Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a Flex

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

A Mitsubishi lança oficialmente nesta quarta-feira (27) o Outlander 2016, que chega ao Brasil importado, mas está a caminho de se tornar o próximo modelo nacional a ser feito na fábrica de Catalão (GO).

O crossover reestilizado apareceu pela primeira vez em abril, no Salão de Nova York, e menos de 2 meses depois já desembarca nas concessionárias brasileiras, com preços entre R$ 114.990 (2.0) e R$ 173.990 (2.2 turbodiesel), antes mesmo de ser vendidos nos Estados Unidos.

Entre as novidades estão a frente com grade cromada e desenho moderno, que deve ser usada em outros modelos da marca, e o motor 2.2 turbodiesel, que passa a equipar a versão topo de linha, embora não seja o mais potente da gama – posto que segue com o V6 de 3.0.

Além disso, todas as versões do Outlander passam a ter teto solar, rodas de liga leve de 18 polegadas, luzes de LED na traseira e retrovisor interno eletrocrômico, que evitam ofuscamento com luzes durante a noite.

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a Flex

Versões e preços

Outlander 2.0 4×2 – R$ 114.990 Motor: 2.

0 16V (160 cv)Câmbio: automática CVT com 6 marchasItens de série: espelhos retrovisores externos elétricos com rebatimento, faróis de neblina, rack e teto-solar, ar-condicionado digital, banco do motorista com ajuste elétrico, bancos dianteiros com aquecimento, revestimento em couro, volante multifuncional com aletas, direção elétrica, piloto automático, sensor de chuva e de luz, multimídia com CD/MP3/DVD, Mini SD-Card, Bluetooth e USB, trio elétrico, rodas de 18 polegadas, airbag frontal, lateral, de cortina e para o joelho do motorista.

Outlander GT 3.0 4×4 – R$ 141.990 Motor: 3.0 V6 (240 cv)Câmbio: automático sequencial de 6 marchasItens de série: acrescenta à lista do 2.0 ar-condicionado digital de 2 zonas, navegação por GPS no sistema multimídia, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa e de freio, tração 4×4 com 3 modos de operação.

Outlander GT 3.0 Full Techonology 4×4 – R$ 151.990 Motor: 3.0 V6 (240 cv)Câmbio: automático sequencial de 6 marchasItens de série: acrescenta à lista do 3.

0 faróis em LED com lavador e regulagem automática de altura, maçanetas cromadas, bancos traseiros deslizantes, sensor de estacionamento, tampa do porta-malas com abertura e fechamento eletrônicos, controle de cruzeiro adaptativo, câmera de ré, frenagem automática para colisões dianteiras até 30 km/h e aviso de mudança não intencional de faixa.

Outlander 2.2 Diesel 4×4 – R$ 173.990 Motor: 2.2 turbodiesel (165 cv)Câmbio: automático sequencial de 6 marchasItens de série: os mesmos da versão GT 3.0 Full Techonology

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

Mudanças Segundo a Mitsubishi, foram mais de 100 melhorias em engenharia e design. Além das grandes mudanças visuais, o Outlander também passou por uma reforma geral na parte mecânica, com aumento na rigidez estrutural do chassi e da suspensão e reforço no isolamento acústico.

Mas a grande novidade para o mercado brasileiro é o motor turbodiesel 2.2, que aparece pela primeira vez na linha nacional. Com 4 cilindros em linha, 16 válvulas, injeção direta, turbocompressor e intercooler, o propulsor desenvolve torque de 36,7 kgfm entre 1.500 e 2.750 rpm.

Na prática, ele oferece mais torque que o V6, de 31 kgfm, ou seja, é mais fácil de sair e tem maior capacidade de tração, em uma faixa útil de rotação mais baixa. A potência máxima de 165 cv é atingida a 3.500 rpm, enquanto o V6 desenvolve 240 cv a 6.250 rpm.

São características bastante diferentes, que ampliam o leque para o Outlander, uma opção para quem prefere um crossover esportivo ou para quem gosta mais de um utilitário com maior capacidade de carga. O G1 testou a versão a diesel no interior de São Paulo, a convite da Mitsubishi.

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

Impressões O interior do Outlander topo de linha é bastante agradável, principalmente pelo espaço e pelos itens de conforto – possui até aquecimento dos bancos dianteiros, embora seja pouco útil para o Brasil. Partida por botão e ajuste eletrônico do banco dão uma sensação de luxo, que está de acordo com os R$ 173.900 sugeridos pelo modelo.

