Carros com Volante com regulagem de altura a Flex com final da placa 1,2 Não blindado

Carros com Volante com regulagem de altura a Flex com final da placa 1,2 Não blindado

Internet 4G, motor mais potente do segmento, painel digital e até nova bitola do eixo dianteiro. A Stellantis não economizou (quase) nada para renovar a Fiat Toro 2022. O modelo passa por sua primeira reestilização para manter um título de segunda picape mais vendida do Brasil — atrás apenas da Strada. E terá preços especiais para produtor rural!

Esperada há meses, a Fiat Toro 2022 finalmente foi apresentada. A picape recebe uma boa reestilização, mudanças no interior que remetem a modelos da Ram e é o primeiro lançamento da Stellantis a carregar o 1.3 turbo, o T270, com até 185 cv e 27,5 kgfm de torque.

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A nova Fiat Toro 2022 também traz uma identidade visual diferente para as versões Ranch e Ultra, além de incorporar itens como 6 airbags e o TC+ como itens de série. Em conectividade, a picape terá disponíveis telas de 7″, 8,4″ e até 10″ na vertical, além do painel de instrumentos digital e a conectividade com o carro pelo smartphone. Veja os detalhes.

Ela mantém as versões Endurance, Freedom, Volcano, Ranch e Ultra como opções e preços que vão de R$ 114.590 a R$ 187.490. 

Design exterior

A Fiat Toro se destaca desde o lançamento pelo design. E a Fiat aproveitou isso para fazer alguns ajustes pontuais no estilo da picape, concentrados em sua maioria na dianteira.

Do conceito Fastback, apresentado no Salão do Automóvel de 2018, temos uma inspiração.

A Toro 2022 mantém os faróis em 2 partes, mas a superior agora é totalmente em LEDs e divide o trabalho entre luz diurna de condução e setas de direção – antes, a seta era uma segunda lâmpada, halógena. 

Os faróis principais estão um pouco mais finos e em LEDs (a partir da versão Freedom). Os faróis de neblina também são peças menores e também em LEDs, mostrando que a Fiat investiu neste tipo de tecnologia. Quando vamos para a grade dianteira, uma mudança mais ampla e que diferenciará as versões Ranch e Ultra das demais. 

A Toro adota a nova identidade da Fiat, com o logo escrito na grade e a “Italian Flag” no canto inferior direito.

Na Ranch e Ultra, esse logo tem proporções bem maiores e a grade de fundo é uma colmeia preta, cercada por um acabamento cromado (Ranch) ou preto (Ultra).

Logo abaixo, um “peito de aço” em plástico e decorativo, comum em todas as versões. O capô, o mesmo sempre, ganha corpo com vincos mais vivos e mais altos. 

Nas versões Endurance, Freedom e Volcano, o nome Fiat é um pouco mais discreto, mais está acompanhado de finos filetes cromados que seguem pelos faróis, além de mais um entre o capô e o parachoque dianteiro. Novas rodas de 16″ (Endurance), 17″ (Freedom e Ultra) e 18″ (Volcano e Ranch) fecham o pacote visual exterior. 

No interior, as maiores mudanças da Fiat Toro 2022. Todas as versões trazem de série o painel totalmente digital com tela de 7″, ficando nas laterais em LEDs os indicadores de temperatura e nível de combustível.

Além disso, o interior foi revisado principalmente para ganhar mais porta-objetos, inclusive no console central. O volante muda pouco, se destacando pela nova identidade da marca, mas os bancos foram revistos.

A versão Endurance terá um sistema multimídia com tela de 7″, com espelhamento de smartphones via Apple CarPlay e Android Auto sem fios, como já conhecemos na Strada e na Toro antes da reestilização.

A versão Freedom já recebe uma tela de 8,4″, assim como a Volcano como item de série. Já como opcional na Volcano e de série na Ranch e Ultra, a tela vertical de 10,1″ que remete bastante a utilizada na Ram e que adota inclusive os sistemas de espelhamento na vertical.

Carregador por indução e portas USB tipo A e tipo C também são novidades.

A Fiat estreia com a Toro 2022 o Connect Me. É um pacote de serviços conectados que vão desde o controle de informações e da picape pelo smartphone, smartwatch ou pela assistente virtual Alexa (Amazon).

Alertas de manutenção, assistência mecânica, notificações (recall e manutenções), chamada de emergência, recuperação em roubo e furto e alertas de condução fazem parte do pacote. Um sistema de navegação nativo também está disponível, com pontos de interesse e atualizações remotas.

Para os ocupantes, WiFi a bordo (operadora TIM, cobrado a parte com valores de R$ 30 a R$ 100.

