carro, o governo exige a contratação do Seguro Obrigatório Contra Acidentes de Trânsito (SOAT), caso o seu veículo não tenha um seguro internacional com cobertura de danos a terceiros. Para automóveis de passeio, esse seguro custa em torno de USD 8.

Vale lembrar que a CNH não é válida como documento de identificação. Por isso, você precisará da sua carteira de identidade, desde que ela esteja em bom estado e que tenha sido emitida há menos de dez anos, ou do passaporte, com pelo menos seis meses de validade.

Crianças, independente da idade, também devem apresentar a carteira de identidade ou o passaporte. A certidão de nascimento não é válida para cruzar a fronteira. Leia outras informações oficiais sobre documentação no portal do Mercosul.

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Outras dicas para viajar ao Peru de carro

Câmbio

Nas vezes que foi ao Peru de carro, Antonio achou mais vantajoso trocar o nosso real pelo Nuevo Sol (PEN) peruano na fronteira, já na cidade de Iñapari. “É uma transação segura e se você não utilizar todo o dinheiro trocado na ida, os cambistas trocam por reais no retorno. Aqui você vai perder alguns centavos, mas é o melhor negócio encontrado”, conta.

Cuidados

Antonio sugere utilizar veículos com motor 1.6 ou superiores, devido aos longos trechos de subida. Além disso, ele lembra que existem trechos sinuosos e que exigem bastante atenção. Entretanto, há relatos de pessoas que fizeram a viagem em veículos 1.0 sem qualquer problema.

Combustível

O gasto estimado para o trajeto é de dois tanques para a ida e dois para a volta. Em todo o percurso é fácil encontrar postos de combustível.

Bônus

Ao viajar pelo Peru de carro você pode visitar o interior do país, e isso lhe dará a chance de vivenciar a realidade de pequenos povoados e explorar algumas das áreas que não foram transformadas pelo turismo.

Veja todos os postos do Peru

Toyota Hilux 2021 ganha novo visual; veja como ficou o modelo

A Toyota Hilux 2021 renovada foi apresentada na Europa nesta quinta-feira (4). Apesar de manter a sua conhecida identidade, a picape ganhou um visual repaginado. Em lançamento mundial que aconteceu também na Tailândia, sua variante SUV, a SW4, também foi atualizada.

A montadora ainda não revelou quando a renovação chegará ao Brasil. O modelo passou também por aprimoramento mecânico nesta atualização.

Entre as novidades, estão o inédito motor 2.8 diesel da montadora japonesa e nova central multimídia. A fabricante também disse que fez melhorias na suspensão e na direção hidráulica do modelo.

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Traseira da nova Toyota Hilux — Foto: Divulgação

Traseira da nova Toyota Hilux — Foto: Divulgação

Movido a diesel, ele rende 204 cavalos de potência e leva a picape de 0 a 100 km/h em 10 segundos — com o antigo 2.4, o modelo alcança a velocidade em 12,8 segundos. De acordo com a Toyota, o novo motor melhorou o desempenho da picape no asfalto e na terra.

O torque máximo agora é de 51 kgfm, e o modelo pode sair de fábrica equipado com câmbio de 6 marchas, manual ou automático, e sempre equipada com tração nas quatro rodas.

Chamado de Fortuner na Tailândia, o SW4 também foi renovado. Ele ganhou alterações mecânicas, como a picape, e sua própria renovação de visual.

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Toyota SW4 foi reestilizado na Tailândia — Foto: Divulgação

Toyota SW4 foi reestilizado na Tailândia — Foto: Divulgação

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Dianteira da Toyota Hilux 2019 — Foto: Divulgação

Dianteira da Toyota Hilux 2019 — Foto: Divulgação

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Toyota Hilux 2021 apresentada nesta quinta-feira (4), na Europa — Foto: DIvulgação

Toyota Hilux 2021 apresentada nesta quinta-feira (4), na Europa — Foto: DIvulgação

Novo desenho na dianteira

Com o novo visual na frente, a Hilux ficou com uma aparência mais moderna e sóbria. Uma nova grade, de formato trapezoidal, e moldura escura passa mais robustez do que a versão antiga.

