Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Trabalho de funilaria exige especialista; nem sempre o retrabalho da peça é indicado (Foto: Denis Marum/G1)

Bater o carro é sempre desagradável. Depois da famosa discussão sobre “de quem é a culpa?”, você liga para o corretor, se tiver seguro, e recebe uma lista de oficinas para escolher onde levar seu carro: mas como decidir? Não escolha apenas pela localização, procure conhecer a oficina. Veja abaixo 10 dicas do que um bom local de funilaria e pintura deve ter para fazer um serviço de qualidade.

Tem alguma dúvida sobre cuidados com o carro? Mande no espaço para comentários. As questões selecionadas serão respondidas em futuras colunas.

Desconfie do que é muito barato

Atenção com preços baixos e grandes descontos na franquia: serviços de funilaria e pintura exigem materiais de qualidade, habilidade manual e muita prática.

Bons profissionais cobram pela qualidade. E, ao contrário de outros serviços, um trabalho mal feito em funilaria e pintura às vezes só aparece com o tempo: o verniz começa a descascar, a pintura fica manchada e o retrabalho é inevitável.

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Dificilmente um só funcionário vai dar conta, e bem, de todos os serviços (Foto: Denis Marum/G1)

A grande maioria das oficinas possui uma estrutura definida, com funcionarios administrativos e técnicos em reparação. Neste ramo de atividade não cabe a figura do “faz tudo”, principalmente nas funções básicas: funilaria ou pintura.

Há exceções, em que um funcionário é bom nos dois serviços, mas, geralmente, cada um deles exige um especialista.

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Martelinho só serve quando a tinta não foi tirada e é para pequenos reparos (Foto: Denis Marum/G1)

Como o serviço de martelinho é mais barato que o de funilaria, às vezes o cliente vai à oficina e quer resolver tudo com o primeiro. Mas se saiu a tinta, não tem conversa: é serviço de funilaria. Martelinho, ou martelinho de ouro, é uma técnica que nasceu nas fábricas de carro para tirar pequenos amassados onde não houve retirada da tinta.

Existe até curso para ensinar a técnica e as ferramentas usadas são específicas: este é um trabalho bastante delicado, são necessárias centenas de batidinhas para corrigir o amassado, por isso ele só é feito em pequenas áreas.

Se a oficina oferece o serviço, provavelmente é porque ela tem de fato um técnico preparado: é difícil alguém se arriscar porque não vai conseguir “enganar” num tipo de serviço tão minucioso.

Há oficinas que não têm um especialista, mas terceirizam esse serviço.

Desamassar nem sempre é bom

Se uma batida que tirou tinta não é caso para martelinho, uma que resultou em corte na chapa ou dano de grande porte não é caso nem de funilaria. O funcionário provavelmente oferecerá a troca da peça.

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Solda MIG (Foto: Denis Marum/G1)

Avalie a situação: desamassar é indicado para pequenos reparos, como as famosas “raspadas”.  Entenda que todo retrabalho em chapa metálica (desamassar, esquentar, estanhar) provoca mudanças na resistência estrutural da chapa. Ela se torna menos maleável, mais rígida, e com o tempo e o uso do carro podem surgir deformações permanentes.

  • Para oficinas que possuem solda MIG (veja foto ao lado), este problema fica minimizado, pois a caloria da solda é concentrada em uma pequena área, preservando a estrutura da chapa.
  • No caso de para-choques, no entanto, o retrabalho é uma opção mais econômica, principalmente para veículos importados em que o preço das peças chega a ser dez vezes maior em relação ao valor do retrabalho.
  • Se você optar por peça nova, ao final do serviço, solicite para ver a peça velha.

Peça recondicionada (desmanche)

O assunto é polêmico. Se pensarmos pelo lado da sustentabilidade, não há problema em usar uma peça recondicionada. Desde que o serviço seja bem executado, o resultado será satisfatório. Porém, se pensarmos que uma parte deste mercado é abastecida de forma ilegal, aceitar peças de outros carros gera um certo desconforto.