Ao ligar o motor, o ronco invade a cabine, mas a intensidade não é tão maior que um similar a gasolina, o que evidencia um bom trabalho para redução de ruídos. Na estrada, os 165 cavalos são suficientes para boas retomadas, auxiliadas pela transmissão automática competente e pelas borboletas para troca sequencial no volante.

Para a Mitsubishi, o Outlander é um crossover, não tão preparado para situações fora do asfalto como Pajero ou L200. No entanto, o motor a diesel com bom torque, aliado ao sistema de tração 4WD, dão mais características estradeiras do que o 3.0 V6.

A suspensão independente na traseira e dianteira absorve bem as irregularidades e deixa a viagem confortável, inclusive para os passageiros traseiros, que desfrutam de amplo espaço para as pernas. O sistema multimídia é completo, mas fica abaixo da concorrência nos quesitos praticidade e precisão do GPS.

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

Produção nacional De acordo com Reinaldo Muratori, diretor de engenharia, a Mitsubishi estuda nacionalizar o crossover com até 7 lugares e deve bater o martelo em no máximo 2 meses. A partir daí, a fábrica de Catalão (GO) precisa de cerca de 18 meses para se adaptar e começar a produção, ou seja, só em 2017.

A unidade produtiva já chegou a entregar mais de 210 carros por dia, mas atualmente apenas 150 saem diariamente, devido à queda nas vendas do mercado em geral e também ao fim da produção do Pajero TR4 no final do ano passado.

A Suzuki, que é representada pelo mesmo grupo no Brasil, transferiu recentemente a produção de Itumbiara para Catalão, com objetivo de reduzir custos. Mesmo assim, há capacidade de sobra na unidade produtiva, que ganhou uma nova área de pintura e pode fazer até 100 mil carros ao ano.

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

Vendas A Mitsubishi espera emplacar cerca de 800 unidades do Outlander por mês no Brasil – um acréscimo de mais de 50% em relação às 500 unidades mensais registradas de janeiro a abril. A versão de entrada, com motor 2.0, deve representar metade das vendas do Outlander, de acordo com Reinaldo Muratori.

A outra metade se dividirá em 30% do 3.0 V6 e 20% da novidade a diesel, conforme as previsões. O número de unidades é limitado pela cota de importação sem acréscimo de imposto dentro do regime Inovar-Auto. Além do Outlander, o Pajero Full também é importado, enquanto os demais modelos (ASX, Pajero, Lancer e L200) são feitos no Brasil.

Uma 4ª versão começou a ser vendida neste mês no Brasil: Outlander PHEV. O modelo híbrido, com estilo da versão 2015, é mais cara, com preço sugerido de R$ 198.990, e mira outros concorrentes. Em setembro do ano passado, o G1 publicou as primeiras impressões com o híbrido.

Carros Mitsubishi usados com Volante com regulagem de altura a FlexMitsubishi Outlander 2.2 Turbodiesel 2016 (Foto: Murilo Mattos/Divulgação)

Mitsubishi ASX vira Outlander Sport e ganha visual de Eclipse Cross — GARAGEM 360

A Mitsubishi deu uma repaginada no visual do veterano ASX. Além de atualizar o desenho, que ficou mais parecido com o do Eclipse Cross, o modelo recebeu um novo nome, sendo agora chamado de Outlander Sport. Disponível nas versões GLS, HPE 2WD e HPE AWD, o SUV tem preços a partir de R$ 119.990.

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Mitsubishi Outlander Sport

Apesar das mudanças na linha, o nome ASX segue vivo. O modelo sem reestilização vai seguir como uma opção mais acessível na gama da Mitsubishi. Dessa forma, o ASX será vendido apenas na configuração GLS 4×2 e com preço sugerido de R$ 112.990.

Renovado visualmente, o agora Outlander Sport vai seguir com o mesmo conjunto mecânico. Sob o capô está o motor 2.0 de 170 cv (a 6 mil rpm com etanol) e 23 kgfm de torque (a 4.250 rpm). A transmissão é sempre a automática do tipo CVT e que simula até seis marchas. Há opção de trocas manuais por meio das borboletas no volante.

Por R$ 119.