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Dianteira da Toyota Hilux ganhou novo desenho — Foto: Divulgação

Dianteira da Toyota Hilux ganhou novo desenho — Foto: Divulgação

Os faróis de LED também foram redesenhados, passando a contar com um formato mais reto. Suas rodas de 18 polegadas foram redesenhadas, assim como a traseira. Apesar de mudar menos que a parte da frente do veículo, ela ganhou novos apliques e o farol tem novos recortes.

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Toyota Hilux foi renovada — Foto: Divulgação

Toyota Hilux foi renovada — Foto: Divulgação

O interior da Hilux também foi redesenhado nesta atualização. A central multimídia é nova, com 8 polegadas, e recebeu botões mecânicos para, segundo a empresa, melhorar sua operação em todos os tipos de condução.

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Interior da nova Toyota Hilux — Foto: Divulgação

Interior da nova Toyota Hilux — Foto: Divulgação

A Toyota diz que o sistema tem novo software, mais rápido e de melhor resposta que o antigo. Ele tem conectividade com Apple CarPlay e Android Auto.

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Central multimídia da Toyota Hilux — Foto: Divulgação

Central multimídia da Toyota Hilux — Foto: Divulgação

Saiba como é andar na nova picape Fiat Strada

Carros Toyota Hilux em Pernambuco cor Branco com final da placa 9,0

Fiat Strada muda depois de 2 décadas; G1 testou a nova picape

10 perguntas e respostas sobre as placas novas

O Rio de Janeiro foi o primeiro Estado brasileiro a adotar, desde a semana passada, o novo padrão de emplacamento de veículos, criado para todos os países do Mercosul. Ele começou a vigorar no Uruguai em 2015 e na Argentina no ano seguinte.

No Brasil, depois de sucessivos adiamentos, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estipulou o dia 1° de dezembro de 2018 como data limite para que os Detrans dos outros 25 estados e do Distrito Federal passem a fazer o emplacamento no noso padrão.

Veja aqui tudo o que você precisa saber sobre as novas placas.

1) Quando as novas placas começam a ser expedidas em São Paulo?

Os 27 Detrans do País estão em processo de homologação de sistemas para a introdução do novo modelo de placa desde o dia 1º de agosto.

Assim que concluírem a tarefa, começarão a operar, como fez o Rio de Janeiro. Minas Gerais, Goiás, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Rondônia e Acre já estão adiantados nesse processo.

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O Detran paulista ainda não sabe se conseguirá expedir as novas placas antes do fim do prazo.

2) A migração para o padrão Mercosul é obrigatória? Terei de mudar a placa atual do meu carro?

A partir da introdução do padrão Mercosul pelo Detran de cada Estado, todos os carros novos ali emplacados passarão a receber apenas a placa nova. Para o veículo usado, a mudança só será obrigatória quando ele tiver sua propriedade transferida para um novo dono.

Ou, ainda, em caso de transferência de município pelo mesmo proprietário (já que a nova localidade constará do código de barras estampado na placa, exigindo a confecção de uma nova peça).

Antes de ocorrer uma dessas situações, o proprietário do veículo só atualizará a placa se assim desejar.

3) Uma das duas placas do meu carro caiu ou foi danificada. A outra continua em bom estado. Poderei expedir uma placa no formato antigo para repor a perdida?

Não. Será obrigatório migrar para o novo modelo, mesmo se você não estiver transferindo a propriedade do veículo. Por isso, se seu carro está nessa situação e você não faz questão de colocar a placa Mercosul, aproveite para repor a chapa no padrão antigo enquanto é tempo. Com a adoção do novo sistema, a expedição das placas antigas será descontinuada.

4) Os sete caracteres que compõem a nova placa têm uma distribuição ordenada entre letras e números ou ela é totalmente aleatória?