De uma maneira ou de outra, o importante é que a utilização ou não destas peças deve ser combinada antecipadamente, até porque peças novas custam  mais caro.

Vai pintar? Olhe a limpezaCarros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Proteção das peças não envolvidas na pintura é importante (Foto: Denis Marum/G1)

Uma das grandes preocupações nas instalações das montadoras é a limpeza do setor de pintura, tanto que a maioria nem permite a visitação dele e os funcionários trabalham todos cobertos. Qualquer poeira ou pó é motivo para interromper a linha de produção.

Claro que as oficinas não são tão sofisticadas quanto as fábricas, mas as boas possuem cabine de pintura, ferramentas de polimento com aspirador acoplado e funcionários uniformizados.

Proteger o restante da lataria com material apropriado é importante: fuja de quem utiliza jornal, pois o ácido das folhas pode deixar manchas. O ideal é cobrir o carro com papel especial vendido por lojas de tintas, que não dissolve quando em contato com a tinta, não mancha e nem gruda na lataria.

Mais conhecido como colorista, este profissional é fundamental para que seu carro não saia com duas cores. Em grandes oficinas, existe um laboratório para acerto de tintas e o colorista fáz parte do quadro de funcionários; já nas pequenas empresas esse trabalho é terceirizado.

O acerto de cores busca igualar a tonalidade de uma tinta nova com a tinta “cansada” (do carro). As diferenças são mais evidentes em cores básicas como branco, vermelho e amarelo. Portanto, se você possui um carro com uma destas cores, pergunte ao orçamentista como ele pretende acertar a tonalidade da tinta.

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Polimento pode ser necessário depois de um tempo para certas peças (Foto: Denis Marum/G1)

As tintas automotivas possuem um tempo de cura (secagem) que varia de acordo com o fabricante.  Estufas de secagem, que são um local apropriado, com temperatura controlada, abreviam esse tempo. Porém, apesar de comuns nas fábricas, elas são encontradas em poucas oficinas.

Se a oficina que você escolher não tiver esse equipamento, saiba que, em alguns casos, você terá o incômodo de levar a peça repintada para polir depois de uns 2 meses do serviço realizado.

É o caso capuz, a peça mais incômoda de se repintar. Não fique bravo com o pintor se a peça ficar opaca depois de alguns dias: a culpa pode ser da caloria do motor. Ela provoca uma secagem desordenada do verniz e da tinta.

Nada que um polimento não resolva.

Toda boa oficina deve seguir a legislação em relação à coleta de resíduos. A água utilizada deve ser tratada antes de retornar para a rede pública e os residuos de tinta, vernizes e solventes devem ser armazenados e coletados por empresa especializada.

Fechando o assunto, uma boa indicação é sempre bem-vinda. Como falamos no início, trata-se de um processo onde a habilidade do técnico é fundamental para o resultado do trabalho. Portanto, pergunte para quem já precisou e descubra onde estão os bons profissionais.

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6

Dono de oficina em São Paulo, Denis Marum é formado em engenharia mecânica e tem 29 anos de experiência com automóveis. Nesta coluna no G1, dá dicas sobre cuidados com o carro.

FÉRIAS NO WET’N WILD TÊM BRINQUEDOS INFLÁVEIS E PROMOÇÃO ESPECIAL

Impossível falar da Estância Hidromineral de Socorro – cidade turística localizada no Circuito das Águas Paulista e referência em aventura e ecoturismo – sem imediatamente associá-la ao artesanal.

É uma cidade interiorana, acolhedora, onde costumes simples e comida caseira prevalecem.

Um destino que faz o turista reviver lembranças, que afagam o coração: das compotas de doces e do artesanato, que lembram casa de vó, até o cheirinho de café coado na hora, que marcou a infância.

Os alimentos artesanais estão muito ligados ao comfort food, que é a“comida de conforto”. Ou seja, que ativa emoções como aconchego e alegria e desperta momentos especiais. São aqueles produzidos do zero, sem pré-misturas ou produtos químicos, em pequenas escalas, com ingredientes naturais e, há quem diga, com muito afeto.