990, a versão GLS traz de série direção elétrica, ar-condicionado automático, controles de tração e estabilidade, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD (distribuidor eletrônico de frenagem), assistente de emergência (BAS), Brake Override System (BOS – sistema que atua nos pedais durante a frenagem), assistente de partida em rampa, sistema Isofix, ajuste de facho principal dos faróis, vidros elétricos nas quatro portas, travamento automático das portas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, câmera de ré e sistema multimídia da JBL de sete polegadas com Apple CarPlay e Android Auto.

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Mitsubishi Pajero Sport 2021 ganha novo visual; preços começam em R$ 291.990

As versões HPE, que custam R$ 132.990 (4×2) e R$ 138.

990 (4×4), acrescentam a chave presencial e partida por botão, bancos em couro com a opção de pintura bicolor em preto e bege, aquecimento dos bancos dianteiros, ajustes elétricos no assento do motorista, grade frontal prateada com acabamento em preto brilhante, sensores de chuva e crepuscular (farol automático), sete airbags e retrovisores com rebatimento elétrico com seta integrada e desembaçador.

O Outlander Sport pode ser pintado nas cores Azul Baikal perolizado, Branco Fuji perolizado, Cinza Londrino perolizado, Marrom Laterita, Prata Lítio, Vermelho Lucid, Preto Ônix Pearl perolizado e Prata Cool.

Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito Mitsubishi redesenha o ASX, que passa a se chamar Outlander Sport |Foto: Divulgação/Mitsubishi/Leo Sposito

5 SUVs automáticos de 30 mil

Os SUVs e crossovers caíram no gosto dos brasileiros e a única categoria que ainda consegue fazer frente aos utilitários esportivos é a de hatch. Além disso, a procura por câmbio automático também tem aumentado.

Pensando em todos esses fatores, fizemos uma lista com 5 SUVs e crossovers automáticos de até 30 mil. Os modelos que compõem a lista atendem diferentes preferências e necessidades, tem com tração dianteira, 4×4.

Opções com espaço mais compacto, com dimensões mais avantajados.  De marca americana, japonesa e coreana. 

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Ano: 2005
Preço: R$ 29.228

O Toyota RAV4 2005 trata-se da segunda geração do crossover, a quinta e última até o momento foi lançada em 2019. Apesar desse modelo ser de três gerações atrás, ele ainda é uma boa opção nos dias de hoje para quem prioriza um utilitário esportivo robusto, com boa performance e de uma marca que seja referência em produzir veículos de alta qualidade. 

A versão acima conta com motor 2.0 de 150 cavalos e 19,5 kgfm de torque, tração 4×4 e câmbio automático de quatro velocidades.

No que se trata de tamanho, não há espaço de sobra para uma família de adultos, mas se o banco traseiro for ocupado por crianças é possível viajar confortavelmente, afinal, são 2490 mm de entre eixos, 1735 mm de largura, 1715 mm de altura e 400 litros de porta-malas. 

Dentre os itens de série não espere central multimídia ou entrada USB para carregar seu celular. Para tornar longos trajetos mais agradáveis a opção é recorrer ao bom e velho rádio e ligar o ar-condicionado para refrescar. As portas e vidros são elétricos e no que diz respeito a segurança, a lista de itens de série tem airbags frontais, freios ABS e controle de tração.

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2. Hyundai Tucson GL 2.0 Automático

Ano: 2010
Preço: R$ 29.347

A primeira geração chegou ao Brasil em 2005 e caiu no gosto dos brasileiros, tanto que passou a ser produzido em solo nacional alguns anos depois. O Hyundai Tucson GL 2.0 Automático 2010 é uma opção interessante para quem busca um SUV espaçoso, são 2630 mm de entre eixos, 1830 mm de largura, 1730 mm de altura e 528 litros de porta-malas. 

A lista de itens de série oferece o trivial: ar-condicionado, rádio e entrada USB, volante com regulagem de altura, travas elétricas nos vidros e nas portas. Mas deixa a desejar nos itens de segurança, falta freios ABS, controle de tração, distribuição eletrônica de frenagem, pelo menos tem airbags frontais. 

Essa versão conta com motor 2.0 de 143 cavalos e 18,7 kgfm de torque. A caixa de câmbio é automática de quatro marchas com modo manual.

A direção ainda é hidráulica, então se prepare para exercitar mais o braço ao fazer algumas manobras e a tração é apenas dianteira, o que quer dizer que é melhor você manter esse SUV mais no asfalto.