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A Fiat Toro sempre foi polêmica pela oferta de airbags. A Fiat quer mudar isso e colocou como item de série 6 airbags para todas as versões, menos Ranch e Ultra que possuem 7 bolsas. Controle de tração e estabilidade seguem como item de série, mas agora o TC+ (e-Locker) está em todas as versões 4×2. A estrutura não passou por mudanças.

Além disso, a Toro adota o ADAS (Sistema Avançado de Assistência ao Condutor) como opcional nas versões Freedom e Volcano e de série na Ultra a Ranch. O pacote inclui a frenagem automática de emergência, farol-alto automático e alerta de saída de faixa com alerta pelo volante. Não há piloto automático adaptativo nem alerta de ponto-cego, por exemplo. 

Motorização

O mais esperado a Fiat Toro 2022 é a chegada do motor 1.3 turbo, chamado comercialmente de T270.

Com até 185 cv e 27,5 kgfm de torque (veja os detalhes deste motor aqui), está sempre ligado ao câmbio automático de 6 marchas e tração apenas dianteira.

Tem o TC+ e uma nova configuração, que engata o neutro quando se para em semáforos e trânsito, por exemplo – o mesmo acontece agora com o 1.8 aspirado, que fica disponível apenas na versão Endurance, que aliás perde a opção de câmbio manual. 

Na turbodiesel, uma mudança no sistema de 4×4 reduzido, que agora desliga o controle de tração e estabilidade e facilita no uso fora-de-estrada mais pesado, além do ABS off-road, que deixa as rodas cavarem o solo antes de evitar o travamento, melhorando a frenagem em solos de areia e terra, por exemplo. 

O motor 2.0 turbodiesel segue o mesmo, com 170 cv e 35,7 kgfm, com câmbio automático de 9 marchas e sistema de tração integral automática e selecionável. 

Versões, equipamentos e preços

Fiat Toro Endurance (1.8 AT, 1.3 turbo AT e 2.

0 TD AT9 AWD): ar-condicionado, painel de instrumentos com tela de 7″, controles de tração e estabilidade com TC+ e assistente de partida em rampas, sistema multimídia com tela de 7″ e espelhamento de smartphones, 6 airbags, retrovisores elétricos com repetidor, portas USB tipo A e C, sensor de estacionamento traseiro, luzes diurnas em LEDs, direção elétrica com coluna com regulagem de altura e profundidade, protetor de caçamba, piloto automático, iluminação na caçamba, alarme, vidros e travas elétricos;

Fiat Toro Freedom (1.3 turbo AT e 2.0 TD AT9 AWD): Endurance + faróis full-LED, faróis de neblina em LEDs, sistema multimídia com tela de 8,4″, rodas de 17″, trocas de marchas por aletas no volante, câmera de ré, volante em couro, apoio de braço frontal, capota marítima, maçanetas e espelhos na cor do carro;

Fiat Toro Volcano (1.3 turbo AT e 2.

0 TD AT9 AWD): Freedom + Fiat Connect Me, sensor de estacionamento dianteiro, carregador por indução, 7 airbags, bancos em couro, banco do motorista com regulagem elétrica, chave presencial para abertura e partida por botão, rodas de 18″, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, retrovisores com rebatimento elétrico, LEDs internos, maçanetas cromadas;

Fiat Toro Ranch (2.0 TD AT9 AWD): Volcano + central multimídia com tela de 10,1″ vertical, sistema ADAS, pneus ATR, bancos em couro marrom, santantonio e estribos laterais cromados, barra de proteção no vidro traseiro, interior com acabamento em marrom, tapetes em carpete;

Fiat Toro Ultra (2.0 TD AT9 AWD): Volcano + central multimídia com tela de 10,1″ vertical, sistema ADAS, rodas de 17″, bancos em couro, capota rígida, Cargo Bag Mopar, santantonio integrado, estribo preto, tapetes em carpete. 

É necessária a apresentação de um dos seguintes documentos que comprovem a atividade de Produtor Rural, onde conste o CPF do cliente:

  • Cartão de identificação do produtor rural com validade regular;
  • Declaração Cadastral de Produtor (DECAP);  
  • Certidão negativa ou positiva (com efeito, de negativa) de débitos de imóvel rural do Ministério da Fazenda; 
  • Declaração Cadastral (DECA inicial);
  • Ficha de inscrição cadastral emitida pela Secretaria do Estado; 
  • Declaração do ITR-DIAC/DIAT;
  • Certificado de cadastro de imóvel rural (CCIR);
  • Declaração do INCRA informando que o CCIR é válido;
  • Cadastro geral do produtor emitido pela Prefeitura;
  • Declaração para Cadastro de Imóveis Rurais com nome e CPF do produtor;
  • Comodato indicando um comodatário (CPF) que explora uma área rural para criação ou cultivo.
  • Sintegra – CAD / PRO

Aprenda a cortar a carne para churrasco saborosoVídeo: Sucuri gigante ataca criança em fazenda, NOSSA!Para ter CNH não será necessário Autoescola, veja!