A palavra “artesanal” resgata o sentido de fazer à mão, com tempo e cuidado. Por isso são mais valorizados, com qualidade superior em relação aos industrializados e com maior valor nutritivo agregado. Têm mais identidade.

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Tudo isso sempre com uma boa história por trás. “A vantagem é que são produtos sem nenhum tipo de conservantes, sempre feitos recentemente e mais saudáveis.

E ainda movimentam a economia familiar local”, ressalta Alexandre Coletti, proprietário do Empório Quinhão.

Não dá para falar de artesanal, sem falar em artesanato. Aliás, dia 19 de março comemora-se o Dia do Artesão. O lugar que melhor representa Socorro pela variedade é o Espaço do Artesanato, que acaba de completar 9 anos de existência. Nele se concentram os trabalhos de mais de 30 artesãos.

 “Esses anos representam uma diferença econômica, social e psicológica muito grande. Para muitas artesãs, [o Espaço] é a segunda casa”, conta Luka Fagundes, coordenadora do Espaço do Artesanato.

 “Elas vão aprendendo a trabalhar com gestão pública, sabendo como pedir, esperar, como se posicionar dentro da comunidade e sociedade e vão criando esta cidadania”, completa.

Além do patchwork, o nhaduti (significa “teia de aranha” em tupi guarani) também é forte da cidade. Como uma renda, a arte resulta em lindos e delicados artigos. À venda estão peças de decoração e acessórios produzidos com muito capricho.

São artigos em madeira, cerâmica, tecido, feltro, entalhe, antiguidade, bordado, chinelo e boneca, por exemplo. Mas, sempre tem novidades em peças, matéria-prima e técnicas.

No momento, o foco são os materiais descartados que são reaproveitados e transformados em artesanato, como tecido, vidro e óleo.

Já o Ateliê LukaBrasil é especializado na personalização em cerâmica, porcelana e vidro. Oferece azulejos e placas cerâmicas personalizadas, números para residências sob encomenda, painéis pintados em azulejos com logotipos e com imagens religiosas, entre outras. No Ateliê Terra e Arte é possível encontrar lindos utensílios em cerâmica e obras de arte.

Gastronomia 

Na cidade, vários estabelecimentos colaboram para reavivar a memória afetiva a partir de alimentos e bebidas artesanais.

Quem gosta de charcutaria e linguiças artesanais vai se deliciar no Villa Empório. Os defumados, embutidos e demais itens podem ser consumidos no local, em uma linda e apetitosa tábua de frios ou comprados para serem saboreados em casa.

Os produtos – incluindo farofas, sais temperados, pimentas e conservas, cafés tipo exportação, doces desidratados e geléias – com selo de produção artesanal, são produzidos com muita paciência e técnica. Os deliciosos defumados – lombo, copa, barriga suína, presunto, frango, bife de ancho, pastrami, joelho, costela e carne de lata – variam entre R$38 a R$90 o kg.

A linguiça de carne selecionada (duroc), frango ou bovina com diversos recheios, custa de R$ 35 a R$ 45 o kg.

Os vidros típicos de geleias são puro carinho no pote. Já dá uma sensação boa só de olhar. Algo que remete ao aconchego. Assim são os produtos artesanais da Sabores do Currupira, feitos com ingredientes naturais plantados e cultivados no próprio sítio.

São mais de 45 opções de doces, entre eles as geléias de café, que com queijo faz uma combinação inusitada e deliciosa, e a de berinjela, que agrada até quem não gosta do legume. O pote de 300g de ambas custa R$ 13,50. O café também é plantado, torrado e moído de forma artesanal.

100% arábica – o que significa ser um café de altitude, cultivado em terrenos específicos, clima ameno e rico em sabor, acidez e aroma – e com moagem fina, o pacote de 500g é vendido por R$ 15.

Esses itens – com registro no Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária e no serviço de inspeção municipal – são vendidos no sítio, onde também são consumidos em um farto café caipira, com mais de 20 itens caseiros.