Na estrada ele apresenta boas respostas, é ágil e embala rápido, mas não se empolgue, por não ter freios ABS é preciso ter cuidado dobrado nas frenagens, principalmente na chuva. 

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3. Mitsubishi Pajero TR4 2.0 4×4 Flex Automático

Ano: 2008

Preço: R$ 29.752

O Mitsubishi Pajero TR4 4×4 funciona bem para um casal que gosta de fazer trilhas off road, Ele é um pouco menor que as outras opções da lista, mas não perde na robustez.

Essa versão tem motor de 133 cavalos e 18,9 kgfm de torque, por se tratar de um SUV leve, de 1380 kg, apresenta um desempenho bom. A queixa fica por conta do câmbio automático de quatro marchas, que parece fazer um esforço imenso a cada troca.

A direção é hidráulica, então prepare o braço. A tração é 4×4, isso no Pajero TR4 é quase sinônimo de diversão no modo raíz. 

De dimensões, o SUV oferece 2450 mm de entre eixos, 1680 mm de largura e 1720 mm de altura, realmente um pouco menor que a maioria. Mas pelo menos compensa no porta-malas, são 500 litros. Para uma viagem a dois e até mesmo com crianças dá para levar bastante coisa. 

Em itens de segurança, o modelo oferece airbags frontais, alarme, freios ABS e distribuição eletrônica de frenagem, comparado as outras opções da lista, fica devendo só controle de tração.

Já no que se trata de conforto, a dívida é um pouco maior, pois tem ar-condicionado, mas não tem ar quente, tem rádio, mas não tem entrada USB, os vidros e travas das portas são elétricos, mas o ajuste dos retrovisores é manual. 

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4. Kia Sportage LX 2.0 4×2 Automático

Ano: 2010
Preço: R$ 30.632

Esse é outro SUV com dimensões avantajadas, são 2630 mm de entre eixos, 1800 mm de largura, 1695 mm de altura e 667 litros de porta-malas.

Como se pode ver, espaço suficiente para viajar confortavelmente até com a capacidade total do carro ocupada. No quesito desempenho, o Kia Sportage conta com motor 2.0 de 142 cavalos e 18,7 kgfm de torque.

O câmbio é automático de quatro marchas com modo manual, a direção é hidráulica e a tração dianteira.

A lista de itens de série do SUV coreano é bem parecida com a do Mitsubishi Pajero TR4: airbags para motorista e passageiro dianteiro, freios ABS, alarme e distribuição eletrônica de frenagem, fica devendo o controle de tração. Já na parte de conforto, o Sportage dispõe de ar-condicionado, travas das portas e vidros elétricos, volante com ajuste de altura, rádio FM e entrada USB.

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5. Ford EcoSport XLS 2.0 Flex Automático 

Ano: 2010
Preço: R$ 30.735

Para quem busca um utilitário esportivo para rodar em uma grande cidade pode considerar o Ford EcoSport uma opção.

O modelo tem medidas mais compactas, o que é bom para quem quer a robustez de um SUV, mas facilidade para manobrar e caber em vagas mais apertadas.

São 2490 mm de entre eixos, 1734 mm de largura, 1679 mm de altura e 296 litros de porta-malas. Como se pode ver, o espaço para bagagens é menor que de muito hatch.

O conjunto mecânico do Ford EcoSport XLS é composto por motor 2.0 de 138 cavalos e 18,4 kgfm de torque, câmbio automático de quatro marchas, direção hidráulica e tração dianteira.

Já a lista de itens de série é formada por: ar-condicionado, portas com travas elétricas, volante com regulagem de altura, vidros elétricos, sendo o único da lista que não conta com rádio de série.

Os itens de segurança também são enxutos, apenas airbags, alarme e freios ABS. 

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Avaliação: Mitsubishi Pajero Dakar HPE

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O Pajero Dakar faz parte do grupo “fora-de-estrada”. È indiscutível a vocação no “fora-de-estrada” dos veículos da Mitsubishi.

Realmente, a marca conseguiu construir uma sólida reputação de seus produtos junto a um tipo específico de público que gosta de aventuras e desbravar novos (e difíceis) caminhos.

O tema é tratado com tamanha seriedade que por mais 20 anos (no Brasil), a marca realiza rotineiramente ralis com os proprietários de modelos 4×4 da Mitsubishi.