Compre Rural com informações do Motor 1

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Volante, pedais e alavancas: uma breve história de como dirigimos hoje | FlatOut!

É seguro dizer que todos os carros vendidos hoje no mundo sejam operados por um pedal de acelerador à direita, freio ao centro, talvez uma embreagem à esquerda e o câmbio no túnel central.

Tudo convenientemente posicionado para que o ato dirigir seja o mais espontâneo o quanto possível.

Esta noção está fortemente enraizada no consciente coletivo, de modo que é difícil imaginar que o ato de dirigir nem sempre foi assim.

Os primeiros carros eram extremamente difíceis de comandar. Alguns deles nem mesmo tinham volante — no início, os carros usavam alavancas para mudar a direção, como o leme de um barco. O Benz Patent-Motorwagen, de 1886, amplamente aceito como o primeiro automóvel do mundo, era um dos que usavam este tipo de controle.

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Clément-Panhard Type VCP Voiture Légère, um dos primeiros carros de passeio com volante

Só mais tarde surgiu a ideia de usar um volante para controlar a direção dos carros. Um dos primeiros exemplos conhecidos é o francês Alfred Vacheron, que em 1894 competiu em uma corrida entre as cidades de Paris e Rouen — uma “corrida para carruagens sem cavalos” — usando um Panhard et Levassor com um volante circular. Quatro anos depois, a Panhard incorporou a ideia a seus automóveis.

Evolução e revolução

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Nos primeiros anos do automóvel os fabricantes testaram diferentes configurações de controles e comandos, e não havia um consenso a respeito da maneira ideal de distribui-los em um carro. O Ford Modelo T é um dos exemplos mais emblemáticos dessa era.

Introduzido em 1908, o Modelo T já tinha um volante, e até três pedais. Mas eles não eram embreagem, freios e acelerador, e sim um esquema bem mais complicado: o pedal da esquerda serve para trocar as duas marchas para a frente, enquanto o pedal do meio engata a ré.

O pedal da direita é o freio, e não o acelerador. Para acelerar, você precisa acionar a alavanca à direita do volante, enquanto a alavanca da esquerda controla o ponto de ignição. Se não entendeu, leia de novo.

Se continuar sem entender, desista — para nossa sorte, ninguém mais no mundo precisa saber dirigir um Modelo T.

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Não se iluda, os três pedais são completamente diferentes do que você imagina

Já sabemos que o Ford T foi o primeiro carro verdadeiramente popular da história, e isto é de importância imensurável. Ele foi vendido até 1927 e, em seu auge, metade dos carros do mundo eram Modelos T (cerca de 10 milhões de unidades). Mas, para nossa sorte ainda maior, o layout de comandos do T não pegou.

Sem dúvida o Ford Modelo T causou uma revolução no modo como se produzia automóveis, e o método de linha de montagem criado por ele persiste até hoje. Mas o carro em si não trazia nenhuma evolução no modo como enxergamos os automóveis hoje — nenhuma nova solução de engenharia, apenas mais um carro complicado de guiar e com partida por manivela, como tantos outros carros da época.

A evolução precisava continuar.

A (re)invenção do automóvel

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Hoje em dia todas as fabricantes de automóveis vigiam os movimentos umas das outras praticamente em tempo real — graças à internet, à comunicação instantânea e todos os recursos tecnológicos que foram criados ao longo das décadas para chegar ao que temos hoje. Só que no início do século 20 não existia nada disso, e as ideias originais eram verdadeiramente originais.

A Cadillac é uma divisão da General Motors desde 1909, mas sua origem está nos restos da Henry Ford Company, que também deu origem à Ford Motor Company depois de se dissolver.

Em 1916, a Cadillac lançou o Type 53, que foi o primeiro carro no mundo com um pedal de embreagem à esquerda, um pedal para os freios no meio, acelerador à direita, alavanca de câmbio ao lado do motorista, freio de estacionamento logo ao lado e uma chave de ignição no painel.

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Está tudo ali: volante, alavanca de câmbio, os três pedais, freio de mão e chave de ignição. Não é uma beleza?

Em um episódio da décima temporada de Top Gear, em 2007, Jeremy Clarkson e James May saíram em busca do Cadillac Type 53, e mostram que, de fato, ele é o carro mais antigo que alguém pode dirigir sem antes precisar fazer um curso intensivo de uma semana — e, como os dois disseram, talvez a Cadillac não tivesse noção à época de que estavam definindo para sempre o modo como dirigimos.