Rancho Pompéia, focado no resgate das tradições, também serve o café caipira com produtos da propriedade rural e familiar – com registro no Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária e no serviço de inspeção municipal – como doces, geléias, pães, biscoitos e queijo.

A boa notícia é que muitos deles podem ser levados para casa, como os queijos – frescal, temperado, apimentado, provolone, nozinho de mussarela, palitinho, palitinho temperado e meia cura, com preços que variam de R$ 15 a R$ 30 a peça. O café, 100% arábica, varia entre bourbon, catuaí amarelo, catuaí vermelho ou tupi e custa R$ 15 meio quilo.

Existe a opção de lindas cestas de café da manhã repletas dessas delícias.

Em relação às bebidas, chama a atenção a Cachaça da Cana, feita no Alambique Pioneira, primeiro na cidade a usar a cana in natura dentro da garrafa. A cana é plantada no sítio onde está localizado o alambique.

Lá também acontece o corte manual dela, a seleção, depois é lixada e em seguida cortada em palitos e colocada para curtir nos tonéis da cachaça, de produção própria. O produto final ganha pedaços de cana, daí a origem do nome.

Para quem for comprar direto com o produtor, a garrafa de 1 litro – devidamente regularizada – custa R$ 25.

Já na cervejaria QuintadoMalte – mais antiga cervejaria artesanal de Socorro – produz uma linha de cervejas e chopes artesanais com uma das melhores águas do país. Além disso, utiliza processos que garantem uma bebida de sabor único e exclusivo, “feita com arte e paixão”, como gostam de enfatizar. No próprio bar, venda de chope, cerveja em garrafa e em growler.

No quesito hambúrguer artesanal, a cidade está bem servida. Na Hamburqueen, os burgers são feitos no local e com carne fresca, sem adição de conservante, nos sabores: angus, costela, costelinha, cupim, filé mignon, picanha e salmão.

Para os veganos, também há três sugestões artesanais, como o Nirvana: burger de castanhas com tomate e beterraba, queijo prato vegano, cheddar vegano, salada de broto de alfafa, tomate e alho poró, no pão integral com gergelim (R$ 32,90). A Temple Burguer faz o de frango e bovino. Este último em duas opções: com blend da casa e o de costela.

O “queridinho” dos clientes é o Gaúcho – com hambúrguer de costela de 200g, queijo prato, bacon fatiado crocante e molho barbecue, no pão brioche.

Rock Rider Bar também tem receita especial, e secreta, do hambúrguer artesanal de carne (como o Speed – blend 180 g, cheddar cremoso e cebola caramelizada, no pão australiano – R$ 24), frango e vegetariano. Também fazem bolinhos artesanais de carne seca, costela e linguiça. O preço da porção varia entre R$ 24 e R$ 28.

O carro chefe do D´Napoli Ristorante não poderia deixar de ser artesanal: as massas. Todas – fettuccine, fettuccine verde, massa das lasanhas, nhoque, ravioli e espaguetti – são feitas no próprio restaurante.

Difícil não lembrar dos almoços das famílias italianas, com pratos fartos, servidos em meio a muito falatório e carinho. A dica é o Ravioli de mussarela de búfala e tomate seco, ao pesto de rúcula (R$ 39,90).

Para os veganos, Gnocchi di Zucca, como molho sugo ou funghi (R$ 33,90).

No Trilha Café a arte fica por conta da charcutaria no pernil, costela, lombo e barriga suína; além de peito, costela e contra filé bovino e peito de frango.

O processo de desossa, preparo da carne, cura, maturação e defumação é realizado na fazenda, de forma artesanal e demorada, como tem que ser. O toque especial é o uso da lenha de café que empresta sabor peculiar.

Para experimentar, basta pedir o Brisket – com peito bovino, queijo e picles de pepino no pão brioche ou baguete (R$ 30).