Levando os veículos no limite, os vários modelos que participam das provas, comprovam sua capacidade off-road por inúmeras vezes, nesses eventos. Nessa avaliação, trazemos o Pajero Dakar na versão HPE. Este é o SUV indicado para quem quer levar toda a família, nas aventuras exploratórias. E tudo isso, com bom nível de conforto.

 

Pra começar, o nome já diz muito desse veículo: “ Pajero ” é tradição em todo mundo, com mais de 30 anos de história. “Dakar” é referência mundial quando se fala em off-road. Por isso, o Pajero Dakar confirma o DNA 4×4 da Mitsubishi. E a sigla HPE (High Performance Equipment) sugere um veículo completo.

 

O estilo robusto do Pajero Dakar

 

O estilo da Pajero Dakar foi pensado para traduzir robustez. A frente é bastante imponente e alta.

O modelo possui conjunto óptico integrado ao para-choque, luzes de neblina com moldura na cor grafite e contorno cromado, além de grade frontal com moldura cromada.

Também inclui conjunto óptico com faróis de xênon mais regulagem automática de altura e lavador. Para-barro nos para-lamas dianteiro e traseiro preservam a carroceria e a pintura em situações extremas.

 

O Pajero Dakar é construído no conceito cabine sobre chassi, e tem 20 pontos reforçados em sua estrutura. O chassi é constituído por longarinas do tipo “Box” com alta resistência a torção e a flexão, capaz de enfrentar os maiores desafios off-road.

A suspensão batizada de “Ryde Dynamics” é igualmente resistente nos extremos. Mas para surpresa, consegue entregar bom nível de conforto nas estradas. Fato que o Dakar é um veículo grande.

Ele tem 4,69 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,84 m de altura (com rack) e generoso entre-eixos de 2,80 m.

 

O interior do Pajero Dakar

 

Dentro do Pajero Dakar, tanto o moto rista, como os passageiros contam com bom espaço. No total são sete diferentes assentos. O modelo oferece 24 diferentes porta-objetos distribuídos pelo veículo, duas tomadas 12V e 12 luzes de cortesia.

 
A terceira fileira traz o sistema Double Action Folding, onde os bancos são rebatíveis e ficam embutidos no assoalho, deixando um espaço livre para o porta-malas (quando não utilizados). Esses bancos são ligeiramente menores que os demais. Ainda sim, conseguem transportar adultos com até 1,7 m de altura com relativo conforto. Eles contam com uma saída de ar-condicionado independente, inclusive com comando próprio. O senão é que essa saída fica na lateral, e não é tão eficiente quanto modelos concorrentes que trazem as saídas no teto. A capacidade máxima do porta-malas pode chegar a 1.627 litros, com os bancos da segunda e terceira fileira rebatidos. Com os sete bancos na posição normal, a capacidade é de 130 litros (até a altura do encosto dos últimos bancos).
 
Todos os bancos são forrados em couro, e trazem desenho ergonômico. Os dois dianteiros contam com regulagem elétrica.
 
Com iluminação na cor vermelha, o painel tem instrumentos tem visual clássico. O volante traz os comandos do controle de cruzeiro o do sistema de áudio integrados, além de ajuste da coluna de direção.
 

Equipamentos

 
O SUV vem equipado com sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, ar condicionado automático, keyless para abertura e fechamento das portas, além de retrovisores com rebatimento elétrico.
 
Outro equipamento presente é o sistema multimídia Power Touch fornecido pela Clarion. Trata-se de uma completa central multimídia que inclui tela sensível ao toque e sistema de GPS com mais de 1.250 cidades mapeadas, CD, DVD e MP3 Player e Bluetooth com viva-voz, câmera de ré com as imagens sendo exibidas na tela de 7 polegadas e sensor de estacionamento traseiro.
 

Os espelhos retrovisores são rebatíveis eletronicamente e as maçanetas das portas também recebem acabamento cromado.

Completando a parte externa, o Pajero Dakar HPE é equipado com rack de teto preto e luzes indicadoras de direção com led posicionadas nos retrovisores externos. A versão HPE não possui opcionais de fábrica.

Tudo faz parte do pacote. Existem apenas acessórios, que podem ser adquiridos nas concessionárias.

 

Segurança

 

O Pajero Dakar é equipado com o essencial em segurança. A cabine conta com o sistema RISE de deformação programada. A coluna de direção, pedal e o espelho retrovisor interno são desarmáveis em colisões severas.

Traz ainda barras de proteção lateral e completo sistema de air-bags, com oito zonas de proteção, sendo: dois frontais, dois laterais e dois de cortina.