Tempos modernos

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O Cadillac Type 53 não chegou a 1917 — foi substituído pelo Type 55. Antes da Guerra, porém, os Cadillac eram carros caros, de luxo, e nem todo mundo tinha acesso a eles. Não há como dizer com clareza como se deu a adoção dos controles apresentados no Type 53 mas, se eles persistem até hoje, certamente a aceitação foi boa.

O que se sabe é que o Type 53 foi lançado bem no meio da Primeira Guerra Mundial, e que depois dela vários países precisaram reconstruir sua economia — o que nos leva direto para o Reino Unido, terra da Austin.

Em 1922 a Austin já era uma companhia razoavelmente bem estabelecida.

Naquele ano, a fabricante lançou o modelo de que a Inglaterra precisava: o Austin 7, um carro barato (custava quatro vezes menos do que um Type 53), compacto e econômico.

Ainda naquele episódio do Top Gear, Clarkson e May nos mostram que o Austin 7 foi o primeiro carro popular da Europa e, enquanto os americanos ainda tinham o complicado Modelo T, o 7 usava o esquema introduzido no Cadillac Type 53.

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Saca a modernidade

Tendo feito muito sucesso na Europa e no Japão, o Austin Seven pode ser considerado o carro que popularizou os comandos modernos nos automóveis — tanto que o Ford Modelo A, sucessor do Modelo T lançado em 1927, também adotou o layout.

E o resto, literalmente, é história — ainda que com algumas variações, como o Ford GT40. Feito com base em um projeto inglês — da Lola — e executado por americanos (Ford e Carroll Shelby), o primeiro GT40 tinha mão inglesa, mas o câmbio à direita.

É como uma mão inglesa “para iniciantes”.

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Hoje não temos mais tantas revoluções como naquela época — as coisas são mais graduais. Foi assim com o câmbio automático, e certamente será com a partida sem chave e com as borboletas atrás do volante. Mas a ergonomia básica de um carro dificilmente mudará, e todo mundo deve isto a um Cadillac e a um popular Austin.

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Até mesmo quem inventou o automóvel.

Fiat Toro – Wikipédia, a enciclopédia livre

Fiat Toro
Visão Geral
Modelo
Ficha técnica
Dimensões
Fiat Toro em Punta del Este
Nomesalternativos RAM 1000
Produção 2016 — Presente
Fabricante FIAT, grupo Fiat Chrysler Automobiles
Matriz Turim, Piemonte, Itália
Montagem Goiana, Pernambuco, Brasil
Classe Sport Utility Pick-Up – SUP
Carroceria Picape 4 portas
Designer FCA
Motor 1.3L T270 Flex I4 1.8L I4 16v Flex 2.4L I4 16v Flex 2.0L I4 16v Diesel
Potência 1.8: (G) 135 cv (99 kW) / (E) 139 cv (100 kW) @ 6250 rpm 2.4: (G) 174 cv (130 kW) / (E) 186 cv (140 kW) @ 5750 rpm 2.0 D: 170 cv (130 kW) @ 3750 rpm
Torque 1.8: (G) 18,76 kgf-m (180 Nm) / (E) 19,27 kgf-m (190 Nm) @ 3750 rpm 2.4: (G) 23,5 kgf-m (230 Nm) / (E) 24,9 kgf-m (240 Nm) @ 4000 rpm 2.0 D: 35,69 kgf-m (350 Nm) @ 1750 rpm
Transmissão 6 velocidades manual 6 velocidades automática 9 velocidades automática
Layout Motor frontal, tração dianteira / tração integral
Modelos relacionados Renault Duster Oroch
Comprimento 4 915 mm (190 in)[1]
Entre-eixos 2 900 mm (110 in)
Largura 1 840 mm (72 in)
Altura 1 730 mm (68 in)
Altura livre do solo 251 mm (9,9 in)
Peso 1 836 kg (4 000 lb)
Tanque 60 l (16 US-gal)
Velocidade Máx. 190 km/h (120 mph)

O FIAT Toro é um Sport Utility Pick-Up (SUP), uma nova categoria de pickups, produzido pela FIAT, bandeira da FCA, lançado em 2016. É fabricado em Goiana (Pernambuco, Brasil). O nome do modelo, é Toro, no masculino. A montadora FIAT sempre se referiu ao mesmo assim, inclusive em um comunicado, se refere como novo Fiat Toro. Será vendido futuramente nos Estados Unidos, com a marca RAM Trucks, ainda sem definição de nome.

História

O FIAT Toro, foi inicialmente caracterizado apenas como projeto 226, o segundo produto da fábrica da FCA em Goiana (Pernambuco, Brasil). Suas formas confirmam as primeiras projeções do modelo, divulgadas pelo site Autos Segredos em novembro passado.