O artesanal está inserido no dia-a-dia, mesmo que em pequenas, mas especiais “doses”. No café da manhã no Parque Vale das Pedras, por exemplo, quem ganha elogios é o queijo frescal, produzido artesanalmente no restaurante, com o leite de vaca direto da fazenda.

O queijo é utilizado nos lanches para o café da manhã. Nas mesas do restaurante do Grínberg´s Village Hotel quem faz sucesso é o pudim de leite condensado, “aquele” que faz lembrar da infância.

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Os hóspedes dos Hoteis fazenda Campo dos Sonhos, Parque dos Sonhos e Colina dos Sonhos podem provar doces de banana, de mamão e até de casca de melancia, servidos no almoço, café da tarde e jantar. Além de pães, bolos, café, leite, licores, iogurtes e queijos produzidos na fazenda.

A cachaça, o mel e o café estão à venda para os que quiserem levar pra casa esse gostinho deiferenciado.

As coxinhas com massa de mandioca da Nectaria Good Foods são populares. Desde o preparo da massa e dos recheios, quanto o molde de cada uma são feitos na mão, uma a uma.

E, haja criatividade, já que são 14 formatos diferentes que correspondem às opções de recheios disponíveis. Também tem a coxinha de massa de abóbora, com três recheios à escolha.

R$ 8 cada coxinha, independente do recheio.        

Pontos de venda

Empório Quinhão é daqueles lugares que precisa ir sem pressa, para conseguir olhar tudo. Nas prateleiras, mais de 20 produtos artesanais, da cidade e região. O destaque fica para os queijoe e doces, mais especificamente o de abóbora cristalizada (R$ 15,99 pacote com 500 g). Muito tradicional em Socorro, é de uma família que a mãe fazia e o filho manteve a tradição.

Empório do Cristo também requer tempo para escolher as delícias artesanais – que incluem geleias, doces, cafés, cachaças, rapadura e melado de cana – e os artesanatos – que vão desde peças de decoração, lembrancinhas às utilidades domésticas – para levar para casa ou presentear.

Os associados da ASTUR são sempre orientados e atualizados sobre a importância de seguirem os protocolos de prevenção da Covid-19.

Cada estabelecimento adotou medidas apropriadas para o tipo de negócio, mas em todos, por exemplo, o uso de máscara pela equipe e pelo turista é obrigatório e o álcool em gel fica à disposição.

Com as mudanças de fases e, portanto, de restrições, antes de sair, vale checar o horário de funcionamento dos estabelecimentos.

  • Serviço:
  • A Queijaria – Rodovia Pompeu Conti, 3251 – Tel.: (19) 9 9733-4145
  • Alambique Pioneira – Estrada Municipal dos Pereiras – Tel.: (19) 3855-2647
  • Ateliê Terra e Arte – Rua dos Pinheiros, 150 – Bairro dos Rubins – Tel.: (19) 9 9191-4887
  • Ateliê LukaBrasil – Rua José Gonçalves de Andrade, 90 – Tel.: (11) 9 9880-7419
  • D´Napoli Ristoranti – Rua Capitão Joaquim de Souza Pinto, 117 – Centro – Tel.: (19) 9 9191-3785
  • Empório do Cristo – Estrada Municipal Cristo Redentor, s/n – Tel.: (19) 9 9928-1598
  • Empório Quinhão – Rodovia deputado Antônio Silvio Cunha Bueno, 3230 – Tel.: (19) 9 9804-9878
  • Espaço do Artesanato – Rodovia Pompeu Conti, 3210 ,Salto – Tel.: (19) 3895-4097
  • Fazenda 7 Senhoras – Estrada do Serrote, 13960 – Tel.: (19) 9 9713-7577
  • Grínberg´s Village Hotel – Estrada Municipal da Pompéia, 210, Pompéia – Tel.: (19) 3895-9500
  • Hamburqueen – Rodovia Capitão Bardoino, 3230 – Tel.: (19) 9 71079267
  • Hotel fazenda Campo dos Sonhos – Estrada dos Sonhos, Km 06 s/n, Estrada Lavras de Baixo – Tel.: (19) 3895-3161
  • Hotel fazenda Colina dos Sonhos – Estrada do Serrote, km 12 – Tel.: (19) 9 9652-1740
  • Hotel fazenda Parque dos Sonhos – Estrada da Varginha, km 7, s/n Zona Rural – Tel.: (19) 3895-3161
  • Nectaria Good Foods – Rodovia Deputado Antônio Silvio Cunha Bueno, 3230 (Shopping Moda de Fábrica) – Tel.: (19) 9 9730-8628
  • Parque Vale das Pedras – Caminho Turístico do Rio do Peixe, Km 03 – Tel.: (19) 19 9 9764-4250
  • Quinta do Malte – Rodovia Capitão Bardoino, 4320,  Nogueiras – Tel.: (19) 3895-1731
  • Rancho Pompéia – Estrada da Pompéia km 3,5 – Tel.: (19) 9 9711-9595