O sistema de freios incorpora a tecnologia 4-ABS com EBD e BAS, que distribui eletronicamente a força de frenagem em cada roda.

 

Dirigibilidade

 

O Pajero Dakar é um carro ideal para as longas viagens. Além de bom nível de conforto, o veículo é equipado com um tanque de combustível de 90 litros, proporcionando muito mais autonomia. Além disso, o Pajero Dakar é versátil tanto na cidade, quando fora dela.

É possível executar curvas e manobras com facilidade, pois o veículo tem um raio de giro de apenas 5,6 metros. A direção tem assistência hidráulica e inclui “Paddle Shifts” para trocas sequencias da marcha, aumentando o controle do moto rista sobre o veículo.

 

Motor e câmbio

 

Para total mobilidade no fora de estrada, o Dakar HPE sai equipado com moto r turbo diesel de quatro cilindros em linha. Com 3,2 litros e 4 válvulas por cilindro, inclui também injeção eletrônica direta common-rail e intercooler. A potência máxima é de 180 cavalos (a 3.

500 rpm) e torque de 38 kgfm a 2.000 rpm. Junto com esse moto r vem uma transmissão automática de 5 marchas equipado com Sports Mode e INVECS-II (Intelligent & Innovative Vehicles Electronic Control System).

Ele reúne as informações do modo de dirigir do moto rista, incluindo a forma de acelerar e frear, e se adapta automaticamente.

O moto rista pode optar pelo modo sequencial Sports Mode, onde a troca de marchas é feita de forma manual tanto na alavanca no console, como nos paddle shiftes localizados atrás do volante. Um dos diferencias desse modelo é justamente o completo sistema de tração que será explicado na sequência.

 

Na estrada, a eficiência é boa. Em velocidade constante de 100 km/h, com ar-condicionado ligado é possível fazer médias de até 13 km/l. Fato que a melhor “performance” da Dakar não é vista na estrada.

Alguns concorrentes diretos saem com moto res mais potentes e câmbios com maior número de marchas.

Ainda que a Mitsubishi recomende diesel S10/S50, informa que seu veículo pode rodar sem problemas com diesel S500.

 

O pajero Dakar e a mais completa tração 4×4 da categoria

 

Se na estrada a Pajero Dakar é apenas comum, no fora de estrada ela é imbatível.

Seu completo sistema de tração permite até 20 combinações de marcha, o que torna este SUV um veículo perfeito para rodar nos piores tipos de terreno.

O sistema de tração Super Select 4WD tem quatro modos distintos de seleção: 4×2 alto(2H), 4×4 alto sem bloqueio(4H), 4×4 alto bloqueado (4HLc) e 4×4 bloqueado com reduzida (4LLc).

 
No modo 2H, o SUV opera somente com a tração traseira, sendo recomendado para uso urbano e em rodovias, onde não é necessário tração nas quatro rodas, favorecendo a economia de combustível. O modo 4H faz com que o veículo distribua variavelmente a força de tração nas quatro rodas. Esse modo é ideal para ser usado em estradas com baixa aderência, como piso molhado. Como não há o bloqueio de rotação entre os eixos, o carro consegue fazer manobras no asfalto sem qualquer problema. É possível ligar essa tração com o veículo em movimento até a velocidade de 100km/h.
 
Já no modo 4HLc, a tração atua o tempo todo nas quatro rodas com o diferencial central bloqueado. Com isso, a rotação entre os eixos fica exatamente igual. Portanto, é recomendado apenas para situações plenas de off-road.
 

Já o modo 4LLc, mantém o bloqueio do diferencial e aciona a reduzida. Esse modo é usado apenas em obstáculos realmente difíceis, onde se faz necessário o máximo de força do moto r, bem como tração plena.

Isso deve ser usado em rampas muito íngremes, na transposição de valas e atoleiros profundos.

Também serve para transpor áreas alagadas, lembrando que a capacidade máxima de submersão e de 60 cm, sem causar danos ao moto r.

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Além disso, a alta capacidade de mobilidade se faz presente da Dakar. O ângulo máximo de entrada é de 36º, e o de saída de 25º. A inclinação lateral pode chegar até 45° sem perigo de tombar o veículo. E a capacidade máxima de subida em rampa é de 35º. A altura livre em relação ao solo é de generosos 21,5 cm. Esses números são melhores que a media da categoria que a Dakar esta inserida. Estribos posicionados nas laterais ajudam no acesso ao veículo, bem como protegem as laterais inferiores no fora de estrada.
 