[2] Também vem deles a informação de que seu nome definitivo será Toro. Com isso, a primeira picape médio-compacta do país, a Renault Duster Oroch, terá após o carnaval de 2016, forte concorrência.

Durante o Salão do Automóvel de 2014 a Fiat mostrou uma prévia do que seria a picape. O conceito FCC4 seria só um “exercício de design”, segundo o release da época, mas era bem mais do que isso.[1] O porte será o mesmo das picapes médias de 20 anos atrás.

Leia também:  Carros usados 2019 com Volante com regulagem de altura a Diesel

Hoje, as médias têm o porte das antigas picapes grandes, o que criou um gap de mercado.

Na Colômbia é fabricado como RAM 1000.

Características

Sua plataforma é compartilhada com o Jeep Renegade. Oferece uma gama diversificada de motores, com propulsores Diesel e Flex todos com quatro cilindros em linha. Há opção de transmissão manual de 6 velocidades, automática de 6 velocidades (procedência AISIN) e automática de 9 velocidades, esta última ZF.

Start/Stop, porta da caçamba tipo de duas folhas (porta de celeiro), multimídia de 5″, três linhas de faróis.

O nível de acabamento é bem semelhante[3] ao empregado no seu irmão de plataforma, e de linha de montagem, Jeep Renegade. Mas não contará com espuma injetada no painel, e o freio de estacionamento eletrônico.

Nos outros quesitos, o padrão é o mesmo, sem rebarbas, bem acabado, e de qualidade. Além disso, o espaço interno é maior que o do Jeep Renegade, e do Fiat 500X.

Muitos dos equipamentos serão compartilhados entre os três, como botões, cluster de instrumentos, dentre outros.

Principais tecnologias[4]

Principais tecnologias: ar-condicionado de duas zonas, central multimídia com tela sensível ao toque e sistema GPS, câmera de ré, faróis de neblina, iluminação de caçamba, quadro de instrumentos com tela colorida, retrovisores com setas, rebatimento e sistema tilt down, volante revestido de couro, tomada 12V nos bancos traseiros, segunda entrada USB (também para os passageiros de trás) e 6 alto-falantes. detalhes cromados na carroceria, retrovisores na cor do carro, barras longitudinais no teto e rodas de liga-leve de 17 polegadas com pneus de uso misto. A Toro Volcano também conta com assistente de partida em rampa e de descida em ladeiras.

  • ASR (Controle de Tração)
  • Abertura elétrica bocal de abastecimento
  • Alertas de limite de velocidade e manutenção programada
  • Alça de segurança traseira com luz de leitura incorporada
  • Alças de segurança coluna A lado motorista e passageiro
  • Apoia-pé para o motorista
  • Apoios de cabeça dianteiros com regulagem de altura
  • Apoios de cabeça traseiros (3) rebaixados e com regulagem de altura
  • Ar-condicionado
  • Banco do motorista com regulagem de altura
  • Bolsa porta-objetos e porta-copo na lateral traseira
  • Bolsa porta-objetos nas portas
  • Cambio Automático de 6 velocidades
  • Chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas
  • Cintos de segurança dianteiros retráteis de 3 pontos com regulagem de altura
  • Cintos de segurança traseiros (laterais e central) retráteis de 3 pontos
  • Cobertura da alavanca (empunhadura) do freio de mão
  • Computador de Bordo (distância, consumo médio,consumo instantâneo, autonomia)
  • Console central com porta-objetos e porta-copos
  • Conta-giros
  • Direção elétrica
  • Drive by Wire (Controle eletrônico da aceleração)
  • ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade)
  • Espelho no para-sol lados motorista e passageiro
  • Estepe full size
  • Follow me home
  • Gancho universal para fixação cadeira criança (Isofix)
  • Ganchos para amarração de carga na caçamba
  • HSD (High Safety Drive) – Airbag duplo (motorista e passageiro) e Freios ABS com EBD
  • Hill Holder (sistema ativo freio com controle eletrônico que auxilia nas arrancadas do veículo em subida)
  • Hodômetro digital (total e parcial)
  • Kit aerodinâmico
  • Kit ferramenta
  • Lanterna traseira a LED
  • Limpador e lavador do para-brisas com intermitência
  • Luz de leitura
  • Maçanetas e retrovisores externos na cor preta
  • Motor 1.8 16V Flex
  • My Car Fiat (personaliza várias funções do carro)
  • Para-choque dianteiro com pintura parcial na cor do veículo
  • Para-choque traseiro com soleira cromada
  • Piloto automático com controlador de velocidade
  • Porta-escadas
  • Porta-luvas iluminado
  • Porta-óculos
  • Quadro de instrumentos 3,5″ com relógio digital, calendário e indicador de temperatura externa multifuncional em TFT, personalizável
  • Radio Connect (RDS, entrada USB/AUX (no console central), Viva-voz Bluetooth® e função Audio Streaming)
  • Retrovisores externos com comando manual
  • Retrovisores externos com luzes indicadoras de direção integradas
  • Revestimento de caçamba
  • Revestimento externo na coluna central das portas
  • Rodas de aço estampado 6.5 x 16 + Pneus 215/65 R16
  • Sensor de estacionamento traseiro
  • Suspensão traseira multilink
  • Tampa traseira dupla com abertura elétrica
  • Tomada 12V
  • Travas elétricas (Travamento automático a 20 km/h, indicador de portas abertas, luz interna com temporizador e tampa do combustível)
  • Vidros climatizados verdes
  • Vidros elétricos dianterios e traseiros com one touch e antiesmagamento lado mororista
  • Volante EAS – Energy Absorbing System
  • Volante com comandos do fone
  • Volante com regulagem de altura e profundidade
  • Válvula antirrefluxo de combustível
  • Lanterna traseira de neblina