Rock Rider Bar – Rua Capitão Joaquim de Souza Pinto, 153, Centro – Tel.: (19) 9 9161.2427

Sabores do Currupira – Sítio Santa Cruz, Currupira – Tel.: (19 ) 9 96873694

Temple Burguer – Av. XV de Agosto, 887, Centro – Tel.: (19) 9 9854-7301

Trilha Café – Rodovia Capitão Bardoino, 2250 – Tel.: (19) 9 9997-8173

Villa Empório – Corredor Turístico do Rio do Peixe, km 01, Almas – Tel.: (19) 9 94389006

Melhores No. 1

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  • Capacidade em uso do balde: 4 Litros / capacidade máxima do balde: 8 Litros
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  • Cabo com altura regulável de 104 a 128 cm, possui a base flexível permitindo alcançar áreas de difícil acesso

Campinas terá rodízio de veículos a partir de segunda – cotidiano – ACidade ON Campinas

Carros Manual em Campinas cor Vermelho com final da placa 5,6Mesmo durante quarentena, trânsito tem sido intenso em Campinas (Foto: Denny Cesare/Código 19)

A Prefeitura de Campinas anunciou nesta quarta-feira (13) que a partir da próxima segunda (18) a cidade adotará o rodízio de veículos em todo o município, das 6h às 20h, como medida para aumentar o isolamento social para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. É a primeira vez na história que a cidade adota este tipo de medida. A medida deve ser publicada no Diário Oficial de sexta-feira, segundo o prefeito Jonas Donizette (PSB), e é por tempo indeterminado. Por dia, serão dois modelos de placas que terão restrição, assim como o rodízio adotado pela Capital antes da ampliação do sistema justamente por conta da pandemia, na semana passada (veja abaixo como vai funcionar). A proposta é, com isso, reduzir em 20% o trânsito de veículos na cidade. Segundo Jonas, a intenção também é reduzir os acidentes de trânsito – que, dependendo da gravidade, podem precisar de leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), criando assim uma “concorrência” com casos de covid-19. Caso o motorista esteja circulando em dia que está proibido o final de sua placa, a multa será de R$ 130,16 além de 4 pontos na carteira de habilitação. A fiscalização será feita pela Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), por meio de radares e agentes.

“Vamos reforçar o transporte coletivo e sabemos que o que foi feito em São Paulo (na pandemia) não deu resultado. Mas cada lugar, um lugar. (…) Nesse período que vamos enfrentar nas próximas semanas precisamos de todo o resguardo, para que não passemos o drama de ver a pessoa precisando de atendimento e não ter”, disse Jonas.   

  • COMO VAI FUNCIONAR Das 6h às 20h
  • Segunda-feira: não podem circular veículos com placas final 1 e 2

Terça: final 3 e 4 Quarta: final 5 e 6 Quinta: final 7 e 8 Sexta: final 9 e 0 

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PROFISSIONAIS DE SAÚDE Sobre os profissionais da saúde, a Emdec prevê um cadastro para que eles possam continuar se locomover durante os dias em que há restrição de placas. Outras profissões também devem ser incluídas neste cadastro, mas os detalhes serão divulgados amanhã.