Enquanto o modelo antigo era do tipo LLL-NNNN, em que L é letra e N é número, a configuração adotada pelo Brasil da nova placa Mercosul é LLL-NLNN.

Muito parecida com a anterior, com a diferença de que o caractere na quinta posição passa a ser uma letra e não um número.

Já a Argentina segue o padrão LL-NNN-LL, enquanto no Uruguai os sete caracteres da placa Mercosul estão organizados em LLL-NNNN.

5) No sistema atual, o Denatran distribui intervalos de sequências de letras entre os diversos Estados brasileiros. Por exemplo: as de São Paulo vão de BFA a GKI, as do Paraná começam em AAA e terminam em BEZ e as fluminenses (anteriores ao padrão Mercosul) ficavam entre KMF e LVE. Com isso, a placa hoje permite identificar a origem do veículo, pois aponta onde ele foi emplacado pela primeira vez. Isso vai continuar?

Sim. As séries das placas Mercosul continuarão sendo distribuídas pelo Denatran para os diferentes Estados, da mesma forma como ocorre hoje. No Rio de Janeiro, as primeiras placas que estão sendo confeccionadas dentro do novo padrão, para os veículos novos, começam com as letras “RIO”. Essa combinação, que tem o limite de 27 mil placas, é exclusiva para os fluminenses.

6) O comprador do veículo novo pode escolher combinações alfanuméricas de sua preferência? Ou, pelo menos, o algarismo final da placa, para se ajustar aos dias de rodízio municipal?

Provavelmente sim, como já ocorre atualmente (hoje, a escolha apenas do final da placa não tem custo; já a personalização, que é a escolha da sequência inteira, hoje custa R$ 99,51 no Detran-SP.) Mas a combinação terá de respeitar o padrão LLL-NLNN e a sequência das três primeiras letras será necessariamente dentro da sequência que for atribuída pelo Denatran ao Estado de São Paulo.

7) O uso de uma cor de placa para cada categoria continua?

Sim, mas a diferenciação por cor será feita de outra maneira. No sistema novo, todas as placas serão brancas. O que muda é a cor das letras e números.

A cor preta continuará sendo usada por carros de passeio e a vermelha, para veículos comerciais. O verde será a cor dos veículos de teste, como já ocorre hoje. O azul será dos carros oficiais e o amarelo, dos diplomáticos.

Já os carros antigos de coleção, que hoje ostentam placas pretas, passarão a ter placas brancas com caracteres prateados.

8) Qual é o ganho que as novas placas proporcionam em termos de segurança?

As novas placas contêm um QR Code (código de barras bidimensional) e, futuramente, também terão um chip. Esses dispositivos informam o modelo, a data de fabricação e número de série de cada carro.

Ao conferir esses dados, o órgão de trânsito poderá saber se aquele veículo está regular ou se trata de um clone. Além disso, a marca d’água dificulta falsificações e fraudes.

Outra vantagem das novas placas é permitir o rastreamento do veículo pela polícia, com a ajuda de um aplicativo que será fornecido pelo Denatran.

9) A placa Mercosul custará mais caro que a atual?

Não necessariamente. No Rio de Janeiro, não houve reajuste no valor de fabricação de cada placa, que lá é de R$ 219,35. O Detran-SP ainda não definiu se em São Paulo o preço praticado atualmente, de R$ 128,68, vai mudar com a chegada do novo padrão. O tamanho das placas Mercosul é o mesmo das atuais: 40 cm de largura por 13 cm de altura.

10) Se meu carro for transferido para um país vizinho do Mercosul, que também adotou o novo sistema, ele poderá preservar a combinação de letras e números que recebeu no Brasil?

Não. Nesse caso, será feita a baixa da placa brasileira junto ao Detran, com anotação no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), e as duas placas em uso serão inutilizadas. No outro país, o veículo receberá uma nova combinação alfanumérica, conforme o padrão adotado ali.

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