Versões

  • Freedom Flex 1.8 16v, E-Torq Flex, automática de 6 velocidades, 4×2
  • Freedom Diesel 2.0 16v, Multijet Diesel, manual de 6 velocidades, 4×2
  • Freedom Diesel 2.0 16v, Multijet Diesel, automática de 6 velocidades, 4×4
  • Volcano 2.0 16v, Multijet Diesel, automática de 9 velocidades, 4×4
  • Freedom 2.4 Tigershark, Flex, automática de 9 velocidades, (Para 2017)
  • Ranch 2.0 16v, Multijet Diesel, automática de 9 velocidades, 4×4 (Para 2018)

Preço base das versões

  • Toro Freedom 1.8 flex Automática 4X2, 6 marchas: R$ 81.700,00
  • Toro Freedom 2.0 Diesel Manual 4X2, 6 marchas: R$ 97.270,00
  • Toro Freedom 2.0 Diesel Manual 4X4, 6 marchas: R$ 105.570,00
  • Toro Volcano 2.0 Diesel Automática 4X4, 9 marchas: R$ 146.000
  • Toro Ranch 2.0 Diesel Automática 4×4, 9 marchas: R$ 154.990

Reestilização da FIAT Toro

Em 22 de abril de 2021, a montadora lançou a reestilização do veículo.
Agora, possui a versão ULTRA e o inédito motor 1.3 turbo T270 de 185 cv e torque de 28,5 kgfm.[5]

Capacidades de carga

  • Toro Freedom Flex Automática: 650 kg, 820 L
  • Toro Freedom Diesel Manual: 1000 kg, 820 L
  • Toro Freedom Diesel Manual: 1000 kg, 820 L
  • Toro Volcano Diesel Automática: 1000 kg, 820 L (Com extensor vai para 1225 L)
  • Toro Ranch Diesel Automática: 1000 kg, 820 L (Com extensor vai para 1225 L)

Prêmio

Fiat Toro conquistou o renomado prêmio de desing internacional prêmio Red Dot Design Award.

Ver também

  • FIAT
  • Fiat 500X
  • Fiat Strada
  • Jeep Renegade

Referências

  1. a b Gustavo Henrique Ruffo (24 de Junho de 2015). «A futura picape média da Fiat, a 226, mostra sua carroceria definitiva». FlatOut!. Consultado em 22 de Janeiro de 2016 
  2. ↑ Autos Segredos (26 de Novembro de 2014). «Retrato falado: Esta é a nossa aposta para o visual da picape média da Fiat». Autos Segredos.

    Consultado em 22 de Janeiro de 2016 

  3. ↑ «Fiat Toro chega em 2016 com preços abaixo do Renegade». CAR.BLOG.BR. 29 de Setembro de 2015. Consultado em 22 de Janeiro de 2016 
  4. ↑ http://toro.fiat.com.br/
  5. ↑ Léo Fortunatti (22 de abril de 2021). «Nova FIAT Toro 2022: o que mudou, versões, equipamentos e preços». Universo Online. Grupo Folha. Consultado em 22 de abril de 2021 

Ligações externas

  • Website Oficial da FIAT Toro

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Fiat Toro

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Teste: dirigimos o Lamborghini Urus, o SUV de R$ 2,5 milhões que faz a marca vender como nunca

Isso parece pouco, mas é uma façanha. E com gosto azedo para quem torce o nariz para os SUVs: o Urus compõe quase a totalidade das vendas. Desses 26 carros, 20 são Urus. A Lamborghini provou que é possível unir as capacidades de um superesportivo com as qualidades de um utilitário.