“Criaremos uma estrutura que vai ser divulgada em detalhes em breve. Mas será por aplicativo (da Emdec), em um cadastro simplificado.

Já estimamos que é um grupo pequeno, então isso não trará problemas na implantação da medida”, disse o secretário de Transportes e presidente da Emdec, José Carlos Barreiro.

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FISCALIZAÇÃO

A fiscalização será feita, segundo Barreiro, por agentes de mobilidade da Emdec, além dos radares da cidade, que hoje já registram outras infrações de trânsito, como avanço de sinal vermelho. O secretário afirmou que a fiscalização será intensa e em toda a cidade, diferente do que ocorria em São Paulo durante o rodízio antes do coronavírus, que era focado no Centro expandido. 

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:: DETRAN-SP :: DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE SÃO PAULO

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Novo modelo de Placas de Identificação Veicular – PIV
Conforme a legislação federal de trânsito, o novo modelo de Placas de Identificação Veicular – PIV, que segue o padrão estabelecido pelo Mercosul, será exigido a partir de 31 de janeiro de 2020 nos seguintes casos:

  • Registro de veículo 0 km.
  • Mudança de categoria do veículo.
  • Em caso de furto, extravio, roubo ou dano na placa (inclusive dano à tarjeta e rompimento do lacre da placa traseira padrão cinza).
  • Mudança de município ou de Estado.
  • Quando o veículo for reprovado em vistoria veicular nos procedimentos de transferência com observações sobre a placa e/ou lacre (exemplo: placa não refletiva)
  • Necessidade de instalação de placa adicional traseira.

A troca da placa cinza para o padrão Mercosul será permitida de maneira voluntária para veículos que não se enquadrem nas situações acima descritas, também a partir de 31 de janeiro de 2020, porém, o interessado deverá ficar atento para a obrigatoriedade de realização de vistoria veicular e para a emissão de novo documento do veículo (CRV) com os respectivos custos de cada procedimento. Caso não deseje a troca, o proprietário poderá continuar circulando com seu veículo até o sucateamento sem necessidade de substituição para o padrão Mercosul. No novo padrão Mercosul não haverá mais o recolhimento das taxas de emplacamento para o Detran.SP. O valor a ser cobrado pelo novo emplacamento deverá ser consultado nas empresas estampadoras de placas. Consulte aqui as empresas credenciadas pelo Detran.SP.

Características básicas do novo modelo de placas
  • A PIV deve ser revestida, em seu anverso, de película retrorrefletiva, na cor branca com uma faixa na cor azul na margem superior, contendo ao lado esquerdo o logotipo do MERCOSUL, ao lado direito a bandeira do Brasil e ao centro o nome BRASIL.
  • O padrão de estampagem é composto de 07 caracteres alfanuméricos, em alto relevo, na sequência LLLNLNN, com igual espaçamento e combinação aleatória, distribuída e controlada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
  • O caracter “L” refere-se à letra, e o caracter “N” refere-se ao numeral.

Além disso, o novo modelo de PIV não possuirá lacre. O QR Code (código de barras em formato quadrado) irá substituí-lo.

Cor dos caracteres alfanuméricos do novo modelo de placas
A cor dos caracteres alfanuméricos da PIV será determinada de acordo com o uso dos veículos:  

Vermelha – comercial (aluguel e aprendizagem)
Azul – oficial e representação Dourada – diplomático / consular
Cinza prata – colecionador Verde – especial (experiência / fabricantes de veículos, peças e implementos)
Tabela de conversão dos caracteres alfanuméricos do novo modelo de placas
No caso de substituição da PIV do antigo modelo (padrão LLLNNNN), pela PIV do novo modelo (padrão LLLNLNN), será adotada a seguinte tabela equiparativa, para substituição do antepenúltimo caracter, de número para letra, a fim de que haja uma relação direta entre a antiga e a nova placa:

Exemplo: A placa anterior ABC1234 será substituída pela nova placa com o padrão alfanumérico ABC1C34.