Mercado

 

Produzido na fábrica Mitsubishi Motors em Catalão, em Goiás, os veículos da linha Pajero Dakar têm três anos de garantia sem limite de quilometragem.

O Pajero Dakar está disponível nas cores Vermelho Bordeaux, Verde Pantanal, Branco Alpino, Cinza Londrino, Prata Rodhium, Prata Tecno e Preto Ônix. Seus principais concorrentes são a Toyota Hilux SW4 e o Chevrolet Trailblazer.

A Dakar HPE diesel tem preço sugerido de R$ 172.990. Existe ainda a opção da HPE com moto r Flex por R$ 146.990.

 
Segundo o departamento de vendas do grupo Avec, o perfil médio do cliente da Dakar HPE é predominantemente masculino; O cliente é um empresário ou profissional liberal, com idade entre 40 e 55 anos, casado e com filhos. Esse cliente escolhe o modelo por conta da confiabilidade mecânica, a enorme mobilidade no fora de estrada e a vantagem de trazer sete lugares. Quando confrontado com os principais concorrentes, o cliente acaba escolhendo a HPE por conta do custo-benefício e pela tradição da marca no segmento de 4×4. Outro item que ajuda nessa escolha é o fato da HPE ser fabricada no Brasil, desde 2011.
 

Mais informações sobre esse e outros modelos da Mitsubishi clique moto rs.com.br]AQUI

Guia de Usados: Mitsubishi Lancer

Motor 2.0 rende bons 160 cv Marco de Bari/Quatro Rodas

Por melhor que seja, o sisudo triunvirato Corolla, Civic e Sentra não é capaz de agradar a todos: uma parcela do público que procura um sedã médio preenche sua garagem com um exemplar realmente oriental, de visual agressivo, tempero esportivo e muitos itens de segurança: o Mitsubishi Lancer.

Mesmo sem os anabolizantes da versão Evolution, ele manteve o pique para encarar também Cruze, Elantra e Jetta. Atributos não lhe faltam, como o nível de equipamentos, o bom espaço interno e um porta-malas de 413 litros com dobradiças pantográficas. A suspensão traseira multilink é um requinte técnico muito bem-vindo.

Os poréns são a idade avançada (a geração atual está completando dez anos), o acabamento simples e as perspectivas não muito otimistas em termos de mercado – o carro será descontinuado no Japão e nos Estados Unidos, recebendo apenas um facelift em outros mercados menos exigentes.

Dianteira ainda conserva o ar agressivo que remete ao Lancer Evo Marco de Bari/Quatro Rodas

Com um motor 2.0 16V de alumínio com comando variável de 160 cv e 20,1 mkgf a 4.

200 rpm, o Lancer traz sete airbags (frontais, laterais, de cortina e um para os joelhos), freios ABS com EBD e BAS, rodas aro 18 com pneus 215/45, sensores de farol e chuva, piloto automático, computador de bordo, volante multifuncional com ajuste de altura e ar-condicionado automático (mas com botões giratórios). O câmbio CVT de seis marchas pré-programado com borboletas é opcional.

  • Bastante firme e estável, ele anda bem, mas já não acompanha a geração atual de sedãs turbinados: aceleração de 0 a 100 km/h em 11,1 s, com consumo urbano de 8,5 km/l e rodoviário de 11,5 km/l, sempre com gasolina.
  • Acima, há a versão GT, com CVT, bancos de couro, teto solar, cromados no exterior, rodas exclusivas, saias laterais e central com GPS, DVD player, entrada para iPod e tela touch screen colorida.
  • Entre os opcionais do GT, retrovisor interno fotocrômico e faróis de xênonio duplo com lavadores, regulagem automática da altura do facho e luz autodirecional AFS, que ativa um farol lateral ao se esterçar o volante.

A cabine tem painel conservador e simples, mas paddle shifts no volante Marco de Bari/Quatro Rodas

A principal novidade no modelo 2013 foi a apresentação da versão GT AWD, com tração integral e controles de tração e estabilidade. Apesar da maior segurança em curvas, ele mantém a mesma motorização – e como é mais pesado, tem desempenho um pouco inferior.

Poucas queixas pesam sobre o sedã, como a sensibilidade de rodas e pneus aos buracos. Os donos ainda sentem falta de itens simples, como vidros de um toque e sensor ou câmera de ré. Nem a falta do flex conteve o relativo sucesso, que viabilizou a produção no país na linha 2015.