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A traseira têm lanternas estilosas e um extrator sem tamanho (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

A traseira têm lanternas estilosas e um extrator sem tamanho (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Aí você pensa: quem compra um Lambo quer fazer bonito na pista, certo? Não tem problema. O Urus está equipado para enfrentar um Porsche 911 mal encarado. Tem um V8 4.0 biturbo de 650 cv e incríveis 86,7 kgfm. É o suficiente para ir de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos.

Para comparar, um AMG GT 4 portas (aquele com espaço suficiente para uma família e toda a sua bagagem), faz o mesmo em 3,3 s. Um Huracán LP 580-2, que pesa 1,5 tonelada, faz o mesmo teste de aceleração em 3,4 segundos.

Até os bancos podem assumir uma cara mais esportiva: basta acessar a tela multimídia e transformá-los em bancos no estilo concha.

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Alguns comandos são semelhantes aos da Audi (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Alguns comandos são semelhantes aos da Audi (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Eu não estou na fila de clientes da Via Italia, única loja da marca italiana no país, mas fui a primeira jornalista a dirigir o Urus no Brasil. Foi tentando descobrir os motivos que fazem o SUV vender tanto que acabei atrás do volante.

Ligo o carro e não escuto aquele ronco alto tradicional dos carros da Lamborghini. Como todo Lambo, basta dar um toque na aleta direita, atrás do volante. Não é preciso colocar a alavanca do câmbio automático em D.

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O Drive é engatado ao se acionar a borboleta direita (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

O Drive é engatado ao se acionar a borboleta direita (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Em movimento, o que mais surpreende é a estabilidade. Sabe o papo de que SUV é ruim de curva? Esqueça. Fiz uma rotatória em velocidade muito maior do que o normal, passei em uma valeta em alta velocidade, e nenhum sinal de instabilidade ou excesso de movimentação lateral na carroceria. Mérito do sistema de estabilização eletromecânico adaptável com resposta contínua e imediata.

Como em todo esportivo, há modos de condução configuráveis eletronicamente. Na opção Strada, o SUV fica comportado — no desempenho, o carro também tem características de um familiar e de um superesportivo.

Basta selecionar um dos sete ajustes: Strada (para ir de casa para o trabalho), Sport (aumenta a performance e o giro), Corsa (desempenho máximo: o giro e o ronco aumentam consideravelmente e o ESC fica mais permissivo), Sabbia (o carro entra no modo off-road, o giro do motor diminui e o SUV fica 4 centímetros mais alto para enfrentar a areia), Terra e Neve.

O modo Corsa reduz a altura em 1,5 centímetro, enquanto o sistema de vetorização de torque pode enviar até 70% da força para o eixo dianteiro, ou 87% para o traseiro, além de frear individualmente cada roda para fechar a trajetória ou estabilizar o carro.

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O padrão geométrico rebuscado se repete no interior (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

O padrão geométrico rebuscado se repete no interior (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Na cabine, o que mais me chamou atenção foi a manopla do câmbio. O Urus tem interior com inspiração na aviação. O botão de partida fica dentro de uma tampa, como o sistema de armas de um avião-caça. Para deixar o interior ainda mais tecnológico, há uma terceira tela no console central para controlar funções como ar-condicionado, aquecimento, ventilação e massagem nos bancos.

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O acabamento é perfeito e utiliza materiais ultraluxuosos (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

O acabamento é perfeito e utiliza materiais ultraluxuosos (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

No banco de trás, o Urus tem a mesma tela que configura o ar-condicionado do Audi Q8. Não é uma coincidência, a marca alemã é a “dona” da Lamborghini — ambas pertencem ao grupo Volkswagen. A diferença, claro, fica para o acabamento. O Lamborghini mistura várias texturas, sem que pareça exagerado. Quase tudo o que eu encosto tem toque suave, até o teto é forrado com Alcantara.

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Espaço interno sobra para levar três pessoas atrás (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Espaço interno sobra para levar três pessoas atrás (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Do lado de fora, também impressionantes são os discos de freio — têm 440 milímetros (com 40 milímetros de espessura). Para ter uma ideia, no Aventador SVJ são 400 milímetros. Ou seja: o Urus tem o maior disco de freio da Lamborghini. São dez pistões hidráulicos para as rodas dianteiras atuando em rotores feitos de carbono-cerâmica, mais resistentes à fadiga.

As rodas são de 23 polegadas e os pneus são de uso misto nas medidas 285/35 na frente e 325/30 atrás, projetados especialmente para o SUV. De acordo com a Pirelli, foram cinco anos de desenvolvimento. Para se ter uma ideia, o preço de cada pneu pode chegar a R$ 5 mil. No ato da compra, o cliente pode optar pelo Urus com rodas de 22 polegadas e aproveitar o “desconto” de R$ 100 mil.