 

A faixa de letras de “A” a “J” será utilizada apenas para a conversão do modelo antigo para o novo de PIV, de forma a permitir a convivência entre ambos os modelos e possibilitar a consulta por ambos os critérios de placas.

Dúvidas frequentes sobre o novo modelo de placas
Em todas as hipóteses, inclusive na perda de placa dianteira. Ademais, informamos que todos os serviços de 2ª via de placas cinza extraviadas/perdidas/danificadas/roubadas requerem a alteração para o modelo Mercosul coma respectiva emissão do Certificado de Registro do Veículo – CRV.

Legislação

Veja a legislação de trânsito.

* Continua com dúvidas ou tem alguma reclamação sobre este assunto?
Complete o formulário abaixo, preenchendo os campos. Relate seu problema detalhadamente e informe a placa ou número do Renavam do veículo. Não se esqueça de deixar seu e-mail e telefone para entrarmos em contato.

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Agosto é mês de licenciar veículos com placas terminadas em 5 e 6 | Governo do Estado de São Paulo

A partir de 1º de agosto, quem é proprietário de veículo com placa final 5 ou 6 precisa fazer o licenciamento anual obrigatório. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) ressalta que é possível licenciar de forma eletrônica, por meio do sistema bancário, sem precisar ir até uma unidade de atendimento.

O valor da taxa do serviço é de R$ 90,20 e por mais R$ 11 o motorista pode receber o documento em casa. O prazo para fazer a regularização vai até o dia 30 de agosto. O Detran.SP ressalta que não basta apenas pagar a taxa, é preciso que haja a emissão do documento. Por isso não é aconselhável deixar para a última hora.

Os mais esquecidos podem contar com a ajuda do Detran.SP e receber gratuitamente um alerta 30 dias antes do vencimento via SMS e push no celular. Para isso, é só cadastrar o celular no portal detran.sp.gov.br e autorizar o recebimento.

O Estado de São Paulo tem mais de 30 milhões de veículos registrados. Para circular, todo veículo precisa estar com o licenciamento em dia, independentemente do ano de fabricação.

O passo a passo para fazer o serviço pode ser consultado em detran.sp.gov.br, na área de “Veículos”>”Licenciamento Anual”. A página disponibiliza um “tira dúvidas” e também um chat online para o motorista se informar melhor sobre o licenciamento.

Como licenciar – O valor do licenciamento em 2019 é de R$ 90,20 para todo tipo de veículo. Não é necessário ir às unidades do Detran.SP ou imprimir boleto para pagar a taxa.

Basta informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) ao caixa bancário ou selecionar essa opção nos terminais eletrônicos das agências ou no internet banking. É preciso quitar possíveis débitos de IPVA, seguro obrigatório e multas, por exemplo. Algumas unidades do Detran.

SP dispõem de máquina para pagamento com cartão de débito. Não precisa esperar chegar o mês do final de placa do veículo. É possível licenciar de forma antecipada.

Retirada do documento – Com o comprovante de pagamento e um documento de identificação em mãos, o condutor pode ir ao Detran.SP ou posto Poupatempo para solicitar a emissão do documento.

Se preferir, pode pagar junto com a taxa o custo de envio pelos Correios, de R$ 11, para receber o documento em casa. A entrega pode ser acompanhada pelo portal www.detran.sp.gov.

br, em “Serviços Online”.

Apreensão do veículo – Licenciamento em atraso gera a remoção do veículo ao pátio. Além disso, o proprietário recebe multa de R$ 293,47 e sete pontos na habilitação por conduzir veículo que não esteja devidamente licenciado, o que é infração gravíssima, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Pagar o licenciamento em atraso também gera a cobrança de multa e juros. Caso não seja feito, o dono do veículo pode ter o nome inscrito no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados (Cadin) e na dívida ativa do Estado pelo débito em aberto.

Confira o cronograma anual do licenciamento que vale para todos, exceto para caminhões – cujo calendário obrigatório começa em setembro:

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