Como em todo usado, sempre procure por exemplares com todos os carimbos de revisões. As peças têm preços na média do segmento e quase sempre estão disponíveis para pronta entrega, numa rede autorizada de 192 lojas, maior que a da Toyota (151) e Nissan (164) e menor que a da Honda (216).

Fique de olho

Atenção ao escolher a versão. Como você sentirá falta da sexta marcha no câmbio manual, o CVT é o melhor compromisso entre conforto e esportividade.

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E, como a tração 4×4 da versão AWD só ajuda em casos específicos (piso molhado, por exemplo), veja se vale o aumento do consumo em razão do maior peso, sem falar da maior complexidade mecânica do sistema.

No porta-malas, dobradiças pantográficas e 413 litros Marco de Bari/Quatro Rodas

A voz do dono

“A direção é precisa, direta e com um peso correto. O câmbio CVT é suave e as borboletas no volante permitem explorar bem o motor, forte e econômico.

A suspensão garante conforto e estabilidade excepcionais, mas ele sofre com os buracos das ruas: danificam as rodas de aro 18 e provocam bolhas nos pneus de perfil baixo.

Rodrigo Terra, 32 anos, investigador de polícia, Itapetininga (SP)

O QUE EU ADORO – “É uma combinação única de eficiência, conforto e praticidade: tem bom desempenho com consumo adequado e um estilo agressivo, que lhe confere muita personalidade.” Marina Gurgel, 35 anos, funcionária pública, Brasília (DF)

O QUE EU ODEIO – “O acabamento interno apresentou ruídos e a resposta do câmbio é muito lenta: só é ágil quando acionado pelas borboletas. E a tração integral eleva demais o consumo.” Rodrigo Ubiratan, 35 anos, microempresário, Praia Grande (SP)

Onde o bicho pega

Câmbio CVT – Problema já abordado na seção Autodefesa: os primeiros Lancer vieram sem o radiador do fluido da transmissão, o que provoca ruídos e falhas. Verifique se ele foi instalado no período de garantia: custa cerca de R$ 5.000 e está localizado atrás do farol auxiliar esquerdo.

Rodas e pneus – São as principais vítimas do nosso piso. Vale pedir a uma loja do ramo que avalie o estado e o alinhamento das rodas. Os pneus originais, de composto macio, desgastam-se logo e não saem por menos de R$ 1.000 cada um.

Lavador dos faróis – Presente na versão GT, é indispensável para o bom funcionamento das luzes de xenônio. Cheque o estado: mau funcionamento ou mesmo sua ausência podem ser indícios de uma colisão frontal.

Corrente – Ruídos metálicos no cabeçote não são normais: em geral, indicam desgaste acentuado da corrente de acionamento dos comandos de válvulas, provocado por óleo de especificação incorreta ou trocas realizadas além do prazo determinado pelo fabricante.

Tração integral – A versão GT AWD exige cuidados extras no alinhamento da direção e na suspensão, sob pena de comprometer a estabilidade e provocar desgaste excessivo dos pneus. Verifique também se o óleo da caixa de transferência e o do diferencial traseiro foram trocados.

NÓS DISSEMOS… novembro de 2011

“A dianteira do sedã, com uma enorme boca central, confere uma esportividade amenizada nas laterais e na traseira, mais conservadoras.

(…) Como um genuíno representante do jeito japonês de fazer carro, o Lancer tem uma cabine completa e com materiais de bom aspecto, mas o desenho do painel e dos instrumentos é óbvio.

O computador de bordo com a bela tela colorida entre o velocímetro e o conta-giros é uma das exceções, mas trata-se de uma exclusividade do GT. Revestimento dos bancos de couro, sistema multimídia com GPS e tela sensível ao toque são outros atrativos só encontrados no GT.”

Preço médio dos usados (FIPE)

2012
2013
2014
2015

Lancer 2.0 man.

Lancer 2.0 CVT

Lancer 2.0 GT CVT

Lancer 2.0 GT AWD

R$ 41.256 R$ 42.832 R$ 46.595 R$ 48.291
R$ 43.810 R$ 45.212 R$ 47.785 R$ 55.270
R$ 50.745 R$ 52.345 R$ 54.203 R$ 62.789
R$ 63.174 R$ 71.253 R$ 81.881

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