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Os discos dianteiros do Urus são os maiores da Lamborghini (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Os discos dianteiros do Urus são os maiores da Lamborghini (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Além do desempenho e do visual, outro motivo para tantas unidades vendidas está na tecnologia. O Urus tem o básico: leitor de faixa, câmera 360 graus, três telas, contando com o head up display digital, carregador wireless para celular, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros com câmera de ré e controle de cruzeiro adaptativo.

Mas também o que surpreende: uma plataforma eletrônica com barra estabilizadora adaptativa para grudar nas curvas como se o carro não tivesse suspensão alta. O eixo traseiro esterçante ajuda tanto na hora de estacionar quanto na tangência de curva em alta velocidade.

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Há um recurso que permite ver o carro em 3D para manobrar melhor (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Há um recurso que permite ver o carro em 3D para manobrar melhor (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Uma função que mostra o 3D do carro para você conferir se estacionou direito e há som da grife Bang & Olufsen com 21 alto-falantes e absurdos 1700 watts. Um detalhe curioso: no motor, tem uma placa com a ordem de explosão dos pistões.

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A capa do V8 traz a ordem de ignição dos cilindros (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

A capa do V8 traz a ordem de ignição dos cilindros (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Além de ser um superesportivo com espaço para famílias (porta-malas de 616 litros), o Urus também encara um off-road. Tem tração integral e suspensão adaptativa capaz de elevar a altura do vão livre em quatro centímetros.

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O porta-malas não foi prejudicado pela forma de cupê da carroceria (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

O porta-malas não foi prejudicado pela forma de cupê da carroceria (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

De volta à pista, não dá para negar que o modo de direção mais divertido é o Ego. A começar pelo nome, é possível ajustar separadamente suspensão, direção e tração, em três níveis: suave, médio e esportivo.

Dá para deixar a resposta do volante mais direta (modo esportivo), a suspensão menos rígida para priorizar o conforto (modo suave) e o desempenho intermediário (modo médio), por exemplo.

Uma alavanca fica no console central para que essas mudanças sejam feitas de maneira mais rápida.

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O painel digital tem grafismos estilizados (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

O painel digital tem grafismos estilizados (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Na configuração mais forte, é possível atingir 305 km/h, isso apesar de todo esse tamanho e peso. A altura varia entre 1,62 m e 1,71 metro. Tudo no Lamborghini é superlativo, inclusive o comprimento de 5,1 metros e os 2,2 metros de largura.

O Urus compartilha componentes reconhecíveis em outros modelos (mais baratos) do grupo Volkswagen, como as telas e chave, que vieram do A8 — até os botões têm a mesma ilustração dos modelos da Audi. Motor e câmbio são compartilhados com o Porsche Cayenne e RS6. Tem mais: o eixo traseiro e a suspensão são os mesmos do Bentley Bentayga.

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Botão de partida fica protegido por capinha como em um caça (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Botão de partida fica protegido por capinha como em um caça (Foto: Christian Castanho / Autoesporte) — Foto: Auto Esporte

Feita de alumínio, a carroceria tem sua semelhança com outro alemão, o Audi Q8, já que ambos usam a mesma plataforma. A diferença é que o Lamborghini aposta em linhas mais recortadas. A inspiração veio dos aviões invisíveis a radar.

A frente lembra muito os Lamborghinis Aventador e Huracán. O caimento do teto é muito inclinado para garantir o estilo cupê, sem molduras nas portas. As quatro saídas de escapamento são envolvidas por um extrator de ar sem tamanho. No geral, o carro lembra um conceito, parece ter vindo do futuro — e isso é bom.

Não dá para negar que quem compra um Lamborghini quer destaque. E aí está a receita do sucesso do Urus. Oferecer visibilidade e status sem abrir mão das capacidades dinâmicas da marca, nem da praticidade de um SUV familiar. Mesmo nos bairro dos Jardins, em São Paulo, uma das regiões mais luxuosas da cidade, os olhares são garantidos.

MotorDianteiro, longitudinal, 8 cil. em V, 4.0, 32V, biturbo, injeção direta de gasolina

Potência650 cv a 6.000 rpm

Torque86,7 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm

CâmbioAutomático de oito marchas, tração integral

SuspensãoIndep. do tipo multilink (diant. e tras.)

FreiosDiscos ventilados de carbono e cerâmica (diant. e tras.)

Rodas e pneus285/35 (dianteira) e 325/30 na traseira, aro 23

  • DimensõesCompr.: 5,11 mLargura: 2,2 m (com retrovisor) ou 2,01 m (sem retrovisor)Altura: 1,63 m
  • Entre-eixos: 3 m

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